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      <title>Atividades do 1° Período (Relações Étnico-Raciais) (UERJ - FEBF) by Jonas Barbosa</title>
      <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-27 14:53:29 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-12 00:47:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1. Apresentação do aluno</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3385230459</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Jonas Barbosa Ramos. Sou um estudante universitário, tenho 19 anos e estou no 1° período do curso de Geografia na Faculdade da UERJ em Duque de Caxias, a FEBF. Nesta disciplina em especial, espero aprender e discutir de forma mais aprofundada a respeito da diversidade de raças, etnias, classes sociais, as suas origens e o quão importantes elas são para a nossa sociedade, que infelizmente é corrompida pelo preconceito, discriminação, violência e a ignorância, que não nos permite concluir que cada vida e cada diferença importa. Espero também, compreender nesta matéria, que a educação sobre diferentes culturas e grupos pode nos ajudar a ter uma visão mais ampla e realista do nosso país, com a finalidade de que possamos entender que a história de uma região ou país se define pela diversidade cultural e educacional de diferentes raças, etnias e sua contribuição para identidades únicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 14:54:05 UTC</pubDate>
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         <title>2.Visão sobre Cultura segundo o texto (Reflexão)</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3385232060</link>
         <description><![CDATA[<p>A Cultura refere-se a ação direta do ser humano, por meio de técnicas e na transformação física do ambiente. Ela permite a identificação com o outro por meio da partilha de um repertório comuns de significados, é como uma espécie de lugar simbólico em que nos encontramos uns com os outros.</p><p><br/></p><p>Fragmento:</p><p>(MACEDO, Elizabeth, "Uma definição muito inicial", capítulo 1 'A Cultura e a Escola', parte 1.2)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 14:55:11 UTC</pubDate>
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         <title>3. Questão elaborada, segundo o texto</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3385235517</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>É possível afirmar que a Globalização e as mudanças tecnológicas prejudicaram as culturas locais e universais no mundo ?</p><p><br></p></li></ol><p>Fragmento:</p><p>(MACEDO, Elizabeth, "Apresentando o dilema", capítulo 1 'A Cultura e a Escola', parte 1.2.)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 14:56:56 UTC</pubDate>
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         <title>4. Situações da Cultura em nosso cotidiano</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3385237436</link>
         <description><![CDATA[<p>O "tornar-se" ao qual muitas escolas priorizam pela educação e formação de um sujeito não é um princípio verdadeiro de conhecimento e de cultura que ajuda a construir a sua identidade e personalidade. Visto que a padronização das culturas estrangeiras, brancas e heterossexuais naturalizaram o a formação de um sujeito educado, descente, culto e cidadão, deixando de lado suas prioridades de raça, sexo, identidade e etc. Exemplos comuns de experiências que desrespeitam outras culturas são os frauentes casos de racismo e bullying nas escolas municipais, estaduais e de regiões periféricas, o número crescente de violência doméstica, sexual e o feminicídio e a discriminação cosntante em preconceito às minorias LGBTQI+. O impacto desses descasos com crianças negras, homossexuais e meninas são diretamente ligados à "cultura universal" que era aplicado nas escolas há alguns anos atrás. Com o questionamento das formações educacionais, atualmente as escolas procuram debater sobre mudanças, a fim de ampliar a diversidade, o respeito, a importância de dar maior relevância às ancestralidades Africana e Indígena, que contribuiram para a construção de muitas culturas negras no Brasil, e valorizar mais o público feminino e diversas minorias.</p><p><br/></p><p>Fragmento:</p><p>(MACEDO, Elizabeth, "Cultura e Escola: cultura como objeto de ensino a cultura da escola", capítulo 1 'A Cultura e a Escola', parte 1.3)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 14:58:04 UTC</pubDate>
