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      <title>CITOPATOLOGIA CLÍNICA by Maysa Brito</title>
      <link>https://padlet.com/maysavbrito/turma5bim</link>
      <description>Olá Turma! Esta é nossa estante virtual sobre microbiologia e detecção citológica de agentes microbianos cérvico-vaginais. Cada grupo é responsável por montar sua publicação. Cada aluno deve interagir com comentários técnicos e curtidas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-14 18:02:19 UTC</pubDate>
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         <title>Infecções Virais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maysavbrito/turma5bim/wish/2350613814</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>HPV</strong><br><strong><em>Identificação:</em></strong><em><br></em>O diagnóstico do HPV é clínico, podendo ser analisado visualmente pelo médico responsável. Na mulher, são também realizados exames laboratoriais como Papanicolau, Colposcopia e, se necessário, biópsia. No homem, são realizados exames urológicos. <br><br><strong><em>Tipos </em></strong><br>200 tipos de HPV que são descritos em números já foram descobertos. Eles são divididos em dois grupos principais: <br><strong>Grupo de baixo risco: </strong>Os tipos 6 e 11 de HPV são os tipos principais desse grupo e apresentam baixo risco de evolução para o câncer. Nesse grupo, as lesões principais são as verrugas genitais ou também chamadas de condiloma.</div><div><strong>Grupo de alto risco: </strong>Quando há alto risco de evolução para o câncer e lesões pré-cancerosas. Os tipos 16 e 18 são os principais responsáveis deste grupo e causam aproximadamente 70% dos casos de câncer.</div><div><br><strong><em>Como as células se apresentam no HPV </em></strong><br>O vírus pode entrar no corpo através das membranas mucosas, como as da boca, nariz, olhos ou genitais. Eles também podem entrar através da pele ou e de qualquer ferida aberta.&nbsp; Uma vez dentro do corpo, os vírus encontram o tipo específico de célula hospedeira para originar a infecção. <br><br><strong><em>Características Citológica do HPV<br></em></strong>O diagnóstico citológico da infecção pelo HPV caracteriza-se pela <strong>presença de de alterações de forma de células em todos os níveis e variados de graus </strong>e<strong>, </strong>através da avaliação destas alterações, o patologista irá identificar a infecção ou a suspeita de células de câncer. <br>&nbsp;<strong><em><br></em></strong><br><strong><em><br></em></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-21 12:23:27 UTC</pubDate>
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         <title>CITOMEGALOVÍRUS </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Principal forma de identificação:</em></strong><em><br>Para identificar essa doença, são feitos exames específicos de sangue em que são identificados os anticorpos que agem contra o vírus.</em></div><blockquote><em>Quando o resultado do exame é "reagente CMV IgM", indica que a infecção pelo vírus ainda está no início, mas se o resultado for "reagente CMV IgG", significa que o vírus está presente há mais tempo no organismo, permanecendo, então, por toda vida, assim como acontece com a herpes.</em></blockquote><div><br><strong><em>Como são as características da células:</em></strong><em><br>É comum encontrar em casos de citomegalovírus a presença de células com apenas um núcleo possuindo cromatina disposta em grumos, membrana nuclear espessa, inclusão nuclear acidófila única, desproporcionalmente grande em comparação com o tamanho total do núcleo e com amplo halo perinuclear.<br><br></em><strong><em>Características citológicas:</em></strong></div><div>Exames como cultura e detecção de antígenos possuem uma eficiência maior para a identificação destas células, mas quando utilizado são encontrados, em achados raros, células com inclusão intranuclear eosinofilica envolto por halo amplo e translúcido. </div><div><em><br><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-21 12:48:53 UTC</pubDate>
