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      <title>Fátima Travanca turma 13 E1T13184 by Fátima de Lurdes Travanca</title>
      <link>https://padlet.com/fatimalurdestravanca/vp50m7l2shjw</link>
      <description>O meu padlet da turma</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-12 10:19:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-02 13:41:58 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Formanda:
Fátima de Lurdes Travanca&amp;nbsp; 

Turma 13 - nº de formanda E1T13184

MÓDULO
1

&amp;nbsp;

ATIVIDADE RELATIVA À TUTORIA - MÓDULO 1

&amp;nbsp;

(trabalho
1) &amp;nbsp;OPÇÃO&amp;nbsp; A -&amp;nbsp; Comente
a &amp;nbsp;afirmação de Topping

No contexto da formação
recebida no módulo 1 vou tentar fazer um pequeno comentário à afirmação de Topping referenciada na proposta de
trabalho.

&amp;nbsp;Esta afirmação vai ser analisada à luz da bibliografia
sugerida, das aprendizagens adquiridas através do diálogo estabelecido na
sessão síncrona, na legislação que estabelece as regras de aplicação do
processo tutorial (Despacho normativo 4/A/2016 de 16&amp;nbsp; de Junho) e da experiência adquirida ao longo
dos anos, como professora em vários graus de ensino, professora de Educação
Especial, e por várias leituras e conhecimentos adquiridos noutras formações: Curso
de Desenvolvimento Pessoal e Social; Licenciatura e pôs Graduação em Ciências da
Educação) e pelos documentos de apoio fornecidos direcionados para a temática
em estudo. 

Várias têm sido as
tentativas de resolver os problemas de insucesso dos alunos do 2º e 3º ciclo.
Vários normativos foram publicados e postos em prática na tentativa de
solucionar estes problemas. Foi criada a disciplina de Estudo Acompanhado que
foi implementado durante vários anos e que não surtiu os efeitos desejados.
Criaram-se, em algumas escolas, as tutorias que mais não serviam do que para tirar
dúvidas, aos alunos, tentando orienta-los para colmatarem as suas dificuldades académicas
e de orientação do estudo. Estas têm tido algum sucesso, no entanto, não havia
legislação precisa sobre esta temática e a sua implementação. 

&amp;nbsp;Como todos sabemos este ano tornou-se prática comum
e obrigatória, em todas as escolas, através do Despacho normativo, supra
citada, que se baseia num trabalho reflexivo e na metacognição ligada às
aprendizagens do aluno e nos processos auto regulatórios da aprendizagem.

&amp;nbsp;Colocam-se
as questões: Como pode o tutor ajudar no processo de aprendizagem? Como pode estar orientado o trabalho de um
professor tutor eficaz? Qual o papel do Tutorando?

O tutorando deve assumir a responsabilidade,
o controle do seu processo de aprendizagem e deve ser ajudado a construir um
conjunto de atividades que lhe permitam atingir os seus objetivos

&amp;nbsp;As fases de autorregulação, análise,
planificação, e execução são muito importantes para que todo este processo
resulte. As formas de apresentar os caminhos para os alunos obterem o sucesso
podem ser variadas, mas a colocação de dúvidas e a reflexão são muito
importantes neste processo.

É neste sentido que estamos
a frequentar esta formação que tem como tema “Tutorias Auto Regulatórias “.

Começamos por abordar o
papel do tutor na escola e as relação que, deve estabelecer com os alunos. Para
poder implementar com os alunos um processo tutorial temos que ter
conhecimentos e formas de alterar comportamentos, maneiras de estar do público
alvo, que são os alunos do 2º e 3º ciclo do ensino básico com duas ou mais retenções.
Sem uma base teórica que suporte a prática é impossível implementar estratégias
de superação de problemas e tentar acabar com o insucesso. 

Várias são as metodologias
que podem ser implementadas. “O metoring”
é uma prática muito antiga, surgiu na Grécia e tem objetivos amplos educacionais,
tendo em conta, o desenvolvimento do individuo como um todo. O Coaching, como um método de ensino menos
diretivo, com objetivos diferentes, pretende melhorar determinadas competências
especificas, centrando-se na prática e na resolução de problemas ao nível do
desempenho e do desenvolvimento pessoal. É uma ferramenta que complementa o
ensino tradicional. Promove a aprendizagem e o desenvolvimento individual,
através de competências chave. Esta não dá respostas, coloca questões tentando resolver
os problemas do momento apenas a um ou a um pequeno grupo de alunos.

&amp;nbsp;O
processo tutorial é o que parece mais consistente, coloca a enfase no tutor
e no tutorando. O processo de tutoria tem que ser bem aplicado para o aluno ter
sucesso. Topping ao referir que este
processo pode não ser automático e eficaz, está a referir-se à forma como é
aplicado. Para ser eficaz o tutor tem que estar disposto a partilhar os seus
conhecimentos saberes numa relação de confiança com o tutorando sendo
espontâneo, deve educar para os valores criando empatia, deve saber ouvir sem
recriminar, não deve ser muito rígido. Este programa baseia-se em vários
estudos atuais e destina-se a jovens considerados em risco relativamente às
suas caraterísticas (baixas competência sociais, baixa resistência à
frustração, fraco aproveitamento escolar). Muitas vezes, estes jovens atribuem
os seus fracassos e sucessos a causas exteriores e não têm controlo do seu
processo de aprendizagem.

&amp;nbsp;O processo tutorial não é automático porque há
um longo caminho a percorrer para atingir a sua eficácia e para se automatizar.
Conhecer o aluno, criar condições para que ele se disponha a falar das suas
preocupações, das sua forma de ver e encarar a aprendizagem e a escola e saber
as razões que o levam a ter determinadas atitudes e reações demora tempo. 

O tutor tem que conhecer o(s)
tutorando(os) &amp;nbsp;para &amp;nbsp;ajudar a traçar um percurso de vida. Para
conseguir, deve assumir o cargo de forma voluntária (eu ofereci-me de forma voluntaria para
trabalhar com estes alunos e para fazer a formação). Durante vários anos de
vida profissional tive esta função, além de outras, quando trabalhei com jovens
de NEE (Necessidades Educativas Especiais). Muitas vezes elaborei planos de orientação
para alunos com problemas de aprendizagem, com problemas comportamentais graves
trabalhando com eles, ouvindo os seus problemas, as suas angústias, as suas
aflições tentando sempre fazer a ponte com os professores diretores de turma e
família, sendo mais tutora do que professora de Educação especial.