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         <title>1 . Resenha Crítica: &quot;Oficinas de Práticas Pdagógicas&quot; aula dia 20/03/25</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3441773730</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p>O trecho entre as páginas 7 e 21 do livro "Oficina de Práticas Pedagógicas I – Relações Étnico-Raciais", de Tássio Ferreira, apresenta uma análise profunda, contundente e necessária da educação brasileira sob a perspectiva das relações étnico-raciais. Com um estilo provocativo e afetivo, o autor constrói uma narrativa que articula história, legislação, resistência cultural e epistemologias negras e indígenas como fundamentos essenciais para repensar a prática pedagógica no país.</p><p><br></p><p>A introdução do livro já aponta o tom do texto: insurgente, acolhedor e enraizado na ancestralidade. Tássio invoca Exu, Maíra e outros símbolos das cosmovisões afro-indígenas como forma de abrir caminhos para uma nova forma de aprender e ensinar. Sua proposta não é apenas informativa, mas também formativa e transformadora, buscando afetar corpo e pensamento.</p><p><br></p><p>Na Unidade Temática 1, o autor oferece um panorama histórico da exclusão educacional das populações negras e indígenas. Através de documentos oficiais, como o Decreto Nº 1.331-A de 1854, e análises de autores como Luiz Alberto Gonçalves e Vanda Machado, é desvelada a estrutura racista da educação brasileira desde sua fundação. O texto evidencia como a escola serviu, historicamente, como instrumento de exclusão, silenciamento e apagamento de identidades negras e indígenas, privilegiando uma formação eurocêntrica e cristã.</p><p><br></p><p>Um ponto alto dessa seção é a discussão crítica sobre as Confrarias Negras, tradicionalmente vistas como polos de resistência educacional, mas que, segundo o autor e Gonçalves, também estavam inseridas na lógica do controle social e da catequização católica. Ferreira questiona a suposta autonomia dessas irmandades, colocando em xeque a romantização de certas práticas religiosas e educativas.</p><p><br></p><p>Outro destaque é a valorização do Teatro Experimental do Negro (TEN) e da figura de Abdias do Nascimento como marcos na luta pela construção de uma pedagogia afrodiaspórica. Ferreira não apenas cita Abdias como referência histórica, mas o enaltece como articulador de uma verdadeira revolução epistemológica e artística, que unia alfabetização, protagonismo negro e resistência cultural.</p><p><br></p><p>A abordagem das leis 10.639/03 e 11.645/08 é feita de modo crítico e necessário. O autor aponta que, embora sejam avanços legais, tais normas esbarram na prática em um sistema educacional que ainda não reconhece, valoriza ou compreende as epistemologias negro-indígenas. Há uma denúncia explícita à folclorização e à superficialidade com que o ensino da cultura africana, afro-brasileira e indígena é tratado nas escolas (geralmente restrito a datas comemorativas e ações pontuais).</p><p><br></p><p>A crítica de Tássio Ferreira é ainda mais aguda ao abordar os conceitos de desculturação, silenciamento e invisibilidade. Com apoio nos escritos de Vanda Machado, ele demonstra como a escola brasileira contribui ativamente para o apagamento da identidade negra e indígena, ao impor padrões culturais brancos e europeus como únicos válidos. A denúncia de um “epistemicídio afrocentrado” é um dos momentos mais fortes do texto.</p><p><br></p><p>Pontos fortes:</p><p><br></p><p>Linguagem poética, afetiva e politicamente engajada.</p><p><br></p><p>Forte embasamento teórico e histórico.</p><p><br></p><p>Articulação entre arte, educação e ancestralidade.</p><p><br></p><p>Crítica contundente ao sistema educacional brasileiro. </p><p><br></p><p>Pontos a melhorar:</p><p><br></p><p>Em alguns momentos, o tom pode soar muito combativo para leitores menos familiarizados com a temática, o que pode exigir maior mediação pedagógica.</p><p><br></p><p>A linguagem simbólica e mítica, embora rica, pode dificultar a compreensão de leitores sem repertório sobre religiões afro-brasileiras.</p><p><br></p><p>Conclusão: As páginas 7 a 21 da obra de Tássio Ferreira são um convite à desconstrução e à reconstrução. O autor não apenas propõe uma nova prática pedagógica.</p><p>(ele convoca o/a leitor/a a se posicionar politicamente, reconhecer seus privilégios e contribuir com uma educação antirracista e plural. Um texto potente, necessário e corajosamente pedagógico).</p><p><br></p><p>Referência: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/11jHc-JhbmZxy90R1JoQx3WRxn_v9YvVC/view?usp=drivesdk">https://drive.google.com/file/d/11jHc-JhbmZxy90R1JoQx3WRxn_v9YvVC/view?usp=drivesdk</a></p><p><br></p>]]></description>
