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      <title>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO - Humanas B by Cursos Uerj</title>
      <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i</link>
      <description>1) No painel abaixo, clique no botão com o sinal de + para postar a sua contribuição;

2) Informe seu Grupo, Nome e sua instituição na primeira linha da postagem (se não souber qual o seu grupo, clique no link Participantes, no menu de navegação da esquerda, e o seu grupo aparece no filtro);

3) Depois de registrar sua contribuição, lembre-se de comentar nas postagens dos demais colegas, também informando grupo e nome.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-14 01:30:27 UTC</pubDate>
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         <title>BNCC e o NOVO ENSINO MÉDIO.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2167566878</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira ação que escolhi&nbsp; foi a da valorização as experiências e aprendizagens individuais e interpessoais apesar dessa implantação ainda ser nova para o ensino médio vejo que vai demorar para essa mudança no aluno.<br>A segunda ação é a de promover a aprendizagem colaborando no desenvolvimento de desafios da comunidade no que diz respeito ao trabalho e a sociedade de uma maneira geral. Essa promoção requer um grande esforço tanto do decente como do aluno afim de que conhecimento e inovações venham contribuir para um aprendizado mais dinâmico saindo daquele conceito tradicional para uma nova construção do saber.<br>Jorge Maurício F. Tabelli&nbsp;<br>Instituição: C.E.Marechal Juarez Távora - Nova Iguaçu - RJ.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 00:41:18 UTC</pubDate>
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         <title>DESENVOLVENDO NA INSTITUIÇÃO O TRABALHO DA BNCC</title>
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         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2167622161</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O BNCC ainda é um ambiente novo mas fornece importante conteúdo para ser desenvolvido em sala de aula.<br>Mostra Cultural, Videos, Jogos interativos, entrevistas, passeio cultural, danças, palestras sobre drogas, preconceito, bullying e entre outros.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-03 01:37:00 UTC</pubDate>
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         <title>BNCC: Compartilhando Experiências</title>
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         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2174378629</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Rosa Amélia Leal Pereira. Sou professora de Sociologia, leciono no Ciep 156. Escolhi essas duas propostas de ação, feitas pela BNCC: Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;&nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. Escolhi essas duas ações propostas pela BNCC para dividir a minha experiência de trabalho neste bimestre com os alunos do segundo ano do Ensino Médio. Em primeiro lugar fizemos um estudo aprofundado sobre identidade, gênero e sexualidade a partir de leitura de textos, aulas expositivas, podcast e vídeos sobre o assunto e como resultado final os alunos produziram um trabalho plástico com recorte e colagem. Outra temática estudada foi&nbsp; cidadania e direitos humanos e, a partir de leitura de textos, aula expositiva, pod casts e vídeos e como resultado final, os alunos, deverão escolher um assunto dentro desta temática, e desenvolver um trabalho: um podcast ou um vídeo. Esta atividade ainda está em processo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 12:26:11 UTC</pubDate>
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         <title>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2174534610</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Alexandre Barbosa Fraga, professor de Sociologia do Colégio Estadual Afonso Pena. Entre as ações indicadas pela BNCC, escolhi comentar, em primeiro lugar, a de “Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem”. Em relação a ela, costumo utilizar metodologias ativas, fazendo dinâmicas de sala de aula. A segunda ação é “Promover a aprendizagem colaborativa”. Em relação a ela, costumamos trabalhar na minha escola com projetos coletivos, como o da Feira Cultural, no qual os estudantes fazem um esforço colaborativo.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 16:41:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou o Marinaldo, leciono Geografia no CEJA Casa do Marinheiro. Dentre as opções apresentadas farei a reflexão sobre "Garantir o protagonismo dos estudantes..." Faço uso de estratégias diversificadas e adequadas à realidade local, de forma a proporcionar aos alunos o uso do material pedagógico e dos recursos didáticos e audiovisuais que possam estimular a aprendizagem e tornar o conhecimento mais significativo para eles, individual e coletivamente; a outra reflexão seria em relação a "Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam..." Procuro desenvolver estratégias de ensino aprendizagem que favoreçam a participação ativa do aluno na construção de seu conhecimento, através da cooperação, do diálogo, do debate e da critica, numa interação professor aluno, no sentido de valorizar e se apropriar de conhecimentos e experiências.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 22:18:53 UTC</pubDate>
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         <title>Educação ambiental</title>
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         <description><![CDATA[<div>Boa noite colegas de profissão! Me chamo William Ribeiro, sou professor de história do CE Prof. Augusto Motta e atualmente atuo de forma complementar em turmas de 1° ano no novo ensino médio no CE Prof. Eliane Martins, em matérias eletivas e novas como, Educação ambiental e Linguagens Contemporâneas em ciência e tecnologia. Há anos me dedico ao tema de sustentabilidade e ecologia e aceitei o desafio.&nbsp;<br>Pensando nas ações de PROTAGONISMO JUVENIL e APRENDIZAGEM COLABORATIVA, <br>No 2° bimestre planejo usar um projeto de reciclagem nessas turmas, focada na quantidade de resíduos que é produzido dentro do espaço escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 01:11:45 UTC</pubDate>
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         <title>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2174876619</link>
         <description><![CDATA[<div>    Sou o Juarez de Assis Fernandes, prof. de História da Seeduc-Rj. No colégio Estadual São Francisco de Paula. Metropolitana I.<br>   Ao abordar a BNCC, como documento normativo, e norteador no  processo de ensino aprendizagem dos estudantes, onde esses sejam os protagonistas em suas escolhas pessoais, executando suas habilidades e competências, com a participação dos professores que em sala de aula através de novas metodologias e suas abordagens desenvolvidas poderão adaptar a "Nova Proposta de Ensino", a realidade dos alunos direcionando-os ao exercício da cidadania, ao mundo do trabalho, ao desenvolvimento pessoal e coletivo, no entanto, a proposta no "Novo Ensino Médio não esta direcionada exclusivamente, ao mercado de trabalho. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 01:40:52 UTC</pubDate>
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         <title>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2174881346</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Taiguara de Souza Moreira, sou professor de sociologia da escola estadual José Leite Lopes. Em minha prática docente procuro trabalhar temas, conceitos e teorias sociológicas. Para tanto, busco contextualizar tais elementos, destacando inserções profissionais dos autores, interações sociais que permitiam a circulação de ideias e interesses variados (políticos, culturais, econômicos) entre outros aspectos.&nbsp;</div><div>Meu desafio maior nesse sentido é fazer uma ponte mais sistemática com os desafios da realidade do jovem estudante concreto, desta geração z, estabelecendo uma comunicação através de linguagens mais digitais. Em todo caso, esta reforma do ensino médio, em que pese todas as ponderações que se possa fazer sobre sua concepção e implementação, abre a possibilidade de uma revisão e reflexão sobre estratégias pedagógicas, em que o professor é provocado por um conjunto de desafios e estímulos à atualizações sobre questões de política do conhecimento no cenário atual frente à necessidade de formar as novas gerações. <br><br><strong>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;</strong><br><br></div><div>Dentro das possibilidades, procuro corresponder aos movimentos de protagonismo dos estudantes no sentido de reconstruir as temáticas previamente anunciadas pelo professor, de modo a permitir que eles apresentem suas “questões sociológicas” mais vivas no momento. Por outro lado, procuro também me esforçar por corresponder a&nbsp; “analogias” e “comparações” que os estudantes fazem a partir de situações, temas ou problemas sociológicos, por vezes muito demarcados em fronteiras culturais e sociais específicas. Tais fronteiras são não poucas vezes abertas pelos alunos para trazer exemplos concretos, que pressionam a argumentação sociológica por vezes marcadas por hierarquias e pressupostos naturalizados.&nbsp;<br><br></div><div>Enfim, isso permite, quando há sucesso no processo de abertura ao diálogo, um movimento espiralado, de idas e vindas, de constituição de novos objetos e sujeitos do conhecimento, as vezes de modo mais explicito e em outras vezes de forma mais latente.&nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 01:45:12 UTC</pubDate>
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         <title>professor Rogerio Cardoso de Mattos de História e leciono no Instituto de Educação Carmela Dutra. Eu escolhi trabalhar com os temas sobre: Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos; Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política. No meu caso, em sala de aula procuro considerar que há muitas juventudes e isso implica organizar uma escola que acolha as diversidades, promovendo, de modo intencional e permanente, o respeito à pessoa humana e aos seus direitos. Em cima disso, eu estimulo o protagonismo dos meus estudantes no seu próprio processo de escolarização, reconhecendo-os como interlocutores legítimos sobre currículo, ensino e aprendizagem. Significa, nesse sentido, assegurar-lhes uma formação que, em sintonia com seus percursos e histórias, permita-lhes definir seu projeto de vida, tanto no que diz respeito ao estudo e ao trabalho como também no que concerne às escolhas de estilos de vida saudáveis, sustentáveis e éticos. Para formar esses jovens como sujeitos críticos, criativos, autônomos e responsáveis, (projeto que desenvolvo no IECD)  proporcionando experiências e processos que lhes garantam as aprendizagens necessárias para a leitura da realidade, o enfrentamento dos novos desafios da contemporaneidade(sociais, econômicos e ambientais) e a tomada de decisões éticas e fundamentadas. O mundo deve-lhes ser apresentado como campo aberto para investigação e intervenção quanto a seus aspectos políticos, sociais, produtivos, ambientais e culturais, de modo que se sintam estimulados a equacionar e resolver questões legadas pelas gerações anteriores e que se  refletem nos contextos atuais, abrindo-se criativamente para o novo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2176436216</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;   </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 20:51:00 UTC</pubDate>
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         <title>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares e Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2176519082</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste aspecto eu contribuo através de atividades em grupos.<br>Rodrigo Hemerly (CEMMA)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 22:32:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2176520979</link>
         <description><![CDATA[<div>Itens Trabalhados: Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a Capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br>Rodrigo Hemerly (CEMMA)<br>Nestes aspectos mencionados anteriormente eu contribuo através de atividades pedagógicas em grupo e o incentivo pelo respeito mútuo entre os colegas de grupo. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-09 22:34:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2177627851</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Oi pessoal!<br><br>Sou Andréa Freitas, professora de Sociologia no C.E. Mato Grosso.<br><br>Os dois tópicos sobre os quais escolhi comentar são: a aprendizagem colaborativa e as atitudes propositivas para enfrentamento de desafios.<br><br>Justifico a primeira escolha tendo em vista a importância do desenvolvimento de competências que levem à valorização das vivências coletivas que contribuem para o fortalecimento dos vínculos sociais e o exercício de sua curiosidade intelectual. Costumo trabalhar com a "sala de aula invertida", solicitando a realização de pesquisas exploratórias sobre temas diversificados e com distintas organizações de grupos, ou individual, a fim de promover a troca entre os estudantes na sala de aula.<br><br>A segunda escolha foi motivada pela necessidade do desenvolvimento da argumentação, e valorização de conhecimentos historicamente construídos. &nbsp; Nestes aspectos lanço mão dos "estudos de caso" que proporcionam a possibilidade de diversas abordagens dos estudantes sobre um caso concreto a fim de apresentar soluções.<br><br>Estas são parte das abordagens utilizadas e prestam-se ao trabalho de diversos temas como cidadania, meio ambiente, saúde, mercado de trabalho, entre outras possibilidades.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 13:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>Professor Rogerio Cardoso de Mattos Junior de História e leciono no Instituto de Educação Carmela Dutra. Eu escolhi trabalhar com os temas sobre: Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política; Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2178300342</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;No meu caso, em sala de aula procuro considerar que há muitas juventudes e isso implica organizar uma escola que acolha as diversidades, promovendo, de modo intencional e permanente, o respeito à pessoa humana e aos seus direitos. Em cima disso, eu estimulo o protagonismo dos meus estudantes no seu próprio processo de escolarização, reconhecendo-os como interlocutores legítimos sobre currículo, ensino e aprendizagem. Significa, nesse sentido, assegurar-lhes uma formação que, em sintonia com seus percursos e histórias, permita-lhes definir seu projeto de vida, tanto no que diz respeito ao estudo e ao trabalho como também no que concerne às escolhas de estilos de vida saudáveis, sustentáveis e éticos. Para formar esses jovens como sujeitos críticos, criativos, autônomos e responsáveis, (projeto que desenvolvo no IECD) proporcionando experiências e processos que lhes garantam as aprendizagens necessárias para a leitura da realidade, o enfrentamento dos novos desafios da contemporaneidade(sociais, econômicos e ambientais) e a tomada de decisões éticas e fundamentadas. O mundo deve-lhes ser apresentado como campo aberto para investigação e intervenção quanto a seus aspectos políticos, sociais, produtivos, ambientais e culturais, de modo que se sintam estimulados a equacionar e resolver questões legadas pelas gerações anteriores e que se refletem nos contextos atuais, abrindo-se criativamente para o novo.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 20:51:23 UTC</pubDate>
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         <title>Colaboração e protagonismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2180404316</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Otacílio Cardoso professor de História (excluída pelo BNCC do terceiro ano) do CIEP 312 Raul Ryff e IESK. Escolhi "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares". Nas escolas já fazemos, enquanto corpo docente, o estímulo à atividades colaborativas seja na escola ou eventos externos. Acabamos de ter essa semana passeio/evento no Píer Mauá o&nbsp; "Salão Carioca do Livro" onde dividimos o grupo de alunos de cada ônibus de modo a colaborarem entre si na escolha de livros e trânsito no espaço. Cada um cuidou do outro sem nenhum problema de convivência ou dificuldade de escolha e/ou deslocamento no evento. O protagonismo deles proporcionou aos alunos uma interessante experiência apesar do cansaço deles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 02:02:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Colaboração</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2182063023</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou Dolores Manhães professora de filosofia e sociologia do Colegio Agricola professor Luiz Paulo Rodrigues em Itaperuna RJ<br>Escolhi esta ação: Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>Nas minhas aula sempre tento contextualizar os conhecimentos à realidade dos nossos alunos que, são na maioria, da zona rural da região. Eles precisam que esse esforço seja feito para que a aprendizagem seja significativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 00:08:34 UTC</pubDate>
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         <title>Colaboração</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2182077835</link>
         <description><![CDATA[<div>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;<br>Vejo de extrema importância esta ação pois percebo que nossos alunos não reconhecem que exercem papéis sociais na sociedade, pensam em participação e exercicio da cidadania somente quando tiverem uma profissão e tem dificuldade em  pensar em projeto de vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 00:23:19 UTC</pubDate>
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         <title>Sentido, Colaboração e Protagonismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2184038534</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou André Gustavo, professor de Geografia nos Colégios Estaduais Leopoldo Machado e Vila Bela.<br><br>Acho que no que se refere ao item "Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos" sou privilegiado pela minha disciplina, Geografia, pois sempre está acontecendo ou aconteceu algo há pouco tempo antes de tratar de algum tema, então os alunos apresentam dúvidas, dão opiniões, pedem opiniões e assim construímos os conhecimentos.<br><br>Quanto a "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares", o bom e velho trabalho de grupo com culminância em um seminário de apresentação permite que isso seja alcançado. É claro que para isso é de grande importância avaliar as falas individuais e a dinâmica de apresentação do grupo e incentivar a participação dos demais alunos assistentes para que façam perguntas e troquem informações entre si.<br><br>Dessas maneiras levo meus alunos a momentos de protagonismo na tentativa de que eles se habituem em ser protagonistas e sejam cada vez mais protagonistas.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 18:55:02 UTC</pubDate>
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         <title>Professora Ilza Lima Solis- Geografia , CIEP 241 Nação Mangueirense Governado Leonel Brizola, e CE Antônio Houaiss.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2184060549</link>
         <description><![CDATA[<div>Os dois tópicos escolhidos são:<br>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(S) identidade(s) e de seus projetos de vida.<br>Ao meu ponto de vista, esse assunto se faz de grande importância, pois ao perceber que leciono com alunos de comunidades e, estes não se acham enquadrados numa realidade fora de suas comunidades,&nbsp; pois para esses jovens sua realidade de vida<br>&nbsp;é diferente,&nbsp; segundo eles os jovens que vivem fora de comunidade teriam maiores oportunidades.&nbsp;<br>Em aula, e como professora da turma, procuro mostrar que todos jovens fazem parte de uma mesma sociedade e, que seus direitos são garantidos por iguais. Como professora, procuro valorizá-los mostrando através de exemplos jovens que ultrapassaram as barreira e hoje se tornaram pessoas bem sucedidas, isto é, eles como jovens podem decidir seu futuro, tornar em&nbsp; pessoas preparada, capazes de&nbsp; de construir, criticar e, sobretudo, valorizar seus conhecimentos para garantir um lugar digno na sociedade.<br>Escolhi ¨Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos alunos a capacidade de trabalho em equipe aprenderem com seus pares"<br>Já esse trabalho, faz parte de uma atividade que chamamos de Feira de ciência, onde grupos de alunos, desenvolvem seus matérias de estudo , na representação real de causa e efeitos, mostrando através de experimentos a realidade de um fenômeno, o que torna essas equipes um  envolvimento  de  trabalho mútuo , onde a aprendizagem de  um  passa ser mutuo, um aprendendo com o outro, e os resultados são verdadeiros, de modo que o sucesso de um ajuda no sucesso dos outros.<br><br><br><br>O&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 19:41:49 UTC</pubDate>
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         <title>Protagonismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Otacilio - CIEP 312 RAUL RYFF e IESK - HISTÓRIA</div><div>Estimular o protagonismo e as diversas formas de aprendizagem é algo importante e condiz com as diversas possibilidades atuais de troca de informações com os meios digitais e até mesmo analógicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-15 15:58:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>  Maria das Graças Martins Medeiros Sá, sou professora de geografia  trabalho no Colégio Estadual Professora Maria Terezinha. Escolhi trabalhar com os temas:valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens,para além da suas condição de estudante e qualificar os processos de construção de  sua(s) identidade(s) e seus  projeto de vida .Valorizar o desempenho  do nosso aluno é o nosso objetivo do dia a dia . Procuro sempre estimulá-los ,  fazer comentários , pesquisas ,debates , palestras de maneira que eles fiquem ligados atualizados e envolvidos na nossa realidade .  Falar de notícias,envolvendo  política,economia ,cidadania, politicas públicas,cultura,assuntos internacionais e locais . Sempre  com temas polêmicos na intenção do aluno criar e construir  seus conhecimentos      ,com o objetivo de tornar sua vida interativa ,participativa e mais  significativa.Assim ele estará processando o seu projeto de vida de forma crítica , autônoma e responsável .                Meu segundo tema  é : Promover a aprendizagem colaborativa.... Então ,sabemos que a aprendizagem colaborativa é aprendizagem que é adquirida por meios de estímulos e é connstruída socialmente. Portanto  eu desenvolvo meu trabalho  da seguinte forma na minha Unidade Escolar, procuro  priorizar  a partipação dos alunos  em trabalhos em grupos como assembléia ,discursos , debates em rodas  projetos culturais trazendo sempre  conteúdos  de aprendizagem  que os circunda. Possibilitando  para o aluno a liberdade de falar, argumentar , discutir e discordar dos amigos de classe . Percebo que essa liberdade de expressão que os alunos vão adquirindo é um ponto de partida para  transformá -los em indivíduos críticos e  conscientes  da realidade em que vivem .    </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2186504653</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 22:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>Bom dia?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2187613606</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu sou um Professor de Geografia.<br>Me chamo Luciano Mannarino.<br>Trabalho no Colégio Estadual Virgílio de Melo Franco e tenho uma matrícula na FAETEC.<br><br>Eu escolhi: Assegurar Tempos de Espaços e o Estímulo as atitudes cooperativas.<br><br>Assegurar Tempos e Espaços:&nbsp;<br>Acredito que todos temos a capacidade de fazer leituras sobre as coisas a nossa volta. Diariamente somos expostos a várias situações que oferecem algum tipo de aprendizagem. Eu incentivo meus alunos a perceber que eles podem decifrar essas lições desde que fiquem mais atentos.&nbsp;<br>A cada mês, a gente se reúne para contar experiências sobre momentos vividos que poderiam oferecer algum tipo de aprendizagem.&nbsp;<br>É muito interessante isso!!!<br><br>Estímulos as atitudes cooperativas.<br>Eu instituí uma avaliação em grupo. Há uma apresentação no final da avaliação como a participação de todos.&nbsp; Todos precisam participar, pois a nota é dada ao grupo.&nbsp;<br><br>Digo sempre que ninguém mais ganha "Prêmio Nobel" sozinho!!!!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 13:28:09 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 7 -  RAFAELA TORRES DOS SANTOS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Me chamo Rafaela Torres dos Santos, sou professora de geografia, com matrícula no CIEP 453, Dr Milton Rodrigues da Rocha, em Itaboraí. Também tenho matrícula na prefeitura.<br><br>APRENDIZAGEM COLABORATIVA<br><br>Minha escola é uma escola viva, mantemos ela viva mesmo com a problemática de estar na educação estadual e não sermos valorizados, estamos sempre promovendo debates, feiras, projetos onde possamos desenvolver habilidades com os estudantes e despertar neles o maior interesse e cuidado pela a escola.<br><br>Gosto muito de destacar e promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe, desta forma eles aprendem a ouvir os outros e organizarem seus pensamentos e proposições, no final existe uma avaliação colaborativa crítica, onde destaco o papel de cada um deles.<br><br>Dentre muitas as feiras, destacava a uma turma o papel de ser responsável por desenvolver a roda de conversa/explicação/debate/interpretação do tema proposto. Desta forma garantindo o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento, sendo responsáveis pela perpetuação do conhecimento para os demais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 23:50:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>GRUPO 5 - Andréa Freitas da Silva</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou Andréa Freitas da Silva, professora de Sociologia no C.E. Mato Grosso, localizado no bairro de Vista Alegre/Rio de Janeiro.<br><br>Escolhi:<br>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos.<br>E</div><div>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política.<br><br>Lanço mão de Metodologias Ativas para que os estudantes possam desenvolver suas habilidades e competências. No momento, as turmas de 2º e 3º ano estão envolvidas com a elaboração de jogos a partir do conteúdo temático do bimestre.<br><br>Desta forma, consigo maior adesão à proposta educacional; o conhecimento ao qual estão tendo acesso se reveste de sentido, visto que será utilizado para a construção dos jogos; a autonomia de cada um é valorizada tendo em vista que, de posse do prazo para a produção, cada grupo de alunos precisa elaborar seu cronograma de "produção"; a participação proativa é incentivada, desde a formação dos grupos, passando pela escolha dos jogos que serão usados e a forma como farão a apresentação do projeto final.<br><br>O sentido de coletividade perpassa a proposta, pois é necessário que todos consigam realizar suas tarefas ou, caso tenham dificuldades, que se comuniquem para organizar novos arranjos.<br><br>A experiência está em curso, mas percebo maior interesse dos estudantes em todas as turmas. Ou seja, a partir de uma atividade lúdica, haverá maior engajamento dos discentes com a construção do conhecimento.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 00:56:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2188560009</link>
         <description><![CDATA[<div>meu nome e maria das graças  sou professora de geografia</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 01:17:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividades visando ações da BNCC</title>
         <author>marcelofernandesprofessor</author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2189355070</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Marcelo Fernandes, sou professor de História do Colégio Estadual João de Oliveira Botas, no momento atuando como Coordenador Pedagógica da unidade escolar.<br>Visando garantir o protagonismo dos estudantes e a aprendizagem colaborativa costumo realizar atividades com metodologias ativas. Ex:<br>1) apresento uma situação-problema (explicação introdutória);<br>2) em pequenos grupos, proponho a leitura de um pequeno texto sobre o problema proposto;<br>3) o grupo deve elaborar um pequeno resumo de como o problema poderia ser solucionado ou ao menos amenizado, com ações cidadãs e coletivas, considerando os princípios da legalidade e moralidade.<br>4) individualmente cada estudante apresenta verbalmente para a turma sua perspectiva sobre a situação, em cerca de um minuto.<br>São ações que podem demandar de duas a quatro horas/aula, dependendo do contexto da turma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 11:52:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2189709793</link>
         <description><![CDATA[<div>As atividades da professora a Marcela Fernandes ,colega de Historia-me motivou a realizar&nbsp; atividades que possa envolver todo o grupo escolar!<br>essas metodologias ativas, mobiliza a unidade .parabéns pela iniciativa!! </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 15:29:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2190170143</link>
         <description><![CDATA[Oi Luciano nós precisamos trabalhar assim com os nossos alunos eles tem que entender que eles são capazes de fazer a diferença .Essa aprendizagem colaborativa e uma forma do aluno participar , de criar de perder a vergonha de falar em público e de ampliar seus conhecimentos . Parabéns pelo trabalho que você desenvolve com os seus alunos .
<br>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 21:01:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2190176027</link>
         <description><![CDATA[<div>Avatar de %{name}<br><br>Anônimo<br><br>1m<br><br>Sou Maria das Graças Martins Medeiros Sá&nbsp;<br>/CEMAT  ,eu que fiz o comentário acima sobre o trabalho do professor Luciano em sala de aula (esqueci de me identificar ).<br><br>Seu avatar<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 21:07:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gilda Batista- Colégio Estadual Julia Kubitschek- Disciplinas Pedagógicas (História e Filosofia da Educação)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2191441467</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu escolhi:&nbsp;<br>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política e&nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.<br>Neste bimestre, dividi as turmas em grupos. Ao final de cada reflexão do conteúdo das aulas, os alunos elaboram um resumo da aula e o grupo do dia, apresenta outras ideias para a turma, a partir do tema refletido. Enquanto o grupo esta conversando sobre sua apresentação, os demais alunos estão elaborando seus resumos. Depois da apresentação do grupo, os alunos complementam seus resumos com a contribuição da reflexão do grupo. Essa dinâmica ocorre em todas as aulas de HFE.&nbsp; No início foi complicado o trabalho em grupo. Mas agora, já estão integrados&nbsp; e a dinâmica flui. As reflexões no grupo são sempre muito interessantes, sobretudo, quanto eu enfatizo as ideias apresentadas. percebo que muitos estão amadurecendo na argumentação, síntese, etc.<br>No início de cada aula, escolho alguns alunos para fazerem a leitura dos resumos. Alguns se oferecem também para ler. A experiência tem sido muito boa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 14:24:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO - PROFESSOR SERGIO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2191853491</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Boa Tarde Colegas de Ciências Humanas. Meu nome é Sergio Lucio da Silva Aguiar – Pertenço ao Grupo 5. Leciono Geografia em duas Unidades Escolares do Estado do Rio de Janeiro:&nbsp;</div><div><strong>- 1º Unidade Escolar: CIEP 379 RAUL SEIXAS – BAIRRO COSTA BARROS – MORRO DO CHAPADÃO – COMPLEXO DO CHAPADÃO.</strong></div><div><strong>- 2º Unidade Escolar: C.E – JORNALISTA RODOLFO FERNANDES – BAIRRO PAVUNA – MORRO DA QUITANDA – COMPLEXO DA PEDREIRA.</strong></div><div>&nbsp; &nbsp;As ações escolhidas foram:</div><div><strong>1º - Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.</strong></div><div>&nbsp; &nbsp;Na primeira ação, como trabalho em áreas de conflitos, tento desenvolver um senso crítico na qual meus possam enfrentar os problemas em sua comunidade. Como por exemplo, deficiências dos Serviços públicos. Nas duas Unidades não tem transporte Coletivo, os alunos e os professores vão para a Unidade de Van, Moto taxi ou no seu próprio carro. Além do serviço de Saúde que não funciona direito UPA de Costa Barros e o hospital mais próximo fica em outro bairro Marechal Hermes – Hospital Estadual Carlos Chagas – Falta Médicos e Remédios para o atendimento da população.&nbsp; A questão da Segurança é ainda mais complicado, pois existem confrontos de facções rivais e operações policiais, que quando começa o confronto os alunos não vão a escola e quando estão na escola e começa o tiroteio os alunos são encaminhados para o corredor para sua segurança. Ao debater esses problemas os alunos tiveram como conclusão o descaso do poder público nestas duas áreas e transferência da criminalidade para as regiões em questão devido a instalação de UPP implantada em 2008.&nbsp;</div><div><strong>2º - Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;</strong></div><div>&nbsp; &nbsp;Na Segunda ação, utilizei o IDH para explicar a qualidade de vida desses dos bairros:</div><div>- Bairro Costa Barros: Ocupa a posição 125º de 126 pesquisados – 0,713.</div><div>- Bairro Pavuna: Ocupa a posição 99º de 126 pesquisados – 0,790.</div><div>&nbsp; &nbsp;O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baseia-se em três principais indicadores: Educação, Saúde e Renda. Durante a aula analisando o debate os mais de 98% querem sair da comunidade. E a conclusão que se chegou que com a Educação isso pode ser alcançado, pois, teriam salários melhores e poderiam deixar de morar nas comunidades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-19 18:57:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 - Rodrigo Alves do Nascimento- Colégio Estadual Pedro Braille Neto. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2192119736</link>
         <description><![CDATA[<div>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política; é fundamental desenvolver nos estudantes o papel do sujeito na sociedade,&nbsp; o protagonismo na produção do conhecimento é fazer o estudante entender o quanto ele é importante neste sistema de segregação de escolas públicas.&nbsp; Estou em constante relação na integração do estudante em sala de aula fazendo com que o mesmo entenda a proposta de sala de aula invertida, fazendo o estudante propor uma dinâmica aula mais atraente percebendo as especificidades e convergência do grupo em aula e atuando de firma democrática para que todos e todas possam ser participativos e atuantes nesta construção do conhecimento.&nbsp;<br>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida; fazer o estudante perceber a sua identidade,&nbsp; sua história e sua importância como cidadão dentro de uma sociedade é fundamental para desenvolver um sendo crítico da realidade no qual o estudante está inserido.<br>Estou em constante aprendizado com os estudantes para propor uma aula de História atraente de acordo com as realidades existentes na escola que leciono e fazendo o estudante perceber sua importância neste processo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 00:12:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 - Cláudia Maria da Silva de Jesus do Nascimento - Colégio Estadual Olavo Bilac.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2193088490</link>
         <description><![CDATA[<div>A BNCC busca garantir aos estudantes o protagonismo no processo de ensino e aprendizagem. Para garantir isso é necessário que o corpo pedagógico e especialmente, os professores estejam atentos a comunidade escolar, seus desejos e realidades. A escola não pode ser uma instituição a parte da realidade que a envolve. Os alunos devem ser convidados a observar e a refletir sobre os problemas sociais, do seu bairro, da sua cidade e do seu país e buscar meios para solucionar tais problemas. A pesquisa deve ser incentivada, pois é um importante instrumento para alcançar o conhecimento e as novas tecnologias devem acompanhar esse processo, fazendo-os criar materiais como documentários, por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 14:27:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 7 - Cíntia Furtado de Moraes Melo - Colégio Estadual Augusto Spinelli.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2193518796</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolho como primeira ação : "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares"<br>Considero ser essa uma das ações em que percebo maior envolvimento dos alunos no processo, e encontro sinais mais claros de apreensão de temas discutidos. Busco, sempre que possível, instigá-los para que de forma coletiva discutam e procurem identificar temas que serão tratados ou comparem diferentes versões sobre os mesmos acontecimentos. Como exemplos posso citar debates sobre diferentes pontos de vista sobre o Imperialismo, As causas das Grandes Guerras ou a Guerra de Canudos, nessas discussões a partir de trechos de textos ou reportagens, ou de imagens, os quais são previamente selecionados e preparados e distribuídos para grupos formados aleatoriamente. Em um primeiro momento&nbsp; discutem nos grupos e buscam identificar os temas tratados nos textos/imagens, e levantar hipóteses para as diferentes versões. Após esse primeiro momento os grupos apresentam suas impressões e discutem os pontos de convergência e divergência no que perceberam, por fim buscam em turma construir um consenso. Durante o processo faço intervenções no sentido de estimulá-los à reflexão através de questionamentos que os instigue. De maneira geral são momentos em que os alunos participam ativamente de todo processo e se mostram interessados e engajados.<br><br>Outra ação seria: " Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política"<br>Esse protagonismo é estimulado através de atividades que envolvem debates e julgamentos sobre diferentes temas, sempre escolhidos através de sorteios. Em diferentes anos de escolaridade usei e uso desses instrumentos e sempre percebo envolvimento e motivação por parte dos discentes. Já trabalhei com temas sobre Ética, por exemplo, nos quais discutimos o papel da Imprensa, a Liberdade de Expressão, costumo usar o caso da Escola Base de São Paulo, e a partir dele avaliar o impacto das notícias falsas na vida das pessoas, costuma render debates memoráveis. Uso também debates para trabalhar revoltas, guerras, sempre opondo a posição do poder constituído à dos que lutam por mudanças. Os alunos geralmente gostam muito de se sentirem protagonistas no processo, no qual eu atuo só como mediadora.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-20 21:20:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5 - Debora Pulcina - Liceu Nilo Peçanha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2194047458</link>
         <description><![CDATA[<div>Ações escolhidas 1 e 2.<br>Na escola, que é viva, existem diversos projetos. Alguns voltados para o ingresso na universidade, outros para atividades culturais e esportivas. Durante a pandemia, tivemos que interromper esses projetos e nos reinventar à distância. Destaco um projeto desenvolvido em minha disciplina, em consonância com várias ações da BNCC.</div><div>O objetivo do projeto é a reflexão sobre as motivações para o consumo entre os indivíduos na sociedade atual, bem como as suas consequências. Em parte, os indivíduos consomem pautados por uma racionalidade econômica, porém, frequentemente são motivados por necessidades culturais e desejos. Tais necessidades e desejos, são estimulados pelas propagandas veiculadas nos meios de comunicação de massa e definem padrões identitários em nossa sociedade, daí a pergunta: Consumo, logo existo?</div><div>O projeto iniciado em 2011, está inserido no tema previsto para o 1° bimestre, conforme o Currículo Mínimo da SEEDUC para o ensino de Sociologia no 3° ano do Ensino Médio. Após discussão conceitual em sala de aula, por meio de aulas expositivas, textos, livro didático, filmes, músicas e dinâmicas com embalagens de produtos e propagandas veiculadas nos meios de comunicação de massa, os alunos ultrapassam a fronteira da sala de aula em uma mostra que reúne cartazes, murais, varais, instalações e muita criatividade, que se espalha pelas paredes, chão e teto.</div><div>Nesse ano letivo de 2022, estamos retomando as atividades presenciais e, consequentemente, o projeto. Em breve, teremos a <strong>IX Mostra “Consumo, logo existo?” </strong>Os alunos já estão entregando os seus trabalhos e as ideias estão fervilhando.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 17:18:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Norimar Corrêa de Souza Soares - CIEP 404 Clarice Lispector.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2194803645</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018, p.465)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Minha área de atuação : Filosofia e Sociologia.<br>Trabalhar em forma de equipes e grupos as questões culturais, pesquisa sobre o bairro e pontos importantes do mesmo, se existe contribuição do comércio local para o bairro, promovendo debates, dramatizações, leitura de textos, vídeos feitos por eles de situações cotidianas e desafio que encontram no dia a dia, entrevistas com familiares e amigos que que eles admiram para mostrar as dificuldades enfrentadas e superações conquistadas, feira de profissões onde os mesmos possam buscar melhor entendimento de qual carreira seguir. Convidar ex alunos, hoje formados, para através de um bate papo mostrar que é possível conquistar os sonhos.<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-22 21:11:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 5, CÁTIA REGINA DE OLIVEIRA MOTTA -CIEP 239 PROFª ELZA VIANNA FIALHO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2195142522</link>
         <description><![CDATA[<div>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br>Difícil escolha, pois a aprendizagem colaborativa e entre pares sempre está presente, muitas vezes envolvendo alunos ou equipes de outras turmas da mesma série e de outras séries.<br>O trabalho desenvolvido através de projetos, interdisciplinar e o uso de tecnologias digitais e outras tecnologias contribuem para contemplar não apenas o conhecimento cognitivo não fragmentado em torno de uma temática, mas também o conhecimento socioafetivo, de autoconhecimento e da empatia que se desenvolve no processo.<br>Orientar e mediar os avanços e execução do que é proposto é muito gratificante. O uso de metodologias ativas não é uma novidade, a diferença que hoje a aceitabilidade no meio escolar é maior, assim como a valorização do resultado ao utilizá-la.<br>A foto retrata um dos projetos desenvolvidos em 2021, utilizando o aplicativo padlet como um dos recursos para desenvolver de forma interdisciplinar, entre classes e entre escolas. A rede social WhatsApp foi fundamental para que ocorressem diálogos e intercâmbio de experiências entre turmas do fundamental II e Médio. Nas escolas ocorreram exposição de trabalhos, confecção de murais<br>Difícil escolha, também, pois fiquei dividida em ilustrar com uma foto desse trabalho e o projeto "Consciência Negra". O interessante foi perceber que os alunos tinham, em sua grande maioria, limitação com o conceito de tecnologia restringindo-o a um momento histórico, assim como, hoje, a era digital. Isso abriu um precedente para que, em aulas posteriores, falasse de tecnologia da Pré-História aos dias atuais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 03:28:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A BNCC e o currículo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2195699424</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 8 Turma B<br>Eduardo de Almeida Alves Prof. História - SEEDUC e SMERJ Colégio Estadual Bangu e Escola Municipal Liberdade.<br>Há anos precisamos rever currículos, não só História (minha área de formação) mas todo o currículo. A sociedade do século XXI trás demandas que não são contempladas pelos currículos do século XIX que ainda persistem em muitas salas de aula do Brasil.<br>Não que a BNCC seja perfeita, longe disso, mas a oportunidade de avançar os currículos, retirando o conteudismo infértil e improdutivo que tanto cansa e desinteressa os alunos e abraçando os elementos constitutivos da contemporaneidade.&nbsp;<br>Hoje é muito mais importante saber pesquisar e checar as informações do que decorar nomes e datas. Diante disso precisamos usar a BNCC nesse intuito, na missão de reformar os currículos e adequá-los aos desafios do hoje.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 11:11:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 5 Turma B- Professora Ilza Lima Solis, Geografia- CIEP 241 Nação Mangueirense Governador Leonel Brizola e  CE Antônio Houaiss.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2196594662</link>
