<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Fichamentos/Metodologia Científica  by Camille Vitória</title>
      <link>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks</link>
      <description>Criado com extravagância</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-03 00:55:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-04-08 22:27:18 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Fichamento de Resumo</title>
         <author>camillevictoria985</author>
         <link>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136305613</link>
         <description><![CDATA[<div>SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. <strong>O pequeno príncipe. </strong>São Paulo SP, Círculo do Livro,1989.</div><div><br>CAPÍTULO I : Aos 6 anos, o livro sobre a Floresta Virgem o encorajou no seu primeiro desenho. A representação de uma jiboia digerindo um elefante, mas para pessoas grandes não passava de um chapéu. Desencorajado, abandonou a carreira de pintor, cresceu e aprendeu a pilotar aviões, a ter outros interesses. Conviveu com pessoas grandes, mas sempre conservando sua experiência com o desenho número 1.</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO II : Em uma de suas viagens houve uma pane no deserto do Saara, eis uma vozinha que o acorda pedindo para que o desenhasse um carneiro. A criança insiste, então o piloto refaz o desenho número, mas o garoto não desejava um elefante numa jibóia, queria um carneiro; todas as tentativas foram recusadas. Arriscou uma caixa com o carneiro dentro, logo a aceitação era o que o pequeno príncipe esperava.</div><div>&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO III: O príncipe fazia muitas perguntas, concluiu que o piloto veio do céu e perguntou de qual planeta ele era. Diante do mistério de outros planetas, o piloto tenta descobrir de qual o pequenino veio, mas só soube que de onde vindes era muito pequeno.</div><div>&nbsp; &nbsp;</div><div>CAPÍTULO IV: O planeta de origem do pequenino era pouco maior que uma casa, o piloto sabia da existência de outros planetas e como os astrólogos os nomeavam, supôs que o príncipe vinha do asteroide B 612, pois as pessoas grandes ficariam convencidas de sua origem, já que elas adoram números. O piloto se entristece ao narrar suas lembranças, os detalhes importantes, ele não via carneiros através de caixas; se deu conta de que era um pouco como as pessoas grandes, ele tinha envelhecido.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>CAPÍTULO V: Graças ao carneiro surge o drama dos baobás, se eles comiam arbustos logo eles comeriam os baobás? O pequeno queria que os carneiros comessem as sementes terríveis que infestavam o solo do seu planeta; as raízes penetram o planeta pequeno e ele acaba rachando, era uma questão de disciplina remover os baobás. O piloto fez um desenho para alertar as crianças do perigo das árvores grandes, a ilustração de um planeta que um preguiçoso havia deixado 3 arbustos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>CAPÍTULO VI: Começando a compreender a vida melancólica do homenzinho, ele gostava do pôr do sol. No planeta da criança não era necessário esperar tantas horas para ver o fenômeno, bastava recuar a cadeira e contemplar o crepúsculo quantas vezes quisesse. Quando ele estava triste gostava de ver o sol se pôr, um dia viu 40 vezes.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO VII: O carneiro comia as flores com espinhos? para que serviam os espinhos? O piloto estava ocupado e como a criança não arredava o pé para uma pergunta, ele respondeu que os espinhos não serviam para nada. Defendeu a flor, mas o piloto não ligou e ele insistiu novamente, mas foi ignorado. A criança disse que ele falava como as pessoas grandes, que assim como o sujeito vermelho se dizia um “homem sério”. Após um monólogo do pequeno, o piloto tomou o príncipe nos braços que chorava muito, não sabendo como consolá-lo.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO VIII: Conheceu melhor a flor, que não ocupava lugar e nem incomodava. Um grão vindo de algum lugar se instalou e o príncipe notou algo miraculoso, eis que no nascer do sol ela desperta. A flor não era modesta, pediu que o pequenino cuidasse dela; ela tinha horror às correntes de ar e começou sua lista de desejos, advindos de algumas inverdades. Logo ele começou a duvidar dela, se sentiu infeliz, não deveria ter escutado a flor, bastava olha-lá. Era jovem demais para saber amar.<br><br>CAPÍTULO IX: Aproveitou a migração de pássaros para ajustar o planeta antes da sua viagem, removeu os vulcões, arrancou os últimos baobás. Se pôs a chorar e a dizer adeus à flor, ela o pediu perdão pelos seus atos, que foi tão tola quanto ele; apenas queria que ele fosse feliz. Ela acrescentou que conseguiria se cuidar dos bichos pois tinha seus espinhos, ademais disse para o homenzinho ir, era muito orgulhosa para deixar ele vê-la chorar. A flor entendeu que era preciso suportar as larvas para conhecer as borboletas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO X: Ao partir, o pequeno príncipe começou a visitar os asteroides procurando uma ocupação para se instruir. No primeiro planeta, habitava um rei, que vestia um longo e magnífico manto de púrpura e arminho. O rei fazia questão que sua autoridade fosse respeitada, pois ele reinava sobre tudo e não tolerava indisciplina. Ele não queria que o pequeno príncipe partisse, pois raramente recebia visitas, então ofereceu-lhe o cargo de ministro da justiça, para que condenasse o rato que habitava o seu planeta a morte. O&nbsp; príncipe não gostou da proposta e seguiu sua viagem.