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      <title>Oficinas de Jogos e Brincadeiras - 6NPED 2021 by </title>
      <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr</link>
      <description>Professora Ana Tatit</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-11 00:33:40 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-02-07 00:01:55 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Brincadeira 1: Fui à feira (com nomes!)</title>
         <author>arebecaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1674752202</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdo do Moodle:</strong><br>Todos os participantes ficam em roda. Cada um escolhe o nome de uma fruta e comunica ao grupo para que todos tomem conhecimento das frutas que estão na brincadeira. Não vale repetir. A pessoa que inicia a brincadeira escolhe uma das frutas que não seja a sua e diz: <mark>“Fui à feira comprar goiaba e não achei!”.</mark> Quem escolheu a goiaba responde: <mark>“A goiaba não falta, falta a pera”.</mark> E assim o jogo prossegue, um chamando pelo outro. Erra quem não responder ao chamado, quem demorar muito para responder ou quem chamar por uma fruta que já saiu do jogo, mas não é preciso sair da roda, podendo permanecer no seu lugar para confundir os colegas e ajudar a apontar possíveis erros. A brincadeira termina quando sobrarem apenas dois participantes ou, então, se quiserem, eles podem “duelar” entre si, por um tempo determinado, falando cada vez mais rápido.<br><br><strong>Comentários de quem registrou:</strong></div><ul><li>O ideal é substituir as frutas para os <mark>nomes</mark> dos alunos, pois a brincadeira se transforma num recurso bacana de interação! Se a turma se conhecer, pode-se sugerir que as crianças escolham outros nomes para si. <br>Essa versão mudaria um pouco as frases. Veja:<br><strong>Frase inicial:</strong> Fui à escola e não encontrei a Eloisa...<br><strong>Frase contínua:</strong> Eloisa está aqui, quem não está é a Rebeca!<br><br></li><li>Outra variação que pode ser feita é usar o ambiente da <mark>floresta</mark> e cada participante escolher um <mark>animal</mark> diferente!<br><br></li><li>Thalyta nos ensinou a versão mais adulta, que envolve <mark>shots</mark> a escolha de <mark>bichos</mark>, ao invés de frutas. Quem perde bebe.</li></ul><div><br><mark>FAIXA ETÁRIA RECOMENDADA</mark>: 5 a 10 anos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 00:39:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>arebecaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1674753993</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Responsáveis pelo registro do dia: Rebeca e Eloisa</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 00:41:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Brincadeira 2: O canarinho voou e pousou...</title>
         <author>arebecaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1674774657</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdo do Moodle:</strong><br>Em roda, forme duplas na sequência. Uma pessoa inicia a brincadeira escolhendo o nome de um passarinho e o nome de um dos participantes, que não seja o seu par, para compor esta frase, como no exemplo: <mark>“O beija-flor voou e pousou no ombro da Nina”.</mark> A Nina não fala nada, quem responde é seu par, que deve mencionar um participante de outra dupla: <mark>“Não foi no ombro da Nina, foi no ombro da Cecília”</mark>; a Cecília permanece quieta, e seu par diz, também trazendo o nome do integrante de outra dupla: “Não foi no ombro da Cecília, foi no ombro da Lia”, e assim a brincadeira transcorrerá até que todos tenham participado. A brincadeira não segue a sequência da roda.<br><br><strong>Comentários de quem registrou:</strong></div><ul><li>É legal combinar com os estudantes e as estudantes qual é o passarinho da vez! Isso inclusive pode estar relacionado com algum estudo do grupo.</li></ul><div><br><mark>FAIXA ETÁRIA RECOMENDADA</mark>: 7+</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 01:00:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Brincadeira 3: Firinfinfina</title>