         <description><![CDATA[<div>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida.<br>Vejo de extrema importância esta ação pois ao perceber que trabalho com alunos de comunidade, e estes não se acham enquadrados numa realidade, fora de suas comunidades onde a realidade deles muitas vezes não são alcançadas.<br>Em aulas, e como docente da turma procuro mostrar que todos estão na mesma sociedade e que seus direitos são garantidos, procurando valoriza-los.<br>Promover o aprendizado colaborativo, desenvolvendo os alunos a capacidade de trabalharem em equipe e esse trabalho faz parte da feira de ciências, onde eles desenvolvem seus materiais de estudos escolhidos e fazem uma apresentação real de causa e efeito, mostrando que são capazes e responsáveis pelo aprendizado uns dos outros, de modo que o sucesso ajuda no sucesso dos outros. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 23:09:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 6- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018, p.465)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2197775551</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Midian Lamana, sou Coordenadora Pedagógica no C. E. Iracema Leite Nader em Barra Mansa, participo do grupo 6 desse curso. Sendo a minha U.E uma escola de fomento,  e também temos o módulo do Novo Ensino Médio, já estamos acostumados a trabalhar de forma colaborativa e interdisciplinar, pois vários projetos desenvolvidos nos proporciona esse modelo de metodologia. Colocarei aqui como uma atividade de exemplo, nossa feira de Empreendedorismo, tivemos várias oficinas como bolo de pote, fuxicos, plantas medicinais, confecção de sabão utilizando óleo de cozinha , horta, embalagens e outros. Tivemos parceria e colaboração de toda a comunidade escolar e o projeto foi desenvolvido de forma satisfatória e compartilhado com a SEEDUC, como uma evidência de boa prática. Então, para que esse projeto fosse realizado com todo esse sucesso, tivemos a participação e colaboração dos alunos que trabalhando em parcerias entre professores e colegas de outras turmas, demonstraram ser capazes de construir parcerias e aprender com seus pares. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 14:12:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2198590263</link>
         <description><![CDATA[<div>GRUPO 7 - Viviani M Marcelino - CEFA<br><br>Escolhi "Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração..."&nbsp; onde se faz necessário observar e compreender que tipo de atividade entusiasma os alunos, para que assim eles fiquem engajados em sala de aula.<br>O segundo ponto "promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares." Pois assim os alunos interagem entre si, o que é fundamental para o desenvolvimento cognitivo deles, onde trabalham e deliberam juntos, ou seja, há uma maior interação social.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-25 02:02:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Meu nome é Hercules Henrique Môro, sou do grupo 5 turma B professor de sociologia do C.E. Marieta Cunha da Silva no Rio de Janeiro no bairro de vila aliança bairro Bangu. - BNCC É UM DESAFIO!!! </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2198638652</link>
         <description><![CDATA[<div>O novo BNCC é um desafio para o ensino médio na nossa atualidade.&nbsp; A mudança estrutural do currículo do ensino médio que vai migrar de uma lógica disciplinar na divisão de saberes: História, Filosofia, sociologia e geografia, uma lógica de distribuição de saberes para areais de conhecimento. Mostra um novo tipo de relação social e trabalhista que o século XXI chama, ou seja, uma flexibilidade no currículo escolar.<br>Trabalho numa escola estadual na periferia do Rio de Janeiro onde o tráfico impera, é um desafio no aprendizados desses jovens, para não cair no tráfico de drogas, a escola é feitos projetos de dança, teatro e ex- alunos que passaram para universidades públicas para estimular a auto estima desses alunos, assim, vê a escola como uma oportunidade de mudança de vida.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-25 02:37:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Renato Ribeiro de Freitas, grupo 7 turma B, C.E. 10 de Maio </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2199303980</link>
         <description><![CDATA[<div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018, p.465)</div><div>&nbsp;</div><div>As duas se encaixam, a proposta é que os alunos trabalhem em grupo,&nbsp; em equipe, onde se depararão com idéias e opiniões diferente dos colegas&nbsp;e deverão  aprender a respeitá-las , para chegar a uma conclusão satisfatória para todos. agregando esse valor a sua vida de cidadão.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 12:27:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MARINA BRAGA, GRUPO 5, LICEU NILO PEÇANHA (SEEDUC)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2199435621</link>
         <description><![CDATA[<div>Pretendo responder às seguintes ações:<br><br><br>&nbsp;- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br><br>- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;<br><br>Bem, a prática de aprendizagem que utilizo como principal forma de aferição de pontos para os estudantes é a pesquisa sobre um tema que tenha a ver com a prática da cidadania, me valendo dos próprios BNCC que afirmam as necessidades de temas inter/transdisciplinares. Ver a escola como uma forma de se ensinar os conteúdos cobrados no ENEM e se esquecer que a escola tem como função a prática da cidadania é muito ruim. A transformação do ambiente escolar em um cursinho pré-vestibular, seja na pública ou privada, é uma forma de se acabar com a verdadeira função da escola, e relegar ela apenas ao papel conteudista que tanto criticávamos nas antigas práticas pedagógicas, e das quais tomamos horror quando éramos nós mesmos estudantes de ensino médio. Portanto, utilizar como ferramenta uma pesquisa como a maior forma de pontuação garante aos estudantes tanto o protagonismo diante de sua aprendizagem, como também práticas de autonomia diante do conhecimento, visto que é ele quem se torna senhor da descoberta, e não o professor. A autonomia é um dos principais caminhos para a prática da vida política e intelectual, e é fundamental que os estudantes possam ter contato com essa forma de avaliação.<br>Sobre a promoção da aprendizagem colaborativa, percebo que a forma de aprendizagem colaborativa utilizada nas minhas aulas também perpassa pela atividade de pesquisa, já que uma parte da aferição da nota é coletiva por conta da obrigação de se confeccionar coletivamente um cartaz. Assim, o espaço de convivência se torna mais intimista por vários aspectos, e um deles tem a ver com a parte lúdica de se utilizar um cartaz com fotos e frases de efeito, construído por todos. Acredito ser essencial que a construção desse dinamismo seja feito dentro de grupos que são escolhidos aleatoriamente pelo número de chamada, para que sejam evitadas bolhas sociais e para que os estudantes entrem em contato com a diversidade de opiniões e jeitos de agir socialmente que possuímos em nossa sociedade. É um aprendizado de inteligência interpessoal muito eficaz e gratificante para todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 14:02:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vinícius W. Garcia, Grupo 5, Turma B, C.E. Albert Sabin</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2199834009</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha área de atuação é FILOSOFIA.<br><br>Sobre:<br>* Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>* Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br><br>Penso que na minha didática sempre procuro trazer à realidade dos alunos os diversos conceitos e contextos que ensino. Vejo como uma necessidade a "tradução" das diversas competências para a linguagem que o estudante compreende. Dessa forma, desde o planejamento das aulas, até a formulação das propostas avaliativas passam por uma adequação ao contexto do aluno. No meu caso, por lecionar uma disciplina que por si só já parece distante demais da realidade deles, e pela visão utilitarista que a maioria deles possui, é um desafio maior ainda. Proponho sempre debates em grupo, juris simulados, seminários, atividades que tornem mais dinâmica a aprendizagem e norteio os alunos sempre para buscarem paralelos entre os conteúdos e sua própria realidade.  Acredito que somente assim fará sentido para eles aprenderem aquilo e compreenderem como aplicar esses conhecimentos no caminho de vida que eles mesmos escolherem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 19:17:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 - Paulo Cesar Gonçalves de Castro: Colégio Estadual Visconde de Itaboraí (CEVI).</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2199930527</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentre as ações elencadas, escolho as seguintes: "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e&nbsp; estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação." Leciono para turmas de 1º e 2º ano do curso Normal, e 3º ano do curso regular, mais focado no Enem. Ainda estou lecionando Filosofia para a NEJA. Escolhi essas duas ações, pois elas se alinham muito com o trabalho que tenho desenvolvido. Para o curso Normal tenho trabalhado com seminários, atividades de prática docente para o ensino de História, elaboração de planos de aula e de curso. Já com o curso regular venho trabalhando com os debates, o que vem rendendo boas partilhas e experiências. Venho me esforçando para fazer dos nossos encontros, aulas dinâmicas e que contribuam com o crescimento dos meus alunos, além de favorecer o desenvolvimento ético e o exercício da cidadania.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 21:23:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rita de Cássia Lage Batista Ruhena, grupo 6, Ciep 331.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2200036374</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos.</strong></div><div>No planejamento e execução das atividades procuro sempre seguir algumas “regras” ao longo do ano letivo: <br>- variedade das tarefas, que favoreça colocar em desenvolvimento e prática a variedade de competências e habilidades; <br>- do início ao fim de uma atividade,&nbsp; foco na necessidade de cada estudante imprimir significado à tarefa/estudo, compreendendo algum impacto positivo para sua vida, digo sempre que motivação é uma porta que se abre de dentro e que usem as suas chaves, faço perguntas sobre o que aprenderam e o que gostaram ou não, buscando nas suas respostas destacar as realizações e resultados tangíveis; <br>- autonomia, oferecendo boa margem de liberdade, de independência nas formas de fazer e apresentar o solicitado (nesse ponto, há muita resistência, os estudantes, em geral, querem que eu diga muito mais prescritivamente o como fazer;<br>- por fim, os feedbacks contínuos acabam por permitir que eles obtenham informações sobre seu desempenho, confiança em seus conhecimentos e estímulo para fazer ajustes e avançar. A competitividade também os mobiliza e valorizo toda apresentação, e, muito, toda a demonstração de parceria e colaboração, destacando aspectos positivos e aproveitando para revisar ou complementar o conteúdo teórico e as relações práticas pertinentes. <br>Mas sinto necessidade também de reservar tempo para atendimento individualizado, mas sempre igualitário aos alunos (o que é difícil e toma muito tempo em turmas com 50 alunos).<br><br><strong>Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado</strong></div><div>Em primeiro lugar, destaco experiências fora da escola. Há cerca de dois anos, se não me engano, tivemos a oportunidade de viajar bastante com os alunos, dado que a SEEDUC RJ disponibilizou vários ônibus em curto período de tempo, creio que muitos professores aqui devam se lembrar. Nunca vi nada mais fértil para o aprendizado do que utilizar a natureza e ambientes sociais externos; sendo que novos conhecimentos, comportamentos e motivações são transportados para a sala de aula.&nbsp;<br><br></div><div>Também gosto de realizar atividades fora da sala de aula, em outros espaços da escola.&nbsp;<br><br></div><div>Para confiarem em sua capacidade de aprender, destaco a estratégia de utilizar conhecimentos dos alunos e desafiá-los. Por exemplo: uma dinâmica deste bimestre foi cada aluno fazer uma apresentação sobre o conceito de poder (com argumentação teórica) em sua biografia levando uma música, que foi tocada em uma caixa bluetooth na sala de aula, com as carteiras em formato de “teatro de arena”. As apresentações foram muito variadas, criativas, foi divertido, por vezes emocionante e, no resultado geral, foram muito bem apresentados importantes conceitos e demandas políticas, sociais e culturais. Outro exemplo: para estudar ação social em Weber, primeiramente, uso dinâmicas onde os alunos demonstram suas tradições, emoções, racionalidade orientada por utilidade ou valores; somente quando estão com estes conceitos bem familiares, relaciono à teoria de Weber e a algum exercício que aproxime a prática da teoria.&nbsp;</div><div>E para fechar ou abrir as dinâmicas uso algum “exercício de aprendizagem” tradicional e de rápida resolução, como questões de múltipla escolha, relação de colunas ou falso e verdadeiro, uma questão dissertativa. Isto favoreça a compreensão dos conceitos e, o que observo é que agrada aos alunos essa interligação entre tarefas tradicionais, cuja forma de resolução é familiar e imediatamente identificada e metodologias mais ativas e estruturadas que lhes parecem “muito complicadas” até que se dediquem a fazer.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 00:01:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2200036374</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2200780709</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Grupo 8 - </strong>Zila Maria de Oliveira ,C.E. Roberto Burle Marx<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Das ações indicadas as que desenvolvo onde atuo são:&nbsp; Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida. Como professora de história (e não lecionadora de área, como alguns textos editoriais apresentam) tentamos promover a curiosidade em torno de Identidades. Apresentarmos os papéis sociais de todos,&nbsp; e de tudo, envolvidos no processo de educação e, na sociedade. Procurarmos entender quem somos e quem são os outros. Demonstrar as relações que envolvem nós e eles dentro e fora do espaço escolar. Como cada um de nós, indivíduos ( e que isso não é um xingamento) nos apropriamos de tudo ao nosso redor. Como selecionamos essa apropriação e o quê, onde, como e quando a aplicamos e assim nós vamos construindo nossas redes de interações e nos tornando produto das nossas escolhas em constante transformação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 12:13:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6, Marilia de Andrade Monteiro, CECB, CIEP 092.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2200884799</link>
         <description><![CDATA[<div>As ações que tenho exercitado em sala de aula são:<br><strong>- Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;</strong><br>Trabalhando a temática dos meios de <em>comunicação fui com minhas turmas para sala de vídeo e usando o celular deles fomos trabalhando os enquadramentos de cenas e experimentando como ao focalizar a câmera em determinado ponto deixamos muitas coisas de fora. E como podemos contar uma determinada e fornecer uma determinada versão dos fatos ao enquadrar um pedaço do todo que estava acontecendo na sala. Com isso, eles foram visualizando melhor como o é preciso ser cuidadoso com as informações vinculadas na internet e também como é preciso ser um pouco cético em relação as informações que chegam a nós.</em></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>- <strong>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;</strong> <br><em>Esse ano tenho trabalho muito com a turma dividida em grupos. Algumas vezes os alunos podendo escolher seus grupos, em outras, o grupo é formado por sorteio. Eles recebem um tema ou um texto de referência e precisam explicar o assunto para o restante da turma. Fico somente assessorando. É ótimo quando eles me fazem uma pergunta e imediatamente já começam a responder uns aos outros sem esperar minha intervenção. Tem sido interessante trabalhar assim. Nas primeiras vezes tinha resistência, principalmente em trabalhar com aqueles que não são os amigos, mas agora já é assim. Até o momento vejo, de modo geral, muitos aprendendo a trabalhar em equipe até com pessoas com quem não tem afinidade. </em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 13:43:30 UTC</pubDate>
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         <title>BNCC: Compartilhando experiências - consciência afetiva e humanização do ensino através das artes /criatividade. Grupo 7</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2201273877</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Carla Alessandra Silva de Assis, sou professora de artes e leciono nas unidades - C.E.Professor Raja Gabaglia(Campo Grande) e C.E. Aldebarã(Antares - Sta Cruz) e ao longo desses últimos anos, eu venho passando por autocrítica referente a minha atuação profissional.<br>A arte é libertadora e como fazer com que meus alunos(as) se sintam envolvidos(as), motivados(as), pertencentes e cocriadores(as)?<br>Então, eu tenho feito propostas que envolvem ações colaborativas e a garantia do protagonismo.<br>Atualmente, também estou fazendo uma pós/formação em arteterapia com o objetivo de implementar novas ações que envolve a consciência afetiva, sobretudo uma proposta de humanização do ensino através das artes/criatividade.<br>Assim que retornar pra sala de aula em julho, pretendo levar novas experiências  como trabalho de campo/projeto de pesquisa profissional.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 19:17:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2201513300</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 05 Edimara Romeiro Ciep 485 João Batista de Barros<br><br></div><div>Tenho pautado meu trabalho nos seguintes eixos:<br><br></div><ul><li>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação essenciais a sua autonomia pessoal, profissional , intelectual e política.</li><li>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante&nbsp; e qualificar os processos de construção de sua identidade e de seu projeto de vida.</li></ul><div>As atividades desenvolvidas&nbsp; com alunos são organizadas de forma colaborativa com momentos de reflexão e valorização da identidade individual de cada um, associando sempre ao conteúdo programático. Saber quem sou para compreender e promover ações capazes de transformar minha realidade através de uma percepção do outro e do meio que vivo, como penso , sinto e atuo no mundo. Atividades desenvolvidas :&nbsp;<br><br></div><ul><li>Literatura com dinâmicas baseadas no livro Você é especial;&nbsp; O que valorizo em mim e o que valorizo no outro.Como agir diante do preconceito? Tenho atitudes prenconceituosas? Já sofri preconceito?</li><li>Organização de uma Playlist da turma com músicas e seus significados&nbsp; ( associando ao conteúdo programático);</li><li>Valorização da cultura negra com pesquisas e debates sobre personalidades do samba;</li><li>Roda de Samba;</li><li>Questão de gênero , violência com a mulher, mitos da maternidade e propostas de intervenção;</li><li>Reflexão sobre as relações familiares com utilização de mídias para produção de video e mensagens variadas.</li><li>Debate sobre o filme O ódio que você semeia.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 00:51:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 6 , Marco André de Souza Ribeiro , C.E Arruda Negreiros</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202273154</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Tenho tentado , na minha prática docente, estimular o protagonismo dos jovens como agentes ativos da construção histórica, buscando relacionar os conteúdos curriculares com o cotidiano.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Além disso busco encorajar os estudantes a se apropriarem dos recursos pedagógicos disponíveis, tais como as novas apostilas preparatórias para o ENEM.<br>          Também busco organizar os trabalhos em grupo , com estudantes de diferentes personalidades e "grupos", a fim de que se acostumem a lidar com o diferente numa perspectiva de diálogo e respeito.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 14:39:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Patrícia P. Fernandes Martins, Colégio Estadual Prof. Vanilde Natalino Matos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202342458</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;* Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br>* Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;<br><br>Em minha prática como docente, tenho procurado fazer um trabalho junto aos alunos, em que lhes ofereço a oportunidade de fazerem parte da aquisição dos conhecimentos a partir do fomento de ideias sobre os mesmos. Uma vez instigados, eles iniciam esse processo de busca, através de pesquisas e debates,&nbsp; e o resultado&nbsp; é devidamente compartilhado por meio de seminários com&nbsp; a turma.<br>A princípio é comum encontrar alguma resistência,  por parte daqueles mais tímidos, mas a medida que vamos seguindo, eles vão se sentindo mais seguros e, consequentemente, mais confiantes para compartilhar o que aprenderam com os amigos.<br>Outro ponto que busco trabalhar em sala, é&nbsp; sobre a importância que eles tem junto à sociedade/comunidade que compõe. Enfatizo sempre, que eles são agentes de mudanças na realidade social a qual estão inseridos. Com essa prática já vi alguns resultados. Por exemplo, pais de alunos retornando para escola para cursar EJA, depois de serem influenciados pelos filhos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 15:46:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Felipe Vieira Soares,(Não consegui identificar meu grupo), Turma B, Ciep 409-Alaíde Figueiredo Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos; Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;  Em minha prática docente nas disciplinas de História sempre inicio a aulas com uma provocação oral ou visual do tema que será proposto em sala. A partir dessa primeira intervenção, tento sondar os conhecimentos que já reúnem a respeito do que será tratado e tento apresentar apontamentos que demonstrem o valor do conhecimento em questão. É comum que os discentes encontrem significado em temas que estruturem a sua realidade ou na observação da construção do conhecimento que está sendo proposto. Fazer leitura de documentos históricos associado a comandos de interpretação, associação e relação com conhecimentos prévios dos assuntos costumam permitir uma maior interação do estudante com o conceito, bem como entender as condições em que ele foi produzido e como está sendo reproduzido. Discutir sobre os sentidos e disputas da História sempre despertam boas reflexões permitindo que o tempo histórico possa se acessado pelos estudantes.</title>
         <author>fvsoares2017</author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202603393</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 22:21:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7; Flavio Pereira; CAIC Euclides da Cunha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202611757</link>
         <description><![CDATA[<div>Tenho executado em sala de aula as seguintes ações:<br>-Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>Na minha prática em sala de aula, busco desenvolver nos alunos a capacidade de relacionar os conteúdos de Geografia estudados com o cotidiano deles, ou seja, dar sentido aquilo que vem sendo estudado na escola e em sala de aula.<br>Em alguns momentos, trazemos para a aula a tecnologia que boa parte deles têm em mãos. O celular, é usado como ferramenta auxiliar na busca, por exemplo, de letras de músicas e músicas que de alguma forma se relacionam com o conteúdo estudado e/ou com a realidade dos alunos.<br>Nesse sentido, estimulo os alunos a participarem sugerindo, pesquisando músicas e letras de músicas de estilos musicais da preferência deles, que se encaixam com a matéria.<br>-Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação;<br>São realizadas atividades em dupla e num outro momento em grupos maiores (três a cinco participantes), onde os alunos têm a oportunidade de trocar ideias, experiências e experimentarem o exercício de buscarem o consenso em meio às diferentes opiniões. Com isso, desenvolve-se o respeito à opinião do outro e ao outro e/ou diferente.<br>Os alunos são levados frequentemente a refletir sobre a importância do conhecimento e domínio da tecnologia, seja como ferramenta de estudo e exigência do mercado de trabalho atual.<br>Por último, destaco que na minha prática docente estimulo os alunos a perceberem a importância das ciências humanas e sociais   na tarefa de capacitá-los a fazerem uma "leitura de mundo" a partir de experiências do seu cotidiano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 22:43:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 7, Andréa Cristina Santana de Castro, DEGASE, CRIAAD BANGU.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202612855</link>
         <description><![CDATA[<div>Ações:&nbsp;<br>- "Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua contribuição de estudantes, e qualificar os processos de construção de suas identidades e de seu projeto de vida."<br>São ações desenvolvidas em sala de aula sempre. Parto do princípio que as identidades devem ser respeitadas e por vezes construídas ou reconstruídas positivamente.&nbsp;<br>&nbsp;- "Assegurar tempo e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes."<br>É de fundamental importância esses espaços de reflexão e discussão. As rodas de conversas e debates ajudam no fortalecimento e crescimentos das turmas enquanto grupo e também no individual.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 22:46:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202613763</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br><br>GRUPO 7, Andréa Cristina Santana de Castro, DEGASE, CRIAAD BANGU.<br>Ações:&nbsp;<br>- "Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua contribuição de estudantes, e qualificar os processos de construção de suas identidades e de seu projeto de vida."<br>São ações desenvolvidas em sala de aula sempre. Parto do princípio que as identidades devem ser respeitadas e por vezes construídas ou reconstruídas positivamente.&nbsp;<br>&nbsp;- "Assegurar tempo e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes."<br>É de fundamental importância esses espaços de reflexão e discussão. As rodas de conversas e debates ajudam no fortalecimento e crescimentos das turmas enquanto grupo e também no individual.<br><br><br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Grupo 7; Flavio Pereira; CAIC Euclides da Cunha<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>1m<br>Grupo 7; Flavio Pereira; CAIC Euclides da Cunha<br>Tenho executado em sala de aula as seguintes ações:<br>-Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>Na minha prática em sala de aula, busco desenvolver nos alunos a capacidade de relacionar os conteúdos de Geografia estudados com o cotidiano deles, ou seja, dar sentido aquilo que vem sendo estudado na escola e em sala de aula.<br>Em alguns momentos, trazemos para a aula a tecnologia que boa parte deles têm em mãos. O celular, é usado como ferramenta auxiliar na busca, por exemplo, de letras de músicas e músicas que de alguma forma se relacionam com o conteúdo estudado e/ou com a realidade dos alunos.<br>Nesse sentido, estimulo os alunos a participarem sugerindo, pesquisando músicas e letras de músicas de estilos musicais da preferência deles, que se encaixam com a matéria.<br>-Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação;<br>São realizadas atividades em dupla e num outro momento em grupos maiores (três a cinco participantes), onde os alunos têm a oportunidade de trocar ideias, experiências e experimentarem o exercício de buscarem o consenso em meio às diferentes opiniões. Com isso, desenvolve-se o respeito à opinião do outro e ao outro e/ou diferente.<br>Os alunos são levados frequentemente a refletir sobre a importância do conhecimento e domínio da tecnologia, seja como ferramenta de estudo e exigência do mercado de trabalho atual.<br>Por último, destaco que na minha prática docente estimulo os alunos a perceberem a importância das ciências humanas e sociais na tarefa de capacitá-los a fazerem uma "leitura de mundo" a partir de experiências do seu cotidiano.<br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Grupo 6, Marilia de Andrade Monteiro, CECB, CIEP 092.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>1h<br>Grupo 6, Marilia de Andrade Monteiro, CECB, CIEP 092.<br>As ações que tenho exercitado em sala de aula são:<br>- Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>Trabalhando a temática dos meios de comunicação fui com minhas turmas para sala de vídeo e usando o celular deles fomos trabalhando os enquadramentos de cenas e experimentando como ao focalizar a câmera em determinado ponto deixamos muitas coisas de fora. E como podemos contar uma determinada e fornecer uma determinada versão dos fatos ao enquadrar um pedaço do todo que estava acontecendo na sala. Com isso, eles foram visualizando melhor como o é preciso ser cuidadoso com as informações vinculadas na internet e também como é preciso ser um pouco cético em relação as informações que chegam a nós.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;&nbsp;<br>Esse ano tenho trabalho muito com a turma dividida em grupos. Algumas vezes os alunos podendo escolher seus grupos, em outras, o grupo é formado por sorteio. Eles recebem um tema ou um texto de referência e precisam explicar o assunto para o restante da turma. Fico somente assessorando. É ótimo quando eles me fazem uma pergunta e imediatamente já começam a responder uns aos outros sem esperar minha intervenção. Tem sido interessante trabalhar assim. Nas primeiras vezes tinha resistência, principalmente em trabalhar com aqueles que não são os amigos, mas agora já é assim. Até o momento vejo, de modo geral, muitos aprendendo a trabalhar em equipe até com pessoas com quem não tem afinidade.&nbsp;<br><br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Grupo 8 -<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>2h<br>Grupo 8 - Zila Maria de Oliveira ,C.E. Roberto Burle Marx<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Das ações indicadas as que desenvolvo onde atuo são:&nbsp; Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida. Como professora de história (e não lecionadora de área, como alguns textos editoriais apresentam) tentamos promover a curiosidade em torno de Identidades. Apresentarmos os papéis sociais de todos,&nbsp; e de tudo, envolvidos no processo de educação e, na sociedade. Procurarmos entender quem somos e quem são os outros. Demonstrar as relações que envolvem nós e eles dentro e fora do espaço escolar. Como cada um de nós, indivíduos ( e que isso não é um xingamento) nos apropriamos de tudo ao nosso redor. Como selecionamos essa apropriação e o quê, onde, como e quando a aplicamos e assim nós vamos construindo nossas redes de interações e nos tornando produto das nossas escolhas em constante transformação.<br><br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Rita de Cássia Lage Batista Ruhena, grupo 6, Ciep 331.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>15h<br>Rita de Cássia Lage Batista Ruhena, grupo 6, Ciep 331.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos.<br>No planejamento e execução das atividades procuro sempre seguir algumas “regras” ao longo do ano letivo:&nbsp;<br>- variedade das tarefas, que favoreça colocar em desenvolvimento e prática a variedade de competências e habilidades;&nbsp;<br>- do início ao fim de uma atividade,&nbsp; foco na necessidade de cada estudante imprimir significado à tarefa/estudo, compreendendo algum impacto positivo para sua vida, digo sempre que motivação é uma porta que se abre de dentro e que usem as suas chaves, faço perguntas sobre o que aprenderam e o que gostaram ou não, buscando nas suas respostas destacar as realizações e resultados tangíveis;&nbsp;<br>- autonomia, oferecendo boa margem de liberdade, de independência nas formas de fazer e apresentar o solicitado (nesse ponto, há muita resistência, os estudantes, em geral, querem que eu diga muito mais prescritivamente o como fazer;<br>- por fim, os feedbacks contínuos acabam por permitir que eles obtenham informações sobre seu desempenho, confiança em seus conhecimentos e estímulo para fazer ajustes e avançar. A competitividade também os mobiliza e valorizo toda apresentação, e, muito, toda a demonstração de parceria e colaboração, destacando aspectos positivos e aproveitando para revisar ou complementar o conteúdo teórico e as relações práticas pertinentes.&nbsp;<br>Mas sinto necessidade também de reservar tempo para atendimento individualizado, mas sempre igualitário aos alunos (o que é difícil e toma muito tempo em turmas com 50 alunos).<br><br>Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado<br>Em primeiro lugar, destaco experiências fora da escola. Há cerca de dois anos, se não me engano, tivemos a oportunidade de viajar bastante com os alunos, dado que a SEEDUC RJ disponibilizou vários ônibus em curto período de tempo, creio que muitos professores aqui devam se lembrar. Nunca vi nada mais fértil para o aprendizado do que utilizar a natureza e ambientes sociais externos; sendo que novos conhecimentos, comportamentos e motivações são transportados para a sala de aula.&nbsp;<br><br>Também gosto de realizar atividades fora da sala de aula, em outros espaços da escola.&nbsp;<br><br>Para confiarem em sua capacidade de aprender, destaco a estratégia de utilizar conhecimentos dos alunos e desafiá-los. Por exemplo: uma dinâmica deste bimestre foi cada aluno fazer uma apresentação sobre o conceito de poder (com argumentação teórica) em sua biografia levando uma música, que foi tocada em uma caixa bluetooth na sala de aula, com as carteiras em formato de “teatro de arena”. As apresentações foram muito variadas, criativas, foi divertido, por vezes emocionante e, no resultado geral, foram muito bem apresentados importantes conceitos e demandas políticas, sociais e culturais. Outro exemplo: para estudar ação social em Weber, primeiramente, uso dinâmicas onde os alunos demonstram suas tradições, emoções, racionalidade orientada por utilidade ou valores; somente quando estão com estes conceitos bem familiares, relaciono à teoria de Weber e a algum exercício que aproxime a prática da teoria.&nbsp;<br>E para fechar ou abrir as dinâmicas uso algum “exercício de aprendizagem” tradicional e de rápida resolução, como questões de múltipla escolha, relação de colunas ou falso e verdadeiro, uma questão dissertativa. Isto favoreça a compreensão dos conceitos e, o que observo é que agrada aos alunos essa interligação entre tarefas tradicionais, cuja forma de resolução é familiar e imediatamente identificada e metodologias mais ativas e estruturadas que lhes parecem “muito complicadas” até que se dediquem a fazer.&nbsp;<br><br><br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>1h<br>Grupo 6, Marilia Monteiro. Rita de Cássia, ótimo isso de mesclar atividades tradicionais, que os alunos já esperam e até cobram da gente, com outras mais lúdicas e diferentes. Parabéns.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Grupo 7 - Paulo Cesar Gonçalves de Castro: Colégio Estadual Visconde de Itaboraí (CEVI).<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>17h<br>Grupo 7 - Paulo Cesar Gonçalves de Castro: Colégio Estadual Visconde de Itaboraí (CEVI).<br>Dentre as ações elencadas, escolho as seguintes: "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e&nbsp; estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação." Leciono para turmas de 1º e 2º ano do curso Normal, e 3º ano do curso regular, mais focado no Enem. Ainda estou lecionando Filosofia para a NEJA. Escolhi essas duas ações, pois elas se alinham muito com o trabalho que tenho desenvolvido. Para o curso Normal tenho trabalhado com seminários, atividades de prática docente para o ensino de História, elaboração de planos de aula e de curso. Já com o curso regular venho trabalhando com os debates, o que vem rendendo boas partilhas e experiências. Venho me esforçando para fazer dos nossos encontros, aulas dinâmicas e que contribuam com o crescimento dos meus alunos, além de favorecer o desenvolvimento ético e o exercício da cidadania.<br><br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Vinícius W. Garcia, Grupo 5, Turma B, C.E. Albert Sabin<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>19h<br>Vinícius W. Garcia, Grupo 5, Turma B, C.E. Albert Sabin<br>Minha área de atuação é FILOSOFIA.<br><br>Sobre:<br>* Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>* Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br><br>Penso que na minha didática sempre procuro trazer à realidade dos alunos os diversos conceitos e contextos que ensino. Vejo como uma necessidade a "tradução" das diversas competências para a linguagem que o estudante compreende. Dessa forma, desde o planejamento das aulas, até a formulação das propostas avaliativas passam por uma adequação ao contexto do aluno. No meu caso, por lecionar uma disciplina que por si só já parece distante demais da realidade deles, e pela visão utilitarista que a maioria deles possui, é um desafio maior ainda. Proponho sempre debates em grupo, juris simulados, seminários, atividades que tornem mais dinâmica a aprendizagem e norteio os alunos sempre para buscarem paralelos entre os conteúdos e sua própria realidade. Acredito que somente assim fará sentido para eles aprenderem aquilo e compreenderem como aplicar esses conhecimentos no caminho de vida que eles mesmos escolherem.<br><br>comment_outline<br>2<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17h<br>Olá, Vinícius. Sua prática é um exemplo de como o dinamismo e a inovação precisam fazer parte de nosso repertório. Destaco em sua fala um trecho que fez todo sentido para mim: "Acredito que somente assim fará sentido para eles aprenderem aquilo e compreenderem como aplicar esses conhecimentos no caminho de vida que eles mesmos escolherem." Também penso que deva ser assim. Sucesso! Prof Paulo Cesar Gonçalves de Castro - Grupo 7.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>14h<br>Sou Rita Ruhena, do Grupo 6 e faço coro ao Prof Paulo Sérgio, grande Vinícius. Parabéns e obrigada por compartilhar estes fundamentos para nossas práticas!!!<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>MARINA BRAGA, GRUPO 5, LICEU NILO PEÇANHA (SEEDUC)<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>1d<br>MARINA BRAGA, GRUPO 5, LICEU NILO PEÇANHA (SEEDUC)<br>Pretendo responder às seguintes ações:<br><br><br>&nbsp;- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br><br>- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;<br><br>Bem, a prática de aprendizagem que utilizo como principal forma de aferição de pontos para os estudantes é a pesquisa sobre um tema que tenha a ver com a prática da cidadania, me valendo dos próprios BNCC que afirmam as necessidades de temas inter/transdisciplinares. Ver a escola como uma forma de se ensinar os conteúdos cobrados no ENEM e se esquecer que a escola tem como função a prática da cidadania é muito ruim. A transformação do ambiente escolar em um cursinho pré-vestibular, seja na pública ou privada, é uma forma de se acabar com a verdadeira função da escola, e relegar ela apenas ao papel conteudista que tanto criticávamos nas antigas práticas pedagógicas, e das quais tomamos horror quando éramos nós mesmos estudantes de ensino médio. Portanto, utilizar como ferramenta uma pesquisa como a maior forma de pontuação garante aos estudantes tanto o protagonismo diante de sua aprendizagem, como também práticas de autonomia diante do conhecimento, visto que é ele quem se torna senhor da descoberta, e não o professor. A autonomia é um dos principais caminhos para a prática da vida política e intelectual, e é fundamental que os estudantes possam ter contato com essa forma de avaliação.<br>Sobre a promoção da aprendizagem colaborativa, percebo que a forma de aprendizagem colaborativa utilizada nas minhas aulas também perpassa pela atividade de pesquisa, já que uma parte da aferição da nota é coletiva por conta da obrigação de se confeccionar coletivamente um cartaz. Assim, o espaço de convivência se torna mais intimista por vários aspectos, e um deles tem a ver com a parte lúdica de se utilizar um cartaz com fotos e frases de efeito, construído por todos. Acredito ser essencial que a construção desse dinamismo seja feito dentro de grupos que são escolhidos aleatoriamente pelo número de chamada, para que sejam evitadas bolhas sociais e para que os estudantes entrem em contato com a diversidade de opiniões e jeitos de agir socialmente que possuímos em nossa sociedade. É um aprendizado de inteligência interpessoal muito eficaz e gratificante para todos.<br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>14h<br>Sou Rita Ruhena, Grupo 6, Ciep 331. Olá Marina! Sempre dou aula de sociologia para a 3ª série e agradeço muito a você por compartilhar estas experiências, que adorei. Sem perder de vista a necessidade dos alunos para o ENEM (embora muitos não se interessem e busco estimulá-los a pensar a respeito), também fujo do formato cursinho pré- vestibular. Grande abraço.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Renato Ribeiro de Freitas, grupo 7 turma B, C.E. 10 de Maio<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>1d<br>Renato Ribeiro de Freitas, grupo 7 turma B, C.E. 10 de Maio<br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares<br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018, p.465)<br>&nbsp;<br>As duas se encaixam, a proposta é que os alunos trabalhem em grupo,&nbsp; em equipe, onde se depararão com idéias e opiniões diferente dos colegas e deverão aprender a respeitá-las , para chegar a uma conclusão satisfatória para todos. agregando esse valor a sua vida de cidadão.<br><br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Meu nome é Hercules Henrique Môro, sou do grupo 5 turma B professor de sociologia do C.E. Marieta Cunha da Silva no Rio de Janeiro no bairro de vila aliança bairro Bangu. - BNCC É UM DESAFIO!!!<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>1d<br>Meu nome é Hercules Henrique Môro, sou do grupo 5 turma B professor de sociologia do C.E. Marieta Cunha da Silva no Rio de Janeiro no bairro de vila aliança bairro Bangu. - BNCC É UM DESAFIO!!!<br>O novo BNCC é um desafio para o ensino médio na nossa atualidade.&nbsp; A mudança estrutural do currículo do ensino médio que vai migrar de uma lógica disciplinar na divisão de saberes: História, Filosofia, sociologia e geografia, uma lógica de distribuição de saberes para areais de conhecimento. Mostra um novo tipo de relação social e trabalhista que o século XXI chama, ou seja, uma flexibilidade no currículo escolar.<br>Trabalho numa escola estadual na periferia do Rio de Janeiro onde o tráfico impera, é um desafio no aprendizados desses jovens, para não cair no tráfico de drogas, a escola é feitos projetos de dança, teatro e ex- alunos que passaram para universidades públicas para estimular a auto estima desses alunos, assim, vê a escola como uma oportunidade de mudança de vida.<br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17h<br>Olá, Hercules Henrique. Os desafios da escola perpassam a aprendizagem dos alunos. Eles nos levam a pensar em estratégias que vão além dos muros da escola a fim de impactar na própria existência desse alunos em sentido mais amplo. É oferecer a esse aluno o sonho que vira planejamento de vida. É uma tarefa árdua, mas ainda acho que vale a pena. Muito sucesso pra você. Prof Paulo Cesar Gonçalves de Castro - Grupo 7.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>GRUPO 7 - Viviani M<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>2d<br>GRUPO 7 - Viviani M Marcelino - CEFA<br><br>Escolhi "Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração..."&nbsp; onde se faz necessário observar e compreender que tipo de atividade entusiasma os alunos, para que assim eles fiquem engajados em sala de aula.<br>O segundo ponto "promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares." Pois assim os alunos interagem entre si, o que é fundamental para o desenvolvimento cognitivo deles, onde trabalham e deliberam juntos, ou seja, há uma maior interação social.<br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>GRUPO 6- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018, p.465)<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>2d<br>GRUPO 6- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018, p.465)<br>Me chamo Midian Lamana, sou Coordenadora Pedagógica no C. E. Iracema Leite Nader em Barra Mansa, participo do grupo 6 desse curso. Sendo a minha U.E uma escola de fomento, e também temos o módulo do Novo Ensino Médio, já estamos acostumados a trabalhar de forma colaborativa e interdisciplinar, pois vários projetos desenvolvidos nos proporciona esse modelo de metodologia. Colocarei aqui como uma atividade de exemplo, nossa feira de Empreendedorismo, tivemos várias oficinas como bolo de pote, fuxicos, plantas medicinais, confecção de sabão utilizando óleo de cozinha , horta, embalagens e outros. Tivemos parceria e colaboração de toda a comunidade escolar e o projeto foi desenvolvido de forma satisfatória e compartilhado com a SEEDUC, como uma evidência de boa prática. Então, para que esse projeto fosse realizado com todo esse sucesso, tivemos a participação e colaboração dos alunos que trabalhando em parcerias entre professores e colegas de outras turmas, demonstraram ser capazes de construir parcerias e aprender com seus pares.<br><br>comment_outline<br>3<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>1d<br>isso é muito bom para o aprendizado de cidadão deles, agregando esse valor essencial ao caráter do ser humano . Renato Ribeiro de Freitas. turma b grupo 7<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17h<br>Olá, Professora Midian. Também escolhi essas ações por estarem alinhadas com minha prática docente. Como você, também acredito na força do projetos, pois entendo que sejam uma excelente oportunidade de articulação e união da comunidade escolar. Muito sucesso pra você. Prof Paulo Cesar Gonçalves de Castro - Grupo 7.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>1h<br>Grupo 6, Marilia A Monteiro. Professora Midian, esses projetos são ótimos, mobilizam a escola e realmente são momentos de troca. Sem contar que é ótimo ver os alunos tomando a frente e fazendo as coisas acontecerem. Parabéns pela iniciativa, sei que dá trabalho, mas vale a pena.