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO XI: No segundo planeta habitava um vaidoso, que considerava os visitantes como seus admiradores, a cada palmas e elogios que recebia, ele agradecia erguendo o seu chapéu. No primeiro momento o pequeno príncipe achou divertido&nbsp; o ato do vaidoso, mas após cinco minutos, se cansou daquela monotonia. Ao ser questionado pelo príncipe, o vaidoso explicou-lhe o que seria admirar, o príncipe então, por sua vez, concluiu que as pessoas são bizarras e seguiu viagem.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>CAPÍTULO XII: O terceiro planeta era habitado por um bêbado e foi a visita mais rápida realizada pelo pequeno príncipe. Chegando ao planeta, o pequeno príncipe encontrou o bêbado dentre várias garrafas vazias. Após ser questionado o bêbado explicou o motivo de beber tanto e de estar naquela situação, resultando em uma grande melancolia no príncipe que decidiu então, ir embora daquele planeta.</div><div>&nbsp; &nbsp;</div><div>CAPÍTULO XIII: Chegando ao quarto planeta, o planeta&nbsp; do homem de negócios, o pequeno príncipe percebeu que homem não parava de fazer contas e que estava tão ocupado que nem o cumprimentou&nbsp; em sua chegada. O homem de negócios contou ao príncipe que estava a contar as estrelas, pois ele as possuía, tornando-se assim, um homem rico para comprar mais estrelas. O homem de negócios as administrava, contava e recontava. O pequeno príncipe concluiu que os atos do homem de negócios eram divertidos e poéticos, mas inúteis&nbsp; as estrelas e então seguiu sua viagem.</div><div>&nbsp;</div><div>CAPÍTULO XIV: O quinto planeta era o menor de todos, possuía apenas um lampião e um acendedor de lampiões. Neste planeta, os dias duravam apenas um minuto,&nbsp; o acendedor de lampiões, fiel ao regulamento, desligava o lampião de dia e ligava&nbsp; de noite. O acendedor estava cansado e então&nbsp; o pequeno príncipe tentou ajudá-lo dando algumas soluções, mas o acendedor concluiu que não havia&nbsp; como resolver a situação. De todos os homens que visitou, o príncipe&nbsp; considerou o acendedor o menos absurdo e gostaria de tê-lo feito seu amigo, mas o seu planeta era pequeno demais para os dois.<br><br>CAPÍTULO XV: O sexto planeta era muito maior,&nbsp; habitado por um velho, geógrafo, que escrevia alguns livros enormes. O pequeno príncipe achou o planeta do velho tão grande e majestoso que perguntou-lhe sobre o que havia ali. O geógrafo, por sua vez, não soube responder, pois estava com falta de exploradores. O velho então, pediu ao príncipe que lhe&nbsp; descrevesse o seu planeta,&nbsp; para anotar&nbsp; em um de seus livros. O principezinho ao falar sobre a flor , sentiu remorso por tê-la deixado sozinha em seu planeta, mas retomou coragem e seguiu para o planeta terra.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>CAPÍTULO XVI: O sétimo planeta foi a Terra, este que não fora qualquer planeta. O pequeno príncipe fez a contagem dos habitantes, relacionando-os aos reis, aos geógrafos,aos beberrões e aos vaidosos, totalizando uma base de dois bilhões de pessoas grandes. Ainda estudando sobre as dimensões da terra, teve a&nbsp; ideia de abordar que antes da invenção da eletricidade, para manter os seis continentes era necessário um verdadeiro exército de quatrocentos e sessenta e dois mil quinhentos e onze acendedores de lampiões.</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO XVII :Após um tempo observando o ambiente do planeta e fazendo umas reflexões sobre as pessoas grandes, o pequeno príncipe começara a ficar&nbsp; surpreso por não ver ninguém até que viu-se um anel de cor de lua a remexer na areia. Durante o diálogo entre o menino e a serpente, o animal ajudou o pequeno com algumas informações sobre a terra, porém ele insistia em debochar da forma fina da serpente, a comparando com um dedo. Logo ela falou que era mais poderosa que o dedo de um rei e que poderia levá-lo mais longe que um navio, mas o garoto saiu a subestimando.</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO XVIII: Logo após se despedir da serpente, o principezinho atravessou o deserto e se deparou com uma única flor no caminho, tendo apenas três pétalas. Eles tiveram um diálogo muito curto e por conseguinte o pequeno príncipe seguiu seu caminho.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO XIX : Em seguida, o pequeno escala uma montanha enorme, era tão alta que ele pensava que enxergaria todo o planeta e todos os homens, mas só viu agulhas de pedras, pontudas. Ele começou a dialogar a sua frente, sendo respondido com o eco das suas próprias sentenças e chegou à conclusão que o planeta terra é engraçado por ser todo seco, pontudo e salgado e julgou a dizer que os homens não tem imaginação.