         <author>arebecaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1674785584</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdo do Moodle:</strong><br>A partir do nome do participante a brincadeira consiste em utilizar o final do nome e acrescentá-lo nas palavras que se seguem.<br><br></div><div>Exemplos:<br><br></div><div>- Flora, <strong>ora <br></strong>catimbirimb<strong>ora</strong>&nbsp;</div><div>Serramatut<strong>ora</strong> <br>Defirinfinf<strong>ora</strong><br><br></div><div>- Nina,<strong> ina<br></strong>Catimbirimb<strong>ina<br></strong>Serramatut<strong>ina </strong><br>Defirinfinf<strong>ina<br><br>Exemplo com aluna da turma:<br></strong>- Renata, <strong>ata<br></strong>catimbirimb<strong>ata</strong>&nbsp;</div><div>Serramatut<strong>ata</strong> <br>Defirinfinf<strong>ata</strong></div><div><br><strong>Comentários de quem registrou:</strong></div><ul><li>A professora comentou que é interessante chamar alguém que se sente <mark>inseguro</mark> para tentar a brincadeira com a ajuda dela e de toda a turma</li><li>A ideia da brincadeira não é treinar a fala, mas fazer um <mark>acolhimento</mark> ou uma <mark>apresentação</mark> para as crianças.&nbsp;</li><li>Na ideia do comentário acima, a Laura nos trouxe uma versão ritmada que começa com <mark>"Bom dia, [nome da criança]".</mark></li><li>A escola da Laura e da Isabella cantam uma outra versão, parecida:<br><br>[Nome]<br>Catibirib-<br>Saramacut-<br>Firifirif-<br><br><strong>Exemplo:</strong><br>Isabella<br>Catibiribela<br>Saramacutela<br>Firifirifela</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-11 01:12:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellalm20191</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1683024304</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Responsáveis pelo registro do dia: Renata e Isabella</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 00:09:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Brincadeira 1: Boca de forno</title>
         <author>isabellalm20191</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1683025551</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Descrição do moodle:</strong><br>Essa brincadeira deve ser feita em um espaço aberto, como o pátio da escola, uma praça, um parque etc. Escolha um dos participantes para ser o mestre, que dirá aos outros as tarefas a cumprir, podendo ser bem variadas e criativas, como, por exemplo, trazer a menor pedrinha, a folha mais escura, abraçar alguém que esteja fora do jogo, caminhar de costas até determinado lugar e voltar pulando num pé só. A brincadeira começa com um diálogo entre o mestre e os brincantes: <mark>Mestre: Boca de forno! Brincantes: Forno! M: Fareis tudo que seu mestre mandar? B: Faremos todos! M: E se não fizerem? B: Ganharemos um bolo bem recheado! M: Vocês vão ter que… (diz o comando)</mark> Os jogadores correm para realizar a tarefa solicitada pelo mestre. Aquele que cumprir da maneira mais apropriada tem direito de escolher quantos “bolos” (de um a dez) o último classificado levará e também a intensidade: forte, médio ou fraco. O mestre, com a mão fechada, bate na mão do que perdeu, conforme o escolhido (por exemplo, cinco bolos de intensidade média) – claro que os bolos&nbsp; devem ser dados sem nenhuma força excessiva. Nos comandos que necessitam de rapidez, quem chegar primeiro ganha, no entanto há casos em que não é a presteza que conta, por exemplo, quando o mestre precisa analisar o que os brincantes trouxeram, como é o caso da folha mais escura ou da menor pedrinha. Ocorre um ciclo de tarefas e, depois de algumas vezes, troca-se o mestre.<br><br>Vídeo explicativo por Ana Tatit: https://www.instagram.com/tv/CA38QssHOUk/?utm_source=ig_web_copy_link<br><strong><br>Comentários da turma:</strong></div><ul><li>Alternativa para fazer com distanciamento: as crianças levarem os objetos até estações determinadas antes – tendo uma estação por criança, eles não precisam se encontrar todos no mesmo ponto.&nbsp;</li><li>Possibilidade pedagógica: atrelar essa brincadeira a alguns conceitos. Exemplo - traga um objeto triangular, redondo, quadrado etc.</li></ul><div><br><mark>Faixa etária recomendada:</mark> 3+ anos</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/tv/CA38QssHOUk/?utm_source=ig_web_copy_link" />
         <pubDate>2021-08-18 00:11:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Brincadeira 2: Profissões</title>
         <author>isabellalm20191</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1683026735</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Descrição do moodle:</strong><br>O professor diz para a turma alguma profissão e, em seguida, os estudantes procuram em suas casa objetos que tenham alguma correspondência com a profissão anunciada.&nbsp;<br><br></div><div>Exemplos:</div><div>- profissão: médico</div><div>objetos: termômetro; band aid, roupa branca, tesoura, etc<br><br></div><div>-profissão: Jardineiro</div><div>objetos: vaso, terra, folha, água, etc.<br><br></div><div>Conforme a idade pode-se adaptar para outras categorias: exemplo: lugares (banheiro, sala, quarto); brinquedos; cores, etc<br><strong><br>Comentários da turma:</strong></div><ul><li>Alternativa com distanciamento: Desenhar o objeto (nesse caso, é importante encorajar que eles desenhem livremente o que conhecem). OU ir pelo lado lúdico/simbólico, dando nomes ou funções a objetos aleatórios, OU usar a mímica para que os colegas adivinhem.</li><li>Adaptação da brincadeira: uma criança sai da sala, e as outras crianças tem que pegar um objeto que lembrem de tal profissão. Quando a criança volta, ela olha todos os objetos e precisa adivinhar qual era a profissão disparadora.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 00:12:04 UTC</pubDate>
