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      <title>Tensões sociais na Arte e Literatura by Seven Consciência Bilíngue</title>
      <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes</link>
      <description>Pesquisa e apresentação de obras de arte brasileiras que retratam tensões sociais</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-19 16:45:12 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplo: Máscara de Flanders</title>
         <author>sevenbilingue</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: <strong>Fulano e Beltrano</strong><br>Nome da obra: <strong>Máscara de Flandres</strong><br>Nome do autor da obra:&nbsp;<strong>Jacques Arago<br></strong>Ano da obra:<strong> 1839</strong></p><p>Tipo de tensão social:<strong> Escravidão<br></strong></p><p><br/></p><p>Apresentação e justificativa da escolha da obra:&nbsp;<strong><br>A obra retrata uma mulher negra como um objeto e até mesmo como um animal, com uma mascara que era usada para impedir que os escravizados comessem e bebessem, bem como cometessem suicídio comendo terra. Escolhemos essa obra por ser chocante e retratar com realismo a tensão social e desumanização que existia durante a escravidão no Brasil.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-19 17:05:29 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de Português: Tensões Sociais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome dos integrantes: Emilly Leane, Pietra Ferrari e Gabrielle Pace</strong></p><p><strong>Nome da obra original: A Negra</strong></p><p><strong>Nome do autor da obra original: Tarsila do Amaral</strong></p><p><strong>Ano da obra: 1923</strong></p><p><strong>Tipo de Tensão Social: Questão Racial</strong></p><p><strong>Apresentação e justificativa da escolha da obra: A pintura destaca uma figura feminina negra com dignidade e força, com traços marcantes, como o pescoço alongado e seios grandes, com uma postura em destaque no centro da tela. Escolhemos essa obra por questionar os esteriótipos raciais e criticar a discriminação das pessoas negras na sociedade brasileira, destacando a importância da identidade negra e desafiando preconceitos da época.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 00:07:12 UTC</pubDate>
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         <title>O Lavrador de Café </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: DANILO WOLGA </p><p><br/></p><p>Nome da Obra:O Lavrador de Café</p><p><br/></p><p>Nome do Autor da Obra:Candido Portinari</p><p><br/></p><p>Ano da Obra: 1934</p><p><br/></p><p>Tipo de Tensão Social:A obra retrata as tensões sociais relacionadas à desigualdade social e às condições de trabalho dos trabalhadores rurais no Brasil durante o início do século XX. </p><p>A questão social do lavrador de café no Brasil reflete uma história de exploração e desigualdade. Durante o auge da produção de café, especialmente entre os séculos XIX e XX, os trabalhadores das lavouras, em sua maioria imigrantes ou descendentes de escravizados, enfrentavam condições de vida e trabalho extremamente difíceis. Submetidos a longas jornadas, salários baixos e endividados com os patrões, viviam em moradias precárias e sem acesso adequado a saúde e educação.</p><p><br/></p><p>A mecanização da agricultura e as primeiras leis trabalhistas no governo de Getúlio Vargas trouxeram algumas melhorias, mas não resolveram completamente as desigualdades. Muitos lavradores, desempregados ou forçados a migrar para as cidades, continuaram a viver em condições precárias. A situação dos lavradores de café ilustra as profundas desigualdades sociais que marcaram e ainda marcam a história do Brasil. Escolhi essa obra pois ela é muito famosa e retrata muito a desigualdade social que passamos </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 00:20:20 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de Português: Tensões Sociais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3080619072</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: <strong>Emilly Leane, Pietra Ferrari e Gabrielle Pace</strong></p><p>Nome da obra original: <strong>Operários</strong></p><p>Nome do autor da obra original: <strong>Tarsila do Amaral</strong></p><p>Ano da obra: <strong>1933</strong></p><p>Apresentação e justificativa da escolha da obra: <strong>Representa o processo de industrialização do estado de São Paulo e o imenso número e a variedade étnica das pessoas vindas de todas as partes do Brasil para trabalhar nas fábricas, que começavam a surgir no país no início do século XX e tendo seu pico na década de 1930, principalmente nas metrópoles, impulsionando o capitalismo e a imigração.