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      <title>Descrevam um desafio que presenciaram ou vivenciaram na área da educação inclusiva. Façam uma descrição detalhada do contexto, dos atores envolvidos e das dificuldades encontradas. Possibilidades de Solução:em seguida proponham possibilidades de solução para os desafios descritos. by Aleksandra Sales</title>
      <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5</link>
      <description>A educação inclusiva é um processo contínuo de aprendizagem coletiva, no qual todos - educadores, estudantes, famílias e comunidade - são protagonistas. Deixe aqui sua experiência.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-13 00:00:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367233223</link>
         <description><![CDATA[<p>Na escola onde trabalhei, tivemos um grande desafio com um aluno autista chamado Lucas. Ele tinha uma inteligência acima da média para matemática, mas apresentava dificuldades de interação social e crises sensoriais em ambientes barulhentos. A sala de aula, com mais de 30 alunos, era um ambiente caótico para ele, e isso resultava em momentos de estresse intenso, dificultando sua aprendizagem e a convivência com os colegas.</p><p>Os professores queriam ajudá-lo, mas muitos não tinham formação específica em educação inclusiva. A coordenação pedagógica tentava oferecer suporte, mas com poucos recursos e sem uma sala de apoio especializada, as adaptações ficavam limitadas. Os colegas de turma, no início, tinham dificuldades em entender seu comportamento, o que gerava momentos de exclusão e até certo preconceito.</p><p>Diante disso, algumas soluções foram pensadas e aplicadas. Primeiro, fizemos uma roda de conversa com os alunos para explicar sobre o autismo, promovendo empatia e compreensão. Depois, a equipe pedagógica buscou estratégias para adaptar o ensino para Lucas, como a possibilidade de ele usar fones de ouvido para reduzir estímulos sonoros e um cantinho da sala onde pudesse se acalmar quando precisasse. Além disso, organizamos uma capacitação para os professores sobre educação inclusiva, trazendo especialistas para compartilhar experiências e técnicas.</p><p>Os resultados foram surpreendentes: os colegas passaram a acolher melhor Lucas, os professores se sentiram mais preparados e ele conseguiu participar mais ativamente das aulas. Com pequenas adaptações e boa vontade, conseguimos criar um ambiente mais inclusivo e acolhedor para ele e para outros alunos que precisassem de suporte.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:15:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367234933</link>
         <description><![CDATA[<p>Acho que posso usar de exemplo sobre o atendimento clínico de psicologia na saúde. </p><p>Quando comecei a atender em um Ambulatório infantil, iniciei os atendimentos com crianças com autismo e assim permaneci por um tempo. Com o passar do tempo, esse Ambulatório foi mudando suas regras e público alvo. E a partir disse precisei encaminhar essas crianças que já haviam um vínculo e estavam em tratamento para outro local de referência. O que foi difícil pra eles, pros pais aceitarem e até pra mim como profissional pois estaria interrompendo o tratamento que tínhamos iniciado e no outro local eles começariam o processo novamente, como por exemplo entrar numa fila de espera. Hoje tenho retorno de alguns pais sobre o tratamento e a evolução. </p><p>Não tenho experiência em sala de aula... mas recebo crianças, com algum diagnóstico ou em investigação, encaminhadas inclusive a pedido da escola. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:20:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>andreiaslima03</author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367235328</link>
         <description><![CDATA[<p>Um grande desafio que vivemos no ano de 2023, foi a experiência de termos recebido na turma uma aluna com microcefalia. </p><p>No primeiro instante foi difícil, porém no decorrer dos trimestres fomos nos adequando e buscando recursos para auxiliarmos a aluna.</p><p>Hj a aluna está no 5 ano e evolui muito!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:20:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fui mediadora de um menino Autista numa turma de creche 4</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367235385</link>
         <description><![CDATA[<p>Mediando um menino Autista </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:20:52 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Carolina </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367240658</link>
         <description><![CDATA[<p>Fui mediadora de um aluno autista, com DI, com 14 anos. Jose era muito carinho e esperto. Ama música mas possui sensibilidade ao barulhos muito altos.</p><p>Um dia, a turma do lado realizou uma festa de aniversário para um de seus alunos. Ao final da festa a turma começou a estourar os balões de gás. O barulho foi tão alto que chegou a nossa sala.</p><p>Imediatamente José levou as mãos aos ouvidos na tentativa de abafar o som. Eu, como mediadora dele, percebi que aquele som dos balões estava incomodando-o. Pedi a colega de turma que fosse na sala ao lado solicitar que parassem e imediatamente me coloquei na frente de José. Segurei as mãos dele junto ao seu ouvido para lhe mostrar que não estava sozinho e ao mesmo tempo chamei a atenção dele para meu olhar, falando com ele e mostrando que não estava sozinho é que eu estava ao lado dele! Quando o barulho parou, retirei as mãos do ouvido dele e mostrei que estava Td bem, ainda mantendo contato com o olhar. Ele me abraçou e aos poucos foi se acalmando.</p><p>Apartir desse dia a escola proibiu o estouro de balões dentro de suas dependências.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:32:05 UTC</pubDate>