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         <title>Abordagem Reggio Emilia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1683051355</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A CRIANÇA É FEITA DE CEM - LORIS MALAGUZZI</strong><br>A criança</div><div>é feita de cem.</div><div>A criança tem cem mãos</div><div>cem pensamentos</div><div>cem modos de pensar</div><div>de jogar e de falar.</div><div>Cem, sempre cem</div><div>modos de escutar</div><div>de maravilhar e de amar.</div><div>Cem alegrias</div><div>para cantar e compreender.</div><div>Cem mundos</div><div>para descobrir.</div><div>Cem mundos</div><div>para inventar.</div><div>Cem mundos</div><div>para sonhar.</div><div>A criança tem</div><div>cem linguagens</div><div>(e depois cem, cem, cem)</div><div>mas roubaram-lhe noventa e nove.</div><div>A escola e a cultura</div><div>lhe separam a cabeça do corpo.</div><div>Dizem-lhe:</div><div>de pensar sem as mãos</div><div>de fazer sem a cabeça</div><div>de escutar e de não falar</div><div>de compreender sem alegrias</div><div>de amar e de maravilhar-se</div><div>só na Páscoa e no Natal.</div><div>Dizem-lhe:</div><div>de descobrir um mundo que já existe</div><div>e de cem roubaram-lhe noventa e nove.</div><div>Dizem-lhe:</div><div>que o jogo e o trabalho</div><div>a realidade e a fantasia</div><div>a ciência e a imaginação</div><div>o céu e a terra</div><div>a razão e o sonho</div><div>são coisas</div><div>que não estão juntas.</div><div>Dizem-lhe enfim:</div><div>que as cem não existem.</div><div>A criança diz:</div><div>Ao contrário, as cem existem.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Loris Malaguzzi<br><br><strong>Sobre a abordagem Reggio Emilia:<br></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4j8mtA_iDss">https://www.youtube.com/watch?v=4j8mtA_iDss</a><strong><br><br></strong>https://educacaointegral.org.br/experiencias/reggio-emiliaescolas-feitas-por-professores-alunos-familiares/&nbsp;<br><br></div><div>https://remida.reggiochildrenfoundation.org/?lang=en<br><strong><br>Comentários da turma</strong></div><ul><li>Espaços como laboratórios sensoriais. A escola pode aproveitar todas as situações em situações de aprendizagem, e muito bacana ver o trabalho ativo com tantas linguagens.&nbsp;</li><li>Cidade que resolve se reerguer através da educação, que entende que é a educação que vai ser capaz de reconstruir a cidade. É um olhar pra educação muito singular.</li><li>Olhar <strong>político</strong>. Entendem que a educação é realmente fundamental, formadora. São profissionais altamente qualificados, que não param de estudar.&nbsp;</li><li>Pequenos detalhes que estão lá, podem estar dentro de nós aqui também. Por isso é inspirador, e não utópico. Não normalizar o que estamos vendo nas escolas, mas se inspirar nisso para buscar o que queremos. </li></ul><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 00:29:57 UTC</pubDate>
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         <title>Instagram Ana Tatit</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1683053519</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.instagram.com/anatatit/?igshid=1nup146j1ikcg</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/anatatit/?igshid=1nup146j1ikcg" />
         <pubDate>2021-08-18 00:31:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>lauralandi4</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1694610770</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Responsáveis pelo registro do dia: Laura e Lucas</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 00:10:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Brincadeira 1: Vejo com meus olhinhos</title>
         <author>lauralandi4</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1694612954</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdo do Moodle:</strong></div><div>Brincadeira com objetos e suas cores. Um participante escolhe um objeto na sala e não conta para ninguém (no zoom pode-se escolher qualquer objeto que esteja visível pela janelinha, incluindo as roupas e adereços dos participantes). A pessoa escolhida diz: "eu vejo com meus olhinhos um objeto branco", por exemplo. Em seguida, as outras crianças vão tentando adivinhar qual é esse objeto baseado na cor. No caso do zoom, pode-se optar por não dizer a cor do objeto, pois as opções são menores do que quando brincada em sala de aula. quando a brincadeira ocorrer presencialmente as crianças não precisam se levantar para procurar, podem continuar sentadas. Uma outra versão dessa brincadeira, com crianças alfabetizadas, é, no lugar da cor, usar a primeira letra do objeto como dica, e então as crianças vão tentando adivinhá-lo. No caso do zoom, pode-se optar por não dizer a cor do objeto, pois as opções são menores do que quando brincada em sala de aula.