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      <title>PENSAMENTO FEMINISTA by </title>
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      <description>Propaganda feminista - um construir educativo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-12 23:24:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-02 19:54:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O feminismo negro é uma vertente do movimento feminista que enfoca as experiências únicas das mulheres negras, reconhecendo a interseccionalidade entre raça, gênero e outras formas de opressão. Suas principais características incluem:</p><ol><li><p><strong>Interseccionalidade:</strong> Reconhece e destaca a interconexão entre raça, gênero e outras formas de opressão (como classe social, orientação sexual, identidade de gênero, entre outras), compreendendo que as mulheres negras enfrentam uma variedade de desafios devido a essas interseções.</p></li><li><p><strong>Luta contra o racismo e o sexismo:</strong> Enfoca tanto a luta contra o racismo estrutural quanto o sexismo, reconhecendo que as mulheres negras enfrentam formas únicas e específicas de discriminação e opressão que precisam ser abordadas simultaneamente.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Combate ao patriarcado:</strong> Critica as estruturas patriarcais que perpetuam a opressão das mulheres, enfatizando a necessidade de desafiar não apenas o racismo, mas também as normas de gênero que limitam o progresso das mulheres, especialmente das mulheres negras.</p></li><li><p><strong>Inclusão e diversidade:</strong> Reconhece a diversidade dentro das comunidades negras e busca incluir todas as vozes, incluindo as de mulheres LGBTQ+, mulheres com deficiência e outras identidades marginalizadas dentro da luta feminista.</p></li><li><p><strong>Solidariedade e coalizão:</strong> Encoraja a solidariedade entre diferentes grupos feministas e movimentos sociais, reconhecendo a importância de alianças e colaborações para enfrentar de maneira eficaz a opressão sistêmica.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-02 19:57:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Mulheres negras são as maiores vítimas em casos de violência</strong></p><p><br/></p><p>A data de 25 de novembro marca o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. Além disso, todo este mês é marcado pela celebração da Consciência Negra. Infelizmente, pesquisas retratam a realidade preocupante de mulheres negras no Brasil: mais de 12 milhões de mulheres negras já foram vítimas de violência, correspondendo a 65,6% do total de 18 milhões de mulheres vítimas no país.</p><p><br/></p><p>Os dados são da quarta edição da pesquisa “Visível e invisível” sobre a vitimização de mulheres ocorrida em 2022. O levantamento foi encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública junto ao Instituto Datafolha. Os dados apontam que em comparação com anos anteriores, todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento. Para se ter uma ideia, no último ano, 50.962 mulheres sofreram violência por dia em 2022 – um número equivalente a um estádio lotado.</p><p><br/></p><p>A pesquisa ainda aponta que a prevalência relatada é superior entre mulheres pretas (48% desse grupo populacional), principalmente aquelas com ensino fundamental (49%), com filhos (44,4%), divorciadas (65,3%), atingindo o ápice na faixa etária de 25 a 34 anos (48,9%). Dentre as mulheres que afirmaram sofrer violência no último ano, 65,6% eram negras, 29% brancas, 2,3% amarelas e 3% indígenas. Quanto à prevalência, mulheres negras experimentaram níveis mais elevados de violência (29,9%) do que as brancas (26,3%)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-02 20:07:31 UTC</pubDate>
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         <title>Feministas negras </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Djamila Ribeiro: </strong>filósofa, acadêmica e ativista, Djamila é um dos principais nomes do feminismo negro no Brasil de hoje. Leva o debate sobre racismo e gênero a diversos grupos através da internet e também da participação em programas de televisão e relação com celebridades. É autora dos livros “O que é lugar de fala?” e “Quem tem medo do feminismo negro?”.</p></li><li><p><strong>Angela Davis: </strong>um dos principais nomes do feminismo negro, a filósofa estadunidense Angela Davis roda o mundo levando o debate de raça, gênero e classe para as pessoas. É ativista desde a década de 60, tendo participado de movimentos como os Panteras Negras e Black Power. Foi presa em 1970 e seu julgamento causou comoção no mundo todo, colocando em pauta não apenas seu caso, mas toda a condição da população negra. Foi inocentada de todos os crimes depois de 18 meses. Desde então, atua no ativismo. Ângela é marxista e também abolicionista, exigindo o fim do sistema penal. Tem cinco livros publicados, entre eles “Mulheres, Raça e Classe”.