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      <title>Mural de Repertório - Turma 2 by Esther Martins</title>
      <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03</link>
      <description>Deposite no nosso mural um repertório que possa ser aplicado nas produções das nossas redações!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-23 11:53:37 UTC</pubDate>
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         <title>🎓 Tema: Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil</title>
         <author>esthermartins2727</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Repertório Sociocultural:</em> filme “O Som do Silêncio” (Sound of Metal, 2019)</strong></p><ul><li><p><strong>Por que escolhemos esse repertório?</strong><br>Escolhemos este filme porque ele retrata os impactos da perda auditiva na vida de uma pessoa e a forma como ela se reconstrói em uma nova comunidade. É uma <strong>obra recente, premiada e reconhecida</strong>, que promove empatia e reflexão sobre as vivências das pessoas surdas.</p></li><li><p><strong>Qual crítica social ele apresenta?</strong><br>O filme critica a falta de acolhimento e preparo da sociedade e das instituições para incluir pessoas surdas de forma plena. Mostra a solidão e o isolamento enfrentados por quem precisa reaprender a viver sem audição e evidencia a ausência de políticas públicas e suporte social.</p></li><li><p><strong>Como ele se conecta ao tema? </strong><br>Se conecta de forma direta. Aborda as dificuldades de comunicação, de adaptação e de acesso a uma educação significativa para surdos. Ele revela os desafios da inclusão  ambientes sociais e educativos, e aponta para a importância da Língua de Sinais e da valorização da identidade surda.</p></li><li><p><strong>Como ele pode ser usado?</strong><br>➤ <strong>Contextualização: </strong>pode ser usado para introduzir o tema com uma reflexão sobre como a sociedade lida com a surdez.<br>➤ <strong>Argumento:</strong> serve como exemplo concreto para defender a necessidade de políticas educacionais específicas para surdos.<br>➤ <strong>Analogia:</strong> pode ser comparado à realidade brasileira em que, muitas vezes, a educação de surdos é negligenciada ou superficial.<br>➤ <strong>Argumento de autoridade indireto:</strong> por ter sido premiado internacionalmente, o filme reforça a legitimidade do debate.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 11:53:37 UTC</pubDate>
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         <title>Democratização do acesso ao cinema no Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3465052055</link>
         <description><![CDATA[<p>Repertório Sociocultural: democratização do acesso ao cinema no Brasil</p><p><br/></p><p>Por que escolhemos esse repertório?</p><p>Escolhemos este tema porque ele evidencia a importância do cinema como ferramenta cultural e educativa, mas também as barreiras socioeconômicas que limitam o acesso da população brasileira a esse meio. É uma pauta atual e relevante, que promove reflexões sobre desigualdade cultural e direitos sociais.</p><p>Qual crítica social ele apresenta?</p><p>O tema critica a concentração de salas de cinema em grandes centros urbanos e a elitização do acesso à cultura cinematográfica. Aponta as dificuldades enfrentadas por populações periféricas e de cidades do interior, que muitas vezes não possuem salas de exibição, além de evidenciar a ausência de políticas públicas efetivas que incentivem a democratização cultural.</p><p>Como ele se conecta ao tema?</p><p>Conecta-se de forma direta ao discutir as desigualdades no acesso aos bens culturais e ao direito à cultura previsto na Constituição. A falta de cinemas em diversas regiões, os preços elevados e a ausência de políticas de fomento ao cinema popular dificultam a democratização do acesso e aprofundam a exclusão cultural.</p><p>Como ele pode ser usado?</p><p>➤ Contextualização: pode ser usado para introduzir discussões sobre desigualdade cultural e o papel do Estado na promoção do acesso à cultura.</p><p>➤ Argumento: serve como exemplo concreto para defender a necessidade de políticas públicas que incentivem a construção de salas de cinema em regiões periféricas e interioranas, além de programas de ingresso gratuito ou a preços populares.</p><p>➤ Analogia: pode ser comparado com iniciativas bem-sucedidas em outros países, que conseguiram ampliar o acesso ao cinema por meio de políticas públicas eficazes.</p><p>➤ Argumento de autoridade indireto: dados de pesquisas, como os do IBGE ou do Observatório do Cinema, podem reforçar a legitimidade do debate, mostrando a concentração desigual de salas e o impacto disso no acesso cultural.</p><p><br/></p><p>Alunos:</p><p>Diogo Ribeiro </p><p>Kaio Menezes</p><p>Heitor Lucas</p><p>Bruno Bernardo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 15:26:08 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3465053518</link>
         <description><![CDATA[<p>Repertório sociocultural: Filme "Coringa" (2019), dirigido por Todd Phillips</p><p><br/></p><p>1. Por que escolhemos esse repertório?</p><p><br/></p><p>      O filme Coringa foi escolhido por representar de forma intensa os efeitos do estigma e da exclusão vividos por pessoas com transtornos mentais. O personagem principal, Arthur Fleck, sofre com doenças psiquiátricas e é ignorado tanto por indivíduos quanto por instituições. A obra ganhou grande repercussão justamente por levantar reflexões sobre temas delicados como saúde mental, violência e desigualdade social. Essa escolha também permite discutir como a arte pode servir como ferramenta de crítica e conscientização social.</p><p><br/></p><p>2. Qual crítica social ele apresenta?