<br><br>Faixa etária recomendada:&nbsp; 3 anos+<br>* habilidades trabalhadas: atenção, disciplina, concentração<br>• na sala de aula: não devem sair do lugar, deve ser um objeto visível a todos<br>• Tatit diz que é importante dizer para as crianças que não vale ficar chutando quais seriam os objetos, mas sim "ir cercando" os possíveis objetos<br>• possibilidade de inserir mais conceitos pedagógicos: atrelar essa brincadeira a alguns conceitos. Exemplo - vejo com meus olhinhos um objeto triangular, redondo, quadrado etc.<br>• Thalyta nos lembrou que a brincadeira remeteu à "Fui pra lua e levei...", em que há uma regra criada pela pessoa que inicia o jogo e os demais jogadores têm que adivinhar qual foi a regra, de acordo com os objetos que ela permitir ou não.<br>• outro jogo comentado, na mesma linha de ter que adivinhar algo, foi o do aplicativo Spy Fall (para mais velhos), em que há 2 espiões que têm que adivinhar o lugar que todos os outros sabem, por meio de perguntas&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 00:11:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rubem Alves</title>
         <author>lauralandi4</author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1694714838</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Leitura e comentário dos textos: A caixa de ferramentas e a caixa de brinquedos de Rubem Alves<br></strong><br></div><div><strong>Trecho da quarta capa do livro: Educação dos sentidos e mais... de Rubem Alves</strong>. <strong>Verus editora: Campinas, 2005.<br></strong><br></div><div>&nbsp;“E qual seria a tarefa primordial da educação senão levar-nos a aprender a amar, a sonhar, a fazer nossos próprios caminhos, a descobrir novas formas de ver, de ouvir, de sentir, de perceber, a ousar pensar diferente...a sermos cada vez mais nós mesmo, aceitando o desafio do novo? ”<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Resumo dos textos “A caixa de ferramentas e A caixa de brinquedos”. Texto na íntegra nos “Textos complementares ”<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>A CAIXA DE FERRAMENTAS:<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Como acho que as explicações conceituais são difíceis de aprender e fáceis de esquecer, caminho sempre pelo caminho dos poetas, que é o caminho das imagens. Uma boa imagem é inesquecível.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O corpo carrega duas caixas. Na mão direita, mão da destreza e do trabalho, ele leva uma caixa de ferramentas. E na mão esquerda leva uma caixa de brinquedos.<br><br></div><div>Ferramentas são melhorias do corpo. Os animais não precisam de ferramentas porque seus corpos já são ferramentas. Eles lhes dão tudo aquilo de que necessitam para sobreviver. Todas as ferramentas que inventamos são extensões do corpo: meios para se viver. Muitas ferramentas são objetos: sapatos, escovas, facas, canetas, óculos, carros, computadores. Outras ferramentas são as habilidades: andar, falar, construir. Uma habilidade extraordinária que usamos o tempo todo.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A ciência é uma enorme caixa de ferramentas e, mais importante que suas ferramentas, um saber de como se fazem as ferramentas.<br><br></div><div>O uso das ferramentas que já existem pode ser ensinado. Mas a arte de construir ferramentas novas, para isso há de saber pensar. A arte de pensar é a ponte para o desconhecido. Na caixa das ferramentas, ao lado das ferramentas existentes, mas num compartimento separado, está a arte de pensar. (Fico a pensar: o que é que as escolas ensinam? Elas ensinam as ferramentas existentes ou a arte de pensar, chave para as ferramentas inexistentes? Assim, diante da caixa de ferramentas, o professor tem de perguntar: "Isso que estou ensinando é ferramenta para quê? De que forma pode ser usada? Em que aumenta a competência dos meus alunos para viver a sua vida?" Se não houver resposta, pode-se estar certo de uma coisa: ferramenta não é.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mas há uma outra caixa, na mão esquerda, a mão do coração. Essa caixa está cheia de coisas que não servem para nada. Inúteis. Lá estão um livro de poemas da Cecília Meireles, a “Valsinha do Chico (Buarque), um cheiro de jasmim, um quadro do Monet, um vento no rosto, uma sonata de Mozart, o riso de uma criança, um saco de bolas de gude ... Coisas inúteis... E, no entanto, elas nos fazem sorrir. E não é para isso que se educa? Para que nossos filhos saibam sorrir?