</p></li><li><p><strong>Lélia Gonzalez: </strong>nascida em 1935 em Belo Horizonte, Lélia é considerada a mulher que revolucionou o movimento negro no Brasil. A antropóloga e filósofa teve grande participação política no movimento negro e das mulheres durante sua vida e produziu diversos trabalhos intelectuais sobre a posição da mulher, principalmente negra e indígena, na sociedade brasileira. Lélia criou o termo Amefricanidade, trazendo enfoque para a formação histórica e cultural da América com forte influência africana e indígena. Morreu em 1994.</p></li><li><p><strong>Sueli Carneiro: </strong>filósofa e doutora em educação pela Universidade de São Paulo (USP), Sueli é também escritora e ativista do Movimento Feminista Negro. Foi ela quem fundou o Geledés – Instituto da Mulher Negra, em 1988, ressaltando a importância do recorte de raça no debate do feminismo. Sueli pesquisa e publica trabalhos sobre o racismo e a violência de gênero e foi uma das defensoras das cotas em universidades brasileiras.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Conceição Evaristo:</strong> professora e educadora, Conceição Evaristo é um dos principais nomes da literatura contemporânea no Brasil. Por ser uma mulher negra que enfrentou muita luta em sua trajetória, usa sua escrita como ferramenta política e de impacto. É doutora em literatura pela Universidade Federal Fluminense, luta pela valorização da cultura negra e tem livros de contos, romances e poesias publicados.&nbsp;</p></li><li><p><strong>bell hooks:</strong> também dos Estados Unidos, bell hooks é formada em literatura e dedica seus estudos a raça, classe e gênero. Tem mais de 30 livros publicados, dos mais diversos gêneros: de poesia, passando por teoria, até obras infantis. Defende que o feminismo seja múltiplo e enxerga na pedagogia um papel essencial no combate ao racismo estrutural.</p></li><li><p><strong>Patricia Hill Collins:</strong> autora de “Pensamento Feminista Negro”, considerado um dos principais livros a analisar a ligação entre gênero e raça na base das opressões sociais. Professora universitária nos Estados Unidos, ela defende o compartilhamento de ideias de maneira fácil e acessível. Foi a primeira mulher a Associação Americana de Sociologia.</p></li><li><p><strong>Maya Angelou:</strong> nascida em 1928 nos Estados Unidos, a escritora e poeta foi uma das primeiras mulheres negras a emplacar um best seller no país. Foi seu livro “Eu sei porque o pássaro canta na gaiola”, no qual relata sua própria trajetória de violências, abusos e superações. Seu poema Still I Rise é um ícone do movimento negro nos Estados Unidos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Erica Malunguinho: </strong>primeira mulher trans eleita como deputada em São Paulo, Erica é também artista e ativista do movimento negro e trans. De origem pernambucana, ela fundou o quilombo urbano Aparelha Luzia, em São Paulo, um espaço cultural de difunde e celebra a produção artística de pessoas negras e funciona também como área de resistência e acolhimento na capital paulista.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-02 20:10:59 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Atenção, atenção. É uma nova era no Brasil. Menino veste azul e menina veste rosa&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"É uma nova era no Brasil: menino veste azul e menina veste rosa", afirmou a ministra Damares Alves nesta quarta-feira, dia de sua posse, à frente da pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 19:48:21 UTC</pubDate>
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         <title>História das cores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os tons mais suaves para as roupas de bebês foram introduzidos em meados do século 19, segundo a Enciclopédia Britânica. Mas, até o início do século 20, não havia a preocupação de dividir cores para meninos e meninas.</p><p><br/></p><p>Em 1918, a publicação especializada "Earnshaw's Infants' Department" pontificava que "a regra geralmente aceita é rosa para os meninos e azul para as meninas. A razão é que o rosa, sendo uma cor mais decidida e forte, é mais adequado para o menino, enquanto o azul, que é mais delicado e delicado, é mais bonito para a menina".</p><p><br/></p><p>Era usual, inclusive, meninos e meninas usarem vestidinhos quando pequenos, independentemente do sexo. Garotinhos ostentavam cabelos compridos e calçavam sapatinhos estilo boneca. Foi só pelos anos 40 que garotos e garotas começaram a ser vestidos como mini-adultos e as cores atuais se estabeleceram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 19:51:43 UTC</pubDate>
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         <title>A psicologia das cores de Eva Heller</title>