</p><p><br/></p><p>      Coringa apresenta uma crítica contundente à forma como a sociedade trata pessoas em situação de vulnerabilidade emocional e mental. O filme denuncia o abandono das políticas públicas de saúde mental, o despreparo da sociedade em lidar com essas pessoas, o preconceito e a invisibilidade social. A trama mostra que, em vez de apoio, Arthur recebe julgamento, zombaria e violência, o que contribui diretamente para seu colapso psicológico. Essa crítica é especialmente relevante no contexto brasileiro, onde o estigma e a falta de investimento em saúde mental ainda são graves problemas.</p><p><br/></p><p>3. Como ele se conecta ao tema?</p><p><br/></p><p>        O enredo de Coringa dialoga diretamente com o tema ao mostrar como o estigma e a marginalização agravam o sofrimento de pessoas com transtornos mentais. No Brasil, muitas pessoas ainda enfrentam preconceito ao buscar ajuda psicológica, além de encontrar dificuldades de acesso a serviços públicos de qualidade. Assim como Arthur, muitos brasileiros vivem em situação de negligência social, sem acompanhamento adequado, o que pode levar à piora do quadro clínico e ao isolamento. A obra é um exemplo claro de como a falta de apoio pode impactar a saúde mental de maneira devastadora.</p><p><br/></p><p>4. Como ele pode ser usado?</p><p><br/></p><p>     • O filme pode ser usado de diversas maneiras em uma argumentação:</p><p><br/></p><p>     • Como contextualização: Ao introduzir o tema, o filme serve como ponto de partida para discutir o impacto da exclusão social na saúde mental.</p><p><br/></p><p>     • Como argumento de autoridade artística: A repercussão crítica do filme e os prêmios recebidos mostram que ele é reconhecido como uma obra que promove reflexão social.</p><p><br/></p><p>     • Como analogia: Arthur pode ser comparado a muitos cidadãos brasileiros que enfrentam transtornos mentais sem apoio e sofrem com o estigma.</p><p><br/></p><p>     • Como exemplo de consequência social: A transformação de Arthur em Coringa evidencia o risco de não cuidar da saúde mental coletiva e de perpetuar o preconceito.  </p><p><br/></p><p>Integrantes do grupo: </p><p>Júlia Santos </p><p>Kenned Gomes </p><p>Yasmin Brasil </p><p>Lara de Sena </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 15:27:38 UTC</pubDate>
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         <title>Tema:os desafios e impactos do uso do celular no ambiente escolar </title>
         <author>anasafira101</author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3465845421</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Por que escolhemos esse repertório?</strong></p><p><br></p><p>Escolhemos esse filme por que ele retrata, uma revolta de robôs que interrompe a viagem da família Mitchell. A filha é uma adolescente superconectada e usuária fraquente de aparelhos tecnológicos, enquanto o pai ama a natureza e é avesso ao mundo online.</p><p><strong>Qual crítica social o filme apresenta?</strong></p><p>O filme critica nossa dependência das tecnologias, especialmente dos dispositivos móveis, e como isso afeta as relações humanas. Mostra como a humanidade, ao confiar cegamente na tecnologia, perdeu sua autonomia e capacidade de conexão real.</p><p><strong>Como ele se conecta ao tema?</strong></p><p>A escola é o espaço onde essas questões se manifestam claramente: alunos muitas vezes mais conectados aos celulares do que às aulas ou às pessoas ao redor. O filme expõe exatamente esse problema, de forma criativa e crítica, alertando sobre os riscos do uso exagerado da tecnologia.</p><p><strong>Como ele pode ser usado?</strong></p><ul><li><p><strong>Contextualização:</strong>pode ser usado para representar como a sociedade, principalmente os jovens,são totalmente dependentes a tecnologia.</p></li><li><p><strong>Analogia:</strong>Assim como a família Mitchell percebeu a importância das relações humanas em meio à dominação das máquinas, a escola precisa resgatar o valor do contato humano, da concentração e do aprendizado profundo. O uso irrestrito do celular pode comprometer essas dimensões essenciais da formação educacional.</p></li><li><p><strong>Argumento:</strong>O celular não deve ser banido, mas usado de forma pedagógica ao ambiente escolar. O uso consciente pode transformar um "inimigo da atenção" em um aliado da educação, assim como os Mitchell souberam transformar a tecnologia em ferramenta para reconexão e superação.</p></li><li><p><strong>Argumento de autoridade indireto</strong>:</p><p>Especialistas em educação, como a UNESCO, apontam que o uso não supervisionado do celular em sala de aula pode gerar distração e dificultar o aprendizado. Contudo, quando bem orientado, o celular pode se tornar um recurso pedagógico valioso.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Alunos:</strong></p><p>Ana Safira </p><p>Yasmin Pinheiro</p><p>Myrella só Araújo </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 23:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Democratização do acesso ao cinema no Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3471314089</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Repertório Sociocultural: Artigo 6º da Constituição Federal de 1988</strong></p><p><br/></p><p><strong>Por que escolhemos esse repertório?</strong></p><p>Escolhemos esse repertório pois ele prova diante a lei o direito do lazer aos cidadãos brasileiros. Pois embora o lazer seja reconhecido como direito social fundamental, sua concretização enfrenta desafios significativos, especialmente no que tange ao acesso à cultura cinematográfica.</p><p><strong>Qual crítica social ele apresenta?</strong></p><p>A crítica central está na disparidade entre o reconhecimento do direito ao lazer e sua efetiva implementação. Apesar de o artigo 6º assegurar o lazer como direito social, a realidade demonstra que o acesso ao cinema é restrito a uma parcela da população, principalmente devido a fatores como localização geográfica, custos elevados e falta de políticas públicas eficazes. Essa exclusão cultural evidencia a necessidade urgente de democratizar o acesso ao cinema, garantindo que todos possam usufruir desse meio de expressão artística e entretenimento.