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 00:31:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: <strong>Murilo e Vitor</strong></p><p>Nome da obra: <strong>Aplicação do Castigo do Açoite</strong></p><p>Nome do autor da obra:<strong>Jean-Baptiste Debret</strong></p><p>Ano da Obra:<strong>1830</strong></p><p>Tipo de tensão social:<strong>Escravidão</strong></p><p><br/></p><p>Apresentação e justificativa da escolha da obra:</p><p><strong>A obra retrata o castigo que os escravos estavam sofrendo na época. Na obra há três homem, dois deles estão deitados no chão aonde o autor representa como se eles estivessem mortos, o outro amarrando sem as sua vestes da parte inferior de seu corpo com um rapaz em pé com um chicote e algumas pessoas em sua volta olhando o que estava acontecendo.</strong></p><p><strong>Escolhemos essa obra por demonstrar uma parte muito cruel da história do Brasil e nela está retratando o tratamento que os escravos eram submetidos durante a escravidão do Brasil.</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 01:14:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3081311774</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome do integrante: Diego Guitelar e Pedro Aguiar</p><p><br/></p><p>Nome da obra: Disciplina </p><p><br/></p><p>Nome do autor da obra: Cândido Portinari</p><p><br/></p><p>Ano da obra: 1935</p><p><br/></p><p>Apresentação e justificativa da escolha da obra: A obra retrata homens negros trabalhando na colheita de café, coisa que era habitual na época. Eu escolhi essa obra porque não havia nenhuma obra sobre trabalho escravo e na minha visão a escravidão é a maior tensão social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 10:31:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3081385468</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: Luigi Novaes e Matheus Pacheco </p><p>Nome da obra: Mercado de escravos </p><p>Nome do autor: Johann Moritz Rugendas</p><p>Data da obra: 1835</p><p><br/></p><p>aborda o tema da escravidão e suas consequências históricas e sociais. A obra retrata uma cena de um mercado de escravos, evidenciando a crueldade e a desumanização envolvidas na prática da escravidão. Com uma abordagem visual e impactante, a obra provoca reflexão sobre a memória histórica e a persistência das desigualdades sociais originadas por esse período.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 12:04:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>trabalho de literatura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3081640473</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Nome dos integrantes: Sthephany e Giovanna</p><p>Noma da obra: Apesar de você </p><p>Nome do autor: Chico Buarque </p><p>Ano da obra: 1970</p><p>Tipo de tensão social: Ditadura Militar </p><p><br/></p><p><br/></p><p>apresentação e justificativa de escolha da obra:</p><p>A canção "Apesar de Você", lançada por Chico Buarque em 1970, é um claro exemplo de protesto contra a ditadura militar no Brasil. Embora possa parecer um desabafo sobre um relacionamento, na verdade, a letra critica o regime autoritário. O "você" na música representa os governantes militares, também traz à tona a opressão vivida pela sociedade brasileira, retratando um povo que se cala por medo da repressão, simbolizado pelo “fala de lado”. Além disso, denuncia os abusos cometidos pelo regime, como prisões e torturas. </p><p>O autor foi corajoso ao publicar a obra nesse período já que muitos artistas foram punidos e mortos por criticar a ditadura dessa forma, tanto que a música na época foi censurada.</p><p>A canção também foi vista como esperançosa aos ouvintes.</p><p>Assim, a obra de Chico Buarque levanta uma voz de resistência contra as injustiças da época.