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      <title>A Minha Biblioteca by Elisabete Rocha</title>
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      <description>Literatura Infantil e Formação de Leitores</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-24 14:17:38 UTC</pubDate>
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         <title>Carta a um filho</title>
         <author>20010474</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.facebook.com/obidoscrescermelhor/videos/carta-a-um-filho/292302412510049</div>]]></description>
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         <title>Avós</title>
         <author>20010474</author>
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         <pubDate>2022-03-23 14:48:49 UTC</pubDate>
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         <title>O Senhor Cavalo-Marinho</title>
         <author>20010474</author>
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         <pubDate>2022-03-23 15:08:59 UTC</pubDate>
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         <title>Queres namorar comigo?</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2109935913</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.facebook.com/obidoscrescermelhor/videos/2832603706820753</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:10:54 UTC</pubDate>
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         <title>Capa</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2109969126</link>
         <description><![CDATA[<div>Referência bibliográfica<br>Autor Rudyar Kipling<br>Ilustração Mauro Envagelista<br>Título Carta a um filho<br>Editora A Esfera dos Livros<br>Data lançamento outubro 2010</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:25:59 UTC</pubDate>
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         <title>Sinopse</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2109969708</link>
         <description><![CDATA[<div>Carta a um filho é um poema, escrito em 1910, por Rudyar Kipling. Este poema pede para ser lido em voz alta,&nbsp; seus versos e valores familiares, deslizam pelo livro com musicalidade.&nbsp;<br><br>Ilustração de Mauro Envagelista, com ilustrações cuidadas, com um sentido estético e artístico clássico em tons naturais.<br><br>Plano Nacional de Leitura<br>Recomendado para o 4º ano de escolaridade<br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:26:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Excerto</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2109970188</link>
         <description><![CDATA[<div>"Se fores capaz, de falar às multidões sem perder a virtude,<br>caminhar com os reis, sem deixares de ser simples,<br>se nem os teus inimigos, nem os teus amigos mais queridos te conseguem magoar,<br>se todos os homens contam contigo,<br>mas nenhum dispõe de ti"<br><br>"Se és capaz de preencher o fogaz minuto,<br>com 60 segundos vividos plenamente,<br>tua é a terra e tudo o que nela existe,<br>E, o que mais importa,<br>Serás um Homem meu filho!"<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:26:32 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2109970716</link>
         <description><![CDATA[<div>“Carta a um Filho”, é um género de literatura Infantil e juvenil, que aprofunda a narrativa do livro ilustrado, numa relação que se constrói a partir das ilustrações fortes e as rimas sonantes. O livro apresenta-se como um&nbsp; álbum imponente,&nbsp; construído segundo o modelo narrativo, que conta uma história, e onde a leitura em rima/poema, suscita&nbsp; a compreensão das relações que se estabelecem entre uma imagem e a palavra escutada, numa reconstrução dos diferentes momentos da narrativa.<br><br></div><div>No domínio do álbum e do livro profusamente ilustrado, segundo Patricia Delahie (1995) um bom livro, corresponde a critérios como uma selecção criteriosa, dos quais destaco:<br><br></div><div>A variedade: estando a criança ou o jovem receptivos a cada livro,&nbsp; numa perspectiva em que um livro abre «uma nova leitura, uma nova visão da realidade estética, psicológica, social».<br><br></div><div>&nbsp;A coerência: ao nível da imagem, do texto, na articulação entre imagem/texto, havendo a necessidade de credibilidade destes elementos e, quando coexistem, de um relacionamento harmonioso entre si, como podemos visualizar nesta obra.<br><br></div><div>&nbsp;A lisibilidade: a força do elemento visual é essencial até aos seis anos, neste caso, adequa-se aos jovens, numa necessidade que as imagens intriguem e retenham a atenção.<br><br></div><div>Nesta base, todas as técnicas são aceitáveis, mas nos documentários a própria imagem deve informar, contar, explicar, e nas histórias as personagens e a acção devem ser facilmente identificáveis ao longo do livro: «um bom livro, é um estilo, um ritmo e conclusões».