</p><p><strong>Como ele se conecta ao tema?</strong></p><p>A conexão é direta. O direito ao lazer, conforme estabelecido no artigo 6º da Constituição, implica a garantia de acesso a atividades culturais, incluindo o cinema. No entanto, a realidade brasileira revela que muitos cidadãos, especialmente em regiões periféricas, enfrentam barreiras significativas para acessar salas de cinema, seja pela distância, seja pelo custo elevado dos ingressos. </p><p><strong>Como ele pode ser usado?</strong></p><ul><li><p><strong>Contextualização:</strong> Pode ser utilizado para introduzir discussões sobre a efetividade dos direitos sociais no Brasil, destacando o contraste entre os direitos assegurados constitucionalmente e a realidade vivida pela população.</p></li><li><p><strong>Argumento:</strong> Serve como base para defender a implementação de políticas públicas que promovam o acesso universal ao cinema, como subsídios para ingressos, construção de cinemas em áreas periféricas e incentivo à produção cinematográfica nacional.</p></li><li><p><strong>Analogia:</strong> Pode ser comparado a outras áreas em que a garantia de direitos sociais é desigual, como a educação e a saúde, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais inclusiva.</p></li><li><p><strong>Argumento de autoridade indireto:</strong> A Constituição Federal, ao reconhecer o lazer como direito social, confere legitimidade à discussão sobre a democratização do acesso ao cinema como uma questão de justiça social e cumprimento dos preceitos constitucionais.</p></li></ul><p><br/></p><p>Grupo: Joana, Mariana Bizerra, Joel (Apollo), Marcelo</p><p>1ºB-1.2</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 18:21:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tema: “O estigma associado ás doenças mentais na sociedade brasileira”</title>
         <author>arthurmartinsdesouzaa</author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3471501817</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Repertório sociocultural: jogo”Hellblade</em></strong>”</p><p><br></p><p>• <strong>Por que escolhemos esse repertório?</strong></p><p>Escolhemos esse jogo, pois trata de uma protagonista com esquizofrenia, que é uma guerreira celta que viaja até o mundo dos mortos para salvar a alma de seu amado. O jogo mostra como é viver com alucinações visuais e auditivas, além da luta interna contra o estigma.</p><p><br></p><p>• <strong>Qual crítica social ele apresenta?</strong></p><p>O jogo mostra o sofrimento silencioso e solitário de Senua, simbolizando o abandono vivido por muitos que tem transtornos mentais. Também o jogo propõe uma reflexão sobre os efeitos de traumas não tratados.</p><p><br></p><p>• <strong>Como ele se conecta ao tema?</strong></p><p>A narrativa do jogo oferece uma representação profunda e sensível dos efeitos da psicose e transtornos mentais ainda cercado por preconceito, desinformação e negligência.</p><p><br></p><p>• <strong>Como ele pode ser usado?</strong></p><p>-Contextualização: pode ser usado para retratar problemas mentais ao longo da vida.</p><p>-Argumento: a marginalização das pessoas com transtornos mentais ainda é um obstáculo significativo para a construção de umas sociedade mais justa e empática.</p><p>-Analogia: o jogo serve como uma metáfora poderosa da luta silenciosa pela saúde mental.</p><p>-argumento de autoridade indireto: a produção do jogo contou com a consultoria de neurocientista e de pessoas diagnosticadas com psicose.</p><p><br></p><p>Grupo: </p><p>Arthur Martins </p><p>Caio dos Anjos</p><p>Guilherme</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 23:41:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tema: Os desafios e impactos do uso de celulares no ambiente escolar brasileiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3473031711</link>
         <description><![CDATA[<var>Repertório: Psicologia do Desenvolvimento - Jean Piaget</var><var></var><blockquote><p><strong><em>Por que escolhemos este repertório?</em></strong></p></blockquote><p><br/></p><ul><li><p>Escolhemos o repertório de Jean Piaget e sua Teoria do Desenvolvimento porque ele oferece uma base científica para compreender o comportamento dos alunos no ambiente escolar. Piaget mostra que crianças e adolescentes passam por estágios de desenvolvimento e, por isso, ainda estão construindo habilidades como autocontrole, pensamento crítico e concentração , pontos diretamente afetados pelo uso excessivo e inadequado do celular.</p></li></ul><p><br/></p><blockquote><p><strong><em>Qual crítica social ele apresenta?</em></strong></p></blockquote><p><br/></p><ul><li><p>A crítica social é a de que a escola brasileira muitas vezes ignora as etapas do desenvolvimento dos alunos e não prepara os estudantes para lidar com a tecnologia de forma consciente. Em vez de promover uma educação digital, algumas instituições recorrem apenas à proibição do uso de celulares, o que não resolve o problema de fundo: a falta de orientação e mediação adequada no uso dessas tecnologias.</p></li></ul><p><br/></p><blockquote><p><strong><em>Como ele se conecta ao tema?</em></strong></p></blockquote><p><br/></p><ul><li><p>O uso de celulares impacta negativamente o ambiente escolar quando o aluno ainda não tem maturidade suficiente para fazer um uso produtivo da tecnologia, exatamente o que Piaget descreve em sua teoria. Assim, os desafios no uso do celular nas escolas estão ligados ao estágio de desenvolvimento dos estudantes e à necessidade de uma intervenção pedagógica compatível.</p></li></ul><p><br/></p><blockquote><p><strong><em>Como ele pode ser usado em uma redação?