<br><br></div><div><strong>A CAIXA DE BRINQUEDOS<br></strong><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Todas as coisas que existem se dividem em duas ordens distintas. A ordem do <em>uti </em>(ele escrevia em latim) e a ordem do <em>frui. Uti</em>, “o que é útil, utilizável, utensílio”. Usar uma coisa é utilizá-la para obter uma outra coisa. <em>Frui, </em>“fruir, usufruir, desfrutar, amar uma coisa por causa dela mesma”. A ordem do <em>uti</em> é o lugar do poder. Todos os utensílios, ferramentas, são inventados para aumentar o poder do corpo. A ordem do <em>frui</em>, ao contrário, é a ordem do amor —coisas que não são utilizadas, que não são ferramentas, que não servem para nada. Elas não são úteis; são inúteis. Porque não são para serem usadas, mas para serem gozadas.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O inglês e o alemão têm uma felicidade que não temos. Têm uma única palavra para se referir ao brinquedo e à arte. No inglês, "play". No alemão, "spielen". Arte e brinquedo são a mesma coisa: atividades inúteis que dão prazer e alegria. Poesia, música, pintura, escultura, dança, teatro, culinária: são brincadeiras que inventamos para que o corpo encontre a felicidade, ainda que em breves momentos de distração, como diria Guimarães Rosa.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Esse é o resumo da minha filosofia da educação. Resta perguntar: os saberes que se ensinam em nossas escolas são ferramentas? Tornam os alunos mais competentes para executar as tarefas práticas do cotidiano?<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Rubem Azevedo Alves</strong> (nasceu em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Boa_Esperan%C3%A7a_(Minas_Gerais)">Boa Esperança</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_setembro">15 de e moreu em&nbsp; setembro</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1933">1933</a> — <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campinas">Campinas</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/19_de_julho">19 de julho</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2014">2014</a>) foi um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Psican%C3%A1lise">psicanalista</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o">educador</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia">teólogo</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura">escritor</a> e pastor presbiteriano <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileiro</a>. É considerado um dos principais <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedagogia">pedagogos</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasileiro">brasileiros</a> da história do Brasil, junto com <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Freire">Paulo Freire</a>. Foi <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Professor">professor</a> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Estadual_de_Campinas">Universidade Estadual de Campinas</a> (UNICAMP).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 00:53:06 UTC</pubDate>
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         <title>Brincadeira sugerida pelo grupo: Eu fui a Lua</title>
         <author>luksramoss1993</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um participante cria uma regra que deve abarcar todos os objetos possíveis de se levar a lua dentro deste critério criado. Por exemplo, o participante escolhe, para si, a regra de que vale levar para a aula qualquer coisa relacionada a um esporte. Assim, os outros jogadores só terão validadas suas palavras que estão dentro da categoria esporte. "Fui a lua e levei uma bola de basquete", por exemplo.&nbsp;<br>	<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-25 01:20:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Responsáveis pelo registro do dia: Daniele e Beatriz Pereira</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 00:03:31 UTC</pubDate>
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         <title>Brincadeiras de descobertas:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdo do Moodle:</strong><br>1<strong>. O que mudou</strong><br>Selecionar pares e orientar para que as duplas se observem mutuamente, reparando nos mínimos detalhes. Dado um minuto as duplas viram de costas e mudam alguma coisinha de lugar, como por exemplo, retirar um brinco, colocar o cabelo atrás da orelha, virar o boné, etc. Em seguida os pares voltam a se observar e terão que encontrar o que foi mudado no seu companheiro.<br><br></div><div>2. <strong>A caixa secreta <br></strong>A professora coloca um objeto misterioso dentro de uma caixa secreta; que segredo guarda essa caixa? Pode-se mexer a caixa, para que escutem o barulho do que há dentro. Os alunos fazem perguntas para tentar adivinhar como, por exemplo, "é de comer?" "Serve pra brincar?" "O objeto fica na sala?" etc. Dessa maneira os estudantes vão se aproximando do objeto até que acertem. O professor só pode responder "sim ou não". Depois das professoras os alunos também podem esconder um objeto, um de cada vez.