         <pubDate>2025-05-08 12:13:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2 . Mapa Mental do texto &quot;Oficinas de Práticas Pedagógicas&quot; da aula dia 10/04/25</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3441777098</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Referência: https://drive.google.com/file/d/11jHc-JhbmZxy90R1JoQx3WRxn_v9YvVC/view?usp=drivesdk</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 12:16:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3 . Trabalho em grupo (desenvolvimento de máscaras africanas) aula do dia 24/04/25 - Resultado das pesquisas e desenvolvimento:</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3441783418</link>
         <description><![CDATA[<p>Sobre as Máscaras:</p><p>Baluga: São originárias da República Democrática do Congo, localizadas na região central da África. Essas máscaras fazem parte da rica tradição cultural dos povos congoleses, sendo geralmente utilizadas em cerimônias rituais, danças, celebrações religiosas e sociais.</p><p>Elas se destacam pelo formato redondo e pela presença de desenhos intrincados e coloridos, que carregam significados simbólicos relacionados à espiritualidade, à natureza, à ancestralidade e à identidade do grupo. Cada detalhe pode representar valores culturais, histórias da comunidade ou mensagens espirituais.</p><p>Essas máscaras são também uma forma de expressão artística e artesanal, revelando a habilidade dos artesãos africanos na escultura, pintura e combinação de cores e texturas. Ao serem usadas em contextos tradicionais, as máscaras Baluga não apenas decoram, mas transmitem saberes e mantêm vivas as tradições dos povos africanos.</p><p><br></p><p>Woyo: Os indivíduos da tribo Woyo se localizavam na República do Congo. As suas principais máscaras eram feitas de madeira, pintadas de branco e com diversas cores contrastantes, que tinham simbolismos diferentes para a comunidade.</p><p>Elas eram utilizadas em rituais de dança chamados de ndunga, que almejavam manter a ordem social, além de serem adornadas com objetos sagrados.</p><p>As suas cores eram repintadas quando estavam desbotando, simbolizando renovação do poder.</p><p><br></p><p>Eu, Jonas Barbosa Ramos não possuo história do meu passado com racismo ou educação étnico-racial ou envolvendo acestralidade africana com a minha família. Portanto, não há árvore geológica neste trabalho.</p><p><br></p><p>Referência: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/11jHc-JhbmZxy90R1JoQx3WRxn_v9YvVC/view?usp=drivesdk">https://drive.google.com/file/d/11jHc-JhbmZxy90R1JoQx3WRxn_v9YvVC/view?usp=drivesdk</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 12:20:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1 . (Mapa Mental - Educação Infantil (Aula dia 08/05/25).</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3441789181</link>
         <description><![CDATA[<p>REFERÊNCIA: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drive.google.com/file/d/10xuFIFBa_q867ICM67L_Qw9xwGhGEhvc/view?usp=drivesdk">https://drive.google.com/file/d/10xuFIFBa_q867ICM67L_Qw9xwGhGEhvc/view?usp=drivesdk</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 12:25:18 UTC</pubDate>
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         <title>2 . Reflexão (Aula dia 08/05/25)</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3441794433</link>