&amp;nbsp;Se o Mentor (tutor) não assumir de forma
voluntária o cargo, se não revelar vontade intrínseca de ajudar e apoiar os
alunos partilhando os seus conhecimentos, as suas práticas e estratégias de remediação
e resolução de problemas, podem surgir várias contingências na aplicação do
processo tutorial em meio escolar. Muitas vezes este processo não é eficaz
porque o próprio aluno pode inviabiliza-lo devido à diferenciação social à
discrepância entre os valores do tutor e tutorando; à falta de treino e
inexperiência do mentor; ao desfasamento entre os objetivos que o tutor
estipula e as necessidades reais do aluno. Pode acontecer que os objetivos
estipulados pelo de despacho normativo, que há que ter em conta, e as funções
atribuídas ao tutor não correspondam ás reais necessidades do aluno, por isso
se afirma, que a tutoria deve ser bem planificada e monitorizada. Para que tal
aconteça o tutor deve ter um conhecimento bastante grande do aluno (tutorando)
para saber como &amp;nbsp;ajudá-lo e para poder
identificar, “quando
não o está a fazer e ter consciência quando a sua atuação não resulta”.

&amp;nbsp; Muito mais haveria que dizer sobre as funções
do tutor e sobre a sua atuação para tornar o processo eficaz mas vou terminar
citando Paulo Freire

&amp;nbsp;“ Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo

&amp;nbsp;Todos sabemos alguma coisa.

&amp;nbsp;Todos ignoramos algumas coisas, por isso
aprendemos sempre”

&amp;nbsp;e acrescento o proverbio
Chinês&amp;nbsp; que me parece fundamental para
que&amp;nbsp; as tutorias sejam eficazes e
que&amp;nbsp; aponta para o papel do tutor e do&amp;nbsp; tutorando.&amp;nbsp;


&amp;nbsp;Eu gosto muito, deste proverbio e costumo
apresenta-lo aos meus alunos no início de cada ano escolar como “o nosso lema”. Que me parece ser
também o lema desta formação. 



&amp;nbsp;

&amp;nbsp; Fátima de Lurdes Travanca&amp;nbsp; 