&nbsp;<br><br></div><div>Também é possível brincar usando a caixa como elemento simbólico. É possível que haja todo tipo de coisa lá dentro: um elefante, um abraço, um arranha-céus, um mosquito, neste caso a professora pode dar algumas dicas antes de começar o jogo.<br><br></div><div>Entrevista com Gisela Wajskop: educadora/fundadora do Instituto Singularidades:<br><br></div><div><strong>O papel do brincar: o que é o brincar?&nbsp;<br></strong><br></div><div>· A brincadeira se constituiu como uma atividade própria da criança.&nbsp;</div><div>· Antes, presumiam que a brincadeira era um ofício de criança, uma preparação para o mundo adulto e como uma dispersão de energias.</div><div>· Brincar só pode no recreio.&nbsp;</div><div>· Gradativamente a brincadeira começou a ser vista como uma atividade social, cultural, simbólica, representativa que ajuda a criança a adentrar ao mundo da cultura, assim a brincadeira foi sendo valorizada.&nbsp;</div><div>· As crianças não nascem sabendo brincar, elas não são brincantes por natureza, e sim, têm uma capacidade humana curiosa e por meio da brincadeira a criança vai se apropriando do mundo.&nbsp;</div><div>· A brincadeira tem uma relação intrínseca com o que não é brincadeira.</div><div>· A criança vai construindo o sistemas de representações: falar, ler, escrever, pintar, desenhar e todas as formas expressivas de comunicação.&nbsp;</div><div>· A brincadeira mais importante para o desenvolvimento é a brincadeira de papéis, o faz de conta.&nbsp;</div><div>· A criança aprende a brincar num ambiente cultural, que oferece as crianças objetos culturais.&nbsp;<br><br></div><div>Conversa após o vídeo:&nbsp;<br><br></div><div>· A criança precisa de referência para o brincar.</div><div>· A criança vai criar uma coisa nova a partir de coisas que já existem.&nbsp;</div><div>· Educar pelo brincar.&nbsp;</div><div>· A transformação do olhar e do entendimento do que é uma criança.</div><div>· Ainda temos que defender a ideia de que as crianças podem aprender com o brincar.</div><div>· Tudo é estímulo para a criança ir aprendendo.&nbsp;</div><div>· Eles experimentam os papéis que eles mesmo viveram.&nbsp;</div><div>· A criança só tem uma forma de estar no mundo, que é brincando.&nbsp;</div><div><br></div><div><em>2ª parte do vídeo:&nbsp;<br></em><br></div><div><strong>Do ponto de vista da criança, o que a brincadeira representa na vida dela?<br></strong><br></div><div>· As crianças brincam para entender o mundo que as rodeia.&nbsp;</div><div>· Uma ferramenta para entender o mundo dos adultos que elas adentram.&nbsp;</div><div>· Ela explora o outro, e o os objetos para tentar entender a realidade que ela está vivendo, o que ajuda ela a ampliar o repertório cultural e de experiências, formando categorias de experiências.&nbsp;</div><div>· Ela vai construindo o pensamento imaginativo e se constrói como um ser pensante.&nbsp;</div><div>· A brincadeira do faz de conta é a brincadeira mais importante para a constituição do homem.&nbsp;<br><br></div><div>Conversa após o vídeo:&nbsp;<br><br></div><div>· É importante ter argumento teórico do porquê a criança precisa brincar.&nbsp;</div><div>· Ela pode aprender brincando, ela não vai brincar PARA aprender. <br><br>Textos da Gisela para quem quiser se aprofundar: <br>- <a href="https://www.scielo.br/j/edreal/a/hrPNxLk3FxtkP9qxfsCT3dg/?lang=pt&amp;format=pdf"><strong>Linguagem Oral e Brincadeira Letrada nas Creches</strong></a><br>- <a href="http://www.fcc.org.br/pesquisa/publicacoes/cp/arquivos/742.pdf"><strong>O Brincar na Educação Infantil</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-01 00:12:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Responsáveis pelo registro do dia: Andressa e Clarissa</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 00:16:23 UTC</pubDate>
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         <title>Brincadeiras que falam com a gente:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1740984644</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdo do Moodle: <br><br>1. Isso me lembra...