         <description><![CDATA[<p>Reflexão do vídeo: “Educação Infantil/ Entrevista Anti-Racista” a entrevista do programa de mesmo nome, inicia-Se com a apresentadora e escritora Cida Bento questionando à educadora Waldete Tristão, da capacidade das crianças de praticarem o racismo ainda na educação infantil, e no depoimento de Waldete, é possível entender que a criatividade e inocência das crianças, no sentido de materializar, praticar atividades curriculares, esportes e imaginar cenários podem sim, contribuir para possíveis práticas e atos racistas,&nbsp; durante essa fase inicial da vida.</p><p>Partindo para a questão de pertencimento e identidade própria, Cida pergunta como que o tratamento diferenciado de afeto e atenção nas crianças negras também pode ser notado como um problema para a Educação anti-racista, visto que as crianças negras no geral, são as menos acolhidas e favorecidas neste quesito, como por exemplo, crianças brancas e morenas terem mais atenção com o alisamento do cabelo nas escolas do que crianças negras. Waldete responde que, essa rejeição e descuido enraizados na educação basica podem ser prejudiciais, pois o negro/negra sente-se distante e irreconhecível do ambiente inserido, perdendo o seu direito de identificação, personalidade e sua função social. Portanto, é fundamental o educador encarregar-se de identificar, demonstrar mais sensibilidade e impedir o possível impacto psicológico que o racismo na escola pode provocar em uma criança negra.</p><p>Cida questiona também em respeito ao potencial da literatura em trabalho da educação anti-racista. Em resposta de Tristão, compreende-se que as crianças negras precisam aprender a terem orgulho de sua ancestralidade, seu pertencimento racial e a sua religião, visto que assim, elas consigam combater a vergonha e possivelmente, invisibilidade com sua etnia, aparência e religiosidade de origem africana e assim, fortalecer identidades e garantir direitos.</p><p>Ainda, é discutida a importância de lidar com a educação anti-racista na infância e é fundamental ao gestor que ele assuma a responsabilidade nos ambientes educacionais dentro das unidades. Nisso, É citado o livro “Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil”, um documento essencial para material pedagógico para a construção de propostas e ideias as quais respeitam e reconhecem as histórias afro-africanas e afro-brasileiras, considerando então, que seja necessário as instituições escolares considerarem a elaboração destas leis seguindo as diretrizes da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e reconhecer a pluralidade infantil, respeitando as crianças brancas, negras, morenas, deficientes, diferentes e etc, visto que vivemos em uma sociedade hierárquica.</p><p>É importante a educação anti-racista tornar-se presente na vida destas crianças, principalmente na fase das brincadeiras e atividades interativas. Em um mundo totalmente tomado pelas mídias digitais. Waldete e o CEERT criam um aplicativo virtual que visa minimizar a essa desigualdade na educação, o ENI (Equidade na Infância), com o propósito de oferecer informação , conhecimento e subsídios aos professores, diretores e coordenação pedagógica, garantindo mais formação e autonomia, por meio dessas materialidades, que são de suma importância para a educação infantil. Através de cartazes, desenhos, brinquedos, murais e livros.</p><p>Assim, é obrigatório que essas reparaçoes na educação infantil ao público infanto-juvenil, negro, indigena, quilombola e africano dê mais preparo e responsabilidade em prol de uma sociedade mais justa e democrática, trabalhando para esse público uma convivência menos ameaçadora, embaraçosa e mais atencioso e gentil, a fim de tornar a criança mais segura e confiante de si mesmo seja qualquer lugar que ela frequente, normalizando a sua natureza e origem em convivencia por brinquedos,&nbsp;</p><p>jogos, livros e filmes.</p><p>O vídeo encerra-se com o depoimento da idealizadora Barbara Carini Soares, sócia da escola afro-brasileira Maria Felipa, apresentando o projeto: “O que ha de Améfrica em nós”, um dos contemplados em uma premiação, no ano de 2022, com a finalidade de estruturar o ano letivo infantil, por meio de um macroprojeto transversal, ao qual poderia organizar as unidades escolares, por uma nova perspectiva. Nas 3 unidades deste projeto, as crianças trabalharam pelos eixos temáticos: ancestralidade, a segunda a identidade e a terceira, entre outros, se destacam os subprojetos: “A Mariscada”, a “Afrotec” e “Aula do Quilombo”</p><p><br></p><p>REFERÊNCIA: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=W-7CHpWty-s&amp;t=357s">Educação Infantil | Entrevista: Educação Antirracista</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 12:29:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>3 . Personagens Negros no cinema, nas mídias televisivas nacionais e internacionais (desenhos, séries, livros e etc) - Aula do dia 15/05/25, Com Referências</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3442018257</link>