&nbsp;<br><br></div><div>A&nbsp; eficácia: escrever curto e conciso é uma necessidade na sedução das crianças e jovens leitores, mas um bom livro é também um texto que flui naturalmente, em que as expressões e o ritmo da frase se adequam ao tema e conduzam o ouvinte/leitor na magia da palavra.<br><br></div><div>No domínio da literatura para crianças e jovens, a poesia como escreve António Torrado, “entre as múltiplas solicitações que, nos nossos dias, rodeiam a criança, a poesia não ocupa um lugar privilegiado. Mas a culpa não será dela, criança, nem dela, poesia”.<br><br></div><div>Escolhi este livro por ter uma abordagem contemporânea da poesia e da ilustração, sobre um tema antigo, filhos e valores que se passam aos filhos. Um poema conhecido como Carta a um Filho, “escrito em versos e contado com imagens”, composto por<strong> </strong>Rudyar Kipling em 1910.<br><br></div><div>Se no Século XIX, verificamos um excesso de didactismo ou um sentimentalismo exagerado são aspectos que caracterizavam a poesia para os mais novos. O século XX, sobretudo, a partir dos anos 50 que irá surgir um grupo significativo de poetas com um trabalho continuado e de qualidade na área da escrita poética para crianças e jovens, em Portugal.<br><br></div><div>Carta a um Filho em 1995, numa sondagem da BBC, foi apontado como o poema mais apreciado na Grã-Bretanha.<br><br></div><div>Segundo o poeta e professor Georges Jean (1997: 183), a importância de uma iniciação à poesia deve ter por base as rimas infantis, estimulando o percurso da criatividade:<br><br></div><div><em>&nbsp;“Desde a primeira infância, desde as primeiras rimas de berço, desde as primeiras comptines, a linguagem poética abre, deveria abrir qualquer coisa que torna cada ser atento ao mundo, à sua própria memória, à descoberta perturbante do corpo, dos seus primeiros sentidos e dos ritmos orgânicos vitais que uma certa linguagem prolonga, modula, exprime. Pouco a pouco a poesia confere à voz primitiva a possibilidade de usar a palavra e a linguagem como matéria primeira de uma invenção constante de si mesmo.”<br></em><br></div><div>Quanto ao aproveitamento das rimas infantis com objetivo pedagógico, já Adolfo Coelho, defendia sua importância quando publicou a sua recolha de rimas e jogos infantis (1919: 88, 2.ª ed.):&nbsp;<br><br></div><div>“<em>Quando as primeiras rimas se fixam na sua memória, [a criança] tem matéria nova para o jogo: brinca com as rimas. O ritmo, a consonância são aqui muito, se não o principal. Ao mesmo tempo opera-se no espírito da criança a distinção da linguagem do jogo, a rima, da linguagem da praxe da vida, a prosa. É uma iniciação no mundo da arte.”<br><br></em>Carta a um Filho pode ainda assim, relativamente ao tema, e com base na teoria de Juan Cervera (1991: 82), ser inserido na&nbsp; poesia&nbsp; lírica, uma poesia que se caracteriza pela expressão de sentimentos e juízos do sujeito poético perante situações e objetos, o que se traduz num maior grau de subjetividade, num plano temático que caracteriza a poesia moderna, através de olhar poético sobre o real: a natureza humana; o homem adulto; a criança que é filho e será adulto , a expressão de sentimentos e valores, numa abordagem das questões sociais inerentes ao crescimento após a infância/adolescência até à idade adulta.<br><br>Comentário com base na bibliografia cedida na UC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:26:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Capa</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2109977730</link>
         <description><![CDATA[<div>Referência bibliográfica<br>Autor Chema Heras<br>Ilustração Rosa Osuna<br>Título Avós<br>Editora Kalandraka<br>Data de lançamento&nbsp;2003</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:30:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sinopse</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2109978175</link>
         <description><![CDATA[<div>A narrativa relata a história de um casal ternurento de idade sénior, o Manuel e a Manuela.<br>O Manuel aceita com naturalidade as marcas dos anos. A Manuela é uma rapariguinha de idade avançada e o Manuel adora dançar com ela.<br>Esta narrativa maravilhosa,&nbsp; ensina a encontrar a beleza e o amor através do olhar e a aceitar-nos com o passar do tempo.<br><br>Ilustrações de Rosa Osuna, com um estilo simples e expressivo à base de cores suaves em aguarela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:30:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Excerto</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2109978524</link>
         <description><![CDATA[<div>"Não digas isso, mulher!<br>Tu és bonita como o sol.<br>E faz o favor de te despachar,&nbsp;<br>que temos que ir dançar!"&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:30:28 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2109978813</link>