</em></strong></p></blockquote><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Contextualização: </em></strong> Pode ser usado para introduzir ao tema, trazendo uma ideia mais embasada sobre tal, com uma reflexão sobre como pode impactar.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Argumento: </em></strong> Pode ser usado como base lógica para defender a tese, apresentando a ideia de que os jovens ainda estão em desenvolvimento, o pode ser relacionado com sua dificuldade de se concentrar.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Analogia:</em></strong> Pode ser comparado o desenvolvimento cognitivo dos jovens de acordo com seu desempenho quando usado o celular e quando está em um momento em que tal ferramenta é proibida.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Argumento de autoridade indireto:</em></strong> De acordo com a psicologia do desenvolvimento, adolescentes ainda estão em processo de desenvolvimento cognitivo, o que pode ser atrapalhado pelo uso de tecnologias, como o celular.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 23:34:43 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: A Democratização do acesso ao cinema no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3473095328</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Por que escolhemos esse repertório?</strong></p><p>Escolhemos esse repertório pois ele retrata, com humor, as dificuldades de manter um cinema no interior do Ceará, refletindo a realidade de muitos brasileiros que não têm acesso fácil à sétima arte. A obra destaca fatores como desigualdade regional e falta de investimento dificultam a democratização do cinema no país. Assim, o filme reforça a importância de políticas públicas que ampliem o acesso cultural e valorizem a produção nacional.</p><p><strong>Qual crítica social ele apresenta?</strong></p><p>Cine Holliúdy faz uma crítica social à desigualdade no acesso à cultura no Brasil, especialmente nas regiões do interior. A obra mostra como a chegada da televisão ameaça o cinema local, refletindo a desvalorização da cultura regional e a alienação provocada pela mídia de massa. Além disso, destaca a falta de apoio estatal à produção e difusão cultural fora dos grandes centros urbanos.</p><p><strong>Como ele se conecta ao tema?</strong></p><p>Cine Holliúdy se conecta ao tema "A democratização do acesso ao cinema no Brasil" ao retratar, de forma bem-humorada, as dificuldades de levar o cinema ao interior do país. O protagonista tenta manter sua sala de exibição em funcionamento mesmo com poucos recursos e com a chegada da televisão, que monopoliza o entretenimento da população. Isso evidencia como o acesso ao cinema ainda é desigual, concentrado nos grandes centros urbanos, e mostra a necessidade de políticas públicas que valorizem a cultura local e ampliem o acesso à produção audiovisual em todas as regiões do Brasil.</p><p><strong>Como ele pode ser usado?</strong></p><p>-Contextualização: Apresenta a chegada do cinema ao interior do Ceará nos anos 1970, ilustrando o impacto cultural da modernidade em comunidades periféricas.</p><p>-Argumento: Demonstra como a falta de infraestrutura e políticas públicas contribuem para a exclusão de populações do acesso ao cinema.</p><p>-Analogia: A história do filme reflete a realidade de muitas comunidades atuais que enfrentam desafios semelhantes para acessar a cultura cinematográfica.</p><p>-Argumento de autoridade indireto: a produção foi exibida em mais de 80 festivais internacionais e conquistou 42 prêmios, evidenciando seu reconhecimento crítico e cultural.</p><p>Grupo:</p><p>Alana Carvalho</p><p>Gabriel Mendes</p><p>Evellyn</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 00:31:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira</title>
         <author>jppimentaboeno</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Repertório Sociocultural: livro "Holocausto Brasileiro" (Daniela Arbex, 2013)</strong></p><ul><li><p><strong>Por que escolhemos esse repertório?</strong></p></li></ul><p>Escolhemos o livro Holocausto Brasileiro porque ele mostra de forma muito real e chocante como as pessoas com transtornos mentais foram tratadas no Brasil durante décadas. A autora, Daniela Arbex, conta histórias verdadeiras de pacientes que viveram no hospital Colônia, em Minas Gerais, onde milhares de pessoas foram internadas à força, muitas vezes sem nem sequer ter uma doença mental. Isso tudo aconteceu por causa do preconceito e do estigma que existia, e que ainda existe, em relação à saúde mental. O livro ajuda a gente a entender o quanto o estigma pode ser destrutivo e por que é tão importante falar sobre isso hoje.</p><ul><li><p><strong>Qual crítica social ele apresenta?</strong></p></li></ul><p>O livro Holocausto Brasileiro apresenta uma crítica social muito forte na forma como a sociedade brasileira tratou (e ainda trata) as pessoas com transtornos mentais. Ele denuncia o abandono, a desumanização e o preconceito que esses pacientes sofreram dentro do Hospital Colônia, onde foram trancados, maltratados e esquecidos pela sociedade e pelo governo. A obra mostra como o estigma em torno das doenças mentais fez com que milhares de pessoas fossem excluídas do convívio social, muitas vezes por motivos injustos ou até absurdos. No fundo, a crítica é sobre como a falta de informação, empatia e cuidado transforma sofrimento em tragédia, e como isso não pode mais ser ignorado.</p><ul><li><p><strong>Como ele se conecta ao tema?</strong></p></li></ul><p>Ele se conecta diretamente ao tema do estigma associado às doenças mentais porque mostra as consequências absurdas desse preconceito na vida real. As pessoas internadas no Hospital Colônia não estavam todas doentes de verdade, muitas foram levadas para lá só por se comportarem de forma diferente, por serem pobres, mulheres "fora dos padrões", alcoólatras ou até mesmo vítimas de abuso. Isso mostra como o estigma fazia (e ainda faz) com que a sociedade tratasse a saúde mental como um tabu, algo a ser escondido ou punido. O livro escancara como esse preconceito pode levar à exclusão, à violência e até à morte, reforçando a importância de discutir o tema e combater o estigma ainda presente hoje.