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         <description><![CDATA[<p>Eva Heller, autora do livro A Psicologia das Cores, afirma na obra que não há razões genéticas, biológicas ou ancestrais que corroborem com a distinção de cores para gênero – as crianças são mais atraídas por cores intensas como vermelho e azul.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 19:58:57 UTC</pubDate>
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         <title>Rosa e Azul: diferenciando meninas de meninos nos EAU de Jo B. Paoletti</title>
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         <description><![CDATA[<p>Segundo a historiadora da Universidade de Maryland, Jo B. Paoletti, autora do livro Pink and Blue: Telling the Girls From the Boys in America (“Rosa e Azul: diferenciando meninas de meninos nos EUA”), as cores não tinham nada a ver com gênero e<strong> a regra, por muito tempo, era o branco. </strong>A razão: tintura de tecido, até o fim do século 19, era algo muito caro. Além disso, era mais fácil limpar roupas e fraldas de bebês com alvejante, o que acabaria com qualquer tintura de tecido.</p><p><br/></p><p>Poaletti, em sua pesquisa, chegou à conclusão que definição de gênero por cor é algo relativamente recente. A ideia só começou a aparecer no início do século 20. No entanto, na época, era o contrário da atual: meninos de rosa e meninas de azul. Na época, o rosa era considerado um tom mais forte e por isso, mais adequados para os bebês do sexo masculino. O azul, mais delicado, era para as garotas.</p><p><br/></p><p>Segundo a pesquisa de Paoletti, a regra atual é fruto do marketing de massa pós-Primeira e Segunda Guerra quando as confecções e lojas de departamento começaram produzir produtos distintos em azul e rosa para cada gênero como uma estratégia para aumentar vendas. A transição foi acontecendo de forma gradual, até explodir nos anos 80, quando os exames pré-natais começaram a definir o gênero dos bebês antes do nascimento – e os pais, podiam, finalmente, decorar o quarto da criança de acordo. Foi nessa época em que as lojas de departamento americanas consolidaram a regra do rosa para meninas e azul para meninos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 20:03:55 UTC</pubDate>
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         <title>Estereótipos de gênero e papeis sociais</title>
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         <description><![CDATA[<p>O discurso da ministra Damares faz parte de uma ideologia que vai muito além de cores e que sustenta uma estrutura social misógina e lgbtfóbica, então senta aí pra gente conversar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 20:09:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 20:16:45 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 20:17:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 20:19:20 UTC</pubDate>
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         <title>O projeto azul e rosa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em ensaio com crianças americanas e sul-coreanas, fotógrafa expõe dicotomia criada por marketing de 'gênero'.</p><p><br/></p><p>A fotógrafa sul-coreana JeongMee Yoon transformou uma crença comum da sociedade - o fato de meninos preferirem azul e meninas, rosa - em uma tese de estudos. Por isso, retratou crianças da Coreia do Sul e dos Estados Unidos rodeados pelos objetos que existem em seu quarto nestas cores, evidenciando essa tendência cultural. 'Este trabalho também levanta outras questões, como a relação entre gênero e consumo, urbanização e a globalização do consumismo e o novo capitalismo', afirma ela.</p><p><br/></p><p>Yoon deu início ao projeto por causa de sua filha de cinco anos, que ama rosa e só queria vestir-se com roupas e brincar com objetos desta cor. 'Descobri que o caso da minha filha não é incomum. Nos Estados Unidos, na Coreia do Sul e em outros lugares, meninas amam roupas, brinquedos e acessórios cor de rosa. Este fenômeno está presente entre crianças de várias etnias, independentemente de seu contexto cultural. Talvez seja pela influência da propaganda e de produtos como as bonecas da Hello Kitty e da Barbie. Meninas são treinadas para usarem rosa para parecerem mais femininas', Yoon diz.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 20:30:00 UTC</pubDate>