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>GRUPO 5 Turma B- Professora Ilza Lima Solis, Geografia- CIEP 241 Nação Mangueirense Governador Leonel Brizola e CE Antônio Houaiss.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>3d<br>GRUPO 5 Turma B- Professora Ilza Lima Solis, Geografia- CIEP 241 Nação Mangueirense Governador Leonel Brizola e CE Antônio Houaiss.<br>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida.<br>Vejo de extrema importância esta ação pois ao perceber que trabalho com alunos de comunidade, e estes não se acham enquadrados numa realidade, fora de suas comunidades onde a realidade deles muitas vezes não são alcançadas.<br>Em aulas, e como docente da turma procuro mostrar que todos estão na mesma sociedade e que seus direitos são garantidos, procurando valoriza-los.<br>Promover o aprendizado colaborativo, desenvolvendo os alunos a capacidade de trabalharem em equipe e esse trabalho faz parte da feira de ciências, onde eles desenvolvem seus materiais de estudos escolhidos e fazem uma apresentação real de causa e efeito, mostrando que são capazes e responsáveis pelo aprendizado uns dos outros, de modo que o sucesso ajuda no sucesso dos outros.<br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>1d<br>Perfeito! Utilizar-se do ambiente como prática pedagógica é uma atitude didática excelente! É de Paulo Freire! Muito boa abordagem, professora Ilza.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>A BNCC e o currículo<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>3d<br>A BNCC e o currículo<br>Grupo 8 Turma B<br>Eduardo de Almeida Alves Prof. História - SEEDUC e SMERJ Colégio Estadual Bangu e Escola Municipal Liberdade.<br>Há anos precisamos rever currículos, não só História (minha área de formação) mas todo o currículo. A sociedade do século XXI trás demandas que não são contempladas pelos currículos do século XIX que ainda persistem em muitas salas de aula do Brasil.<br>Não que a BNCC seja perfeita, longe disso, mas a oportunidade de avançar os currículos, retirando o conteudismo infértil e improdutivo que tanto cansa e desinteressa os alunos e abraçando os elementos constitutivos da contemporaneidade.&nbsp;<br>Hoje é muito mais importante saber pesquisar e checar as informações do que decorar nomes e datas. Diante disso precisamos usar a BNCC nesse intuito, na missão de reformar os currículos e adequá-los aos desafios do hoje.<br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17h<br>Olá, Prof. Eduardo. Também me parece que a BNCC pode nos oferecer uma prática docente mais alinhada ao tempo presente, permeado de inovações midiáticas e seus desdobramentos. Sucesso! Prof Paulo Cesar Gonçalves de Castro - Grupo 7.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>GRUPO 5, CÁTIA REGINA DE OLIVEIRA MOTTA -CIEP 239 PROFª ELZA VIANNA FIALHO<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>3d<br>GRUPO 5, CÁTIA REGINA DE OLIVEIRA MOTTA -CIEP 239 PROFª ELZA VIANNA FIALHO<br><br>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br>Difícil escolha, pois a aprendizagem colaborativa e entre pares sempre está presente, muitas vezes envolvendo alunos ou equipes de outras turmas da mesma série e de outras séries.<br>O trabalho desenvolvido através de projetos, interdisciplinar e o uso de tecnologias digitais e outras tecnologias contribuem para contemplar não apenas o conhecimento cognitivo não fragmentado em torno de uma temática, mas também o conhecimento socioafetivo, de autoconhecimento e da empatia que se desenvolve no processo.<br>Orientar e mediar os avanços e execução do que é proposto é muito gratificante. O uso de metodologias ativas não é uma novidade, a diferença que hoje a aceitabilidade no meio escolar é maior, assim como a valorização do resultado ao utilizá-la.<br>A foto retrata um dos projetos desenvolvidos em 2021, utilizando o aplicativo padlet como um dos recursos para desenvolver de forma interdisciplinar, entre classes e entre escolas. A rede social WhatsApp foi fundamental para que ocorressem diálogos e intercâmbio de experiências entre turmas do fundamental II e Médio. Nas escolas ocorreram exposição de trabalhos, confecção de murais<br>Difícil escolha, também, pois fiquei dividida em ilustrar com uma foto desse trabalho e o projeto "Consciência Negra". O interessante foi perceber que os alunos tinham, em sua grande maioria, limitação com o conceito de tecnologia restringindo-o a um momento histórico, assim como, hoje, a era digital. Isso abriu um precedente para que, em aulas posteriores, falasse de tecnologia da Pré-História aos dias atuais.<br><br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Grupo 6 - Norimar Corrêa de Souza Soares - CIEP 404 Clarice Lispector.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>4d<br>Grupo 6 - Norimar Corrêa de Souza Soares - CIEP 404 Clarice Lispector.<br>&nbsp;Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018, p.465)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Minha área de atuação : Filosofia e Sociologia.<br>Trabalhar em forma de equipes e grupos as questões culturais, pesquisa sobre o bairro e pontos importantes do mesmo, se existe contribuição do comércio local para o bairro, promovendo debates, dramatizações, leitura de textos, vídeos feitos por eles de situações cotidianas e desafio que encontram no dia a dia, entrevistas com familiares e amigos que que eles admiram para mostrar as dificuldades enfrentadas e superações conquistadas, feira de profissões onde os mesmos possam buscar melhor entendimento de qual carreira seguir. Convidar ex alunos, hoje formados, para através de um bate papo mostrar que é possível conquistar os sonhos.<br><br><br><br><br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>2d<br>Prezada Norimar, vejo como ponto principal o trabalho em parcerias e colaboração, pois é uma forma de motivar aquele aluno que se mostra meio desanimadinho no ambiente escolar, ou não procura muita interação. Essa forma de metodologia tem dado muito certo em nossa U&gt;E. também. Me chamo Midian e estou no grupo 6 desse curso. Muito prazer!!<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Grupo 5 - Debora Pulcina - Liceu Nilo Peçanha<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>5d<br>Grupo 5 - Debora Pulcina - Liceu Nilo Peçanha<br><br>VIII Mostra Consumo, logo existo? – Reflexões sobre a cultura de massas, a indústria cultural e os padrões identitários na sociedade de consumo<br>Ações escolhidas 1 e 2.<br>Na escola, que é viva, existem diversos projetos. Alguns voltados para o ingresso na universidade, outros para atividades culturais e esportivas. Durante a pandemia, tivemos que interromper esses projetos e nos reinventar à distância. Destaco um projeto desenvolvido em minha disciplina, em consonância com várias ações da BNCC.<br>O objetivo do projeto é a reflexão sobre as motivações para o consumo entre os indivíduos na sociedade atual, bem como as suas consequências. Em parte, os indivíduos consomem pautados por uma racionalidade econômica, porém, frequentemente são motivados por necessidades culturais e desejos. Tais necessidades e desejos, são estimulados pelas propagandas veiculadas nos meios de comunicação de massa e definem padrões identitários em nossa sociedade, daí a pergunta: Consumo, logo existo?<br>O projeto iniciado em 2011, está inserido no tema previsto para o 1° bimestre, conforme o Currículo Mínimo da SEEDUC para o ensino de Sociologia no 3° ano do Ensino Médio. Após discussão conceitual em sala de aula, por meio de aulas expositivas, textos, livro didático, filmes, músicas e dinâmicas com embalagens de produtos e propagandas veiculadas nos meios de comunicação de massa, os alunos ultrapassam a fronteira da sala de aula em uma mostra que reúne cartazes, murais, varais, instalações e muita criatividade, que se espalha pelas paredes, chão e teto.<br>Nesse ano letivo de 2022, estamos retomando as atividades presenciais e, consequentemente, o projeto. Em breve, teremos a IX Mostra “Consumo, logo existo?” Os alunos já estão entregando os seus trabalhos e as ideias estão fervilhando.<br><br>comment_outline<br>3<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>4d<br>Olá Debora, me chamo Rafaela Torres dos Santos (grupo 7). Amei o seu projeto, sempre falo da cultura do consumo em massa e da obsolescência programada, como somos "forçados" a achar que precisamos consumir, precisamos ter. Nunca fiz uma mostra, porém achei uma ótima ideia. Parabéns!!!<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>20h<br>Oi, Debora! Sou Cíntia Melo, do grupo 7 , adorei a proposta de trabalho sobre consumo e consumismo, esse tema sempre rende boas discussões e reflexões, e creio que seja uma excelente contribuição para a cidadania.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>41m<br>Grupo 6, Marilia A Monteiro. Olá professora Débora. Chamou minha atenção o trabalho de vocês porque estamos inseridos nesse mundo do consumo e nem pensamos. Parabéns por incentivar nessa nova geração o questionamento e a crítica.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>GRUPO 7 - Cíntia Furtado de Moraes Melo - Colégio Estadual Augusto Spinelli.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>6d<br>GRUPO 7 - Cíntia Furtado de Moraes Melo - Colégio Estadual Augusto Spinelli.<br>Escolho como primeira ação : "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares"<br>Considero ser essa uma das ações em que percebo maior envolvimento dos alunos no processo, e encontro sinais mais claros de apreensão de temas discutidos. Busco, sempre que possível, instigá-los para que de forma coletiva discutam e procurem identificar temas que serão tratados ou comparem diferentes versões sobre os mesmos acontecimentos. Como exemplos posso citar debates sobre diferentes pontos de vista sobre o Imperialismo, As causas das Grandes Guerras ou a Guerra de Canudos, nessas discussões a partir de trechos de textos ou reportagens, ou de imagens, os quais são previamente selecionados e preparados e distribuídos para grupos formados aleatoriamente. Em um primeiro momento&nbsp; discutem nos grupos e buscam identificar os temas tratados nos textos/imagens, e levantar hipóteses para as diferentes versões. Após esse primeiro momento os grupos apresentam suas impressões e discutem os pontos de convergência e divergência no que perceberam, por fim buscam em turma construir um consenso. Durante o processo faço intervenções no sentido de estimulá-los à reflexão através de questionamentos que os instigue. De maneira geral são momentos em que os alunos participam ativamente de todo processo e se mostram interessados e engajados.<br><br>Outra ação seria: " Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política"<br>Esse protagonismo é estimulado através de atividades que envolvem debates e julgamentos sobre diferentes temas, sempre escolhidos através de sorteios. Em diferentes anos de escolaridade usei e uso desses instrumentos e sempre percebo envolvimento e motivação por parte dos discentes. Já trabalhei com temas sobre Ética, por exemplo, nos quais discutimos o papel da Imprensa, a Liberdade de Expressão, costumo usar o caso da Escola Base de São Paulo, e a partir dele avaliar o impacto das notícias falsas na vida das pessoas, costuma render debates memoráveis. Uso também debates para trabalhar revoltas, guerras, sempre opondo a posição do poder constituído à dos que lutam por mudanças. Os alunos geralmente gostam muito de se sentirem protagonistas no processo, no qual eu atuo só como mediadora.<br>&nbsp;<br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>1d<br>Muito boa a prática de instigar reflexões e deixar aquela "pulguinha" atrás da orelha deles! Como dizia o poeta: "Não vim para explicar, eu vim para confundir" ! Essa é uma prática socrática que amo muito!<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Grupo 8 - Cláudia Maria da Silva de Jesus do Nascimento - Colégio Estadual Olavo Bilac.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>6d<br>Grupo 8 - Cláudia Maria da Silva de Jesus do Nascimento - Colégio Estadual Olavo Bilac.<br>A BNCC busca garantir aos estudantes o protagonismo no processo de ensino e aprendizagem. Para garantir isso é necessário que o corpo pedagógico e especialmente, os professores estejam atentos a comunidade escolar, seus desejos e realidades. A escola não pode ser uma instituição a parte da realidade que a envolve. Os alunos devem ser convidados a observar e a refletir sobre os problemas sociais, do seu bairro, da sua cidade e do seu país e buscar meios para solucionar tais problemas. A pesquisa deve ser incentivada, pois é um importante instrumento para alcançar o conhecimento e as novas tecnologias devem acompanhar esse processo, fazendo-os criar materiais como documentários, por exemplo.<br><br>comment_outline<br>2<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>5d<br>Olá Cláudia. O meu nome é Debora e sou Professora de Sociologia do Liceu Nilo Peçanha. Concordo com os seus apontamentos e gostaria de reforçar que, infelizmente, na imensa maioria das escolas públicas faltam condições adequadas ao desenvolvimentos dos projetos. As mudanças são urgentes! Tais como infraestrutura e reuniões para planejamento.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>3d<br>Concordo plenamente, uma educação que não leve a realidade do aluno em consideração não pode jamais ser transformadora de sua realidade, e precisamos mostrar ao aluno que a realidade que ele vive não é a única, e muitas vezes, quase sempre na verdade, o aluno conhece apenas a sua realidade. Eduardo de Almeida Alves<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Grupo 7 - Rodrigo Alves do Nascimento- Colégio Estadual Pedro Braille Neto.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>7d<br>Grupo 7 - Rodrigo Alves do Nascimento- Colégio Estadual Pedro Braille Neto.<br>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política; é fundamental desenvolver nos estudantes o papel do sujeito na sociedade,&nbsp; o protagonismo na produção do conhecimento é fazer o estudante entender o quanto ele é importante neste sistema de segregação de escolas públicas.&nbsp; Estou em constante relação na integração do estudante em sala de aula fazendo com que o mesmo entenda a proposta de sala de aula invertida, fazendo o estudante propor uma dinâmica aula mais atraente percebendo as especificidades e convergência do grupo em aula e atuando de firma democrática para que todos e todas possam ser participativos e atuantes nesta construção do conhecimento.&nbsp;<br>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida; fazer o estudante perceber a sua identidade,&nbsp; sua história e sua importância como cidadão dentro de uma sociedade é fundamental para desenvolver um sendo crítico da realidade no qual o estudante está inserido.<br>Estou em constante aprendizado com os estudantes para propor uma aula de História atraente de acordo com as realidades existentes na escola que leciono e fazendo o estudante perceber sua importância neste processo.&nbsp;<br><br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17h<br>Olá, Prof. Rodrigo. Também sou professor de História, e gostaria de destacar em sua fala o que considero ser um dos meus objetivos em sala de aula: (...)"é fundamental desenvolver nos estudantes o papel do sujeito na sociedade, o protagonismo na produção do conhecimento é fazer o estudante entender o quanto ele é importante neste sistema de segregação de escolas públicas. " Esse sentimento deve nos mover. Parabéns e muito sucesso. Prof Paulo Cesar Gonçalves de Castro - Grupo 7<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO - PROFESSOR SERGIO<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>7d<br>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO - PROFESSOR SERGIO<br>&nbsp; &nbsp;Boa Tarde Colegas de Ciências Humanas. Meu nome é Sergio Lucio da Silva Aguiar – Pertenço ao Grupo 5. Leciono Geografia em duas Unidades Escolares do Estado do Rio de Janeiro:&nbsp;<br>- 1º Unidade Escolar: CIEP 379 RAUL SEIXAS – BAIRRO COSTA BARROS – MORRO DO CHAPADÃO – COMPLEXO DO CHAPADÃO.<br>- 2º Unidade Escolar: C.E – JORNALISTA RODOLFO FERNANDES – BAIRRO PAVUNA – MORRO DA QUITANDA – COMPLEXO DA PEDREIRA.<br>&nbsp; &nbsp;As ações escolhidas foram:<br>1º - Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br>&nbsp; &nbsp;Na primeira ação, como trabalho em áreas de conflitos, tento desenvolver um senso crítico na qual meus possam enfrentar os problemas em sua comunidade. Como por exemplo, deficiências dos Serviços públicos. Nas duas Unidades não tem transporte Coletivo, os alunos e os professores vão para a Unidade de Van, Moto taxi ou no seu próprio carro. Além do serviço de Saúde que não funciona direito UPA de Costa Barros e o hospital mais próximo fica em outro bairro Marechal Hermes – Hospital Estadual Carlos Chagas – Falta Médicos e Remédios para o atendimento da população.&nbsp; A questão da Segurança é ainda mais complicado, pois existem confrontos de facções rivais e operações policiais, que quando começa o confronto os alunos não vão a escola e quando estão na escola e começa o tiroteio os alunos são encaminhados para o corredor para sua segurança. Ao debater esses problemas os alunos tiveram como conclusão o descaso do poder público nestas duas áreas e transferência da criminalidade para as regiões em questão devido a instalação de UPP implantada em 2008.&nbsp;<br>2º - Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br>&nbsp; &nbsp;Na Segunda ação, utilizei o IDH para explicar a qualidade de vida desses dos bairros:<br>- Bairro Costa Barros: Ocupa a posição 125º de 126 pesquisados – 0,713.<br>- Bairro Pavuna: Ocupa a posição 99º de 126 pesquisados – 0,790.<br>&nbsp; &nbsp;O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baseia-se em três principais indicadores: Educação, Saúde e Renda. Durante a aula analisando o debate os mais de 98% querem sair da comunidade. E a conclusão que se chegou que com a Educação isso pode ser alcançado, pois, teriam salários melhores e poderiam deixar de morar nas comunidades.<br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>5d<br>Sou a professora Ilza de geografia, grupo 5. Achei seu trabalho muito interessante, em mostrar a realidade desses alunos, através de análise de dados, sendo assim vai permitir que estes possam daqui pra frente, procurar através de uma mudança de atitudes, uma realidade que contribuí para um futuro melhor.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Gilda Batista- Colégio Estadual Julia Kubitschek- Disciplinas Pedagógicas (História e Filosofia da Educação)<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>7d<br>Gilda Batista- Colégio Estadual Julia Kubitschek- Disciplinas Pedagógicas (História e Filosofia da Educação)<br>Eu escolhi:&nbsp;<br>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política e&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.<br>Neste bimestre, dividi as turmas em grupos. Ao final de cada reflexão do conteúdo das aulas, os alunos elaboram um resumo da aula e o grupo do dia, apresenta outras ideias para a turma, a partir do tema refletido. Enquanto o grupo esta conversando sobre sua apresentação, os demais alunos estão elaborando seus resumos. Depois da apresentação do grupo, os alunos complementam seus resumos com a contribuição da reflexão do grupo. Essa dinâmica ocorre em todas as aulas de HFE.&nbsp; No início foi complicado o trabalho em grupo. Mas agora, já estão integrados&nbsp; e a dinâmica flui. As reflexões no grupo são sempre muito interessantes, sobretudo, quanto eu enfatizo as ideias apresentadas. percebo que muitos estão amadurecendo na argumentação, síntese, etc.<br>No início de cada aula, escolho alguns alunos para fazerem a leitura dos resumos. Alguns se oferecem também para ler. A experiência tem sido muito boa.<br><br><br>comment_outline<br>2<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>5d<br>Oi Gilda! Aqui é Andréa Freitas do C.E. Mato Grosso. Gostei muito da ideia dos grupos de trabalho produzindo material a cada aula! Vou guardar a proposta na manga! Abraço!<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>36m<br>Grupo 6. Marilia A Monteiro. Olá Gilda. Achei muito interessante sua prática. E se permite já penso em colocar em prática nas minhas aulas também, parabéns.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Avatar de %{name}<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>8d<br>Avatar de %{name}<br><br>Anônimo<br><br>1m<br><br>Sou Maria das Graças Martins Medeiros Sá&nbsp;<br>/CEMAT ,eu que fiz o comentário acima sobre o trabalho do professor Luciano em sala de aula (esqueci de me identificar ).<br><br>Seu avatar<br><br><br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>7d<br>Tranquilo Professora!!!<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Oi Luciano nós precisamos<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>8d<br>Oi Luciano nós precisamos trabalhar assim com os nossos alunos eles tem que entender que eles são capazes de fazer a diferença .Essa aprendizagem colaborativa e uma forma do aluno participar , de criar de perder a vergonha de falar em público e de ampliar seus conhecimentos . Parabéns pelo trabalho que você desenvolve com os seus alunos .&nbsp;<br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>As atividades da pro<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>8d<br>As atividades da professora a Marcela Fernandes ,colega de Historia-me motivou a realizar&nbsp; atividades que possa envolver todo o grupo escolar!<br>essas metodologias ativas, mobiliza a unidade .parabéns pela iniciativa!!<br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Atividades visando ações da BNCC<br>Avatar de Marcelo Fernandes<br>Marcelo Fernandes<br>8d<br>Atividades visando ações da BNCC<br>Me chamo Marcelo Fernandes, sou professor de História do Colégio Estadual João de Oliveira Botas, no momento atuando como Coordenador Pedagógica da unidade escolar.<br>Visando garantir o protagonismo dos estudantes e a aprendizagem colaborativa costumo realizar atividades com metodologias ativas. Ex:<br>1) apresento uma situação-problema (explicação introdutória);<br>2) em pequenos grupos, proponho a leitura de um pequeno texto sobre o problema proposto;<br>3) o grupo deve elaborar um pequeno resumo de como o problema poderia ser solucionado ou ao menos amenizado, com ações cidadãs e coletivas, considerando os princípios da legalidade e moralidade.<br>4) individualmente cada estudante apresenta verbalmente para a turma sua perspectiva sobre a situação, em cerca de um minuto.<br>São ações que podem demandar de duas a quatro horas/aula, dependendo do contexto da turma.<br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>2d<br>Olá, me chamo Midian e também atuo como Coordenadora Pedagógica. Gostei de sua colaboração e vou reproduzir em minha U.E também, pois ja trabalhamos em grupo e de forma interdisciplinar. Abraços!!<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>meu nome e maria das<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>9d<br>meu nome e maria das graças sou professora de geografia<br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Sou Andréa Freitas d<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>9d<br>Sou Andréa Freitas da Silva, professora de Sociologia no C.E. Mato Grosso, localizado no bairro de Vista Alegre/Rio de Janeiro.<br><br>Escolhi:<br>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos.<br>E<br>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política.<br><br>Lanço mão de Metodologias Ativas para que os estudantes possam desenvolver suas habilidades e competências. No momento, as turmas de 2º e 3º ano estão envolvidas com a elaboração de jogos a partir do conteúdo temático do bimestre.<br><br>Desta forma, consigo maior adesão à proposta educacional; o conhecimento ao qual estão tendo acesso se reveste de sentido, visto que será utilizado para a construção dos jogos; a autonomia de cada um é valorizada tendo em vista que, de posse do prazo para a produção, cada grupo de alunos precisa elaborar seu cronograma de "produção"; a participação proativa é incentivada, desde a formação dos grupos, passando pela escolha dos jogos que serão usados e a forma como farão a apresentação do projeto final.<br><br>O sentido de coletividade perpassa a proposta, pois é necessário que todos consigam realizar suas tarefas ou, caso tenham dificuldades, que se comuniquem para organizar novos arranjos.<br><br>A experiência está em curso, mas percebo maior interesse dos estudantes em todas as turmas. Ou seja, a partir de uma atividade lúdica, haverá maior engajamento dos discentes com a construção do conhecimento.<br><br><br><br><br>comment_outline<br>5<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>8d<br>Boa tarde!!<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>7d<br>Bom dia Andréa! Aqui é a Gilda Batista.Muito bacana a proposta de trabalhar com metodologias ativas e com o lúdico. Considero que quando o aluno/a se torna parte do processo ensino aprendizagem, o trabalho flui e o conhecimento ocorre e é ressignificado.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>7d<br>Rodrigo - Grupo 7Andreia. A proposta de produção de jogos é muito boa. Eu também gosto de realizar trabalhos com jogos. Desenvolvi um trabalho com estudantes do 1 ano EM e solicitei que eles fizessem uma síntese dos jogos eletrônicos, séries, filmes entre outros que eles gostam buscando relacionar os mesmos com a História. O resultado está satisfatório, muitos estão perdendo a timidez e interagindo melhor em aula. Também Desenvolvi uma proposta com fotografias de lugares que eles já visitaram buscando contar a história do lugar e o contexto histórico com a realidade dos mesmos.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>6d<br>Olá, Andrea! Sou Cíntia F. de Moraes Melo, também considero a produção de jogos um instrumento muito interessante de aprendizagem, algumas vezes fui surpreendida positivamente com a qualidade dos materiais produzidos pelos alunos e com o envolvimento de todos durante as atividades. Uma vez um grupo produziu um tabuleiro de Batalha Naval tão bem elaborado que fiquei com vontade de pegar para usar em aulas futuras...rsrsrs<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>5d<br>Oi, Cíntia, Rodrigo e Gilda! Agradeço por seus comentários e garanto que, por reações como as suas, eu sigo com disposição para me qualificar e oferecer os melhores recursos para os estudantes com os quais lido. Até agora, todas as turmas em que iniciei o processo de gamificação estão se saindo de forma satisfatória. É gratificante vê-los envolvidos em projetos pedagógicos!<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>GRUPO 7 - RAFAELA TORRES DOS SANTOS<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>4d<br>GRUPO 7 - RAFAELA TORRES DOS SANTOS<br>Me chamo Rafaela Torres dos Santos, sou professora de geografia, com matrícula no CIEP 453, Dr Milton Rodrigues da Rocha, em Itaboraí. Também tenho matrícula na prefeitura.<br><br>APRENDIZAGEM COLABORATIVA<br><br>Minha escola é uma escola viva, mantemos ela viva mesmo com a problemática de estar na educação estadual e não sermos valorizados, estamos sempre promovendo debates, feiras, projetos onde possamos desenvolver habilidades com os estudantes e despertar neles o maior interesse e cuidado pela a escola.<br><br>Gosto muito de destacar e promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe, desta forma eles aprendem a ouvir os outros e organizarem seus pensamentos e proposições, no final existe uma avaliação colaborativa crítica, onde destaco o papel de cada um deles.<br><br>Dentre muitas as feiras, destacava a uma turma o papel de ser responsável por desenvolver a roda de conversa/explicação/debate/interpretação do tema proposto. Desta forma garantindo o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento, sendo responsáveis pela perpetuação do conhecimento para os demais.<br><br>comment_outline<br>4<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>9d<br>Oi Rafaela, sou Andréa Freitas do C.E. Mato Grosso. Sua visão do contexto da sua escola é muito nítida e a forma como promove situações em que os seus alunos possam exercer o protagonismo, certamente, mantém o ambiente escolar vivo! Parabéns!<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>6d<br>Professor Sergio Lucio - Grupo 5 - Geografia - CIEP RAUL SEIXAS - Boa Tarde Colegas Rafela e Andreia. Uso a mesma metodologia com meus alunos na sala de aula. Uso como ferramenta de aprendizagem debates, Mapas,filmes, Charges para que os alunos consigam assimilar melhor os conteúdos, através da percepção visual, construindo assim seu conhecimento geográfico.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>3d<br>Cátia Regina de Oliveira Motta, grupo 5 - História / Filosofia Avaliação colaborativa e auto avaliação, assim como o uso de recursos visuais, facilita a apreensão do conhecimento, assim como o desenvolvimento de um raciocínio crítico baseado em argumentações consistentes, cuja premissa é a consciência de si, do outro e das ações, o que contribui para o senso de responsabilidade e respeito.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>3d<br>Ilza Lima Solis, grupo 5- Geografia Gostei do termo de escola viva pois sei que os professores dão o melhor de si mesmo tendo as limitações de algum lugar. Quanto ao trabalho em equipe dos alunos isso desenvolve o conhecimento e pensamento crítico.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Bom dia?<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>9d<br>Bom dia?<br>Eu sou um Professor de Geografia.<br>Me chamo Luciano Mannarino.<br>Trabalho no Colégio Estadual Virgílio de Melo Franco e tenho uma matrícula na FAETEC.<br><br>Eu escolhi: Assegurar Tempos de Espaços e o Estímulo as atitudes cooperativas.<br><br>Assegurar Tempos e Espaços:&nbsp;<br>Acredito que todos temos a capacidade de fazer leituras sobre as coisas a nossa volta. Diariamente somos expostos a várias situações que oferecem algum tipo de aprendizagem. Eu incentivo meus alunos a perceber que eles podem decifrar essas lições desde que fiquem mais atentos.&nbsp;<br>A cada mês, a gente se reúne para contar experiências sobre momentos vividos que poderiam oferecer algum tipo de aprendizagem.&nbsp;<br>É muito interessante isso!!!<br><br>Estímulos as atitudes cooperativas.<br>Eu instituí uma avaliação em grupo. Há uma apresentação no final da avaliação como a participação de todos.&nbsp; Todos precisam participar, pois a nota é dada ao grupo.&nbsp;<br><br>Digo sempre que ninguém mais ganha "Prêmio Nobel" sozinho!!!!&nbsp;<br><br>comment_outline<br>7<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>9d<br>Olá colega, achei muito interessante seus estímulos as atitudes cooperativas, também trabalho com bastante atividades em grupo e auto crítica dos papeis dos estudantes na formação e elaboração do trabalho. Destaco que irei tentar pensar uma forma de utilizar as experiências de momentos de vida de forma geral entre a turma. Parabéns pelo seu trabalho e dedicação. Atenciosamente, Rafaela Torres dos Santos, GEOGRAFIA, CIEP 453 - Itaboraí.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>8d<br>Oi Luciano , sou Maria das Graças Martins Medeiros grupo 5.Nós precisamos trabalhar assim com os nossos alunos eles tem que entender que eles são capazes de fazer a diferença .Essa aprendizagem colaborativa é uma forma do aluno participar , de criar de perder a vergonha de falar em público e de ampliar seus conhecimentos . Parabéns pelo trabalho que você desenvolve com os seus alunos .<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>8d<br>S<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>7d<br>Agradecido. Prof Luciano Mannarino<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>7d<br>Professor Sergio – Grupo 5 - CIEP RAUL SEIXAS. Boa Tarde, colegas Luciano, Rafaela e Maria das Graças. A grande dificuldade que temos em relação a atitudes cooperativas dos alunos e despertar a vontade de que nossos alunos em trabalhar em grupo. Nas minhas aulas utilizo essa metodologia para eles venham a cooperar com as aulas e com a criação de grupos podemos estimular a compreensão dos assuntos e troca de experiências entre eles na qual podemos desenvolver uma consciência coletiva para compreender as mazelas nas quais meus alunos vivenciam todo dia.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>1d<br>Concordo com prof, sergio. é uma luta para fazer com que os alunos gostem de trabalhar em grupo. Muitas vezes temos que colocar isso como uma competição de grupos para melhorar essa aceitação. Renato ribeiro grupo 7 turma b<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>14h<br>Olá colegas. Sou Rita Ruhena, do grupo 6 e trabalho no Ciep 331. Luciano, gostaria de colocar em um grande cartaz sua oração: "Acredito que todos temos a capacidade de fazer leituras sobre as coisas a nossa volta". E agradeço por compartilhar como vc incentiva os alunos.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Protagonismo<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>11d<br>Protagonismo<br>Otacilio - CIEP 312 RAUL RYFF e IESK - HISTÓRIA<br>Estimular o protagonismo e as diversas formas de aprendizagem é algo importante e condiz com as diversas possibilidades atuais de troca de informações com os meios digitais e até mesmo analógicos.<br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>1d<br>Concordo, professora! A utilização das novas tecnologias é uma prática importantíssima para a vivência plena da cidadania em nossa sociedade.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Professora Ilza Lima Solis- Geografia , CIEP 241 Nação Mangueirense Governado Leonel Brizola, e CE Antônio Houaiss.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>12d<br>Professora Ilza Lima Solis- Geografia , CIEP 241 Nação Mangueirense Governado Leonel Brizola, e CE Antônio Houaiss.<br>Os dois tópicos escolhidos são:<br>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(S) identidade(s) e de seus projetos de vida.<br>Ao meu ponto de vista, esse assunto se faz de grande importância, pois ao perceber que leciono com alunos de comunidades e, estes não se acham enquadrados numa realidade fora de suas comunidades,&nbsp; pois para esses jovens sua realidade de vida<br>&nbsp;é diferente,&nbsp; segundo eles os jovens que vivem fora de comunidade teriam maiores oportunidades.&nbsp;<br>Em aula, e como professora da turma, procuro mostrar que todos jovens fazem parte de uma mesma sociedade e, que seus direitos são garantidos por iguais. Como professora, procuro valorizá-los mostrando através de exemplos jovens que ultrapassaram as barreira e hoje se tornaram pessoas bem sucedidas, isto é, eles como jovens podem decidir seu futuro, tornar em&nbsp; pessoas preparada, capazes de&nbsp; de construir, criticar e, sobretudo, valorizar seus conhecimentos para garantir um lugar digno na sociedade.<br>Escolhi ¨Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos alunos a capacidade de trabalho em equipe aprenderem com seus pares"<br>Já esse trabalho, faz parte de uma atividade que chamamos de Feira de ciência, onde grupos de alunos, desenvolvem seus matérias de estudo , na representação real de causa e efeitos, mostrando através de experimentos a realidade de um fenômeno, o que torna essas equipes um envolvimento de trabalho mútuo , onde a aprendizagem de um passa ser mutuo, um aprendendo com o outro, e os resultados são verdadeiros, de modo que o sucesso de um ajuda no sucesso dos outros.<br><br><br><br>O&nbsp;<br><br>comment_outline<br>4<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>7d<br>Exatamente.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>7d<br>Exatamente. Prof Luciano Mannarino<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>6d<br>Olá, professora Ilza! Sou a professora Cíntia de Moraes Melo. Imagino a importância de seu trabalho e o impacto de ações como essas na vida desses jovens. Parabéns pelo trabalho.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>5d<br>Obrigado, sinto falta de mais interação com o grupo.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Sentido, Colaboração e Protagonismo<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>12d<br>Sentido, Colaboração e Protagonismo<br>Sou André Gustavo, professor de Geografia nos Colégios Estaduais Leopoldo Machado e Vila Bela.<br><br>Acho que no que se refere ao item "Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos" sou privilegiado pela minha disciplina, Geografia, pois sempre está acontecendo ou aconteceu algo há pouco tempo antes de tratar de algum tema, então os alunos apresentam dúvidas, dão opiniões, pedem opiniões e assim construímos os conhecimentos.<br><br>Quanto a "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares", o bom e velho trabalho de grupo com culminância em um seminário de apresentação permite que isso seja alcançado. É claro que para isso é de grande importância avaliar as falas individuais e a dinâmica de apresentação do grupo e incentivar a participação dos demais alunos assistentes para que façam perguntas e troquem informações entre si.<br><br>Dessas maneiras levo meus alunos a momentos de protagonismo na tentativa de que eles se habituem em ser protagonistas e sejam cada vez mais protagonistas.&nbsp;<br><br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>4d<br>GRUPO 6 - Norimar Corrêa de Souza Soares . Quando despertamos no nosso aluno o protagonismo trabalhamos também a autoestima dos mesmos, tenho percebido os alunos tão desacreditados neles mesmo, sem perspectiva de futuro. Quando trabalhamos o protagonismo, estamos mostrando pra eles que são capazes de irem muito além do que pensam. Parabéns professor<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Colaboração<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>14d<br>Colaboração<br>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;<br>Vejo de extrema importância esta ação pois percebo que nossos alunos não reconhecem que exercem papéis sociais na sociedade, pensam em participação e exercicio da cidadania somente quando tiverem uma profissão e tem dificuldade em pensar em projeto de vida.<br><br>comment_outline<br>3<br>Avatar de Marcelo Fernandes<br>Marcelo Fernandes<br>8d<br>Olá. O Projeto de Vida no meu entender hoje surge com uma grande importância e um enorme desafio: fazer uma geração de estudantes que pensa cada vez mais apenas no seu tempo presente a refletir, planejar e agir visando o próprio futuro.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>7d<br>Rodrigo grupo u<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>2d<br>Esse é um grande desafio: fazer o jovem pensar no futuro e não só no imediato. Viviani Marcelino, grupo 7<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Colaboração<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>14d<br>Colaboração<br>Sou Dolores Manhães professora de filosofia e sociologia do Colegio Agricola professor Luiz Paulo Rodrigues em Itaperuna RJ<br>Escolhi esta ação: Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>Nas minhas aula sempre tento contextualizar os conhecimentos à realidade dos nossos alunos que, são na maioria, da zona rural da região. Eles precisam que esse esforço seja feito para que a aprendizagem seja significativa.<br><br>comment_outline<br>3<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>9d<br>Olá Dolores! Imagino que os estudantes da zona rural tenham mesmo outros interesses e visões de mundo! De toda forma, tanto a Sociologia quanto a Filosofia são componentes curriculares que não nutrem preconceitos em relação ao meio em que o indivíduo está inserido. Um abraço! Prof. Andréa Freitas C.E. Mato Grosso.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>6d<br>Olá, Dolores! Sou Cíntia F. De Moraes Melo, também já trabalhei na zona rural e, assim como você, sempre percebi a necessidade de aproximação dos conteúdos à realidade dos alunos para que fosse possível estimular o desenvolvimento do sentimento de pertença. A escola em que trabalhei era de Pedagogia da Alternância, fato que facilitava essa contextualização.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>5d<br>Sou a professora Ilza, de geografia grupo 5. Acho que eu iria adorar conhecer esses alunos da zona rural!<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Colaboração e protagonismo<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>15d<br>Colaboração e protagonismo<br>Meu nome é Otacílio Cardoso professor de História (excluída pelo BNCC do terceiro ano) do CIEP 312 Raul Ryff e IESK. Escolhi "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares". Nas escolas já fazemos, enquanto corpo docente, o estímulo à atividades colaborativas seja na escola ou eventos externos. Acabamos de ter essa semana passeio/evento no Píer Mauá o&nbsp; "Salão Carioca do Livro" onde dividimos o grupo de alunos de cada ônibus de modo a colaborarem entre si na escolha de livros e trânsito no espaço. Cada um cuidou do outro sem nenhum problema de convivência ou dificuldade de escolha e/ou deslocamento no evento. O protagonismo deles proporcionou aos alunos uma interessante experiência apesar do cansaço deles.<br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Professor Rogerio Cardoso de Mattos Junior de História e leciono no Instituto de Educação Carmela Dutra. Eu escolhi trabalhar com os temas sobre: Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política; Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>16d<br>Professor Rogerio Cardoso de Mattos Junior de História e leciono no Instituto de Educação Carmela Dutra. Eu escolhi trabalhar com os temas sobre: Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política; Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;<br>&nbsp;No meu caso, em sala de aula procuro considerar que há muitas juventudes e isso implica organizar uma escola que acolha as diversidades, promovendo, de modo intencional e permanente, o respeito à pessoa humana e aos seus direitos. Em cima disso, eu estimulo o protagonismo dos meus estudantes no seu próprio processo de escolarização, reconhecendo-os como interlocutores legítimos sobre currículo, ensino e aprendizagem. Significa, nesse sentido, assegurar-lhes uma formação que, em sintonia com seus percursos e histórias, permita-lhes definir seu projeto de vida, tanto no que diz respeito ao estudo e ao trabalho como também no que concerne às escolhas de estilos de vida saudáveis, sustentáveis e éticos. Para formar esses jovens como sujeitos críticos, criativos, autônomos e responsáveis, (projeto que desenvolvo no IECD) proporcionando experiências e processos que lhes garantam as aprendizagens necessárias para a leitura da realidade, o enfrentamento dos novos desafios da contemporaneidade(sociais, econômicos e ambientais) e a tomada de decisões éticas e fundamentadas. O mundo deve-lhes ser apresentado como campo aberto para investigação e intervenção quanto a seus aspectos políticos, sociais, produtivos, ambientais e culturais, de modo que se sintam estimulados a equacionar e resolver questões legadas pelas gerações anteriores e que se refletem nos contextos atuais, abrindo-se criativamente para o novo.<br><br>comment_outline<br>2<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>15d<br>Meu nome é Otacílio Cardoso professor de História (excluída pelo BNCC do terceiro ano) Do CIEP 312 Raul Ryff e IESK. Também incentivamos protagonismo e colaboração entre os alunos, acabamos de passar aqui no Píer Mauá o "Salão Carioca do Livro" onde dividimos o grupo de alunos de cada ônibus de modo a colaborarem entre si na escolha de livros e trânsito no espaço. Cada um cuidou do outro sem nenhum problema de convivência ou dificuldade de escolha e/ou deslocamento no evento. O protagonismo deles proporcionou aos alunos uma interessante experiência apesar do cansaço deles.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>6d<br>Oi, Rogério! Sou Cíntia F. de Moraes Melo, sem dúvida contribuir para a formação desses jovens estimulando-os a desenvolverem postura reflexiva e crítica é um de nossos maiores desafios, sempre busco destacar a necessidade de compreenderem os discursos para saberem quais de fato lhes representam.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>&nbsp;Oi pessoal!<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>16d<br>&nbsp;Oi pessoal!<br><br>Sou Andréa Freitas, professora de Sociologia no C.E. Mato Grosso.<br><br>Os dois tópicos sobre os quais escolhi comentar são: a aprendizagem colaborativa e as atitudes propositivas para enfrentamento de desafios.<br><br>Justifico a primeira escolha tendo em vista a importância do desenvolvimento de competências que levem à valorização das vivências coletivas que contribuem para o fortalecimento dos vínculos sociais e o exercício de sua curiosidade intelectual. Costumo trabalhar com a "sala de aula invertida", solicitando a realização de pesquisas exploratórias sobre temas diversificados e com distintas organizações de grupos, ou individual, a fim de promover a troca entre os estudantes na sala de aula.<br><br>A segunda escolha foi motivada pela necessidade do desenvolvimento da argumentação, e valorização de conhecimentos historicamente construídos. &nbsp; Nestes aspectos lanço mão dos "estudos de caso" que proporcionam a possibilidade de diversas abordagens dos estudantes sobre um caso concreto a fim de apresentar soluções.<br><br>Estas são parte das abordagens utilizadas e prestam-se ao trabalho de diversos temas como cidadania, meio ambiente, saúde, mercado de trabalho, entre outras possibilidades.<br><br><br><br><br>comment_outline<br>2<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>16d<br>A valorização dos vínculos sociais é de fundamental importância para entendermos que existem diferenças importantes no processo de ensino-aprendizagem.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>15d<br>Otacílio Cardoso professor de História (excluída pelo BNCC do terceiro ano) do CIEP 312 Raul Ryff e IESK. Com certeza é importante. Conseguindo a participação da comunidade também favorece o intento.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Itens Trabalhados: P<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>17d<br>Itens Trabalhados: Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a Capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br>Rodrigo Hemerly (CEMMA)<br>Nestes aspectos mencionados anteriormente eu contribuo através de atividades pedagógicas em grupo e o incentivo pelo respeito mútuo entre os colegas de grupo. &nbsp;<br><br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares e Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>17d<br>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares e Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br>Neste aspecto eu contribuo através de atividades em grupos.