</p><ul><li><p><strong>Como ele pode ser usado?</strong></p></li></ul><p>➤ <strong>Contextualização:</strong> <em>Holocausto Brasileiro</em> pode ser usado pra começar o texto trazendo uma reflexão sobre como a sociedade brasileira, no passado e até hoje, trata as pessoas com doenças mentais de forma preconceituosa e desumana.</p><p>➤ <strong>Argumento:</strong> serve como exemplo concreto pra mostrar a importância de combater o estigma e de garantir condições dignas de tratamento e respeito pra quem enfrenta problemas psicológicos, porque o livro prova o que acontece quando a sociedade fecha os olhos pra isso.</p><p>➤ <strong>Analogia:</strong> pode ser comparado à realidade atual, em que, mesmo com campanhas e informações, muitas pessoas com depressão, ansiedade ou outras doenças ainda são julgadas ou ignoradas, como se o sofrimento delas não fosse sério.</p><p>➤ <strong>Argumento de autoridade indireto:</strong> como a obra é super respeitada, premiada e baseada em fatos reais, ela dá mais peso ao debate, mostrando que esse assunto não é só "coisa de gente fraca" ou invenção da cabeça das pessoas.</p><p>Grupo:</p><p>João Pedro Pimenta B.</p><p>Ian Silva</p><p>Tiago Rocha JR.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 01:02:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Democratização do acesso ao cinema no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Repertório sociocultural: Filme “Que Horas Ela Volta?” (2015)</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Por que escolhemos esse repertório?</p><p>Escolhemos esse filme porque ele retrata de forma crítica as desigualdades sociais no Brasil por meio da história de Val, uma empregada doméstica que trabalha para uma família de classe alta em São Paulo. Ao abordar as diferenças de oportunidades entre patrões e empregados, o filme mostra como o acesso à educação, cultura e lazer é muitas vezes limitado às classes mais privilegiadas.</p><p><br/></p><p>Qual crítica social o filme apresenta?</p><p>O filme critica a desigualdade social e econômica brasileira, expondo como os espaços de poder, cultura e lazer – incluindo o cinema – são historicamente negados às classes mais pobres. A personagem Jéssica, filha de Val, representa a juventude que busca romper com essas barreiras sociais e ocupar espaços antes inacessíveis.</p><p><br/></p><p>Como ele se conecta ao tema?</p><p>O tema trata da democratização do acesso ao cinema no Brasil, e o filme expõe justamente a exclusão de grande parte da população do consumo cultural. Muitas pessoas em situação semelhante à de Val e Jéssica não têm acesso fácil a salas de cinema, seja por questões financeiras, geográficas ou estruturais. Assim, o filme evidencia como o cinema, que deveria ser um direito cultural de todos, ainda é um privilégio.</p><p><br/></p><p>Como ele pode ser usado?</p><p><br/></p><p>Contextualização:</p><p>Pode ser usado para representar o contraste entre os que têm e os que não têm acesso a bens culturais no Brasil, mostrando que a exclusão social impacta diretamente o consumo de produções cinematográficas.</p><p><br/></p><p>Analogia:</p><p>Assim como Jéssica tenta ocupar espaços negados historicamente à sua classe, a democratização do cinema exige que o Estado e a sociedade permitam a entrada de grupos marginalizados no universo cultural, promovendo a equidade no acesso.</p><p><br/></p><p>Argumento:</p><p>A concentração de salas de cinema em regiões centrais das cidades, aliada ao preço elevado dos ingressos, reflete a desigualdade apresentada no filme. Isso mostra que a democratização do cinema passa por políticas públicas que incentivem a descentralização e o acesso gratuito ou a preços populares.</p><p><br/></p><p>Argumento de autoridade indireto:</p><p>Organizações como o Ministério da Cultura e a UNESCO já apontaram a importância de políticas públicas que garantam o acesso à cultura como forma de cidadania. O filme ilustra na prática a exclusão enfrentada por milhões, reforçando a urgência de tais medidas.</p><p><br/></p><p>Grupo: Vítor Chaves, Arthur Leonel, Matheus Sousa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 02:08:43 UTC</pubDate>
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         <title>Tema “ o impacto do uso de celular no ambiente escolar”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3473841147</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>- Por que escolhemos esse repertório?</p><p>Escolhemos esse tema porque ele está presente no cotidiano das escolas e afeta diretamente a qualidade do ensino e o comportamento dos alunos. Trata-se de uma questão atual e relevante, que envolve tecnologia, educação e saúde mental. Refletir sobre o uso do celular em sala de aula é essencial para entender os desafios da educação contemporânea.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>- Qual crítica social ele apresenta?</p><p>O tema expõe a falta de preparo das instituições escolares e da sociedade para lidar com o uso responsável do celular. Critica a distração constante, a queda no rendimento escolar, o aumento da ansiedade e a dependência digital. Além disso, aponta para a ausência de políticas públicas claras sobre o uso de tecnologia em ambientes educacionais.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>- Como ele se conecta ao tema?</p><p>A conexão é direta. O uso excessivo do celular nas escolas interfere na atenção, no aprendizado, na socialização dos alunos e na autoridade dos professores. O tema também envolve questões como cyberbullying, uso de redes sociais durante aulas e acesso a conteúdos inadequados, exigindo educação digital e regulamentação do uso desses dispositivos em sala de aula.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>-Como ele pode ser usado?</p><p>➤ Contextualização: pode ser usado para iniciar o texto com uma reflexão sobre a presença da tecnologia nas escolas e seus efeitos negativos.</p><p>➤ Argumento: serve para defender a necessidade de limitar o uso do celular em sala de aula e promover uma educação mais focada.</p><p>➤ Analogia: pode ser comparado à realidade de escolas brasileiras onde o uso do celular é livre, gerando prejuízos ao processo de ensino-aprendizagem.</p><p>➤ Argumento de autoridade indireto: estudos de psicólogos e educadores alertam para os riscos do uso excessivo de telas, reforçando a importância de debater o tema.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 11:42:43 UTC</pubDate>
