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      <title>Cesário Verde  by Maria Folhas</title>
      <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv</link>
      <description>Trabalho realizado por: Francisco Ramos nº10 Maria Folhas nº16

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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2015-05-29 14:36:16 UTC</pubDate>
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         <title>Este trabalho foi feito com o intuito de concretizar todos estes objetivos:</title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/61976978</link>
         <description><![CDATA[<span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">(1) Nota biográfica do autor</span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">(2) Obra</span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">(3) Caracterização de Lisboa no seu tempo como retrato do país</span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">(4) Cesário como pioneiro do Modernismo</span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">(5) Movimentos artísticos que influenciaram a sua produção poética </span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">(6) Linhas temáticas e excertos de poemas exemplificativo &nbsp;</span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">(7) Um quadro de um pintor contemporâneo que relaciones com uma das temáticas cesarinas</span><br><p>(8) Um poema selecionado por ti (ou excerto,se for muito extenso) com análise crítica pessoal</p>]]></description>
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         <pubDate>2015-05-29 14:44:59 UTC</pubDate>
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         <title>(1) Nota biográfica de Cesário Verde</title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/61977522</link>
         <description><![CDATA[<span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">Cesário Verde nasceu em Caneças  a 25 de Fevereiro de 1855.</span><br><font color="#666666">Filho de José Anastácio Verde e de Maria da Piedade dos Santos Verde.</font><br><p>A morte do seu irmão e da sua irmã serviram de inspiração para os seus principais poemas.</p><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">Em 1877 começou  a dar sinais de tuberculose tendo morrido, mais tarde, a 19 de julho de 1886, devido a esta doença, no Lumiar,  em Portugal.Antes de morrer Cesário Verde ainda pronunciou algumas palavras como '' Não quero nada, deixa-me dormir.''.</span><br>]]></description>
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         <pubDate>2015-05-29 14:51:20 UTC</pubDate>
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         <title>(2) Obra de Cesário Verde</title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/61980391</link>
         <description><![CDATA[<span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">Aos 18 anos matriculou-se no Curso Superior de Letras, abandonando o curso mais tarde.</span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">Começou a escrever  os seus primeiros poemas no Diario de Noticias. Seguindo-se assim ao longo de 13 anos, outros poemas publicados nos mais importantes jornais  e revistas de Lisboa, Porto  e Coimbra. </span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">Os seus poemas eram bastante controversos mas no entanto continuou a escrevê-los e a frequentar as turtulias literárias e artísticas  do café Martinho.</span><span style="font-size: 13px;">No entanto o seu livro so foi publicado após  a sua morte.</span>]]></description>
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         <pubDate>2015-05-29 15:08:37 UTC</pubDate>
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         <title>(3) Lisboa no séc. XIX</title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/61981716</link>
         <description><![CDATA[<p><span style="font-size: 13px;">Lisboa, nos tempo de Cesário Verde, era pequena (cerca de 300 mil habitantes), desconfortável e, sobretudo, insalubre, doentia, devido á insuficiências de agua fornecia ao domicilio das pessoas mais pobres. Em 1886, já tinha sido introduzidos em Lisboa algumas das inovações que facilitava a vida urbana. No entanto, essas inovações demoram tempo a chegar à periferia. Nos bairros antigos, a higiene era deplorável com traseiras, pátios e quintais cheios de animais domesticados. Os contrastes entre ricos e podres eram enormes. A realidade era a que os milionários portugueses da altura era ''patéticos'' quando comparados com os seus parceiros europeus. Para muitos, os pobres que Deus colocara no meio do caminhos dos ricos para que estes pudessem exercer a caridade, nas festas e nos bazares. Os trabalhadores ganhavam salários irrisórios e estavam sempre à beira do desemprego. Alimentavam-se constantemente de pão, sopa e batatas, uma refeição insuficientes que ajuda a explicar o motivos de tantas morte em Lisboa e Porto. As condições de trabalho eram cruéis: as horas de trabalho por dia nunca mais acabavam e a segurança nas oficinas também não existia.</span></p>]]></description>
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         <pubDate>2015-05-29 15:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>(4)Cesário Verde como pioneiro do Modernismo</title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/62239344</link>