         <description><![CDATA[<p>Sumário:</p><p>1 - Novelas brasileiras </p><p>1.1 - Filmes Nacionais e Internacionais</p><p>1.2 - Filmes Animados</p><p>2 - Séries Animadas</p><p>2.1 - Livros Infantis Nacionais e Internacionais</p><p><br></p><p><strong>1 - Protagonistas Negros/Negras (NOVELAS BRASILEIRAS):</strong></p><p><br></p><p>1 .Sol (Sheron Menezes)</p><p>“VAI NA FÉ” - 2023 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>2 . Jão (Fabrício Boliveira)</p><p>“VOLTA POR CIMA” - 2024 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>3 . Madalena (Jéssica Ellen)</p><p>“VOLTA POR CIMA” - 2024 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>4 . Beatriz (Duda Santos)</p><p>“GAROTA DO MOMENTO” - 2024 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>5 . Viola (Gabz)</p><p>“MANIA DE VOCÊ” - 2024 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>6 . Raquel Acioli/ Maria de Fátima (Taís Araújo e Bela Campos)</p><p>“VALE TUDO” (REMAKE) - 2025 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>7 . Orlando Gouveia (Diogo Almeida)</p><p>“AMOR PERFEITO” - 2023 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>8 . Maria da Penha Barbosa (Taís Araújo)</p><p>“CHEIAS DE CHARME” - 2012 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>9 . Francisbel dos Santos (Bebel) (Camila Pitanga)</p><p>“PARAÍSO TROPICAL” - 2007 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>10 . João Pedro (Juan Paiva)</p><p>“RENASCER” (REMAKE) - 2024 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>11 . Leona (Clara Moneke)</p><p>“DONA DE MIM” - 2025 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>12 . Aline Barroso Machado (Bárbara Reis)</p><p>”TERRA E PAIXÃO” - 2023 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>13 . Escrava Rosa (Léa Garcia)</p><p>“ESCRAVA ISAURA” - 1976 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>14 . Xica da Silva (Taís Araújo)</p><p>”XICA DA SILVA” - 1996 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p>15 . Hans Galindo (Raphael Logam)</p><p>”FAMÍLIA E TUDO” - 2024 [TV GLOBO]</p><p><br></p><p><strong>1.1 - Protagonistas Negros/Negras (FILMES NACIONAIS E INTERNACIONAIS):</strong></p><p><br></p><p>1 . T’Challa (Chadwick Boseman)</p><p>“PANTERA NEGRA” - 2018 [MARVEL/ WALT DISNEY STUDIOS]</p><p><br></p><p>2 . Roberto Carlos (Paulinho Mendes)</p><p> “O CONTADOR DE HISTÓRIAS” - 2009 [RAMALHO FILMES]</p><p><br></p><p>3 . André (Lázaro Ramos)</p><p>“O  HOMEM QUE COPIAVA” - 2003 [GLOBO FILMES]</p><p><br></p><p>4 . Annie (Quvenzhané Wallis)</p><p>“ANNIE” - 2014 [SONY PICTURES]</p><p><br></p><p>5 . Chris Gardner (Will Smith) </p><p>“À PROCURA DA FELICIDADE” - 2006 [COLUMBIA PICTURES]</p><p><br></p><p>6 . Adonis Creed (Michael B. Jordan)</p><p>“CREED: NASCIDO PARA LUTAR” - 2015 [METRO GOLDWYN-MAYER PICTURES]</p><p><br></p><p>7 . Parker Dray (Rutherford Cravens)</p><p> “CORRA!” - 2017 [UNIVERSAL STUDIOS]</p><p><br></p><p>8 . Harriet Tubman (Cynthia Erivo)</p><p>“HARRIET - O CAMINHO PARA A LIBERDADE” - 2019 [FOCUS FEATURES]</p><p><br></p><p>9 . Katherine Goble Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson (Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe)</p><p>” ESTRELAS ALÉM DO TEMPO” - 2017 [20TH CENTURY FOX STUDIOS]</p><p><br></p><p>10 . Buscapé (Alexandre Rodrigues)</p><p>”CIDADE DE DEUS” - 2002 [O2 FILMES]</p><p><br></p><p>11 . Nanisca (Viola Davis)</p><p>”A MULHER REI” - 2022 [SONY PICTURES]</p><p><br></p><p>12 . Roque (Lázaro Ramos)</p><p>”Ó PAÍ Ó” - 2007 [GLOBO FILMES]</p><p><br></p><p> 13 . Blade (Wesley Snipes)</p><p>”BLADE: O CAÇADOR DE VAMPIROS” - 1998 [NEW LINE CINEMA]</p><p><br></p><p>14 . André Matias (André Ramiro)</p><p>“TROPA DE ELITE” 2007 [GLOBO FILMES]</p><p><br></p><p>15 . Carlos Marighella (Seu Jorge)</p><p>”MARIGHELLA” - 2019 [PARIS FILMES]</p><p><br></p><p><strong>1.2 - Protagonistas