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         <title>E eu não sou uma mulher?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-05 00:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres são maioria nos games, mas por que não somos protagonistas?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Embora o público feminino tenha conquistado mais espaço, o cenário ainda é visto como um lugar masculino por muitos, mesmo que, de acordo com os dados, ele não seja. Isso pois foi construído ao longo da história o imaginário de que jogos eletrônicos são “coisa de homem”, e assim a maioria das mulheres não foi incentivada a jogar desde pequena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 01:32:45 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres passam a ser maioria no consumo de videogames no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta notícia aborda uma pesquisa que indica que, pela primeira vez, as mulheres no Brasil estão superando os homens em termos de consumo de videogames, especialmente de jogos para smartphones. No entanto, nos consoles, onde predominam os jogadores profissionais, há relatos de machismo por parte das mulheres.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 01:33:26 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 01:34:42 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2023-12-06 01:35:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-12-06 01:38:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-12-06 01:48:55 UTC</pubDate>
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         <title>#CorNãoTemGênero</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O uso de rosa ou azul mobilizou as redes sociais brasileiras, chegando ao topo de assuntos mais comentados no Twitter. O motivo foi a divulgação de um vídeo de Damares Alves, a primeira ministra a ocupar a pasta de Mulher, Família e Direitos Humanos - criada por <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="focusIndicatorReducedWidth bbc-n8oauk e1p3sufg0" href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/f21d4493-e3bd-47df-b23c-1d57f0e3e818">Jair Bolsonaro</a>, em substituição ao Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos do governo de Dilma Rousseff. </p><p><br></p><p>"Atenção, atenção! É uma nova era no Brasil. Menino veste azul e menina veste rosa!", fala Damares Alves no vídeo. A frase foi acompanhada em coro por apoiadores. Em seguida, todos pularam em comemoração - inclusive a ministra, nitidamente empolgada. A polêmica frase gerou um rebuliço na internet, entre apoiadores e opositores da ministra. No Twitter brasileiro, a hashtag #cornãotemgênero se tornou um dos principais assuntos do momento.</p><p><br></p><p>O contexto da frase é a intenção do novo governo de combater a chamada "ideologia de gênero". O termo, que não é reconhecido por estudiosos, foi popularizado por segmentos contrários à ideia de que gênero é uma construção social e, portanto, não está restrito ao sexo biológico de uma pessoa.</p><p>"Fiz uma metáfora contra a ideologia de gênero, mas meninos e meninas podem vestir azul, rosa, colorido, enfim, da forma que se sentirem melhores", disse a ministra, após a reação das redes sociais, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 03:48:15 UTC</pubDate>
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         <title>Meninas preferem rosa? Ciência diz que não</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um estudo de 2011 publicado pela Sociedade de Psicologia Britânica analisou a preferência de cor de bebês e crianças com idades entre 7 meses e 5 anos. Cada criança recebeu um par de objetos, um com a cor rosa e o outro com uma segunda cor. Os pesquisadores, então, observaram qual era a preferência ou rejeição pelos objetos rosas.</p><p><br/></p><p>O resultado foi que, com até um ano de idade, meninas e meninos escolheram objetos cor-de-rosa de forma semelhante. Ou seja, não havia uma preferência de gênero pela cor.</p><p><br/></p><p>Já aos dois anos, as meninas passaram a preferir o rosa um pouco mais frequentemente que os meninos. E, a partir de dois anos e meio, a preferência por rosa despontou nas meninas, ao mesmo tempo que a rejeição ao rosa prevaleceu entre meninos.</p><p><br/></p><p>Segundo as pesquisadoras, a preferência pelo rosa nessa idade pode ser explicada pela identificação de gênero que é dada pelos adultos e acaba absorvida pelas crianças.</p><p><br/></p><p>"As descobertas vão na contramão da sugestão de que as preferências de cor podem ter uma base biológica. Alguns pesquisadores propuseram que há mais vantagem evolutiva para mulheres que são atraídas por cores de frutas, como o rosa. Mas, se as mulheres tivessem uma predisposição biológica ao rosa, então isso seria evidente independentemente da aquisição de conceitos de gênero".</p><p><br/></p><p>Em outras palavras, seria perceptível em qualquer estágio de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 03:58:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-12-06 23:37:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;no Brasil, sete em cada 10 mulheres receberam olhares e cantadas inconvenientes no deslocamento e até 36% já foram vítimas de importunação e assédio sexual&quot;</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-12-07 00:46:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um dos maiores medos das mulheres que participaram da pesquisa é no momento em que elas precisam usar o transporte público, sobretudo ônibus, onde 45% delas se sentem inseguras. Entre as entrevistadas, 54% já sofreram importunação ou assédio sexual nesse meio. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 00:50:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;A importunação sexual foi definida em termos legais  como a prática de ato libidinoso contra alguém sem a sua anuência “com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro”. A nova tipificação substituiu a contravenção penal de “importunação ofensiva ao pudor” e já foi aplicada esta semana na cidade de São Paulo em ocorrências no transporte público&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816715737</link>