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         <title>Situação problema </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367242198</link>
         <description><![CDATA[<p>Como professora alfabetizadora, já passei muitos desafios. Em um determinado ano da minha carreira, recebi uma turma onde tínha um aluno com um comportamento muito  difícil, porém ainda não se falavam tanto em Educação inclusiva ( sou professora  antiga).  Na escola só me falaram que ele era uma criança de seis anos com um comportamento difícil.  Os pais não sabiam como lidar com a criança </p><p>Ele não parava quieto em sala, só queria ficar no pátio, não interagia comigo e nem com as outras crianças e adultos da escola. Depois de muita investigação, surgiu a hipótese dele ser autista verbal.  Consegui me aproximar dele depois de muito observar o comportamento, quando descobri o seu foco  pelos insetos. Reformule todo o meu planejamento e montei junto com a direção  um projeto  chamado: Vida de inseto. Onde eu passava vídeos, pesquisas e etc. Cada dia tinha que ser uma novidade.  E com isso consegui que ele fosse para sala assistir as aulas.  Foi um ano cansativo, muito cansativo.  Mas com afeto e muita criatividade conseguimos alfabetizar essa criança de A a z no primeiro ano, e com mais um ano ele se alfabetizou. Hoje é um homem de 29 anos, se formando em advocacia.  Ainda o encontro de vez em quando.  Acho que se hoje tivesse que enfrentar esse desafio, não teria ficado tão desesperada, pois saberia como ajudar essa criança. Apesar de ter feito isso, foi muito difícil. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>Relato</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367242342</link>
         <description><![CDATA[<p>Tivemos o ano passado uma aluna chamada Estela, a qual é autista não verbal,com cinco anos de idade, a princípio Estela não conseguia se concentrar e participar das atividades propostas para a turma, com o passar do tempo fomos nos familiarizando com Estela e começamos a descobrir coisas que ela gostava de fazer, que a faziam ficar mais centrada, mesmo que fosse por um tempo mínimo. Estela gostava de brincar com massinha, então começamos a disponibilizar a massinha para ela e introduzir o conteúdo , exemplo modelar as vogais, modelar a letra inicial do nome, modelar o nome. Também buscamos parceria com a família, orientando a mesma para que conversasse com o Neurologista sobre a questão das necessidades terapêuticas da aluna.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:36:40 UTC</pubDate>
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         <title>Situação vivida na escola</title>
         <author>amandaagathacs26</author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367242353</link>
         <description><![CDATA[<p>Na minha escola nós tínhamos um aluno autista não verbal e bastante agitado que precisava andar para se regular, ele fez toda educação infantil na escola, mas quando chegou no primeiro ano, teve muita dificuldade para se adaptar. A sala era pequena e não tinha espaço para que ele andasse e com isso ele ficava desregulado com mais frequência, chegando até a quebrar um computador de tanto que corria se batia nos móveis. Não foi proposital como dito a sala era apertada e ele acabou esbarrando e quebrando. </p><p>Entre as soluções sugeridas para escola foi trocamos para uma sala maior ou dividir a turma porém nada foi feito. As crises do aluno infelizmente foram ficando mais frequentes e por diversas vezes a família teve que ir busca-lo mais cedo, ou as vezes ele não ficava na sala. Infelizmente o aluno saiu da escola. </p><p>Fiquei me questionando sobre como as escolas estão ou não querem estar preparadas para inclusão, aceitam os alunos e depois não dão o suporte necessário e ao meu ver fazem de tudo para que o "aluno problema" saia da escola. </p><p>Sugestões e soluções foram dadas mas não houve empenho em por em prática.</p><p><br/></p><p>Isso é o que mais me entristece enquanto professora, a falta de apoio e preparo das instituições.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:36:43 UTC</pubDate>
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         <title>Vivências como mãe representante da escola</title>
         <author>kliwemquerasian</author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367242992</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando minha filha caçula era aluna da formação básica, eu fui a mãe representante da escola pelos 4 anos de sua formação. Nesse período, eu participava de todos os eventos da escola. Nas ocasiões que tinham passeios com a turma, eu ía como mãe auxiliar e ajudava a tomar conta das crianças. </p><p>Tinha um aluno repetente na turma que era muito agitado. Hoje percebo, com o conhecimento que venho adquirindo na pós graduação em Neuropsicopedagogia, que ele deve ter repetido vários anos por, possivelmente, ter Dislexia e TDAH. A minha estratégia, na época, era "neutralizar" a bagunça, convidando ele para ser o meu monitor e me ajudar com as crianças menores, pois ele era bem mais velho, por conta das repetências. A estratégia sempre funcionou. Naquela época não se falava de TDAH, mas pelo comportamento agitado e dispersivo, possivelmente esse aluno era comorbidade. Acho que essa estratégia que usava nos passeios funcionaria mesmo hoje em dia. O que eu faria a mais