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         <title>Infecções Virais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maysavbrito/turma5bim/wish/2350658762</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Herpes&nbsp;<br></strong><strong><em>Identificação&nbsp;<br></em></strong>O diagnóstico definitivo é feito com cultura, soroconversão envolvendo o sorotipo apropiado (em infecções primárias), PCR e detecção de antígeno. Secreções e material para cultura devem ser obtidos de uma vesícula ou da base de uma lesão ulcerada recente.<br><br><strong><em>Tipos<br></em></strong>Existem 3 tipos de herpes acometidas pelo vírus herpes simples 1 (HSV). Apesar de conterem sintomas parecidos, <strong>eles afetam distintas partes do corpo. </strong>Seja na boca, nas regiões genitais ou na pele e mucosa.<br><strong>Herpes tipo 1: </strong>é o mais comum, sendo caracterizado pelas lesões orais.<br><strong>Herpes tipo 2:</strong> responsável pelas lesões nas regiões genitais e contraído por meio do ato sexual <br><strong>Herpes tipo 3: </strong>também conhecido como herpes Zóster, é uma infecção originada do mesmo vírus que causa varicela (catapora). Os principais sintomas são dor e lesões na pele que persistem por semanas ou até&nbsp; meses.<br><br><strong><em> </em></strong><br><strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-21 12:56:16 UTC</pubDate>
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         <title>Infecções micoticas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maysavbrito/turma5bim/wish/2350661367</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>CVV é uma patologia ocasionada pelo crescimento anormal de fungos do tipo levedura no trato genital feminino. Trata-se de uma infecção da vulva e da vagina, causada por leveduras comensais que habitam a mucosa vaginal, bem como as mucosas digestiva e respiratória,principalmente Candida albicans. Essas leveduras podem tornar-se patogênicas quando o sítio de colonização do hospedeiro passa a ser favorável&nbsp;para o seu desenvolvimento.&nbsp;<br>Microbiologia Cérvico-Vaginal A CVV é causada, predominantemente, por leveduras do gênero Candida, sendo 80 a 90% dos casos por C. albicans e 10 a 20% por outras. espécies chamadas de espécies não albicans ( C.tropicalis, C. glabrata, C. krusei, C. parapsilosis,&nbsp;<br>C. pseudotropicalis, C. lusitânia). C.glabrata é a segunda espécie em frequência nas CVV. Leveduras de outros gêneros, porém, também podem&nbsp;<br>causar essa infecção, como Saccaharomyces cerevisiae, Rhodutorula spp. e Trichosporon spp.Estudos mais recentes demonstram que, em al-<br>gumas populações, a frequência de isolamento de espécies não albicans aumentou A infecção caracteriza-se por prurido, ardor, dispareunia e corrimento vaginal em grumos, semelhante à nata do leite. Com frequência, vulva e vagina estão edemaciadas e hiperemiadas, algumas vezes acompanhadas de ardor ao&nbsp;urinar e sensação de queimadura. As lesões podem estender-se pelo períneo e peras regiões perianal e inguinal. O corrimento é, em geral,&nbsp;branco e espesso, inodoro e, quando depositado nas vestes a seco, tem aspecto farináceo. Em casos típicos, aparecem, nas paredes vaginais e no colo uterino, pequenos pontos branco amarelados. Os sintomas intensificam-se no período pré-menstrual, quando a acidez da vagina aumenta&nbsp;A principal fonte de leveduras vaginais é &nbsp;<br>O trato gastrintestinal, mediante um processo chamado de transmissão endógena. Elas são veiculadas das regiões anal e perianal para a vagina&nbsp;<br>por autoinoculação, onde se adaptam e se desenvolvem. Por meio da ação de enzimas como proteases e hidrolases, as leveduras que chegam à vagina penetram no epitélio escamoso, ali&nbsp;permanecendo albergadas, podendo causar distúrbios imediatos ou constituir-se em reservatórios para a ocorrência de infecção sintomática ou reinfecções posteriores. A transmissão sexual&nbsp;<br>também é aceita. Segundo a OMS, a CVV é uma Infecção de possível transmissão sexual . Atualmente, a CVV é a segunda infecção genital mais frequente nos EUA e no Brasil, representando 20 a 25 % dos corrimentos vaginais de natureza infecciosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-21 12:57:51 UTC</pubDate>
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