         <description><![CDATA[<div>Avós, é um conto para crianças, sendo o conto o género mais usual e cultivado, na mediação da literatura infantil.<br><br></div><div>Este conto remete para as antigas tradições culturais, como ficou referenciado na literatura tradicional, que nos remete para a figura da avó e do avô e para a tradição da festa da terrinha com o tradicional bailarico.<br><br></div><div>Em relação à categoria tempo, a característica mais importante é a economia temporal. Face a esta concentração, Massaud Moisés considera que ao conto interessa, sobretudo “uma fração dramática, a mais importante e a decisiva, duma continuidade em que o passado e o futuro possuem significado menor ou nulo”.</div><div><br>Na realidade nesta história de uma avó Manuela e um avô Manuel, ambos tem as marcas do tempo no corpo, e privilegiam o amor, o que sentem um pelo outro.&nbsp;</div><div><br>A acão capta um momento da vida das personagens centrais, onde o que está antes e o que poderemos imaginar que aconteceu depois não interessa; o essencial é o acontecimento presente de ir ao “baile”, onde se concentra os elementos capazes de despertar o interesse e na adesão do leitor, através de uma musicalidade em verso: “Não digas isso mulher! Tu&nbsp; és bonita como o sol".....<br><br>O conto tradicional, tem importância enquanto elemento cultural, como objeto de estudo, em diferentes abordagens como na etnografia, na antropologia e anos estudos literários.<br><br></div><div>O conto tradicional tem um papel importante na formação da personalidade da criança. No domínio das relações do conto com o universo infantil, talvez a perspetiva mais conhecida seja a de Bruno Bettelheim, que deu origem ao livro Psicanalise dos Contos de Fadas, título da tradução portuguesa. A aproximação psicanalítica encetada por esse autor, orientou um conjunto de leituras, através das quais procurava identificar nos contos tradicionais elementos que se relacionam com o inconsciente infantil e com determinados aspetos do desenvolvimento psicológico da criança.<br><br>Como exemplo o famoso conto tradicional do “O Capuchinho Vermelho”, abordado na obra referida acima. A&nbsp; relação que se estabelece entre o conto, a tradição oral e o indivíduo justifica-se assim em várias “idades”, como Georges Jean tão bem esclarece: “O poder dos contos para as crianças, os adolescentes e os homens de hoje reside em parte no facto de eles construírem, num modo imaginário, por antecipação, repetição ou recorrência «cenas» ou, melhor, cenários existenciais” (1981: 37).<br><br>Este poeta e investigador propõe, uma visão mais ampla e multificetada do “poder” dos contos, sobretudo em termos da sua função no desenvolvimento da imaginação, considerada como uma faculdade essencial do homem, particularmente fecunda durante a infância, e determinante para os processos de desenvolvimento da pessoa, tanto culturais como afetivos, sociais e individuais.<br><br><br>Comentário com base na bibliografia cedida na UC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:30:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Capa</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2110000416</link>
         <description><![CDATA[<div>Referência bibliográfica<br>Autor&nbsp;João Ricardo<br>Ilustração Ana Sofia Gonçalves&nbsp;<br>Título Queres namorar comigo?<br>Editora Dinalivro<br>Data de lançamento dezembro 2017</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:40:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Capa</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2110007893</link>
         <description><![CDATA[<div>Referência bibliográfica<br>Autor Eric Carle<br>Ilustração Eric Carle<br>Título O Senhor Cavalo-Marinho<br>Editora Kalandraka<br>Data de lançamento&nbsp;2012</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:44:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sinopse</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2110008436</link>
         <description><![CDATA[<div>Narrativa do ator João Ricardo, com recriação da ternura da linguagem da infância, que remete para o sentimento e as manifestações de carinho entre uma girafa e um caracol apaixonado.<br><br>Ilustrações de Ana Sofia Gonçalves, através de técnica mista, que incluí desenho e colagens, atribuindo uma tridimensionalidade à ilustração do livro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:44:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Excerto</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2110008722</link>
         <description><![CDATA[<div>"Posso ajudar?<br>Então ela pôs os ovos numa bolsa que havia na barriga do Senhor Cavalo Marinho.<br>- Vou tomar bem conta dos nossos ovos - disse o Senhor Cavalo Marinho. - Eu prometo.<br>O Senhor Cavalo Marinho nadava calmamente no mar...."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:44:26 UTC</pubDate>