Negros/Negras e Indígenas (FILMES ANIMADOS):</strong></p><p><br></p><p>1 . Tiana</p><p>“A PRINCESA E O SAPO” - 2009 [WALT DISNEY ANIMATION STUDIOS]</p><p><br></p><p>2 . Pocahontas</p><p>“POCAHONTAS” - 1995 [WALT DISNEY ANIMATION STUDIOS]</p><p><br></p><p>3 . Miles Morales</p><p>“HOMEM ARANHA NO E ATRAVÉS DO ARANHAVERSO” - 2018, 2023 [SONY PICTURES ANIMATION]</p><p><br></p><p>4 . Moana &amp; Mauí</p><p>“MOANA 1 &amp; 2” - 2016, 2024 [WALT DISNEY ANIMATION STUDIOS]</p><p><br></p><p>5 . Asha</p><p>“WISH: O PODER DOS DESEJOS” - 2023 [WALT DISNEY ANIMATION STUDIOS]</p><p><br></p><p>6 . Tip</p><p>“CADA UM NA SUA CASA” - 2015 [DREAMWORKS ANIMATION STUDIOS]</p><p><br></p><p>7 . Maisie Brumble</p><p>“A FERA DO MAR” - 2023 [NETFLIX]</p><p><br></p><p>8 . Joe Gardner</p><p>“SOUL” - 2020 [PIXAR ANIMATION STUDIOS]</p><p><br></p><p>9 . Kat</p><p>“WENDELL &amp; WILD” - 2023 [NETFLIX]</p><p><br></p><p>10 . Lance Sterling</p><p>“UM ESPIÃO ANIMAL” - 2019 [BLUE SKY STUDIOS]</p><p><br></p><p><strong>2 - Protagonistas Negros/Negras e Indígenas (EM SÉRIES ANIMADAS)</strong></p><p><br></p><p>1 . Milly</p><p>“MILLY E MOLLY” - 2008 [SCRAWL STUDIOS E BEYOND DISTRIBUTION]</p><p><br></p><p>2 . Nella</p><p>“NELLY: UMA PRINCESA CORAJOSA” - 2017 [NICKELODEON STUDIOS]</p><p><br></p><p>3 . Virgil Hawkins</p><p>“SUPER CHOQUE” - 2000 [WARNER BROS ANIMATION STUDIOS]</p><p><br></p><p>4 . Anne Boonchuy</p><p>“AMPHIBIA” - 2019 [DISNEY TELEVISION STUDIOS]</p><p><br></p><p>5 . Manu</p><p>“S.O.S FADA MANU” - 2015 [Boutique Filmes]</p><p><br></p><p>6 . Doutora Brinquedos</p><p>“DOUTORA BRINQUEDOS” - 2015 [DISNEY TELEVISION STUDIOS]</p><p><br></p><p>7 . Gregg</p><p>“O MUNDO DE GREGG” - 2018 [CARTOON NETWORK STUDIOS]</p><p><br></p><p>8 . Yuri e Lili</p><p>“MEU AMIGÃOZÃO” - 2010 [2D LAB, NELVANA STUDIOS E TREEHOUSE DIRECT]</p><p><br></p><p>9 . Bino e Fino</p><p>“BINO E FINO” - 2012 [EVCL STUDIOS]</p><p><br></p><p>10 . Lunella Lafayette</p><p>“GAROTA DA LUA E O DINOSSAURO DEMÔNIO” - 2023 [DISNEY TELEVISION STUDIOS]</p><p><br></p><p>11 . Baljeet Tjinder</p><p>“PHINEAS E FERB” - 2007 [DISNEY TELEVISION STUDIOS]</p><p><br></p><p>12 . Kai</p><p>“STAR WARS: AS AVENTURAS DOS JOVENS JEDI” - 2023 [DISNEY TELEVISION STUDIOS]</p><p><br></p><p>13 . Karma</p><p>“O MUNDO DE KARMA” - 2021 [NETFLIX]</p><p><br></p><p>14 . Abigail Oliveira Lincoln [número 5] “KND - A TURMA DO BAIRRO” - 2002 [CARTOON NETWORK STUDIOS]</p><p><br></p><p>15 . Ciborgue</p><p>“OS JOVENS TITÃS” - 2003 [CARTOON NETWORK/WARNER BROS ANIMATION STUDIOS]</p><p><br></p><p>16 . Gerald Johanssen</p><p>“EI ARNOLD!” - 1996 [NICKELODEON STUDIOS]</p><p><br></p><p>17 . Penny Proud</p><p>"A FAMÍLIA RADICAL" - 2003 [DISNEY TELEVISION STUDIOS]</p><p><br></p><p>18 . Cleveland Brown</p><p>“THE CLEVELAND SHOW” - 2009 [FOX STUDIOS]</p><p><br></p><p>19 . Clyde</p><p>“THE LOUD HOUSE” - 2016 [NICKELODEON STUDIOS]</p><p><br></p><p>20 . A.J</p><p>“OS PADRINHOS MÁGICOS” - 2001 [NICKELODEON STUDIOS]</p><p><br></p><p><strong>2.1 - Livros Infantis nacionais/internacionais com protagonistas Negros e Negras:</strong></p><p><br></p><p>1 . “Amoras” (2018)</p><p>Escrito por Emicida. Editora: Companhia das Letras</p><p><br></p><p>2 . “O Pequeno Príncipe Preto” (2020) Escrito por Rodrigo França. Editora: Nova Fronteira</p><p><br></p><p>3 . “A Menina Bonita do Laço de Fita” (2008) Escrito por Ana Maria Machado. Editora: Ética </p><p><br></p><p>4 . “O Menino Marrom” (2012) Escrito por Ziraldo Alves. Editora: Melhoramentos</p><p><br></p><p>5 . “Obax” (2010) Escrito por André Neves. Editora: Companhia das letras</p><p><br></p><p>6 . “Amor de Cabelo” (2020) Escrito por Matthew A. Cherry. Editora: Galerinha</p><p><br></p><p>7 . “Tanto, Tanto” (1994) Escrito por Trish Cooke. Editora: Ática</p><p><br></p><p>8 . “Jeremias - Pele” (2018) - Escrito por Jefferson Costa e Rafael Calça. Editora: Panini Comics</p><p><br></p><p>9 . “O Mundo no Black Power de Tayó” (2013) - Escrito Kiusam de Oliveira. Editora: Petrópolis</p><p><br></p><p>10 . “As tranças de Bintou” (2001) - Escrito por Sylviane Diouf. Editora: Cosac &amp; Naify</p><p><br></p><p>11 . “Sulwe” (2019) - Escrito por Lupita Nyong’o. Editora: Rocco Pequenos Leitores</p><p><br></p><p>12 . “Minha Mãe é Negra sim” (2008) - Escrito por Patrícia Santana. Editora: Mazza edições</p><p><br></p><p>13 . “Lori: Descobre o Sol, o Sol descobre Lori” (2015) - Escrito por Oswaldo Faustino. Editora: Melhoramentos</p><p><br></p><p>14 . “Flora” (2023) - Escrito por Bartolomeu Campos de Queirós. Editora: Global</p><p><br></p><p>15 . “Caderno de Rimas do João” (2015) - Escrito por Lázaro Ramos. Editora: Pallas</p><p><br></p><p>FIM DA LISTA E CONCLUSÃO DA ATIVIDADE (obrigado!)