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         <pubDate>2023-12-07 00:54:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Não é a tipificação de um comportamento como crime que vai contribuir para diminuir a violência contra as mulheres&quot;, comenta Wania.  &quot;Temos que investir na educação.  Não podemos continuar querendo enfrentar a violência contra a mulher se a gente não assume este compromisso de que a questão de igualdade de gênero tem que ser discutida nas escolas.&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816716555</link>
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         <pubDate>2023-12-07 00:55:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O fato é que a estrutura machista da sociedade está entre os aspectos reforçadores deste tipo de violência contra a mulher.  
</title>
         <author></author>
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         <enclosure url="https://vejasp.abril.com.br/coluna/terapia/cantadas-na-rua-homens-adeptos-da-pratica-nao-tem-conviccao-de-sua-identidade-masculina" />
         <pubDate>2023-12-07 01:05:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tudo o que um garoto faça que seja incompatível com a manutenção do status machista no grupo é tido como sinal de dúvida de sua própria identidade de gênero. 
</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-12-07 01:08:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;estudos mostram que a exposição constante a este tipo de assédio pode ter diversos impactos psicológicos negativos sobre as mulheres, que incluem uma sensação persistente de insegurança, perda de autoestima, desenvolvimento de sintomas de depressão, além de ansiedade e estresse.&quot;</title>
         <author></author>
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         <enclosure url="https://otempo.com.br/interessa/comportamento/especialista-diz-que-cantadas-de-ruas-podem-tem-efeito-devastador-1.1049634" />
         <pubDate>2023-12-07 01:14:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;em 2022, 30 milhões de mulheres sofreram algum tipo de assédio: de comentários constrangedores na rua a encoxadas no ônibus. É o equivalente a uma mulher assediada a cada um segundo&quot; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816742920</link>
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         <enclosure url="https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2023/03/02/uma-mulher-sofreu-algum-tipo-de-assedio-a-cada-segundo-no-brasil-em-2022.htm?cmpid=copiaecola" />
         <pubDate>2023-12-07 01:17:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816747800</link>
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         <pubDate>2023-12-07 01:21:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;As hipóteses que a pesquisa traz para o aumento de todas as modalidades de violência contra a mulher em 2022 têm a ver, principalmente, com a falta de investimento em políticas públicas para a população feminina nos últimos anos&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816750054</link>
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         <pubDate>2023-12-07 01:23:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Mulheres Nos Games</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816760094</link>
         <description><![CDATA[<p>Este gráfico mostra a presença feminina nos videogames durante a última década no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 01:31:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Perfil Geral Do Gamer Brasileiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816766879</link>
         <description><![CDATA[<p>Classificação de acordo com sexo, classe social e idade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 01:37:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Prefeitura de Guaratuba lança campanha contra o assédio no carnaval. Não importa a folia, o calor, a pouca roupa e nem o excesso de álcool, se a pessoa disser não, “Não é não!”.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816768249</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/prefeitura-de-guaratuba/guaratuba-a-praia-do-parana/noticia/2023/02/17/guaratuba-cria-leque-anti-assedio-no-carnavel.ghtml" />