enquanto Neuropsicopedagoga, seria indicar um acompanhamento psicológico, fazer reuniões com a família, trazer uma abordagem mais direcionada ao caso dele dentro de sala de aula, para que pudesse perceber quais habilidades poderiam ser desenvolvidas com esse aluno, como poderia ser estimulado a aprender e como, através da gamificação, de brincadeiras, orientação individual , esse aluno pudesse ter uma  melhor performance de aprendizado e relacionamento com os colegas. </p><p>Muitas crianças perdem o estimulo em estudar por conta da dificuldade em aprender. Isso causa baixa autoestima e a comparação que faz com quem aprende, faz a criança se sentir inferior, "burra", e isso é uma barreira para o aprendizado. </p><p>A nova pedagogia propõe que o aluno seja protagonista do aprendizado, inclusive, os alunos com necessidades especiais, então a escola deve se adaptar a essas demanadas e nós, enquanto neuropsicopedagogos temos a missão de levar a informação, traçar estratégias e ajudar a colocar em prática essa nova forma de aprender, para que tenhamos sucesso, em vez de fracasso escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:38:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367243947</link>
         <description><![CDATA[<p>Fiz um atendimento de um aluno no PAE em 2023/24, através de uma parecer pedagógico. O aluno estava no 5º ano e não era alfabetizado, não reconhecia algumas letras e sons. Iniciei um trabalho com jogos e atividades adaptadas. O aluno obteve grandes avanços, mas foi percebido, uma grande dificuldade com a escrita e reconhecimento das letras/sons; um indício  de diagnóstico de dislexia. Porém, a maior dificuldade foi a falta de apoio da família em buscar atendimento na saúde para uma investigação e a falta de apoio em incentivar o aluno em participar mais ativamente das aulas regulares.</p><p>O aluno conseguiu ingressar para o 6º ano, porém ainda com grande dificuldades. A minha maior frustação é a falta de apoio familiar para uma intervenção mais adequada para o aluno na escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:40:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367244769</link>
         <description><![CDATA[<p>Na escola onde trabalhei, tinha um aluno que não conseguia ficar em sala de aula por muito tempo. O máximo que ele conseguia ficar era uma hora. Depois disso, ele ficava rodando em todas as mesas, implicando com as crianças, pegando o material batendo na cabeça dos alunos ou então subindo nas mesas dos alunos. Não obedecia, meu comando e não gostava de ser contrariado, caso contrário virava a mesa para auto. A mãe informou a escola que ele tinha o laudo de TAG, mais estava sendo investigado de novo.</p><p>Então, como possibilidade de solução, pedia a mediadora para dar uma volta com ele lá fora, às vezes fazia as atividades lá no pátio, depois voltava para a sala de aula. E sempre quando &nbsp;tinha alguma regra, conversava com ele, de uma forma amigável com carinho, explicando o motivo pelo o qual não podia certas coisas. Assim conseguia dar aula para ele e todos os alunos. Os alunos sabiam da dificuldade dele e me ajudavam bastante em relação a ele. Tinha um carinho muito grande por ele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:42:38 UTC</pubDate>
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         <title>Orientação à equipe pedagógica </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367245791</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou psicóloga no Centro de Reabilitação. Acompanho uma paciente TEA, de 9 anos, há 2 anos na Instituição. No ano passado a paciente começou a apresentar comportamentos agressivos e desafiadores na escola, até então nunca percebidos na clínica ou na família. Regrediu na aprendizagem, socialização, passou a um horário adaptado na escola e, ainda assim, as queixas não paravam de chegar. Os pais eram chamados todo dia, a escola me enviava alguns relatórios relatando o comportamento da criança mas não conseguíamos entender os gatilhos e a mudança de comportamento repentina. Foi quando decidi entrar em contato direto com a escola, oferecendo uma visita para reunião e esclarecimento. Eu acreditei ser importante reforçar a eles que esse comportamento só era observado na escola, bem como todas as evoluções que a criança vinha tendo no contexto da terapia, e que era importante buscarmos juntos a causa dessa mudança. A escola aceitou, me recebeu muito bem, reuniu toda a equipe pedagógica envolvida no caso da menina e conversamos por 4 horas seguidas. Percebi a motivação da equipe para tentar mudar o caso, mas também percebi muita desinformação sobre o diagnóstico, métodos ineficazes, etc. Houveram inúmeras mudanças de professores, coordenadores, paeds e turmas. A escola basicamente tinha sido toda reformulada, de maneira repentina. Nesse encontro realizei uma psicoeducação básica sobre o transtorno, sobre as características dessa paciente, e montamos juntos um novo plano pedagógico com estratégias e ferramentas adequadas. Desde então, a escola começou a perceber mudanças consideráveis na evolução dela, na socialização e nas demais questões apontadas. Mantivemos o contato para trocas e orientações e recebi o feedback de que a equipe conseguiu aplicar o conhecimento aprendido em outros casos, para outras crianças com transtornos que também vinham apresentando queixas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:45:00 UTC</pubDate>