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         <title>Sinopse</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2110009551</link>
         <description><![CDATA[<div>Senhor Cavalo Marinho, é uma narrativa que surge no fundo do mar,&nbsp; onde Eric Carle recorre a diferentes materiais, numa plasticidade opaca e transparente, com recurso a folhas de acetato,&nbsp; intercalando-as e sobrepondo camadas, num dinamismo e movimento controlado pelo leitor, onde se escondem diferentes peixes.<br><br>Nos acetatos, podemos encontar padrões coloridos de algas, corais ou rochas, surpreendendo os leitores e ouvintes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:44:47 UTC</pubDate>
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         <title>Excerto</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2110010080</link>
         <description><![CDATA[<div>"Sabes de uma coisa importante? - perguntou o caracol.<br>Ficamos cheios de barulho por dentro quando se ama, ficamos, tão grandes, tão grandes, tão grandes, que conseguimos chegar às nuvens!"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:45:00 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2110010452</link>
         <description><![CDATA[<div>Queres Namorar Comigo é um álbum ilustrado, que mostra objetos, representa sentimentos e situações facilmente reconhecidas pelos mais pequenos num reflexo e numa leitura do mundo e do quotidiano, com promenores na ilustração tridimensional, que nos transporta para uma caixinha de costura, com linhas, rendas e fitas de cetim.</div><div>Este livro, é um livro que serve em casa, na biblioteca, na escola, para desconstruir preconceitos, emoções, abrir e favorecer a comunicação e o diálogo com os adultos.<br><br>No primeiro reflexo literário da realidade, o livro de imagens constitui uma das primeiras etapas no caminho da leitura.<br>A criança aprende aí, a diferença entre a realidade e a representação dessa realidade. (Léon, 1994: 14).<br><br></div><div>Numa análise do conteúdo dos livros destinados aos mais pequenos reconhecemos fundamentalmente dois grupos temáticos, em função do que se propõe ao iniciante da “leitura”.<br><br></div><div>Um primeiro conjunto de livros remete mais directamente para, o próprio EU; depois temos os livros que apontam para, a relação do EU com o MUNDO.<br><br></div><div>Encontramos ainda dois tipos de abordagem, a forma narrativa, ou um simples adicionar de imagens e/ou situações.<br><br>Neste livro, encontramos uma narrativa visual que acompanha a narrativa do texto. Retomando a esfera do EU, encontramos, assim, neste livro uma proposta para a descoberta das emoções, as conquistas, os afetos, o preconceito, o quotidiano. Fala-nos de paixão, de amor, com a inocência da linguagem da infância, com recurso a dois personagens animais, a girafa e o caracol.<br><br></div><div>Quase todos os editores possuem séries dos chamados “livros-espelho”, sobre a vida quotidiana, com cenas facilmente identificáveis: o levantar, o comer, o banho, o jogo, o tamanho, a forma, o sentimento.<br><br>Este livro, albúm ilustrado assume características do conto de animais, com características morais, que nos levam a refletir sobre padrões, numa colocação em cena de animais, a girafa e o caracol, como protagonistas de uma história de amor.</div><div><br>Neste cenário, destaco o papel de relevo dado aos “animais pequenos”, onde a sua pequenez surge em oposição à sua capacidade e coragem de manifestação e declaração de um sentimento, que é o amor.<br><br></div><div>O caracol, provoca facilmente simpatia imediata entre a criança leitora e ouvinte, onde ela projeta os seus desejos de ação.<br><br></div><div>A propósito da figura animal, tem sido apontada a importância que o tema do animal assume na vida da criança. Tanto pedagogos, como psicólogos estão de acordo ao considerarem que a criança encontra no animal, um parceiro do jogo e a personagem fantasmática sobre a qual são projetados alguns desejos e pulsões essenciais.<br><br></div><div>Este aspeto permite concluir da importância dos contos em que intervêm animais.&nbsp;</div><div><br></div><div>Refletindo agora um pouco sobre as <strong>atividades </strong>possíveis <strong>em contexto escolar</strong>, aquela que emerge desde logo como essencial é a da <strong>leitura em voz alta </strong>desta forma da literatura tradicional. A importância desta prática, que torna real a dimensão oral do conto, tem sido sublinhada por variados sectores, desde a área da psicologia à da pedagogia.<br><br></div><div>Penso que o prazer de ler, tem como primeiro tempo indispensável o prazer do contacto com alguém e o prazer de ouvir contar.