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      <title>Refugiados by José Luiz Amado</title>
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      <pubDate>2021-03-17 22:44:17 UTC</pubDate>
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         <title>Um bote ou patera transporta marroquinos. Estreito de Gibraltar, 1997</title>
         <author>iffmacae</author>
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         <pubDate>2021-03-17 22:45:53 UTC</pubDate>
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         <title>Tijuana, fronteira com os Estados Unidos, cidade onde se instalam os migrantes clandestinos capturados pelos patrulheiros americanos na divisa. México, 1997.</title>
         <author>iffmacae</author>
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         <pubDate>2021-03-17 22:55:00 UTC</pubDate>
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         <title>Em minha cidade natal ao sul do Sudão, havia combates por todos os lugares. Não havia colégio e asúnicas coisas a fazer era cuidar dos animais e jogar. Durante muito tempo, sonhava em escapar daquelelugar para viver onde não houvesse guerras, onde pudesse ir de novo ao colégio, onde tivesse comida eonde as bombas não pudessem ferir as cabras de meu pai. Uma mulher, nossa vizinha, vivia só com seusfilhos, pois seu marido havia morrido em combate. Quando ela saiu, compreendi que era tempo de partir.Havia muita gente caminhando pela estrada. Eu não tinha nada, nem comida, nem roupas. [Jacob, Sudão, África]</title>
         <author>iffmacae</author>
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         <pubDate>2021-03-18 17:12:22 UTC</pubDate>
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         <title>Meu nome é Amra, tenho 13 anos, venho de uma cidade da Bósnia, situada a 30 quilômetros de Djakovo.Tenho uma irmã de 6 anos, Zelma. Mas tenho outra de 9 anos. Não sei exatamente onde ela está.Estamos muito preocupados por ela. A Bósnia era um lugar especial. O melhor lugar do mundo. Gostavamuito de meu país. Mas começou a guerra e vi morrer muita gente. Incendiavam as casas. Como nãotínhamos muito para comer, meu pai, meu irmão e minha irmã Elma foram para a casa de meus avós.Minha mãe enviou a mim e Zelma para o povoado de minha avó. Mas os soldados chegaram e matarammuita gente. Minha mãe veio em seguida e nos levou para a Croácia. Ela tentou buscar a Elma, mashouve uma explosão na ponte e não pudemos passar. Depois de mais de 24 horas de viagem, chegamosa um centro de refugiados que tem mais de 3 mil pessoas. Depois de algum tempo, fomos para a Suíça.[Amra, 13 anos, Bósnia]</title>
         <author>iffmacae</author>
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         <pubDate>2021-03-18 17:14:19 UTC</pubDate>
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         <title>Não levei nada comigo, já que pensamos que seria apenas por alguns dias. Em alguns meses, fomosdesalojados três vezes. Um dia ouvi que alguém com o nome de minha mãe estava num centro derefugiados de Pokrovskoe. Segui desesperada, procurando em todos os rostos das mulheres, mas não aencontrei. Não posso falar de futuro, porque não o vejo como possível. Gostaria de ser médica. Mas jáestou há tanto tempo longe da escola que teria vergonha de voltar.[Milana, 16 anos, Chechênia]</title>
         <author>iffmacae</author>
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         <pubDate>2021-03-18 17:14:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Durante muitos anos de minha vida só conhecia meu país, o Cambodja, pelas histórias que me contavam.O que me contavam é que o Cambodja era um país em guerra, onde as pessoas morriam ou se convertiamem refugiados como eu. Durante a maior parte de minha vida, minha casa era um grande campo derefugiados na Tailândia. Não estou certo se nasci lá. Meu irmão e irmã nasceram. Foi ali que nossos paisnos abandonaram...[Narin, um menino de 13 anos]</title>
         <author>iffmacae</author>
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         <pubDate>2021-03-18 17:22:59 UTC</pubDate>
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         <title>Campo de refugiados palestinos de Nahr el-Bared, norte do Líbano, 1998.</title>
         <author>iffmacae</author>
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         <pubDate>2021-03-18 17:48:58 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres viúvas, cujos maridos foram seqüestrados pelos soldados iraquianos. Aldeia de Beharke, Curdistão Iraquiano, 1997.</title>
         <author>iffmacae</author>