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 15:10:07 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de literatura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3081650069</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome do artista:Adolfo Caboclo</p><p>Data:2024</p><p>Nome do quadro:Tensões Contidas</p><p>Tensão social: Pobreza extrema causada pelo preconceito causado pela escravização</p><p><br/></p><p><em>Tensões contidas</em> se refere a condições atuais, mas que estão presentes desde a formação da sociedade brasileira: exploração das populações nativas, escravização dos africanos, espoliação do capitalismo mercantil colonial, relação hierárquica cristalizada pela aristocracia/oligarquia e seus associados de um lado e os colonizados/escravizados de outro. Segundo os organizadores, tais fatores forjaram, por sufocamento e imposição violenta, o substrato dos conflitos que eclodem hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 15:17:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Borba gato </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3081651944</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: Breno bussotti e Pedro Meira </p><p>Nome da obra: estátua de borba gato</p><p>Nome do autor da obra: Santo Amaro </p><p>Ano da obra: 1963</p><p>Tipo de tensão social: Escravidão</p><p>Apresentação e justificativa da escolha da obra:</p><p>A estátua do Borba Gato foi um colono brasileiro, bandeirante paulista, sertanista, proprietário de escravizados e descobridor de metais preciosos que esteve envolvido no conflito da Guerra dos Emboabas (1708-1709). Nas bandeiras em que realizava, indígenas eram aprisionados e vendidos como escravizados.</p><p>Escolhemos essa obra por relatar algo realista e por conta q ela foi queimada recentemente, ent achamos interessante compartilhar essa estátua </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 15:19:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tensões sociais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3081664191</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: Carlos Eduardo e Pedro Salvador </p><p>Nome da obra: Abaporu </p><p>Nome do autor da obra: Tarsila do Amaral</p><p>Ano da obra: 1928</p><p>Tipo de tensão social: Desigualdade </p><p><br/></p><p>Apresentação e justificativa da escolha da obra: Abaporu (1928), pintado por Tarsila do Amaral, é uma obra importante do modernismo brasileiro e um símbolo cultural na América Latina. A pintura mostra uma figura humana com um pé e uma mão enormes e uma cabeça pequena, em um cenário simples, quase vazio.</p><p>Escolhi essa obra porque ela é muito relevante para a história e cultura do Brasil. "Abaporu" foi a inspiração para o Manifesto Antropófago, criado por Oswald de Andrade, que sugeria que o Brasil deveria "devorar" influências estrangeiras e transformá-las em algo novo e brasileiro. Além disso, a pintura representa a busca por uma identidade brasileira, lidando com as pressões da modernização e as raízes culturais do país. Por isso, é uma peça-chave para entender a arte e a cultura brasileira.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 15:29:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3081670132</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Integrante: Italo</p><p>Nome da obra: Regresso de um proprietário </p><p>Ano: 1816 </p><p>Nome do autor: Jean-Baptiste Debret.</p><p><br/></p><p>Tensão social: escravidão </p><p>A obra retrata escravos carregando um homem branco, provavelmente dono da terra. Revela-se que o proprietário faz o minimo de esforço, e usa os escravos para exercer as ações, até mesmo as mais básicas, como se locomover. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 15:33:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho de Português: Tensões Sociais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3081680172</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: Thiago  Hideki Ishikawa e Lucas Damilola da Silva Adeleke                                 Nome da obra: Navio Negreiro   Nome do autor: Johann Moritz Rugendas                                Enquanto perdurou o tráfico negreiro, antes das leis da primeira metade do século XIX que começaram a proibir este comércio, os africanos escravizados eram tratados como mercadoria. Assim, os escravizados eram transportados nos porões dos navios, onde permaneciam confinados em viagens que poderiam durar dois meses, até a chegada ao destino. Eram embarcados à força e aprisionados em porões que mal davam para permanecerem sentados. Os africanos escravizados eram mantidos nus, separados por sexo e os homens permaneciam acorrentados a fim de evitar revoltas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 15:41:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3081690266</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: Felipe rosa</p><p><br/></p><p>Nome da obra: Retirantes</p><p><br/></p><p>Nome do autor da obra: Cândido portinari</p><p><br/></p><p>Ano da obra: 1944</p><p><br/></p><p>Tipo de tensão social: migração nordestina</p><p><br/></p><p>Apresentação e justificativa da escolha da obra:  A pintura exibe uma família de retirantes, emigrantes nordestinos que estão se deslocando de sua terra a fim de fugir da seca, fome, miséria e falta de perspectiva.