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      <title>Geração Indianista by Stefany Moreira</title>
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         <author>cstefany2004</author>
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         <author>cstefany2004</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Indianismo, característico da primeira geração romântica (1836 - 1852), foi um movimento literário brasileiro que tinha como característica principal a valorização exacerbada do indígena e da pátria. O movimento artístico vigente na época era o Romantismo, que retratava os indígenas como "<strong>heróis nacionais</strong>".<br>O indígena era considerado o “bom selvagem”, símbolo da inocência e pureza.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 21:35:13 UTC</pubDate>
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         <author>cstefany2004</author>
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         <description><![CDATA[<div>Surgiu no período pós-independência (1822), com o intuito de refundar a identidade brasileira (nacionalista). O indígena, símbolo nacional, era posto como o herói em sua natureza extremamente bela. Ademais, vale ressaltar que, o sentimento ufanista se fazia presente entre as principais obras dessa geração, demonstrando um sentimento de exaltação e soberania brasileira.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 21:36:26 UTC</pubDate>
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         <author>cstefany2004</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>-</strong> Ufanismo;</div><div><strong>-</strong> Sentimentalismo e religiosidade;</div><div><strong>-</strong> Exaltação da natureza e da liberdade;<br><strong>-</strong> Valorização e idealização da figura do índio;<br><strong>-</strong> Brasileirismo;</div>]]></description>
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         <author>cstefany2004</author>
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         <author>cstefany2004</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>José de Alencar</strong> é considerado um dos maiores expoentes do romantismo no Brasil.<br><br></div><div>Atuou como jornalista, crítico, advogado, dramaturgo e político. Além disso, <strong>foi Patrono da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras (ABL).</strong><br><br><strong>Nasceu em 1º de maio de 1829 na cidade de Messejana, no Ceára</strong>.<br><br></div><div><strong>Estudou no Colégio de Instrução Elementar e, em 1846, com 17 anos, Ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco</strong>.&nbsp;</div><div><br>Atuou como<strong> jornalista </strong>no “<em>Correio Mercantil</em>” (1854) e <strong>redator-chefe</strong> no “<em>Diário do Rio de Janeiro</em>” a partir de 1856.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Casou-se com Ana Cochrane e, em 1872, teve seu primeiro filho</strong>, Mário Cochrane de Alencar (membro da Academia Brasileira de Letras).<br><br></div><div><strong>Faleceu no Rio de Janeiro dia 12 de dezembro de 1877, com 48 anos, vítima de tuberculose.</strong></div>]]></description>
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         <author>cstefany2004</author>
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         <title></title>
         <author>cstefany2004</author>
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         <description><![CDATA[<div>Importante escritor da primeira geração romântica, fase marcada pelo binômio <strong>nacionalismo-indianismo</strong>.<br><br></div><div><strong>Foi Patrono da Cadeira n°28 e ainda exerceu a profissão de professor e jornalista.</strong><br><br></div><div>De descendência portuguesa, Manuel Antônio de Almeida, <strong>nasceu no Rio de Janeiro, dia 17 de novembro de 1831.</strong><br><br></div><div><strong>Filho do tenente Antônio de Almeida e de Josefina Maria de Almeida,</strong> Manuel teve uma infância marcada por dificuldades financeiras e com apenas <strong>10 anos ficou órfão de pai</strong>.<br><br></div><div>Estudou na Academia de Belas-Artes e,<strong> com 17 anos ingressou no Curso de Medicina</strong>, na Faculdade de Medicina da Corte, graduando-se em 1855.<br><br></div><div><strong>Quando tinha por volta de 20 anos sua mãe faleceu</strong> e, portanto, empregou-se no Correio Mercantil, em 1852.<br><br></div><div>Anos mais tarde, em 1858, <strong>foi nomeado Administrador da Tipografia Nacional, local onde conheceu o escritor Machado de Assis (1839-1908)</strong>, que trabalhava como ajudante de Tipografia e do qual tornou-se amigo e protetor.</div><div><br></div><div>Faleceu em Macaé, interior do Rio de Janeiro, dia 28 de <strong>novembro de 1861, com apenas 30 anos, vítima do naufrágio do barco a vapor “Hermes”, fato que matou cerca de 30 pessoas.</strong></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>cstefany2004</author>
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         <title></title>