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         <pubDate>2021-03-18 17:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>Refugiados instalados em antigos trens de passageiros, campo de Ivankovo, Croácia, 1994.</title>
         <author>iffmacae</author>
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         <pubDate>2021-03-18 17:55:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>renanamayaritter</author>
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         <pubDate>2021-04-01 15:19:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>              Gabriel Fonseca Barreto e Matheus Paiva Alves - 3001A</title>
         <author>gabrielf18</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.acnur.org/portugues/2018/08/24/um-ano-da-emergencia-rohingya-a-crise-de-refugiados-mais-recente-da-asia-merece-solidariedade-internacional-e-avanco-nas-solucoes/<br><br>     Um ano da emergência rohingya: a crise de refugiados mais recente da Ásia merece solidariedade internacional e avanço nas soluções. O ACNUR, Agência da ONU para Refugiados, convoca a comunidade internacional a aumentar seu apoio a cerca de 900 mil refugiados rohingya apátridas em Bangladesh, e a mostrar solidariedade aos países que os acolhem e que têm agido de forma generosa.&nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-08 23:08:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Anna Clara Luiz e Lara Albernaz - 3001A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1398529771</link>
         <description><![CDATA[<div>https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/08/16/grecia-expulsou-e-deixou-em-bote-a-deriva-pelo-menos-1072-refugiados-diz-jornal.ghtml<br><br>&nbsp; &nbsp;O jornal "The New York Times" publicou uma reportagem afirmando que a Grécia ilegal e secretamente expulsou mais de mil refugiados nos últimos meses, abandonando-os com botes infláveis no mar, ao redor das águas territoriais gregas. A reportagem tem como base depoimentos de sobreviventes, pesquisadores e a guarda costeira da Turquia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 03:28:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Miguel Resende e Sabrina Campos - 3001B</title>
         <author>miguelvieira4</author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1400042073</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>NO CHADE, REFUGIADO CENTRO-AFRICANO MANTÉM VIVA A ESPERANÇA<br></strong><br></div><div>O Chade ofereceu refúgio aos refugiados da República Centro-Africana, onde a violência renovada continua a forçar dezenas de milhares a fugir.&nbsp;</div><div><br></div><div><a href="https://www.unhcr.org/news/stories/2021/4/60633e4d4/chad-central-african-refugee-keeps-hope-alive.html">https://www.unhcr.org/news/stories/2021/4/60633e4d4/chad-central-african-refugee-keeps-hope-alive.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 14:14:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gabriel Woyames e Rafael Santiago - 3001A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1400116173</link>
         <description><![CDATA[<div>Em combate a pandemia no Brasil, a inclusão e acolhimento de refugiados que estão em uma situação mais vulnerável ao vírus, pode ser uma ajuda ao caminho de saída da pandemia.<br><br>&nbsp;https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/03/24/para-enfrentar-pandemia-refugiados-no-brasil-se-ajudam-em-iniciativas-e-redes-de-auxilio.ghtml  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 14:30:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1400388170</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 15:29:55 UTC</pubDate>
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         <title>Rebeca Maciel e Matheus Amorim - 3001A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1401001985</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.acnur.org/portugues/dados-sobre-refugio/dados-sobre-refugio-no-brasil/<br><br>Apesar&nbsp;da triste jornada que milhares de famílias refugiadas vivem ao redor do mundo, muitas famílias, de diversas nacionalidades, são hoje reconhecidas. Famílias que tiveram medo de se dividirem, hoje estão unidas e conseguiram seguir a sua vida.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 17:54:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paulo Affonso - 3001B e Gustavo Lima Ribeiro - 3001B </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1401635848</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Um dos conflitos que mais recebem atenção no mundo contemporâneo é a Guerra da Síria. O jornal espanhol El País produziu uma exposição de fotos a partir de imagens de crianças refugiadas, para demonstrar a dura realidade dos imigrantes sírios e sua situação no momento de abandonar o país:<br>https://brasil.elpais.com/brasil/2021/03/12/album/1615561300_698724.html#foto_gal_6<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-09 21:56:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Thamirez Cerca - 3001B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1402957686</link>