</p><p>O pintor retratou o grupo (quatro adultos e cinco crianças ao todo), de maneira sombria e triste. A paleta de cores escolhida exibe tons terrosos, o que dá ênfase à atmosfera fúnebre que envolve a cena.</p><p><br/></p><p>As pessoas tomam grande parte da composição e ao fundo temos uma paisagem seca e sem vida.</p><p><br/></p><p>Os corpos, muito magros, traduzem a fome daquele povo e as expressões nos rostos dão conta de expor o desespero daqueles que lutam pela sobrevivência em um país tão desigual.</p><p>As pessoas tomam grande parte da composição e ao fundo temos uma paisagem seca e sem vida.</p><p><br/></p><p>Os corpos, muito magros, traduzem a fome daquele povo e as expressões nos rostos dão conta de expor o desespero daqueles que lutam pela sobrevivência em um país tão desigual.</p><p><br/></p><p>Sobre a função social da arte, Portinari disse certa vez:</p><p><br/></p><p>"Estou com os que acham que não há arte neutra. Mesmo sem nenhuma intenção do pintor, o quadro indica sempre um sentido social."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-20 15:46:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tensões sociais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3089088153</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: <strong>Giovanna e Sthephany.</strong></p><p>Nome da obra: <strong>O Herói.</strong></p><p>Nome do autor da obra: <strong>Anna Maria Maiolini.</strong></p><p>Ano da obra: <strong>1966</strong></p><p>Tipo de tensão social: <strong>Ditadura militar.</strong></p><p><br/></p><p>A obra mostra um militar em suas vestimentas e cheio de medalhas no peito, a autora critica os militares que cometiam os mais horrorosos crimes contra a sociedade na época da ditadura. O descrevendo como um homem "caveira", sem vida e cruel.</p><p>O tema central da obra gira em torno da busca por heroísmo em tempos de crise, questionando o que realmente constitui um "herói". Essa reflexão provoca uma análise cultural e social significativa, onde o heroísmo é abordado não apenas como uma qualidade individual, mas como um reflexo das lutas sociais. Assim, a obra se torna uma crítica à idealização do heroísmo em contextos de violência e opressão."O Herói" destaca-se por sua abordagem profunda e comprometida com temas sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 20:21:38 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de português</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 05:57:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nome dos integrantes : DIEGO GUITELAR E PEDRO AGUIAR</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nome da obra: SINHÁ </p><p><br/></p><p>Nome do cantor: CHICO BUARQUE</p><p><br/></p><p>Se a dona se banhou<br>Eu não estava lá<br>Por Deus, nosso Senhor<br>Eu não olhei, Sinhá</p><p>Estava lá na roça<br>Sou de olhar ninguém<br>Não tenho mais cobiça<br>Nem enxergo bem</p><p>Pra quê me por no tronco<br>Pra quê me aleijar<br>Eu juro a vosmecer<br>Que nunca vi Sinhá</p><p>Por que me faz tão mal<br>Com olhos tão azuis<br>Me benzo com o sinal<br>Da Santa Cruz</p><p>Eu só cheguei no açude<br>Atrás da sabiá<br>Olhava o arvorero<br>Eu não olhei Sinhá</p><p>Se a dona se despiu<br>Eu já andava além<br>Estava na amoenda<br>Estava para Xerém</p><p>Por que talhar meu corpo<br>Eu não olhei Sinhá<br>Pra quê que vosmecer<br>Meus olhos vai furar</p><p>Eu choro em iorubá<br>Mas oro por Jesus<br>Pra quê que vassumcê<br>Me tira a luz</p><p>E assim vai se encerrar<br>O canto de um cantor<br>Um voz no pelourinho<br>E ares de senhor</p><p>Cantor atormentado<br>Herdeiro sarará<br>Do nome do renome<br>De um feroz senhor de engenho<br>E das mandingas de um escravo<br>Que no engenho enfeitiçou<br>Sinhá</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 11:24:18 UTC</pubDate>