         <author>cstefany2004</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Joaquim Manuel de Macedo</strong> foi um escritor brasileiro da primeira geração romântica (de 1836 a 1852).</div><div><br><strong>Joaquim Manuel de Macedo</strong>, jornalista, professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista, nasceu em Itaboraí, RJ, em 24 de junho de 1820, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 11 de abril de 1882. <br><br>É o <strong>patrono da cadeira n. 20</strong>, por escolha do fundador Salvador de Mendonça.</div><div><br>Era filho do casal Severino de Macedo Carvalho e Benigna Catarina da Conceição. Formado em Medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, passou algum tempo no interior da província. <br><br>No mesmo ano da formatura (1844), publicou <strong><em>A Moreninha</em></strong>, que lhe deu fama instantânea e constituiu uma pequena revolução literária, <strong>inaugurando a voga do romance nacional.</strong> <br><br>Em 1849, fundou com Araújo Porto-Alegre e Gonçalves Dias a revista <strong><em>Guanabara</em></strong>, onde apareceu grande parte do seu poema-romance<strong> </strong><strong><em>A Nebulosa</em></strong><strong>,</strong> que alguns críticos consideram um dos melhores do Romantismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 22:03:34 UTC</pubDate>
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         <title>Obras de Joaquim Manuel de Macedo</title>
         <author>cstefany2004</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>A Moreninha, 1844</strong></li><li>O Moço Loiro, 1845</li><li>Os Dois Amores, 1848</li><li>Rosa, 1849</li><li>Vicentina, 1853</li><li>O Culto do Dever, 1865</li><li>O Forasteiro, 1856</li><li><strong>A Nebulosa, 1857</strong></li><li>A Luneta Mágica, 1869</li><li>As Vítimas Algozes, 1869</li><li>O Rio do Quarto, 1869</li><li>As Mulheres de Mantilha, 1870</li><li>A Namoradeira, 1870</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 22:06:36 UTC</pubDate>
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         <title>A Moreninha</title>
         <author>moweiyurr</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trecho de A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo:<br><br>"Em uma das ruas do jardim duas rolinhas mariscavam: mas, ao sentirem passos, voaram e pousando não muito longe, em um arbusto, começaram a beijar-se com ternura: e esta cena se passava aos olhos de Augusto e Carolina!...<br>Igual pensamento, talvez, brilhou em ambas aquelas almas, porque os olhares da menina e do moço se encontraram ao mesmo tempo e os olhos da virgem modestamente se abaixaram e em suas faces se acendeu um fogo, que era pejo. E o mancebo, apontando para ambos, disse:<br>- Eles se amam!<br>E a menina murmurou apenas:<br>- São felizes.<br>-Pois acredita que em amor possa haver felicidade?<br>-Às vezes.<br>-Acaso, já tem a senhora amado!...&nbsp;<br>-Eu?!...e o senhor?<br>- Comecei a amar há poucos dias.<br>A virgem guardou silêncio e o mancebo, depois de alguns instantes, perguntou tremendo:<br>- E a senhora já ama também?<br>Novo silêncio; ela pareceu não ouvir, mais suspirou. Ele falou menos baixo:<br>- Já ama também?...<br>Ela abaixou ainda mais os olhos e com voz quase estinta disse:<br>- Não...Não sei...talvez...<br>- E a quem?...<br>-Eu não perguntei a quem o senhor amava.<br>-Quer que lho diga?...<br>-Eu não pergunto.<br>-Posso eu fazê-lo?<br>-Não lho impeço.<br>-É a senhora.<br>D. Carolina fez-se cor-de-rosa e só depois de alguns instantes pôde perguntar, forcejando um sorriso:<br>-Por quantos dias?<br>-Oh! Para sempre!... - respondeu Augusto, apertando-lhe vivamente o braço.<br>(...)"&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 22:43:30 UTC</pubDate>
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         <title>Características centrais de A Moreninha</title>
         <author>moweiyurr</author>
         <link>https://padlet.com/cstefany2004/vl74bzgmv7psosyh/wish/2118139926</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Idealização do amor puro e que resiste ao tempo;</li><li>Descrição dos costumes, hábitos e lugares da época;</li><li>Leitura corriqueira e agradável;</li><li>Linguagem coloquial.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 23:30:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Obras</title>
         <author>dudabarretoas0</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Romances</strong></div><ul><li>Cinco Minutos (1856)</li><li><strong>A Viuvinha</strong> (1857)</li><li>O Guarani (1857)</li><li>Lucíola (1862)</li><li>Diva (1864)</li><li><strong>Iracema</strong> (1865)</li><li>O Gaúcho (1870)</li><li>O Tronco do Ipê (1871)</li><li>Sonhos D'ouro (1872)</li><li>Alfarrábios (1873)</li><li>Ubirajara (1874)</li><li>O Sertanejo (1875)</li><li>Senhora (1875)</li><li>Encarnação (1877)</li></ul><div><strong>Teatro</strong></div><ul><li>Verso e reverso (1857)</li><li>O demônio familiar (1857)</li><li>As asas de um anjo (1858)</li><li>Mãe (1860)</li><li>O jesuíta (1875)</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 01:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Obras</title>
         <author>dudabarretoas0</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escreveu um único livro “Memórias de um Sargento de Milícias” (1853) e uma peça de teatro intitulada “Dois Amores”, em 1861.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 01:05:12 UTC</pubDate>
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         <title>A viuvinha </title>