<br>Rodrigo Hemerly (CEMMA)<br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>professor Rogerio Cardoso de Mattos de História e leciono no Instituto de Educação Carmela Dutra. Eu escolhi trabalhar com os temas sobre: Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos; Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política. No meu caso, em sala de aula procuro considerar que há muitas juventudes e isso implica organizar uma escola que acolha as diversidades, promovendo, de modo intencional e permanente, o respeito à pessoa humana e aos seus direitos. Em cima disso, eu estimulo o protagonismo dos meus estudantes no seu próprio processo de escolarização, reconhecendo-os como interlocutores legítimos sobre currículo, ensino e aprendizagem. Significa, nesse sentido, assegurar-lhes uma formação que, em sintonia com seus percursos e histórias, permita-lhes definir seu projeto de vida, tanto no que diz respeito ao estudo e ao trabalho como também no que concerne às escolhas de estilos de vida saudáveis, sustentáveis e éticos. Para formar esses jovens como sujeitos críticos, criativos, autônomos e responsáveis, (projeto que desenvolvo no IECD) proporcionando experiências e processos que lhes garantam as aprendizagens necessárias para a leitura da realidade, o enfrentamento dos novos desafios da contemporaneidade(sociais, econômicos e ambientais) e a tomada de decisões éticas e fundamentadas. O mundo deve-lhes ser apresentado como campo aberto para investigação e intervenção quanto a seus aspectos políticos, sociais, produtivos, ambientais e culturais, de modo que se sintam estimulados a equacionar e resolver questões legadas pelas gerações anteriores e que se refletem nos contextos atuais, abrindo-se criativamente para o novo.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>17d<br>professor Rogerio Cardoso de Mattos de História e leciono no Instituto de Educação Carmela Dutra. Eu escolhi trabalhar com os temas sobre: Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos; Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política. No meu caso, em sala de aula procuro considerar que há muitas juventudes e isso implica organizar uma escola que acolha as diversidades, promovendo, de modo intencional e permanente, o respeito à pessoa humana e aos seus direitos. Em cima disso, eu estimulo o protagonismo dos meus estudantes no seu próprio processo de escolarização, reconhecendo-os como interlocutores legítimos sobre currículo, ensino e aprendizagem. Significa, nesse sentido, assegurar-lhes uma formação que, em sintonia com seus percursos e histórias, permita-lhes definir seu projeto de vida, tanto no que diz respeito ao estudo e ao trabalho como também no que concerne às escolhas de estilos de vida saudáveis, sustentáveis e éticos. Para formar esses jovens como sujeitos críticos, criativos, autônomos e responsáveis, (projeto que desenvolvo no IECD) proporcionando experiências e processos que lhes garantam as aprendizagens necessárias para a leitura da realidade, o enfrentamento dos novos desafios da contemporaneidade(sociais, econômicos e ambientais) e a tomada de decisões éticas e fundamentadas. O mundo deve-lhes ser apresentado como campo aberto para investigação e intervenção quanto a seus aspectos políticos, sociais, produtivos, ambientais e culturais, de modo que se sintam estimulados a equacionar e resolver questões legadas pelas gerações anteriores e que se refletem nos contextos atuais, abrindo-se criativamente para o novo.<br>&nbsp;<br><br>comment_outline<br>3<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>16d<br>Oi Rogério, sou Andréa Freitas e concordo acerca da importância de se conceder tratamento plural às diversas juventudes que afluem às salas de aula, atitude que por si só, promove a atribuição de sentido ao conhecimento e assegura a emergência do protagonismo destas juventudes.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>8d<br>oi, Rogério sou Maria das Graças M. Medeiros .grupo 5. Toda essa sua colocação está inserida no Projeto de Vida . Projeto de Vida veio para fazer a diferença no Novo Ensino Médio . Se o Projeto de Vida for trabalhado com um professor que goste , com certeza nós teremos uma juventude mais segura ,independente, crítica e criativa com mais tudo isso que você comentou .<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>8d<br>e<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>18d<br>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>Meu nome é Taiguara de Souza Moreira, sou professor de sociologia da escola estadual José Leite Lopes. Em minha prática docente procuro trabalhar temas, conceitos e teorias sociológicas. Para tanto, busco contextualizar tais elementos, destacando inserções profissionais dos autores, interações sociais que permitiam a circulação de ideias e interesses variados (políticos, culturais, econômicos) entre outros aspectos.&nbsp;<br>Meu desafio maior nesse sentido é fazer uma ponte mais sistemática com os desafios da realidade do jovem estudante concreto, desta geração z, estabelecendo uma comunicação através de linguagens mais digitais. Em todo caso, esta reforma do ensino médio, em que pese todas as ponderações que se possa fazer sobre sua concepção e implementação, abre a possibilidade de uma revisão e reflexão sobre estratégias pedagógicas, em que o professor é provocado por um conjunto de desafios e estímulos à atualizações sobre questões de política do conhecimento no cenário atual frente à necessidade de formar as novas gerações.&nbsp;<br><br>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br><br>Dentro das possibilidades, procuro corresponder aos movimentos de protagonismo dos estudantes no sentido de reconstruir as temáticas previamente anunciadas pelo professor, de modo a permitir que eles apresentem suas “questões sociológicas” mais vivas no momento. Por outro lado, procuro também me esforçar por corresponder a&nbsp; “analogias” e “comparações” que os estudantes fazem a partir de situações, temas ou problemas sociológicos, por vezes muito demarcados em fronteiras culturais e sociais específicas. Tais fronteiras são não poucas vezes abertas pelos alunos para trazer exemplos concretos, que pressionam a argumentação sociológica por vezes marcadas por hierarquias e pressupostos naturalizados.&nbsp;<br><br>Enfim, isso permite, quando há sucesso no processo de abertura ao diálogo, um movimento espiralado, de idas e vindas, de constituição de novos objetos e sujeitos do conhecimento, as vezes de modo mais explicito e em outras vezes de forma mais latente.&nbsp; &nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br><br><br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Maria das Graças Martins Medeiros Sá, sou professora de geografia trabalho no Colégio Estadual Professora Maria Terezinha. Escolhi trabalhar com os temas:valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens,para além da suas condição de estudante e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e seus projeto de vida .Valorizar o desempenho do nosso aluno é o nosso objetivo do dia a dia . Procuro sempre estimulá-los , fazer comentários , pesquisas ,debates , palestras de maneira que eles fiquem ligados atualizados e envolvidos na nossa realidade . Falar de notícias,envolvendo política,economia ,cidadania, politicas públicas,cultura,assuntos internacionais e locais . Sempre com temas polêmicos na intenção do aluno criar e construir seus conhecimentos ,com o objetivo de tornar sua vida interativa ,participativa e mais significativa.Assim ele estará processando o seu projeto de vida de forma crítica , autônoma e responsável . Meu segundo tema é : Promover a aprendizagem colaborativa.... Então ,sabemos que a aprendizagem colaborativa é aprendizagem que é adquirida por meios de estímulos e é connstruída socialmente. Portanto eu desenvolvo meu trabalho da seguinte forma na minha Unidade Escolar, procuro priorizar a partipação dos alunos em trabalhos em grupos como assembléia ,discursos , debates em rodas projetos culturais trazendo sempre conteúdos de aprendizagem que os circunda. Possibilitando para o aluno a liberdade de falar, argumentar , discutir e discordar dos amigos de classe . Percebo que essa liberdade de expressão que os alunos vão adquirindo é um ponto de partida para transformá -los em indivíduos críticos e conscientes da realidade em que vivem .<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>8d<br>Maria das Graças Martins Medeiros Sá, sou professora de geografia trabalho no Colégio Estadual Professora Maria Terezinha. Escolhi trabalhar com os temas:valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens,para além da suas condição de estudante e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e seus projeto de vida .Valorizar o desempenho do nosso aluno é o nosso objetivo do dia a dia . Procuro sempre estimulá-los , fazer comentários , pesquisas ,debates , palestras de maneira que eles fiquem ligados atualizados e envolvidos na nossa realidade . Falar de notícias,envolvendo política,economia ,cidadania, politicas públicas,cultura,assuntos internacionais e locais . Sempre com temas polêmicos na intenção do aluno criar e construir seus conhecimentos ,com o objetivo de tornar sua vida interativa ,participativa e mais significativa.Assim ele estará processando o seu projeto de vida de forma crítica , autônoma e responsável . Meu segundo tema é : Promover a aprendizagem colaborativa.... Então ,sabemos que a aprendizagem colaborativa é aprendizagem que é adquirida por meios de estímulos e é connstruída socialmente. Portanto eu desenvolvo meu trabalho da seguinte forma na minha Unidade Escolar, procuro priorizar a partipação dos alunos em trabalhos em grupos como assembléia ,discursos , debates em rodas projetos culturais trazendo sempre conteúdos de aprendizagem que os circunda. Possibilitando para o aluno a liberdade de falar, argumentar , discutir e discordar dos amigos de classe . Percebo que essa liberdade de expressão que os alunos vão adquirindo é um ponto de partida para transformá -los em indivíduos críticos e conscientes da realidade em que vivem .<br><br><br><br><br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>5d<br>Professor Sergio Lucio – Geografia – Grupo 5. CIEP RAUL SEIXAS .Boa Tarde Colega Maria das Graças, utilizando também essas metodologias em sala de aula para possibilitar aos meus alunos debater e discutir os problemas de sua localidade. Em um debate sobre os principais problemas nas duas Unidades Escolares na qual leciono dois assuntos se destacaram: a Violência e as Deficiências dos Serviços públicos. E ambos estão interligados antes de 2008 a violência não era o principal problema e sim a falta de Serviços Públicos que deveriam ser investido pelo Governo Municipal e Estadual. Quando foi iniciado a programa da UPP em 2008 e ocorreu a migração de facções para essas comunidades, o grau de violência aumentou de forma assustadora. E com isso afetou os Serviços Públicos, um exemplo claro é a redução de professores nessas Unidades Escolares, na qual os próprios alunos percebem e perguntam por que não tem aula de todas as matérias e escolas foram da comunidade com todos os professores presentes. Muitos professores evitam trabalhar nessas unidades por medo.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>18d<br>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO<br>Sou o Juarez de Assis Fernandes, prof. de História da Seeduc-Rj. No colégio Estadual São Francisco de Paula. Metropolitana I.<br>Ao abordar a BNCC, como documento normativo, e norteador no processo de ensino aprendizagem dos estudantes, onde esses sejam os protagonistas em suas escolhas pessoais, executando suas habilidades e competências, com a participação dos professores que em sala de aula através de novas metodologias e suas abordagens desenvolvidas poderão adaptar a "Nova Proposta de Ensino", a realidade dos alunos direcionando-os ao exercício da cidadania, ao mundo do trabalho, ao desenvolvimento pessoal e coletivo, no entanto, a proposta no "Novo Ensino Médio não esta direcionada exclusivamente, ao mercado de trabalho.<br><br>comment_outline<br>1<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17d<br>Juarez! Sou o professor Rogerio Cardoso do IECD e vejo com alegria que você toca em um tema tão relevante como a cidadania com seus alunos. Esse tema tão presente, inclusive no processo democrático que é a eleição para os representantes do povo. Fazendo com isso, que os seus alunos se tornem pessoas cidadãs e críticas nesse processo.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Educação ambiental<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>18d<br>Educação ambiental<br>Boa noite colegas de profissão! Me chamo William Ribeiro, sou professor de história do CE Prof. Augusto Motta e atualmente atuo de forma complementar em turmas de 1° ano no novo ensino médio no CE Prof. Eliane Martins, em matérias eletivas e novas como, Educação ambiental e Linguagens Contemporâneas em ciência e tecnologia. Há anos me dedico ao tema de sustentabilidade e ecologia e aceitei o desafio.&nbsp;<br>Pensando nas ações de PROTAGONISMO JUVENIL e APRENDIZAGEM COLABORATIVA,&nbsp;<br>No 2° bimestre planejo usar um projeto de reciclagem nessas turmas, focada na quantidade de resíduos que é produzido dentro do espaço escolar.<br><br>comment_outline<br>3<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17d<br>William! Sou o professor Rogerio Cardoso do IECD e no meu entendimento, o Poder Público deve promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino, pois todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defende-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.<br>Avatar de Marcelo Fernandes<br>Marcelo Fernandes<br>8d<br>Olá William. O trabalho com Educação Ambiental é muito importante, pois pode proporcionar aos futuros cidadãos reflexões visando formas mais conscientes e sustentáveis de consumo, por exemplo, mudando alguns hábitos criados em nossa sociedade em tempos em que apenas o consumismo era um valor. Parabéns e sucesso em seu trabalho.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>24m<br>Grupo 6, Marilia A Monteiro. Professor William ótima ideia o projeto de reciclagem. Já trabalhei em uma escola em que fizemos um horta e professores e alunos podiam levar para casa as verduras e os temperos.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>Sou o Marinaldo, lec<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>18d<br>Sou o Marinaldo, leciono Geografia no CEJA Casa do Marinheiro. Dentre as opções apresentadas farei a reflexão sobre "Garantir o protagonismo dos estudantes..." Faço uso de estratégias diversificadas e adequadas à realidade local, de forma a proporcionar aos alunos o uso do material pedagógico e dos recursos didáticos e audiovisuais que possam estimular a aprendizagem e tornar o conhecimento mais significativo para eles, individual e coletivamente; a outra reflexão seria em relação a "Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam..." Procuro desenvolver estratégias de ensino aprendizagem que favoreçam a participação ativa do aluno na construção de seu conhecimento, através da cooperação, do diálogo, do debate e da critica, numa interação professor aluno, no sentido de valorizar e se apropriar de conhecimentos e experiências.<br><br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>18d<br>A BNCC E O NOVO ENSINO MÉDIO<br>Sou Alexandre Barbosa Fraga, professor de Sociologia do Colégio Estadual Afonso Pena. Entre as ações indicadas pela BNCC, escolhi comentar, em primeiro lugar, a de “Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem”. Em relação a ela, costumo utilizar metodologias ativas, fazendo dinâmicas de sala de aula. A segunda ação é “Promover a aprendizagem colaborativa”. Em relação a ela, costumamos trabalhar na minha escola com projetos coletivos, como o da Feira Cultural, no qual os estudantes fazem um esforço colaborativo.&nbsp; &nbsp;<br><br>comment_outline<br>3<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>18d<br>Boa noite. A feira cultural, bem organizada, é um bom auxílio para integrar disciplinas na escola.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>18d<br>Olá Alexandre, o projeto de Feira Cultural parece ser bem interessante. Quem sabe nos próximos módulos, possamos dialogar mais sobre esse projeto. De fato nunca promovi um projeto desses, mas quando estudante do ensino médio tive ótimas experiências de aprendizado na realização de pesquisas e apresentações em Feiras Culturais. Parabéns pela iniciativa!!<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17d<br>Olá, Alexandre! Me chamo Carlos Leandro, também leciono Sociologia (e História) no CEPRA, em Paracambi. A ideia da feira Cultural é sensacional para a integração. Infelizmente ainda não pude participar de uma feira cultural no Estado, mas no Município do rio de janeiro (anos finais do Ensino Fundamental) tenho uma experiência considerável e posso afirmar, há uma interação entre alunos, professores, disciplinas... enfim, laços são criados e estreitados. Super apoio uma feira cultural, às vezes se aprende bem mais em uma feira cultural bem organizada do que em um ano letivo (tradicional) inteiro.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>BNCC: Compartilhando Experiências<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>18d<br>BNCC: Compartilhando Experiências<br>Me chamo Rosa Amélia Leal Pereira. Sou professora de Sociologia, leciono no Ciep 156. Escolhi essas duas propostas de ação, feitas pela BNCC: Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;&nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. Escolhi essas duas ações propostas pela BNCC para dividir a minha experiência de trabalho neste bimestre com os alunos do segundo ano do Ensino Médio. Em primeiro lugar fizemos um estudo aprofundado sobre identidade, gênero e sexualidade a partir de leitura de textos, aulas expositivas, podcast e vídeos sobre o assunto e como resultado final os alunos produziram um trabalho plástico com recorte e colagem. Outra temática estudada foi&nbsp; cidadania e direitos humanos e, a partir de leitura de textos, aula expositiva, pod casts e vídeos e como resultado final, os alunos, deverão escolher um assunto dentro desta temática, e desenvolver um trabalho: um podcast ou um vídeo. Esta atividade ainda está em processo.<br><br>comment_outline<br>2<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>18d<br>Alexandre Barbosa Fraga: Interessantes as atividades realizadas por você. Desenvolver podcast e vídeo são tarefas, em geral, bem recebidas pelos alunos.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>18d<br>Marinaldo: Professora Rosa, interessante a sua abordagem, pois compreender e saber utilizar de forma crível as novas tecnologias digitais, proporcionando a aprendizagem de forma crítica, significativa e ética estão de acordo com as novas propostas da BNCC<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>DESENVOLVENDO NA INSTITUIÇÃO O TRABALHO DA BNCC<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>24d<br>DESENVOLVENDO NA INSTITUIÇÃO O TRABALHO DA BNCC<br>O BNCC ainda é um ambiente novo mas fornece importante conteúdo para ser desenvolvido em sala de aula.<br>Mostra Cultural, Videos, Jogos interativos, entrevistas, passeio cultural, danças, palestras sobre drogas, preconceito, bullying e entre outros.<br><br>comment_outline<br>3<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>20d<br>sensacional!!<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>18d<br>Alexandre Barbosa Fraga: Os jogos pedagógicos, sobretudo os colaborativos, e não competitivos, têm um potencial muito grande por chamarem atenção dos alunos e, ao mesmo tempo, terem objetivos educacionais.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17d<br>Rogerio Cardoso. Tema muito importante e fundamental para discussões em sala de aula: O combate à violência com palestras sobre o bullying.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br>BNCC e o NOVO ENSINO MÉDIO.<br>Avatar de anônimo<br>Anônimo<br>24d<br>BNCC e o NOVO ENSINO MÉDIO.<br>A primeira ação que escolhi&nbsp; foi a da valorização as experiências e aprendizagens individuais e interpessoais apesar dessa implantação ainda ser nova para o ensino médio vejo que vai demorar para essa mudança no aluno.<br>A segunda ação é a de promover a aprendizagem colaborando no desenvolvimento de desafios da comunidade no que diz respeito ao trabalho e a sociedade de uma maneira geral. Essa promoção requer um grande esforço tanto do decente como do aluno afim de que conhecimento e inovações venham contribuir para um aprendizado mais dinâmico saindo daquele conceito tradicional para uma nova construção do saber.<br>Jorge Maurício F. Tabelli&nbsp;<br>Instituição: C.E.Marechal Juarez Távora - Nova Iguaçu - RJ.<br><br>comment_outline<br>4<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>18d<br>Acho tudo interessante, mas precisamos refletir sobre as reais condições de implementação das ideias propostas.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>17d<br>No meu entendimento, é de suma importância expor esse tema às discussões em sala de aula, meus parabéns, Jorge Maurício!<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>16d<br>Oi Jorge! Sou a professora de Sociologia Andréa Freitas. Também acho importante a valorização das experiências individuais, pois possibilita um locus de debate que tem o potencial de nos ajudar a diminuir os conflitos entre estudantes que parece ter-se tornado uma epidemia em boa parte das escolas. Sua segunda escolha é fundamental para que se engendre e fortaleça o diálogo entre escola e comunidade, além de dar ao estudante a noção da importância do que é aprendido na escola.<br>Avatar de %{name}<br>Anônimo<br>3d<br>Boa Noite Colega Jorge. Sou Professor Sergio Lucio – Grupo 5 – CIEP Raul Seixas. Através das ações escritas por você na plataforma, faço a mesma metodologia de promover a aprendizagem colaborando no desenvolvimento de desafios da comunidade no que diz respeito ao trabalho e a sociedade de uma maneira geral. Essa semana debatemos sobre os desaparecimento do Transporte Publico na região as Linhas 773 - Pavuna Cascadura (via Estrada do Camboatá) (Circular) e a Linha 778 Pavuna / Cascadura em Costa Barros e os transtorno que esse desaparecimento causou a Comunidade. A dificuldade de ir trabalhar e estudar devido ao descaso do Município e do Estado.<br>Seu avatar<br>Adicionar comentário<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 22:49:25 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 06; Diego Martinez; C.E. Etelvina Alves da Silva e C.E. Estefânia Pereira Pinto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202640768</link>
         <description><![CDATA[<div>1 - Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;<br><br>2 - Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.<br><br>1 - Em minhas aulas de História no EM, busco sempre relacionar o conteúdo aprendido com a realidade do educando. Por isso quando explico sobre Democracia Grega e Cidadania, Iluminismo ou Ditadura Civil Militar no Brasil, por exemplo, procuro mostrar&nbsp; ao aluno a importância de ser cidadão e estar sempre atento à realidade que o cerca, seja na percepção de problemas na comunidade onde moram (falta de iluminação pública, falta de asfaltamento, falta de transporte público...etc.), seja na busca de soluções para tais questões (entender o papel de um vereador, ou de uma associação de moradores por exemplo). Procuro passar para eles que a realidade que os cerca foi historicamente construída e que é possível transformá-la refletindo e utilizando conhecimento adquirido com a Educação.<br><br>2 -&nbsp;Na maioria dos bimestres um dos instrumentos avaliativos que costumo utilizar é o seminário, que consiste numa apresentação em grupo dos alunos sobre algum aspecto do conteúdo dado em aula. Este seminário envolve a colaboração entre os educandos, que muitas vezes recorrem à reuniões entre si em horários diferentes da escola, planejam/discutem/organizam a forma como vão se apresentar, dividem as tarefas e colaboram uns com os outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 00:07:22 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 8, Edilson Jorge Oliveira da Silva - Colégio Estadual Melchíades Picanço (CEMP)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202644913</link>
         <description><![CDATA[<div>Ações:<br>- "Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional intelectual e política."<br>Nesse sentido, para buscar atingir esses objetivos, no conjunto do que a BNCC destaca como metodologias ativas capazes de desenvolver a capacidade de investigação, reflexão, argumentação, cooperação, pensamento científico, crítico e criativo, utilizo a "aprendizagem baseada em problemas (PBL)", "estudo de caso" e 'promoção de seminários e discussões". Articulo conhecimentos, principalmente da área de História, Filosofia e Literatura. Ultimamente tenho procurado utilizar também a Matemática e Economia, principalmente manipulando dados estatísticos e leitura de gráficos.<br><br>- "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalhar em equipe e aprender com seus pares."<br>Para esses objetivos, utilizo as mesmas metodologias preconizadas pela BNCC, ou seja, "aprendizagem baseada em problemas", "estudo de caso" e "promoção de seminários e discussões", dando enfase ao trabalho em grupo, divisão de tarefas, exercício do debate com respeito as opiniões contrárias, e, como dito, sempre procurando articular conhecimentos da Sociologia, Filosofia, História, Matemática, Economia e Literatura. Ultimamente tenho procurado usar músicas onde temas do cotidiano são abordados. Isto é especialmente importante para a aprendizagem baseada em problemas e estudo de caso. Por exemplo, recentemente utilizei uma canção de Gonzaguinha para refletir com os alunos sobre os vários significados que foram dados, ao longo da história, para o trabalho. Lembramos que o trabalho nem sempre foi considerado uma atividade de grande valor social, mas que, com o fim do trabalho escravo e servil e emergência do capitalismo, tornou-se necessário dar a ele um forte valor positivo.&nbsp; Constatamos que a música reflete o pensamento de um pai de família que só se sente honrado com um bom emprego. Refletimos sobre a crítica ácida que a canção faz ao modo de produção capitalista e a ideologia que o sustenta. Enfim, na aula refletimos sobre valor, ideologia, direito ao trabalho, mercado de trabalho, arte, etc. Segue um trecho:<br><br>&nbsp; &nbsp;"O homem se humilha<br>&nbsp; &nbsp;  Se castram seu sonho<br>&nbsp; &nbsp;  Seu sonho é sua vida<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;E vida é trabalho<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;E sem o seu trabalho<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Um homem não tem honra<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;E sem a sua honra<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Se morre, se mata<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Não dá pra ser feliz<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Não dá pra ser feliz."<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 00:17:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo 5, Vicência Valéria Coelho de Oliveira - Instituto de Educação Sarah Kubstichek </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202686257</link>
         <description><![CDATA[<div>- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política, e;<br><br></div><div>- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ações:<br><br></div><div>- Dentro do conteúdo de História e Filosofia da Educação, disciplina do Curso de Formação de Professores, trabalhei o tema “Educação na Grécia Antiga”. Abordei com a turma como era tratada a escola neste período em Atenas e sugeri que fizessem uma pesquisa sobre outra importante cidade da época, Sparta. Em sala de aula tratamos, baseados na pesquisa, as diferenças do papel da Mulher e da sua participação no processo educacional nas sociedades da época. Além disso, baseado na pesquisa sobre a educação e as Mulheres de Sparta, foi sugerido a construção de uma paródia com o tema “Mulheres de Sparta”, utilizando como base a música de Chico Buarque “Mulheres de Antenas”.<br><br></div><div>- Mediante esse contexto, onde foi construída a pesquisa e a paródia, fizemos uma roda de conversa, iniciada pelos próprios alunos (em turmas predominantemente compostas pelo gênero feminino) comparando as sociedades nesse período histórico com os dias atuais. O mais interessante é que, ao final dessa atividade os alunos conseguiram fazer um recorte histórico, contextualizando o papel da Mulher e da educação nos diferentes períodos históricos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 02:05:40 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7 - André Monteiro de Oliveira - C. E. São Francisco de Paula</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202733092</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br></strong>Para viabilizar essa ação eu costumo realizar frequentes imersões&nbsp; no universo dos meus alunos. Procuro entender seus gostos musicais, literários e as mídias sociais que consomem para adotar a estratégia correta para alcançá-los. Eu os ouço bastante. Na prática, os meus planos de aula têm o objetivo de levá-los a fazer associações dos conhecimentos históricos com as suas vivência e assim assimilar os conceitos e conteúdos com mais facilidade e prazer. Com isso, afirmo que os meus planos de aula têm autoria dos meus alunos - processo pelo qual me torno um mero coautor.<br><br>&nbsp; <strong>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;<br></strong>Embora seja uma ação desafiadora, eu tenho o hábito ocasional de estimular a parceria entre alunos para a execução de algumas atividades. Um dos frequentes problemas que surge nesse processo no meu contexto é a não execução do trabalho em grupo, mas através de um único membro. É super contraditório com os métodos de ensino que acredito punir os eventuais alunos que burlem o acordo de realizar a tarefa que encomendo, tampouco é razoável vigiá-lo. Por conta de todas essas questões, eu costumo pedir um pré-projeto simples onde é definido o que exatamente cada um fará na atividade propriamente dita. <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 04:08:44 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 8 - José Augusto da Silva S. Jr, Colégio Estadual Walter Orlandini - São Gonçalo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202744298</link>
         <description><![CDATA[<div>Para "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares", na aula de Projeto de Vida deixei a seguinte pergunta: o que vocês pensam ser fundamental para o desenvolvimento da vida das pessoas em sociedade? Expliquei que eles deveriam construir um consenso sobre o que era mais importante para dar o primeiro passo no desenvolvimento. Os alunos chegaram a conclusão de que sem dinheiro a vida não se desenvolve. Os alunos trouxeram exemplos de vida tanto na escola como nas suas vidas em sociedade e na família. Propuseram que deveriam aprender como lidar com dinheiro, como arrumar emprego e trabalhar, como gastar consumir. Apontaram situações-problema como violência, uso de drogas, gravidez precoce, racismo e preconceito, entre outros assuntos que impedem o desenvolvimento. A fonte destes conteúdos o alunos disseram ser oriundas das aulas de história, geografia, sociologia, filosofia, português e até matemática. Daí eles acordaram entre si que deveriam aprender educação financeira. Orientei os alunos a fazer pesquisa nessa área e que eles mesmos trocassem informações e organizassem apresentações nas aulas.&nbsp;<br>&nbsp;Para "Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação", Pontuei alguns progressos já estão sendo observados. Como leciono no turno noturno, muitos alunos trabalham ou desenvolvem alguma fonte de renda. Dos alunos que trabalham, uma melhor percepção do consumo, das reais necessidades e do valor do tempo de trabalho. Neste grupo de alunos, ninguém quer continuar cargo que ocupa. No grupo dos que desenvolvem alguma fonte de renda, uma maior preocupação com crescimento da renda, a procura de recursos para aumentar o faturamento. O próximo passo será criar um momento de formação para todos os alunos do turno da noite tendo como protagonistas, os próprios alunos desta turma. Até lá!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 04:46:23 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7; Amanda Oliveira da silva; Colégio Estadual Oswaldo Cruz.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2202988384</link>
         <description><![CDATA[<div>       Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para executar a atividade, o trabalho é dividido em dois momentos distintos. Na primeira parte o discente é conduzido a produzir uma reportagem com base em fatos e fontes históricas apresentados por mim. Dar-se-á ênfase no processo de criação de algo novo, diferente, inédito, próprio.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Na segunda parte, os alunos serão confrontados com notícias falsas previamente selecionadas, “Fake News”, que circulam na internet e tenham relação com o tema da aula. Neste momento eu guio os alunos de forma a encontrar dissidências das Fake News com a realidade, consultando sites de checagem, verificação ortográfica, interpretação de texto e autenticidades de autores e referências. Para concluir a experiência, divido os alunos em grupos, através de sorteio, com o objetivo de avaliar suas habilidades de trabalho em grupo longe de sua zona de conforto. Em grupo, os alunos realizam a confecção de nova redação sobre outro tema que eu proponho. Porém, desta vez os grupos precisam encontrar as próprias fontes, fatos e referências para enriquecer seu texto. Além disto, executar a tarefa em grupos favorece um espaço para uma auto avaliação e uma revisão do texto feita por seus pares.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 15:26:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GRUPO 5 - Antonio da Silva Antunes - Ciep Brizolão José Lopes de Araújo</title>
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         <description><![CDATA[<div>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e<br><br>Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br><br>Ações:<br>Leciono Filosofia e História nos 1° anos do Ensino Médio. E em Filosofia trabalhei no 1° bimestre o tema: "O que é o ser Homem?" O objetivo era tentar compreender o ser humano como um ser singular e ao mesmo tempo compreendê-lo como um ser político e social. Para tanto, utilizamos aulas expositivas, apoio de livros didáticos; utilização de revistas, histórias em quadrinhos a fim de perceber a relação entre o contexto de produção e o conteúdo abordado em sala de aula; construção de diferentes textos utilizando diferentes documentos; trabalhos em equipes com a apresentação de seminários com os resultados das pesquisas. &nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 15:31:16 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7 - Danilo Machado da Silva - Colégio Estadual Higino da Silveira</title>
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         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203010586</link>
         <description><![CDATA[<div>1-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política:</div><div>&nbsp;</div><div>Em minha prática pedagógica, como professor de História, gosto, sempre que possível, estabelecer relações do conteúdo da aula com a realidade do aluno. De uma certa forma, ainda que eu não trabalhe com educação de adultos e sim de jovens, procuro me inspirar em Paulo Freire e tento colocá-los o mais próximo possível de suas realidades, por meio de questionamentos que os remetem ao seu mundo e às suas aspirações. Desse modo, espero (fico sempre esperando!) que eles consigam encontrar-se consigo mesmo e tomar consciência de suas necessidades. Um exemplo é quando trabalhamos a organização da classe trabalhadora, a partir da Revolução Industrial. Mostrar que a organização e a tomada de consciência de sua situação social são fundamentais para se alcançar uma maneira de melhorar as condições de vida de toda a comunidade. Acredito nesse método e busco inspiração, também em um outro pedagogo, Célestin Freinet, que insiste na ideia de que só é bom aprender quando o que se aprende vem de encontro a algo de que necessitamos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>2-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares:</div><div>&nbsp;</div><div>Nesta ação, acredito que deva ser uma prática de qualquer um que se proponha educar. Afinal, promover uma aprendizagem colaborativa e que leve os estudantes a desenvolverem capacidades de trabalharem em grupo e ainda, aprenderem com o outro, é condição essencial na construção de um mundo menos competitivo e desigual. Por isso, em minhas atividades propostas em sala de aula, procuro promover ao máximo tais ações, dividindo a turma em grupos ou, no mínimo em duplas. Acredito que dessa forma, a criatividade em conjunto se torna mais produtiva e porque não dizer, mais agradável. É preciso estimular nos estudantes a ideia da coletividade, pois é, somente nela, como afirmam Marx e Engels, é possível encontrar a liberdade individual.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 16:08:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6, Plínio César de Andrade Faria, Professor de Geografia, CIEP 056 Custódio Siqueira - Campos dos Goytacazes - RJ</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203024250</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;- Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br><br>Quando trabalho com o tema urbanização, gosto de levar meus alunos em uma área próxima de minha escola, a Lagoa do Vigário, aqui em Campos. <br><br>Nela podemos ver <em>in loco</em> muitas questões pertinentes ao crescimento das cidades brasileiras, tais como crescimento rápido e desordenado, o crescimento das ocupações irregularres, o lançamento de esgoto no corpo hídrico, a eutrofização da lagoa devido a esses lançamentos, a ação (ou a falta dela) por parte dos órgãos públicos,&nbsp; etc.&nbsp;<br><br>Ao fim de nossa visita, organizo a turma em grupos de 4 e peço que eles fotografem os principais pontos comentados em nossa aula, ou mesmo algum que não foi comentado. Depois, peço que eles organizem uma pequena apresentação para fazer em sala de aula. Como é um ambiente conhecido por eles, muitas vezes suas contribuições são de imagens que nem mesmo eu conhecia. É um momento em que a troca de conhecimentos é muito enriquecedora, além de fortalecer sua atuação como protagonista da contrução do saber.&nbsp;<br><br>De forma geral, é uma experiência bastante enriquecedora, pois primeiramente é uma mudança de rotina, percebo que até mesmo os alunos mais desinteressados se mostram mais motivados. Além disso, ao transportar os conteúdos estudados para algo tão próximo à realidade dos alunos, seu olhar sobre a realidade se transforma.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 16:33:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gisele Menezes Martins, Grupo 7, Ciep 098.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203031685</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi as seguintes ações para compartilhar minhas experiências. São elas:<br><br></div><div>. Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos; e<br><br></div><div>.Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>Para exemplificar, usarei uma atividade realizada no 1° ano do Ensino Médio como os conteúdos relativos à Antiguidade Greco-Romana e ao conceito de etnocentrismo. Tal conteúdo estaria de acordo com o itinerário formativo das ciências humanas e sociais aplicadas e das disciplinas de História, Geografia e Sociologia.&nbsp;<br><br></div><div>Compreendendo o etnocentrismo como uma forma de enxergar o mundo através de sua própria cultura, desprezando as culturas de outros povos e rotulando-as de forma inferior a sua,&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;alguns historiadores pontuam que essa forma de se relacionar com o mundo seria a mais antiga forma de preconceito do mundo, o “nós” contra os “outros”. Assim, o primeiro momento da aula foi explicitar expositivamente como esse conceito se construiu na Antiguidade, onde povos que viviam fora do mundo Greco-Romano receberam a alcunha de “bárbaros”, em oposição aos “helenos”. No segundo momento da aula, a turma foi dividida em trios (totalizando quatro trios – pontuo aqui que a evasão escolar no Ciep é altíssima e que as turmas do ensino médio estão bastante esvaziadas), e cada um deles deveria apresentar um ou mais termos que na atualidade tivessem sentidos próximos ao de “bárbaro” e “heleno”. Os grupos apresentaram termos como “favelado”, “vagabundo”, “vândalo” e “pobre” para bárbaros e “playboy”, “civilizado”, “europeu” e “rico” para helenos, expondo para a turma o motivo de tais termos terem uma bagagem sociocultural positiva ou negativa. Por fim, os grupos tiveram que propor formas para que pudessem superar tais rótulos presentes no nosso cotidiano.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 16:47:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vera Lúcia Carvalho de Oliveira. Grupo 8, Escola Estadual José do Patrocínio - RJ.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203073326</link>