19 /10/2016

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;</title>
         <author>fatimalurdestravanca</author>
         <link>https://padlet.com/fatimalurdestravanca/vp50m7l2shjw/wish/131682085</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-19 03:22:56 UTC</pubDate>
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         <author>fatimalurdestravanca</author>
         <link>https://padlet.com/fatimalurdestravanca/vp50m7l2shjw/wish/131682264</link>
         <description><![CDATA[<div>ESTE É O MEU TRABALHO RELATIVO À TUTORIA MÓDULO1 TRABALHO 1 (OPÇÃO A)</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-19 03:25:27 UTC</pubDate>
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         <title>https://padlet.com/mentorcf/turma13/wish/130606485</title>
         <author>fatimalurdestravanca</author>
         <link>https://padlet.com/fatimalurdestravanca/vp50m7l2shjw/wish/131927179</link>
         <description><![CDATA[<div>Este é o meu trabalho Relativo ao Auto conhecimento&nbsp; módulo 1 Trabalho 2 (opção B)&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;Curso de Formação para docentes<br></strong><br></div><div><strong>Projeto Mentor Tutorias Autorregulatórias<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Fátima de Lurdes Travanca- Turma 13 nº de formando E1T13184<br><br></div><div><strong>Tarefa 2 MODULO 1&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;Atividade relativa à tarefa&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>OPÇÃO- B &nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;Dos 3 objetivos do processo de tutoria apresentados qual representará para si o maior desafio. Justifique.<br></strong><br></div><div>O objetivo que para min é o maior desafio é o objetivo da <strong><em>Autoexploração do tutorando.&nbsp;<br></em></strong><br></div><div>&nbsp;Vou tentar justificar esta minha escolha tendo como base as leituras realizadas da bibliografia sugerida e de pesquisas feitas na internet de parte de teses elaboradas sobre esta temática e da experiência que tenho, da relação que mantenho com os alunos que me irão acompanhar neste processo formativo,&nbsp; que são meus alunos de 7º ano,&nbsp; do contacto que tive com os alunos do 8º ano que conheci, agora, quando demos início ás aulas de Tutoria,&nbsp; e no Despacho 6&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;que regulamenta o funcionamento das mesmas, nas escolas e as funções que o professor tem de desempenhar neste processo de implementação.<br><br></div><div>&nbsp;Sendo o processo tutorial um processo relacional entre o tutor e o tutorando tem três objetivos bem definidos. Dos três apresentados na literatura sobre este tema o processo autorregulatório é o que representa um maior desafio. Apesar de reconhecer que este é um processo complexo, que exige do tutor alguma “astúcia”, algum treino e bastante conhecimentos psicológicos relativos as relações interpessoais, ou ouso coloca-lo como importante e aliciante.<br><br></div><div>Dos conhecimentos que tenho adquirido ao longo da vida académica, profissional e social posso retirar algumas noções/conclusões importantes que me ajudarão a resolver e a trabalhar na prática escolar neste projeto proposto pelo ministério da educação. O despacho normativo publicado que tem que ser implementado na prática e nas funções do tutor, nelas referenciadas, são desafiantes, difíceis de implementar. A formação/ação, em contexto é importante mas é muito exigente e complexa. No entanto <strong><em>o caminho “não se faz, vai-se fazendo”</em></strong> com todas as contrariedades que vão surgindo Esta formação pretendem dar-nos algumas pistas de autoconhecimento, para melhor desempenharmos esta difícil função que está a causar algumas preocupações pela falta de tempo em conciliar a vida escolar, familiar e de formação. É exigente com muitas leituras e o tempo é escasso…&nbsp;<br><br></div><div>Este processo deve ser voluntário e natural, exige: um conhecimento profundo do tutorando, empatia, respeito por parte do tutor e do tutorando.&nbsp; Conhecer o aluno, fazer com que ele adquira determinadas competências de relação interpessoal e académicas é aliciante mas ao mesmo tempo difícil. &nbsp;<br><br></div><div>Todos os alunos que me foram atribuídos são desconhecidos para min porque embora efetiva há muitos anos nesta escola, por várias razões estive ausente lecionando numa outra escola pertencente a um meio bem diferente deste.<br><br></div><div>&nbsp;Alguns dos que vou apoiar são meus alunos na disciplina que leciono, mas a relação e a empatia estabelecida é ainda muito recente e apresenta-se um pouco difícil. Estes são alunos com idade muito diferente dos restantes, parece-me, com vivências muito diferentes dos mais jovens que iniciaram este ano o 7º ano e exercem neles alguma influência negativa.<br><br></div><div>&nbsp;Com os restantes alunos, do 8º ano, tive um primeiro contacto e pareceram-me alunos mais motivados, mais adultos, mas autónomos mas com alguns endicaps e reprovações em anos iniciais., mas mais maleáveis.<br><br></div><div>&nbsp;O cumprimento deste objetivo, selecionado, apresenta-se um pouco complexa porque à partida existe alguma resiliência. Tentar conhecer melhor os alunos é muito importante para min e para que eu consiga implementar a autoexploração dos tutorandos e por em prática os ensinamentos desta formação. Há alguma falta de interesse destes alunos de 7º ano pois não querem frequentar estas aulas. Há que estabelecer desde já contratos com estes, de forma a cativá-los e estou, expectante para ver… Venho tentando estabelecer com eles uma relação empática, mas não está a ser fácil,&nbsp; no entanto, não vou perder as esperanças….<br><br></div><div>&nbsp;A relação&nbsp; de tutoria, pode vir a contribuir para que a relação se crie e me permita criar metas e programas de autoconhecimento para que com a minha supervisão, orientação estes modifiquem o seu comportamento perante o professor, os colegas a sala de aula&nbsp; perante a sua vida, os seus desejos e anseios para o futuro e criem expetativas de futuro.. Para isso terei que conseguir desenvolver um conjunto de ações capazes de os conduzir a um resultado mais eficaz que produza a mudança. É importante que estes compareçam para nos conhecermos melhor.. Receio que esta relação possa ser um pouco atribulada, mas tentarei autocontrolar-me para conseguir alterações comportamentais. Orientar e supervisionar o processo de tutoria para conseguir atitudes reflexivas e positivas dos alunos terá que ser um trabalho muito pensado, porque o meio ambiente pode provocar alguma resiliência.<br><br></div><div>&nbsp;O espirito de tolerância terá que estar muito presente em mim, agindo mais com o coração do que com a razão, para conseguir cativar cada vez mais estes meninos. Autorregulando os meus comportamentos e o dos alunos ao contexto e à tarefa vão ser importantes. Cativar os alunos para melhor os conhecer e melhor poder agir no sentido de obter melhorias e para fazer uma planificação adequada tenho que criar condições de diálogo, elogiando-os para obter um bom feedback. Levá-los ao seu próprio autoconhecimento é um dos meus objetivos .