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         <title>Escola sem acesso.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367246606</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Em 2018 passei como mediadora em uma escola enorme. Dois andares, sala de tecnologia,  auditório,  quadra polivalente enfim para a realidade de escola pública uma escola excelente. O corpo docente estimulado e laborativo, atividades a todo vapor. Após o recesso de julho,  recebemos um aluno cadeirante. Que nos dias de atividades lúdicas e tecnológicas ficava no térreo com sua mediadora fazendo outras atividades. Porquê?! As escadas não permitiam o acesso ao segundo piso.  Então acordamos que levaríamos ele ao  segundo piso no colo. Mas era constrangedor para ele. Sugestionamos a ele que aproveitasse o momento para estreitar laços e assim criou-se uma rede de amigos. Que diante da dificuldade sugeriram uma mudança. Organizado um mutirão trocamos alguns recursos para o térreo,  pleiteamos uma rampa de acesso, que foi feita tempos depois. Diante do ocorrido pensamos....</p><p>2018 se falava o tempo inteiro de acesso, nos deparamos com uma escada do desconhecimento.  </p><p>Podemos presenciar a inclusão na comunidade, aonde todos se voltaram para o caso.</p><p>O poder público teve que ser contestado e estimulado a cumprir o que já era fato. </p><p>O aluno que diante da situação teve que sair da zona de conforto e se reinventar. Saber que tem direitos e deveres iguais aos demais. </p><p>Para a mediadora serviu para entender que a educador precisa ser inovador, incentivador, pró-ativo, antenado e capaz de fazer o que for preciso para alcançar o aprendizado de seus alunos  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:47:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desafio encontrado </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367247454</link>
         <description><![CDATA[<p>Tive a experiência de ser mediadora de inclusão de um aluno com Síndrome de Down e investigação com suspeita de TDAH.</p><p>Ele não tinha rotina escolar, na escola anterior só ficava 2 horas dentro da escola, que não realidade era deixado no parquinho, afirmavam que ele não aceitava a sala de aula, além de que, não estudava todos os dias, a frequência na escola era em torno de 2 a 3 dias somente.</p><p>O desafio foi primeiramente criar uma rotina, adapta-lo a sala de aula, mantê-lo tempo suficiente com a turma,  o que era necessário, e criar estratégias para que ele se conseguisse permanecer todos os dias na escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:49:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Crianças sem acompanhamentos de profissionais especializados </title>
         <author>karenluanahm</author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367252034</link>
         <description><![CDATA[<p>Acompanhei crianças ao longo da minha trajetória na educação que não tiveram o devido acompanhamento médico necessário. Isso fazia com que as crianças mais severas tivessem muita dificuldade de se regular por falta das medicações e das terapias. Nós, educadores ficamos sem saída, muitas vezes por conta das crises que eram muito difíceis e desregulavam as crianças, a rotina e às famílias também.</p><p>Aqui, em Saquarema, os profissionais são escassos e os que a gente tem disponíveis na rede, infelizmente não abrangem todo o município de maneira significativa. Pagar uma terapia ABA, por exemplo, fica inviável pra algumas famílias. Isso deixa as crianças mais vulneráveis e os educadores/professores com o trabalho muito limitado.</p><p>A solução possível, seria, a criação de políticas públicas que simplificassem o acesso dessas crianças aos profissionais especializados. Precisaria haver também um espaço mais amplo de atendimento, como uma clínica de reabilitação que atuasse de maneira mais ampla no município. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 12:59:19 UTC</pubDate>
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         <title>Inclusão?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367258267</link>
         <description><![CDATA[<p>Henrique, um aluno com idade de 4 anos e, visivelmente, portador de TEA, porém não ainda diagnosticado, frequentemente, era levado ao espaço externo da creche por causar "transtornos" em sala de aula. No ano anterior chegou a agredir alguns colegas, o que causou medo nos alunos, que ficavam nervosos nos momentos de alteração no comportamento de Henrique, como gritar, subir nas mesas, fugir da sala e etc. As soluções incluíram levar o aluno para fora da sala na hora da soneca e em momentos de agitação, por exemplo, para o pátio ou para a sala dos professores, onde a porta de ferro era trancada, e manter a sala de aula trancada para evitar fugas. No pátio, ele gritava quando entediado ou para cumprimentar a todos que passavam, já que aprendeu rapidamente o nome de todos os colaboradores da creche. Dessa forma, ainda dificultava o sono dos outros alunos, inclusive de outras salas e, muitas vezes, se mostrava triste, além de entediado, apesar de ser tratado com muita atenção e carinho por todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 13:13:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367260144</link>