         <description><![CDATA[<div><br>“ Promover a aprendizagem colaborativa desenvolvendo os estuantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.”<br>" Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem."<br><br></div><div>Acredito nas soluções coletivas , na equidade, na construção de um bem social comum e solidário , nessa perspectiva ,atribuo as aulas uma grande oportunidade de exercitar crenças e criar espaços para essa realidade de mudanças . Nas aulas de empreendedorismo, que foi implementada recentemente na escola, trabalhamos com a proposta do empreendedorismo social , fazendo todo o sentido , na medida que estamos inserido numa localidade carente, onde as ações governamentais, não superam e nem trazem novas&nbsp; oportunidades de um bem estar social. É comum encontrarmos jovens&nbsp; submetidos à subempregos , trabalhos informais ou sendo capturados pelo mundo das drogas&nbsp; na intenção de explora-los´. Ao desenvolver o conceito de empreendedor, com foco no social ,trabalhamos um novo olhar sobre renda e&nbsp; um modelo de desenvolvimento à favor dos coletivos.&nbsp; A proposta inicialmente,&nbsp; foi trabalhar a identidade , a auto estima, quem somos ? o que queremos ? como vamos conquistar os sonhos e metas ? Foram utilizadas várias ferramentas pedagógicas, desenvolvendo , leitura de múltiplos estilos literários , filmes , curtas , palestras motivacionais, jogos interativos e em grupo , o trabalho em equipe foi priorizado, as salas de aula receberam novas mobílias , facilitando o trabalho em equipe . Junto a primeira fase, também trabalhamos conceitos e conteúdos históricos, filosóficos, matemáticos, sobre a evolução produtiva do homem, as suas invenções e o bem estar produzido para a sociedade ,mas vimos também como esse modelo de desenvolvimento vem aprofundando as desigualdades e destruindo o meio ambiente. Após o domínio de conceitos e conteúdos passamos para um exercício prático na realização de uma “Feira Empreendedora da Comunidade Escolar” , tudo organizado pelos alunos. Trabalhamos nesse momento várias habilidades e competências , lideranças, pró-atividade, empatia, solidariedade , domínio de novas tecnologias, negociação , inovação, parcerias ... foi um longo período com muitos encontros e decisões coletivas,&nbsp; trazendo como resultado uma mostra de talentos da comunidade escolar e uma interação entre os alunos envolvido no projeto. Toda a renda da feira também foi administrada pelos alunos, assim&nbsp; com o seu destino, foi&nbsp; decidido pelos mesmos. Esse grupo fortaleceu laços e demostrou que no coletivo encontramos soluções para grandes desafios .&nbsp;<br><br></div><div>Nesse projeto estimulamos vários comportamentos , atitudes e reflexões , mediante a um planejamento construído coletivamente e pensado de forma estratégica. Nas diversas ferramentas utilizadas na implantação da Feira Empreendedora , provocamos pensamento crítico ,ao questionar o tipo de desenvolvimento que estamos atrelados junto ao modelo neoliberal ; nos processos decisórios&nbsp; e no planejamento ,trabalhamos com respeito as diversidades, a resiliência , a persistência , a força da&nbsp; comunicação entre os alunos e as outras esferas da comunidade escolar; a autonomia para assumir escolhas ,amparamos e incentivamos as habilidades socioemocionais; assim como , desenvolvemos atividades em respeito a cidadania .&nbsp; Produzimos na “ Feira Empreendedora” ações de reutilização de objetos e roupas provocando uma nova consciência de sustentabilidade na utilização do meio e criando novas identidades respeitando a pluralidade presente na localidade. Percebemos que toda as competências e habilidades estão presentes&nbsp; de forma interdisciplinar , garantido&nbsp; pela&nbsp; presença de vários professores,&nbsp; trabalhando&nbsp; seus conhecimentos , incentivando&nbsp; comportamento baseado na autonomia, construindo&nbsp; um conhecimento real e&nbsp; um&nbsp; currículo vivo e multifacetado.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 18:19:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cilachagas</author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203073887</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 6, Maria Priscila Lisa das Chagas, C.E. Visconde de Cairu.</div><div><strong><em>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br></em></strong><br></div><div>Construo o planejamento bimestral, com os estudantes, em sala de aula. Considerando a necessidade de reflexão a partir das demandas do grupo e refletir a partir da realidade da turma.&nbsp;<br><br></div><div>A temática é construída coletiva e, junto com a turma, vamos construído como iremos abordar em sala de aula.&nbsp;<br><br></div><div>Para iniciar o estudo e reflexão da temática, apresento o material conceitual da disciplina de Sociologia e estimulo que contem situações, vividas por eles, sobre a temática da aula. &nbsp;<br><br></div><div>Na sequência das aulas, tendo por objetivo dinamizar o conteúdo e a sistematização do conhecimento, solicito que os estudantes tragam reportagens abordem as temáticas para aula seguinte. As reportagens possibilitam ilustrar a temática abordado e contribuí na reflexão da realidade.&nbsp;<br><br></div><div>Para organizar a produção do conhecimento, proponho atividades individuais ou grupo para sistematização daquele saber construído em sala de aula.<br><br></div><div><strong><em>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;<br></em></strong><br></div><div>Promovo, em sala de aula, atividade de construção de conhecimento coletivo. Em que em duplas e trios, os estudantes dialoguem sobre os conceitos trazidos para a sala de aula. E que o debate franco e saudável, entre pares, possibilite observar a realidade social para além da vivencia pessoal e sim compartilhada entre eles.<br><br></div><div>Ainda, solicito atividades em grupos de 4 a 5, em que construam e dialoguem no grupo, para apresentação em sala de aula para perspectivas mais ampla. E, juntamente com eles, vou mediando o saber costurando o conhecimento específico da disciplina, com um olhar interdisciplinar, e com as construções em sala de aula.&nbsp;<br><br></div><div>Valorizando as participações, motivando a colocação e construindo, juntamente com os estudantes, um espaço democrático e acolhedor do conhecimento.&nbsp;<br><br></div><div>Nem sempre é simples, mas sempre motivador e processo de conhecimento requer acertar, errar e, sempre, prosseguir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 18:20:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203086807</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Das ações indicadas as que desenvolvo onde atuo são: Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida. Como professora de história, no espaço escolar tentamos promover&nbsp; a curiosidade em torno de identidades. Apresentamos os papeis sociais de todos, e de tudo envolvidos no processo de educação e na sociedade. Procuramos entender quem somos e quem são os outros. Demonstrar as relações que envolvem a nós e eles dentro e fora do espaço escolar. Como cada um de nós indivíduos ( e que isso não é um xingamento) nos apropriamos de tudo ao nosso redor. Como selecionamos&nbsp; essa apropriação, e o quê , onde como e quando a aplicamos, e assim, nós vamos construindo nossas redes de interações e nos tornando&nbsp; produto das nossas escolhas em constante transformação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 18:54:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Meu nome é Odilson Carlos Sousa de Albuquerque, Grupo 7, sou professor de História do C.E. Professor Joel de Oliveira, bairro de Deodoro, no município do Rio de Janeiro. Gosto muito de trabalhar com a troca de saberes, buscando o que eles trazem de conhecimento sobre um determinado assunto e a partir daí construirmos juntos um novo saber. Além de propor atividade em que os alunos possam trocar entre si, trabalhando em grupo e compartilhando os sabres. Isso melhora muito a auto estima deles, já que muitos não acreditam em seu potencial. Como trabalho com série diferentes e turmas diferentes, procuro respeitar as dificuldades de cada turma e enfatizar o que eles oferecem de melhor, fazendo com que busquem mais e melhorem o conhecimento. Para isso buco trabalhar a curiosidade deles. Tento mostrar para os aluno que História não é apenas decorar nomes ou datas, é entender os fatos. Passo para eles que a História é um grande romance, porém neste romance todos nós fazemos parte dele.Eu acredito muito na educação como a solução de muitos problemas, tento trabalhar este conceito com os alunos. Mostro que o conhecimento é uma arma muito poderosa e de posse dela podemos tudo. É uma arma que não podem tirar da gente e quanto mais a uso, trocando o conhecimento, mais a deixo poderosa e com mais munições.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203094722</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 19:14:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resposta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203108897</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Miguel Angelo Castelo Gomes, do grupo 7, leciono Filosofia no CE Mendes de Moraes, bairro da Ilha do Governador, RJ.<br>Dentre as ações indicadas pela BNCC Ensino Médio, as duas que escolho são:<br><br>- Favorecer a atribuição do sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção dos conhecimentos;<br>- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política.&nbsp;<br><br>No terceiro ano do ensino médio, como avaliação do primeiro bimestre, propus as atividades ELEIÇÃO DE REPRESENTANTES DE TURMA e ASSEMBLEIA DE CLASSE, como forma de trabalhar os conceitos filosóficos CIDADANIA e POLÍTICA, por vezes, muito abstratos para os alunos.&nbsp;<br><br>Após assistirmos a videos de debates eleitorais, propus que 2 alunos se candidatassem como candidatos a representante de turma. Cada um teria que escolher seu vice representante e pesquisar, a partir de algum filósofo de sua escolha, elementos que fundamentassem sua campanha eleitoral, que deveria trazer soluções claras e objetivas para uma série de problemas reais que a turma iria levantar na aula ASSEMBLEIA DE CLASSE.&nbsp;<br>Assim, após o levantamento dos problemas, numa aula dedicada exclusivamente dedicada ao debate eleitoral, os candidatos puderam expor seus argumentos e ideias, a partir do filósofo escolhido, ocorrendo em seguida a votação da turma.&nbsp;<br>Ao final, numa roda de conversa, pudemos avaliar prós e contras do processo construído e o vencedor teve uma reunião com a direção, de modo a apresentar as ideias a serem implementadas em diálogo com escola.&nbsp;<br><br>Penso que ações como esta são exemplo de como posso atuar em contexto escolar de forma a implementar na prática pedagógica os dois pontos elencados por mim no início desta questão. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 19:53:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203114848</link>
         <description><![CDATA[<div>2 – trabalho&nbsp;<br><br></div><div>Grupo 7- Antônio Francisco Lisboa / Thiago Barreto de Oliveira.<br><br></div><div>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.<br><br></div><div>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos.<br><br></div><div>Trabalhar com mapa mudo para construção de um cenário político ao seu redor. Identificar nossos vizinhos de fronteira na elaboração de uma América do Sul menos desigual.<br><br></div><div>Propondo o pensar de futuras &nbsp; ações a serem tomadas na diminuição de violência nos conflitos agrários. Nós podemos demonstrar o caminha dos nossos recurso minerais.&nbsp; E ainda um pouco mais além, se de fato a comunidade sul-americana obteve algum ganho positivo. Logicamente sabemos que fomos colonizados (América Latina). Estabelecer a crítica em conjunto sobre se ainda nossa comunidade é gerida por países do hemisfério norte analisado o IDH.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 20:07:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 8 - Daniel Augusto de Oliveira Cavalcanti - C.E. Central do Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203176785</link>
         <description><![CDATA[<div>Os pontos aos quais acredito colaborar de maneira mais direta são: promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares e; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br><br>Realizo, em grupos, uma espécie de censo demográfico escolar, onde cada grupo das turmas do segundo ano (estudando o conteúdo demografia) realiza, colaborativamente a construção das questões que serão aplicadas aos demais estudantes da escola por meio de uma pesquisa censitária (utilizando o google forms). A ideia é captar a percepção dos problemas da sociedade por meio da elaboração de perguntas e, após a realização do trabalho e coleta de dados, discutir soluções ou medidas que atuem diretamente nas questões identificadas no processo.<br>Desta forma, além do trabalho promover a atuação dos alunos em coletividade, mas também a interação com os demais alunos da escola, também problematiza a realidade ao qual estes sujeitos estão inseridos, fazendo-os se posicionar enquanto sujeitos ativos do seu meio.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 23:25:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5- Michelle Thomé de Moura- C.E Professora Luiza Marinho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203184212</link>
         <description><![CDATA[<div>As ações indicadas pela BNCC Ensino Médio que desenvolvo trabalho em minha instituição são: Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Costumo realizar através de dinâmica em&nbsp; grupos, debates em torno de questões sociais abordadas pela minha disciplina Sociologia, como violência contra a mulher e racismo. Os alunos relatam suas vivências cotidianas sobre os temas, em seguida proponho reflexões críticas sobre os mesmo, indagando sobre suas causas sociais e o cenário atual. Posteriormente, proponho para que em outra aula, os mesmos tragam dados estatísticos, notícias sobre os fenômenos sociais analisados e dialoguem com a turma, em uma roda de conversa, as ideias investigadas. Em seguida, a turma em conjunto reflete sobre possíveis ações de intervenção e superação sobre a realidade estudada.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Acredito que desta forma estou contribuindo e fomentando a<br>aprendizagem colaborativa com diálogos entre os diferentes sujeitos e<br>promovendo reflexões e ações para o enfretamento dos desafios da sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 23:57:24 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 8 - Leticia Maciel Bruno. CE Brasil. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203187811</link>
         <description><![CDATA[<div>* Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;</div><div>* Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;</div><div><br>Sou professora de Filosofia e Sociologia. Como as disciplinas são puramente teóricas gosto de trabalhar com exemplos que contemplem a realidade do aluno. O diálogo é fundamental durante as aulas, pois é uma forma de compreender os contextos culturais, sociais e econômicos em que a escola está inserida. Para que o conteúdo faça sentido para o aluno é fundamental que ele faça conexões com a própria realidade, atribuição de sentido às aprendizagens.&nbsp;</div><div>É importante conhecer o que os alunos gostam, como se divertem, por quais notícias se interessam, para selecionar exemplos que possam resgatar a atenção e o interesse pela aula. O tempo de aula é curto, mas o espaço para abstração, reflexão, interpretação é fundamental, pois é neste momento que o aluno reflete sobre o que aprendeu. Sem este tempo o conteúdo se torna vertical e memorizador. A geração Z é “conectada, proativa, imediatista, crítica e tem sede de conhecimento” (Módulo II, p. 12), por isso é importante o professor se informar sobre as novas tecnologias para que a aula não fique monótona. Garantir autonomia pessoal, profissional, intelectual e política é um desafio, frente as dificuldade de recursos no dia a dia docente, da nova realidade do ensino médio reformado sem o diálogo com a categoria e com a precária valorização profissional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 00:10:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203189036</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 8- Dalila Guimarães da Silva – Colégio Estadual Padre Manuel da Nóbrega.<br><br></div><div>●Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado;</div><div>● Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;<br><br></div><div>Enquanto professora de geografia procuro enfatizar a questão de estar ciente e consciente do que ocorre no Brasil e no mundo e de como estamos inseridos nesse processo. Então, para isso a proposta para minhas turmas é a de trazer e debater algumas das notícias da semana (geralmente esses momentos ocorrem quinzenalmente), e costuma ser mais abordado por eles o que fica em evidência na mídia. Os assuntos são de escolha espontânea, mas direcionada a apresentação das notícias do que ocorre em local de moradia, no caso cidade de residência, estado e fatos ocorridos no mundo. Tento através dessa pratica que o aluno se veja inserido enquanto cidadão nos assuntos cotidianamente debatidos em nossa sociedade e a partir disso entenda seu papel no contexto social ao qual está inserido. Fica sempre a ideia de que essa ação gere reflexão. Então a partir dessa ação costumo, sempre que possível, estimular o debate e troca de experiências e informações de modo que apropriados dessas informações reflitam, e dessa forma façam relação com a própria realidade e o contexto social. É necessário, dar voz, estimular a reflexão e analisar o contexto social e a partir dessa pratica simples e ouvindo assim suas experiências e vivências é possível fazer esse link. Mas, ter estrutura para realizar algo "simples" como essa ação é difícil, já que não há facilidade em acessar a internet em sala de aula, por exemplo, e ler os noticiários do dia, por isso a proposta de registrar e apresentar o que se destacou para o aluno.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 00:15:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Olá, compas! Estou no Grupo 7, sou o Capaz, Raphael F., regente de Filosofia no CIEP 241 Nação Mangueirense Governador Leonel de Moura Brizola, Rio de Janeiro, capital. - À ação “Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política”, busco sempre trabalhar com os discentes (e demais colegas professores do componente curricular, sobretudo, e também os da área curricular) de modo compatível à Competência Geral 2 - pensamento científico, crítico, criativo, identificando com eles a importância de, desde o 1o. Ano do EM abordar a Filosofia como um exercício do filosofar, textualmente expressa como &quot;uma das dimensões para compreender e transformar o ser humano e o mundo&quot;, abrindo-se a nós, docentes (na Apresentação deste documento) a possibilidade de atuar criticamente e baseado nos contextos histórico-sociais vivenciados, e o modo de fazer isso deve ser definido a partir das demandas da comunidade escolar como um todo. Fundamental o entendimento crítico acerca do processo de adaptação do que nos lega a BNCC às características das realidades vivenciadas localmente. Desde as cidades, regiões, bairros e escolas com suas especificidades e comunitárias. Penso que é apenas desta forma que há de ser possível a construção de pontes, inseridas em cada contexto social e escolar, que aproximem os conteúdos ministrados em sala de aula e a BNCC; ainda um desafio em aberto. - Quanto à ação “Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida”, construo possibilidades de reflexão constante com os discentes sobre suas realidades socioculturais, através de instrumentos pedagógicos como filmes e músicas, os quais elegemos juntos dentre uma pré-lista que elaboro (mas não dou como concluída antes deles analisarem). E tais atividades são seguidas de participação em atividades como ida a sessões de cinema e, bairros próximos, exposições de livros e de arte, eventos esportivos comunitários e afins. Nesse sentido, o lidar com jovens nos espaços não somente do ambiente escolar, mas também na comunidade em que estão inseridos, através de tais atividades culturais, promove o convívio tão demandado de presença e afeto, o que contribuirá ademais com respostas satisfatórias que tais desafios lançam à nossa práxis, educadores.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203189713</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 00:19:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 - Turma B - Maria Luiza P Sousa – Ciep 224 – Tarso de Castro            - Entre as ações, elenquei “Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares”; e “Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação”.                                   Sempre que possível, ao abordar qualquer tema (político, econômico, social, cultural ou físico) ou conceito da Geografia e ciências afins, procuro fazer questionamentos, partindo dos conhecimentos prévios dos alunos sobre o assunto para promover debates que levem os alunos a expressarem suas opiniões e reflexões à cerca da realidade. Os debates e os trabalhos em equipes, ao meu ver, são ótimas estratégias de aprendizagem colaborativa, uma vez que promove a reflexão, a expressão de ideias e a escuta, desenvolvendo nos estudantes à construção de valores e habilidades para atuarem no mundo com protagonismo, autonomia, empatia, desenvolvendo a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem uns com os outros. Além disso, são ferramentas que estimulam a crítica, a construção de atitudes cooperativas e propositivas na construção de novas visões de mundo, habilidades necessárias ao enfrentamento dos problemas cotidianos em um mundo em constante e veloz transformação.     </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203189972</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 00:20:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 Carlos Alberto Gurgel Tavares Professor de Geografia - CAIC Euclides da Cunha Dentre as ações indicadas pela BNCC Ensino Médio destaco:  Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e  Peço aos alunos que pesquisem os Códigos de barras dos produtos que tem consigo naquele momento, ou que utilizam na escola, que façam uma lista com os nomes dos países onde estes produtos foram fabricados e após isso coletivamente assinalam em um mapa mundi a origem destes produtos, construindo coletivamente a origem dos produtos que consomem. A pesquisa e descoberta da origem dos produtos consumidos no dia a dia gera muitas perguntas e discussões entre os alunos, que tentam entender o porquê estes produtos são importados e se não fabricamos estes produtos.  Trabalho assim pro-atividade, aprendizagem colaborativa não competitiva, trabalho em equipe e empatia entre os alunos, solidariedade com os que não possuem meios de fazer a pesquisa, domínio de novas tecnologias, negociação e parcerias no ambiente escolar. Busco aproximar a realidade vivida através do consumo ao que é estudado na escola encorajando questionamentos que vão desde a origem dos produtos, localização dos países de origem, domínio de tecnologias, custo de transportes, impostos e consumo.  E como leciono no período noturno este trabalho por não implicar pesquisa prévia pelos alunos permite também instigar o aluno na busca de mais informações sobre o consumo individual, trabalho e produção agrícola e industrial e assim a origem dos produtos consumidos  pelos alunos  se torna importante.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203194909</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 00:43:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Boa noite, a todas e a todos! Sou o André Barbosa Fraga, do Grupo 7, professor de História do Colégio Estadual Eduardo Mondlane. Das ações indicadas pela BNCC Ensino Médio, escolhi comentar “Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares” e “Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação”. Essas duas ações se relacionam bastante e têm sido trabalhadas nos últimos anos na minha escola. Além de nas minhas aulas eu promover muitos trabalhos em grupo, estimulando a participação coletiva na elaboração das tarefas, a minha escola promove projetos, em que as turmas são divididas em grupos e há a culminância das apresentações dos alunos em um dia determinado. Essas atividades permitem justamente promover a aprendizagem colaborativa e estimular atitudes cooperativas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203201596</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 01:09:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6; Patrícia Carla Diogo Salgado Domingues; Professora de História - Colégio Estadual Getúlio Vargas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203206571</link>
         <description><![CDATA[<div>1)"Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida".É interessante e essencial desenvolver no aluno a ideia de que ele é antes de tudo um ser que vive em sociedade e tem seu papel importante, fundamental para o futuro. Ele precisa ter em mente que sua atitude se reflete na sua escola, no seu bairro, cidade, país. Ele precisa perceber que é parte integrante de tudo. Procuro desenvolver muitas discussões em sala de aula que vão de um simples "problema" na sua comunidade até problemas que envolvam outras pessoas, com outras culturas por exemplo. O aluno precisa se perceber como alguém que pode mudar a sua própria vida e a de outras pessoas que o cercam. Abordo em aulas conflitos que poderiam ser evitados se certas atitudes fossem adotadas anteriormente.&nbsp;<br>2)"Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares".<br>Uma das formas bem interessantes de se trabalhar certos temas é desenvolver montagem de peças teatrais com os alunos. Eles realmente se dedicam e, enquanto se está no processo de "montagem", de "ensaios" conseguimos perceber a dificuldade ou não de interação com os demais; podemos perceber alguns talentos que até então não tínhamos ideia; percebemos aquele que tem aptidão para liderança no grupo, por exemplo. Para nós que trabalhamos na área de Ciências Humanas, em uma "simples apresentação" de peça de teatro, temos não somente conteúdos abordados e desenvolvidos por eles, como temos a oportunidade de detectar certas dificuldades de aprendizado ou mesmo timidez...normalmente essas peças estão inseridas em um contexto maior, como uma gincana ou mesmo uma festa cultural. Os resultados, ao final, são muito bons...apesar do sentimento de competição entre os grupos - mas isso faz parte de um trabalho em equipe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 01:30:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 - Diogo Bonioli Alves Pereira - C. E. Dr. Adino Xavier</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203207499</link>
         <description><![CDATA[<div>Ações da BNCC:&nbsp;<br><br>"Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos"<br><br>"Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida"<br><br>A ação pedagógica de atribuir sentido às aprendizagens são experimentadas pelas turmas em que leciono Filosofia nas provocações do cotidiano todas as vezes que tenho q ensinar um novo conceito ou área de estudos da Filosofia. Esta construção empírica tem facilitado muito o trabalho da aprendizagem na medida em que os alunos se descobrem refletindo como os filósofos. Isso além de promover autonomia para a construção de pensamento, colabora na autoestima do aluno quando se descobre capaz de refletir a partir de suas próprias experiências.<br><br>No mesmo ensejo da valorização da experiência do aluno temos a possibilidade de valorizar o seu papel social destacando a sua importância no ambiente em que vive e sempre destacando o quanto eles são livres e capazes de habitarem qualquer espaço que desejarem. Costumo destacar que também sou aluno de ensino médio da escola pública e que também não foi fácil, mas que juntos, podemos fazer exaurir a identidade que temos e tornar possível os nossos desejos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 01:33:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 - Daniel Martins de Oliveira -  Professor de História no Colégio Estadual Bangu.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203208461</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"Garantir o protagonismo dos estudantes; Promover a aprendizagem colaborativa".<br><br>Algumas das ações citadas já eram trabalhadas por nós professores no Colégio Estadual Bangu, tal fato foi incentivado com o advento da BNCC, contudo destaco:<br><br>"Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política". Costumo trabalhar este tipo de ação com debates temáticos, principalmente em temas que dizem respeito à comunidade do qual os estudantes estão inseridos, formas de participação social e política, respeito as diferenças e tolerância. Nas turmas concluintes do Ensino Médio, focamos em situações que possam servir como base para melhor escolha de carreira, de forma a desenvolver as potencialidades dos alunos.<br><br>"Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares". É um tipo de ação que considero fundamental no processo ensino-aprendizagem. Não acredito em educação - e sociedade - que não seja fruto de construção coletiva. Como exemplo desse tipo de ação, na parte da disciplina que estudamos a Reforma Pereira Passos e a Revolta da Vacina, fizemos trabalhos em grupo com debates sobre o processo de Reforma Urbana pela qual passou o Rio de Janeiro e as falhas que temos até hoje como cidade. No que diz respeito à Revolta da Vacina, dos grupos ficaram responsáveis por fazer uma apresentação dialogada, comparando a desinformação sobre a campanha de vacinação obrigatória, liderada por Oswaldo Cruz, comparando com o processo de vacinação contra a Covid-19 e como a campanha de fake news contra as vacinas são prejudiciais. Informação e conhecimento sendo fundamentais nesse processo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 01:37:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 Osiel Ribeiro de Souza Silva.Professor de Geografia. Colégio Estadual Oswaldo Cruz.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203219713</link>
         <description><![CDATA[<div>Ações indicadas:<br>1)"Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;" Trabalho no sentido que as atividades realizadas na disciplina de geografia tenham sentido e importância na vida do aluno. Em garantir uma percepção holística e fundamentada por e a partir do espaço geográfico. Destaco aqui as turmas do ensino fundamental, pois é nessa etapa que os mesmo estão passando a se conhecer mais.<br>2)"Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;" Trabalho em que o aluno tirem as suas próprias conclusões tendo como base o que foi dado em sala de aula. Desenvolvendo a assim, a sua percepção do mundo em que vive e do espaço geográfico em questão. Sabendo que não é uma tarefa fácil. Pois é uma atividade proposta pelo professor de forma processual. Levando em conta que os alunos apresentam algumas deficiências quanto a sua aprendizagem. E numa disciplina como a geografia, o trabalho com texto deve ser levado em consideração para a aprendizagem reflexiva e com repertório na produção de seus textos geográficos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 02:15:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - André R S Ribeiro - Professor de Filosofia - Colégio Estadual João Coelho da Silva</title>
         <author>andrersr</author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203642412</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><strong>1 - " Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;" :</strong><br><br><em>Numa sociedade onde a temporalidade de em suas transformações tem sido cada vez mais&nbsp; acelerada num contexto de uma globalização socioeconômica, em que os aspectos regionais no que tange a cultura, costumes e tradições, que envolvem o cotidiano tem sido adaptadas ás necessidades das novas gerações em que suas necessidades e objetivos estão ligadas a uma temporalidade diferente das gerações anteriores. O jovem da atualidade tem sua ligação com a tecnologia, com fluxo imediato de informações e objetivos de curto e médio prazo, cabendo a sua orientação e estímulo para que possam desenvolver sua própria identidade numa dimensão de tempo ajustada a sua realidade.</em><br><br><strong>2 - "Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018, p.465)" </strong>:<br><br><em>A participação do jovem nas demandas de sua comunidade é um desafio a ser enfrentado no âmbito da sua formação escolar, pelo fato de ser necessário fazer que ele se perceba como um ator importante dentro do contexto social em que está inserido e não um mero espectador, que ele seja estimulado ao sentido de empatia ao próximo, urbanidade e nos princípios básicos da cidadania.</em><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 18:18:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5. Simone Borges Oldani Meieiro. C. E. Padre Manuel da Nóbrega.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203677333</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou professora de História da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro e a minha contribuição em relação à formação dos estudantes está vinculada a promoção da aprendizagem colaborativa, incentivando que os educandos trabalhem em equipe e aprendam com os seus pares. Também procuro oferecer a oportunidade para que eles sejam protagonistas no processo de aprendizagem e no desenvolvimento das suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política. Para tanto, sempre busquei permitir que o alunado, tanto das minhas turmas do ensino médio, quanto do fundamental, tivessem contato com os documentos históricos dentro do contexto que está sendo analisado, incentivando-os a olharem para os mesmos de forma reflexiva, registrando suas impressões e identificando as permanências entre o passado e o presente na nossa sociedade. Em rodas de debates foi possível discutir temas como tolerância religiosa, diversidade e respeito às diferenças e inserção social, bem como os problemas que se apresentam como um desafio a serem superados. Ao final, sempre busquei que todos refletissem sobre os caminhos que cada um pode seguir no sentido de contribuírem eticamente na sociedade.&nbsp;<br><br></div><div>Outra proposta que eu sempre achei interessante pelos resultados obtidos é o convite à participação, em grupos,&nbsp; de atividades artísticas, permitindo que os alunos escolham, dentro das informações adquiridas pela disciplina de História, uma forma de expressão inspirada pelos artistas da Renascença ou até mesmo daqueles que não deixaram o seu nome em suas produções ao longo da jornada de existência humana no planeta ( arte rupestre, neolítica, greco-romana ). Ao final dos trabalhos é solicitado ao aluno, se pronunciar sobre o que considerou mais difícil ou não na elaboração da sua produção e o que sentiu nesse percurso.&nbsp;<br><br></div><div>Ainda há muitas possibilidades a serem exploradas na construção do perfil de um aluno mais participativo e protagonista do seu processo de aprendizagem, no entanto, creio que terei condições de enriquecer-me ainda mais com as ferramentas que forem sendo apresentadas durante a nossa formação.&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 19:18:38 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7, Bruno Rodrigues Pimentel, CIEP Djanira 307</title>
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         <description><![CDATA[<div>Um proposta que desenvolvi recentemente teve como objetivo a promoção de debates que fomentassem o conhecimento sobre a trajetória e as obras da pintora Djanira, artista que dá nome ao Colégio Estadual que leciono na cidade Niteroí, CIEP 307 Djanira. O objetivo foi destacar as temáticas desenvolvidas por ela. Ou seja, as diversas manifestações da cultura afro-brasileira e indígena, o cotidiano das pessoas comuns, de trabalhadores e as variadas manifestações da cultura popular. A partir daí a proposta foi desenvolver releituras das suas obras dessa artista plática.&nbsp;<br>Nossa produção foi apresentada no auditório da escola para as demais turmas. A apresentação foi bastante interessante, pois eles destacaram aspetos da trajetória da pintora, discorreram sobre as obras que foram escolhidas para desenvolvimento das releituras e, por fim, falaram, inclusive das suas releituras, inspiração e a experiencia de pintar em telas. O trabalho alcançou os objetivos mencionados, mas além disso proporcionou um aumento da autoestima dos alunos, pois eles foram os protagonistas.<br>A proposta contemplou as seguintes ações:<br><br>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 19:59:11 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5 -Rosicleide Flôr(Formação: Ciências Sociais e História) - professora de Sociologia e Filosofia no C.E.Monteiro de Carvalho.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203700464</link>
         <description><![CDATA[<div>As duas ações propostas pela BNCC que identifiquei nas práticas em sala foram: a)Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política; b) Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalhar em equipe e aprender com seus pares.<br>No momento atuo como professora de uma disciplina chamada "Projeto de Intervenção e Pesquisa- PIP" e como professora de Filosofia em duas turmas distintas. A primeira é de Segundo ano do Ensino Médio( com o Projeto); a segunda é de Primeiro ano do Ensino Médio( com Filosofia).<br>Nas primeiras aulas do primeiro bimestre propus aos alunos da turma de segundo ano que escolhessem um tema para o Projeto, como previsto pela escola. Eles decidiram entre si que deveria ser sobre cidadania, pois tinham observado que a escola estava passando por sérios problemas envolvendo os alunos e a depredação, vandalismo e violência nos espaços da escola. Assim, ficou definido como título do projeto "Educação para a cidadania- cuidando da escola".<br>em seguida começamos a elaborar o projeto em si, objetivos gerais, específicos, justificativa e o que ficou sendo chamado de Plano de Ação. Nele, os alunos estão pondo em prática o que é discutido teoricamente nas aulas através de leituras sobre cidadania, democracia etc.<br>O Plano de Ação consiste em identificação dos problemas e exercícios de conscientização para a escola como um todo. Num primeiro momento os alunos da turma perguntaram aos alunos da escola o que eles achavam que faltava ou desejavam de melhoria para a escola. Após recolherem os relatos elaboraram cartazes com imagens e frases de impacto sobre o que "desejavam" e o que "faziam na escola". Num segundo momento o Plano de Ação está se dando através da chamada "roda de conversas sobre cidadania" com outras turmas.&nbsp;<br>Foi nesse momento que interligamos as aulas de Filosofia da turma de primeiro ano, cujo tema do bimestre é surgimento da filosofia grega, a cidadania e democracia na Pólis grega, com o Projeto do segundo ano.<br>A turma de primeiro ano está tendo acesso a uma gama de conceituações antigas que fazem parte de contextos contemporâneos já muito transformados. Sejam eles, cidadania, democracia, política.<br>Assim, foi proposto nas aulas anteriores à roda de conversa que a turma se dividisse entre cidadãos e não- cidadãos, aos moldes da Grécia antiga. Na aula seguinte, foi feito um exercício de Democracia Direta, em que os cidadãos decidiram o que os não- cidadãos iriam realizar durante a semana, na sala de aula. O objetivo maior era refletir sobre as dificuldades de se estabelecer regras partindo de uma minoria em relação a maioria( a maioria dos alunos decidiu que seria não- cidadão).<br>Na aula seguinte juntamos as duas turmas e em círculo realizamos o debate com perguntas orientadoras sobre " o que eles pensam sobre cidadania", "o que é moral e ética", "o que eles pensam da escola", "como eles imaginam que a escola possa ser mais acolhedora", "o que eles acham da escola ter se tornado integral".<br>No momento, essas ações práticas estão em andamento. Portanto, ainda não temos grandes conclusões. O debate, por exemplo, ocorreu na última sexta. O objetivo e levar as rodas de conversas para mais turmas.&nbsp;<br>Mas pode-se perceber uma grande preocupação dos alunos sim com o cuidado com a escola, o questionamento sobre o número de matérias diferentes a partir da reforma do Ensino Médio e com o fato da escola ter se tornado integral.<br>O projeto vai ser desenvolvido ao longo do ano. Apesar de todas as dificuldades materiais, a sensação geral a partir dessas práticas é de vida. A vida circulando na escola. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 20:02:48 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 8 - Vinicius Motta da Costa/CE Dr. Alfredo Backer</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203990626</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;&nbsp;<br>2.&nbsp; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares<br>Tais ações se fazem presentes nas minhas práticas em sala de aula através de debates e de análises de situações cotidianas, mobilizando conceitos de Sociologia na 2ª e 3ª série do Ensino Médio. No caso específico do 2º bimestre, minhas turmas de 2ª série foram divididas em grupos para produção de perguntas na temática do mundo do trabalho. O público investigado são discentes da 3ª série. Neste bimestre os alunos dos anos finais EM farão júri simulado sobre pena de morte (3 turmas) e descriminalização do aborto (2 turmas)&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 02:52:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 06 – Tiago Passos e Silva / C. E. Cel. João Limongi1. Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;Entendendo a escola como espaço de (des)construção de discursos e local privilegiado de reflexão sobre as contradições sociais, busco sempre a inclusão de conteúdos e práticas pedagógicas que assegurem a sociodiversidade da população brasileira. Com a disciplina de Sociologia, muito bem amparada por estudos antropológicos e também políticos, procuro fornecer aos meus alunos meios para a progressão no trabalho, além de temas e discussões indispensáveis ao exercício da cidadania. Procuro capacitá-los a articular debates e reflexões a cerca da realidade de sua própria comunidade e de seus grupos sociais de referência. No decorrer dos três anos do Ensino Médio, assuntos como relações raciais, participação política, economia, trabalho e identidades são tratados não apenas em seus aspectos teóricos e analíticos mais amplos, mas em seus contornos particulares no contexto nacional. É importante diferenciar os pensamentos científico e de senso comum, compreender a subjetividade individual como resultado do processo de socialização, desnaturalizar as visões de mundo através da observação de diferentes culturas e formas de construção da identidade coletiva. Como atores no mundo, meus alunos devem perceber a complexidade dos modos de produção, distinguir as formas como os diversos grupos e classes sociais se apropriam do trabalho, identificar as diferentes maneiras de organização do poder no Estado, perceber a importância da participação política para o pleno exercício da cidadania, conhecendo, principalmente, as diferentes formas de mobilização dos trabalhadores na construção de direitos trabalhistas. Trabalho temas relacionados a identificação de diferentes configurações sociais que formam os preconceitos, a discriminação e a intolerância, causas e consequências das diversas manifestações de desigualdade no Brasil e também, por exemplo, a influência dos meios de comunicação de massa no consumo, nos estilos de vida e construção de identidades na modernidade. 2. Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.Minhas atividades avaliativas passam sempre pelo trabalho em equipe. Um ambiente escolar que possibilita resultados efetivos é aquele com boa comunicação, onde a competitividade do sistema dá lugar à cooperação entre os pares. O trabalho em equipe reproduz bem a dinâmica do meio social. Assim, procuramos somar diferentes talentos, habilidades, formas de pensar e agir, trabalhando em harmonia e lidando diretamente com a diversidade no espaço escolar. Temos que saber a hora de falar, de esperar, de ouvir, além do modo de discordar ou concordar. Educar sociologicamente, para mim, é fornecer meios de engajamento social, criação de opiniões embasadas, formação e desenvolvimento de pensamento crítico. Através do debate, os estudantes conseguem analisar outras realidades, culturas e questões para poder formar o seu próprio ponto de vista sobre determinado tema. Creio também que a aproximação com os colegas de classe pode resultar em uma convivência mais produtiva e positiva. Por isso, incentivo a criação de laços com quem passa boa parte do dia ao nosso lado, conhecendo sonhos, motivações, as dificuldades e as limitações que possuem. É fundamental saber respeitar e lidar com as diferenças das pessoas. Todo mundo é muito bom em algumas coisas, e ruim em outras. Por isso, conhecer e saber explorar as potencialidades de seus alunos é retirar dos mesmos o melhor que podem oferecer.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2204952039</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 18:23:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Marta Janete de AGrupo 6 - lneida Caetetu  - Colégio  Estttttttttadual Barão do Rio Branco </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 03:41:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 8- Gilda Batista- Colégio Estadual Julia Kubitschek</title>
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         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2206052096</link>
         <description><![CDATA[<div>As ações indicadas pela BNCC são:</div><ol><li>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política; e&nbsp; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.</li><li>Sou professora de História e Filosofia da Educação em uma escola de formação de professores- modalidade normal. Desenvolvo uma dinâmica de trabalho em minhas aulas, que acredito, contemplam os objetivos estabelecidos na base com relação a essas duas ações.</li><li>Dou aula para o terceiro ano do Ensino Médio- Dividi a turma em grupos para o desenvolvimento dos trabalhos em sala de aula. Apresento o tema da aula (definido a partir do currículo mínimo), faço uma reflexão com a turma e ao final, os alunos fazem um resumo da aula (enquanto os alunos estão fazendo o resumo da aula- um grupo se organiza para apresentar outras ideias referentes ao tema da aula). Enquanto o grupo se apresenta, cada alno complementa seu resumo com as reflexões do grupo.&nbsp;&nbsp;As aulas são muito produtivas. Os alunos estão percebendo que estão escrevendo melhor, perdendo a vergonha de falar em público. Por outro lado, a turma está desenvolvendo o hábito de prestar atenção nas ideias apresentadas pelo colega, sem debochar da mesma. Isso tem sido muito bom. <br><br></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 13:11:18 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2203189972</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 15:37:55 UTC</pubDate>
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         <title>Marta Janete de Almeida Caetetu - Grupo 6 - Professora de Sociologia no Colégio Estadual barão do Rio Branco</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2206432312</link>
         <description><![CDATA[<div>Marta Janete de Almeida Caetetu - Grupo 6 - Professora de Sociologia no Colégio Estadual Barão do Rio Branco.                   Na medida do possível, venho trabalhando a partir de debates, dinâmicas de grupo, produção de esquetes, vídeos, seminários, dramatização, identificação de situações-problema (com os alunos) - levantamento de hipóteses, testagem e análise -, procurando oportunizar o protagonismo dos alunos e colocando-os em situações nas quais o espírito colaborativo é o caminho para a resolução de um impasse, como na dinâmica de se "Chegar à ilha" sem sair de cima da folha de jornal ou rasgá-la.  Às vezes, a lógica da sala de aula e proponho produção de esquetes que, após apresentadas, nos levarão a um determinado conceito dentro da Categoria explorada como tema para a produção das esquetes.  E assim, tenho transitado entre o tradicional e o mais fluido sem certezas, mas conseguindo realizar atividades mais ágeis e que solicitam participação mais intensa dos meus alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 17:36:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5 - Douglas Rosa de Souza - C E João de Abreu Júnior</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2206591687</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a ação indicada pela BNCC "Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;" eu procuro desenvolver aulas nas quais discuto as habilidades e competências propostas para a aula e depois costume propor atividades reflexivas em grupo e  o resultado das análises e discussões, solicito que sejam expostas para os demais alunos da classe. Essa dinâmica funciona muito bem em minha realidade e garante o envolvimento e o protagonismo de todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 20:00:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5 - Douglas Rosa de Souza - C E João de Abreu Júnior</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2206608283</link>
         <description><![CDATA[<div>Para desenvolver a ação indicada pela BNCC "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;" sempre proponho grupos de estudos entre os alunos a fim de que os mesmos possam rever, de forma coletiva, as habilidades e competências propostas e contribuir para que seus pares desenvolvam aprendizagens sobre os temas propostos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 20:18:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 8 – José Augusto da Silva Santos Júnior - C E Walter Orlandini“. Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares”;Estou desenvolvendo uma atividade de criação de jogos para promover a aprendizagem colaborativa. Os estudantes foram organizaram “ilhas de produção” para concentrar conhecimentos e recursos para desenvolver seus jogos. A minha ação pedagógica é atuando como mediador/facilitador aproximando os recursos que a escola pode oferecer para o desenvolvimento deste projeto. Se tudo ocorrer bem, criaremos uma semana “gamer” em nossa instituição.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2206753766</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 23:53:23 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 5 - CAMILA DIAS AMADURO - C. E. DR. JOÃO BAZET</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2206866859</link>