<br><br></div><div>&nbsp;Acredito que serei capaz de conduzir estes alunos para que se tornem mais empáticos (eu mesma) alterarei a minha forma de ser e estar de forma a conduzi-los à mudança, perante a escola, os colegas os professores, a aprendizagem e a vida.<br><br></div><div>&nbsp;Transmitir mensagens positivas incentivando a sua confiança, será importante para que estes consigam sucesso nas aprendizagens e na vida. Se eu, como professora tutora, conseguir, criar condições para a autoexploração dos meus tutorandos, a minha própria auto estima aumentará também.<br><br></div><div>&nbsp;Nesta perspetiva e tendo com o pano de fundo o objetivo que escolhi como o mais aliciante e o mais difícil recolhendo elementos que os caraterizem, conhecer o seu perfil e elaborar um plano de ação tutorial permitir-me à faz a autorregulação dos comportamentos e aprendizagens criando redes de trocas de forma catalisadora de entreajuda pedagógica, social e interrelacional, mantendo uma relação de proximidade. Tornar este processo automático e eficaz, levando os alunos a ter consciência e conhecimento do seu próprio pensamento ligado às suas aprendizagens vai ser a tarefa que me vai nortear neste primeiros tempos de contacto com estes jovens, cumprindo assim, um dos grandes objetivos do auto conhecimento e da autoexploração do tutorando.<br><br></div><div>É este o meu objetivo, o meu grande desafio!<br><br></div><div>Conseguirei Superá-lo?<br><br></div><div>Eis a grande questão que coloco a mim mesma.<br><br></div><div>&nbsp; Ermesinde, 19 de Outubro de 2014&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Fátima de Lurdes Travanca<br><br></div><div>&nbsp;�H@.�?"^iZ<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-19 20:46:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Este é o meu trabalho referente ao módulo 2</title>
         <author>fatimalurdestravanca</author>
         <link>https://padlet.com/fatimalurdestravanca/vp50m7l2shjw/wish/132560695</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>CURSO DE FORMAÇÃO - PROJETO MENTOR<br></strong><br></div><div><strong>Modulo 2<br></strong><br></div><div><strong>Tema:</strong><strong><em>Competências de Relação interpessoal no âmbito da Tutoria<br></em></strong><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp;Formanda</strong>: Fátima de Lurdes Travanca - <strong>turma 13 ET13184<br></strong><br></div><div><strong>TAREFA<br></strong><br></div><div><strong>“O Tutor formador deve escolher uma fase do modelo de tutoria apresentado e listar 5 obstáculos que podem surgir no processo e outras tantas propostas de solução para as ultrapassar</strong>”<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Na sequência da leitura e análise da documentação apresentada e de alguma bibliografia sugerida, escolhi este tema para a realização desta tarefa porque me parece de grande importância saber distinguir na fase do modelo de tutorial apresentado <strong>os obstáculos que podem surgir e que podem levar a que o processo tutorial</strong> não resulte e tentar perceber as propostas apresentadas para solucionar este problema.<br><br></div><div>&nbsp;Embora entenda que todas as fases do processo são muito importantes, a fase de<strong>”</strong> <strong>facilitação” </strong>é <strong><em>a base de todo o processo de ajuda</em></strong> porque é nesta fase que se estabelece a relação entre tutor e tutorando. É fundamental esta fase, porque é aqui que são estabelecidas as condições para que o tutor possa apoiar o tutorando e para que, este, beneficie de melhorias significativas.<br><br></div><div>&nbsp;O tutor deve ser treinado em competências chave de cada fase do processo, mas esta parece-me essencial quer para o tutor quer para o tutorando.<br><br></div><div>&nbsp;Se o tutor/tutorando conseguirem ultrapassar esta fase, está o caminho aberto para por em prática as outras fases e para se conseguirem resultados positivos. Daí eu atribuir grande importância a esta fase e a considerar a mais difícil neste processo.<br><br></div><div>O tutor deve apoiar o tutorando com base na empatia e no respeito e na afetividade <strong>(fase de facilitação</strong>) e na interação entre ambos. É a fase mais importante da facilitação/ajuda. Perceber a situação em que se encontra o tutorando é essencial para que o processo avance.<br><br></div><div>Todos nós sabemos que muitas vezes não se consegue criar esta empatia com o aluno e há vários obstáculos a esta concretização. Neste sentido vou apresentar simultaneamente os cinco obstáculos que são pedidos e apresentar as soluções para os mesmos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>1-Nesta fase muitas vezes o tutorando <strong>descreve os sintomas de forma atabalhoada</strong>. Esta forma de se expressar pode levar a que não se entenda o que pretende transmitir e a <strong>solução para este 1º ponto é</strong> a de o tutor ajudar a clarificar os problemas mantendo uma escuta ativa facilitando a autoexploração do tutorando com perguntas criteriosas.<br><br></div><div>2- <strong>O tutor não consegue ser empático</strong>, <em>não consegue transmitir ao tutorando as suas convicções</em>. Ora a influência que se exerce sobre o outro pode influenciar significativamente o comportamento. <strong>Falamos sem olhar para o tutorando, com um tom de voz que não é o aconselhado e isso pode causar perturbação.</strong> Esta situação, <strong>resolve-se</strong>, modificando o nosso tom de voz, olhando, olhos nos olhos, o tutorando.<br><br></div><div>3-<strong>A postura do tutor pode influenciar negativamente a relação</strong> e impedir que o tutorando fale e adquira confiança, elevando ou diminuindo o desempenho. O tutor segundo (Azevedo Nascimento 2007). <strong><em>Deve dar sentido ao projeto de vida dos seus tutorandos, contribuindo para que as suas potencialidades sejam despertadas e estimuladas mostrando cuidado de comprometimento </em></strong><em>para com os outros para que se assumam como</em> construtores principais do seu projeto de vida. <em>O tutor tem que ter cuidado e estabelecer muito bem o processo de interação</em> <strong>mostrando respeito pelo tutorando para assegurar o sucesso das etapas seguintes.<br></strong><br></div><div>4- <strong>A falta de firmeza do tutor</strong> também pode ser impeditiva do sucesso.<br><br></div><div>&nbsp;<em>Deve ser firme de forma cordial tentando que o tutorando assuma um papel importante na condução do seu projeto de vida.<br></em><br></div><div>5- <strong>A realização de avaliações precipitadas e o avançar com propostas </strong><em>sem </em>tempo podem impedir o sucesso<em>, tal como apresentar propostas de remediação baseadas na sua experiência., podem causar problemas.<br></em><br></div><div><em>&nbsp;</em><strong><em>Para resolver esta situação deve haver uma escuta ativa do tutor com perguntas </em></strong><em>criteriosas (porque dizes isso?) para que o tutorando assuma a responsabilidade pela mudança. </em>Deve haver<strong>: facilitação, respeito, empatia, afetividade, escuta ativa, </strong><em>são condições essenciais para o sucesso da tutoria<br></em><br></div><div>Uma boa relação entre o tutor e o tutorando é fundamental no processo de tutoria.<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Bibliografia:</strong>&nbsp;<br><br></div><div>Documentos fornecidos pela equipa formadora.<br><br></div><div>Vídeos fornecidos pela equipa formadora<br><br></div><div>&nbsp;(Santos,Laurentina,2012) tese de doutoramento ”<strong>Tutoria Centrada na promoção dos processos de auto regulação</strong>” (Universidade de&nbsp; Braga departamento de psicologia) .<br><br></div><div>(Casanova, Maria Moço 20012) “<strong>O Papel da tutoria no desenvolvimento curricular”</strong> (Revisitar os Estudos Curriculares, onde estamos para onde vamos), Comunicação apresentada 2 de Fevereiro2012 congresso da AFIRSE.<br><br></div><div>(Nuñes,Rosário, Vallejo Gonzáles … ) ”Contemporany Educational Psychology”<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Fátima de Lurdes Travanca<br><br></div><div>Ermesinde 23 de Outubro de 2016<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-23 19:18:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Este é o meu trabalho referente ao módulo 3</title>