         <author>dudabarretoas0</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>— A senhora me ama?<br><br></div><div><br>A voz do moço pronunciando essas palavras se tornara tão surda que perdera o metal para tornar-se apenas um sopro.<br><br></div><div><br>A menina não respondeu.<br><br></div><div><br>— É o meu destino que eu lhe pergunto! murmurou ele. Carolina venceu a intimidem.<br><br></div><div><br>— Não sabe a minha história? disse ela.<br><br></div><div><br>— Sei.<br><br></div><div><br>— Então compreende que não posso, que não devo amar a ninguém mais neste mundo!<br><br></div><div><br>A moça sentiu que seu amante lhe cerrava as mãos com uma emoção extraordinária; teve pena dele e conheceu que não teria forças para consumar o sacrifício. — Não me pode... não me deve amar... E por que razão me deixou conhecer uma esperança vã?<br><br></div><div><br>— Por quê?... balbuciou a menina.<br><br></div><div><br>— Sim, por quê?... Zombava de mim!<br><br></div><div><br>— Oh! não! Não pensava no que fazia. Era mais forte do que a minha vontade!<br><br></div><div><br>— Mas então me ama?... É verdade?... perguntou o desconhecido, com ansiedade.<br><br></div><div><br>— Não sei.<br><br></div><div><br>— Para que negá-lo?<br><br></div><div><br>— Pois sim! É verdade! Mas é impossível!<br><br></div><div><br>— Não compreendo.<br><br></div><div><br>— Escute: não estranhe o que lhe vou dizer, não me crimine pelo passo que dei. Fiz mal em vir aqui, em esperá-lo; mas tenho eu culpa?... Faltou-me o ânimo de recusar-lhe o que me pedira... E vim somente para suplicar-lhe... — Suplicar-me?... o quê?<br><br></div><div><br>— Que se esqueça de mim, que me abandone!<br><br></div><div><br>— Importuno-a com a minha afeição?<br><br></div><div><br>— Não diga isso!<br><br></div><div><br>— Seja indiferente a ela.<br><br></div><div><br>— Se eu pudesse...<br><br></div><div><br>— Não pode?... Então dê-me a felicidade.<br><br></div><div><br>— Se estivesse em mim! Porém já lhe confessei; é impossível.<br><br></div><div><br>— Por que motivo?<br><br></div><div><br>— Eu devo... eu sinto que amo a meu marido.<br><br></div><div><br>— Morto?<br><br></div><div><br>— Sim.<br><br></div><div><br>Houve uma pausa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 01:20:56 UTC</pubDate>
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         <title>Características centrais</title>
         <author>dudabarretoas0</author>
         <link>https://padlet.com/cstefany2004/vl74bzgmv7psosyh/wish/2118310219</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste livro José de Alencar traz um personagem principal que é um herói que supera tudo, é rico, honesto e na flor da idade. Tudo isso situado em uma sociedade que já se mostrava desigual. A fragilidade da mulher, descrição dos ambientes, mistério, religiosidade e o acaso são outros elementos presentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 01:31:31 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de um Sargento de Milícias</title>
         <author>dudabarretoas0</author>
         <link>https://padlet.com/cstefany2004/vl74bzgmv7psosyh/wish/2118321456</link>
         <description><![CDATA[<div><em><br>"Sua história tem pouca coisa de notável. Fora Leonardo algibebe em Lisboa, sua pátria; aborrecera-se porém do negócio, e viera ao Brasil. Aqui chegando, não se sabe por proteção de quem, alcançou o emprego de que o vemos empossado, o que exercia, como dissemos, desde tempos remotos. Mas viera com ele no mesmo navio, não sei fazer o quê, uma certa Maria de hortaliça, quitandeira das praças de Lisboa, saloia rechonchuda e bonitona. O Leonardo, fazendo-se-lhe justiça, não era nesse tempo de sua mocidade mal apessoado, e sobretudo era maganão. Ao sair do Tejo, estando a Maria encostada à borda do navio, o Leonardo fingiu que passava distraído junto dela, e com o ferrado sapatão assentou-lhe uma valente pisadela no pé direito. A Maria, como se já esperasse por aquilo, sorriu-se como envergonhada do gracejo, e deu-lhe também em ar de disfarce um tremendo beliscão nas costas da mão esquerda. Era isto uma declaração em forma, segundo os usos da terra: levaram o resto do dia de namoro cerrado; ao anoitecer passou-se a mesma cena de pisadela e beliscão, com a diferença de serem desta vez um pouco mais fortes; e no dia seguinte estavam os dois amantes tão extremosos e familiares, que pareciam sê-lo de muitos anos."</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 01:38:49 UTC</pubDate>
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         <title>Características centrais </title>
         <author>dudabarretoas0</author>
         <link>https://padlet.com/cstefany2004/vl74bzgmv7psosyh/wish/2118330126</link>
         <description><![CDATA[<div>O romance de Manuel Antônio de Almeida, escrito no período do romantismo, retrata a vida do Rio de Janeiro no início do século XIX e desenvolve pela primeira vez na literatura nacional a figura do malandro. A história se passa no começo do século XIX, ocasião em que a família real portuguesa se refugiou no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 01:44:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cstefany2004</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Rodrigues Sozinho<br>Camille Nazaré de Sá Cavalcante<br>Cláudia Stefany Marques Moreira<br>Maria Eduarda Barreto de Almeida<br>Paulo Vitor Araújo dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 10:59:39 UTC</pubDate>
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