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      <title>TRADUÇÃO E AUTORIA (Freitas, 2008) by Mairla Costa</title>
      <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3</link>
      <description>Discussão sobre &#39;autoria&#39; como concebida por Lawrence Vanuti e análise da concepção de tradução proposta por Schleiermacher.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-27 02:14:25 UTC</pubDate>
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         <title>AUTORIA</title>
         <author>MairlaCosta</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:24:38 UTC</pubDate>
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         <title>TRADUÇÃO</title>
         <author>MairlaCosta</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:24:49 UTC</pubDate>
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         <title>DESDE AS TRADUÇÕES DO GREGO AO LATIM</title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964758333</link>
         <description><![CDATA[<div>A prática tradutória&nbsp;literatura concentravam-se nos textos, nas línguas e nos autores e binarismos do tipo texto de partida/texto de chegada ou conteúdo/forma estabeleceram-se nos discursos dos estudiosos da tradução&nbsp;(p.95-96)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:30:19 UTC</pubDate>
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         <title>RENASCIMENTO</title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964764642</link>
         <description><![CDATA[<div>Poder-se-ia inferir pois que o tradutor gozava de estatuto de autor, uma vez que ele produzia um texto que primava pelo seu efeito na cultura de chegada e, por conseguinte, poderia interferir mais na escritura do texto produzido (p. 96)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:34:30 UTC</pubDate>
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         <title>A partir do séc. XiX</title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964767002</link>
         <description><![CDATA[<div>A radicalização dessa subserviência do tradutor em relação ao autor surge com os ideais românticos [...] A originalidade do autor passa a povoar as discussões literárias, as- sim com sua intenção e estilo. O texto de partida passa a estabele- cer uma relação narcísica com seu autor e passa a ser visto como reflexo de uma visão de mundo própria, única e, por isso mesmo, não passível de reprodução.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:36:10 UTC</pubDate>
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         <title>A partir do séc. XIX</title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964770632</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a valorização da autoria, a tradução teve seu papel redefinido e questões como a fidelidade e a equivalência à intenção e ao estilo do autor tornaram-se balizas para tradutores, leitores e editoras&nbsp;(p.96-97)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:38:28 UTC</pubDate>
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         <title>A partir do séc. XIX</title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964772753</link>
         <description><![CDATA[<div>A busca incansável pela fidelidade ao original advogada por teóricos que encaravam a tradução como uma atividade mecânica de reprodução e o tradutor como copista de textos, foi redimensionada (p. 97)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:40:03 UTC</pubDate>
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         <title>A partir de os anos sessenta (1960)</title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964774765</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitos paradigmas foram repensados. Havia a preocupação de incorporar socialmente valores e discursos reprimidos. Foi em meio a esse movimento contestatório que a teoria da tradução passou a repensar o estatuto da tradução e do tradutor. Então dicotomias como autor/tradutor, original/tradução, tradução fiel/tradução livre estabeleceram-se nos discursos&nbsp;acadêmicos e promoveram toda sorte de discussões no que tange ao papel social do tradutor. (p. 97)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:41:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964777709</link>
         <description><![CDATA[<div>As questões e, principalmente, os questionamentos concernentes à autoria e à autoridade do tradutor têm sido motivo de debates acalorados e inconclusivos. O reconhecimento do caráter autoral&nbsp; da atividade tradutória tem ocupado o palco das discussões na teoria da tradução e muitas hipóteses têm sido propostas para estabelecer a identidade do tradutor na sua produção&nbsp;(p. 97)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:43:25 UTC</pubDate>
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         <title>CITAÇÃO (p. 98)</title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964782155</link>
         <description><![CDATA[<div>Talvez o fator mais importante na atual marginalidade da tradução seja sua ofensa ao conceito predominante de autoria. Enquanto a autoria é geralmente definida como originalidade, auto-expressão em um texto único, a tradução é derivada, nem auto-expressão nem única: ela imita outro texto. Dado o conceito reinante de autoria, a tradução provoca o medo de inautenticidade, distorção, contaminação (1998, p. 31).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:46:37 UTC</pubDate>
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         <title>TRADUÇÃO E AUTORIA PARA VENUTI</title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964787458</link>
         <description><![CDATA[<div>LAWRENCE VENUTI<br>https://liberalarts.temple.edu/academics/faculty/venuti-lawrence</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:50:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964796510</link>
         <description><![CDATA[<div>Questiona então a superioridade da empresa do autor em detrimento da do tradutor mediante exame das relações de produção consoante a sua visão marxista e lança mão do conceito de <strong><mark>consumibilidade</mark></strong>, que prevê que quanto maior for o acesso e a legibilidade da <mark>tradução</mark>, maior será o seu prestígio enquanto mercadoria e menor será a visibilidade do tradutor (p. 99)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:57:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964802598</link>
         <description><![CDATA[<div>Sugere como estratégia de <mark>tradução </mark>a visibilidade do tradutor que se daria por meio da subversão dos modelos discursivos hegemônicos. Os princípios no quais fundamentou a sua busca pelo <mark>reconhecimento autoral </mark>do tradutor foram lançados por Friedrich Schleiermacher em 1813.&nbsp;(P. 99)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 02:59:19 UTC</pubDate>
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         <title>DOMESTICADORA versus ESTRANGEIRIZADORA</title>
         <author>MairlaCosta</author>
         <link>https://padlet.com/MairlaCosta/vip011988tsg55f3/wish/964806113</link>
         <description><![CDATA[<div>Adota os conceitos de tradução <mark>domesticadora</mark>, que naturaliza o discurso do autor deslocando-o em direção ao leitor, e <mark>estrangeirizadora</mark>, que dificulta a legibilidade&nbsp; do texto como estratégia de visibilidade, deslocando o leitor em direção ao autor. (p. 101)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 03:01:56 UTC</pubDate>
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