         <author>fatimalurdestravanca</author>
         <link>https://padlet.com/fatimalurdestravanca/vp50m7l2shjw/wish/134580619</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>CURSO DE FORMAÇÃO - PROJETO MENTOR<br></strong><br></div><div><strong>Modulo 3<br></strong><br></div><div><strong>Tema - Motivação<br></strong><br></div><div><strong>Formanda</strong>: Fátima de Lurdes Travanca - <strong>turma 13 ET13184<br></strong><br></div><div><strong>TAREFA<br></strong><br></div><div><strong>Opção B<br></strong><br></div><div><strong>Um tutor pode motivar um tutorando a melhorar o seu desenvolvimento na aprendizagem?<br></strong><br></div><div><strong>Responda brevemente esta pergunta elaborada por um tutor que está a iniciar-se no processo.<br></strong><br></div><div>Após as leitura e pesquisas feitas sobre o tema da motivação o que eu diria ao tutor que está a iniciar o processo de tutoria, numa primeira fase, é que só o conseguirá motivar para a aprendizagem&nbsp; se &nbsp; conhecer bem o seu tutorando e para isso diria-lhe .<br><br></div><div><strong>“ Abre - lhe as asas para ele poder voar. Conhece-o e dá-te a conhecer.”<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;</strong>Esta frase poderá abrir horizonte as professor tutor que está a iniciar.<br><br></div><div>&nbsp;Não seria possível eu fazer esta afirmação sem possuir alguns conhecimentos quer teóricos quer práticos do processo tutorial nomeadamente nos processos de ajuda e nas várias correntes motivacionais que são importantes para ajudar o aluno a traçar os seus objetivos de vida e para ajudar o professor tutor que está a iniciar, porque segundo Lourenço Neto<br><br></div><div><strong>” o processo motivacional não é sinónimo de transformação, mas é um passo em sua direção” </strong>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Todos nós, seres humanos, crescemos e evoluímos em direção a determinados objetivos&nbsp; A força que nos leva a realiza-los orienta-nos para uma determinada direção<strong>.” Aprender a fazer”</strong> significa que é necessário<strong>” fazer”</strong> para aprender e essa ação abre-nos oportunidades para fazermos porque o nosso comportamento quer de tutores quer de tutorandos tem a ver com “o que se sabe”, mas também como&nbsp; “se faz”.<br><br></div><div>&nbsp;Para aprender é necessário agir e a única pessoa que se consegue <strong>motivar a si própria, </strong>é <strong>o próprio</strong>. Para isso não basta só ter capacidade intelectual tem que se ter motivação.&nbsp;<br><br></div><div>Muitas vezes o comportamento dos alunos não corresponde às nossas expetativas, não se ajusta ao que se espera dele em função do conhecimento que temos dele, das suas capacidades porque ele não esta verdadeiramente motivado para as realizações. É importante que nos interroguemos sobre as razões pela qual o tutorando age de determinada maneira perante o conhecimento e as aprendizagens. Se assim fizermos estamos a questionar os motivos que o predispõem para umas atividades e não para outras. Se o tutor souber muito bem o que é a motivação quais os seus fundamentos teóricos, as várias teorias sobre a motivação poderá facilmente responder à questão proposta neste trabalho porque :<br><br></div><div><strong>“ Lá no fundo de cada ser humano há uma ambição, um impulso, um desejo ardente de fazer algo maravilhoso e duradoiro”.&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp; Greenville Kleiner<br><br></div><div>Perante a posição deste autor com quem concordo plenamente, como tutora também pretendo fazer e pretendo que os meus colegas tutores façam algo de importante, maravilhoso, pelos nossos tutorandos. Só <strong>conseguiremos fazer algo se os tutorandos deixarem, isto</strong> é, <strong>se estiverem motivados para tal</strong>, daí a grande importância do conhecimento que devemos te sobre o que é a motivação, como surgiu, como tem evoluído, quais as várias teorias motivacionais, quais as que melhor se aplicam ao campo educativo, na nossa prática diária, na escola e aos nossos alunos. &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Conhecer o significado psicológico da necessidade do impulso e da motivação ajuda-nos a responder a muitas questões que se nos colocam na sala de aula e nomeadamente na aula de tutoria.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;A motivação é a procura de respostas para o comportamento humano que vem do início do sec XX. (Meckdougall 1871-1938) e tem evoluindo. Este vocábulo, provem do verbo <strong>“movere</strong>” e define um processo dinâmico do comportamento que se preocupa em perceber o processo de orientação desse mesmo comportamento em situações e objetivos pré - definidos. Este processo vai aumentando à medidas que nos vamos envolvendo, daí ser muito importante&nbsp; envolvermo-nos, pois este é um processo pessoal que pode ser muito útil para o tutor, mas que para o tutorando pode não ter qualquer sentido <em>(Vídeo de Apoio)</em>, daí o tutor ter uma responsabilidade muito grande pois tem que respeitar o tutorando, apresentando-lhe um modelo de esperança, de trabalho, de entre ajuda, tentando influenciá-lo . A sua motivação ou a motivação do tutor é sempre interna, por isso, é fundamental conhecer o comportamento e os motivos do tutorando, porque só através do seu comportamento poderemos inferir a sua motivação e tentar ajudá-lo a motivar-se cada vez mais.<br><br></div><div>Nós se conhecermos bem o aluno podemos compreender melhor os seus interesses, os seus motivos, as suas capacidades e podemos ajuda-lo a satisfazer essas necessidades que podem surgir em momentos diferentes.<br><br></div><div>&nbsp;Se eu como tutora souber o que é a motivação intrínseca e extrínseca, perceber o locus de causalidade externa e interna eu serei capaz de aplicar à aprendizagem as várias teorias e modelos motivacionais e poderei refletir quais as implicações e influenciar a prática educativa aplicando diferentes modelos percebendo ou tentando percebe o porquê de determinados comportamentos e saberes para assim melhor poder agir.