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      <title>Meu padlet iluminado by Lumy 009</title>
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      <description>Criado com boas vibrações</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 11:50:53 UTC</pubDate>
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         <title>História</title>
         <author>luizaoliveiraroland</author>
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         <description><![CDATA[<div>: O grupo Macro-jê, surgiu recentemente uma tese que aponta o oeste brasileiro como centro de origem do tronco</div><div>Acredita-se que o povo Macro-jê detinham a hegemonia sobre a maior parte do atual território brasileiro, até que, por volta do ano 1000, os povos do tronco linguístico tupi, expulsando grande parte dos Macro-jês que habitavam o litoral brasileiro e forçando eles a se alojarem no interior do Brasil. Na época da chegada dos colonizadores portugueses ao litoral brasileiro, ou seja, a partir do século XVI, as únicas exceções ao domínio tupi no litoral brasileiro eram os Tremembé, os aimorés e os Goitacazes. Todos, pertencentes ao grupo linguístico Macro-jê.</div><div>Quando os portugueses chegaram ao litoral brasileiro, se depararam principalmente com tribos do grupo linguístico Macro-tupi. Os colonizadores portugueses absorveram muito da cultura Macro-tupi. Os macro-jês ofereceram grande resistência à colonização portuguesa do território brasileiro, sendo responsáveis pela morte de muitos colonos portugueses e pelo fracasso de muitas capitanias hereditárias, como a de Ilhéus, a de Porto Seguro, a do Espírito Santo e a de São Tomé. No entanto, os índios não tardaram a sucumbir perante as forças militares europeias e as doenças trazidas pelos europeus, como a varíola e o sarampo, para o qual não apresentavam qualquer resistência natural. Assim como algumas tribos tupis se aliaram aos portugueses, algumas tribos jês se aliaram aos neerlandeses, quando estes invadiram o nordeste brasileiro no século XVII. O avanço dos colonizadores portugueses sobre territórios habitados pelos índios do grupo Macro-jê, visando à plantação de cana-de-açúcar, criação de gado e exploração de minas, causou reações violentas, como por exemplo a Confederação dos Cariris, que foi uma revolta generalizada das tribos de línguas macro-jês que habitavam o nordeste brasileiro contra os portugueses, no final do século XVII e início do século XVIII. A revolta durou de 1688 a 1713 e terminou com a derrota e a quase extinção desses povos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 10:03:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizaoliveiraroland</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 10:06:47 UTC</pubDate>
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         <title> Karajá</title>
         <author>luizaoliveiraroland</author>
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         <description><![CDATA[<div> A plumária é muito elaborada, tendo uma relação direta com os rituais.<br>: esta arte tem sido reduzida na sua variedade, permanecendo apenas alguns enfeites, como o lori lori e o aheto, muito usados no ritual de iniciação dos meninos.<br>O mito de origem dos Karajá conta que eles moravam numa aldeia, no fundo do rio, onde viviam e formavam a comunidade dos Berahatxi Mahadu, ou povo do fundo das águas.eles eram bem felizes até que um dia um Karajá encontrou uma passagem, havia a existência de muito espaço para correr e morar, o jovem reuniu outros Karajá e subiram até a superfície Tempos depois, encontraram a morte e as doenças. Tentaram voltar, mas a passagem estava fechada, e guardada por uma grande cobra<br>: ordem de Koboi, chefe do povo do fundo das águas. Resolveram então se espalhar pelo Araguaia, rio acima e rio abaixo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 10:08:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizaoliveiraroland</author>
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         <pubDate>2020-11-12 10:09:27 UTC</pubDate>
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         <title>xavante</title>
         <author>luizaoliveiraroland</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cerimonial do Oi´ó A primeira cerimônia pública em que os meninos pequenos se engajamo que ocorre em algum momento entre os seus sete e dez anos de idade O oi’ó também cultiva e demonstra o espírito combativo dos meninos e sua capacidade de enfrentar desafios físicos, duas importantes características masculinas nesta sociedade de caçadores-coletores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 10:10:44 UTC</pubDate>
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         <title>ekrenak</title>
         <author>luizaoliveiraroland</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Marét, habitantes das esferas superiores, eram os grandes ordenadores dos fenômenos da natureza e, dentre eles, se destacava o Marét-khamaknian, herói criador dos homens e do mundo, benevolente e civilizador da humanidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 10:14:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizaoliveiraroland</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 10:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>Locais e membros</title>
         <author>luizaoliveiraroland</author>
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         <description><![CDATA[<div>As tribos do tronco linguístico Macro-jê se encontra no PR, RS, SC, SP, MT e TO<br>E cada um possui um representante com uma média de moradores: No Raigana possui 45620,  Xavante possui 22256, os Karjá possui 287 e krenák estão espalhados pelo o Brasil t<br>localizando-se mais na região  sul.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 10:15:42 UTC</pubDate>
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