<br></strong>Esse é um jogo em que os participantes criam associações livres a partir das palavras que vão sendo ditas. Sentados em roda, um jogador inicia a brincadeira dizendo qualquer palavra que lhe venha à mente, por exemplo, “banana”. O participante que estiver ao seu lado esquerdo complementa, por exemplo, “banana me lembra aveia“, e o&nbsp; seguinte dá continuidade dizendo “aveia me lembra mingau”, e assim sucessivamente. A recomendação é que não pensem muito, apenas façam uma associação livre e imediata, mesmo que aparentemente não tenha lógica para os outros (mas sabemos que, por alguma razão, ela criou uma associação!). A brincadeira pode fluir dando várias voltas na roda, sempre repetindo a construção “… me lembra…”. Ao final das rodadas (cerca de quatro, por exemplo, se forem em torno de vinte jogadores), quando chegar à pessoa que começou a brincadeira, ela deve iniciar o percurso contrário, para a direita. O objetivo é recuperar todas as associações que foram feitas. Supondo que o último da roda tenha dito “bola”, o jogador que iniciou diz “bola me lembra futebol” e, anunciando que o percurso da brincadeira será inverso, completa “eu disse futebol porque ele disse bola”, apontando para o colega da direita. Este jogador diz: “eu disse bola porque ele disse campo”, e assim segue até que todas as rodadas sejam repassadas e chegue à palavra “banana”, que disparou o jogo. 29 No Natal eu ganhei<br><br>2. <strong>De quem é essa história<br></strong>De quem é esta história? O grupo deve se dividir em equipes de cinco ou seis pessoas. O espaço para desenvolver essa atividade deve ser amplo, pois uma equipe não pode ouvir o que a outra está combinando. Nas equipes, cada participante vai contar uma pequena história pessoal marcante, engraçada ou apavorante ocorrida quando eram menores. Depois que todos na equipe contarem suas histórias, eles devem escolher somente uma para contar aos demais grupos. Uma vez escolhida, cada integrante fica responsável por uma parte da narrativa, que deve ser feita em primeira pessoa, como se a história fosse dele. O grupo reunido assiste às apresentações e precisa adivinhar quem é o participante que de fato viveu aquela história.<br><br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 00:17:30 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo - O pedagógico de tudo e de todos nas brincadeiras com Adriana Klisys</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Discussão em grupos depois do vídeo:<br><br>- Escolas ainda muito presas ao currículo/grade curricular e com pouco espaço para a valorização do brincar;<br>- Criança tem mais chances de exercitar a criatividade a partir do brincar e de brinquedos que os dêem a possibilidade para tal, brinquedos que não venham já prontos;<br>- Espaço como terceiro educador. Como o ambiente pode fazer parte do processo do brincar quando preparado com uma intencionalidade ou de uma forma que provoque a criatividade nas crianças;<br>-Brincar é um fim por ele mesmo, o brincar é por brincar;<br>-Falta de espaço de brincar nas escolas hoje em dia, parece que o brincar morreu;<br>-É muito significativo para as crianças fazerem parte da criacão de brincadeiras e atividades</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 00:25:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Responsáveis pelo registro do dia: Marina e Thalyta</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 00:07:26 UTC</pubDate>
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         <title>Brincadeiras de raízes indígenas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1758609911</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conteúdo do Moodle:</strong><br>1. <strong>Tucunaré</strong>&nbsp;<br>Sugerimos começar essa brincadeira explicando como ela foi criada. Segundo o site “Território do Brincar”, essa brincadeira surgiu da observação de um professor (Perankô) da comunidade indígena Panará (PA). Certo dia, quando pescava, ele observou o vaivém dos peixes e reparou como os menores perambulavam por águas rasas, e o tucunaré, peixe grande, não saía do fundo. Por mais que quisesse pegar os peixinhos, quando eles chegavam ao raso, o tucunaré ia até certo ponto e voltava para o fundo. Originalmente, os retângulos são demarcados com paus fincados na terra e amarrados com barbantes.<br><br></div><div>Desenhe no chão, com giz ou fita-crepe, dois retângulos, um dentro do outro, em tamanho suficiente para que possam acomodar bem os brincantes. No retângulo de dentro (onde o rio é profundo) ficarão os peixes grandes, os “tucunarés”, e no de fora (no raso) ficarão os “peixinhos”. Desenhe no retângulo maior seis aberturas (portas) por onde os peixinhos podem escapar. Os tucunarés devem tentar pegar os peixinhos e levá-los para o fundo do rio, sem, no entanto, sair do retângulo menor. É indicado designar entre os participantes cerca de quatro tucunarés e dez peixinhos. Há muita movimentação sem ultrapassar os limites, ou seja, a área que delimita o rio dos peixes grandes e o dos peixinhos. Cada peixinho capturado entra para o fundo e lá permanece até que todos tenham sido pegos. O tamanho dos retângulos vai depender do número de participantes e da idade deles, de modo que os espaços possam proporcionar uma boa dinâmica para a brincadeira.