<br><br></div><div>&nbsp;Muitas vezes os alunos investem nas tarefas de aprendizagem, outras vezes&nbsp; não investem. Estas são atividades do comportamento dirigidas e têm a ver com o que se faz. A motivação envolve objetivos e é descrita em termos de associações aprendidas entre os estímulos e uma determinada resposta provocada por estes, podendo caminhar para uma direção ou para outra. A escolha de tarefas, a persistência das mesmas, o esforço realizado, o rendimento obtido respondem às dificuldades, aos problemas de sucesso e insucesso durante o caminho até atingir os objetivos pretendidos. Para explicar estes processos podemos basear-nos em várias perspetivas tais colo a perspetiva cognitiva que defende que os processos cognitivos medeiam a relação estímulo/ resposta (Rosário 2005) e os tutorandos são processadores ativos do seu processo de aprendizagem, na medida em que selecionam, elaboram e armazenam informações sobre o mundo que os rodeia.<br><br></div><div>&nbsp;Outros autores respondem ao porquê do conhecimento e defendem as teorias da motivação para a realização como importantes para percebermos a razão por que um aluno investe mais numa tarefa de aprendizagem e outros investem noutra. É&nbsp; muito importância que o tutor tenha conhecimento das várias teorias e conheça bem o tutorando para&nbsp; o poder encorajar e perceber quando verbaliza determinadas frases ou quando recebe os resultados da sua aprendizagem porque ao verbalizar está a atribuir significados à forma como interpreta os resultados. Se o tutor estiver atento pode melhorar a ajuda ao tutorando porque ao perceber o locus de casualidade (causas externas e causas internas) da sua aprendizagem percebe o que provoca o sucesso ou o insucesso porque este está muito relacionado com o seu comportamento emocional. O sucesso ou insucesso pode também ser explicado através de várias teorias tais como a teoria atribucional de Weiner, a teoria da autodeterminação da motivação interna e externa. É importante que o professor tutor facilite a escolha de tarefas aos alunos. O conhecimento das teorias da satisfação das necessidades básicas pode ser benéfica quer para o tutor quer para o tutorando pois quer um quer outro satisfazem as suas necessidades psicológicas.&nbsp;<br><br></div><div>Quando o tutor dá a possibilidade de o tutorando poder escolher as suas ações (autonomia percebida) e se envolve em relações calorosas, responsáveis, autenticas está a contribuir para o desenvolvimento da motivação intrínseca, podendo assim o tutor inferir a partir do envolvimento público observável do aluno nas tarefas de aprendizagem. O tutorando torna-se mais participativo, atento, persistente, na sala de aula, melhorando o seu desenvolvimento comportamental e utilizará convenientemente as aprendizagens (dimensão cognitiva) e terá emoções positivas e mais sentido de presença na escola e na turma (dimensão emocional)<br><br></div><div>&nbsp; Se houver um baixo envolvimento do aluno é porque ele tem baixa satisfação em relação à escola e é dever do tutor combater essa fragilidade criando condições amistosas com o seu tutorando para não comprometer o relacionamento como tutor. Se o tutorando não manifestar interesse pela aprendizagem, à luz destas teorias, poderá significar que o aluno não sente autonomia suficiente para escolher ou realizar as tarefas. Qualquer elogio externo recompensa, feedback positivo, crítica construtiva, avaliação percebida pelos alunos pode influenciar a avaliação intrínseca. Se o tutor comunicar aos alunos dados sobre as suas competências ou melhorias alcançadas terá facilidade em conseguir aquilo que pretende do seu toturando /aluno. Dar feedback positivo é sempre benéfico para o desempenho do seu tutorando. Ao contrário, se o tutor exercer pressão sobre o tutorando pode diminuir a sua motivação. Assim o tutor deve sempre promover o funcionamento e resultados do tutorando encorajando-o.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;A tese relacional é muito importante no processo tutorial porque ao estabelecer relações positivas com o aluno em sala de aula está-se a conseguir orientar o tutorando e torna-se o processo tutorial de grande qualidade. Os objetivos virados para a aprendizagem e para a realização são fundamentais.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Concluo este pequeno trabalho reafirmando que o professor tutor tem um papel muito importante podendo influenciar, positivamente os padrões motivacionais dos tutorandos e o seu desempenho académico. Apesar da motivação ser um processo interno a cada um de nós (interno ao sujeito) ele pode ajudar a contribuir para que o tutorando melhore a sua motivação para a aprendizagem. e reafirmo novamente, que só será possível responder à pergunta feita pelo tutor que está a iniciar se tivermos um conhecimento alargado e prático destas teorias motivacionais que são importantíssimas para aqueles que já estão no processo de tutoria.&nbsp; Abrem horizontes para a nossa prática e para responder às questões colocadas pelos colegas no início deste processo. Por este motivo me pareceu importante desenvolver um pouco mais esta temática para me sentir mais segura para falar de motivação e para motivar e melhorar o envolvimento do tutorando.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Não quero afirmar com isto que já estou preparada para esta longa caminhada, mas posso referir já com alguma segurança, que o caminho se está a fazer com um pouco mais de confiança e que já serei minimamente capaz de responder a qualquer colega que me questione sobre o assunto.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Termino com a mesma afirmação com que iniciei este trabalho.<br><br></div><div><strong>” Motivação não é sinónimo de transformação, mas um passo em sua direção”<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Bibliografia:<br></strong><br></div><div>&nbsp;Doc. apresentados no módulo 3<br><br></div><div>Discussão das várias secções síncronas&nbsp;<br><br></div><div>Vídeos sugeridos pela equipa formadora&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Teses de Mestrado e doutoramentos relacionado com tutorias&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;(consultas via Internet).<br><br></div><div>(Fachada, Maria Odete; Lx 2010) ” Psicologia das Relações interpessoais” Edições Sílabo Lda.&nbsp;<br><br></div><div>(Santos,Laurentina,2012) tese de doutoramento ”<strong>Tutoria Centrada na promoção dos processos de auto regulação</strong>” (Universidade de Braga departamento de Psicologia)<br><br></div><div>(Casanova, Maria Moço 20012) “<strong>O Papel da tutoria no desenvolvimento curricular”</strong> (Revisitar os Estudos Curriculares, onde estamos para onde vamos), Comunicação apresentada, 2 de Fevereiro 2012 congresso da AFIRSE.<br><br></div><div>(Rosário, P.2005). <strong>Motivação e aprendizagem!</strong> Uma rota de leitura In. M. Taveira (coord.) Temas de Psicologia Escolar. Contributos de um projeto cientificam pedagógico. Coimbra: Quatita Editora<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; . Ermesinde 1 de Novembro de 2016<br><br></div><div>&nbsp;Fátima de Lurdes Travanca ���V�a�H��&amp;�]�<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-01 18:05:20 UTC</pubDate>
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         <title>trabalho módulo 4</title>