         <description><![CDATA[<div>Levando em consideração as seguintes ações indicadas pela BNCC para o EM:<br><br>"Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;"<br><br>"Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado;"<br><br>Eu desenvolvo algumas ações em sala de aula tais como:<br><br>Ao considerar a necessidade de dar sentido aos assuntos/conteúdos tratados em aula nas disciplinas que trabalho (História, Filosofia e Sociologia), e de aproximar esses assuntos da realidade dos alunos e do tempo atual e levando em conta as reclamações de boa parte dos alunos nessa lógica de que o que aprendem deve fazer sentido, ter uma funcionalidade; eu tento o tempo todo utilizar uma linguagem mais informal que atinja o aluno, prenda sua atenção. E também tento sempre fazer fazer com que os alunos se coloquem nas situações abstratas demonstradas em aula, se transportando no tempo ou fazendo paralelos tais como: "como seria se fosse hoje?", "como seria se fosse com você?", "não é muito parecido com o que estamos vivendo agora?"<br>Além disso eu tento diversificar os materiais utilizados intercalando a utilização de recursos didáticos tradicionais (aulas expositivas, leituras, livros) com recursos audiovisuais diversos, como músicas, vídeos, análises de mapas, imagens, pinturas, obras de arte, fontes históricas, entre outros.&nbsp;<br>E num sentido mais prático eu faço algumas atividades, sempre que possível, para permitir a vivência por parte dos alunos.<br>Tenho um projeto já conhecido na escola, chamado de "Museu na Escola" que estimula os alunos a buscarem em suas casas ou junto a familiares e conhecidos, pertences pessoais que possam ser considerados fontes históricas. Eles tem um prazo para fazer esse levantamento, catalogar, e depois consultamos a disponibilidade das famílias transportarem e disponibilizarem esses pertences para serem expostos num momento específico na escola, quando toda a comunidade escolar é envolvida na atividade, seja visitando o 'museu' temporário, seja ajudando a controlar a visitação para manter a integridade dos pertences, ou de outras formas.<br>Nesse projeto já colhi resultados incríveis tanto de descoberta de relíquias valiosas num sentido cultural, quanto principalmente de percepção pela maioria dos alunos que coisas que eles e a maioria das pessoas poderiam considerar como lixo, velharia, passam a ganhar um outro significado, resgatando memórias não apenas pessoais ou familiares, mas memórias coletivas que contribuem para a construção da História Regional ou microhistória.<br>Ainda nesse sentido prático, eu tento levar, sempre que possível, minhas turmas a participar de um projeto de História da minha cidade, que de tempos em tempos reúne historiadores locais que percorrem a pé pontos de interesse histórico e vão contando um pouco da História local, contos, causos e curiosidades, que não estão inseridos necessariamente nos currículos formais, mas que se relacionam com várias questões trabalhadas no currículo ou que se relacionam com a percepção pessoal que os indivíduos têm do mundo que os cerca.<br><br>E num sentido de promover outra ação indicada pela BNCC, permitindo que os alunos reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a se auto conhecerem e a reconhecerem os conhecimentos apreendidos como instrumentos para transformação de si próprios e do mundo, eu promovo (principalmente nas aulas de Filosofia) momentos de reflexão através de atividades práticas que relacionem situações e/ou problemas cotidianos vivenciados pelos alunos com os conteúdos trabalhados. Um exemplo disso é uma atividade inicial que faço com os alunos trabalhando o tema da "felicidade" vista por diferentes filósofos ao longo dos tempos e instigando cada um a perceber o que lhe traz felicidade, o que pode parecer ser uma fonte felicidade e trazer o inverso, etc.<br>E os alunos, em atividades como essa, devem descrever (na maior parte das vezes de forma privada, sem precisar dividir questões pessoais com os demais alunos) situações vividas por eles e conseguir relaciona-las ao conhecimento apreendido. Dessa forma eles conseguem adquirir maior autoconhecimento, passam a ter mais segurança em relação ao processo de aprendizagem, reconhecem acertos e falhas cometidos na vida como um todo e no próprio processo de aprendizagem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 02:14:15 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 7 - LUCIANO MANNARINO - CE VIRGILIO DE MELO FRANCO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2207439827</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom, eu sempre faço avaliações em grupo para estimular a colaboração.&nbsp;<br>Percebo que uma das grandes dificuldades que enfrentamos nos dias de hoje é compreender que devemos contar com a ajuda do próximo para realizar qualquer atividade.&nbsp;<br>Estimular tarefas coletivas ajuda o aluno se posicionar, a defender seu ponto de vista a buscar o consenso para o bem do grupo, a entender as limitações do próximo, a ser solidário, a aceitar uma outra opinião, enfim.&nbsp;<br>Tem muita coisa envolvida nas tarefas executadas em grupo. Sempre digo para eles: "Ninguém mais ganha o Prêmio Nobel sozinho".<br>Abraços.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 12:25:59 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5 - Rita de Cássia Marques da Silva - E. E. Professor Vieira Fazenda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>* "Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;"&nbsp;<br><br></div><div>A ação acima indicada pela BNCC Ensino Médio na escola que leciono é estimulada através dos projetos que são realizados bimestralmente, e que normalmente é feito por toda turma,&nbsp; assim como as atividade em aula que precisam da colaboração de um ou mais estudantes, como confecção de cartazes, debates expositivos sobre determinado conteúdo.<br><br></div><div>&nbsp;* "Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. "<br><br></div><div>Está ação está implícita no cotidiano da sala de aula constantemente, principalmente quando fazemos um link dos acontecimentos do passado no caso sou professora de História, com os acontecimentos atuais, situando ao aluno que a sociedade está em constante de transformação e mudanças e que devemos estar atentos aos desafios que nos é impostos e nos atualizando para que o nosso conhecimento acompanhe as inovações que o mundo exige.<br><br></div><div><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 16:13:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo 5&nbsp;<br>Prof Monica<br>&nbsp;Arte<br>CE Engenheiro Passos<br>Arte na BNCC tem como pressupostos que a sensibilidade , a intuição, o pensamento e as subjetividades se manifestam como formas de expressão no processo de aprendizagem em Arte e que os processos de criação são tão relevantes quanto os eventuais produtos.<br>Assim , a Arte na BNCC propõe o desenvolvimento de habilidades e competências importantes para as práticas investigativas e para o percurso do fazer artistico&nbsp;<br>Minha prática em sala com os alunos,&nbsp; baseia- se na proposta triangular da arte educadora Ana Mae, que abrange em sua totalidade&nbsp; as propostas da BNCC em Arte. São três pilares que se dão, no conhecimento da História da Arte, na reflexão e análise e no processo de criação para o percurso do fazer artistico.<br>Quero ressaltar a participação da colega Rita de Cassia, do grupo 5, que traz a seguinte habilidade e competencia.<br>''Promover a aprendizagem colaborativa ...a capacidade de trabalharem em equipe."<br>Uma ação que promovemos quase sempre na sala com os alunos em nossas aulas de Arte. Desenvolvemos muitas atividades em grupo .</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 17:57:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2208102150</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 23:14:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>       Me chamo Elisângela Beraldi da Hora, sou Graduada em História e Pós Graduada em EJA a nível tecnológico, Grupo 8, lotada e atuando com a área de Animadora Cultural do Estado do Rio no Colégio  Estadual José do Patrocínio. RJ.                 Venho promovendo em minha função uma diálogo entre a pratica pedagógica compreendendo seu repertorio cultural e contextualizando com o processo de aprendizagem, criando assim um elo maior entre escola e comunidade            Sendo assim, busco Desenvolver o papel de mediação na construção da cidadania de meus alunos, acredito que oferecer uma aprendizagem contextualizada com sua realidade contribuirá para se tornarem protagonistas de sua própria história para que o mesmo possa promover ações coletiva de mudança sociais.O recente trabalho que estou concluído e o Projeto Amar e Cuidar, uma proposta que ocorreu através de um asseios dos professores durante o conselho de classe, a qual foi relatado a fragilidade emocional de nossos alunos, causado pós pandemia.      Percebemos que não era algo que só afligia os alunos, mas também nossa equipe educacional, que necessitava de afago e precisava se instrumentalizar para essa nova realidade.      Propus ações de Autoconhecimento e Autocuidados, através de palestra, dinâmicas, e oficinas de músicas. Ações que já estão sendo observando as transformações, contribuindo assim para a melhoria das condições educacionais da comunidade escolar.Uma escola produtiva em um ambiente criativo onde exista respeito ao próximo, solidariedade, trabalha de equipe, transparência de seus atos e resgate de valores humanos.buscTenho agragado em munha areadentro de minha área permear ações Venho  Desenvolvo o papel de mediação na construção da cidadania de meus alunos, acredito que oferecer uma aprendizagem contextualizada com sua realidade contribuirá para se tornarem protagonistas de sua própria história.Meu maior objetivo e instrumentaliza los  com  ações coletiva no processo de mudança sociais. O recente trabalho que estou concluído e o Projeto Amar e Cuidar, uma proposta que surgiu através de uma conversa informar durante a um conselho de classe.Durante os relatos dos professores referente aos alunos percebemos a necessidade de voltarmos um olhar interno ao nosso equipe (professor, aluno e funcionários).  Todos estávamos emocionalmente sem saber lidar com as mazelas deixadas pós pandemia, que consequentemente prejudica nos processo ensino aprendizagem.Sendo assim, pensando no anseios ocorreu através de um asseios dos professores no conselho sobre como os alunos estavam desestabilizados O projeto surgiu após o período pandêmico criando assim a necedade de um acolhimento dado ao corpo docente e discente nivem emocional ou do despreparo emocional para retornar a uma rotina </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2208110839</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 23:29:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5 - Rosineide de Souza Albino - CEJA Othon Barroso de Carvalho</title>
         <author>rosinsouza08</author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210097537</link>
         <description><![CDATA[<div>1-Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida -&nbsp;<br>Buscaremos trabalhar a ética para a vida, dialogando os caminhos para consolidação de valores e virtudes éticas importantes à convivência humana, com temas como: &nbsp; liberdade,&nbsp; livre-arbítrio, igualdade, equidade, justiça,&nbsp; preconceitos, racismo, diversas formas de violências, o papel das leis e dos costumes nas relações em sociedade, serão trabalhados de forma dinâmica e interativa.<br>Com o objetivo de estabelecer princípios e virtudes necessárias à vida social, refletir sobre os dilemas morais da sociedade e promover senso crítico e valores da cidadania;&nbsp;<br><br>2- Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos –</div><div>Buscaremos considerar que a realidade do município de Macaé, interior do estado do Rio de Janeiro, está totalmente atrelada a dinâmica imposta pela economia do petróleo. Compreender a realidade que nos cerca é fundamental para que tenhamos condições de analisar criticamente a realidade para, assim, transformá-la. Desta forma, serão discutidas as transformações sociais a partir da chegada da Petrobras, as características e consequências do crescimento desordenado, o aumento da violência, a criação do novo porto e seus impactos socioambientais diretos e indiretos.<br>Nosso objetivo será despertar no aluno o sentimento de identificação com o lugar e a sensação de pertencimento ao município de Macaé e reconhecer a relação entre a atividade petrolífera e as transformações sociais do espaço geográfico. Identificar os principais impactos socioambientais diretos e indiretos em decorrência da indústria do petróleo.  O processo de ensino e aprendizagem será através de reflexões, leituras e debates (oficinas) e plantões para tirar as dúvidas dos alunos.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 11:38:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210585886</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá!&nbsp;<br>Eu sou Carla Reginna Santos Dutra, grupo7. Trabalho na Escola Estadual Manoel Pereira Gonçalves.<br>Nas minhas aulas procuro estimular os alunos a desenvolverem a capacidade de reflexão e interpretação dos acontecimenntos históricos. Procuro costantemente introduzir perguntas ou temas polêmicos para instigá-los à questionarem e proporem soluções.<br>Trabalho com mapa mental, onde consigo estimulá-los a ouvirem e produzirem uma fala própria sobre o tema da aula.<br>Outra prática frquente é a organização de debates. Os alunos são estimulados a darem suas opiniões, ouvirem as diferentes das suas, discordarem e expressarem seus pontos de vista.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 22:08:45 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Elesbao da Silva Maciel, CEAPJ e CECN</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210731862</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;CHSA<br>Turma B<br>prof Thais<br>Grupo 6.<br>Boa noite colegas...<br>A questão que se erige numa condição de hipótese é que por ser readaptado, e desenvolvendo atividades extra classe, fujo um pouco do enunciado.<br>Explico:<br>Apesar de ter sido Professor de educação física e de filosofia no estado , há 11 anos estou readaptado por surdez, e nas escolas desenvolvo função de agente de leitura ( CEAPJ)e articulador pedagógico ( CECN)- projeto de cidadania&nbsp; e direitos fundamentais. Ademais no Prado jr. o desenho&nbsp; das atividades desenrola num centro de cultura, que funciona assim Música na Sala de Leitura.!Café Cultural!Cine Clube!<br>Herança de trabalhos pedagógicos e culturais,construídos pelo corpo docente e discente desde 1996,o Projeto acima destacado conta com três módulos, que englobam ,a música,o cinema e o café cultural.<br>Durante as quarta-feiras,os alunos em parceria com os professores educadores da sala de leitura&nbsp; que se chama Paulo Freire, lá , realizam atividades musicais,quando têm a chance de demonstrar os seus talentos ,tocando instrumentos diversos-teclado,violão,flauta e outros instrumentos de percussão.<br>Cabendo,ao animador cultural e prof. Abel Nascimento Jr(animador cultural). e ao prof. João Monte( história),a coordenação destas atividades,as quais são realizadas a partir do meio dia,se estendendo até às 18 horas no turno da tarde,sempre nas quartas feiras.<br>Ocorre que o módulo Café Cultural , engloba atividades diversas,desde a realização de palestras com a participação de convidados ilustres que contribuem para a manutenção da Memória Viva de nossa cidade RJ, até a criação de atividades lúdicas e artísticas envolvendo corpo docente e discente.<br>Ficando a meu&nbsp; cargo( Elesbão), e dos profs. Marcos Bassoli (geografia), e Túlio Paolino( português) a coordenação deste módulo, trabalhamos juntos apesar de horários distintos porém concatenados..<br>Sobremais, o módulo conhecido por Cine Clube,que se destaca pela exibição de vídeos e de filmes ,com conteúdos pedagógicos culturais dos mais diversos- documentários, filmes de arte,depoimentos de personalidades que marcaram a memória viva da história do Brasil e do Mundo..o qual fica sob a coordenação de todos os professores agentes educadores da sala de leitura( acima citados).<br>Todavia, os módulos,Cine Clube e Café Cultural, são feitos&nbsp; sempre nos dias em que professores e os agentes de leitura, em parceria com o conjunto de alunos, realizarem atividades pedagógicas e culturais solicitadas por algum membro do grupo!<br>Aliás o apoio da direção é fundamental,assim como do corpo docente e discente ,que sempre acolheram com carinho a realização deste projeto que tem demonstrado ao longo dos anos ser eficaz! Todavia, não vejo muitos problemas em nosso centro cultural ser um veículo de interdisciplinaridade, vez que já faz isso naturalmente, até pq somos readaptados- cada um com sua limitação( desigualdade, a minha é surdez, a de outros - outras), cabe resaltar que e o desenho é outro de sala tradicional, vejo inclusive como um bom exemplo in casu&nbsp; do que se desenha o BNCC para o NEM. Até porque, focamos exatamente num aluno integral, plural e com múltiplas inteligências&nbsp; e valorizamos essa interface, e para isso é fundamental olharmos para a comunidade escolar como uno ao projeto pedagógico( inclusive consta no&nbsp; PPP). aproveitando a magia que são as artes( com todos os seus desenhos). Isto é, sem prejuízo para que funcione muito bem a biblioteca&nbsp; ppd. ad hoc - contamos com um acervo incrivelmente&nbsp; grande, ( vai além da nossa real&nbsp; necessidade, apesar de ser um&nbsp; bom centro com 3 salas inter-ligadas&nbsp; a um jardim de inverno)</div><div>,Por fim, talvez mais pra frente postarei o projeto da outra unidade- Castelnuovo, com mais afinco e fidedignidade, porém, tem outro desenho, outra realidade e logística distintas( CEAPJ-uma escola têm mais ou menos 3 mil alunos e uma infra estrutura de escola particular da classe média, já a outra CECN-&nbsp; na faixa de 400 alunos, sendo 80% da comunidade do entorno da zona sul. Ademais, paulatinamente vem conquistando os objetivos, neste momento, acredite, estamos fazendo uma integração entorno de João Cândido com aulas expositivas&nbsp; das professoras e professores de filosofia, sociologia , história, geografia, português, inclusive disciplinas como química e física- estão participando,( ou tentando encontrar um jeito para isso). Neste sentido, foi salutar assistimos peça teatral ,fora da unidade escolar, atraímos uma sequencia boa,&nbsp; convidamos contadores de história para dialogar sobre essa temática( Negro/ negritude / afrodenscendência),&nbsp; com vies da igualdade racial visto pela CRFB 88, estamos dialogando, debatndo,&nbsp; planejando, para trazer&nbsp; o contexto da memória social, o recorte do almirante negro , revolta da chibata para debater temas atuais&nbsp; como intolerancia racial., iguldade e desigualdade, identidade, nação, etc. ( e eu nisso, proponho a leitura das normativas do amplo direito e direitos humanos e fundamental pátrio). Entretanto, percebo que mesmo se iniciando esta , e tendo uma participação razoável para boa, vem como mola motriz, para estarmos sensibilizado para proposta do BNCC, dessa unidade noturna,&nbsp; que inclusive contamos&nbsp; com 50% dos educandos, são do NEJA. A coisa esta esquentando, mas precisamos mnos envolver com a experiencia, vivencia para produzirmos teorias.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 05:21:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>CHSA-Luiz Elesbao , turma B  grupo 6,  imagem 1:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210739417</link>
         <description><![CDATA[<div>culpinancia do projeto João Candido- Almirante Negro ( inclusive com as professoras cursistas Tatiana/ sociologia e Andreia Filosofia)com a participação de um grupo de teatroque  apresentou a peça a qual alguns alunos foram assistir. E por rede, estiveram na escola para um pate papo, café filosófico com a comunidade escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 05:52:50 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Elesbao CHSA turma B grupo 6</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>continuação imagem 2<br>ALMIRANTE NEGRO, INTERDISCIPLINAR...</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 05:55:24 UTC</pubDate>
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         <title>LUIZ ELESBAO, turma B grupo 6, imagem 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210740709</link>
         <description><![CDATA[<div>Pois conforme o texto BNCC,este interc^mbio entre professores no CE Catelnuovo esta acontecendo, mas como inicio de namoro...</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 05:57:36 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Elesbao CHSA, turma B grupo6 Imagem4 da cuminancia aLMIRANTE NEGRO DO cecn ARPOADOR</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210741286</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 05:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Elesbao, CHSA turma B grupo 6, prof. Thais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210744325</link>
         <description><![CDATA[<div>"favorecer a atribuição.....circulação dos conhecimentos" e ' valorizar os papéis sociais... projeto de vida"...&nbsp;<br>O projeto João Cândido foi pensado pelo grupo que está fazendo está Pós aqui. Eu- Luiz Elesbao( readaptado Educação Física e Filosofia), mais as professoras Tatiana( sociologia) e Andreia( Filosofia), viabilizados por outros professores da escola Castelnuovo, principalmente o Raphael de sociologia, que inclusive possibilitou os ingressos para peça no teatro e a vinda do grupo na escola para debatermos negritude com os alunos do NEJA e do NEM.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 06:11:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luiz Elesbao turma B grupo 6 , prof Thais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Fizemos projeto de Fichamento com tematicas de negritudo, neste caso em tela foi Escravidão de Laurentino Gomes<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 06:37:30 UTC</pubDate>
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         <title>LUIZ ELESBAO tURMA B GRUPO 6 PROF THAIS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210751666</link>
         <description><![CDATA[<div>"Favorecer a atribuição.....circulação dos conhecimentos" e ' valorizar os papéis sociais... projeto de vida"... apartir daí dialogamos bastante , com as provocações Constitucional da desigualdade, equidade e justiça, pelo viés da negritude, pois a verdade real é que a CECN é composta por 80% de afrodescendentes e moradores nas comunidades da Zona Sul, então é pertinente trazer para o debate, o cotidiano desses alunos, muitos entre eles vitimados,&nbsp; uma escola de EJA 50%</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 06:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Elesbao Turma B Grupo ¨6prof Thais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Postamos  o que desenha a memoria social e a identidade de afrodescendentes aqui o amor pelo futebol, contado pelo eximio ator recem falecido</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 06:47:16 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Elesbao CHSA Turma B grupo 6  da Prof ThaisThais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210755512</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 06:55:50 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz Elesbao prof Thais , Turma B grupo 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2210989803</link>
         <description><![CDATA[<div>Ano passado 2021 apresentei no CEAPJ o resumo expandido, que fiz numa pesquisa na Uni. Estácio quando estudava Direito, falava sobre futebol, malandragem , identidade e normativas. dialogamos sobre juizado esportivo e violência nas torcidas rixas preordenadas nos estádios de futebol, código penal e CRFB/88. A palestra&nbsp; foi realizada no laboratório humano( biblioteca) que temos no CE A.Prado júnior, os alunos gostaram muito, fiz uma interface&nbsp; de estudos de educação física, ciências sociais / filosofia/ sociologia- falei do termo violência ou agressividade, discutimos sobre as normativas constitucionais&nbsp; como os fundamentos&nbsp; lidos como direitos humanos/ dignidade,&nbsp; falei sobre negritude e processo civilizatório, foi falado sobre escravidaox trabalho escravo defeso na constituição, foi falado sobre as rixas que tem causado mortes nas torcidas, dialogamos sobre homicídio praticados em detrimento a valores advindos dos esportes, e até que ponto é uma atividade lúdica e agônica... Falamos sobre o fenômeno do futebol como braço significativo da nossa cultura... Fiz provocação do Futebol e a física, biomecânica, e a química e biologia- fisiologia, discuti sobre contratos d e trabalho da vida atletas mirins, tempo de serviço e leitura da lei pelé... em suma dialoguei sobre o entorno do fenômeno futebol brasileiro. Tudo tem haver com tudo, foi meu foco Interdisciplinar para ler o futebol como um fenômeno plural...Que por sorte é o que também desenha o BNCC, in casu.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1701544216/b6bb2ae41f0225347e99d0baaf2f35b6/_TICA_E_DIREITO_DIALOGANDO_COM_O_FUTEBOL_para_publicar_2021.docx" />
         <pubDate>2022-06-04 17:12:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 - Gutemberg Louzeiro Pontes -Professor de Geografia e Historia no CEPVAME e CIEP 329</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211044236</link>
         <description><![CDATA[<div>1-Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares e<br>2- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br>Leciono há 17 anos e&nbsp;percebo a evolução no protagonismo dos alunos em nossa escola principalmente do 3 ano. A partir dessa observação venho propondo atividade como seminários e pequenas intervenções nas comunidades e bairros onde residem. Este ano estão fazendo um levantamento em grupos  (se organizam de acordo com a proximidade de onde moram, vizinhos) sobre a toponímia dos logradouros e e apresentando para os colegas das turmas de 2 e 1 ano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 19:32:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - turma B - Professora Thais - Andrea Lugo Nectoux</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211113370</link>
         <description><![CDATA[<div>No ano de 2021 realizamos em minha escola, o CE Castelnuovo, a Semana Sankofa, no mês de novembro, a fim de promover um enfoque sobre as relações étnico-raciais e sobre a consciência racial. Nesse intuito, uma das colaborações foi uma aula sobre Filosofia Ubuntu, em que procurei colocar em perspectiva as ideias filosóficas tradicionalmente ensinadas nas aulas de filosofia, e desvelar seu caráter eurocêntrico, e apresentar outros referenciais filosóficos, fora do eixo ocidental, da tradição africana, e contextualizei com a utilização histórica do Ubuntu na reconstrução da África do Sul. Dessa forma, procurei habilitar esse referencial como um pensamento possível de ser tomado como modelo alternativo aos modelos eurocêntricos, não somente como uma teoria abstrata a mais que se somaria às tantas outras filosofias aprendidas, não somente para aumentar a erudição do aluno.&nbsp;<br>Assim, julgo que trabalhei no sentido de&nbsp;<br><br>"Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>&nbsp;e</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 23:29:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luiz Elesbão, Turma B, grupo 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211138789</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-05 01:21:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luiz Elesbão, turma B grupo6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211147756</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenvolvemos(L. Elesbao/ EF , Marcos Bassolli/ Geo, Joao Mante/ Hist ,Abel Nascimento /artes , um blog( tambem uma rádio)&nbsp; na biblioteca que funciona desde 2017, para passar as informações a comunidade escolar, não só da biblioteca mas prestando serviço de divulgadores dos projetos. https://ceapj.blogspot.com/2019/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-05 02:00:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 6 - Marcelo Rodrigues da Silva - C.E Olga Benário Prestes.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211200270</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou professor de História e atuo nessa unidade com turmas do Eja e uma turma do regular ( primeiro ano).&nbsp;<br>A forma como trabalho algumas orientações da BNCC, se reflete no dia-a-dia dos discentes e docentes, estou quase sempre buscando correlacionar os conteúdos&nbsp; da disciplina, com a necessidade que temos de conseguir decifrar os desafios que a todos os momentos se renovam na vida dos trabalhadores, de maneira geral. Busco, junto com os alunos debater sobre a importância de compreender o contexto social e político que nos encontramos. Com relação ao protagonismo, vejo que algumas iniciativas, nas turmas do Eja, são mais comuns que na turma do regular, se levar em consideração a questão da média de idade dos alunos. Dentro da unidade, existem ações que estão sendo direcionadas no sentido de colocar os discentes nesse protagonismo que a base curricular destaca. No entanto, existem outras questões que ainda estão sendo trabalhadas, como por exemplo a redução de atos violentos dentro da unidade, a destruição do patrimônio, a importância da questão do pertencimento, entre outras.&nbsp;<br>Entendo que um dos meus maiores desafios hoje se encontra em despertar nos alunos, a importância de enxergar o mundo que nos cerca, para com isso evitar que os outros enxerguem por nós. E com isso, poder trilhar o melhor caminho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-05 05:52:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 B - Bruno Luiz Laport, Ceja Duque de Caxias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211371935</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou professor de geografia no Ceja Duque de Caxias e faço muitos trabalhos de campo. Utilizo essa forma de trabalho para abordar os conteúdos, ir a campo, analisar o espaço geográfico, formar o pensamento crítico e concluir. É um método que a própria da disciplina possui, a torna mais atraente e de mais fácil entendimento.<br>Desde de 2010, levo turmas do ensino fundamental e médio ao Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu. Nesse, é proposta uma atividade onde os alunos podem ver o meio urbano fazendo pressão e a degradando o rio Dona Eugênia em seu baixo curso, as fazendas que se apropriam de suas águas para a produção e o próprio rio dentro do Parque que esta conservado e os alunos podem se banhar nele.<br>Nas escolas do Seeduc, antes do ano de 2019, a visitação era autofinanciada pelos próprios alunos. O aluguel do ônibus era dividido entre eles para que pudessem conhecer um ambiente de lazer na&nbsp; Baixada Fluminense, estudo, atividade física e conhecimento. São solidários com os lanches, repartem o que levam. Apoiam um ao outro na caminhada. O Parque tem sua entrada por Mesquita e nos permite contato direto com a fauna e flora da Mata Atlântica em um ambiente de 1200 hectares preservados. É gratificante ouvir dos alunos que gostaram muito da aula de campo, que querem retornar e trazer seus parentes e amigos. A escola é um espaço de oferecer novas experiências e a geografia, junto com a ciências, educação física e demais disciplinas, sempre poderão utilizar o espaço geográfico para se interagirem.<br>Com isso, acho que se enquadra em minha ação como docente a seguinte ação:<br><br>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política:<br><br>Os alunos irão observar no espaço natural e no espaço construído, esse último que já conhecem desde de sempre, os conceitos trabalhados em sala de aula. Relacioná-los, analisá-los e compará-los.  O que podem fazer para conservação ambiental,  para melhorar a vida, obter lazer e bem estar. A partir dessas premissas o aluno consegue através da interação entre outras disciplinas a construir o que querem para sua vida, o que entende como certo. O presente é o importante. A sua formação. O futuro é só uma mera consequência do seu presente, não deve haver preocupação com ele. A base de uma educação emancipatória e protagonista está no presente momento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-05 14:50:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 - Flávio Cunha de Oliveira - C.E. Rodrigo Otávio Filho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211532685</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação às ações 5 e 6 combinadas e propostas acima:<br>- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e<br>- Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br><br>Uma das propostas mais bem sucedidas neste bimestre (na qual eu estive diretamente envolvido inclusive), foi a da reforma dos jardins e criação de jardins suspensos no colégio. Estabelecemos um mutirão escolar, utilizando as turmas do 2º ano do EM, que foram divididas em equipes e direcionadas a objetivos específicos, com cada equipe sendo responsável por uma etapa do projeto (limpeza, preparo do solo, transplante das mudas e decoração final). O estabelecimento de lideranças e da integração entre as equipes ocorreu de modo bastante satisfatório, e os alunos adoraram a experiência de utilizar os embasamentos teóricos de botânica/jardinagem de modo prático para ajudar no embelezamento do seu próprio colégio. Embora o projeto ainda não tenha sido finalizado, a aderência foi tanta que outras turmas não incluídas estão solicitando a participação também.&nbsp;<br><br>Alguns pontos que considero bem sucedidos durante a realização do projeto: o desenvolvimento da aprendizagem colaborativa, o exercício do trabalho em equipe, a gestão/liderança dentro dos grupos, o alinhavamento de metas, a busca de resultados práticos e o estímulo às atitudes cooperativas. Acima de tudo, acho que esse tipo de prática colaborativa ajuda a florescer o "sentimento de pertencimento" do aluno à escola e à comunidade escolar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-05 20:51:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 - Flávio Cunha de Oliveira - C.E. Rodrigo Otávio Filho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211543206</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação à ação 1&nbsp; proposta acima:<br>-&nbsp; Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos.<br><br>Trabalho em um colégio intercultural (C.E. Rodrigo Otávio Filho / Brasil- Itália), que, assim como as várias escolas do mesmo modelo no Estado, tem como uma de suas propostas "desenvolver a proficiência na língua estrangeira, com ações pedagógicas que contribuam para o aprendizado do idioma, valorizando aspectos culturais e a interculturalidade entre os países envolvidos".<br><br>Assim, sempre mantemos contato direto com o Consulado Italiano no Rio de Janeiro, o qual além de acompanhar a nossa proposta pedagógica e desenvolvimento de ações diretas através de visitas periódicas, está sempre disponibilizando representantes para palestras e seminários sobre a cultura italiana (tivemos uma nesta semana), nas quais é proposta a troca de ideias, a utilidade prática do ensino da língua italiana na vida pessoal e profissional do aluno, além de buscar sugestões para o constante aperfeiçoamento na metodologia de ensino da língua no colégio, pautada nas necessidades dos alunos e alicerçada, sempre que possível, pela disponibilidade de mídias e dispositivos tecnológicos.<br><br>Considero que esse contato intercultural contínuo favorece a atribuição de sentido às aprendizagens, ao mesmo tempo que assegura tempo e espaço para que os estudantes reflitam sobre suas esperiências e aprendizagens individuais e interpessoais. Acima de tudo, assegura a valorização e a circulação dos conhecimentos adquiridos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-05 21:19:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 8- Camila Lacerda Duarte- CIEP 263 LINA BO BARDI </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211610491</link>
         <description><![CDATA[<div>-Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>-Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018, p.465)<br>Mediante a temática do bimestre Preconceito e Discriminação os alunos tiveram opções para o desenvolverem um trabalho e o escolhido foi conhecer uma&nbsp; instituição da cidade. Fizeram a pesquisa e entrevista com gestores e depois uma ação prazerosa com pacientes e alunos. Foi necessário união para arrecadar alimentos, realizar a pesquisa e as divisões de tarefa no dia da ação.<br>Na imagem representada acima, os alunos conheceram a APAE da cidade, realizaram um momento lúdico, um lanche e doação de alimentos.&nbsp;<br>A proposta&nbsp; foi&nbsp; levar os envolvidos no processo educativo, a encontrar formas de minimizar a discriminação e o preconceito existente dentro e fora dos muros escolares. &nbsp; Estas atitudes que acontecem no dia a dia, por meio de gestos, atos ou palavras que tentam diminuir o modo de ser, agir e sentir do outro. E, algumas vezes, ocorrem sem que sejam percebidos ou até sentidos na própria pele e&nbsp; para que diminua é necessário  perceber-se responsável pelo problema do outro.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 00:26:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 B - Bruno Luiz Laport, Ceja Duque de Caxias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211619242</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Através de projetos e aulas com objetivo de valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida.<br><br>Projeto de doação de sangue em unidades coletoras próximas à escola. Valorizam o papel social, a cidadania e a solidariedade e a prática para o bem com o próximo.&nbsp;<br><br>Outro ponto é conscientizar o aluno como agente transformador do seu meio através do processo do processo eleitoral. A importância de votar e fiscalizar o processo&nbsp; eleitoral. Cobrar o político por seus projetos e fiscalizá-lo na coisa pública. Fazê-lo compreender que os meios de comunicação contemporâneos são altamente eficazes nessa prática de acesso aos políticos, às pessoas e as empresas que comando todo o sistema capitalista. Também é importante ferramenta de produção de conteúdo, de informação e ideias. Na teia global da informação, podemos mobilizar pessoas, produzir tendências, acessar novos pontos de vistas, ter trocas produtivas, promover a solidariedade.&nbsp;<br>Os meios técnicos estão ai e são aliados do processo educativo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 00:44:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Daiana Crús Chagas - Ciep 218 Ministro Hermes Lima Brasil-Turquia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2211683270</link>
         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;partir do conteúdo conceitual das Guerras Mundiais, neste bimestre está sendo desenvolvida atividade de História acerca da importância do trabalho em prol dos Direitos Humanos - especialmente o que vem sendo realizado pela subsidiária da ONU no Brasil - , com o 3º Ano do Ensino Médio.&nbsp;<br><br>No Brasil a ONU atua no desenvolvimento de ações em áreas como trabalho escravo, escravidão infantil, direitos das mulheres, apoio às juventudes, proteção a refugiados, direitos das pessoas com deficiência, dentre outros.<br><br>A partir da leitura dos documentos que norteiam o desenvolvimento destas atividades no Brasil, e empregando um olhar atento sobre esta realidade na sua comunidade, o trabalho bimestral se propõe ao desenvolvimento de um Plano de Ação para intervenção nesta realidade no seus territórios de atuação (ver slide anexo).&nbsp;<br><br>Desta forma, acredito estar contribuindo para Favorecer a atribuição de sentido à aprendizagem, vinculando-a aos desafios da realidade, evidenciando os contexto de produção de conhecimentos e de práticas; mas também acredito estar contribuindo para estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade e da sociedade, alicerçada nos conhecimentos sobre as ações da ONU no país.<br><br>Desde o ano letivo anterior vem sendo desenvolvido com as turmas a prática de, a partir do conhecimento produzido, propor formas de intervenção na sociedade. No ano anterior os estudantes puderam elaborar um projeto de lei sobre a valorização da história e cultura indígena carioca, a partir da criação de um "lugar de memória" para homenagear estes povos. Foi proposto a criação de estátuas, de feriados, a renomeação de praças, a construção de um memorial... E tiveram a oportunidade de encaminhar, por meio do site da Alerj, como um projeto de lei de iniciativa popular, as melhores propostas escolhidas pela turma.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 02:22:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marco A de Carvalho - C.E. Dr. José Bastos França - Turma B -Grupo 8</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2212452223</link>
         <description><![CDATA[<div>Fizemos uma associação entre o projeto Primeiro Acorde, a música e a cidadania, trabalhando a música com o contexto social e a História.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 16:52:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5 - turma B - Daniel Vieira Inácio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2212757910</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, sou Daniel Vieira Inácio do grupo 5 B. Trabalho no CIEP 173 Rainha Nzinga de Angola onde sou professor de Filosofia. Escolho as ações: “Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política” e “Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares”. Escolho falar de uma estratégia que permeia o cotidiano da disciplina. Após a introdução de um novo tema, que normalmente faço de forma dialogada, proponho atividades a partir de leituras que são feitas em grupos. Os estudantes precisam analisar o texto, expor seus pensamentos para a turma em plenária e associar com alguns conceitos propostos. Dependendo do avanço do grupo, peço para confeccionar um produto visual; pode ser um cartaz, um painel ou um mapa mental. Eles podem usar desenhos, imagens, palavras e frases. Outro recurso utilizado é a confecção de pequenos cursos na internet através das plataforma goconqr. O intuito é dar maior liberdade de leitura, fazer o acompanhamento do avanço e dar suporte às dificuldades que aparecem. Mas esta atividade depende de acesso à internet, por isso, muitas vezes fica oferecida como recuperação de estudos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 23:22:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Maria Helena Silva Furtado - CIEP 156 Doutor Albert Sabin</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2212780228</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom, sou formada em licenciatura em Ciências Sociais pela UFRRJ, mas integro o quadro administrativo da SEEDUC. Então não tenho contribuição recente em sala de aula. Porém resolvi colocar aqui uma experiência de quando fui residente pedagógica, que exemplifica as ações 2 e 5 da BNCC.<br>A foto é de um projeto interdisciplinar com Filosofia trabalhando o dia da Consciência Negra. A proposta visava conhecer e valorizar a produção literária de mulheres negras do Brasil e foi realizada com as turmas do ensino médio. Os alunos se dividiram em grupos e cada um escolheu duas autoras para apresentar suas obras e biografias. Ao final, os alunos puderam fazer apresentações musicais de rap e samba e um desfile de beleza negra organizado por eles mesmos. Algumas das artistas escolhidas: Elza Soares, Maria Carolina de Jesus, Elisa Lucinda.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 23:55:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2 - turma B Debora dos Santos Leal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2212799933</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Trabalho no Instituto de Educação Carlos Pasquale em Nilópolis sou professora de História&nbsp; por ser tratar de uma instituição de formação de professores sempre procuro trabalhar o entendimento amplo dos fatos Histórico com suas implicações com a realidade do aluno.<br>Através de seminários onde ele e livre para trabalhar com os recursos que tiver disponível.<br>Gosto também de fazer links de temas atuais com temas estudados durante a aula o aluno se vê como parte da história isso facilita e muito a assimilação dos conteúdos e os debates em sala.<br>Visitas físicas e virtuais a museus são muito usadas com forma de pertencimento de novos locais e seus universos se ampliam isso é muito bom a maioria muitas vezes tem dificuldade em fazer isso sozinhos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 00:21:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Turma B - Grupo 6 - Carolina Lage de Abreu - Colégio Estadual Euclydes Paulo da Silva</title>
         <author>linalage</author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2214068249</link>