         <pubDate>2023-12-07 01:38:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No caso do Chile, em 2022-2023 &quot;Seis de cada 10 mulheres maiore de 18 anos sofriram assédio na rua ou no transporte público&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816772359</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://elpais.com/chile/2023-10-27/seis-de-cada-10-mujeres-han-sufrido-acoso-callejero-en-chile.html" />
         <pubDate>2023-12-07 01:42:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O metrô de Chile lançou a campanha &quot;não é cantada, é assédio na rua&quot; contra o assédio no meio de transporte e nas ruas&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816778258</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.metro.cl/metro-comunidad/stand-up-vuelve-contra-el-acoso-callejero" />
         <pubDate>2023-12-07 01:47:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816787740</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>"Nos últimos anos, as mulheres dominaram o consumo de jogos digitais, principalmente por conta da sua forte presença nos <em>smartphones</em> e jogos casuais. Na PGB 2023, os homens voltaram a representar a maioria do público <em>gamer</em>. O principal motivo para essa mudança pode ser o foco da grande indústria (...) influenciada pelo cenário competitivo a produzir jogos mais atrativos para os <em>hardcore gamers</em>, que são maioria masculinos."  PGB 2023</p></blockquote><p><br></p><p><em>Hardcore game</em>r: tipo de jogador de videogame que investe muito tempo jogando.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-12-07 01:56:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816838586</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.sbgames.org/sbgames2019/files/papers/CulturaFull/197074.pdf" />
         <pubDate>2023-12-07 02:40:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comportamentos hostis ‘vivenciados’ pelas respondentes.</title>
         <author>octaviobenavides</author>
         <link>https://padlet.com/wenerdasilva/vo76wvz0ar5ukg9s/wish/2816856484</link>
         <description><![CDATA[<p>"Desta forma, em 94% dos casos, a grande maioria, destacou que foi menosprezada sua habilidade devido a seu sexo; 86% já receberam ‘cantadas’ ou foram assediadas; 82% relataram já ter recebido xingamentos ou ofensas enquanto jogavam; 41% sofreram perseguição e 26% admitiram que sofreram ameaças. Por fim, 65% dos participantes disseram que foi atribuído um comportamento generalizado como forma de subestimação ao seu sexo. Esta pergunta recebeu um total de 224 respondentes" (Bernardo, Cipollini Santana, de Carvalho Júnior, Festozo Vicente, Corrêa Bernardo, 2022)</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 02:55:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;A origem é cultural. Podemos ter as melhores políticas públicas, de punição a agressores, mas se elas não incorporarem uma perspectiva de prevenção, pensando em como é possível alterar normais sociais e culturais, não vamos resolver o problema.&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 03:01:40 UTC</pubDate>
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         <title>MAS, POR QUE ROSA? ASPECTOS HISTÓRICOS E ARTÍSTICOS DO USO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A cor rosa atravessando e construindo feminilidades </p><ul><li><p>As mudanças de significados atribuídos ao rosa podem ser explicadas pela influência de ícones populares, pela expansão do consumismo e por estratégias publicitárias. Juntos, esses e outros fatores contribuíram para que o rosa fosse, paulatinamente, vinculado aos corpos, produtos e identidades femininas, e para que exercessem pedagogias de gênero e sexualidade distintas daquelas estabelecidas pela iconografia cristã. </p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 04:24:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 12:24:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/violencia-de-genero-contra-jornalistas-somam-119-casos-em-2021-diz-estudo/" />
         <pubDate>2023-12-07 12:27:02 UTC</pubDate>
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         <title>Padrão de beleza: um olhar colonizado sobre corpos femininos</title>
         <author>pazburgosa</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>“A ‘beleza’ não é universal, nem imutável, embora o mundo ocidental finja que todos os ideais de beleza feminina se originam de uma Mulher Ideal Platônica. O povo maori admira uma vulva gorda, e o povo padung, seios caídos.” — Naomi Woolf em “O Mito da beleza”.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 14:38:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 14:42:31 UTC</pubDate>
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         <title>Quão satisfeita com sua aparência você tá?</title>
         <author>pazburgosa</author>