<br><br></div><div>A voz do narrador, presente no ato de leitura, condensa em si o prazer complexo da descoberta do próprio mundo interno e do mundo interno do outro.<br><br></div><div>"Tal como a criança pequena se descobre descobrindo o outro, e descobre o outro descobrindo-se".<br><br></div><div>Na <strong>educação pré-escolar</strong>, essa é uma prática já bastante enraizada. Com as crianças mais pequenas, o conto maravilhoso e certos contos de animais deverão ocupar um lugar de destaque na atividade narrativa do educador.<br><br></div><div>Através da <strong>linguagem simbólica</strong>,a criança, pode aprender a enfrentar certos problemas e a articular o mundo interior com as experiências que vai vivendo.<br><br></div><div>A&nbsp; identificação com certas personagens, o conto consegue “dialogar” com a criança, e deste diálogo nasce muitas vezes a desejada e necessária tranquilidade de que a criança necessita para apaziguar as suas angústias.<br><br></div><div>De um modo geral, colocam a fraqueza da criança em contacto com forças muito superiores às suas.&nbsp; Em todos os casos se demonstra que a pequenez e a fraqueza não impedem a resolução da situação de perigo que se apresenta, porque a esperteza e o engenho acabam por levar a melhor sobre a força física.</div><div>&nbsp;</div><div>Isto corresponde a colocar a criança perante a dramatização de uma situação na qual ela se pode sentir, através da identificação com a personagem fisicamente mais fraca, que afinal dispõe de outras forças e capacidades que a podem tornar vencedora.<br><br>Neste caso não é uma situação de perigo, mas um sentimento delicado, como a exposição à declaração de o que está a sentir, corresponde a colocar a criança perante a dramatização de uma situação na qual ela se pode sentir, através da identificação com a personagem fisicamente mais fraca, que afinal dispõe de outras forças e capacidades que a podem tornar vencedora.<br><br></div><div>Comentário com base na bibliografia cedida na UC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:45:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2110010452</guid>
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         <title>Comentário</title>
         <author>20010474</author>
         <link>https://padlet.com/20010474/Bookmarks/wish/2110010713</link>
         <description><![CDATA[<div>O Senhor Cavalo Marinho, uma obra que remete para a família, para a responsabilidade da paternidade e da maternidade, através de personagens da vida marinha.<br><br>Inserido no género do conto informativo/documentário, com um contexto que cruza a ficção, com a&nbsp; “não-ficção”,&nbsp; é “uma escrita que comunica um conhecimento baseado em factos verificáveis” (Hillman, 1995: 185).<br><br></div><div>A designação preferível é a designação de livro informativo, que coloca o foco no facto de se tratar de livros cujo propósito essencial é veicular uma informação<strong> </strong>baseada em factos documentáveis (que podem ser confirmados), embora tal situação não invalide que eventualmente se possa recorrer igualmente a aspetos ficcionais (embora ancorados na realidade verificável), como iremos ver, por exemplo&nbsp; na realidade dos cavalos marinhos, machos, que efetivamente guardam os bebés na bolsa.<br><br></div><div>Segundo Jean Hassenforder (1973), o conceito de <strong>livro-documentário </strong>remonta ao século XIX, em Portugal, assistimos a uma movimentação semelhante, de que dão conta vários registos escritos sobre as leituras consideradas “úteis” para os mais novos.<br><br></div><div>Neste sentido e sobretudo importados de França, surgem no mercado português obras “para instrução”, situadas em várias áreas do conhecimento - com incidência na história, geografia e nas ciências - que procuravam contribuir para a formação das crianças e jovens.<br><br></div><div>O livro do Senhor Cavalo Marinho, rico na ilustração e na plasticidade que oferece, tem a <strong>tripla função</strong> de ser <strong>lúdico</strong>, <strong>informativo </strong>e <strong>relacional </strong>(Escarpit, 1987: 199).<br><br>Estas funções encontram-se estreitamente relacionadas e revelam-se “no processo de leitura dos documentários, no interesse suscitado por essa leitura e no uso potencial dos conhecimentos adquiridos pela leitura”.&nbsp;<br><br>Desvendam assim o universo, incitando a curiosidade e a necessidade do saber mais, para uma melhor compreensão do real, e torna agradável a conquista progressiva desse real.<br><br></div><div>Pelas suas características, o livro-documentário é frequentemente associado à escola e a objetivos pedagógicos. <br><br>Todavia, as funções e o papel que ocupa no seio das <strong>leituras </strong>infanto-juvenis<strong> </strong>é manifestamente mais alargado, quer na esfera temática quer dos interesses e prazer que pode proporcionar aos seus potenciais leitores.