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      <title>Caderno de história A by Francisca Gonçalves</title>
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      <description>Francisca Correia 10°h </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-26 20:03:38 UTC</pubDate>
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         <title>Caderno digital história A</title>
         <author>26921franciscagoncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Francisca Correia 10°h <br><br><a href="https://padlet.com/26921franciscagoncalves/voh9hlpvozqxywe5">https://padlet.com/26921franciscagoncalves/voh9hlpvozqxywe5</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 20:18:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>26921franciscagoncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. A Grécia está na península balcânica , sul da Europa<br><br>2.o terreno era bastante montanhoso e a comunicação entre cidades era bastante difícil . Esta característica favoreceu o desenvolvimento de cada uma das cidades isoladamente , assim nasceram as cidades-estado ( polis ) . Estas desenvolveram se como uma unidade política independente com governo ,leis e exército próprio . <br>A cidade-estado como disse Aristóteles, deveria ter o tamanho ideal, não deveria ser demasiado grande nem demasiado pequena A cidade-estado tinha um territorio próprio e o tamanho ideal para ser autosuficiente (autarquia).Para tal , precisa de um corpo cívico q abrangesse várias profissões , um exército para a defender ,leis e culto . É de salientar que apesar de ter um território extenso e as cidades estarem isoladas e serem independentes ,existiam várias características que eram comuns a todo o mundo grego : língua , religião , cultura e a própria descendência racial .<br> <br>3.a polis e organizada da seguinte forma : tinham a ágora , que estava situada na zona mais baixa da cidade e onde se afirmava o centro da vida dos gregos e a praça pública . Era o lugar destinado ao mercado e nela realizavam se as reuniões com vista ao desenvolvimento da vida pública e ao governo da polis . Também nela realizavam se manifestações religiosas . Depois tínhamos a Acrópole , q era a zona mais alta da cidade e um lugar fortificado onde habitavam os reis e aristocratas , que se tornou o centro religioso e onde se localizavam templos e santuários <br><br>4.como já foi mencionado anteriormente, graças ao seu terreno montanhoso , com poucas planícies e terreno pouco fértil <br>os gregos são obrigados a expandirem se por outras zonas , ao longo do mar Mediterrâneo e Mar Negro e fundaram várias colónias . A colonização permite-lhes encontrar terras mais férteis para a agricultura , encontrar novas matérias primas mas também encontrar novos produtos para comercializar e novos mercados para vender esses produtos .Esta relação entre as colónias e a metrópole é forte e existiam fortes ligações comerciais , religiosas e culturais.Assim também se expandiu mais a arte e a cultura grega .<br><br><br><br>5.as principais atividades económicas dos gregos o cultivo da sua propriedade e o comércio <br><br> 6.A superioridade Ateniense foi crescendo ao longo dos anos . A situação geográfica de Atenas permitiu q se dedicassem ao comércio marítimo e este trouxe grande riqueza e prosperidade <br>Assim , a prática daquela religião foi usada para criar a moeda , uma vez que a troca direta não era suficiente para o volume de trocas comerciais feitas. Atenas foi se destacando cada vez mais face às restantes cidades-estado , permitindo q Atenas fosse escolhida como líder na liga de delos.<br><br>7.a sociedade ateniense era composta por :<br>Cidadãos - que eram a classe mais importante , tinham direitos políticos e cívicos e eram eles que decidiam sobre a vida política da cidade ;<br>Metecos - que eram os estrangeiros que viviam em Atenas <br>Escravos - que correspondiam à maioria da população de Atenas e não tinham qualquer tipo de direito <br>E por fim à família dos cidadãos constituída pelas mulheres e filhos dos cidadãos <br>  <br><br>8.os metecos eram os estrangeiros q habitavam em Atenas , não tinham qualquer poder sobre a política e tinham de pagar impostos para habitar em Atenas , não podiam possuir qualquer tipo de propriedade mas podiam alugar uma <br><br>9.desde cedo a mulher ateniense tinha uma educação diferente da dos homens .Nao podia ir para a escola e por isso permanecia no gineceu (em casa numa zona reservada a mulher ) onde estava a sua mãe , ama e empregadas , onde faziam a sua formação para aprender a governar a casa e a tratar do marido e dos filhos . Na democracia ateniense a mulher não tinha direito a cidadania , se saíssem , deviam estar acompanhadas pelo marido ou pais e vestidas dos pés a cabeça , ou seja , ficavam sempre sobre a rotura dos pais ou maridos ou filho se ficasse viúva   <br> <br>10.os cidadãos eram homens com mais de 18 anos , filhos de pais atenienses e com serviço mitigar cumprido , tinham o poder de decisão sobre a política e desempenhavam cargos públicos.<br><br>11.eclesia:órgão fundamental da democracia ateniense , onde se podia próprio intervir e apresentar propostas sobre a economia e política ateniense <br>Bulé: composta por 500 cidadãos escolhidos à sorte que exerciam um cargo político durante um ano num máximo de duas vezes .À bulé cabia a guarda do selo do estado e das chaves dos templos , o controlo das finanças e a organização militar . Era simultáneamente um órgão deliberativo que executava as decisões da eclesia é um tribunal , controlando a ação dos magistrados .<br><br>12. Sim eu concordo com a afirmação , pois a democracia ateniense apresentava algumas limitações e contradições . Era a minoria q governava toda a cidade . Nestas as mulheres não tinham qualquer tipo de poder nem cidadania . Outras contradições era o facto dos metecos não terem direitos políticos nem alguns direitos civis como por exemplo direito à propriedade mas serem obrigados a pagar impostos e a cumprir serviço militar sem receber nada em troca . A escravatura tmb era aceite pela sociedade <br><br>13.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 19:18:59 UTC</pubDate>