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         <title>Musica sobre tensão social</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nome:Vitor/oliveira</p><p>Autor da musica:Taiguara/Arnaldo da costa/Maurício einhorn</p><p>Nome da musica: negroide</p><p><br/></p><p>Ouve meu canto<br>Negra linda, amada<br>Cor da madrugada...<br><br>E do meu canto<br>Nasce, cresce, vence minha esperança<br>Deixa eu cantar...<br>Quando eu canto sou mais negro, sou mais forte<br>Tenho a vida e tenho a morte<br>Liberdade, se ela é branca eu tenho o que eu quis<br><br>Pois do meu canto<br>Nasce, cresce, vence minha liberdade<br>Ganha do amor...<br>E o amor é bem maior que o preconceito<br>É mais meu que o meu direito<br>Faço dele o que eu quiser, sem lei, nem juiz<br><br>Se muito branco cantasse<br>Se o mundo me amasse<br>Se tudo pudesse ser mais feliz<br><br>Ouve meu canto<br>Negra linda, amada<br>Cor da madrugada...</p><p><br/></p><p>Conclusão: Na seguinte musica a autora se remete ao orgulho de ser negra em uma época difícil em nossa história.</p><p>Demonstra como o povo negro viva naquela época e diz ter esperança de seu povo para o futuro </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 13:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho Tensões Sociais pt2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: <strong>Emilly Leane, Gabrielle Pace e Pietra Ferrari</strong></p><p>Música: <strong>Cálice</strong></p><p>Cantores: <strong>Chico Buarque e Gilberto Gil</strong></p><p>Letra:</p><p>CÁLICE </p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>De vinho tinto de sangue</strong></p><p><strong>Como beber dessa bebida amarga  </strong></p><p><strong>Tragar a dor, engolir a labuta  </strong></p><p><strong>Mesmo calada a boca, resta o peito  </strong></p><p><strong>Silêncio na cidade não se escuta  </strong></p><p><strong>De que me vale ser filho da santa  </strong></p><p><strong>Melhor seria ser filho da outra  </strong></p><p><strong>Outra realidade menos morta  </strong></p><p><strong>Tanta mentira, tanta força bruta</strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>De vinho tinto de sangue</strong></p><p><strong>Como é difícil acordar calado  </strong></p><p><strong>Se na calada da noite eu me dano  </strong></p><p><strong>Quero lançar um grito desumano  </strong></p><p><strong>Que é uma maneira de ser escutado  </strong></p><p><strong>Esse silêncio todo me atordoa  </strong></p><p><strong>Atordoado, permaneço atento  </strong></p><p><strong>Na arquibancada, pra a qualquer momento  </strong></p><p><strong>Ver emergir o monstro da lagoa</strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>De vinho tinto de sangue</strong></p><p><strong>De muito gorda a porca já não anda  </strong></p><p><strong>De muito usada a faca já não corta  </strong></p><p><strong>Como é difícil, pai, abrir a porta  </strong></p><p><strong>Essa palavra presa na garganta  </strong></p><p><strong>Esse pileque homérico no mundo  </strong></p><p><strong>De que adianta ter boa vontade  </strong></p><p><strong>Mesmo calado o peito, resta a cuca  </strong></p><p><strong>Dos bêbados do centro da cidade</strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>De vinho tinto de sangue</strong></p><p><strong>Talvez o mundo não seja pequeno  </strong></p><p><strong>Nem seja a vida um fato consumado  </strong></p><p><strong>Quero inventar o meu próprio pecado  </strong></p><p><strong>Quero morrer do meu próprio veneno  </strong></p><p><strong>Quero perder de vez tua cabeça  </strong></p><p><strong>Minha cabeça perder teu juízo  </strong></p><p><strong>Quero cheirar fumaça de óleo diesel  </strong></p><p><strong>Me embriagar até que alguém me esqueça</strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>Pai, afasta de mim esse cálice  </strong></p><p><strong>De vinho tinto de sangue.</strong></p><p><br/></p><p>Justificativa:</p><p><strong>Cálice é uma música de Chico Buarque e Gilberto Gil, lançada em 1978, durante a ditadura militar no Brasil. A canção utiliza a metáfora do "cálice" (que também soa como "cale-se") para expressar o desejo de silenciar as vozes que se levantam contra a opressão. A letra aborda temas como a censura, a repressão e a violência do regime, destacando o sofrimento e a angústia daqueles que vivem sob um sistema autoritário. O refrão repetitivo reflete o pedido de afastamento do sofrimento, enquanto as estrofes detalham a luta interna entre a vontade de falar e a necessidade de permanecer calado para sobreviver. A música se tornou um símbolo de resistência contra a ditadura e continua relevante como crítica social.