<br><br></div><div>Duas tendências vão marcar o livro documentário:<br><br></div><div>Em primeiro lugar o tema ou os temas a abordar surgem integrados numa narrativa, através da construção de um enredo, geralmente linear, em que personagens e acontecimentos servem essencialmente de veículo para a transmissão dos conhecimentos (científicos ou outros) em causa.<br><br></div><div>É sobretudo este aspeto que distingue este tipo de livro-documentário da obra de narrativa literária.<br><br></div><div>Geralmente surgem crianças como protagonistas, mas neste caso são os animais os protagonistas, os "pais".<br><br></div><div>Em segundo,&nbsp; maior variedade temática, numa <strong>abordagem descritiva </strong>e mais marcadamente informativa sobre o tema em causa, adequada no entanto ao nível de compreensão do leitor.<br><br></div><div>É assim que podemos encontrar textos e livros que, a propósito de tópicos da vida animal, apresentam uma descrição, por exemplo, do cavalo marinho, do tilápia, e dos seus hábitos, em livros sobre conhecimentos científicos, descrevem-se experiências efetuadas, resultados, importância das descobertas, etc.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Em ambas as situações, a ilustração fornece uma dimensão concreta à informação. Mas é sobretudo no segundo caso que as relações entre texto e ilustração se revelam mais significativas.<br><br>&nbsp;Nos livros informativos integrados na categoria álbum ou livros de imagens, a importância da imagem é considerável, uma vez que se institui também como uma fonte significativa de informação, quando não a única, se pensarmos nos livros destinados aos mais pequeninos.<br><br>Constituindo uma forma de acesso a múltiplas realidades através da linguagem visual (que não é exclusivo da televisão), o livro de imagens permite regressar as vezes que se quiser a um determinado documento, apropriar-se progressivamente da sua mensagem, ou mesmo reavaliá-lo em função de novos conhecimentos entretanto adquiridos.<br><br>Como refere Jean Hassenforder (1973), nesta perspetiva, as redundâncias têm frequentemente um “valor pedagógico”, visto que irão permitir um acesso ao sentido quer através do contexto quer por comparação.<br><br></div><div>No capítulo das relações entre o texto e a imagem, refira-se ainda a importância das dimensão relativas das passagens escritas e a lisibilidade, tanto do texto como das ilustrações.<br><br>Num estudo realizado em França (op. cit.: 135), verificou-se, por exemplo, analisando o comportamento de crianças perante livros sobre a pré-história, que as obras que despertavam um interesse mais imediato eram as que apresentavam desenhos de homens e animais pré-históricos na capa, por oposição às que tinham optado por documentos originais: frescos, estátuas, fósseis, etc.<br><br>Da mesma forma, as obras mais folheadas eram as que apresentavam uma proporção de ilustração mais elevada.<br><br></div><div>As apetências<strong> </strong>dos mais novos iam assim para os livros em que as cenas representadas, quer na capa quer no interior da obra, se prestassem à fabulação. Os livros apreciados, mesmo dentro da categoria do livro informativo, são aqueles que suscitam a imaginação, não se limitando à simples “descrição abstrata”.<br><br>Esta constatação vem confirmar as observações, já com algumas décadas, de Enzo Petrini:<br><br></div><div><em>"A divulgação há de ser, pois, literatura, mas literatura autêntica que não renuncia ao sonho, ainda que este não esteja situado nos contornos evanescentes e mágicos da fábula, mas sim dentro do quadro mais preciso da história, da ciência, da vida".</em></div><div><br>Este aspeto sublinha ainda mais a importância que a ilustração assume e a qual Eric previligia nos seus livros, com suportes mistos para a apresentação das mesmas, com suportes opacos e translúcidos.</div><div>&nbsp;<br>Num olhar mais atento sobre o livro informativo:<br><br>Relativamente ao Homem, a Natureza e a Ciência, referindo</div><div>Renée Léon (1995: 37), “o imaginário está constantemente presente no documentário porque ele está também constantemente presente na natureza, por conseguinte, na ciência e na pesquisa”.<br><br>Na ficção, o imaginário pode igualmente ser alimentado pelos livros de divulgação científica, na medida em que permitem descobrir o que normalmente está escondido aos nossos olhos e encarar de uma nova forma a realidade circundante.<br><br></div><div>Na produção estrangeira encontramos numerosas coleções traduzidas entre nós. Os temas abrangem um leque significativo de grupos etários e áreas do conhecimento, desde as ciências físicas às ciências naturais, do avanço das tecnologias às ciências do espaço.<br><br>Comentário com base na bibliografia cedida na UC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 15:45:16 UTC</pubDate>
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