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         <title>Monitorização do Caderno Diário Digital em 26 nov 2020</title>
         <author>elvirarodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<div>Caderno Diário digital muito incompleto. Não consta o trabalho sobre a Romanização na Península Ibérica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-26 23:31:41 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho sobre a formação de Portugal </title>
         <author>26921franciscagoncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>No trabalho proposto pela professora falar sobre a formação de Portugal.<br>Neste trabalho vou falar sobre os antecedentes a esse acontecimento , como as invasões bárbaras e a invasão dos árabes . Também irei falar da formação do condado portucalense e de d. Afonso Henriques e a sua luta pela independência.<br>A Península Ibérica sofreu duas invasões bárbaras durante o período em que integrou o Império Romano. A primeira aconteceu no século III e última no século V depois de Cristo, momento em que foi cortada a ligação a Roma.</div><div>Tarragona, uma das mais importantes cidades romanas da Península Ibérica, foi destruída por uma invasão bárbara no ano 267, numa altura em que o império atravessava uma forte crise. A Lusitânia também sofreu o impacto desta invasão, mas este seria de curta duração.</div><div>Nos séculos seguintes o território voltaria a viver numa situação de estabilidade antes de ser invadido de novo no ano de 409 por tribos do norte da Europa.</div><div>A última destas tribos bárbaras a chegar à península foram os Visigodos. Roma perdeu o território que ficaria assim dividido entre Visigodos, Alanos, Vândalos e Suevos que governaram diversos reinos até  às invasões árabes.<br>os princípios do século VIII, o poder muçulmano crescia no noroeste africano. Aproveitando o estado de decomposição da monarquia visigótica, os Árabes (que incluem sírios, persas, egípcios e berberes), todos dominados pela mesma fé, atravessaram o Estreito, vindos das mais variadas partes, conquistaram e penetraram profundamente em quase toda a Península Ibérica em 711.</div><div>Tornaram-se senhores de um vasto território com cerca de 600 000 km2. Os exércitos atacaram de sul para norte e, uma vez chegados ao centro de Espanha, expandiram-se para ocidente, apoderando-se do território que hoje é Portugal. Em 715 a ocupação estava praticamente concluída. Os Árabes não conseguiram, no entanto, dominar um pequeno grupo de cristãos das Astúrias, de onde viria a partir a Reconquista.</div><div>Os séculos que mediaram até à completa expulsão dos Árabes (que se deu apenas em 1492) foram dominados por uma longa luta armada. Os cristãos venceram o mundo islâmico devido à divisão interna deste, patente na fragmentação política que tornava frequentes as guerras civis árabes.O Condado Portucalense (868 - 1143) foi um condado que surge ao longo do processo de reconquista da península ibérica pelos cristãos e que é dissolvido com a assinatura do Tratado de Zamora.[1] Deste nome provém o atual Portugal, pois durante a Alta Idade Média a atual Região Norte portuguesa foi denominada como Condado Portucalense, para diferenciá-la do Reino da Galiza. Houve, no actual território de Portugal, ao longo do processo de reconquista, dois governos denominados de Condado Portucalense ou Condado de Portugal. Em documentos coevos, o território denominava-se Portugália,[2] sendo o condado fundado por Vímara Peres em 868, após a presúria aos mouros de Portucale (o Porto). A partir de finais do século X e com Gonçalo Mendes, os condes portugueses passaram a usar o título de duques, o que poderia indicar maior importância e maior extensão territorial.</div><div>A província portugalense que correspondia sensivelmente ao Entre-Douro-e-Minho tinha inicialmente o Porto como capital,[2] mas dada a revelia e poder dos condes de Portugal, agora duques, que ingeriam na monarquia leonesa, um deles acabou por ser regente do reino entre 999 e 1008. O condado, embora gozando de autonomia significativa, era vassalo do reino de Leão.</div><div>O Condado Portucalense reemergiu, em 1096 pela mão de Henrique de Borgonha como oferta do rei Afonso VI de Leão pelo auxílio na Reconquista de terras aos mouros, a quem deveria prestar vassalagem, tendo também recebido a mão de sua filha, a infanta D. Teresa de Leão. A "Terra de Portugal" foi concedida como dote hereditário de D.Teresa. Este último condado era maior em extensão e abarcava também os territórios do antigo condado de Coimbra, suprimido em 1091, partes de Trás-os-Montes e ainda do sul da Galiza, a diocese de Tui.<br>Após a morte de seu pai em 1112, Afonso tomou uma posição política oposta à de sua mãe, que se aliara ao nobre galego Fernão Peres de Trava. Pretendendo assegurar o domínio do condado armou-se cavaleiro e após vencer a sua mãe na batalha de São Mamede, em 1128, assumiu o governo.[4] Concentrou então os esforços em obter o reconhecimento como reino. Em 1139, depois da vitória na batalha de Ourique contra um contingente mouro, D. Afonso Henriques proclamou-se a partir de 1140 Rei dos Portugueses com o apoio dos seus seguidores, sendo reconhecida a sua independência do Reino de Leão com o Tratado de Zamora. A independência portuguesa foi outorgada, em 1179 pelo papa Alexandre III, através da bula Manifestis Probatum e atribuído o título de rex (rei).[4]</div><div>Com o apoio de cruzados do norte da Europa conquistou Lisboa em 1147. Com a pacificação interna, prosseguiu as conquistas aos mouros, empurrando as fronteiras para sul, desde Leiria ao Alentejo, mais que duplicando o território que herdara. </div><div><br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-28 15:50:12 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o caderno diário digital</title>
         <author>elvirarodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<div>Francisca, deves investir mais no teu caderno diário digital. 24 jan.21</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-24 20:09:44 UTC</pubDate>
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