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 13:59:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho Tensões Sociais pt2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3090406630</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: <strong>Emilly Leane, Gabrielle Pace e Pietra Ferrari</strong></p><p>Música: <strong>Que pais é este?</strong></p><p>Cantores: <strong>Legião Urbana</strong></p><p>Letra:</p><p><strong>Nas favelas, no Senado  </strong></p><p><strong>Sujeira pra todo lado  </strong></p><p><strong>Ninguém respeita a Constituição  </strong></p><p><strong>Mas todos acreditam no futuro da nação  </strong></p><p><strong>Que país é esse?  </strong></p><p><strong>Que país é esse?  </strong></p><p><strong>Que país é esse?</strong></p><p><strong>No Amazonas, no Araguaia iá, iá  </strong></p><p><strong>Na Baixada Fluminense  </strong></p><p><strong>Mato Grosso, nas Gerais  </strong></p><p><strong>E no Nordeste tudo em paz  </strong></p><p><strong>Na morte eu descanso  </strong></p><p><strong>Mas o sangue anda solto  </strong></p><p><strong>Manchando os papéis  </strong></p><p><strong>Documentos fiéis ao descanso do patrão  </strong></p><p><strong>Que país é esse?  </strong></p><p><strong>Que país é esse?  </strong></p><p><strong>Que país é esse?</strong></p><p><strong>Terceiro mundo se for  </strong></p><p><strong>Piada no exterior  </strong></p><p><strong>Mas o Brasil vai ficar rico  </strong></p><p><strong>Vamos faturar um milhão  </strong></p><p><strong>Quando vendermos todas as almas  </strong></p><p><strong>Dos nossos índios num leilão  </strong></p><p><strong>Que país é esse?  </strong></p><p><strong>Que país é esse?  </strong></p><p><strong>Que país é esse?</strong></p><p><br/></p><p>Justificativa:</p><p><strong>Que País é Este? da Legião Urbana é uma música crítica e direta que expõe a frustração com a corrupção, desigualdade e injustiça no Brasil. Renato Russo usa versos simples e repetitivos para destacar a inconformidade com a realidade política e social do país. O refrão, "Que país é este?", reflete a indignação e a perplexidade diante de um cenário de impunidade, onde as instituições e o governo falham em proteger a população. A música, lançada em 1987, continua sendo relevante, representando o sentimento de desilusão de muitos brasileiros com o estado da nação.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 14:07:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Musica sobre tensões sociais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3090409011</link>
         <description><![CDATA[<p>Membros do grupo: Arthur e Matheus 1° ano</p><p>Autor da música: Racionais MC</p><p>Música: "Da Ponte Pra cá</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Hey, hey, hey Nego<br>Você está na sintonia da sua Rádio Êxodos<br>Eu, DJ Nel comandando o melhor da Black Music<br>São 23 minutos de um novo dia<br>O Japonês do Jardim Rosana manda um salve para o Zezé<br>Pro Chiquinho, pro Kau, pro Ribeiro, pro Tico, Zulu, e o Serginho<br>O Valtinho da Sabin manda um salve aí pro Vandão da Vila do Sapo<br>E a Kiara do Embu manda um abraço para a Viviane do Sadí<br>É, o Papau do Parque manda um salve pros manos da 50 né<br>E o Adriano do Tamoio<br>Manda um salve ai para o Sujeito Suspeito do Paranapanema<br>E pra você que está pensando em fazer um pião<br>Pegue seu bombojaco e sua toca<br>Porque faz 10°C em São Paulo</p><p>A lua cheia clareia as ruas do Capão<br>Acima de nós só DEUS humilde, né, não? Né, não?<br>Saúde (plin) mulher e muito som<br>Vinho branco para todos, um advogado bom<br>Esse frio 'tá de fuder<br>Terça feira é ruim de rolê, vou fazer o que?<br>Nunca mudou nem nunca mudará<br>O cheiro de fogueira vai perfumando o ar<br>Mesmo céu, mesmo CEP no lado sul do mapa</p><p>Sempre ouvindo um RAPpara alegrar a rapa<br>Nas ruas da sul eles me chamam Brown<br>Maldito, vagabundo, mente criminal<br>O que toma uma taça de champanhe também curte<br>Desbaratinado, tubaína, tutti-frutti<br>Fanático, melodramático, bon-vivant<br>Depósito de mágoa, quem está certo é os Saddan, ham<br>Playboy bom é chinês, australiano<br>Fala feio e mora longe, não me chama de mano</p><p>E aí, brother, hey, uhul, pau no seu<br>Três vezes seu sofredor, eu odeio todos vocês<br>Vem de artes marciais que eu vou de Sig Sauer<br>Quero sua irmã e seu relógio Tag Heuer<br>Um conto, se pá, dá pra catar<br>Ir para a quebrada e gastar antes do galo cantar<br>Um triplex para a coroa é o que malandro quer<br>Não só desfilar de Nike no pé</p><p>Ô, vem com a minha cara e o din-din do seu pai<br>Mas no rolê com nós 'cê não vai<br>Nós aqui, vocês lá, cada um no seu lugar<br>Entendeu? Se a vida é assim, tem culpa eu?