         <description><![CDATA[<div>https://veja.abril.com.br/mundo/ela-passou-28-anos-sem-patria-nem-documentos-eu-me-sentia-invisivel/<br><br></div><blockquote><strong>"Fui ignorada por dez anos, até que, em 2014, o governo brasileiro me ofereceu um documento especial para viajar ao Brasil e ser registrada como refugiada."</strong></blockquote><div><br>A reportagem conta a história de Maha Mano, que seguiu apátrida por 28 anos junto aos seus irmãos, até que, depois de muitas tentativas em diversos países, foram chamados ao Brasil, onde receberam acolhimento, documentos e uma cidadania. Foram registrados como refugiados.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-10 18:19:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pedro Mozer e Igor Lopes - 3001A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1403312160</link>
         <description><![CDATA[<div>Rosemary Kariuki, mulher refugiada da Quênia, foi premiada como Australiana do ano por transformar a vida de outras mulheres refugiadas ajudando-as a superarem a violência de gênero e o isolamento.<br><br>https://www.acnur.org/portugues/2021/03/19/queniana-transforma-vida-de-mulheres-refugiadas-na-australia/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 00:20:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1404470161</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Kakuma e Dadaad, dois enormes campos de refugiados no Quênia, ameaça fechar as portas, deixando mais ou menos 400 mil pessoas sem ter para onde ir. Mais da metade dos refugiados teriam que voltar para o país vizinho, Somália, de onde saíram buscando paz, deixando a violência para trás.<br>&nbsp; &nbsp; Essa história envolvendo os dois países não é nova, onde os mesmos cortaram laços diplomáticos em 2020. Haviam muitas acusações de grupos terroristas da Somália estarem ocupando os campos no Quênia, ameaçando o país.&nbsp;<br><br>LINK 1:<br>https://www.msf.org.br/noticias/dadaab-quenia-retorno-dos-refugiados-somalia-nas-atuais-condicoes-e-desumano<br>LINK 2: https<br>https://www.dw.com/pt-002/uni%C3%A3o-africana-preocupada-com-corte-de-rela%C3%A7%C3%B5es-entre-qu%C3%A9nia-e-som%C3%A1lia/a-56004923<br>LINK 3: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/05/quenia-diz-que-fechara-maior-campo-de-refugiados-do-mundo-e-e-criticado.html<br>LINK 4:&nbsp;<br>https://www.publico.pt/2021/04/01/mundo/noticia/quenia-ameaca-encerrar-campos-albergam-perto-400-mil-refugiados-1956836<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 16:17:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gabriela Pereira e Vitória Martins - 3001B</title>
         <author>pgabriela610</author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1404528235</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Kakuma e Dadaad, dois enormes campos de refugiados no Quênia, ameaça fechar as portas, deixando mais ou menos 400 mil pessoas sem ter para onde ir. Mais da metade dos refugiados teriam que voltar para o país vizinho, Somália, de onde saíram buscando paz, deixando a violência para trás.<br>&nbsp; &nbsp; Essa história envolvendo os dois países não é nova, onde os mesmos cortaram laços diplomáticos em 2020. Haviam muitas acusações de grupos terroristas da Somália estarem ocupando os campos no Quênia, ameaçando o país.&nbsp;<br><br>LINK 1:<br>https://www.msf.org.br/noticias/dadaab-quenia-retorno-dos-refugiados-somalia-nas-atuais-condicoes-e-desumano<br>LINK 2:<br>https://www.dw.com/pt-002/uni%C3%A3o-africana-preocupada-com-corte-de-rela%C3%A7%C3%B5es-entre-qu%C3%A9nia-e-som%C3%A1lia/a-56004923<br>LINK 3: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/05/quenia-diz-que-fechara-maior-campo-de-refugiados-do-mundo-e-e-criticado.html<br>LINK 4:&nbsp;<br>https://www.publico.pt/2021/04/01/mundo/noticia/quenia-ameaca-encerrar-campos-albergam-perto-400-mil-refugiados-1956836<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 16:51:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mariana S. Guimarães e Renan A. Ritter | 3001-B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1404534447</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>→ Refúgio e migração no Brasil: fronteira como oportunidade de proteção<br><br></strong>(https://guiadefontes.msf.org.br/refugio-e-migracao-no-brasil-fronteira-como-oportunidade-de-protecao/)<em><br><br></em>De acordo com as Nações Unidas, o Brasil é um dos países menos receptivos a refugiados no mundo, encontrando-se na 137ª posição entre quase 200 países avaliados. Esse dado considera a capacidade de acolhimento de acordo com a população, a extensão territorial do país e indicadores econômicos.