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>CAPÍTULO XX: Depois de ter andado há tanto tempo, o principezinho finalmente achou a estrada, essas que levariam ele aos homens, Todavia ele acabou por encontrar um jardim cheio de rosas idênticas à sua flor, isso fez com que ele ficasse infeliz por ter acreditado que ela era a única de sua espécie em todo o universo. Por fim, ele concluiu que não chegava a ser um grande príncipe e isso fez com que ele chorasse, deitado na relva.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO XXI: Foi então que a raposa o encontrou e o mesmo, que estava triste, a chamou para brincar. No entanto, a raposa recusou por não se sentir cativada e com isso eles tiveram um longo diálogo sobre o conceito de cativar e como pôr em prática esta ação que por muito tempo fora&nbsp; esquecida pelos homens. Após ver como o pequeno príncipe era puro, a raposa decidiu criar laços com ele, mesmo sabendo que ele iria embora, ela queria ele como amigo e lembrar dele. No último momento juntos, a raposa cita o seu segredo que é: “só se ver o bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos.”</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>CAPÍTULO XXII: Após deixar a raposa para trás, o principezinho se depara com o guarda-chaves, logo questionando-o sobre o que lá ele fazia. O guarda-chaves o responde dizendo que organiza os passageiros para que sejam despachados nos trens, ele ainda explica ao principezinho que as pessoas nunca estão satisfeitas onde estão e nem sabem o que procuram, ao contrário das crianças.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>CAPÍTULO XXIII: Nesse capítulo, o principezinho depara-se com um vendedor que tinha como produto pílulas que prometiam aplacar a sede e gerar uma grande economia de tempo, o principezinho pensou consigo que gastaria esse tempo ganho caminhando até uma fonte.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO XXIV: O principezinho e o narrador deparam-se com uma situação extremamente difícil já que estavam no seu último dia de água e começavam a pensar que a morte já era certa, naquela situação, para ambos. Contudo, ocorre ao principezinho que ambos poderiam sair em busca de um poço.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO XXV: Depois de vagar pelo deserto, o principezinho e o narrador finalmente encontram um poço onde ambos podem matar a sede, o que traz novamente, a cabeça do principezinho, o questionamento sobre como os homens são apressados e andam para todos os lados sem saber o que querem ou procuram, cultivando várias coisas , pessoas e objetos , mas sem as cativar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>CAPÍTULO XXVI: Depois que o narrador volta de sua jornada em busca de consertar seu equipamento , ele depara-se com o principezinho conversando com uma serpente e fica , por um momento, muito preocupado. Ademais, eles conversam sobre seu retorno para o seu planeta de origem e com muita melancolia o narrador tenta a todo custo convencer o pequeno príncipe a não continuar sua jornada de volta.</div><div><br></div><div>CAPÍTULO XXVII: Neste capítulo, o narrador faz uma reflexão sobre como estará o principezinho e sobre como ainda é difícil falar sobre o assunto e pensar nas possibilidades que possam ter ocorrido com o pequeno príncipe que agora está de volta a seu planeta natal, deixando essa interrogação a cada um de seus interlocutores.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-08 13:09:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136305613</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fichamento Bibliográfico</title>
         <author>carolinabrazao</author>
         <link>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136930751</link>
         <description><![CDATA[<div>SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. <strong>O pequeno príncipe</strong>. São Paulo SP, Círculo do Livro,1989.p. 70.<br><br>Pequeno Príncipe é uma obra escrita em uma linguagem simples e direta, considerada uma literatura infantil e também uma fábula. O livro traz uma reflexão da sociedade e uma crítica de que as pessoas necessitam ser mais humanas, em que as interações entre elas devem ser menos superficiais e mais profundas, servindo como um aviso aos diversos padrões da sociedade, seja ele pessoal, social e político. A obra é narrada em primeira pessoa por um narrador-personagem, apresentado como o piloto.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-08 21:17:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136930751</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fichamento de Comentário</title>
         <author>carolinabrazao</author>
         <link>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136930840</link>