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         <title>Tema:Saúde mental </title>
         <author>atyllasantos17018589</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhemos a música "amianto" da banda supercombo como repertório.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Qual crítica social ela apresenta?</p><p><br/></p><p>Ela foi lançada em 2014 e aborda sobre a atitude de conversar e tentar convencer a "moça" a não se suicidar, tendo em vista que a saúde mental ( a falta dela no caso) é demonstrada com sarcasmo,e linguagem figurativa.</p><p><br/></p><p>Como ela se conecta ao tema?</p><p><br/></p><p>A música se conecta com o tema, pois nem todo mundo tem a saúde mental boa, e pensam em várias coisas como, isso na depressão e na ansiedade são as duas doenças mentais que fazem as pessoas mais pensarem numa situação pior, a música faz sentido pois ele tenta ajudar uma pessoa que se sente insegura e existe alguma doença mental, e também ela abrange qualquer doença mental.</p><p><br/></p><p>Como ela pode ser usada?</p><p><br/></p><p>Ela pode ser usada como uma analogia,abordando o suicídio no Brasil,podendo trazer além da crítica da própria música também buscar elementos relacionados a saúde mental que neste caso abordaria a falta dela.</p><p><br/></p><p>Turma: 1.5 </p><p>Ana Luiza (1A)</p><p>João (1A)</p><p>Atylla (1A)</p><p>Samuel Estevão (1A)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:26:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Repertório Sociocultural: documentário “O Dilema das Redes” (The Social Dilemma, 2020)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3473871629</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>- Por que escolhemos esse repertório?</p><p>Escolhemos este documentário porque ele aborda de forma crítica os impactos psicológicos, sociais e comportamentais causados pelo uso excessivo de redes sociais, especialmente entre jovens. É uma obra contemporânea, amplamente debatida e premiada, que provoca uma reflexão profunda sobre o papel da tecnologia na educação e na formação de valores.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>- Qual crítica social ele apresenta?</p><p>O documentário denuncia o modelo exploratório das redes sociais, que visa ao lucro através da atenção do usuário, e como isso afeta a concentração, o bem-estar emocional e o desempenho escolar de crianças e adolescentes. Critica também a falta de regulação e orientação sobre o uso de tecnologia no cotidiano escolar.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>- Como ele se conecta ao tema?</p><p>A conexão é direta. O documentário mostra os efeitos negativos do uso intenso de celulares e redes sociais, como distração constante, dificuldade de aprendizado, ansiedade, comparação social e dependência digital, que se refletem diretamente no ambiente escolar. Além disso, evidencia a necessidade urgente de limites, políticas de uso e educação digital crítica nas escolas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>- Como ele pode ser usado?</p><p>➤ Contextualização: pode ser usado para iniciar o tema refletindo sobre como o avanço tecnológico interfere no cotidiano escolar e na saúde mental dos estudantes.</p><p>➤ Argumento: serve como exemplo concreto para defender a regulamentação do uso de celulares nas escolas e a promoção da educação midiática.</p><p>➤ Analogia: pode ser comparado ao contexto escolar brasileiro, onde o celular muitas vezes atrapalha a aprendizagem e não há políticas claras sobre seu uso.</p><p>➤ Argumento de autoridade indireto: por apresentar entrevistas com ex-funcionários de grandes empresas de tecnologia e ser amplamente reconhecido, o documentário reforça a credibilidade do debate.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:30:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Impacto dos celulares nas escolas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> O impacto dos celulares nas escolas é um tema amplamente debatido, com argumentos tanto positivos quanto negativos.</p><p>Escolhemos esse tema por ser algo bastante presente, além de ser discutido no Brasil inteiro, tanto por estudantes quanto professores.</p><blockquote><p>Para esse tema, decidimos usar a lei 15100 restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, incluindo celulares, em escolas de educação básica (infantil, fundamental e médio) públicas e privadas, com o objetivo de proteger a saúde mental, física e psíquica dos alunos. </p></blockquote><p> </p><p>Que de certa forma acaba sendo uma crítica por meio que afirmar que a proibição é feita para proteger os alunos em questão da saúde mental, física e psíquica como a lei cita.</p><p>Se conecta ao tema não por ser apenas uma proibição, mas o dia a dia de nós estudantes.</p><p>E esse repertório pode ser usado como introdução ou argumento crítico.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:37:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3473883056</link>