</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 14:57:33 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho do Grupo 5 Integrantes: Jennifer, Jonas, Ester, Maria Eduarda e Regina Professor(a): Ivan      Disciplina: Relações Étnico-Raciais e Educação, data 29/05/2025</title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3479345076</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Kabengele Munanga</strong></p><p>Nasceu em 1940, em Bakwa-Kalonji, República Democrática </p><p>do Congo (ex-Zaire e ex-colônia belga).</p><p><br/></p><p>Graduou-se em antropologia social e  cultural pela Universidade Oficial do Congo, em 1969, tornando-se o primeiro  antropólogo de seu país.Em 1969, tornou-se o primeiro antropólogo do seu país.</p><p><br/></p><p>Ao  longo de sua trajetória, produziu mais de 150 trabalhos, entre livros, capítulos de  livros e artigos.</p><p><br/></p><p>Seus principais temas de pesquisa são racismo, identidade negra, </p><p>negritude, multiculturalismo, educação e relações étnico-raciais, políticas antirracistas. </p><p>Naturalizou-se brasileiro desde 1985. </p><p>Se graduou em Antropologia Social e Cultural pela Universidade Oficial do Congo </p><p>(1964-1969). Foi nessa Universidade que iniciou sua carreira acadêmica como Professor Assistente (1969-1975). </p><p><br/></p><p>Fez pós graduação na universidade católica de Louvain na Bélgica. </p><p>No início do doutorado, dedicou-se à pesquisa das artes africanas.Foi convidado a vir para o Brasil em 1975. Defendeu, na USP em 1977 sua tese de doutorado, sob o título: Os basanga de Shaba: um grupo étnico do Zaire. </p><p><br/></p><p>No Brasil, foi professor visitante na Fundação Escola de Sociologia e Política de São </p><p>Paulo e na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, antes de ingressar na </p><p>USP.</p><p><br/></p><p>Foi diretor do Museu de Antropologia e Etnologia (1983-1989) e vice-diretor do museu de artecontemporânea(2002-2006). </p><p><br/></p><p>Público livros como: </p><p>•Negritude: Usos e sentidos e Sentidos (1998)</p><p><br/></p><p>• Racismo: Perspectivas Para Um Estudo Contextualizado Da Sociedade Brasileira(1998) co-escrito com Carlos Alberto Hasenblag e Lilia Moritz Schwarcz)</p><p><br/></p><p>• O Negro no Brasil de Hoje(2006) ( co-escrito com Nilma Lino Gomes).</p><p><br/></p><p>• Origens Africanas do Brasil Contemporâneo(2009).</p><p><br/></p><p>Falas de Kabengele Munanga: </p><p>"Professores brancos falavam de indígenas sem escutar os indígenas, ou falavam de negros sem escutar os negros. Professores homens falavam de mulheres sem </p><p>escutar as mulheres”. </p><p>Porém, o antropólogo afirma que isso vem passando por um </p><p>processo de evolução nos últimos 40 anos.</p><p><br/></p><p>“É um longo processo. Quantos livros já foram escritos sobre o racismo no mundo? Mas a racionalidade não resolve todos os problemas da humanidade”. </p><p><br/></p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Kabengele_Munanga">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Kabengele_Munanga</a> </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ea.fflch.usp.br/autor/kabengele-munanga">https://ea.fflch.usp.br/autor/kabengele-munanga</a> </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/5509/kabengele-munanga/">https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/5509/kabengele-munanga/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fflch.usp.br/53453">https://www.fflch.usp.br/53453</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 22:28:39 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho do grupo 5 Integrantes: Jennifer, Jonas, Ester, Maria e Regina Professor(a): Ivan. </title>
         <author>jonasbramos17</author>