         <author>fatimalurdestravanca</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>CURSO DE FORMAÇÃO - PROJETO MENTOR<br></strong><br></div><div><strong>Modulo 4<br></strong><br></div><div><strong>Tema:</strong><strong><em>Modelos de Autorregulação da Aprendizagem<br></em></strong><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp;Formanda</strong>: Fátima de Lurdes Travanca – <strong>turma 13 ET13184<br></strong><br></div><div><strong>Tarefa&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Opção A – Imagine que é o professor responsável por realizar uma peça de teatro/jornal de parede da escola com os seus alunos.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;Descreva como procederia utilizando o modelo PLEA.&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;No módulo 4 desta formação debruçamo-nos sobre os modelos de autorregulação das aprendizagens no processo da tutoria e nas competências de relação interpessoal.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Como já abordámos algo sobre as relações interpessoais entre tutor e tutorando, e eu já fiz uma das minhas reflexões (tarefas) tendo como base está temática, entendi diversificar um pouco a tarefa e decidi escolher a opção A e tentar aplicar a formação teórica à prática letiva, uma vez que estes modelos referenciados não são totalmente desconhecidos para mim, mas que Zimmerman em 2002 e Rosário, P (2004) os relacionaram com os processos autorregulatórios da aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Vou tentar descrever como procederia com os meus alunos, para implementar na escola <strong>uma peça de teatro utilizando o modelo PLEA.</strong>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Tudo na vida para resultar deve ser planificado. Também acontece o mesmo na escola.&nbsp;<br><br></div><div>Planificar as nossas atividades do dia a dia é uma tarefa muito importante e que é obrigatória, na escola. Saber o quando, o onde, o como, com quem, é fundamental no ato de ensinar, no ato de fazer, no ato de aprender e no ato do ser.<br><br></div><div>&nbsp;Tendo como base a bibliografia apresentada pelos formadores, e outra, consultada por mim, vou começar a minha descrição servindo-me do quadro apresentado e do modelo pedido (Modelo PLEA).<br><br></div><pre> <strong>Modelo PLEA</strong></pre><div>&nbsp;| <strong>Realização de uma peça de teatro na escola</strong> <strong>&nbsp;Tema da Peça “EDUCAR PARA OS VALORES”</strong><br> | <strong>FASE</strong>&nbsp;| <strong>DESCRIÇÃO</strong><br>&nbsp; <strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;PLEA<br></strong> <strong>&nbsp;Planificação</strong> (pensar antes) <br> <strong>&nbsp;Após ter feito esta proposta de trabalho aos meus alunos da tutoria fomos levantando algumas questões para as quais fomos encontrando soluções ao longo do processo. Delineamos que, seguiríamos o modelo PLEA, para a implementação e realização da peça de teatro sobre “a educação para os valores”.<br></strong> <strong>&nbsp;A 1ª questão que se nos colocou foi que tínhamos que fazer uma Planificação de toda a atividade, para passarmos à execução e posteriormente à avaliação.</strong> <strong>&nbsp; Pensar com os alunos </strong><strong><em>onde </em></strong><strong>vamos realizar o teatro?</strong> No polivalente da escola? Na turma? Fora da Escola? Vamos abrir o teatro a toda a escola? Vamos convidar os pais? Vamos fazer com todas as turmas do 7º ano? Vamos fazer o teatro no âmbito das tutorias? <strong>Depois de conversar com os alunos e discutir as várias hipóteses apresentadas, decidimos que iremos convidar todos os alunos da escola que frequentam as tutorias, para participar no teatro e pensamos convidar os pais para nos ajudarem. <br><br>O que temos que fazer? </strong>&nbsp;Pedir autorização ao diretor da escola. Pedir autorização aos pais e encarregados de educação Escrever a peça, ou arranjar uma peça conhecida que faça apelo aos “valores”. Falar com os vários professores dos alunos para colaborarem.<br><br>&nbsp; <strong>Por onde vamos começar? </strong>&nbsp;Vamos convidar as outras turmas a participarem. Convidar os alunos das outras turmas das tutoria, a reunir com todos os professores tutores para decidirmos todos, o que fazer.&nbsp; Vamos definir os objetivos (com clareza, vamos ser realistas, vamos hierarquizar os objetivos, defini-los a curto, médio e longo e prazo).&nbsp; Procurar uma peça de teatro ou escrever a nossa própria peça para ser representada.&nbsp; Integrar o teatro, nas metas definidas nas aulas&nbsp; de Tutoria, Educação.Moral,Português,Educação Visual,Educação tecnológica, Cidadania e pedir aos professores para colaborarem, na elaboração da planificação, na divisão de tarefas e colaboração das diferentes áreas disciplinares. Fazer um levantamento das personagens, definir e distribuir os papéis aos alunos. Escolher as roupas Determinar o dia da apresentação.&nbsp; Selecionar os materiais, necessários, para a peça. Convidar, os restantes alunos das turmas, a que pertencem os tutorandos, a colaborar.<br><br>&nbsp;<strong>O que pretendemos mostrar com esta peça de teatro?<br></strong>Aproximar os alunos, á realidade. Enriquecer as suas experiências. Desenvolver o espirito critico. Desenvolver a interdisciplinaridade. Relacionar a escola com a comunidade. Proporcionar momentos de convivência, camaradagem e cooperação entre turmas, escola, família e outras entidades. Mostrar que somos capazes de fazer algo útil e que estamos empenhados em mudar os nossos comportamentos e em aprender com os outros. Tornar-nos capazes de realizar algo de bom e importante para as nossas vidas. Inferir, que através do teatro, aprendemos, coisas novas e úteis. Avaliar as nossas competências e capacidades de modo a que nos sintamos bem e que os outros nos valorizem.&nbsp; Mostrar que conseguimos realizar tarefas difíceis e somos capazes de nos colocar no papel do outro. Salientar que quando queremos fazer algo somos capazes, somos empreendedores, trabalhadores e conseguimos definir objetivos e cumpri-los. Mostrar,, a todos que há várias formas de aprender.<br><br>&nbsp;<strong>Que estratégias usar? </strong>Registar o que é importante fazer.&nbsp; Pedir ao professor de Português e Ed. Moral para nos ajudarem a escrever a peça. Depois de escolhida a peça, vamos lê-la e escolher as várias personagens. Vamos ter que copiar as falas, de cada personagem.&nbsp; Vamos distribuir por cada personagem o seu papel. <strong>Que&nbsp; materiais vamos necessitar?</strong> Vamos necessitar de roupa, apropriada, cenários palco<strong>.</strong> <strong>Que ajudas vamos precisar?</strong> Vamos precisar da ajuda dos professores, funcionários e pais e de um encenador. <strong>&nbsp;Quanto tempo vamos precisar para os ensaios?</strong> Vamos precisar de um período bastante longo (do Carnaval até ao dia da Criança). <strong>Quando vamos apresentar a peça?</strong> A peça vai ser apresentada no dia da criança. <strong>Como vamos divulgar a apresentação?</strong> Vamos pedir ao professor de educação visual para nos ajudar a fazer um cartaz para divulgação, na escola e fazer convites para as autoridades locais, diretor da escola, professores, Sr. Presidente da Câmara e Junta de Freguesia, sr. Vereador do Pelouro da Educação e cultura e&nbsp; toda&nbsp; a comunidade educativas, alunos e&nbsp; pais.