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         <description><![CDATA[<p>Estudante de psicologia e sexualidade, Anaterra Oliveria faz uma entrevista a pessoal na rua sobre quão satisfeitas se sentem com seus corpos</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 14:55:35 UTC</pubDate>
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         <title>A beleza dói? </title>
         <author>pazburgosa</author>
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         <description><![CDATA[<p>Numa outra entrevista, Anaterra Oliveira faz a pergunta; <em>você já sentiu dor alguma vez para ficar bonita? </em></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/reel/CtrypR2Jsfs/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igshid=NTYzOWQzNmJjMA==" />
         <pubDate>2023-12-07 14:59:48 UTC</pubDate>
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         <title>QUEM TÁ FORA DO PADRÃO?</title>
         <author>pazburgosa</author>
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         <pubDate>2023-12-07 15:06:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pazburgosa</author>
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         <description><![CDATA[<p>Propaganda do site web <em>Casi Creativos </em>respeito ao padrão de beleza</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 15:11:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A cantora Anitta troca a definição de PATROA no dicionário!</title>
         <author>pazburgosa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 15:12:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A inspiração para nossa propaganda</title>
         <author>pazburgosa</author>
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         <pubDate>2023-12-07 15:18:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-12-07 16:46:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os espaços são realmente nossos?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sobre o início da Revista Cláudia</p><p><br></p><p>O primeiro número, com tiragem de 150 mil exemplares, inovava em relação a outras revistas femininas do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a> por trazer uma proposta <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Feminismo">feminista</a>. Sob o título <em>Não, isto não tolero!</em>, aconselhava a leitora a reagir "com firmeza, mas com doçura" aos defeitos do marido.A partir de 1963, passou a publicar a coluna <em>A arte de ser mulher</em>, assinada por Carmem da Silva.</p><p>A partir da década de 1980, entretanto, a revista abandona essa linha editorial e passa a se concentrar em temas "que dizem respeito à mulher: profissão, vida em família, casa, moda e cozinha", conforme anunciava seu <em>site</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 17:00:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 17:07:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-12-07 17:13:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Frases importantes</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 17:18:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Dentre as vertentes do movimento feminista, existe aquele que foca nas especificidades próprias das mulheres negras, denominado de feminismo negro. No Brasil, essa vertente teve início propriamente na década de 1970 com o Movimento de Mulheres Negras (MMN), a partir da percepção de que faltava uma abordagem conjunta das pautas de gênero e raça pelos movimentos sociais da época.</p><p><br/></p><p>O movimento feminista não tinha uma abordagem interseccional e racial, não pautando, dessa forma, a dupla discriminação que as mulheres negras passam, tanto de gênero quanto de raça. Além disso, dentro do movimento negro o, liderado por homens, não havia interesse em atuar nas lutas contra o sexismo.</p><p><br/></p><p>Nesse contexto, tem início o MMN e, como consequência, do Feminismo Negro no Brasil, fez com que os demais movimentos começassem a entender sobre a importância dos recortes raciais e de gênero nas mobilizações de direitos humanos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 17:19:18 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <title></title>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>De acordo com dados compilados pelo estudo “<strong>Perfil do Jornalista Brasileiro 2021</strong>”, as redações jornalísticas do nosso País são compostas, predominantemente, por mulheres brancas, que têm entre 31 e 40 anos de idade, são solteiras, não possuem filhos, possuem ensino superior completo e moram na cidade de São Paulo.</p><p><br></p><p>Apesar de não refletir a diversidade brasileira, principalmente no que tange às questões raciais, o fato é que <strong>as mulheres são a maioria na profissão de jornalista</strong>.</p>]]></description>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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