         <description><![CDATA[<p>Lusimar Augustinho da Silva (A Menina do Ministério Etrom)</p><p><br></p><p><strong>Por que escolhemos esse tema:</strong></p><p>Lusimar Augustinho da Silva, conhecida como "A Menina do Ministério Etrom" sofre de esquizofrenia. Ficou famosa nas redes sociais ao gravar vídeos agredindo verbalmente pessoas em locais públicos.</p><p>Lusimar virou um ícone nas redes sociais devido ao seu jeito excêntrico e acabou sendo lida como um personagem de humor.</p><p><br></p><p><strong>Qual crítica social ele representa: </strong></p><p>Lusimar é chamada de louca e levada como piada por muitos devido aos problemas mentais que apresenta, sem receber ajuda psiquiatra adequada. Outros afetados por doenças desse nível podem ser taxados como malucos por conta da influência e visibilidade que Lusimar alcançou no cenário virtual.</p><p><br></p><p><strong>Como se conecta ao tema:</strong></p><p>Se conecta pois está associado a falta da devida atenção e cuidado que pessoas afetadas por transtornos mentais têm nos tempos atuais, sendo tratada como simplesmente maluca pela sociedade.</p><p><br></p><p><strong>Como ele pode ser usado:</strong></p><p><strong>Contextualização</strong>: trás uma reflexão sobre a falta de cuidado e atenção da população quando se trata de doenças mentais graves.</p><p><strong>Argumento</strong>: é um exemplo real de uma vítima que não recebeu/recebe o tratamento e cuidado necessário.</p><p><strong>Analogia</strong>: pode ser comparado à realidade de pessoas que não tem condições para obter um tratamento essencial para distúrbios mentais.</p><p><strong>Argumento de autoridade indireto</strong>: os riscos da falta de tratamento psicológico podem levar outras pessoas afetadas a cometerem os crimes que foram cometidas por ela pela falta de abrigo e cuidado psiquiatra.</p><p><br></p><p>Pedro Rangel 1A</p><p>Joel Ramos 1A</p><p>Fernanda Victória 1B</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:46:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Democratização do acesso ao cinema no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3473888252</link>
         <description><![CDATA[<p>Repertório sociocultural: Filme “Que Horas Ela Volta?” (2015)</p><p><br/></p><p>Por que escolhemos esse repertório?</p><p>Escolhemos esse filme porque ele retrata de forma crítica as desigualdades sociais no Brasil por meio da história de Val, uma empregada doméstica que trabalha para uma família de classe alta em São Paulo. Ao abordar as diferenças de oportunidades entre patrões e empregados, o filme mostra como o acesso à educação, cultura e lazer é muitas vezes limitado às classes mais privilegiadas.</p><p><br/></p><p>Qual crítica social o filme apresenta?</p><p>O filme critica a desigualdade social e econômica brasileira, expondo como os espaços de poder, cultura e lazer – incluindo o cinema – são historicamente negados às classes mais pobres. A personagem Jéssica, filha de Val, representa a juventude que busca romper com essas barreiras sociais e ocupar espaços antes inacessíveis.</p><p><br/></p><p>Como ele se conecta ao tema?</p><p>O tema trata da democratização do acesso ao cinema no Brasil, e o filme expõe justamente a exclusão de grande parte da população do consumo cultural. Muitas pessoas em situação semelhante à de Val e Jéssica não têm acesso fácil a salas de cinema, seja por questões financeiras, geográficas ou estruturais. Assim, o filme evidencia como o cinema, que deveria ser um direito cultural de todos, ainda é um privilégio.</p><p><br/></p><p>Como ele pode ser usado?</p><p><br/></p><p>Contextualização:</p><p>Pode ser usado para representar o contraste entre os que têm e os que não têm acesso a bens culturais no Brasil, mostrando que a exclusão social impacta diretamente o consumo de produções cinematográficas.</p><p><br/></p><p>Analogia:</p><p>Assim como Jéssica tenta ocupar espaços negados historicamente à sua classe, a democratização do cinema exige que o Estado e a sociedade permitam a entrada de grupos marginalizados no universo cultural, promovendo a equidade no acesso.</p><p><br/></p><p>Argumento:</p><p>A concentração de salas de cinema em regiões centrais das cidades, aliada ao preço elevado dos ingressos, reflete a desigualdade apresentada no filme. Isso mostra que a democratização do cinema passa por políticas públicas que incentivem a descentralização e o acesso gratuito ou a preços populares.</p><p><br/></p><p>Argumento de autoridade indireto:</p><p>Organizações como o Ministério da Cultura e a UNESCO já apontaram a importância de políticas públicas que garantam o acesso à cultura como forma de cidadania. O filme ilustra na prática a exclusão enfrentada por milhões, reforçando a urgência de tais medidas.</p><p>Grupo certo: Vítor Chaves, Cauã Lucas, Arthur Leonel(todos 1.2)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:53:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Estigma associado as doenças mentais na sociedade brasileira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3473892769</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:59:31 UTC</pubDate>