         <link>https://padlet.com/jonasbramos17/vf7wq4abarn4omj0/wish/3487221535</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Perguntas 5:</p><p>A) Para empreender uma educação antirracissta é necessário colocar em práticas pedagógicas antirracissta e que alguns equívocos sejam desconstruídos. Que</p><p>equívocos são esses apontados no documento ?</p><p><br/></p><p>R: Para empreender a construção dessas pedagogias é fundamental que se desfaçam alguns equívocos. Um deles diz respeito à preocupação de professores no sentido de designar ou não seus alunos negros como negros ou como pretos, sem ofensas.</p><p>Outro equívoco a enfrentar é a afirmação de que os negros se discriminam entre si e</p><p>que são racistas também.</p><p>Mais um equívoco a superar é a crença de que a discussão sobre a questão racial se limita ao Movimento Negro e a estudiosos do tema e não à escola. Outro equívoco a esclarecer é de que o racismo, o mito da democracia racial e a ideologia do branqueamento só atingem os negros.</p><p><br/></p><p>B) Quais as contribuições que as contribuições que as pedagógicas de combate ao racismo e a discriminação que objetificam uma educação para as relações éticos</p><p>raciais podem proporcionar aos sujeitos ?</p><p>R: Igualdade básica de pessoas humana como sujeito de direitos.</p><p><br/></p><p>Compreensão social da diversidade que constitui a nação e sua história.</p><p><br/></p><p>Desconstrução crítica que objetiva eliminar comportamentos racistas.</p><p><br/></p><p>Afirmação de identidade após uma historicidade negada ao apagada.</p><p><br/></p><p>Combate a privação e violação de direitos.</p><p>Fortalecer e despertar a consciência negra.</p><p>Acesso ao conhecimento básicos e fundamentais a sociedade.</p><p><br/></p><p>C) Quais os princípios de base filosófica devem servir como referência para  conduzir as ações dos sistemas de ensino, dos estabelecimentos escolares e </p><p>dos professores ?</p><p><br/></p><p>1. Consciência política e histórica da diversidade.</p><p><br/></p><p>Refere-se à compreensão da importância de reconhecer e valorizar as diferenças existentes na sociedade, tanto em termos de identidade cultural e étnica, como de direitos e desigualdades sociais.</p><p> </p><p>2. Ações educativas de combate ao racismo e a discriminação.</p><p><br/></p><p>A promoção de uma educação antirracista e inclusiva, desde a </p><p>infância, com foco no ensino de história afro-brasileira e africana, a </p><p>criação de espaços de diálogo e reflexão, e a formação de professores para lidar com os preconceitos. </p><p>3. Fortalecimento de identidades e direitos.</p><p><br/></p><p>Refere-se ao processo de reconhecimento, valorização e garantia dos direitos de grupos específicos, como negros, indígenas e outros, muitas vezes marginalizados. Este processo busca combater estereótipos negativos, afirmar a identidade e história desses grupos, e garantir que seus direitos sejam respeitados.</p><p><br/></p><p>O fortalecimento de identidades envolve a afirmação e reconhecimento da identidade cultural, étnica e social de grupos específicos, </p><p>especialmente aqueles que foram historicamente distorcidos. </p><p><br/></p><p>É frequentemente abordado no contexto da educação, com o objetivo de promover a educação das relações étnico raciais e o combate ao </p><p>racismo. </p><p><br/></p><p>Garante que esses grupos tenham acesso e proteção dos seus direitos </p><p>de cidadania, incluindo direitos sociais, políticos, culturais e </p><p>econômicos. </p><p><br/></p><p>Os objetivos incluem o rompimento de imagens negativas, a valorização dos grupos, a promoção de autoestima e o combate à discriminação e à violência.</p><p><br/></p><p>A implementação de políticas de inclusão, a garantia de acesso à educação superior por meio de cotas raciais, e a promoção da representação de grupos específicos em diferentes áreas da sociedade também são importantes para o fortalecimento de identidades e direitos. </p><p><br/></p><p>Fonte utilizada para responder às questões:</p><p><br/></p><p>https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/acervo-linha-editorial/publicacoes-diversa </p><p>s/temas-interdisciplinares/diretrizes-curriculares-nacionais-para-a-educacao-das-relacoes-et </p><p>nico-raciaise-para-o-ensino-de-historia-e-cultura-afro-brasileira-e-africana</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 00:35:31 UTC</pubDate>
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