<br><br></div><blockquote>Foto: "O casal sírio Hasim e Hulud, com os quatro filhos e o irmão de Hasim, na Grécia; sírios formam maior grupo de refugiados no Brasil.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-11 16:54:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>José Carlos Paes | 3001-A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1405235541</link>
         <description><![CDATA[<div>LINK 1:<br>(https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150903_aylan_historia_canada_fd)<br>LINK 2:<br>(https://blogs.oglobo.globo.com/blog-do-acervo/post/alan-kurdi-foto-do-menino-morto-na-turquia-que-fez-o-mundo-olhar-para-crise-dos-refugiados.html)<br><br>A foto que chocou o mundo, mostra a triste realidade do cotidiano daqueles ao qual seu país esta em guerra, Alan Kurdi, de origem Síria, a sua família tentara fugir da guerra em direção ao Canadá junto de um grupo, porém só o pai do menino sobreviveu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 00:41:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1405391732</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 01:45:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Leonardo Rikelme e Thaliny Ribeiro  I  3001-A</title>
         <author>leonardorikelme</author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1405393065</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>Porto Alegre abre centro de atendimento para refugiados e imigrantes- </strong>https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2021/04/05/porto-alegre-abre-centro-de-atendimento-para-refugiados-e-imigrantes.ghtml</h1><div><br>Na segunda feira desta semana (05/04/21), foi inaugurada pela prefeitura de Porto Alegre o <strong>Centro de Referência ao Imigrante, </strong>que oferecerá atendimento social a estrangeiros que vivem na cidade. Pesquisas mostram que <strong>30 mil</strong> imigrantes e refugiados vivem na Capital do RS atualmente.<br><br><br></div><blockquote><strong><em><sup>"O Centro de Referência para Imigrantes possibilitará o atendimento de forma planejada e focada nas necessidades dessa população. Permitirá também a construção de novos projetos para promover a inclusão social dos imigrantes e refugiados em Porto Alegre, além de integrar melhor os serviços municipais e federais neste setor."</sup></em></strong></blockquote><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 01:46:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Refugiados instalados em antigos trens de passageiros, campo de Ivankovo, Croácia, 1994.</title>
         <author>iffmacae</author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1515624222</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 23:57:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LÍBANO: UM DOS MAIORES RECEPTORES DE REFUGIADOS DO MUNDO - Yasmin Ferreira, 3001 B.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iffmacae/refugiados/wish/1653473454</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O artigo apresentado no link 1 tem por objetivo analisar quais fatores fizeram do Líbano, um dos maiores receptores de refugiados do mundo, nos últimos dois séculos. Para isso, analisou-se três grandes ondas de refúgio, a armênica, a palestina e a síria. Defende-se que o Líbano é um importante destino de refúgio por alguns fatores determinantes, sua localização estratégica, estar situado em uma região "caótica" que convive com muitos conflitos armados, sua grande diversidade religiosa, a falta de políticas de imigração rigorosas para adentrar o país e seu sistema político interno que ampara a participação de grupos minoritários na vida política do país.&nbsp;<br>Já a matéria do link 2 aborda especificamente a imigração de sírios com destino ao Líbano, principal responsável pelo número de refugiados atingir, neste último país, a marca de um quarto da população.<br><br>LINK 1: https://dspace.unila.edu.br/bitstream/handle/123456789/4257/SARI_2019_107-113.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y<br><br>LINK 2: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/04/140403_libano_refugiados_siria_fn<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-17 21:00:38 UTC</pubDate>
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