<br>Se é o crime ou o creme, se não deves não teme<br>As perversa se ouriça, os inimigo treme<br>E a neblina cobre a estrada de Itapecirica<br>Sai, Deus é mais, vai morrer pra lá zica</p><p>Não adianta querer, tem que ser, tem que pá<br>O mundo é diferente da ponte pra cá<br>Não adianta querer ser, tem que ter pra trocar<br>O mundo é diferente da ponte pra cá</p><p>Tem que ser, tem que pá<br>O mundo é diferente da ponte pra cá<br>Não adianta querer ser, tem que ter pra trocar<br>Ai, ai, ai</p><p>Outra vez nós aqui, vai vendo<br>Lavando o ódio embaixo do sereno<br>Cada um no seu castelo, cada um na sua função<br>Tudo junto, cada qual na sua solidão<br>Hei, mulher é mato, a Mary Jane impera<br>Dilui a rádio e solta na atmosfera<br>Faz da quebrada o equilíbrio ecológico<br>E distingui o judas só no psicológico<br>Ó, filosofia de fumaça, analise</p><p>E cada favelado é um universo em crise<br>Quem não quer brilhar, quem não? Mostra quem<br>Ninguém quer ser coadjuvante de ninguém<br>Quantos caras bom, no auge se afundaram por fama<br>E 'tá tirando dez de Havaiana<br>E quem não quer chegar de Honda preto em banco de couro<br>E ter a caminhada escrita em letras de ouro<br>A mulher mais linda sensual e atraente<br>A pele cor da noite, lisa e reluzente<br>Andar com quem é mais leal verdadeiro</p><p>Na vida ou na morte o mais nobre guerreiro<br>O riso da criança mais triste e carente<br>Ouro e diamante, relógio e corrente<br>Ver minha coroa onde eu sempre quis pôr<br>De turbante, chofer, uma madame nagô<br>Sofrer pra que mais, se o mundo jaz do maligno?<br>Morrer como homem e ter um velório digno<br>Eu nunca tive bicicleta ou vídeo-game<br>Agora eu quero o mundo igual Cidadão Kane</p><p>Da ponte pra cá antes de tudo é uma escola<br>Minha meta é dez, nove e meio nem rola<br>Meio ponto a ver, hum e morre um<br>Meio certo não existe, truta, o ditado é comum<br>Ser humano perfeito, não tem mesmo não<br>Procurada viva ou morta a perfeição<br>Errare humanum est grego ou troiano<br>Latim, tanto faz pra mim fi de baiano</p><p>Mas se tiver calor, quentão no verão<br>'Cê quer da um rolê no capão daquele jeito<br>Mas perde a linha fácil, veste a carapuça<br>Esquece estes defeitos no seu jaco de camurça<br>Jardim Rosana, Treze, Tremembé<br>Santa Tereza, Valo Velho e Dom José<br>Parque Chácara, Lídia, Vaz<br>Fundão, muita treta com a Vinícius de Morais</p><p>Não adianta querer, tem que ser, tem que pá<br>O mundo é diferente da ponte pra cá<br>Não adianta querer ser, tem que ter pra trocar<br>O mundo é diferente da ponte pra cá</p><p>Tem que ser, tem que pá<br>O mundo é diferente da ponte pra cá<br>Não adianta querer ser, tem que ter pápápá<br>Firmeza total</p><p>Mas não leve a mal tru, 'cê não entendeu<br>Cada um na sua função, o crime é crime e eu sou eu<br>Antes de tudo eu quero dizer, pra ser sincero<br>Que eu não pago de quebrada mula ou banca forte<br>Eu represento a sul, conheço louco na norte<br>No 15 olha o que fala, Perus, chicote estrala<br>Ridículo é ver os malandrão vândalo</p><p>Batendo no peito feio e fazendo escândalo<br>Deixa ele engordar, deixa se criar bem<br>Vai fundo, é com nóis, super star, Superman, vai<br>Palmas para eles, digam hey, digam oh<br>Novo personagem pro Chico Anísio Show<br>Mas firmão, né, se Deus quer sem problemas<br>Vermes e leões no mesmo ecossistema<br>'Cê é cego doidão? Então baixa o farol</p><p>Hei, oh, se quer o quê com quem, djow?<br>'Tá marcando, não dá pra ver quem é contra a luz<br>Um pé de porco ou inimigo que vem de capuz<br>Hey truta, eu 'tô louco, eu 'to vendo miragem<br>Um Bradesco bem em frente a favela é viagem<br>De classe A da TAM tomando JB<br>Ou viajar de Blazer pró 92 DP<br>Viajar de GTI quebra a banca</p><p>Só não pode viajar c'os mão branca<br>Senhor, guarda meus irmãos nesse horizonte cinzento<br>Nesse Capão Redondo, frio sem sentimento<br>Os manos é sofrido e fuma um sem dar guela<br>É o estilo favela e o respeito por ela<br>Os moleque tem instinto e ninguém amarela<br>Os coxinha cresce o zóio na função e gela</p><p>Não adianta querer, tem que ser, tem que pá<br>O mundo é diferente da ponte pra cá<br>Não adianta querer ser, tem que ter pra trocar<br>O mundo é diferente da ponte pra cá</p><p>Não adianta querer, tem que ser, tem que pá<br>O mundo é diferente da ponte pra cá<br>Não adianta querer ser, tem que pra trocar</p><p>Três da manhã, eu vejo tudo e ninguém me vê<br>Subindo o campo de fora<br>Eu, meu