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         <title>O Estigma associado as doenças mentais na sociedade brasileira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/esthermartins2727/vovhpzey1w3rje03/wish/3473905820</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>• Por que escolhemos esse repertório?</strong></p><p><br/></p><p>Essa é uma série que representa esse tema e é conhecida principalmente pelo fato do protagonista ter múltiplas personalidades.</p><p><br/></p><p><strong>• Que crítica social ele apresenta?</strong></p><p>Demonstra como a negligência familiar e social pode agravar a situação.</p><p><br/></p><p><strong>• Como ele se conecta com o tema?</strong></p><p><br/></p><p>Mostra a perspectiva de alguém com problemas mentais e demonstra como isso afeta seu dia a dia e sua independência.</p><p><br/></p><p><strong>• Como pode ser usado?</strong></p><p><br/></p><p>Pode ser usado como analogia durante a redação e contextualização para melhorar o entendimento do tema.</p><p><br/></p><p><strong>Luciana Rafaelly Carvalho Pinheiro 1°C</strong></p><p><strong>Ester dos Santos Rodrigues 1°D</strong></p><p><strong>João Pedro Basílio Ornelas 1°D</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 13:15:50 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: &quot;O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Repertório sociocultural: "Holocausto Brasileiro - Documentário"</p><p><br/></p><p>Por que escolhemos este repertório?</p><p><br/></p><p>Este documentário demonstra a forma de tratamento com os pacientes do hospital psiquiátrico Colônia da Barbacena, os crimes contra os direitos humanos cometidos e a decadência da forma de como manter o próprio hospital.</p><p><br/></p><p>Qual crítica social ela traz?</p><p><br/></p><p>O hospital não tinha critério para quais tipos de pacientes deveriam ser levados ao hospital, logo, pessoas consideradas estranhas, pessoas com "diagnósticos" falsos, um simples resfriado ou pessoas das quais nem tinham um problema mental ou doença eram mantidas nos leitos dos local.</p><p><br/></p><p>Como se conecta ao tema?</p><p><br/></p><p>A forma generalizada e terrível que os pacientes eram tratados, ou seja, como animais de batedouro mostra como eles não ligavam para o que faziam e nem para quem eram as pessoas que viviam e morriam lá. Temos um exemplo no documentário, que entrevista um antigo morador da região. Este morador conta que quando os pacientes morriam, eram levados a um cemitério. Este cemitério acabou, depois de um tempo, não tendo túmulos suficientes fazendo com que múltiplas pessoas sejam jogadas em uma cova, chegando até o solo.</p><p><br/></p><p>Como ele pode ser utilizado em uma redação?</p><p><br/></p><p>Contextualização:</p><p>Pode ser utilizado para introduzir o tema com exemplos dos tratamentos horríveis com os pacientes. </p><p><br/></p><p>Argumentos:</p><p>Serve de exemplo de como a ganância dos chefes deste hospital ignoravam o fato de serem humanos com sentimentos eram torturados e forçados a viver em estados horripilantes.</p><p><br/></p><p>Analogia: mostra como a ganância de chefes ou responsáveis por serviços ou produtos não se importam com a saúde de seus usuário.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Argumento de autoridade indireta:</p><p><br/></p><p>Antes de "Todo dia a mesma noite", O livro de Daniela Arbex, ganhou  premiação de segundo lugar pela editora intrínseca, ganhando até  um documentário. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 13:24:26 UTC</pubDate>
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         <title> Democratização do acesso ao cinema no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>🎞️ Repertório: Filme “Bacurau” (2019) – Dir. Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles</p><p>	•	Por que escolhemos esse repertório?</p><p>O filme é um exemplo de produção nacional de qualidade que aborda questões sociais e políticas, e ganhou grande destaque internacional.</p><p>	•	Qual crítica social ele apresenta?</p><p>Critica o abandono de comunidades brasileiras e a violência provocada por forças externas, além de destacar o poder da coletividade.</p><p>	•	Como ele se conecta ao tema?</p><p>“Bacurau” teve distribuição limitada fora dos grandes centros, o que evidencia a desigualdade de acesso ao cinema de qualidade no país.</p><p>	•	Como ele pode ser usado?</p><p>Como contextualização e argumento sobre como o acesso desigual limita o alcance de produções nacionais e dificulta a formação cultural crítica.</p><p><br/></p><p>📊 Repertório: Dados da ANCINE – Agência Nacional do Cinema</p><p>	•	Por que escolhemos esse repertório?</p><p>Fornece dados concretos que revelam a concentração de salas de cinema nas regiões Sul e Sudeste.</p><p>	•	Qual crítica social ele apresenta?</p><p>Expõe a desigualdade no acesso à cultura e ao lazer, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.</p><p>	•	Como ele se conecta ao tema?</p><p>Demonstra numericamente o problema da democratização do acesso ao cinema.</p><p>	•	Como ele pode ser usado?</p><p>Como argumento e contextualização em uma redação para dar base concreta à crítica apresentada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 13:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologia e o Uso de Celulares na Sala de Aula - Adolescência, Netflix 2025</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Por que escolhemos esse repertório?</p><p>Escolhemos a minissérie Adolescência, porque nela são retratadas situações onde os celulares se tornam um problema dentro do ambiente escolar, problema esse que se agrava ao decorrer do enredo, ocasionando inclusive em crimes.</p></li><li><p>Qual critica ele apresenta?</p><p>A minissérie apresenta críticas ao acesso precoce às redes sociais, que pode acarretar a disseminação de ideias preconceituosas que transbordam para a vida real, criando adolescentes e crianças ignorantes.</p></li><li><p>Como ele se conecta com o tema?</p><p>Na sociedade em que vivemos, a tecnologia é essencial dentro do ambiente escolar, mas na série temos exemplos claros da realidade de alguns professores e escolas, onde os alunos a utilizam de forma errônea, trazendo problemas inclusive para fora da escola.</p></li><li><p>Como ele pode ser usado?</p><p>O repertório - Adolescência, minissérie da Netflix (2025) - pode ser introduzido na contextualização para criticar o uso indevido da tecnologia especialmente pelos alunos, dentro do ambiente escolar, com foco nas redes sociais, além de criticar também, a misoginia espalhada para a juventude através das mesmas.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 14:31:51 UTC</pubDate>
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