         <description><![CDATA[<p>Experiência como PAED </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 13:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Mediação na universidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367264718</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou mediador de um aluno diagnosticado com TEA do curso de Engenharia de Software. Ele apresenta algumas dificuldades de compreensão na explicação do docente sobre alguns temas da disciplina. Como eu conseguia compreender o que o docente dizia e sei que o hiperfoco dele é em super-heróis e jogos antigos, explico a partir desses temas e sempre questiono se entende os conceitos básicos para saber até onde assimilou a informação, e claro desde os temas mais simples, e os "traduzo" através de temas como super heróis e gamers.</p><p>Além disso demonstra uma autoestima baixa com relação ao ser incapaz, portanto frequente uso reforço positivo (palavras de afirmação) em cada etapa concluída nas atividades propostas em sala de aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 13:26:55 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência como auxiliar de disciplina.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367265393</link>
         <description><![CDATA[<p>Bom dia, eu não sou profissional de pedagogia por isso não tenho experiência de sala, todavia me deparo com muitas situações que envolvem o lado emocional dos alunos contados pelos mesmos ou quando alguns nos procuram para desabafar..</p><p>riencia</p><p>Meu relato de experiência ocorreu diante de muitos ontem sexta-feira, um determinado aluno estava com crise de ansiedade e nos encargos de minha função foi querer saber o que estava ocorrendo e o mesmo relata que por inúmeras vezes tem essa crise inclusive em casa. No decorrer da conversa, ela relata que se auto lesiona. Diante disso, foi orientado que ela buscasse ajuda profissional e que ela não estava sozinho na escola e que deve falar sempre quando isso ocorrer. Deixo o meu relato sobre a importância do acolhimento dos alunos e alunos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 13:27:49 UTC</pubDate>
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         <title>Até onde a lei funciona ?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367277575</link>
         <description><![CDATA[<p>Me chamo Yasmim, sou psicóloga e vou contar uma experiência no qual vive no ano de 2022 em uma escola no qual era paed.</p><p>Iniciei o estágio na instituição e era estudante de psicologia do 6 período e acompanhei um aluno com macrocefalia.</p><p> Esse aluno tinha atraso cognitivo e muitas dificuldades com a coordenação motora, quando cheguei para acompanhá-lo ele não sabia nada, ficou muito tempo antes de mim sem um acompanhamento especializado o qual ele tinha o direito pelo seu laudo.</p><p>O aluno não acompanhava a turma, não fazia atividades, e só ia para escola e sentava no fundo da sala brincando com o mesmo jogo todos os dias, a turma era extremamente “prejudicada” pois entrava em muitas crises diariamente.</p><p>Iniciei um projeto junto com a professora da turma o qual queríamos iniciar a alfabetização, e muitos conceitos importantes para que esse aluno conseguisse ter autonomia, trabalhei também a coordenação motora dele e ele teve uma melhora muito significativa, ninguém conseguia dizer que era a mesma criança de antes.</p><p>Foi um longo período para que esse aluno pudesse se sentir confiante e que aprendesse letras e número, e de alguma forma pudesse acompanhar sua turma com atividades adaptadas e até mesmo participar de passeios o qual ele não poderia ir por causa de seu comportamento. </p><p>Esse processo durou 2 anos, porém quando completou um ano em que eu estava com ele, passei pela pior experiência da minha vida e acredito que esse aluno também!</p><p>As crianças de sua turma amavam ele, colaboravam com tido para que ele fosse incluído e até mesmo nos seus dias difíceis, formou amizades linda de amor e cuidado, era emocionante vê.</p><p>Eu e a professora da turma sabia melhor que ninguém por viver diariamente com o aluno, que ele conseguia aprender de forma diferente dos outros alunos, ele só conseguia aprender na prática, no lúdico.</p><p>E foi então que junto da professora começamos a planejar semanalmente atividades no qual os outros alunos estavam dando em sala, para ele também, porém de forma adaptativa para que ele conseguisse aprender , e planejei dinâmicas fora de sala de aula, pois precisava de espaço, no qual todos os dias eu o levava para o pátio e ficávamos 30 minutos fora.</p><p> Criei dinâmicas, teatro, atividades físicas, circuitos, brincadeiras que envolvia o corpo e brilhantemente ele já sabia todas as letras, números, sei comportamento e desenvolvimento acadêmico mudou drasticamente e sua coordenação motora também.</p><p>Essas atividades fizeram com que ele tivesse um avanço muito lindo e todos amaram vê, a família emocionada, pois ele estava aprendendo, tinha deveres de casa e era tudo muito novo também para família o qual sabem participava e sabia de todo o processo.</p><p>Eu também fazia algumas atividades dentro de sala para que outros colegas pudessem participar junto com ele, ou então planejava até mesmo na hora do recreio da turma para que todos pudesses estar nesse processo com o aluno. </p><p>Mas certo dia a profissional da sala de recursos veio até a mim e disse que o meu trabalho estava sendo feito de forma errada, que eu estava excluindo o aluno que precisava ser incluído, que eu estava contra a lei, pois não podia tirar o aluno de sala de aula e muitas outras coisas. </p><p>Eu com muito medo por ser estudante, e não ser “ninguém” ali na escola interrompi muito chateada todo esse processo com o aluno e em uma semana ele caiu o seu rendimento, era notório a mudança de seu comportamento, voltou a ter crises e a não conseguir acompanhar a turma, sua família ficou triste e não entendia o porque daquilo.