<br><br></div><div><strong>&nbsp;2. Toloi Kunhugü</strong><br><br></div><div>&nbsp;Desenhe no chão uma grande árvore com muitos galhos. Em cada galho, os participantes, que serão os passarinhos, devem fazer seus ninhos. Um brincante será o gavião que ficará em um lugar predeterminado, seu refúgio. Dado um sinal, os passarinhos saem dos ninhos e se juntam próximos ao tronco da árvore, provocando o gavião com seus cantos e batendo o pé no chão. O gavião lentamente se aproxima dos passarinhos e, de repente, dá um pulo para conseguir pegar um deles. Todos tentam fugir e, para se proteger, voltar aos ninhos. O passarinho que for capturado fica recluso no refúgio do gavião. O último passarinho a ser pego será o gavião na próxima rodada da brincadeira. Essa brincadeira é realizada entre os Kalapalo, etnia do Alto Xingu, em que o brincar faz parte de toda a comunidade, crianças e adultos.<br><br></div><div><strong>DISPONÍVEL EM:</strong> LIVRO – BRINCADEIRAS PARA TIRAR O BUMBUM DA CARTEIRA, DE ANA TATIT E PATRICIA PENIDO, EDITORA MELHORAMENTOS, ANO 2019.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 00:10:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo/aula coma professora e escritora Berenice de Almeida, autora dos livros “Cantos da Floresta” e “A Floresta Canta” junto com a musicista e pesquisadora de Magda Pucci </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1758616951</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Link do livro "Cantos da Floresta:<br></strong><br></div><div>https://www.cantosdafloresta.com.br/propostas-didaticas/ <strong><br></strong><br></div><div><strong>Link da aula da Prof Berenice:<br></strong><br></div><div>https://institutosingularidade431-my.sharepoint.com/:v:/g/personal/ana_tatit_singularidades_com_br/EXmUHs7JTUtFnu5zNr0b--wBAufSp585yYVsc8dFsy3FNA?e=dJpa4Y<br><br>Vimos a aula da professora Berenice, que começa cantando uma música de origem Krenak, de boas vindas, de acolhimento. → <em>Po Hamék</em> (pronuncia-se Pauamé) é uma cantiga de saudação dos Krenak entoada por jovens e crianças durante o ritual do <strong>Taru Andek.</strong> É acompanhada de batidas de pés e mãos e vem sendo passada de geração a geração desde o começo do século XX, quando os ­Krenak começaram a se reunir novamente na margem esquerda do rio Doce, em Resplendor, Minas Gerais. (do site do livro Cantos da Floresta). → trabalha intensidade, duração, repetição de palavras, confraternização</div><div><br></div><div>Brincamos juntos e juntas dessa música (batendo pés em gri rerré e mãos em pau amé)</div><div><br>Ailton Krenak é um grande líder, resistência dos povos originários.&nbsp;</div><div>Discurso de Ailton Krenak na constituinte: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=kWMHiwdbM_Q">https://www.youtube.com/watch?v=kWMHiwdbM_Q</a>&nbsp;<br><br>Antes da colonização eram 5 milhões de indígenas. Hoje são 900 mil.&nbsp;</div><div>Antes da colonização eram 1.400 povos. Hoje são 252 povos (segundo o ISA) ou 305 (segundo o IBGE).</div><div>Antes da colonização eram 1.200 línguas. Hoje são 180 línguas.</div><div><br>Precisamos ter em mente que sabemos muito pouco sobre os indígenas. Precisamos buscar esse conhecimento. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 00:15:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bragaemanuele</author>
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         <description><![CDATA[<div>Responsáveis pelo registro do dia <strong>PRESENCIAL</strong>: Emanuele&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-05 17:08:25 UTC</pubDate>
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         <title>Jogo da Onça</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Jogo da Onça</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 06:15:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aula do dia 26/10</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 06:16:13 UTC</pubDate>
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         <title>Camila, Carla, Laura, Pedro e Renata</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-24 00:35:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Brincadeira do guaraná</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 13:48:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arebecaoliveira/vj74ia1depbi4rjr/wish/1916264527</link>
         <description><![CDATA[<div>Brincadeira do espelho </div>]]></description>
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         <title>Eloisa, Isadora, Marina, Suzanna e Thalyta</title>
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         <title>Angela, Emanuele, Isabella M, Lucas, Rebeca e Theo</title>
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         <title>Ana Luiza Borja, Beatriz Pereira, Bruna Ret, Clarissa Barton e Tamires Alves </title>
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         <author>arebecaoliveira</author>
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