<br><br><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;PLEA</strong> <strong>&nbsp; &nbsp;Execução</strong> <strong>(</strong>pensar durante) <br><br> Temos tudo Planificado, objetivos definidos Vamos passar à fase da execução.<br> <strong>O que temos que fazer, para conseguir, que tudo corra bem? <br><br>&nbsp;</strong>Definir bem o tema; onde acontece a cena; quem são as personagens; escolher as várias personagens; ver quais as caraterísticas mais importantes de cada personagem. Cada um vai decorar o papel que lhe foi atribuído; vai ler várias vezes; estudar o papel para poder decorar Repetir, em casa junto dos pais, a sua tarefa (o papel que vão desempenhar). No dia seguinte, vai repetir o texto para ver se já decorou. Começar os ensaios da peça na escola.&nbsp; Ensaiar todas as quartas feiras após as aulas; fazer os cenários, roupas, decorar o palco.<br>&nbsp; <strong>Verificar se todos sabem o seu papel.</strong> Fazer o ensaio geral antes da apresentação.&nbsp; Verificar se está tudo como o combinado. Colocar as cadeiras no polivalente, colocar os cenários, a cortina.<br> <strong>Fazer a apresentação no dia marcado.</strong> Registar o que foi feito.&nbsp; Avaliar as várias atividades conforme se vão realizando, (durante o processo). Ver o que há a alterar, aumentar, corrigir…&nbsp; Verificar e registar se estamos a cumprir o que foi planeado. <strong>&nbsp;<br></strong><br>&nbsp; <strong>&nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp;<strong>PLEA</strong> <strong>&nbsp;FASE &nbsp; AVALIATIVA</strong> (pensar depois) <strong>&nbsp; </strong>&nbsp;| Todas as fases vão sendo avaliadas quando se fazem os ensaios. Esta fase de avaliação é muito importante porque se vai fazendo a autorregulação das aprendizagens.Com a peça de teatro, os alunos podem fazer aprendizagens acadêmicas, aprender lições de vida, corrigir comportamentos. Terminada a apresentação da peça, vamos reunir, todos novamente e fazer a nossa própria avaliação <br><strong>Já terminamos tudo?</strong> Conseguimos fazer tudo no tempo estipulado? Conseguimos atingir os objetivos a que nos propusemos. Correu tudo bem? O que correu menos bem.&nbsp; Correu tudo muito bem, à exceção das entradas que foram um pouco atribuladas, (diz o Zé Manuel).<br><br> “Temos que na próxima vez controlar melhor as entradas e saídas do polivalente para evitar as confusões.” (reação adaptativa).&nbsp;<br><br> Considerações finais.<br>Com este modelo de auto regulação das aprendizagens os alunos podem aprender algo, mas é importante que queiram. É importante que eles apliquem os ensinamentos estratégicos na sua prática. Caminhar no sentido de aprender pode ser conseguido de várias maneiras.<br><br></div><div>Se o aluno escolher objetivos simples e se empenhar no sentido de os alcançar consegue fazer a autorregulação da aprendizagem, mas tem que conhecer estratégias que lhe facilitem o<strong>” aprender e o querer ser aprendiz”.</strong> É muito importante existirem espaços de reflexão sobre as estratégias e metodologias utilizadas. O aluno tem que estar motivado e implicado no processo autorregulatório. Ele, autorregula-se em diferentes dimensões da aprendizagem. Para que essa autorregulação se faça, os motivos para aprender, os métodos e estratégias que emprega, os resultados que pretende alcançar e os recursos sociais e ambientais que utiliza, são fundamentais e devem ter para ele algum significado. Só há uma intervenção autorregulatória, na aprendizagem, quando há interligação entre teoria e prática.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Ao aplicar o modelo PLAE, o aluno está a autorregular a sua aprendizagem.<br><br></div><div>&nbsp;A preparação, planificação, execução e avaliação de uma peça de teatro aplicando este modelo é um bom exemplo que pode, ser aplicado na escola e&nbsp; leva o aluno a aprender e a autorregular a sua aprendizagem.<br><br></div><div>&nbsp;O “<strong>aprender a ser”, o "aprender a estar” e o “aprender a fazer”</strong> podem conseguir-se de várias formas. Pode não ser só numa aula dita “tradicional” em que o professor ensina e o aluno aprende. Através de uma peça de teatro, onde pode e deve haver interdisciplinaridade, auto ajuda, motivação e um grande empenho de todos, “pode” ensinar muito mais.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Termino esta tarefa com esta frase de Paulo Freire que me parece resumir muito do que temos aprendido nesta formação e neste módulo da autorregulação da aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div>O tutor quando proporciona ao tutorando a possibilidade de produzir o seu conhecimento, utilizando estratégias autorreguladoras, está a permitir que o tutorando, construa e auto regule a sua própria aprendizagem.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>“ENSINAR NÃO É TRANSMITIR CONHECIMENTO<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; MAS,CRIAR AS POSSIBILIDADES PARA A SUA&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; PRODUÇÃO OU A SUA CONSTRUÇÃO”<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Paulo Freire</strong>&nbsp;</div><div><br><br><strong>Bibliografia:&nbsp;<br></strong><br></div><div>&nbsp;Vídeos. (fornecidos pela equipa formadora).<br><br></div><div><strong>(Santos</strong>,Laurentina,2012) tese de doutoramento ”<strong>Tutoria Centrada na promoção dos processos de auto regulação</strong>” (Universidade de Braga departamento de psicologia).<br><br></div><div>(<strong>Lourenço</strong>, Lucinda Fernandes)<strong> ” tese de mestrado em Ciências da Educação.</strong></div><div>” Um<strong> caminho possível para o sucesso escolar</strong>” Universidade de Lisboa – Instituto da Educação da Universidade de Lisboa</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;Rosário, P. (2004). Estudar o Estudar (Des) venturas das testas, Porto Editora</strong></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Rosário, P. e Polydora S. A J (2015) “ Capitaneando o aprender: Promoção da autorregulação da aprendizagem no contexto Escolar”. </strong>S. Paulo Casa do Psicólogo<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Ermesinde, 8 de Novembro de 2016<br><br></div><div>&nbsp; Fátima de Lurdes Travanca<br><br></div><div><br><br><br></div><div><br><br></div><div><strong>&nbsp;</strong><br><br></div><div><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-09 18:06:43 UTC</pubDate>
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         <title>&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;</title>
         <author>fatimalurdestravanca</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-09 21:40:09 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 6 Trabalho</title>
         <author>fatimalurdestravanca</author>
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         <title>Módulo 7 Avaliação final do curso</title>
         <author>fatimalurdestravanca</author>
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         <description><![CDATA[<div>esta é a minha reflexão  final do curso</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-11 22:20:21 UTC</pubDate>
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