</p><p>Então decidi voltar com tudo porque não aguentava vê ele piorando novamente, e a mesma profissional novamente veio espalhar para a escola toda que eu estava errada e pediu uma reunião com a escola sobre esse assunto onde o conselho de educação especial foi também nessa reunião o qual não participei, e o veredito foi no qual eu interrompe-se esse processo com o aluno e me afastasse. </p><p>Professores e a família, até mesmo os colegas de turma ficaram aterrorizados com essa mudança e não entendiam o porque se o aluno não era excluído, tinha melhorado e ele não ficava fora de sala de aula como foi mostrado por esse profissional e sim 30 minutos de uma atividade prática, pois era a forma o qual ele conseguia aprender. </p><p>Me colocaram para outro aluno, e esse aluno no qual estava sofreu diariamente pois já tinha se adaptado comigo. Ele só chorava, ficou agressivo, seu rendimento caiu e tinha muitas crises, toda turma sofreu.</p><p>Sua família foi diversas vezes na escola pedir o meu retorno, mas não deixaram.</p><p>Até que entrou uma mediadora para estar com esse aluno, e infelizmente em pouco tempo houve uma agressão da profissional com o aluno e foi um transtorno em toda escola e na secretaria de educação, a profissional foi afastada e o aluno novamente ficou sem acompanhamento, fora toda dor que ele sentiu. </p><p>Não aguentei vê tudo aquilo acontecendo, esse aluno sofrendo e pedi para sair da escola. </p><p>O final foi triste pra mim e tive uma experiência dolorida.</p><p>E me pergunto até hoje até onde a lei vai? A lei vê o aluno dentro de sala de aula? Vê como ele consegue aprender ? Vê qual estratégia aquele aluno consegue aprender? Vê as crises diárias? A resposta que eu tive foi não! </p><p>A lei simplesmente só funciona na teoria e não na prática! Tiram todo o contexto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 13:50:11 UTC</pubDate>
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         <title>Síndrome de Down</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367281202</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu relato é sobre uma aluna com Síndrome de Down.</p><p>Quando Luísa chegou à nossa escola, ela apresentava um histórico de limitações. Na escola anterior, não recebia a estimulação necessária, passando o tempo vagando pelos corredores, sem participar de atividades. </p><p>Decidi que era importante oferecer a ela novas oportunidades de aprendizado. Com o apoio da equipe pedagógica, implementamos métodos diferentes e utilizamos tecnologias adaptativas e atividades lúdicas para engajá-la nas atividades. A abordagem foi focada em criar um ambiente seguro e estimulante.</p><p>Com o tempo, ela começou a se envolver nas tarefas e, em um determinado momento, começou a escrever seu próprio nome. Isso foi um marco significativo em seu desenvolvimento. Além disso, com o apoio da escola, ela conseguiu adquirir autonomia em várias áreas, incluindo ir ao banheiro sozinha – algo que sua mãe considerava difícil.</p><p>Ao longo do ano letivo, a aluna progrediu consideravelmente e alcançou os objetivos propostos dentro de suas capacidades. Essa experiência destacou a importância do incentivo e do suporte educacional adequado para o desenvolvimento de estudantes com necessidades especiais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 13:55:49 UTC</pubDate>
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         <title>Observação na creche </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367288705</link>
         <description><![CDATA[<p>Um aluno da creche apresentava alguns comportamentos diferenciados e sempre que algo saia da rotina ele começava a gritar, jogar tudo para o alto, arremessar mesas e cadeiras, as crianças começaram a ficar com medo dele. A mãe não aceitava e por muita insistência da equipe de inclusão começou um processo de investigação.  Mesmo sendo orientada pela Neuro a dar a medicação, só dava quando ele tinha médico ou precisava sair com ela, quando ia ficar o dia inteiro na creche ela não dava e  as crises só aumentavam. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 14:10:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relato</title>
         <author>jcarmelias</author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367297815</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 14:28:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Na creche onde trabalho, temos um aluno de 3 anos que está no período integral. Ele é autista e, embora demonstre grande inteligência, enfrenta desafios significativos no dia a dia escolar. A família não realiza nenhum acompanhamento especializado e, infelizmente, a mãe não é presente em sua rotina.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367328982</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das principais dificuldades é sua seletividade alimentar. Durante as refeições, ele recusa a maioria dos alimentos oferecidos e só aceita um pequeno grupo de alimentos específicos. Além disso, sua comunicação  ele reproduz constantemente falas de personagens dos vídeos que assiste no celular, sem necessariamente estabelecer diálogos funcionais.</p><p><br/></p><p>Apesar desses desafios, ele tem um excelente potencial cognitivo. Quando conseguimos captar sua atenção, ele demonstra um raciocínio lógico avançado para sua idade e aprende rapidamente novas informações.</p><p><br/></p><p>Dificuldades encontradas:</p><p><br/></p><p>Falta de acompanhamento terapêutico para trabalhar suas necessidades específicas.</p><p><br/></p><p>Seletividade alimentar, o que pode comprometer sua nutrição e energia ao longo do dia.</p><p><br/></p><p>Dificuldade na comunicação funcional.