         <description><![CDATA[<div>VASCONCELOS, José Gerardo. <strong>Nietzsche e Saint-Exupéry: o super-homem e o pequeno príncipe revelam-se no sonho e na embriaguez. </strong>Revista Educação em Debate, Fortaleza, v.2, n.40, p.7-15, 2000.<br>SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. <strong>O pequeno príncipe. </strong>São Paulo SP, Círculo do Livro,1989.<br><br>P. 8 - *A passagem do século XIX para o XX é marcada por diversos inventos como a energia que iluminava as grandes cidades derivada do carvão, que ele contribui para poluição aérea das cidades; a expansão das formas de comunicação, as mudanças do uso do carvão para o petróleo. O período de inovações, a era da cultura de massas, as práticas teóricas de quantidade e relatividade.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-08 21:17:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136930840</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fichamento de Conteúdo</title>
         <author>carolinabrazao</author>
         <link>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136932742</link>
         <description><![CDATA[<div>LIMA, Roberta Oliveira; CORRÊA, Marina; COELHO, Pedro Filiphi. <strong>O essencial é invisível aos olhos na obra “o pequeno príncipe”: principiologia ambiental e solidariedade intergeracional</strong>.<strong> </strong>Revista de Direitos Difusos, v.70, julho-dezembro. 2018<br>SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. <strong>O pequeno príncipe</strong>. São Paulo SP, Círculo do Livro,1989.p. 70.<br><br>No artigo, os autores trabalham uma análise sobre o livro "O pequeno príncipe” do francês Antoine de Saint-Exupéry, fazendo um paralelo de trechos da obra com temas importantes do direito ambiental. Ainda a esse respeito, dentro do artigo são trabalhados os princípios ambientais da solidariedade intergeracional, prevenção, desenvolvimento sustentável, cooperação internacional e precaução, os quais são encontrados dentro da obra do “O Pequeno Príncipe” e relacionados dentro do trabalho com o direito ambiental destacando a importância do debate sobre esse tema.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-08 21:20:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136932742</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fichamento de Citação</title>
         <author>carolinabrazao</author>
         <link>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136933947</link>
         <description><![CDATA[<div>LIMA, Roberta Oliveira; CORRÊA, Marina; COELHO, Pedro Filiphi.<strong> O essencial é invisível aos olhos na obra “o pequeno príncipe”: principiologia ambiental e solidariedade intergeracional</strong>.<strong> </strong>Revista de Direitos Difusos, v.70, julho-dezembro 2018.<br>SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. <strong>O pequeno príncipe</strong>. São Paulo SP, Círculo do Livro,1989.p. 70.</div><ul><li>Citação Direta:</li></ul><div>"Os elementos do meio ambiente natural são fartamente explorados em diversos momentos da obra, quando, por exemplo, o pequeno príncipe descreve sua espera pelo desabrochar de uma rosa e sua preocupação em protegê-la de tudo, até mesmo do vento." (Segundo LIMA, Roberta Oliveira; CORRÊA, Marina; COELHO, Pedro Filiphi. (2018. p 241)</div><ul><li>Citação Direta:</li></ul><div>O princípio da prevenção concerne à&nbsp;prioridade que deve ser dada às medidas que evitem o nascimento de danos irreparáveis ao meio ambiente[...] é possível notar fortemente a presença da prevenção através das atitudes do pequeno príncipe, principalmente com a sua rosa. (Segundo LIMA, Roberta Oliveira; CORRÊA, Marina; COELHO, Pedro Filiphi. (2018. p 241)</div><ul><li>Citação Indireta:</li></ul><div>Segundo LIMA, Roberta Oliveira; CORRÊA, Marina; COELHO, Pedro Filiphi. (2018. p 241) O princípio do desenvolvimento sustentável é considerado o primeiro e principal princípio do direito ambiental.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-08 21:21:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136933947</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fichamento de Referência</title>
         <author>carolinabrazao</author>
         <link>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136935348</link>
         <description><![CDATA[<div>O pequeno príncipe, direito ambiental e literatura.<br>SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. <strong>O pequeno príncipe. </strong>São Paulo SP, Círculo do Livro,1989.</div><div>LIMA, Roberta Oliveira; CORRÊA, Marina; COELHO, Pedro Filiphi. <strong>O essencial é invisível aos olhos na obra “o pequeno príncipe”: principiologia ambiental e solidariedade intergeracional.&nbsp; </strong>Revista de Direitos Difusos, v.70, julho-dezembro. 2018.<br>VASCONCELOS, José Gerardo. <strong>Nietzsche e Saint-Exupéry: o super-homem e o pequeno príncipe revelam-se no sonho e na embriaguez.</strong> Revista Educação em Debate, Fortaleza, v.2, n.40, p.7-15, 2000.<br>MARCELINO, João Gabriel Carvalho. <strong>O pequeno príncipe 1943 x 2015: uma reflexão acerca da relação intersemiótica e simbológica entre texto original e adaptação. </strong>Anais do Festival Literário de Paulo Afonso-FILIPA-Faculdade Sete de Setembro, Paulo Afonso-Bahia, 2016.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-08 21:23:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/camillevictoria985/Bookmarks/wish/2136935348</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
