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      <title>Terapia Gênica  by Isabela Luz</title>
      <link>https://padlet.com/blumieres/terapiatop</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-08-08 10:19:10 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a terapia gênica?</title>
         <author>blumieres</author>
         <link>https://padlet.com/blumieres/terapiatop/wish/272781870</link>
         <description><![CDATA[<div>É um processo que se popularizou nos anos de 1990 que consiste na transferência de material genético e visa, entre vários objetivos, principalmente, o uso medicinal. Nasce assim, a expectativa de curar doenças genéticas e hereditárias por meio de técnicas in-vivo e, inclusive, ex-vivo, como ocorre com a tecnologia do DNA recombinante (ver imagem), que recebe o nome de "engenharia genética", na qual é permitida a manipulação e correção do genoma. Ademais, existem os métodos que englobam a terapia gênica e a terapia celular, podendo assim complementar as pesquisas das duas áreas, como por exemplo a manipulação genética de células-troncos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-12 23:58:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>blumieres</author>
         <link>https://padlet.com/blumieres/terapiatop/wish/272782252</link>
         <description><![CDATA[<div>"<em>A realização desses ensaios clínicos de terapia gênica depende de aprovação prévia por comitês de ética locais e nacionais, como a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) no Brasil ou a Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos, que devem autorizar procedimentos envolvendo DNA recombinante. No entanto, diferentemente dos Estados Unidos, ainda não existe no Brasil regulamentação específica sobre terapia gênica, a qual precisa, urgentemente, ser elaborada tanto para evitar o uso inadequado das terapias quanto para controlar a produção e importação de insumos do exterior. No momento, resta às autoridades sanitárias aplicar normas consagradas no exterior para examinar eventuais pedidos de licença ou fiscalizar ensaios clínicos e eventuais produtos de terapia gênica no país."  -</em><strong>Estud. av. vol.24 no.70 São Paulo  2010 (Dossiê Biotecnologia/Rafael Linden)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-13 00:02:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>blumieres</author>
         <link>https://padlet.com/blumieres/terapiatop/wish/272782344</link>
         <description><![CDATA[<div><em>"A distribuição dos ensaios clínicos por indicação terapêutica corrobora um aspecto já mencionado. Embora a terapia gênica tenha sido concebida originalmente com o objetivo de tratar doenças monogênicas, essas constituem hoje o alvo de menos de 10% dos ensaios clínicos. A predominância de câncer pode ser explicada, em parte, pela maior facilidade de aprovação de ensaios clínicos baseados no uso compassionado de drogas ou terapias experimentais em pacientes terminais, mas também pelo grande avanço no desenho de vírus oncolíticos (que destroem células tumorais) e terapias com genes suicidas" -</em><strong>Estud. av. vol.24 no.70 São Paulo  2010 (Dossiê Biotecnologia/Rafael Linden)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-13 00:03:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>blumieres</author>
         <link>https://padlet.com/blumieres/terapiatop/wish/272782447</link>
         <description><![CDATA[<div>"<em>A variedade de genes utilizados nos ensaios clínicos reflete o caráter ad hoc da terapia gênica. É provável que o avanço dessa área de pesquisa médica seja fortemente influenciado pela tendência ao desenvolvimento de medicina personalizada, com base em avanços da genética, da farmacogenômica e de outros campos de investigação moderna. Ainda assim, a prevalência de antígenos, citocinas, supressores de tumor e genes suicidas corresponde à predominância de câncer como indicação terapêutica mais frequente na pesquisa clínica nessa área." -</em><strong>Estud. av. vol.24 no.70 São Paulo  2010 (Dossiê Biotecnologia/Rafael Linden)</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-13 00:04:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>blumieres</author>
         <link>https://padlet.com/blumieres/terapiatop/wish/272782685</link>
         <description><![CDATA[<div><em>"O tópico de vetores é, sem dúvida, o mais crítico para o avanço da terapia gênica no sentido da aplicação à prática médica. O gráfico compila dados obtidos em duas décadas, ao longo das quais o progresso tecnológico na área de vetores foi extraordinário. Por exemplo, em contraposição ao tipo de vetor adenoviral que ensejou a morte de um paciente de um ensaio clínico em 1999 (ver adiante) e quase paralisou a pesquisa em terapia gênica, hoje estão disponíveis vetores adenovirais de terceira geração, radicalmente modificados no sentido de evitar efeitos adversos como o que vitimou aquele paciente. Cresce, contudo, a expectativa de utilização de vetores virais intrinsecamente mais seguros, como os vetores derivados de vírus adenoassociado" -</em><strong>Estud. av. vol.24 no.70 São Paulo  2010 (Dossiê Biotecnologia/Rafael Linden)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-13 00:06:38 UTC</pubDate>
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         <title>bibliografia </title>
         <author>blumieres</author>
         <link>https://padlet.com/blumieres/terapiatop/wish/272782847</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Biotecnologia/terapia_genica.php<br>http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142010000300004<br><a href="https://www.google.com.br/amp/s/www.tuasaude.com/terapia-genica/amp/">https://www.google.com.br/amp/s/www.tuasaude.com/terapia-genica/amp/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-13 00:08:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>blumieres</author>
         <link>https://padlet.com/blumieres/terapiatop/wish/272914971</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-08-13 18:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>Aplicações</title>
         <author>blumieres</author>
         <link>https://padlet.com/blumieres/terapiatop/wish/272923686</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia de usar o DNA recombinante foi baseada nas doenças causadas por mutações monogênicas. Dessa forma, a expressão do gene disfuncional é substituída com a inserção do gene terapêutico. Além disso, no caso de doenças não monogênicas, essa terapia pode ser usada para amenizar ou evitar o avanço delas. Há também a técnica in-vivo que consiste nas chamadas vacinas de DNA; nelas, a pessoa recebe o gene que codifica uma proteína específica de determinado agente agressor, fazendo, teoricamente, o organismo fabricar de forma permanente essa proteína exógena. A terapia gênica é feita primeiramente com a separação do gene causador da enfermidade, que será substituído por um saudável. Essa técnica de separar o DNA que contém esse gene defeituoso é chamado de clonagem ou isolamento. O gene saudável deve ser transferido para as células e resistir por bastante tempo, além de fazer com que as células produzam muita proteína até reparar os danos causados pela doença genética. São exemplos de enfermidades tratadas por terapia gênica a diabetes tipo 1, no qual o paciente não produz o hormônio insulina, além da doença de Parkinson.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-13 18:57:07 UTC</pubDate>
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