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      <title>Um oceano de subjetividades by Duda Nardi</title>
      <link>https://padlet.com/edunardi27/vj3pfnx5qyue8lhx</link>
      <description>Encontros e atravessamentos da cadeira Clínica e Subjetivação Contemporânea - Unisinos, 2024</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-21 17:28:50 UTC</pubDate>
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         <title>A complexidade do oceano</title>
         <author>edunardi27</author>
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         <description><![CDATA[<p><em><sup>Seríamos nós um oceano de possibilidades, expectativas, angústias e e mudanças?</sup></em></p><p><br/></p><p><strong><em>No oceano: </em></strong>O que há dentro que por fora não se faz visível? O que se esconde em suas profundezas que ainda não foi descoberto?</p><pre><code>Quantas possibilidades de existência há dentro desse conjunto aquático?</code></pre><ul><li><p>Um ambiente seguro, que propicia a vida?</p></li><li><p>Ou um lugar perigoso que pode romper com a vida? </p></li><li><p>Quem sabe os dois?</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 17:33:34 UTC</pubDate>
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         <title>Livro: Véspera - Carla Madeira</title>
         <author>edunardi27</author>
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         <description><![CDATA[<p>A complexidade de cada sujeito que é composto dentro do seu contexto e experiências e como somos guiados e moldados a partir daquilo que vivemos e interpretamos ou daquilo que não vivemos.  </p><p><br></p><blockquote><p>Não há consolo em dizer que o que nos acontece, nos acontece. </p><p>Parte fazemos, parte nos fazem.</p><p>Às vezes, é preciso ir longe para chegar vindo de trás e alcançar a véspera da véspera da véspera do acontecimento. O momento preciso em que tomamos ou somos tomados por uma direção e um belo dia... ou um triste dia, <strong>somos o que somos. </strong></p></blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://www.amazon.com.br/V%C3%A9spera-Carla-Madeira/dp/6555872985" />
         <pubDate>2024-03-21 17:34:58 UTC</pubDate>
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         <title>O que importa é como o sujeito chega até nós - MODOS DE VIDA</title>
         <author>edunardi27</author>
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         <description><![CDATA[<p>O manejo da técnica escolhida irá perpassar a partir de como o paciente nos encontra e como trabalhar suas questões, independente da abordagem teórica. </p><p><br/></p><pre><code>Nosso trabalho se faz do encontro com o outro. </code></pre><p><br/></p><blockquote><p><em>Pensar a nossa existência a partir das múltiplas linhas que nos tecem.</em></p><p><em>Maria Célia - Ideias: sobre s clínica nada está pronto</em></p></blockquote><p><br/></p><p>Percorrer na clínica para que se possa perceber os movimentos, deslocamentos. Acolher a dor e as potências.</p><p><br/></p><blockquote><p>A clínica como modo de problematizar e intervir nos processos de subjetivação</p><p><em>Maria Célia - Ideias: sobre s clínica nada está pronto</em></p></blockquote><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-05 23:22:27 UTC</pubDate>
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         <title>Somos quem podemos ser, e que sonhos podemos ter?</title>
         <author>edunardi27</author>
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         <description><![CDATA[<p><em><mark><sup>Como nossas subjetividades são construídas a partir de nossas vivências e do que nos dizem, fazem, tiram, reinventam, ...</sup></mark></em></p><p><br></p><p><sup>Há quem duvide da vida e há quem a vida fez duvidar</sup></p><p><br></p><p><br></p><blockquote><p><em>"Quem duvida da vida tem culpa </em></p><p><em>Quem evita a dúvida também tem</em></p><p><em>Também tem Também tem</em></p><p><em>Nós todos temos um pouco de culpa                                 Mas nós...</em></p><p><em>Somos quem podemos ser Sonhos que podemos ter" </em></p><p><strong><em><sub>Humberto Gessinger</sub></em></strong></p></blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=sWLIzXwNKFM" />
         <pubDate>2024-04-06 00:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>A busca pelo encontro próprio - Constante mudança</title>
         <author>edunardi27</author>
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         <description><![CDATA[<p><em><mark>Nada é, tudo ESTÁ.</mark></em></p><p><br></p><p><em><sup>Modos de vida são configurações que estão em constante mudança, portanto </sup></em><strong><em><sup>há uma produção da existência humana dentro de cada contexto histórico. </sup></em></strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=zVrc1qeth-4" />
         <pubDate>2024-04-06 01:03:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edunardi27</author>
         <link>https://padlet.com/edunardi27/vj3pfnx5qyue8lhx/wish/2945004410</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nos EUA, rede Sephora tem sido ‘invadida’ por meninas entre 9 e 14 anos, que buscam por produtos de que não precisam. Fenômeno distorce valores da infância, dizem pesquisadores ao ‘Nexo’</strong></p><p><br></p><blockquote><p><em><mark><sup>As crianças imitam o que observam, e na era da internet, o que muitos veem nas redes sociais são hábitos obsessivos com a perfeição e a beleza.</sup></mark></em></p></blockquote><p><br></p><p>Como subjetividade pode ser algo singular de cada sujeito se estamos sendo subjetivados por aquilo que nosso ambiente nos impõe? </p><p><br></p><pre><code>Considerar a subjetividade como modos de viver dentro de um sistema sócio-cultural. </code></pre>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2024/01/14/por-que-o-interesse-de-criancas-por-cosmeticos-preocupa" />
         <pubDate>2024-04-06 01:15:25 UTC</pubDate>
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         <title>As múltiplas entradas da Clínica</title>