parceiro Dinho ouvindo 2Pac<br>Tomando vinho, vivão e consciente<br>Aí Batatão, Pablo, Neguim Emerson<br>Marquinho, Cascão, Jonny MC, Sora<br>Marcão, Pantaleão, Nelito, Celião, Ivan, Di (Na Zona Norte)<br>Sem palavra irmão, aí os irmão do Pantanal (Na Zona Oeste)</p><p>A rapa do morro e as que estão com Deus (na Zona leste, cara tô na área)<br>Deda, Tchai, Edi 16, Edi (Na Zona Sul)<br>Um dia nos encontraremos<br>A selva é como ela é, vaidosa e ambiciosa<br>Irada e luxuriosa<br>Pros moleque da quebrada<br>Um futuro mais ameno, essa é a meta<br>Pela Fundão, sem palavras, muito amor<br>(Ai ai ai ai ah)<br>Firmeza total vagabundo<br>É desse jeito<br>Haha<br>(Ra ra taratatá, tataratatatatá, há)</p><p><br/></p><p>CONCLUSÃO: A música do grupo Racionais MC cantada por Mano Brown, faz uma crítica ao fato da sociedade não ter a conciência das coisas que acontecem no ambiente periférico e acreditam que é facil viver como tal, na mesma ele cita o fato de abrirem uma filial de um banco em frente a comunidade fazendo alusão como se o povo daquele local fosse cometer um assalto, o que tambem é uma crítica ao preconceito contra esses povos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 14:09:14 UTC</pubDate>
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         <title>“Pare de chorar mãe”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3090414771</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome dos integrantes: Pedro Meira e Breno Bussotti </p><p>Nome da obra: pare de chorar mãe </p><p>Nome do autor da obra: Mc livinho </p><p>Ano da obra: 2022 </p><p>Tipo de tensão social: desigualdade social </p><p><br/></p><p> A música ‘Pare de Chorar, Mãe’ mostra a realidade de jovens que vivem em comunidades periféricas e que, em muitas das vezes, por falta de perspectiva de um futuro digno, da desigualdade social, acesso à educação e outros fatores, acabam entrando para a vida do crime e das drogas. A letra da música fala das mães desses jovens que sofrem com as tragédias e perda dos filhos para o crime, que são comuns nas grandes cidades.</p><p><br/></p><p>Escolhemos pq o livinho é um cantor mais conhecido atualmente e tem uma influência muito grande.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 14:12:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3091005455</link>
         <description><![CDATA[<p>Música sobre tensão social</p><p><br/></p><p>Membros: Italo</p><p>Música: Trabalhador Brasileiro </p><p>Autor: Seu Jorge</p><p><br/></p><p>A música comenta sobre o trabalhador brasileiro, que enfrenta muitas dificuldades para apenas sustentar a família. Muitas vezes eles tem posições que requerem trabalho envolvendo força, portanto não ocupam profissões de alta qualificação.</p><p><br/></p><p>youtube.com/watch?v=eC5HXfR21II</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 21:59:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apesar de você- Chico buarque</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sevenbilingue/tensoes/wish/3092184654</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome do intrgrante: Felipe rosa </p><p>Nome da obra: Apesar de você</p><p>Nome do autor da obra: Chico buarque</p><p>Ano da obra: 1978</p><p>Tipo de tensão social: ditadura no Brasil</p><p><br/></p><p>Sim, Chico Buarque era incrivelmente engajado no seu contexto político. Apesar de Você também foi uma canção de protesto escrita pelo autor. Após seu auto- exílio na Itália, Chico voltou ao Brasil sob promessas de que o país estava melhor. Mas não foi isso que encontrou.</p><p><br/></p><p>O cantor, então, percebendo que o contexto nacional ainda vivia sob a sombra de desaparecimento, tortura e falta de expressão, escreveu a música, que faz uma analogia da repressão e da tristeza sobre a falta de liberdade da ditadura militar à briga de um casal de namorados.</p><p>Chico ficou surpreso quando Apesar de Você foi liberada pelo departamento de censura. Porém, quando as vendas do compacto contendo a música atingiu 100 mil cópias, um jornalista insinuou que a música seria para o atual presidente Médici.</p><p><br/></p><p>Após a declaração, a gravadora foi invadida, cópias foram destruídas e Chico levado a interrogatório. Lá, Chico afirmou que música era sobre uma mulher muito autoritária. A canção só foi regravada e lançada oficialmente em 1978, 8 anos depois.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 13:26:38 UTC</pubDate>
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