</p><p><br/></p><p>Ausência da mãe no processo educacional, dificultando a implementação de estratégias que também precisariam de apoio familiar.</p><p>Possibilidades de solução:</p><p><br/></p><p>•Construção de uma rotina visual – Criar painéis com imagens para organizar as atividades do dia e ajudar a antecipar os momentos da rotina, como refeições, brincadeiras e descanso. Isso pode reduzir a ansiedade e melhorar sua adaptação ao ambiente escolar. Incluindo ilustraçõese dos alimentos, para trabalhar essa seletividade alimentar com o lúdico. </p><p>• Aproximação gradual da família – Buscar formas de engajar a mãe na vida escolar da criança, seja por meio de reuniões, envio de bilhetes ou pequenos vídeos demonstrando estratégias que podem ser aplicadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 15:29:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desafios na Educação Inclusiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3367370463</link>
         <description><![CDATA[<p>Há 13 anos atrás, quando não tínhamos muitos recursos e nem tanta informação, tive uma aluna que as professoras anteriores não aceitavam que ela tivesse algo. Achavam que ela não aprendia a ler por preguiça, porque "não queria nada". Era uma aluna de 7/8 anos, que tinha acabado de ser adotada, a mãe biológica era alcoólatra. Ela e o irmão sofreram vários tipos de abuso. A mãe adotiva sempre sinalizando e pedindo um outro olhar para a escola e isso não foi feito. Quando essa criança veio para mim, já no 3° ano, eu precisei fazer todo um trabalho  de resgate, inclusive emocional, e assim ela aprendeu a ler. Pouco tempo depois ela foi diagnosticada com SAF (Síndrome Alcoólica Fetal), porém hoje recebe todo o suporte. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 16:44:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3368366679</link>
         <description><![CDATA[<p>Depoimento de uma Educadora na Área da Educação Inclusiva</p><p><br/></p><p>Sou Girlane Cunha de Assis Costa, professora na área da educação inclusiva há dez anos. Durante minha trajetória, tive a oportunidade de acompanhar diversos alunos com diferentes necessidades. Um caso que me marcou profundamente foi o do Diogo, um aluno com deficiência intelectual que ingressou na minha turma no início do ano letivo. Desde o primeiro contato, percebi suas dificuldades em acompanhar o ritmo da turma, principalmente em atividades de leitura e escrita. Além disso, Diogo demonstrava baixa autoestima, evitando participar de tarefas em grupo e expressando, em alguns momentos, frustração por não conseguir realizar certas atividades.</p><p><br/></p><p>Diante desses desafios, percebi a importância de personalizar as estratégias pedagógicas para atender às necessidades específicas de Diogo. Uma das primeiras ações que adotei foi a adaptação curricular, com a simplificação de textos, uso de materiais concretos e atividades mais visuais. Também estabeleci metas de aprendizagem mais realistas e alcançáveis, para que ele pudesse perceber seu progresso gradualmente. Além disso, desenvolvi momentos de reforço individualizado, nos quais trabalhávamos juntos em suas principais dificuldades, proporcionando um espaço seguro para que ele pudesse esclarecer dúvidas sem medo de julgamento.</p><p><br/></p><p>Outro ponto importante foi o estímulo à socialização. Notei que Diogo se sentia isolado e, por isso, implementei atividades colaborativas, como jogos em dupla e projetos em pequenos grupos, sempre orientando os colegas a acolherem suas contribuições. Também busquei dialogar com a família para fortalecer a parceria entre escola e lar, compartilhando estratégias que pudessem ser aplicadas em casa para reforçar sua autonomia e autoconfiança. Essas ações ajudaram Diogo a se sentir mais integrado e a desenvolver habilidades socioemocionais fundamentais.</p><p><br/></p><p>Acredito que, para superar os desafios enfrentados por alunos na educação inclusiva, é essencial adotar uma abordagem flexível, que respeite o ritmo e as singularidades de cada estudante. O trabalho em equipe, envolvendo profissionais da escola, a família e, quando necessário, especialistas, é fundamental para garantir um atendimento adequado. Além disso, investir em formação continuada para os educadores possibilita a implementação de práticas mais eficazes e humanizadas. No caso do Diogo, essas estratégias permitiram avanços significativos, não apenas em seu desempenho acadêmico, mas, sobretudo, em sua autoconfiança e participação ativa no ambiente escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 01:45:48 UTC</pubDate>
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         <title>Meu pequeno Lorenzo com TDAH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3369217914</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2023, na época que lecionava para turmas de 6º e 7º ano, tive um aluno muito inteligente, muito agitado e com muitas respostas para todas as questões de sala de aula e fora dela. Este anjinho, chama-se Lorenzo.</p><p>Me chamo Júlia Ribeiro Merlim e sou professores de Língua Portuguesa e Produção Textual do fundamental 2, e este é meu relato com algumas crianças (com laudo e sem laudo) que ministrei algumas aulas.