         <description><![CDATA[<span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">A poesia de Cesário é um lugar de observação do mundo e da vida visto que invariavelmente, o sujeito poetico caminha pelas ruas da cidade(por vezes no campo), observando pessoas e lugares. Cesário é então um </span><b style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">poeta realista</b><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">, uma vez que o real é a partida para os seu poemas e é nele que capta o tema para os seus poemas. Como o autor da obras ''Os Maias'', este poeta traz para a literatura a vida agitada da cidade recentemente convertida num enorme ''monte'' de pessoas. No entanto, nos seus poemas, Cesário não pretende olhar o mundo de uma forma fria e objetiva, mas a sua poesia articula o real captado pelo sujeito poético com o seu sentir e o seu pensar, sendo assim uma poesia objetiva e subjetividade .</span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">Cesário sendo um poeta do real não se limita a descrever uma ideia sonho ou mesmo um devaneio e, mesmo quando aborda sentimentos, estes nao se tornam o tema central do poema. Assim, a mulher é retratada como uma figura que passa na rua igual visto pelo sujeito poético, tendo traços marcante na mente do poeta esta deixa um rasto ao longo dos versos que o poeta escreve.</span><br><p>A realidade é que pelos passeios que o peta faz pela cidade, Cesário verde tem um olhar critico e seletivo  perante a sociedade. Indignado e tocado com as condições de vidas que os trabalhadores do seu tempo trabalhavam. Ciente da sua situação privilegiada de burguês que pode dar-se ao luxo do tédio existencial, não deixa de entrar nos becos mais sombrios da cidade, para assistir às terríveis condições de vida da população mais pobre. Merece alguma ironia o resto da vida da sociedade, a vida mercantil, burguesa e aristocrática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2015-06-02 14:43:53 UTC</pubDate>
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         <title>(8) Poema &#39;&#39;De Tarde&#39;&#39;</title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/62246742</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>''Naquele piquenique de burguesas,<br>Houve uma coisa simplesmente bela,<br>E que, sem ter história nem grandezas,<br>Em todo o caso dava uma aguarela.</p><p>Foi quando tu, descendo do burrico,<br>Foste colher, sem imposturas tolas,<br>A um granzoal azul de grão-de-bico<br>Um ramalhete rubro de papoulas.<br><br>Pouco depois, em cima duns penhascos,<br>Nós acampámos, inda o Sol se via;<br>E houve talhadas de melão, damascos,<br>E pão-de-ló molhado em malvasia.<br><br>Mas, todo púrpura a sair da renda<br>Dos teus dois seios como duas rolas,<br>Era o supremo encanto da merenda<br>O ramalhete rubro das papoulas!''</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2015-06-02 15:32:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>(8) Análise do poema &#39;&#39;De Tarde&#39;&#39; de Cesário Verde</title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/62249614</link>
         <description><![CDATA[Neste poema denota-se a enorme a capacidade descritiva de Cesário Verde e a sua admiração pela natureza. É possível reconhecer ainda uma característica do poeta, o gosto pela simplicidade. O facto de a burguesa ter descido do burrico descontraída e sem imposturas tolas e ter ido colher papoilas deu a Cesário um significado belo. Para o poeta o verdadeiro sentido das coisas estava na simplicidade.<br>A descrição do sítio onde a burguesa colhia as papoila “um granzoal azul de grão-de-bico” prova a capacidade descritiva do momento observado pelo poeta e, assim quando o seu poema é lido o leitor imagina logo a sena presenciada por este.<span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">Verifica-se ainda o gosto de Cesário pela simplicidade da mulher que não se dá a luxos e que, como ele, gosta da natureza e do campo.</span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);"><br></span><div><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">Na segunda estrofe o poeta utiliza a aliteração em “granzoal azul grão de bico” e em “ramalhete rubro” para edificar a ideia de campo.</span><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">De seguida o sujeito poético descreve os elementos constituintes  da merenda, através de alguns substantivos e de enumerações (“talhadas de melão, damascos”, “pão de ló molhado em malvasia”) onde acentua o erotismo dos frutos e do resto da comida, através de sensações visuais e gustativas.</span><br><span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);"><br></span></div><div>Na última quadra, Cesário Verde inicia a frase com uma conjunção coordenativa adversativa que confirma a ideia de que o poeta não se lembrou  do piquenique por uns momentos e se concentrou exclusivamente na mulher que lhe causa vários sentimentos e que esta é portadora de uma grande sensualidade «Mas, todo púrpura, a sair da renda, dos teus seios como duas rolas», usando a comparação. <span style="font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102);">O poema termina com uma frase exclamativa que pretende transpor-nos aquilo que o sujeito poético reteve do picnic, ou seja, sobre tudo a beleza daquela figura feminina que lhe vai causando uma mistura de ideias . </span>Nesta, os dois seios remetem para a sensualidade da mulher, realçando-se a cor vermelha «rubro» que nos encaminha para a vida sanguínea como também para o calor dos seios da figura feminina.<br></div><div><p>Para a finalização deste poema, fica-se com a ideia do gosto do poeta pelo campo e da atração que aquela figura feminina lhe provoca.</p></div>]]></description>
