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      <title>UFRB_LIA_Dedico_Naiades Meline by Naiades Meline Barbosa de Carvalho</title>
      <link>https://padlet.com/naimelzinha/memorias</link>
      <description>Memórias</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-12 00:28:57 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-02 23:08:09 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Trilha 1 - semana 1 e semana 2</title>
         <author>naimelzinha</author>
         <link>https://padlet.com/naimelzinha/memorias/wish/3015113906</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira trilha, que correspondia a semana 1 e semana 2 de estudos, me rememorou a minha infância, em que eu pude conhecer alguns museus que se localizam no Corredor da Vitória. </p><p><br></p><p>Um deles é o Museus Carlos Costa Pinto, que mostra em seu interior não somente o acervo de obras de artes elencada pelo casal Carlos de Aguiar Costa Pinto e Margarida Ballalai de Carvalho, mas também a arquitetura em si do Museus, bem como, o modo de vida do seu interior, denotando todo o requinte da aristocracia baiana vigente àquela época.</p><p><br></p><p>Por isso, falar de Patrimônio pra mim, diferenciar os tipos e mais do que tudo, valorizar é algo natural, que infelizmente não é oportunizado pra todos os estudantes.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 18:55:05 UTC</pubDate>
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         <title>Trilha 2 - semana 3 e semana 4</title>
         <author>naimelzinha</author>
         <link>https://padlet.com/naimelzinha/memorias/wish/3015121080</link>
         <description><![CDATA[<p>A segunda trilha, que correspondia a semana 3 e semana 4 de estudos, ao construir a linha do tempo das políticas patrimoniais no Brasil, me trouxe uma reflexão sobre o quão a compreensão sobre o que é patrimônio e o que não é já existia, e como mesmo nesta seara, havia conflitos de ordem política e social. </p><p><br></p><p>No entanto, também constatei que a importância sobre o valorar ao histórico, de certo modo já existia.</p><p><br></p><p>Recentemente, aqui em Salvador, a prefeitura de Salvador, através da Fundação Gregório de Mattos, assinou o tombamento do Conjunto de 13 Balaustradas Antigas da Cidade e entregou o Restauro de Monumentos e de Fontes Históricas.</p><p><br></p><p>As arquitetura conta a história da cidade, as balaustradas ou balaústres são elementos arquitetônicos que proporcionam segurança, mas também, acaba por proporcionar um embelezamento ao projeto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 19:26:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/naimelzinha/memorias/wish/3015121080</guid>
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         <title>Trilha 3 - semana 5 e semana 6</title>
         <author>naimelzinha</author>
         <link>https://padlet.com/naimelzinha/memorias/wish/3015123283</link>
         <description><![CDATA[<p>Bem, chegamos na trilha 3 e falamos sobre patrimônio imaterial, e o exemplo mais forte que tenho é da baiana de acarajé, que é Patrimônio Imaterial da Bahia.</p><p><br></p><p>História e afetividade, é isso que eu pessoalmente defino o que é patrimônio imaterial. Memórias afetivas.</p><p><br></p><p>Salvador em si, a Bahia em si deixaria de ser o que é sem as baianas. As vezes acontece de chegarmos na praia e não vermos uma baiana de cara e logo vem a busca por ela. Onde está a baiana? </p><p> </p><p>É como quando pensamos nos clássicos, Romeu e Julieta, Piu-piu e Frajola, Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau. Não dá pra pensar em Salvador, sem Baiana de acarajé, em Praia sem comer acarajé! </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 19:34:02 UTC</pubDate>
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         <title>Trilha 4 - semana 7 e semana 8</title>
         <author>naimelzinha</author>
         <link>https://padlet.com/naimelzinha/memorias/wish/3015622089</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta trilha, que correspondeu a semana 7 e semana 8, foi proposto reflexões sobre a descolonização do patrimônio, a partir da  leitura do texto Tensões em torno da memória da escravidão, de Simone Vassalo e André Cicalo (2015, p. 239-271); e do texto Afro-patrimônio no plural: a mistura no candomblé como valor excepcional, de Stefania Capone e Mariana Ramos de Moraes (2020, p. 18-35), bem como, a visualização de documentários e escuta de um podcats, produções que contibuíam para a reflexão desta temática. </p><p><br/></p><p>Discorrerei de maneira sintética sobre minha percepção e aprendizado sobre a temática, tomando como base, minha vivência pessoal também. </p><p><br/></p><p>Cresci aprendendo sobre o sagrado, mesmo sem entender, o aprendi a respeitar e a admirar. Minha compreensão enquanto patrimônio veio anos depois, quando ao integrar um grupo de Iniciação Científica e uma Monitoria de Extensão na UNEB, conheci trabalhos diversos. Meu orientador era historiador e aficcionado por tecnologias educacionais, sua linha de trabalho remetia ao ensino de história de forma crítica e reflexiva, por sua vez, sua esposa e colega de trabalho, Professora Francisca, era minha supervisora na monitoria de extensão.</p><p><br/></p><p>Uma das colegas desenvolvia seu doutorado sobre um terreiro de Candomblé, no qual seu objetivo era demonstrar seu valor histórico para sua comunidade, bem como, para a história de Salvador.</p><p><br/></p><p>Neste trabalho, a colega apresenta o Terreiro Tumbenci, de origem Congo-Angola, situado no bairro do Beiru, em Salvador, Bahia, Brasil, por meio da criação de museu digital, visando à patrimonialização, que significa o desvelamento para a criação de políticas públicas do patrimônio afro-brasileiro.</p><p><br/></p><p>Ao refletir sobre esta temática, as dificuldades de reconhecimento, a luta pela patrimonialização, automaticamente memórias afetivas surgirão. </p><p><br/></p><p>Este trabalho desenvolvido por Hildete Santos Pita Costa, orientado por Francisca de Paula Santos da Silva e Alfredo Eurico Rodrigues Matta, foi de uma colaboração imensa, para além do âmbito acadêmico, pois a partir de sua pesquisa, ela pode elencar materiais que foram importantes para que os sacerdotes e filhos de santo do Terreiro, conquistassem finalmente o tombamento, tendo para além, do reconhecimento histórico, o aporte jurídico e financeiro como consequência, propiciando que seus descendentes viessem ter tranqulidade em seguir com o legado deixado por nossos ancestrais.</p><p><br/></p><p>Abaixo, segue o link de acesso deste trabalho rico e importante nesta temática, bem como, do museu digital.</p><p><br/></p><p>Tese apresentada ao Programa de Pós Graduação da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia – Doutorado Multi-institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento (DMMDC). </p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cdi.uneb.br/site/wp-content/uploads/2021/03/Tese_Terreiro-Tumbenci-50.pdf">https://www.cdi.uneb.br/site/wp-content/uploads/2021/03/Tese_Terreiro-Tumbenci-50.pdf</a> </p><p><br/></p><p>Museu Digital do Terreiro Tumbenci</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.museudigitalterreirotumbenci.uneb.br/">http://www.museudigitalterreirotumbenci.uneb.br/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-02 22:40:44 UTC</pubDate>
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