</p><p>Lorenzo era meu aluno do 6º ano e gostava de brincar, porém, também durante as aulas. Eu era leiga nestes assuntos de TDAH e me informaram que Lorenzo era laudado. Fiquei um pouco nervosa com a chegada dele em sala de aula, pois além de ter essa atenção dispersa, ele chegou na turma em meados de maio, trazendo consigo uma desconfiança com os colegas de classe e com os professores (e eu fui uma das professoras que ele não conseguiu se conectar de começo). </p><p>Passado um tempo, das aulas, percebi que ele arrumava brica sempre com Enzo, outro aluno que chegou um pouco antes das férias do meio do ano, e que tinha uma letra ilegível. </p><p>Sempre tentei manter a turma calma, mas interagindo com a aula. As vezes, perdia muito tempo de para saber se todos estavam bem e se tinham algum questionamento sobre as aulas e a matéria, depois que todos "desabafavam", começava com lecionar.</p><p>Dado os primeiros minutos, Enzo já estava incomodando Lorenzo e iniciava-se as discussões diárias com os dois. </p><p>Um belo dia, com as discussões a flor da pele, sentei do lado dos dois e conversei com cada um, para entender o que acontecia isso, porque tinha brigas todos os dias. Os dois não souberam me dizer, mas em contra partida, pedi que cada um sentasse em cada lado da sala, me obedeceram, mas em pouco tempo, estavam com carinha de triste e não prestavam atenção nas aulas pois estava de cabeça baixa. </p><p>No dia seguinte deste ocorrido, deixei que sentassem perto um do outro, mas avisei que se continuassem, pediria que os dois sentassem comigo lá na frente, pertinho da minha mesa. Aceitaram e ficaram quietos a manhã toda. No recreio, percebi que um era "o melhor amigo" do outro, não desgrudavam um segundo e brincavam alegremente. na volta pra sala que voltava as discussões, pois Lorenzo tentava prestar atenção na aula, copiando tudo e fazendo as questões propostas no livro, enquanto Enzo ficava conversando, chamando a atenção dele não escrevia nada.</p><p>Para contextualizar: Lorenzo chegou antes, laudado com TDAH mas tentava prestar atenção nas aula; Enzo chegou depois, não tinha nenhum laudo e tinha uma péssima caligrafia, juntamente com um problema na vista, que ao longo do tempo, a pálpebra ia fechando, e sem tratamento, ele perderia a visão de um olho; e eu, que não entendia de nada disso, no meio deles dois.</p><p>Com muito respeito, amor e carinho, conversei com os dois juntos dessa vez e pedi para que, se algum dos dois começasse a se distrair da aula, o outro pedisse para prestar atenção, pois estava atrapalhando o entendimento do restante da turma, e assim foi feito. Pedi com muito respeito a particularidade dos dois, pedi com todo carinho que existia em mim e com todo amor pela profissão, e parece que eles entenderam.</p><p>Nas provas, Lorenzo tirava a maior nota sem muito esforço, enquanto Lorenzo, eu tinha que pedir para que ele lesse a prova, pois não entendia nada do que escrevia. somente assim, conseguia dar a nota adequada. A direção me pediu para fazer algo e relação a caligrafia dele, mas eu não sabia por onde começar isso.</p><p>Acabou que me demitiram, por não conseguir ministrar uma boa aula para a  turma, sendo que seguia o livro e dava algumas aulas fora dele, sobre a matéria, entretanto, não consegui atingir todos os alunos de igual forma de aprendizado e fui retirada da escola.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 11:51:09 UTC</pubDate>
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         <title> Um olhar transforma vidas.</title>
         <author>carolineoliveira2832</author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3370216287</link>
         <description><![CDATA[<p>Trabalhei em uma certa escola como secretária escolar. E neste meio tempo eu já cursava pedagogia. Sentada no meu local de trabalho já que minha janela dava acesso ao pátio eu observa as crianças. Dentre tantos alunos que me chamava atenção teve um especifico porque eu não ouvia ninguém falar sobre ele. Relatei para diretora as minhas observações e ela começou aprestar atenção, logo chamou a professora do mesmo e a orientadora. A professora relatou que ele era muito difícil de se lidar por ser mimado. Eu interferir dizendo que não era o meu ponto de vista. A diretora pediu para os pais comparecessem na escola para uma conversa.  Nesta conversa os pais também estava sentindo algo diferente dos demais filhos, mas não estava sabendo lidar com a situação. Enfim, através de um olhar o aluno foi diagnosticado TDAH, passou receber acompanhamento, os pais orientados, o aluno parou de ser visto como desinteressado, mimado. Passou ter as atividades adaptadas do modo que o mesmo alcançasse os conteúdos de aprendizagem. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-18 01:04:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/aleksandrasales/vnq7mrzjauho2po5/wish/3385923184</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando trabalhei como mediador tive a oportunidade de acompanhar um aluno com dislexia.  Durante o ano em o acompanhei pude observar que ele é uma criança muito inteligente e que aprende com facilidade. Porém tem muita dificuldade com a escrita e com auxílio da professora começamos a ajudá-lo utilizando materiais que o auxiliasse tanto na leitura e na escrita. Mas infelizmente a família disse que o aluno não poderia escrever durante as atividades e por causa disso ele passou a se negar a escrever e a fazer pequenas leituras, a partir daí passou a fazer todas as atividades oralmente.  Diante disso, uma das possibilidades de solução apresentar evidências claras de que a intervenção pode ser benéfica para o aluno e se necessário, envolver outros especialistas pode ajudar a validar a importância da intervenção e proporcionar uma abordagem mais completa. O apoio de outros educadores e profissionais pode ajudar a convencer os pais da importância da intervenção.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 01:39:08 UTC</pubDate>
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