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         <pubDate>2015-06-02 15:56:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(5) Movimentos artisticos que influênciaram a produção poética de Cesário Verde  </title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/62325553</link>
         <description><![CDATA[<p>No realismo, o real é o motivo e o ponto de partida para a atitude critica em relação a sociedade,para a observação e análise do real. Este poeta baseia - se na realidade e na vida quotidiana da população que o rodeia.</p><p>No surrealismo libertam-se as exigências da lógica e da razão procurando assim exprimir o mundo dos sonhos e do inconsciente. Neste tipo de movimento existe uma escrita automática que procura os impulsos criativos através do acaso e da consciência que o sujeito poético insere na obra, ou seja, procura escrever num certo momento sem um devido planeamento.</p><p>O naturalismo baseia - se no realismo e na descrição da realidade com enorme pormenor. Ainda dentro deste movimento existem dois sub movimentos o positivismo e o determinismo. No positivismo as bases são a indução e os métodos experimentais, enquanto que, o determinismo baseia-se num tipo de realismo mais científico. Como exemplo de realismo científico temos a educação, o adultério e a opressão que são temas abordados por Cesário Verde. </p><p>Outro tipo de movimento é o impressionismo que capta as impressões e sensações da realidade. A realidade e apreendida através de cores, luzes, movimentos, etc (impressões) que transmitem sentimentos ao sujeito poético. O.O impressionismo tem semelhanças com o sensacionalismo com o simbolismo e com o surrealismo.</p><p>Por fim o Parnasianismo procura desmistificar as verdadeiras qualidades da poesia utilizando a regularidade estrófica e métrica(decassílabo e  alexandrino). Por fim valoriza tambem o prosódico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2015-06-03 11:01:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(6)Linhas temáticas e excertos de poemas exemplificativo</title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/62381925</link>
         <description><![CDATA[<p>As linhas temáticas utilizadas por Cesário Verde nos poemas que escreve são o binómio
campo-cidade (contraste entre o campo e a cidade), a mulher e a dimensão social
(critica à opressão vivida na época).Cesário Verde ao longo dos seus poemas retrata o contraste social na altura, utilizava como exemplo a diferença entre pessoas do povo e da burguesia. </p><p>Esta linha temática pode ser verificada em vários dos poemas de Cesário, como
por exemplo no poema “Deslumbramentos”, em que retrata a mulher burguesa (fatal,
destrutiva, dominadora, sem sentimentos), e no poema “A débil” que retrata a mulher do povo (frágil e ingénua).</p><p><i>Deslumbramentos</i></p><blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"><p>‘’ <i>Milady</i>, é perigoso contemplá-la, </p><p>Quando passa aromática e normal, </p><p>Com seu tipo tão nobre e tão de sala, </p><p>Com seus gestos de neve e de metal.’’</p></blockquote><p><i>A débil</i></p><blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"><p>“Via-te pela porta envidraçada; </p><p>E invejava, — talvez que não o suspeites! - </p><p>Esse vestido simples, sem enfeites, </p><p>Nessa cintura tenra, imaculada.”</p></blockquote><p>Cesário Verde nos seus poemas retrata muitas vezes o contraste entre o campo e a cidade. Um bom exemplo desta temática nos seus poemas é o poema"De Verão", retratando a vida no campo (espaço real, que lhe confere liberdade, vitalidade e alegria) , e o poema “O sentimento de um ocidental”, que representa a cidade (ambiente físico, cheio de contrastes e ruas esburacadas).</p>
<i>De Verão</i>
<blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"><p>“No campo; eu acho nele a musa que me anima:</p><p>A claridade, a robustez, a acção.</p><p>Esta manhã, saí com minha prima,</p><p>Em quem eu noto a mais sincera estima</p><p>E a mais completa e séria educação.”</p></blockquote>
<i>O sentimento de um ocidental</i>
<blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"><p>“O céu parece baixo e de neblina,</p><p>O <a href="http://www.prof2000.pt/users/secjeste/cesverde/Sentim01.htm#notas">gás extravasado</a> enjoa-me, perturba;</p><p>E os edifícios, com as chaminés, e a <a href="http://www.prof2000.pt/users/secjeste/cesverde/Sentim01.htm#notas">turba</a></p><p>Toldam-se duma cor monótona e londrina.”</p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2015-06-03 21:00:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/62382211</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2015-06-03 21:07:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(7) Um quadro de um pintor contemporâneo que relaciones com uma das temáticas cesarinas</title>
         <author>maria_folhas</author>
         <link>https://padlet.com/maria_folhas/vi3076j0x1bv/wish/62382851</link>
         <description><![CDATA[<p>Leopold&nbsp;Schmutzleré um dos pintores contemporâneos que pinta uma das grandes temáticas que Cesário Verde abordada em inúmeros poema que este escreveu. Neste quadro de Leopold&nbsp;Schmutzler, é retratado a mulher da cidade no séc XIX, que é uma personagem erótica, formosa, artificial, fria. A mulher no séc XIX é vista como um anjo, reflexo de um entidade divina. Assim, este quadro demonstra totalmente aquilo que é o ideal feminino no séc XIX  </p>]]></description>
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         <pubDate>2015-06-03 21:16:15 UTC</pubDate>
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