         <description><![CDATA[<div>Leciono a disciplina Sociologia há algum tempo. Percebi que falar da luta entre trabalhadores e empresários e salientar a desigualdade social crescente, era muito desafiador, pois muitos estudantes não haviam experimentado essa relação na prática. Sendo assim, construí um projeto que se estende por três bimestres. No primeiro os alunos devem pesquisar o valor do salário mínimo vigente e fazer um levantamento do custo de vida de uma família com dois adultos e dois menores. No segundo bimestre a turma é organizada em grupos que criam o plano de negócios de uma empresa, tem o foco principal o planejamento financeiro e a gestão de pessoas prevendo cargos e salários. E por último, no terceiro bimestre culmina na análise dos papéis de empregados e empregadores na busca por enfrentar os desafios dos desejos das duas posições.&nbsp;<br>Com isso, as turmas são estimuladas à reflexão crítica da tensão que existe nas relações de trabalho, mesmo sem terem ainda partido para a vivência da vida laboral.&nbsp;<br>Percebi que o trabalho de pesquisa individual e a construção coletiva promove um aprendizado rico em emoções e&nbsp; decisões que garantem o protagonismo na aquisição de conhecimento.&nbsp;<br>Acredito que a educação associada à vivência assegura a compreensão dos temas e uma reflexão mais intensa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:33:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6- Luiz Lemos dos Anjos Junior-CIEP 223 Olympio Marques dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2214356371</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou professor de sociologia&nbsp; sempre gosto de abordar o tema trabalho com meus alunos de terceiro ano, entre outros conteúdos o que sempre utilizo como pesquisa é o 4º revolução industrial, que é uma nova forma de produzir, consumir e se relacionar com produtos serviços e que afeta diretamente a geopolítica e a sociedade. Eu sempre me impressiono com o desconhecimento deles sobre o conteúdo, como eles ficam absurdamente impressionados com as inovações práticas que essa revolução tecnológica possibilita, quando apresento um vídeo introdutório que demonstra as utilidades e caracterísicas desta 4º revolução industrial. Divido os alunos em grupos e cada grupo escolhe um tema, referente as diversas características da revolução 4.0. O grupo que ficou com o tema impressora 3D levou para sala de aula uma mini impresora 3D e um boneco feito por ela, explicou para os outros alunos as diferentes utilidades que uma impressora 3D tem e como compreender essas tecnologias é importante para o futuro do trabalho, o grupo que falou sobre os impactos geopolíticos causados por tal revolução foi enfático em detalhar o aprofundamento das desigualdas entre países ricos e pobres. Os países que não conseguirem se inserir na Quarta Revolução, por qualquer que seja o motivo, começarão a ficar cada vez mais isolados, não só geopoliticamente, mas tecnologicamente. O resultado será um isolamento dos países menos desenvolvidos e um abismo cada vez maior entre as nações. Essa pesquisa possibilita ao aluno compreender as novas dinâmicas&nbsp;que se apresentam no mundo do trabalho e como o domínio destas tecnologias é necessário para interagir e se desenvolver no mundo do trabalho e na vida social.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 02:30:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7, turma B. Adriano Santos Soares. CE Professora Sandra Maria Santos de Sousa.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2214400620</link>
         <description><![CDATA[<div>1a ação escolhida: Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos. Em minhas aulas sempre me esforço para tecer analogias com o fim de aproximar o tema tratado com o contexto da realidade dos meus alunos.&nbsp;<br><br>2a ação escolhida: Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política. Em nosso colégio trabalhamos com projetos temáticos, com assuntos relevantes e atuais. Os alunos desenvolvem os mais variados trabalhos, sendo eles os protagonistas desse processo.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 03:10:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7, turma B, Gisele Menezes Martins, Ciep 098.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2215287062</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi as seguintes ações para compartilhar minhas experiências. São elas:<br><br></div><div>. Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos; e<br><br></div><div>.Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>Para exemplificar, usarei uma atividade realizada no 1° ano do Ensino Médio como os conteúdos relativos à Antiguidade Greco-Romana e ao conceito de etnocentrismo. Tal conteúdo estaria de acordo com o itinerário formativo das ciências humanas e sociais aplicadas e das disciplinas de História, Geografia e Sociologia.&nbsp;<br><br></div><div>Compreendendo o etnocentrismo como uma forma de enxergar o mundo através de sua própria cultura, desprezando as culturas de outros povos e rotulando-as de forma inferior a sua,&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;alguns historiadores pontuam que essa forma de se relacionar com o mundo seria a mais antiga forma de preconceito do mundo, o “nós” contra os “outros”. Assim, o primeiro momento da aula foi explicitar expositivamente como esse conceito se construiu na Antiguidade, onde povos que viviam fora do mundo Greco-Romano receberam a alcunha de “bárbaros”, em oposição aos “helenos”. No segundo momento da aula, a turma foi dividida em trios (totalizando quatro trios – pontuo aqui que a evasão escolar no Ciep é altíssima e que as turmas do ensino médio estão bastante esvaziadas), e cada um deles deveria apresentar um ou mais termos que na atualidade tivessem sentidos próximos ao de “bárbaro” e “heleno”. Os grupos apresentaram termos como “favelado”, “vagabundo”, “vândalo” e “pobre” para bárbaros e “playboy”, “civilizado”, “europeu” e “rico” para helenos, expondo para a turma o motivo de tais termos terem uma bagagem sociocultural positiva ou negativa. Por fim, os grupos tiveram que propor formas para que pudessem superar tais rótulos presentes no nosso cotidiano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 17:42:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Meu nome é Hercules Henrique Môro, sou do grupo 5 turma B professor de sociologia do C.E. Marieta Cunha da Silva no Rio de Janeiro no bairro de vila aliança bairro Bangu. - BNCC É UM DESAFIO!!!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2215504713</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 22:55:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 5 - ANDRÉA FREITAS DA SILVA - SOCIOLOGIA - C.E. MATO GROSSO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2215665940</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Oi pessoal!<br><br>Para minha segunda contribuição ao painel, os dois tópicos sobre os quais escolhi comentar são: a aprendizagem colaborativa e as atitudes propositivas para enfrentamento de desafios.<br><br>Justifico a primeira escolha tendo em vista a importância do desenvolvimento de competências que levem à valorização das vivências coletivas que contribuem para o fortalecimento dos vínculos sociais e o exercício de sua curiosidade intelectual. Costumo trabalhar com a "sala de aula invertida", solicitando a realização de pesquisas exploratórias sobre temas diversificados e com distintas organizações de grupos, ou individual, a fim de promover a troca entre os estudantes na sala de aula.<br><br>A segunda escolha foi motivada pela necessidade do desenvolvimento da argumentação, e valorização de conhecimentos historicamente construídos. &nbsp; Nestes aspectos lanço mão dos "estudos de caso" que proporcionam a possibilidade de diversas abordagens dos estudantes sobre um caso concreto a fim de apresentar soluções.<br><br>Estas são parte das abordagens utilizadas e prestam-se ao trabalho de diversos temas como cidadania, meio ambiente, saúde, mercado de trabalho, entre outras possibilidades</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-06-09 01:59:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 - Simone da Silva Viana - Professora Ciências Humanas - Colégio Estadual Dr Barros Barreto - Campos dos Goytacazes/RJ</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2216267181</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom dia<br>As duas ações que retratam muito minha práxis pedagógica, alinhada aos propósitos de uma aprendizagem significativa, são principalmente, estas: Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida.<br>Acredito muito na transformação que a educação pode oportunizar aos jovens, permitindo a eles protagonizar sus histórias e ressignificar seus saberes. Sempre procuro oportunizar dinâmicas em grupo, para instigar debates e diálogos ac erca de assuntos pertinentes a realidade vivida elencadas a História. Fizemos uma prática muito relevante esta semana, acerca do Bullying e Cyberbullying, que foi construída por pesquisas, depoimentos, debates, cine debate, dinâmicas em grupo, elaboração de murais. Foi muito valiosa, pois os alunos compreenderam porque lutar contra o bullying com consciência reflexiva e protagonismo, de forma complexa e crítica. Acredito que por meio destes trabalhos, se prática estas ações escolhidas como outras que estão intrínsecas a estas, tornando a aprendizagem muito significativa aos indivíduos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 12:45:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 - Fabiana Peres de Freitas - Colégio Estadual Almirante Álvaro Alberto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2216834579</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o período de 2015 a 2019 realizei, em parceria com o professor de Biologia, uma atividade de revitalização da vegetação de restinga na Vila Residencial de Mambucaba. Onde os alunos fizeram um levantamento da flora nativa, entraram em contato com instituições que poderiam oferecer mudas, produziram mudas e plantaram mais de 900 espécies típicas de restinga. Essa atividade se enquadra nas seguintes ações propostas pela BNCC:<br>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;</div><div>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;&nbsp;</div><div>Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-10 00:14:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Ronan de Azeredo Araújo Madureira Tavares - Colégio Estadual Barra de São João</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2216851982</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Olá, a todos. Sou o professor Ronan Madureira e lecionei História para os três anos do Ensino Médio Colégio Estadual Barra de São João, que abriga estudantes de Casimiro de Abreu, Cabo Frio e Rio das Ostras. Recentemente precisei me transferir para Nova Friburgo, mas gostaria de me ater à minha experiência em Casimiro de Abreu.<br>&nbsp; Os estudantes em regra geral são bastante indisciplinados e a escola está tentando&nbsp; traçar projetos para poder estabelecer uma relação de ensino-aprendizado não apenas do professores com os estudantes.&nbsp; mas também com a participação dos estudantes nesse processo, trazendo como temas assuntos de seu interesse.&nbsp; Eu tenho visto por parte da equipe pedagógica e da equipe gestora da unidade uma preocupação principalmente em relação a fazer com que o estudante vivencie a escola, participe dos projetos.&nbsp; No momento da minha saída, a escola estava implementando projetos que trabalhassem a diminuição da evasão escolar (motivada principalmente pela precária rede de transporte público) e melhorasse a autoestima dos alunos, que retornaram da pandemia com grave defasagem de aprendizado, muita agitação e indisciplina. Mas percebi que os colegas estavam empenhados em realizar uma ação pedagógica de qualidade, o que me deixou muito feliz.&nbsp;<br>    Na  minha  nova jornada em Nova Friburgo, estou atuando no Ensino Fundamental II, mas assim que for possível, pretendo voltar ao Ensino Médio.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-10 00:33:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Trabalhando com a comunidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2219978678</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom dia a todos.&nbsp;<br>Professor Washington Mario da Silva Oliveira&nbsp;<br>Colégio Estadual Fany Niskier<br>Teresópolis - RJ<br>Sou professor de História e é sempre um desafio fazer com que o aluno encontre a sua realidade inserida nos conteúdos. Por mais que pareça óbvio para nós, um adolescente ainda tem dificuldade em compreender a importância de estudar o passado.&nbsp;<br><br>Através do projeto JEPP (Jovens Empreendedores Primeiros Passos), feito em parceria com os professores de todas as disciplinas, eu pude fazer com que os alunos buscassem conhecer a história do local em que vivem, para que pudessem desenvolver um empreendimento viável e que fizesse sentido no contexto social do entorno da escola.&nbsp;<br><br>Foi muito satisfatório ver os alunos desenvolvendo produtos com histórico dentro das famílias e devolvendo à comunidade algumas tradições que estavam adormecidas. Na feira do JEPP foram expostas receitas de família, feitas com matérias primas produzidas no local. Os alunos puderam contar a própria história e reconhecer na prática a importância dela.&nbsp;<br><br>Foi trabalhado também o conceito de empreendedorismo social, que visa além do lucro, mas uma transformação social através de integração entre diferentes atores do processo de produção até a venda de um produto.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 21:28:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 - turma B - Augusto Moreira C. Jr - CIA José Francisco Lippi - Teresópolis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2220015906</link>
         <description><![CDATA[<div>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens ... ;&nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade ...<br>Nos encontros de Filosofia com os estudantes trabalhamos as relações dos eixos temáticos com suas repercussões no cotidiano, por exemplo: a questão das cotas a partir da necessidade, ou não, da implantação de políticas afirmativas ligadas as discussões de éticas contemporâneas, tais como as doutrinas multiculturalista, comunitarista e liberal; contextualizando com o cenário cotidiano deles, em debate, após a leitura de textos disponibilizados para um aprofundamento dos conceitos. Para, então, essa discussão tornar-se uma das pontas de um trabalho multidisciplinar em grupos, sobre as relações das atividades agrícolas, base econômica da região, estimulando por fim o entendimento da intercorrespondência nas disciplinas estudadas e seu próprio protagonismo na construção de um aprendizado significativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 22:44:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Felipe Vieira Soares, Grupo 7, Ciep 409-Alaíde Figueiredo(Repostagem conforme solicitado) Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos; Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;                                                Em minha prática docente nas disciplinas de História sempre inicio a aulas com uma provocação oral ou visual do tema que será proposto em sala. A partir dessa primeira intervenção, tento sondar os conhecimentos que já reúnem a respeito do que será tratado e tento apresentar apontamentos que demonstrem o valor do conhecimento em questão. É comum que os discentes encontrem significado em temas que estruturem a sua realidade ou na observação da construção do conhecimento que está sendo proposto. Fazer leitura de documentos históricos associado a comandos de interpretação, associação e relação com conhecimentos prévios dos assuntos costumam permitir uma maior interação do estudante com o conceito, bem como entender as condições em que ele foi produzido e como está sendo reproduzido. Discutir sobre os sentidos e disputas da História sempre despertam boas reflexões permitindo que o tempo histórico possa se acessado pelos estudantes.</title>
         <author>fvsoares2017</author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2220110649</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 00:52:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Compartilhando experiencias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2221065507</link>
         <description><![CDATA[<div>Prof Monica&nbsp;<br>Arte e Projeto de Vida<br>Grupo 5&nbsp;<br>CE Engenheiro Passos<br>Assumi duas turmas do 1 ano do Ensino Medio com Projeto de Vida.<br>"Visando garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem"<br>"Promover a aprendizagem colaborativa "<br>"BNCC ressalta a proatividade , autonomia, saber tomar decisoes..."<br>Estamos desenvolvendo um projeto final desse semestre como tema  A Feira do Empreendedor.<br>Apos nossas aulas , onde levantamos muitas questoes sobre identidade, interesses pessoais, qualidades e habilidades que os&nbsp; proprios alunos perceberam que tinham.&nbsp;<br>Formamos grupos de interesses comuns  e com base no filme Combinaçao perfeita que mostra o empreendedorismo da  atriz protagonista. Cada grupo criou sua propria logo e produto. No dia 24de Junho estara vendendo na escola nessa feira de Empreendedor.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-14 17:54:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Saramago crítico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo 8, Jónatas Santos da Silva - Peja da Escola Alcide de Gasperi 3 CRE SMERJ<br><br>Trago a minha participação no projeto que iniciamos esse ano por perceber que ele se encaixa nessa tentativa de garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, visto que utilizamos a obra do autor Jose Saramago com todas as disciplinas do currículo na escola. <br>Em Geografia apresentei seu reconhecido posicionamento crítico, buscamos textos, trechos e falas de Saramago, que está em comemoração de 100 anos, sobre os temas de <em>cidadania e meio ambiente</em>.&nbsp;<br>Tratamos os textos em sala e em seguida fiz a impressão de caricaturas até metade da folha A4, completando-a com linhas pra que eles pudessem transferir suas observações ou dizeres do autor. Ao final encadernei e levamos o material pra culminância da mostra. Um sucesso.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-16 11:40:27 UTC</pubDate>
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         <title>POR QUE ESTOU SEM NOTA ATÉ AGORA NESSA ATIVIDADE, SE EU A FIZ?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:48:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MARINA BRAGA, GRUPO 5, LICEU NILO PEÇANHA (SEEDUC) - segunda vez que posto minha atividade neste mesmo forum, pois a primeira não foi julgada.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2224730346</link>
         <description><![CDATA[<div>Pretendo responder às seguintes ações:<br><br><br>&nbsp;- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br><br>- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;<br><br>Bem, a prática de aprendizagem que utilizo como principal forma de aferição de pontos para os estudantes é a pesquisa sobre um tema que tenha a ver com a prática da cidadania, me valendo dos próprios BNCC que afirmam as necessidades de temas inter/transdisciplinares. Ver a escola como uma forma de se ensinar os conteúdos cobrados no ENEM e se esquecer que a escola tem como função a prática da cidadania é muito ruim. A transformação do ambiente escolar em um cursinho pré-vestibular, seja na pública ou privada, é uma forma de se acabar com a verdadeira função da escola, e relegar ela apenas ao papel conteudista que tanto criticávamos nas antigas práticas pedagógicas, e das quais tomamos horror quando éramos nós mesmos estudantes de ensino médio. Portanto, utilizar como ferramenta uma pesquisa como a maior forma de pontuação garante aos estudantes tanto o protagonismo diante de sua aprendizagem, como também práticas de autonomia diante do conhecimento, visto que é ele quem se torna senhor da descoberta, e não o professor. A autonomia é um dos principais caminhos para a prática da vida política e intelectual, e é fundamental que os estudantes possam ter contato com essa forma de avaliação.<br>Sobre a promoção da aprendizagem colaborativa, percebo que a forma de aprendizagem colaborativa utilizada nas minhas aulas também perpassa pela atividade de pesquisa, já que uma parte da aferição da nota é coletiva por conta da obrigação de se confeccionar coletivamente um cartaz. Assim, o espaço de convivência se torna mais intimista por vários aspectos, e um deles tem a ver com a parte lúdica de se utilizar um cartaz com fotos e frases de efeito, construído por todos. Acredito ser essencial que a construção desse dinamismo seja feito dentro de grupos que são escolhidos aleatoriamente pelo número de chamada, para que sejam evitadas bolhas sociais e para que os estudantes entrem em contato com a diversidade de opiniões e jeitos de agir socialmente que possuímos em nossa sociedade. É um aprendizado de inteligência interpessoal muito eficaz e gratificante para todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 00:38:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5. Simone Borges Oldani Meieiro. C. E. Padre Manuel da Nóbrega. (Segunda Publicação)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2224738355</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou professora de História da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro e a minha contribuição em relação à formação dos estudantes está vinculada a promoção da aprendizagem colaborativa, incentivando que os educandos trabalhem em equipe e aprendam com os seus pares. Também procuro oferecer a oportunidade para que eles sejam protagonistas no processo de aprendizagem e no desenvolvimento das suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política. Para tanto, sempre busquei permitir que o alunado, tanto das minhas turmas do ensino médio, quanto do fundamental, tivessem contato com os documentos históricos dentro do contexto que está sendo analisado, incentivando-os a olharem para os mesmos de forma reflexiva, registrando suas impressões e identificando as permanências entre o passado e o presente na nossa sociedade. Em rodas de debates foi possível discutir temas como tolerância religiosa, diversidade e respeito às diferenças e inserção social, bem como os problemas que se apresentam como um desafio a serem superados. Ao final, sempre busquei que todos refletissem sobre os caminhos que cada um pode seguir no sentido de contribuírem eticamente na sociedade.&nbsp;<br><br></div><div>Outra proposta que eu sempre achei interessante pelos resultados obtidos é o convite à participação, em grupos,&nbsp; de atividades artísticas, permitindo que os alunos escolham, dentro das informações adquiridas pela disciplina de História, uma forma de expressão inspirada pelos artistas da Renascença ou até mesmo daqueles que não deixaram o seu nome em suas produções ao longo da jornada de existência humana no planeta ( arte rupestre, neolítica, greco-romana ). Ao final dos trabalhos é solicitado ao aluno, se pronunciar sobre o que considerou mais difícil ou não na elaboração da sua produção e o que sentiu nesse percurso.&nbsp;<br><br></div><div>Ainda há muitas possibilidades a serem exploradas na construção do perfil de um aluno mais participativo e protagonista do seu processo de aprendizagem, no entanto, creio que terei condições de enriquecer-me ainda mais com as ferramentas que forem sendo apresentadas durante a nossa formação.&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br></div><div><em>comment_outline</em>1</div><div><br></div><div>Anônimo</div><div>18d</div><div>Olá, Professora Simone!!! Ao ler seus relatos, identifiquei-me com suas práticas. Leciono Geografia na rede estadual no município de Cantagalo (DRSII) e sempre desenvolva dinâmicas que vão de encontro as suas práticas. Registro aqui que suas práticas em relação aos documentos históricos são excelentes. É conhecendo o passado e investigando-o que podemos desenvolver habilidades e competências de forma libertadora para superarmos problemas envolvendo intolerância religiosa, falta de respeito ao que parece "diferente" e às diversidades múltiplas presentes dentro e fora do ambiente escolar. Parabéns por suas práticas!!!!!</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 01:23:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 5 - MARINALDO - CASA DO MARINHEIRO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2224963800</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 15:00:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fabiana Freitas, Grupo 7, Colégio Estadual Almirante Álvaro Alberto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2225072375</link>
         <description><![CDATA[<div>As duas ações escolhidas foram:<br>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares e Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política.<br>A atividade desenvolvida com os alunos foi o mapeamento participativo das áreas de risco de inundações no Parque Mambucaba. A escolha desse bairro se deve ao fato da maioria dos alunos da escola residirem nele. A atividade foi desenvolvida da seguinte forma: inicialmente os estudantes produziram um croqui do bairro, onde puderam identificar importantes lugares relacionados aos seus espaços de vivência; depois, utilizando uma base cartográfica do bairro, eles identificaram pontos de inundação no bairro e finalizaram diferenciando as áreas onde sempre inundam e as áreas que inundam somente em eventos extremos.<br>A atividade desenvolve nos alunos o protagonismo, o sentimento de pertencimento, uma iniciação a pesquisa e a geração de resultados que impactam profundamente seu cotidiano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 20:11:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Turma B - Luis Eduardo Silva Seabra - C.E. Rio de Janeiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2225094322</link>
         <description><![CDATA[<div>- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política.<br>- Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos.<br><br>A atividade fomentada na disciplina eletiva (As transformações da humanidade por meio das tecnologias) foi a implementação de um grêmio estudantil.&nbsp;<br>Tivemos todas as nossas aulas feitas em formato de roda, deixando apenas a autoavaliação em um formato individual. Num primeiro momento, fiz a leitura dos objetivos e da justificativa dessa nova disciplina, salientando o caráter plural dos caminhos possíveis e apresentando a Agenda 2030 como fonte de pesquisa. Num segundo momento, tivemos o acolhimento das dúvidas e incertezas, e de que forma poderíamos iniciar os trabalhos em sala de aula.&nbsp;<br>Dentre os 17 objetivos da Agenda 2030, os alunos foram convidados a refletir sobre suas demandas e responsabilidades nas propostas. Observando as variedades de proposições e pontos de vistas, fora cogitado uma organização que pudesse dar conta das múltiplas exigências e urgências de cada discente, momento em que surge a proposta de um grêmio estudantil.&nbsp;<br>O processo de criação e montagem do processo eleitoral partiu dos próprios alunos, que se reuniram para para esclarecer o que é um grêmio estudantil, levando-os à elaborar um estatuto e dialogar com a direção escolar para viabilizar o movimento dos estudantes.<br>A avaliação foi constituída de uma autoavaliação, onde foram registrados as contribuições para o projeto proposto, pontos positivos e negativos pessoais e da disciplina e propostas de intervenção para as próximas aulas. Com aproximadamente 20 alunos, pude dar um feedback escrito e oral para todos os alunos, incentivando suas práticas e ações.<br><br>( A atividade foi promovida em uma turma de 1° ano de Ensino Médio )<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-19 21:29:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dolores Grupo 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2226153404</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.&nbsp;<br>Como professora de filosofia busco sempre trabalhar considerando o contexto social dos meus alunos. Sempre levo exemplos de experiências bem sucedidas no mundo do trabalho dos ex alunos para que possamos discutir e analisar. Crio espaço para que discutam coletivamente seus objetivos profissionais e peço opinião dos demais sobre as intenções dos colegas.  </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-06-20 23:36:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Ensino de História Ambiental na sala de aula.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Boa Noite! Sou o Juarez Prof. de História no CE. São Francisco de Paula, no Municipio de Nova Iguaçu, Metro I, Um certo dia desenvolvi com os alunos do 3º Ano, um passeio- trilha ecológica na praia do Perigoso- Barra de Guaratiba, onde os nossos alunos puderam trilhar e perceber as belezas da região, "exploramos a mata" de forma q os mesmo puderam desenvolver um trab de conscientização ambiental e preservação da flora e fauna do local. Nosso trab foi desenvolvido em parecria com os profs de Geografia, Ed. Física e Matemática..Após o tour pela mata, os alunos elaboraram um relátorio sobre suas experiencias, e as diversidades do local, o ambiente, clima, qualidade da água.. Enfim, foi um trab interdisciplinar e multidisciplinar, abordando a transversalidade e construção do senso críticos dos nossos alunos..</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-20 23:37:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A BNCC e O novo Ensino Médio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 13:39:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Reenviado. turma B, Grupo 5<br>Ilza Lima solis</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 14:07:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A BNCC e o Novo Ensino Médioi</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2227927265</link>
         <description><![CDATA[<div>Turma B Grupo 5 Ilza Lima solis</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 14:34:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 8 - Andreia da Silva Alves - Ceja Duque de Caxias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2228154109</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou professora da Unidade Ceja Duque de Caxias e as ações que eu desenvolvo são:&nbsp;<br><br>1) Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado.<br>2) &nbsp; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.<br><br>Trabalho Projeto de Vida com os meus alunos. Um dos problemas de nossa instituição é a grande evasão escolar e também, os afastamentos por um grande período de tempo e retornam mais tarde ou não retornam.<br><br>A maior parte dos nossos alunos tem o objetivo de concluir os estudos para ingressar no mercado de trabalho ou tentar uma promoção no emprego.<br><br>Dentro do projeto de vida separei uma aula que visa motivar o aluno à sua permanência e certificação. Para isso, elaborei um plano de estudo. O percurso que o aluno fará dentro da instituição sem que seja desmotivado com retenções em provas ou demasiado quantitativo que deve&nbsp; estudar.&nbsp;<br><br>São orientados sobre a melhor maneira de utilizar o material didático: a plataforma Ceja Virtual e os Fascículos. Nossos alunos, quando iniciam os estudos, também são incentivados a estudar com o professor, caso fique reprovado em alguma avaliação, esse pode solicitar uma revisão da prova. Oriento nesta aula, a limitarem-se no início, a somente duas disciplinas com o objetivo de pegarem a prática das nossas avaliações.&nbsp;<br><br>Outra forma que eu trabalho é a organização dos seus estudos por área, orientando os alunos a realizarem as disciplinas por áreas, já que essas dialogam e proporcionarão um percurso escolar mais efetivo. A evasão e o abandono na escola em que eu trabalho é demasiadamente grande, matriculamos mais de 3000 alunos por ano e a certificação fica abaixo de 600 alunos/ano.<br><br>Nessa aula, o aluno fica a par das avaliações internas (prova de qualificação) e a externa (Encceja) como forma de aceleração de seus estudos. O Enem é apresentado como forma de continuidade de seus estudos e ingresso na educação superior. Nessa aula também trabalho as datas como isenção, inscrição e formas de estudar para essa avaliação.<br><br>Também dentro desta aula busco orientá-los sobre a formação de grupos de estudos, troca de experiências e saberes e caminharem juntos. A formação de laços de solidariedade e amizade é um dos objetivos da escola e esse processo auxilia para a diminuição de evasão e o distanciamento do aluno.&nbsp;<br>Paralelo, a essas ações, desenvolvemos o autoconhecimento, autonomia pessoal, profissional e intelectual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 20:11:12 UTC</pubDate>
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         <title>Protagonismo Juvenil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2228246842</link>
         <description><![CDATA[<div>Erick de Oliveira Santos Costa - C. E. Prof. Fernando Antônio Raja Gabaglia - Grupo 5<br><br>Sou um tanto cético em relação a noção de protagonismo atrelada a noção de empreendedorismo e a um projeto de vida utilitarista. Acredito que é justamente o amparo real e a oferta real de liberdade é que fará com que os jovens empreendam de fato e não se auto escravizem na fé de que estão empreendendo. Penso que um protagonismo só pode surgir mediante a oferta de liberdade real na participação e tomada de decisão dos alunos na escola. Creio que protagonismo só é real se houver ofertas de auxilio aos estudantes; política de fortalecimento de grêmios estudantis e conselhos escolares; oferta de passeios, oficinas, uso da escola para projetos que beneficiem os alunos, mas que não comprometam o espaço que deve ser ocupado pelas disciplinas. Quando, fora de classe, o aluno vê que a escola gera oportunidades e oferece a ele as mais diversas experiências, os alunos se sentem mais parte da escola e se sujeitam a coisas que muita das vezes demandam mais resiliência e compromisso. Creio não ser o conteúdo que faz com que os alunos evadam da escola, mas sim porque a escola não oferece nada além disso. Inclusive o que mais vejo na minha escola são alunos evadido da disciplina projeto de vida, acham chato, acham que não serve para nada. Mas é claro, essa impressão não serve como dado, mas seria fundamental que sejam realizados estudos sérios a respeito dos resolutos dessas implementações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-22 23:31:41 UTC</pubDate>
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         <title>compartilhando experiência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2228961415</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 14:49:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-06-23 16:16:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-23 16:19:40 UTC</pubDate>
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         <title>Cátia Regina de Oliveira Motta - CIEP 239 Professora Elza Vianna Fialho - grupo 5.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2230359396</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política<br></em></strong><br></div><div><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado;<br></em></strong><br></div><div><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;<br></em></strong><br></div><div>Falar de protagonismo dos estudantes é, também, reconhecer a multiplicidade de saberes coexistentes por diversas vivências que se encontram na sala de aula.<br><br></div><div>O movimento de construção de competências e habilidades exige o reconhecimento de toda uma complexidade emocional envolvida e consequentemente, de tempos e espaços específicos com ritmos próprios, individuais e coletivos de reconstrução, ressignificação e síntese do que se pretende ensinar e do compartilhamento coletivo da aprendizagem desse processo em que o professor e os alunos envolvidos fazem parte de um mesmo aprendizado, porque esse é dinâmico em cada experiência nova. Desta forma, ocorre uma reorganização do padrão mental através da síntese, da organização do(s) conhecimento(s).<br><br></div><div>O aprendizado de um conteúdo específico, considerando uma visão mais holística do processo, vai além do conteúdo em si, pois, envolve aprendizados e uma relação dialética com a complexidade inerente que envolve uma expectativa de amplificação gradual de autoconhecimento e domínio cognitivo, afetivo, emocional, reorganizando e ressignificando padrões através da partilha de posicionamentos divergentes, estratégias e atitudes em que o diálogo tende a dominar baseado na lógica da argumentação. O julgamento deixa de ser visto como um aspecto negativo.<br><br></div><div>A minha experiência, como professora, tem mostrado que trabalhar com projetos, de forma dialógica, surtem efeitos positivos na apreensão do conhecimento e consciência coletiva de valorização do estudo. (muito grata pelo conceito de maiêutica socrática no meu aprendizado constante). Não invalido o conceito de competência desde que compreendida como processo, pois implica apreensão e consciência.<br><br></div><div>Esse processo, muitas vezes, é doloroso e lento, porque não é só o meio docente que manifesta resistência a quaisquer tipos de inovação. A estrutura de um ensino tradicional também se encontra incorporado na prática discente e desconstruir isso não tem sido uma tarefa fácil. Exige muita paciência e estratégias diferenciadas de acordo com o contexto. O aluno não está acostumado a ter voz, a argumentar, a refletir o quão pode ser interessante o ato de estudar, a ouvir perspectivas diferentes que as suas pré estabelecidas pelo senso comum, por outro lado, questiono os termos competência e habilidade como algo acabado no final do processo determinado em detrimento da supressão real, mas não discursiva do termo.<br><br></div><div>Cada pessoa tem uma história, uma vida, uma mentalidade, uma cultura, a ser escolhida de acordo com o contexto, a ser aprimorada de acordo com um ritmo e tempo específico, portanto, o resultado esperado não pode ser mensurado somente a partir do exterior, simplesmente não pode. Lidar com a padronização estabelecida, na prática, negligencia com a subjetividade inerente ao ser (professor ou aluno).<br><br></div><div>Geralmente, os projetos elaborados para uso restrito às disciplinas que leciono de acordo como o conteúdo programático estabelecido contempla o uso de metodologias ativas em particular aprendizagem por pares, por equipes e sala de aula invertida, às vezes faço minhas adaptações dessas metodologias, e sempre que possível, hoje com mais frequência, o uso de tecnologia digital, o que favorece o diálogo entre grupos, equipes ou pares fora do espaço escolar.<br><br></div><div>As adversidades estão presentes também, pois, lidamos com as limitações que os alunos têm em relação à restrição que são atribuídas ao conteúdo, tendo a princípio uma visão limitada das possibilidades de aprendizado que um “conteúdo” específico tem. Aprende-se muito mais do que possa imaginar (objetiva e subjetivamente). O estudo, considerando áreas, melhorou as relações dialógicas, proporcionada pela interdisciplinaridade, o contexto de possibilidades de estudo e interação entre grupos na execução de uma tarefa sugerida, permitindo ao aluno maior flexibilidade na construção de sua trilha investigativa do assunto assim como a curiosidade sobre o mesmo. A objetividade de cada disciplina não se perde no processo e sim ocorre um aumento de percepção da realidade investigada.<br><br></div><div>Optei por falar de processo e não de um estudo de caso em particular.<br><br></div><div>O grande problema com a implementação de práticas pedagógicas inovadoras tem sido o próprio Estado com atitudes paradoxais e surreais. Como por exemplo a falta de investimento real e significativo. Cada vez mais considero um clássico o livro do professor Gaudêncio Frigotto <em>“A produtividade da escola improdutiva”</em>, profético na análise social do problema (no singular) da escola pública brasileira, 43 anos depois de lançado.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 16:23:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Edimara Romeiro- Diesp -Irmã Terezinha de Barros grupo 05</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>&nbsp;* <strong><mark>Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado</mark></strong><strong>;</strong></li><li>Ao planejar uma atividade penso em direfentes estratégias para alcançar meu aluno e tornar significativo o aprendizado.Meu objetivo é desenvolver a capacidade crítica do aluno , para tanto preciso desenvolver suas habilidades de leitura , escrita e generalização do conhecimento, ou seja, relacionar os diferentes saberes. Trabalho de forma interdisciplinar com parceria de outros professores ou profissionais específicos.Uma estratégia que tem gerado um bom resultado é o trabalho com música, dinâmicas de grupo , contação de histórias e trabalhos práticos.Percebi que&nbsp; os alunos tem muita dificuldade de pensar no conteúdo na prática , nomear suas dúvidas e descobertas, portanto, quando ofereço situações práticas e reais ela é capaz de se identificar e participar efetivamentena . Um exemplo prático foi o livro Você é especial, onde fizemos a leitura, debatemos e realizamos uma dinâmica.Outro fator que colabora com o desenvolvimento da aula é a utilização de diferentes espaços que levam o aluno a explorar diferentes formas de aprendizado.</li><li>Outra prática que realizo nas aulas são seminários onde os alunos atuam como protagonistas na organização, elaboração e execução dos conteúdos propostos o que melhora sua leitura, oralidade , capacidade de lidar com o grupo e com situações inesperadas além de se autoavaliar.</li></ul><div>&nbsp;As dificuldades que encontro são material disponível de audio visual, falta de reuniões para articular com os outros colegas , interferência de alguns pais que ainda não se apropriaram das mudanças na sociedade , a burocracia e a centralização do poder&nbsp; que não nos dá autonomia para irmos além dos muros da Escola.<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 21:33:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>grupo 5 Hercules Henrique Môro C.E. Marieta Cunha da Silva.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida:</em><br><mark>Sou articulador pedagógico na minha escola onde trabalho!! trabalhamos juntos com outros professores a colocação de filmes e documentários que é colocado a cada bimestre, temas sociais a serem discutidos. Onde há debate sobre o filme, e seu tema, e como afeta o dia à dia da escola e do alunos!!! É um trabalho avaliativo que vale nota, que é somado com as outras avaliações. Também é um trabalho em grupo, na qual ,é dividido as questões.</mark><br><em>&nbsp;Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação:</em><br><mark>C</mark><strong><mark>onvidamos ex-alunos do colégio, que através de seus desempenhos conseguiram um mercado de trabalho, e que estão nas universidades públicas, como incentivo positivo, para os alunos atuais não desistirem do ensino. Um problema constante, em que vemos a evasão escolar, principalmente em escolas em comunidade como a nossa, onde o tráfico impera, desestimulando nossos alunos ao aprendizado e, direcionando para uma vida do crime e do narcotráfico.</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 22:32:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5 – Gilciano Menezes Costa Colégio Estadual Visconde de Itaboraí (CEVI)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>1 - Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br><br></div><div>2 - Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado;<br><br></div><div>Como professor de História e pesquisador da História Local de Itaboraí desenvolvo constantemente diversas atividades sobre a História da cidade com os estudantes. Em uma dessas ações realizei uma aula passeio no Centro Histórico de Itaboraí onde as estudantes do segundo ano do Curso Normal puderam observar diferentes formas de aprendizagens sobre a História Local e desenvolver variados sentidos de valorização do patrimônio Material e Imaterial existente na cidade, assim como conhecer as dificuldades enfrentadas pela preservação desses patrimônios. Essa aula foi acompanhada de toda uma contextualização histórica, com ênfase nos séculos XVIII e XIX, onde a perspectiva da “História vista de baixo” (Thompson) foi contemplada. Assim, o papel dos escravizados e escravizadas foram apresentados como parte integrante da História Local, gerando, dessa forma, uma circulação de conhecimentos que questiona a abordagem da historiografia positivista, onde apenas os integrantes de uma elite econômica, política e religiosa são contemplados.&nbsp;<br><br></div><div>Sendo uma aula direcionada para as estudantes do Curso Normal, essa atividade possibilitou apresentar uma dimensão atualizada e revisada da História Local (que rompe uma perspectivada da “História Única”) em um tempo cronológico e em um espaço definido, onde elas puderam pensar para um momento futuro desenvolver ações semelhantes para seus futuros alunos. Trata-se de uma proposta que estimula o desenvolvimento de experiências individuais e coletivas e contribui para a elaboração de estratégias de aprendizagens, seja como estudantes ou como futuras professoras da rede municipal de ensino.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 23:13:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5 – Maria Suellen T. Correa – Colégio Estadual Visconde de Itaboraí</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2230450579</link>
         <description><![CDATA[<div>- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;</div><div>- Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;</div><div>Venho expor parte de uma atividade de produção do conhecimento interligada à disciplina Sociologia – <strong>“Ocupando os espaços da Escola”</strong> - relacionada ao currículo de Cidadania e direitos para exemplificar como posso trabalhar com as duas ações da BNCC acima (uma das várias maneiras de explorar essas ações).&nbsp;</div><div>Após trabalhar em sala de aula os conceitos relacionados ao estudo da Cidadania, dos direitos e dos movimentos sociais com turmas do Ensino Médio, os estudantes elaboraram uma atividade proposta de pesquisa sobre movimentos sociais. As turmas foram orientadas a se separarem em grupos e cada uma escolheria um movimento social que os interessasse/representasse de alguma maneira (alguns exemplos de movimentos sociais escolhidos: Movimento Negro; Movimento LGBTQIA+; Movimento Estudantil; Movimento Ocupa Alemão: Movimento dos Sem Terra). Os grupos então partiram para a pesquisa acerca do movimento escolhido, da sua história, suas pautas, seus repertórios de ação e de seus desafios atuais.&nbsp;</div><div>Após a pesquisa, depois do prazo concedido, os grupos apresentaram seus resultados em sala para os colegas, relacionando a pesquisa com os conceitos abordados anteriormente sobre direitos humanos, sociais, civis e políticos, mostrando as demandas dos movimentos sociais relacionadas a alguns desses direitos garantidos na nossa Constituição. Após a apresentação, os demais colegas da turma puderam fazer perguntas e comentários, de modo que se estimulasse o debate.&nbsp;</div><div>Ao fim das apresentações, os grupos levaram seu material de exposição da atividade para fora da sala, expondo seu material em espaços escolhidos pela turma, de forma a ocupar espaços da escola e a chamar a atenção da comunidade escolar para a temática e a reivindicação dos movimentos. Cada turma escolheu espaços como a quadra de atividade esportivas, o hall de entrada da escola, a parte de baixo da rampa, ou a rampa de subida para as salas de aula...&nbsp; Após a atividade, na aula seguinte, pudemos debater acerca da experiência anterior e da recepção da comunidade com os materiais expostos, o que proporcionou reflexão e interpretação sobre a vivência dos membros dos movimentos sociais e da recepção da sociedade a suas pautas e reivindicações.&nbsp;</div><div>A escolha dos movimentos pelos grupos de estudantes contribuiu para que estes refletissem sobre as demandas em comum com os movimentos e, portanto, valorizassem seus direitos, tendo consciência das suas posições na sociedade a partir de seus papéis sociais, além de contribuir para a construção de suas identidades relacionada com um projeto de vida mais crítico, autônomo e atuante. A apresentação dos estudantes sobre as suas pesquisas, somada à escolha pelas turmas dos espaços ocupados pelas exposições dos materiais buscou garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de proposição e ação, de maneira que a atividade pudesse estar relacionada a sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-25 23:26:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5 - Estaine Alencar - CE Prof. Clóvis Monteiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2230463435</link>