         <author>edunardi27</author>
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         <description><![CDATA[<p>O corpo, a fala, o toque, a música, a estética, a expressão</p><p><br/></p><p><strong>Insconsciente de mobilização, é expressivo-produtivo</strong></p><blockquote><p>A forma como alguém se entende como sujeito, a forma como ele olha o mundo é fruto dos seus trajetos.</p></blockquote><pre><code>IMPOSSÍVEL ME DESCARTAR DO DEVIR</code></pre><p><br/></p><p><strong>O silêncio que conversa</strong></p><p><em><mark>O que se comunica quando </mark><s><mark>não se quer falar?</mark></s></em></p><p><br/></p><p><em>Como funciona o manejo da escuta?</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 14:28:18 UTC</pubDate>
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         <title>Navegar dentro de cada encontro </title>
         <author>edunardi27</author>
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         <description><![CDATA[<p>Enquanto este portfólio foi sido construído, pude vivenciar cada aula e suas implicações.</p><p>É como se eu estivesse navegando por marés já conhecidos, mas desbravando o que há dentro deles ou me deparando com atenção o que estava ali e até então não se enxergava. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 21:56:35 UTC</pubDate>
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         <title>Que lugar social a loucura ocupa?</title>
         <author>edunardi27</author>
         <link>https://padlet.com/edunardi27/vj3pfnx5qyue8lhx/wish/2954028490</link>
         <description><![CDATA[<p>Em que contexto a clínica surgiu? Com que intuito? </p><p><br/></p><p>Para se pensar sobre uma psicologia que abrace as subjetividades e veja potencial nas diferenças de singularidade entre cada indivíduo é preciso considerar o começo. </p><p>O que significava a loucura? Por que excluir indivíduos como forma de negar e reprimir a sua subjetividade? O que chamaríamos hoje o que antes era considerado como tratamento? </p><p>Quando paramos de considerar esse tratamento como cruel e absurdo? A que outros modos de pensar e fazer ainda estamos sujeitos que podem ser também prejudicial e perigoso? </p><p><br/></p><blockquote><p>Como coloca Lucas Motta Veiga:</p><p>"O sofrimento psíquico não é da ordem da intimidade, ele é político"</p></blockquote><p>Precisamos estar sensíveis ao contemporâneo, àquilo que nos atravessa pelo cotidiano. </p><p>Há cada vez mais a necessidade de nos movermos para compreender aspectos socio-culturais de uma população. </p><p><br/></p><p>Onde realmente começa a clínica? Seria só nesse espaço fechado com duas poltronas ao qual estamos acostumados a pensar? Ou a clínica é esse espaço amplo que nos convida a estar presentes nos encontros socio políticos que moldam subjetividades a todo momento? </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 22:21:27 UTC</pubDate>
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         <title>A clínica para além do consultório</title>
         <author>edunardi27</author>
         <link>https://padlet.com/edunardi27/vj3pfnx5qyue8lhx/wish/2962298728</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Cada discussão em aula abriu caminhos para se pensar em uma clínica que transcende uma sala fechada. </p><p><br></p><p>A clínica se faz nos espaços que habitamos enquanto profissionais, está no manejo da técnica sem necessitar de um ambiente físico para acontecer. </p><p><br></p><p>É possível, então, se pensar o sobre o eixo epistemológico que Maria Célia descreve em seu texto: Construções de um terapeuta: tecendo a clínica na práxis com o outro. Esse eixo é responsável por nortear a escuta psicológica dentro dos contextos; É ele que irá nos guiar pela nossa posição teórica, algo que faz parte dessa tensão entre o teórico e o vincular. Um terapeuta que seja capaz de tomar o sujeito com suas singularidades, seu contexto, suas angústias e expectativas. </p><p><br></p><p>A clínica pode ser pensada como esse lugar em que terapeuta e sujeito desbravam juntos as transversalidades a que cada um está sujeito, tanto na sua relação individual com o mundo quanto na sua relação mútua de análise. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-19 19:10:38 UTC</pubDate>
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         <title>Quantas histórias um sujeito carrega? </title>
         <author>edunardi27</author>
         <link>https://padlet.com/edunardi27/vj3pfnx5qyue8lhx/wish/2962308013</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>No encontro clínico, perguntar pela história de uma pessoa, de um sentimento, vai além de descobrir suas características genéricas e mostrar que nelas o passado ainda está vivo no presente. </p><p>Maria Célia - Construções de um terapeuta: tecendo a clínica na práxis com o outro. </p></blockquote><p><br></p><pre><code>Interação de campos de forças que conduzem de forma não linear a construção da vida de cada sujeito. </code></pre><p><br></p><p>Quem é esse sujeito? E ao o que se sujeito? Ou ao o que está sendo sujeitado?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-19 19:23:36 UTC</pubDate>
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         <title>Referências </title>
         <author>edunardi27</author>
         <link>https://padlet.com/edunardi27/vj3pfnx5qyue8lhx/wish/2962326827</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><sup>Maria Célia Detoni. Ideias: sobre a clínica nada está pronto</sup></p></li><li><p><sup>Conversa com Letícia Correa</sup></p></li><li><p><sup>VEIGA, Lucas. Descolonizando a psicologia: notas para uma Psicologia Preta. Fractal: Revista de Psicologia, v. 31, n. esp., p. 244-248, set. 2019.</sup></p></li><li><p><sup>Maria Célia Detoni. Construções de uma terapeuta: tecendo a clínica na práxis com o outro. </sup></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-19 19:51:45 UTC</pubDate>
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