         <description><![CDATA[<div>Na tentativa de construir cidadãos críticos e reflexivos quanto a seus direitos e deveres e sociedade, em minhas aulas e projetos sempre usei a interdisciplinaridade e a conexão com a realidade para tais eventos.<br>Usei a técnica do "Teatro do Oprimido", junto a professora de Artes, ao tratar do tema "Violência contra a Mulher".&nbsp; Um grupo chegou até encenar uma pequena cena da vida da Maria da Penha, que da nome a Lei.<br>Desenvolvi um projeto de xadrez junto aos professores de Ed. Física e Matemática. Onde além do esporte-jogo, também eram abordados os temas como "Ética".<br>Por muitas vezes também usei os recursos de filmes para debates. Essa prática sempre funciona. Um exemplo foi quando utilizei um filme africano em sala e muitos alunos se identificaram tanto na cor, nas vestimentas e no contexto de pobreza em que viviam.<br>Interagir com os alunos também é uma forma de aprendizado. Criei um mini-ciclo de leitura, onde alunos que gostavam de poesia poderiam ler e comentar suas próprias poesias, como as dos colegas. Nisto doei mais de 100 livros para eles, que sentiram incentivados para prática da leitura.<br>Umas das práticas que mais funcionam, sobretudo, é o teatro. Desenvolvi um projeto sobre a escritora Carolina Maria de Jesus, onde os alunos leram o livro "Quarto De Despejo-Diário De Uma Favelada" e encenaram cenas do livro. Esse projeto gerou muito debate. Foi absolutamente enriquecedor e positivo.<br>Enfim, foram muitos projetos e práticas pedagógicas utilizadas para atrair os alunos à critica social, exercício da igualdade e respeito às minorias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 00:47:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7 - Turma B – Nubia Cerqueira do Espirito Santo - CEJA CENTRAL DO BRASIL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2230477531</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho no CEJA Central do Brasil, antigo CEJA IBC. Em nossa Unidade Escolar realizamos muitas atividades interdisciplinares através de saraus e rodas de conversa sobre diversos assuntos, em especial assuntos da atualidade. Isso permite com que os alunos muitas vezes percebam as conexões entre os diversos conhecimentos ao invés de ver os diversos componentes curriculares como caixas desconexas. E esses momentos se tornam espaços para que os estudantes possam se colocar, falarem de suas experiências e perceber o quanto essas trocas enriquecem os debates.&nbsp;<br>Além disso, a realização de passeios, em especial com alunos deficientes visuais, são experiências ímpares, pois é um momento de troca coletiva, que integra alunos videntes e deficientes visuais bem como a cada passeio nós, professores, aperfeiçoamos&nbsp; nossos roteiros de trabalho de campo com a colaboração e dicas.&nbsp;<br>Também é importante ressaltar que o estudo na modalidade semipresencial requer que o aluno desenvolva sua autonomia, ou seja, é necessário que seja protagonista em sua aprendizagem. Para isso, a cada acolhimento buscamos orientar os alunos em relação a elaboração de uma rotina de estudo e o desenvolvimento de atividades que fazem com que o aluno compreenda como ele aprende melhor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 02:04:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6- Izabel Baptista CIEP 016</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2230479849</link>
         <description><![CDATA[<div>-Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e<br><br>&nbsp;- Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida;<br><br>Como proposta do projeto interdisciplinar da escola no primeiro bimestre de 2022 ,usamos o conceito de Identidade.&nbsp;<br>O trabalho proposto por mim com as turmas de segundo ano buscou trabalhar a ideia de identidade ampliada baseada no conceito de Ubunto que trata da importância das alianças e do relacionamento das pessoas, umas com as outras.&nbsp;<br><br>Como&nbsp; estratégia trabalhamos com jogos coletivos inspirados em jogos clássicos de tabuleiro.Os alunos confeccionaram os jogos baseados nas identidades dos agentes da escola, professores, alunos e funcionários com fotografias e perfis .Esses jogos foram disponibilizados para que outras turmas jogassem possibilitando uma interação entre as turmas.<br>	</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 02:15:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contribuição</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2230489687</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Grupo 7 - Eduardo H. F. Mello - CIEP 303 Ayrton Senna da Silva<br>Na minha escola desenvolvo um trabalho visando a aprendizagem e o aprimoramento do conhecimento através de práticas de ensino que estimulam o aluno a refletir, interpretar, criar um olhar crítico no que se aprende na escola e identificando isso na sua vida cotidiana. Utilizar os instrumentos de pesquisa e análises científicas, os recursos digitais que auxilie esse aluno desenvolver suas habilidades e sua autonomia, se tornar protagonista para planejar seu futuro e escolher sua trajetória profissional que atenda a demanda da sociedade e do mercado.</li></ul><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 03:01:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Escola Estadual Constantino Fernandes, grupo 5. MARIA THOMAZ AVILINO                                               Garantir o protagonismo estudantil representa um dos maiores desafios em nossa escola. Frequentemente nos esbarramos com as limitações impostas por dificuldades de recursos financeiros e compreensão por parte dos estudantes na participação ativa de suas aprendizagens.    Nossas atividades que buscam o desenvolvimento das capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, costumam ser apresentadas através de trabalhos que envolvem debates e participação responsável e individualizada de todos, favorecendo a autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;     A prática do exercício democrático está diretamente ligada a promoção de aprendizagem colaborativa. Os estudantes demonstram interesse quando as atividades propostas sejam carregadas de sentidos no seu cotidiano. As habilidades para aprenderem e  trabalharem em equipe com seus pares, são evidentes, no entanto, seus comportamentos sociais são marcados pelo egocentrismo. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2230718840</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 17:17:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escola Estadual Constantino Fernandes grupo5- MARIA THOMAZ                               Estou tendo a oportunidade de trabalhar com projeto de vida, no qual me possibilita tratar de assuntos que desrespeitam a maioria dos jovens, faço trabalho que desenvolve o conhecimento entre eles na sala, abrindo espaço para que de maneira confiante sejam debatidos temas que eles mesmos escolhem, através de exposição de interesses para conversas,debates e sorteio. abro espaço para escrita anonima livre, onde eles escrevem o que lhes agrada ou desagrada, expoe algum problema, dão alguma sugestão, eu leio um a um e abro fala para todos darem sua participação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2230836020</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-26 23:39:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Colégio Estadual Infante Dom Henrique - Maria Angelica Ferreira Velhote</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2230909767</link>
         <description><![CDATA[<div>Tenho trabalhado com essa turma, dois componentes curriculares: Laboratório de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e Direitos Humanos e Cidadania. E conseguimos articular temas transversais em muitas atividades.<br>Neste segundo bimestre, passamos por três semanas trabalhando num projeto que visava refletir sobre a questão da socialização, da identificação do ser social e dos elementos culturais que permeiam a construção de identidades numa determinada sociedade.<br>Num primeiro momento trabalhamos conceitos e autores acerca da temática proposta com aula expositiva e exercícios para fixação sobre o conteúdo proposto;&nbsp;<br>num segundo momento foi projetado um episódio de uma série chamada Black Mirror que está disponível na netflix (15 milhões de méritos) onde os alunos puderam analogizar tudo o que foi anteriormente trabalhado com o conteúdo abordado nesta produção distópica, que utiliza como mote o uso da tecnologia, o que neste caso, foi escolhido principalmente por ter mais esse elemento a ser levantado como reflexão crítica, uma vez que os recursos dos smartphones e o uso da internet é vivido intensamente por todos diariamente.&nbsp;<br>No terceiro momento, após a projeção do episódio, fizemos uma mesa redonda para que cada um pudesse expor o que compreendeu sobre o episódio, relacioná-lo às questões que já se fazem presentes à nossa vida e levantar propostas para serem objeto de pesquisa e reflexão.<br>Por fim, conversando com a professora de Filosofia, nos organizamos para que nossos conteúdos estivessem alinhados o que resultou dela estar exatamente trabalhando a Escola Platônica, pois seria mais um elemento a ser inserido em nosso momento de reflexão para a atividade proposta que se encontra anexa.<br>O que se identifica quando realizamos esse tipo de orientação de trabalho, que promove uma maior autonomia por parte dos alunos em participar de todas as etapas, na construção de saberes, faz com que se apropriem das narrativas, promovendo uma maior participação e visivelmente uma satisfação por se entender como parte do processo de ensino e aprendizagem. É fantástico, simplesmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-27 01:16:11 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Feira do Empreendedor...esse grupo trabalhou com a venda de doces </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-27 15:06:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <pubDate>2022-06-27 15:20:17 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <pubDate>2022-06-27 15:23:08 UTC</pubDate>
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         <title>Prof Mônica </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>CE Engenheiro Passos<br>Prof Mônica grupo 5&nbsp;<br>Resultado do Projeto de Vida&nbsp;<br>Garantir o protagonismo do aluno... Cada grupo criou sua logo , suas marcas e produziram seus produtos para serem vendidos na escola . </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-27 15:28:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo 6<br>Prof. Mariana Batista dos Santos<br>C.E. Albert Sabin<br>O colégio é repleto de grandes painéis, com reproduções de obras reconhecidas. Estes painéis são realizados pelos próprios alunos, dentro de um projeto da disciplina de artes. Em uma visão transdisciplinar, busco utilizar as pinturas, que os próprios alunos realizaram, como ponto de partida para debatermos o conteúdo de sociologia. Essas obras de arte, frequentemente, retratam&nbsp;os dramas e a cultura brasileira, o que colabora com a realização desta proposta de transdisciplinaridade e reflexão sobre a realidade brasileira.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-28 02:08:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Boa tarde ,colegas do curso ,minha experiência com relação ao novo ensino médio  é a mesma dos colegas, portanto, o animo para realizar o curso é grande. Também sou cético em relação  a noção de protagonismo atrelada a múltiplas disciplinas não obstante a dificuldade dos juvenis estarem um tanto que desmotivados com a educação, acredito que trabalhando a autoestima, o  protagonismo parte de ofertar atividades que aproxima da realidade cultural da comunidade  local </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2233675510</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 21:06:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Boa tarde colegas! sou Samuel, e trabalho em uma comunidade em belford roxo, creio que temo que garantir sim o protagonismo juvenil, com base ao novo enzino médio. apreender com eles a vencer os desafios que enfrentam no dia a dia da comunidade onde moram, mesmo esbarrando nos desafios a transpor ,enquanto professor do ensino religioso, venho desenvolvendo atividades motivacional voltado ao lúdico, utilizando arte cênicas com base ao novo BNCC e o resultado tem sido satisfatório, precisamos ir a avante  acreditar, no amanha em um futuro melhor para o nosso protagonista  juvenil, que bem próximo verá o sucesso batendo a porta. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2233682680</link>
         <description><![CDATA[<div>B</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 21:27:51 UTC</pubDate>
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         <title>minha experiência... Adriana Silva Campos grupo9</title>
         <author>cardriac2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gostaria de compartilhar minha experiência com alunos da EJA. Durante a pandemia, com as aulas pelo aplicativo&nbsp; disponibilizado pelo governo do estado do Rio, o Applique-se, tivemos muitas dificuldades no contato e na comunicação com os alunos da EJA. Eu estava dando aulas de sociologia e filosofia, e montamos um grupo de Whatzap para postagem de atividades e para comunicação. Neste período os alunos liam os textos propostos na Orientação de Estudos e me escreviam relatando o que haviam entendido do texto lido. Eu enviava vídeos e pequenas explicações e dessa forma fomos construindo a aprendizagem mas com a interação dos alunos. Eles eram avaliados pelas discussões no grupo de whatzap e nas aulas assíncronas que tínhamos. Acredito que esta tenha sido uma experiencia de protagonismo que estava gerando conhecimento para os alunos da EJA.<br>Sou de Resende - Colégio Estadual Marechal Souza Dantas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-02 18:37:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2235955419</link>
         <description><![CDATA[<div>Boa tarde colegas, e chamo Samuel Candido, sou do grupo 6 quero novamente relatar nosso desafio no ciep onde trabalho na comunidade de Santa de Tereza em belford roxo, dou aula de enzino religioso, sociologia e história, estamos alinhado nossa atividades tudo ao BNCC, onde apresentamos mesmos diante dificuldades o resultado é dinamizar as turmas ,com dinâmicas, danças, teatros e poesias, uma coisa é certa, as mudanças são visíveis, sobretudo quando enxergamos entre eles empatia , cooperação e respeito. todavia existem de nós, o entusiasmo, a vontade e o sonho de ver como pescadores de ilusão, assistir não como utopia a vitória de cada protagonismo juvenil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-03 20:11:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aplicação da BNCC</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2236593502</link>
         <description><![CDATA[<div>Boa tarde companheiros, sou o Ivanilson do grupo 8, trabalho em um Ciep em Campo Grande e em nossa unidade a BNCC se restringiu a entrega de livros, o desconhecimento da equipe diretiva é muito grande, ninguém consegue dar respostas efetivas, e quando questionamos , a resposta que temos deles é que mesmo na Metro IV não há respostas quanto as dúvidas levantadas pela direção da Escola, com isso temos uma verdadeira mixórdia pedagógica, e no meio disso tudo estão em uma ponta os estudantes e na outra os professores, minha presença nesse curso é conseguir o mínimo de conhecimento que seja suficiente para operar a BNCC na escola. Os desafios são multiplicados pois não temos uma base para resolução dos problemas em aplicar a BNCC, pra além das questões inerentes dessa proposta. Portanto, ainda não estou trabalhando os conteúdos tendo por base a BNCC, mas espero dentro em breve ter maiores fundamentos teóricos apreendidos aqui no curso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-04 16:28:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 5 - Turma B - Marcelo Faria de Mendonça - Colégio Estadual Vicente Jannuzzi.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2240219435</link>
         <description><![CDATA[<div>Estamos realizando projetos que envolvem as áreas de conhecimento por bimestre. A culminância da minha será no 4° Bimestre Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (leciono geografia), já tivemos no 1° Bimestre Linguagem e suas Tecnologias e no 2° Matemática e suas Tecnologias. O corpo docente e discente está se apropriando dessa nova realidade e desenvolvendo um excelente trabalho que vem evoluindo ao longo do bimestre. Eu e meus caros colegas de humanas estamos nos organizando e orientando os alunos de cada série 1° série vai trabalhar com a rua onde mora, a 2° série vai trabalhar com o bairro onde fica a escola (bairro: Barra da Tijuca) e a 3° série vai trabalhar com a área central do Rio. Fizemos um grupo pelo WhatsApp onde temos os professores de geografia, história e sociologia dos três turnos (manhã, tarde e noite) onde nos comunicamos e organizamos nossas iniciativas. Estamos orientado nossos alunos nesse projeto e teremos saída a campo e palestras programadas para dar mais embasamento aos alunos. Cada professor fica responsável diretamente por uma ou mais turma. Onde ele orienta e coordena os alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-09 17:46:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8,turma B,Dulcinea Gomes A.Xavier - Colégio  Est. Pres. João  Goulart- Belford Roxo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2240512692</link>
         <description><![CDATA[<div>No nosso colégio, sempre agimos juntos, direção, equipe Pedagógica e professores&nbsp; nos reunimos e pensamos por bimestre, pois eles precisam de nós, esse ano foi: Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento&nbsp; de suas capacidades de abstração,&nbsp; reflexão, interpretação,&nbsp; proposição&nbsp; e ação, essenciais a sua autonomia pessoal profissional , intelectual e política,&nbsp; pois pensamos na eletiva Projeto de vida e os projetos Bullynig&nbsp; e Violência&nbsp; contra a mulher, temos também&nbsp; o Grêmio Estudantil que nosso Presidente Luan Victor esteve participando do Parlamento Juvenil na semana de 25/6 a 30/6/22, foi muito bom defendeu seu projeto lindamente. Depois o nosso Projeto Gentileza e assim Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seu pares e a aceitação&nbsp; do outro, estimular atitudes cooperativas e propositiva para o enfrentamento dos desafios da comunidade.&nbsp;<br>E já  pensando no próximo  bimestre estamos com o próximo  projeto Respeito - e assim assegurar tempos e espaços  para que os estudantes reflitam sobre suas experiências  e aprendizagens individuais e interpessoal.  Pensando assim estamos nos organizando em roda de conversa, debates , seminários  para que eles  leiam mais e se aproprie do assunto tão  importante que é  o respeito, e o assunto não  termina aí,  em uma aula e nem em um bimestre, temos muitos debates e diversas opiniões  para se ouvir e aprendermos juntos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-10 20:02:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Helena dos Santos Carvalho Pinto - Grupo 7 - turma B (Colégio Estadual Thomaz Gomes)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2241272699</link>
         <description><![CDATA[<div>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;</div><div>Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.<br>Nossos alunos em cada Bimestre desenvolvem um projeto em uma das áreas do Conhecimento. Neste, eles desenvolveram habilidades dentro da área de Linguagens e suas tecnologias, apresentando problemas cotidianos como: assédio, tababismo, uso excessivo do celular, rotulação de pessoas, depressão e ansiedade. Os alunos apresentam estes temas em diversas linguagens como teatro, música, desenho, dança, palestras, etc. Assim desenvolvemos o protagonismo juvenil e a aprendizagem colaborativa. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-11 21:49:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 7, turma B, Frederico Soares Ribeiro, C.E. Barão de Aiuruoca - BM - RJ</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2242572584</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre as opções da atividade seleciono:</div><div><br></div><div>- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br><br>- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares;<br><br>No início do ano letivo, trabalhando com introdução à História, passamos umas aulas discutindo concepções de representação do tempo, estudamos o que era "fonte" para os historiadores. Questões teóricas típicas da ciência História. Logo depois, em quatro aulas, desenvolvemos duas atividades diferentes utilizando a metodologia "sala de aula invertida". Na primeira, em grupo, os alunos recebiam textos históricos de diferentes tempos históricos, mas todos sobre o mesmo tema: o cotidiano da vida das mulheres. Nessa atividade, o objetivo previsto era compreender como o historiador /a historiadora, podem navegar no tempo dentro da mesma temática. A segunda atividade, em dupla, os alunos recebiam um documento (imagem, texto, documentos antigos) para tentar utilizá-lo como fonte histórica. O objetivo era fazer a crítica do documento, localizar no tempo, identificar e apontar quais informações podiam ser extraídas dele. A cada 15 minutos, os documentos eram trocados. Ambas atividades buscavam trazer alguma vivência de tarefas comuns a historiadores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-13 11:32:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fotos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-24 22:42:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>        GRUPO 8, TURMA B, ANDRÉ DOS SANTOS TRAJANO, COLÉGIO ESTADUAL MARIA HELENA AMARAL ALARCÃO. Entre as ações indicadas pela BNCC Ensino Médio desenvolvemos o seguinte trabalho em nossa instituição: Valorizar os papéis sociais desempenhados pelos jovens, para além de sua condição de estudante, e qualificar os processos de construção de sua(s) identidade(s) e de seu projeto de vida – roda de conversas sobre as atividades que os alunos praticam em casa ou no mercado de trabalho, painel sobre as escolhas profissionais (tanto os mais viáveis quanto os mais distantes socialmente). É sempre afirmado que não existe sonho impossível. Valorização pessoal dos saberes discentes, respeito às diferenças. Realizamos no primeiro semestre um Festival Intercultural de Dança e História com a professora de Química e Física. Os alunos puderam trabalhar sua expressão corporal ao mesmo tempo que expunham seus conhecimentos em História na apresentação de cartazes.        Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares – as atividades em sala de aula são realizadas em duplas ou grupos: consulta ao livro didático, construção de cartazes e murais, roda de debates sobre temas específicos. Realizamos um “Show do Milhão” com perguntas de História e Geografia. Os grupos disputavam entre si ao mesmo tempo que buscavam coletivamente as respostas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2252203774</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-31 03:38:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TURMA B - GRUPO 8 - COLÉGIO ESTADUAL JOÃO KOPKE - Prof. Silvia Nogueira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2256267499</link>
         <description><![CDATA[<div>No primeiro semestre deste ano desenvolvi nas duas escolas em que autuei como professora uma atividades com os professores das cadeiras de Ciências Humanas e Sociais e Ciências da Natureza e suas tecnologias. A intenção da atividade foi através de diferentes linguagens e atividades trazer ao aluno o papel de protagonista de seu conhecimento, desenvolvendo trabalhos de pesquisa, com a intencionalidade de expressar sua opinião e estabelecer diálogos sobre suas perspectivas das temáticas apresentadas.<br>O desenvolvimento surpreendeu a todos, pois realmente percebeu-se a necessidade que os jovens tem de se expressar e ao mesmo tempo a deficiência que possui em realizar essas atividades. Foi um momento de múltiplas aprendizagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 00:02:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2256267499</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Turma B - Grupo 8 - Aula de reposição - C.E. Mar. Juarez Távora. - Prof.: Márcio da Silva Ignácio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2260469236</link>
         <description><![CDATA[<div>No início deste ano letivo eu desenvolvi em uma das escolas em que leciono uma atividade relacionada a minha disciplina, Geografia, nas turmas de 1º ano, uma tarefa para os alunos que contraste com a realidade local, usando um dos biomas brasileiros e a questão do crescimento populacional ao longo dos anos naquela localidade. Especificamente no bairro do Tinguá, Nova Iguaçu. A escola fica perto de uma reserva biológica. Os alunos fizeram uma atividade em sala de aula, usando o livro e identificando o bioma de Mata Atlântica, bioma o qual eles já conheciam, pois moram próximos a uma área que tem aquela paisagem natural. Depois foi proposto uma laboração em grupo, na qual iriam pesquisar o entorno do seu bairro e ver as mudanças ocorridas ao longo dos anos. Durante a pesquisa, eles descobriram que, fortes mudanças ocorreram naquele local, que vão desde o assoreamento de alguns rios até a construção irregular de residências, impactando drasticamente na dinâmica natural daquela região. A atividade foi muito promissora, principalmente por ter feito uma conexão dos alunos com sua realidade.&nbsp;<br>&nbsp;Terminado a pesquisa, pedi para que eles se dividissem em<br>grupos e elaborassem perguntas a respeito do tema: biomas brasileiros e<br>desenvolvimento sustentável. Os mesmos pesquisaram textos sobre o tema, usaram<br>as coletas do trabalho em campo e fizeram questões, entregando para os diferentes<br>grupos responderem. Eram 10 grupos com três alunos em cada um deles. Ao final,<br>as melhores perguntas e respostas iram ser escolhidas para serem usadas na<br>avaliação final do primeiro bimestre.&nbsp;<br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-14 01:46:31 UTC</pubDate>
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         <title>No início deste ano letivo eu desenvolvi em uma das escolas em que leciono uma atividade relacionada a minha disciplina, Geografia, nas turmas de 1º ano, uma tarefa para os alunos que contraste com a realidade local, usando um dos biomas brasileiros e a questão do crescimento populacional ao longo dos anos naquela localidade. Especificamente no bairro do Tinguá, Nova Iguaçu. A escola fica perto de uma reserva biológica. Os alunos fizeram uma atividade em sala de aula, usando o livro e identificando o bioma de Mata Atlântica, bioma o qual eles já conheciam, pois moram próximos a uma área que tem aquela paisagem natural. Depois foi proposto uma laboração em grupo, na qual iriam pesquisar o entorno do seu bairro e ver as mudanças ocorridas ao longo dos anos. Durante a pesquisa, eles descobriram que, fortes mudanças ocorreram naquele local, que vão desde o assoreamento de alguns rios até a construção irregular de residências, impactando drasticamente na dinâmica natural daquela região. A atividade foi muito promissora, principalmente por ter feito uma conexão dos alunos com sua realidade. Terminado a pesquisa, pedi para que eles se dividissem em grupos e elaborassem perguntas a respeito do tema: biomas brasileiros e desenvolvimento sustentável. Os mesmos pesquisaram textos sobre o tema, usaram as coletas do trabalho em campo e fizeram questões, entregando para os diferentes grupos responderem. Eram 10 grupos com três alunos em cada um deles. Ao final, as melhores perguntas e respostas iram ser escolhidas para serem usadas na avaliação final do primeiro bimestre. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-14 02:17:53 UTC</pubDate>
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         <title>TURMA B - GRUPO 8 - COLÉGIO ESTADUAL AMANDA VELASCO - PROF. DANIELE ISMAEL FERREIRA</title>
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         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2364041040</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste ano letivo eu desenvolvi com uma de minhas turmas um slam de poesias. O tema central era o Bicentenário da Independência do Brasil, conteúdo de História nas turmas de  segundo ano do Ensino Médio. Através dessas poesias os alunos puderam fazer uma análise crítica do processo de independência e a sociedade mantida a partir dela. Diante disso, eles mesmos fizeram um paralelo com a sociedade brasileira atual com a do período em questão. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-31 23:30:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Turma B - Grupo 8 - Profa.: Michelle de Moraes Ferraz - CEPMM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2434722952</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola na qual estou alocada fica localizada na Ilha do Governador e bem próxima a umas das praias banhadas pela Baia de Guanabara. Diante desse contexto, optei por levar os alunos a uma reflexão sobre as causas e consequências dessa poluição.&nbsp;<br>Acredito que as atividades que foram desenvolvidas ao longo do ano tenham relação com duas ações indicadas pela BNCC. São elas: &nbsp; Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos; e&nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br>As atividades realizadas foram: visita a praia, observação do tipo de material que é encontrado nas praias, entevista com os garis que fazem a limpeza diária das praias, elaboração de um caderno de campo, pesquisa na internet sobre a dimensão da Baía de guanabara e as políticas públicas que envolvem programas para a despoluição.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-05 14:39:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 7 - Prof. Fernanda Rodrigues - CIEP 448 Ruy Frazão Soares.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2438413063</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o período letivo de 2022, promovi uma gincana sustentável na minha escola. Essa gincana consistia em os alunos levarem resíduos para a escola, ao final de cada período nós separávamos e em seguida vendíamos no ferro-velho que fica em frente a escola.<br>Com o dinheiro arrecadado, no final do ano, conseguimos alugar um ônibus e levar os alunos da turma campeã ao Museu Arqueológico de Itaipu, e em seguida em uma escavação Geológica na praia de Camboinhas.<br>O resultado foi super produtivo.&nbsp;<br>Ao mesmo tempo que colaboramos com a preservação do planeta, arrecadamos dinheiro para nos "divertir".</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-09 20:25:37 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 8 - Professora Ana Carolina Moura Salustiano - Instituto de Educação Carlos Pasquale</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2438553476</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou professora de Sociologia e no ano letivo de 2022, considerando o conteúdo previsto no currículo mínimo da SEEDUC e o fato de que estávamos em ano eleitoral, propus aos estudantes das minhas turmas da 2ª série do curso normal que criassem partidos políticos fictícios com o objetivo de melhor compreender o sistema político e eleitoral brasileiro e demonstrar a importância da participação política.<br><br>Primeiramente, as turmas foram divididas em grupos com cerca de 12 estudantes cada. Cada estudante do grupo seria candidato a um cargo eletivo, por exemplo, um seria candidato à presidência, outro a governador, outro a senador e os demais seriam deputados federais ou estaduais, algumas turmas ainda tiveram prefeito e vereadores, a pedido dos próprios alunos. Os grupos deveriam criar um nome para o partido, número, slogan, arte, além de&nbsp; produzir um material escrito que consistiria no programa do partido, este deveria conter a visão do partido sobre temas como saúde, educação, economia entre outros. Assim como no período eleitoral, os candidatos tiveram de produzir material para sua campanha, a fim de apresentar suas propostas, como santinhos, adesivos e vídeos. &nbsp;<br>Esta atividade contribuiu para que os alunos pudessem compreender melhor a divisão de poderes, as atribuições de cada cargo político, o funcionamento do sistema eleitoral no Brasil, a importância dos partidos políticos, do voto e do eleitor. As aulas expositivas puderam assim ganhar forma valendo-se da criatividade&nbsp;e empenho dos estudantes.<br><br>Essa atividade é um exemplo prático das seguintes ações previstas na BNCC:<br>- Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br>- Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br>- Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-09 23:30:17 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 06 - Prof. Wilder Guimarães / C.E. CAIC Euclides da Cunha. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2442577082</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou professor de História, habilitado em Sociologia e em 2022 também lecionei na "disciplina" Fake News. No ano letivo recém concluído, atuando na disciplina em que me graduei, promovi uma atividade, que se tornou interdisciplinar, sobre o 1° centenário da Semana de Arte Moderna. Num primeiro momento, apresentei aos estudantes os participantes e os principais objetivos do Movimento de 1922, para em seguida fustigar um debate sobre a compreensão deles do que é arte e automaticamente estabelecer uma indagação/provocação: Um jovem pobre de subúrbio é capaz de produzir arte? A atividade ganhou corpo e tive o prazer de contar com a preciosa colaboração dos colegas professores/professoras de Geografia, Filosofia e Artes. Em "aulões" no auditório, discutimos o "monopólio da arte de qualidade", sob a ótica do determinismo geográfico, do racismo, do preconceitos de gênero, de classe social e da estética. Como culminância desse projeto, propusemos aos estudantes que utilizassem sua energia, habilidade e inspiração para produzir arte. Cartazes, desenhos, pinturas, poemas, crônicas, canções em qualquer gênero musical, dança, esquetes teatrais e afins. O resultado foi plenamente satisfatório, recebemos um material rico em sentimento e autenticidade. Lindos textos, poemas, desenhos e pinturas que expressaram as angústias, contradições, desejos e anseios de seus criadores. Produções "simples" com um poder de comunicação absurdo.<br>&nbsp; Com isso, busquei garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política. Além de estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-12 17:04:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5 - CIEP 173 Rainha Nzinga de Angola - Daniel Vieira Inácio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2449317499</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, sou Daniel Vieira Inácio do grupo 5 B. Trabalho no CIEP 173 Rainha Nzinga de Angola onde sou professor de Filosofia. Escolho as ações: “Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política” e “Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares”. Escolho falar de uma estratégia que permeia o cotidiano da disciplina. Após a introdução de um novo tema, que normalmente faço de forma dialogada, proponho atividades a partir de leituras que são feitas em grupos. Os estudantes precisam analisar o texto, expor seus pensamentos para a turma em plenária e associar com alguns conceitos propostos. Dependendo do avanço do grupo, peço para confeccionar um produto visual; pode ser um cartaz, um painel ou um mapa mental. Eles podem usar desenhos, imagens, palavras e frases. Outro recurso utilizado é a confecção de pequenos cursos na internet através das plataforma goconqr. O intuito é dar maior liberdade de leitura, fazer o acompanhamento do avanço e dar suporte às dificuldades que aparecem. Mas esta atividade depende de acesso à internet, por isso, muitas vezes fica oferecida como recuperação de estudos.&nbsp;</div><div><br>EU POSTEI ESTA ATIVIDADE NO PRAZO E NÃO RECEBI NOTA, CONFORME IMAGEM ANEXADA.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-19 05:13:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como a BNCC interfere na visão de mundo dos alunos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2452035999</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde os primórdios do desenvolvimento científico existe a teoria e a prática. Podemos nos perguntar se a BNCC esta voltada para o desenvolvimento integral do estudante ou apenas é um recurso economicista para enxugar o orçamento publico, através de uma prática neoliberal. A formação e capacitação da pessoa humana é um todo complexo que se realiza ao longo de toda sua vida, é evidente que a BNCC não esta diminuindo o currículo, mas esta transformando-o. A questão que se encontra é para que e para quem esta se fazendo esta reforma. Será que vai realmente impactar positivamente no processo de ensino aprendizagem?</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-21 20:08:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 7 - Prof. Eduado H. F. Mello - Ciep 303 - Ayrton Senna - CE Escola Bahia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2455501394</link>
         <description><![CDATA[<div>As duas ações escolhidas foram:<br>-&nbsp; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e</div><div>- Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação.<br>Sou prof. Regente no CIEP 303 e GLP na Escola Bahia, meu trabalho foi feito junto aos professores, equipe pedagógica, direção, corpo discente e comunidade escolar. Trabalhamos juntos com eventos culturais como a comemoração ao centenário da Semana de Arte moderna, com destaque para incluir a valorização da cultura local promovendo a semana arte na favela. Consiste em diversas oficinas na qual os alunos que são moradores da Rocinha apresentaram trabalhos que retratam a cultura local. Exemplos: Rimas - movimento Rap - apresentação de dança, tranças de cabelo, arte na poesia e literatura, fotografia (Rocinha sob Lentes), artesanato entre outras atividades concomitante as palestras, debates e outros trabalhos referidos aos artistas homenageados que marcaram o período.<br>Na escola Bahia realizamos a semana de valorização da Consciência Negra. Professores apresentaram oficinas sobre a história dos africanos no Brasil, movimentos de combate ao preconceito e o racismo, palestras, teatro, danças e rituais, as contribuições culturais na língua falada e escrita, hábitos e costumes na alimentação, vestuário, religião e crenças, legado histórico de um povo que ajudou na formação da identidade da nação brasileira entre outras atividades voltadas para o tema. Essas foram as experiências mais significativas devido a interação dos alunos nesses eventos. &nbsp;&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-25 00:40:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2462028854</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 6 - Debora dos Santos Leal - Instituto de Educação Carlos Pasquale.<br>&nbsp;Sou professora de História foi a participação dos alunos do 2º ano do projeto da OAB " Calçadas da Cidadania".<br>Os alunos puderam participar de um dia inteiro no Centro da cidade que muitos não conheciam foi uma ótima oportunidade para conhecer outras partes da cidade além do município de Nilópolis onde moram.<br>Tiveram a possibilidade assistir a várias palestras e debates no Ministério público e na OAB onde também puderam perguntar e confrontar seus conhecimentos com juízes e&nbsp; advogados. O nível de perguntas foi elogiado pelos palestrantes isso motivou muitos a estudar para fazer o próximo Enem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-30 19:58:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2462044115</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, sou Daiana. Atuo como professora de Sociologia no C.E. Vicentina Goulart, as ações escolhidas foram:</div><div>Favorecer a atribuição de sentido às aprendizagens, por sua vinculação aos desafios da realidade e pela explicitação dos contextos de produção e circulação dos conhecimentos;<br><br></div><div>Garantir o protagonismo dos estudantes em sua aprendizagem e o desenvolvimento de suas capacidades de abstração, reflexão, interpretação, proposição e ação, essenciais à sua autonomia pessoal, profissional, intelectual e política;<br><br></div><div>As atividades realizada tem como objetivos estar entrelaçado ao currículo e não ser apenas pontual, com a intenção de abrir caminhos para uma educação decolonial, me respaldando no potencial descolonizador da 11.635/2008, que tornar obrigatório e todos os níveis de ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e indígena e trabalhar as competências e habilidades previstas na BNCC. A fim de visibilizar a participação e historia de mulheres. Procuro destacar a atuação de algumas mulheres, que atuaram ou atuam politicamente, produzindo conhecimento a partir de suas experiências. Segue imagens uma roda de conversa sobre epistemologia das mulheres negras em suas diversidades, compreendendo que os conhecimentos produzidos no cotidiano, na academia, na prática, em casa, na rua e/ou são uma ciência.Foi feito um varal e nele penduramos apenas as imagens de mulheres e sua maioria mulheres negras do campo e da cidade, colocamos os nomes (e nada mais). Foi feita uma roda de conversa e abrimos vários questionamento sobre quem eram, o que fizeram, se alguém já conhecia e/ou já tinha ouvido falar. A maioria das resposta ficaram para próxima aula, isso porque foi dada a missão de cada grupo pesquisar, e a partir da próxima aula confeccionar um cartaz/porta estandarte, música, teatro e apresentar para a turma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-30 20:11:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 6 - Olá sou Angélica e atuo como professora  de História  e Sociologia do CE Teresa Cristina.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2462298351</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Em 2022 lecionei a disciplina Projeto de vida para o 1º ano. O tema foi: O desafio dos jovens para se inserirem no mercado de trabalho. Nela discutimos a falta de políticas públicas que incentivem a contratação de jovens. Identificamos, que apesar de toda a informação disponível a maioria dos jovens não sabem quais são e nem possuem os documentos básicos para irem em busca de emprego ou estágio. Muitos não entendiam que cidadania passa pela sua identificação formal como brasileiro.<br>  Primeiro foi apresentado todos os documentos que o cidadão deve possuir durante sua vida. Com a ajuda da sala de informática ajudamos os alunos que não possuíam carteira de trabalho, título de eleitor e RG a obtê-los. Construímos currículos, demos noções de usabilidade do e-mail, por incrível que pareça a maioria não sabe enviar um corretamente, tivemos palestras com a participação de dois ex-alunos contando suas experiência no mercado de trabalho e estágio. Simulamos várias situações de entrevistas de emprego.</div><div>  Foi muito gratificante ministrar essa disciplina, mostrar para eles que são donos de suas vidas e que podem fazer melhor do que a sociedade espera deles. No final do ano os alunos conseguiram adquirir ferramentas básicas para sua inclusão no mercado e três alunos conseguiram estágios&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-31 01:35:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2462879198</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo  7  Jane Borges Teixeira Ceja Engenheiro Paulo de Frontin-Três Rios<br><br></div><div>&nbsp; Promover a aprendizagem colaborativa, desenvolvendo nos estudantes a capacidade de trabalharem em equipe e aprenderem com seus pares; e<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estimular atitudes cooperativas e propositivas para o enfrentamento dos desafios da comunidade, do mundo do trabalho e da sociedade em geral, alicerçadas no conhecimento e na inovação. (BRASIL, 2018<br><br></div><div>Estas ações foram as escolhidas pois os alunos tem mais facilidade de apreender conteúdos quando tratamos de temas mais próximos de sua realidade, na escola onde leciono, trabalhamos o Multiculturalismo e a participação dos alunos foi muito proveitosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-31 12:09:13 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 7 Daniele Ismael Ferreira C. E. Amanda Velasco</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cursosuerj/vhfjtbfjpxycku2i/wish/2465058592</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Assegurar tempos e espaços para que os estudantes reflitam sobre suas experiências e aprendizagens individuais e interpessoais, de modo a valorizarem o conhecimento, confiarem em sua capacidade de aprender, e identificarem e utilizarem estratégias mais eficientes a seu aprendizado:<br><br><br>Começamos a apresentar aos alunos o conceito, a função e a importância do Grêmio Estudantil. Diante dessa conversa surgiu o interesse dos alunos na criação do Grêmio. Várias reuniões foram feitas para a montagem das regras, das chapas e das propostas. Hoje estamos colaborando com eles para que as propostas das diferentes chapas sejam apresentadas às turmas e na próxima semana eles iram às urnas para escolherem a chapa que melhor lhe representam.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-01 18:38:58 UTC</pubDate>
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