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      <title>Projeto🤍 by </title>
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      <description>Projeto Santa Clara </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-31 15:12:15 UTC</pubDate>
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         <title>O terreiro  Iê Axé Ojisé Olodumare sofre intolerância religiosa durante assalto.</title>
         <author>leulileu8</author>
         <link>https://padlet.com/leulileu8/vdcpj7iuepnc907z/wish/1574157441</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O caso aconteceu na noite de sábado (12) em 2019&nbsp; no terreiro Iê Axé Ojisé Olodumare, na vila de Barra do Pojuca, em Camaçari (40 km de Salvador). Haviam 120 pessoas&nbsp; no espaço sagrado,&nbsp; numa cerimônia de saudação a Oxalá, quando 6 bandidos armados entraram no local. <br>Foram exatamente 20 minutos de terror, os assaltantes fizeram com que todos deitassem no chão. Pessoas que estavam incorporadas pelos orixás foram sacudidas e revistadas. Além de tudo isso eles&nbsp; agrediram verbalmente e fisicamente&nbsp; os adeptos, associando a religião a demônios. Dois homens foram atacados com coronhadas na cabeça. Ambos foram atendidos, hospitalizados e ficaram bem.&nbsp; <br><br>Os bandidos furtaram&nbsp; uns celulares e um carro, além de instrumentos de culto considerados sagrados no candomblé. <br><br>Em nota, o terreiro lamentou o episódio de violência e intolerância religiosa e afirmou que iria tomar medidas cabíveis&nbsp; para que episódios como este não voltem a ocorrer.<br><br>Link da matéria: <a href="https://globoplay.globo.com/v/7299217/">https://globoplay.globo.com/v/7299217/</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 18:03:57 UTC</pubDate>
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         <title>Uma guerra Santa?</title>
         <author>leulileu8</author>
         <link>https://padlet.com/leulileu8/vdcpj7iuepnc907z/wish/1574216428</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta 'Guerra Santa', em que se transformou a intolerância religiosa, é difícil apontar vítimas ou culpados porque muitos acusam uns aos outro.<br>Os casos aumentam muito rápido e tudo é muito crítico. <br>As religiões de matriz africana lideram as estatísticas, seguidas dos evangélicos. Espíritas e católicos dividem o terceiro lugar.<br>Os seguidores de matriz africana dizem que os evangélicos são os seus maiores perseguidores. E os evangélicos dizem que sofrem grande preconceito e são expostos de forma grosseira e intolerante por conta de sua doutrina. Várias religiões se atacam&nbsp; entre si, por isso é difícil saber quem está certo ou errado, sempre quando a conflitos assim não existem um lado certo, pois elas estão se atacando se forma grosseira e desrespeitosas.<br>Aqui no Brasil, desde a colonização a igreja católica sempre teve uma forte influência. O catolicismo foi trazido por missionários que acompanharam os exploradores e colonizadores portugueses. A própria chegada dos portugueses é uma chegada religiosa.<br>A igreja não influenciou apenas a cultura, a crença dos brasileiros. Ela também esteve presente em momentos importantes do país, desde a chegada dos portugueses, passando por revoluções, até hoje. A igreja católica sempre causou muita pressão nos índios não aceitando a sua religião, sempre tentando influenciar eles com o catolicismo, sendo meio intolerantes com a forma que os índios tinham de cultuar os seus deuses, ou seja, os portugueses que vieram pra cá, eles não vieram só com o interesse político, interesse econômico, há o interesse de evangelizar, expandir a fé católica. <br>Existe também a ideia de que a partir do momento em que o negro começa a fazer o exercício da sua religiosidade, aquilo é demonizado, e essa demonização cresce ao longo da historia, deixando claro que a intolerância e o racismo caminham juntos no país.<br><br><strong><em>Consequências: <br><br></em></strong>As suas consequências são óbvias, como as ofensas pessoais por conta da religião, cultos e outras religiões. Ações como essas, em suas formas mais graves, podem resultar em violência, como agressões físicas, perseguições, prisões ilegais, espancamentos, torturas, execução injustificada, depredação de templos e até mesmo suicidios.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong><em>Como sabemos que a intolerância está presente atualmente?</em></strong><br><br>Vemos que tudo isso existe ainda hoje, porque nos jornais, em vídeos no YouTube ou até mesmo sofremos&nbsp; casos de ataques contra templos, profanação de imagens religiosas, ofensas contra pessoas e discriminação no tratamento em locais públicos e estabelecimentos privados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 18:36:30 UTC</pubDate>
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         <title>O diálogo </title>
         <author>leulileu8</author>
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         <description><![CDATA[<div>Informação, diálogo e amor entre as pessoas são as ferramentas eficazes para combater a intolerância religiosa em quaisquer lugar.&nbsp; Na escola os projetos sobre cultura e religião&nbsp; faz com que os estudantes entendam que as religiões são manifestações culturais, eles irão aprender&nbsp; a conviver com as diferenças, valorizar a diversidade e construir a própria identidade.<br><br>Todos tem que saber que a intolerância religiosa é um crime de ódio, ninguém deve fazer o ato e não ser impune, e você não precisa ser de tal religião para defendê-la de um crime que é a intolerância.<br>imagem:<a href="https://images.app.goo.gl/ody5TbfAdh67b6rm7">https://images.app.goo.gl/ody5TbfAdh67b6rm7</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 10:24:25 UTC</pubDate>
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         <title>O que é um diálogo Inter-religioso?</title>
         <author>leulileu8</author>
         <link>https://padlet.com/leulileu8/vdcpj7iuepnc907z/wish/1589581841</link>
         <description><![CDATA[<div><br>a ideia de que as diferentes religiões do mundo devem evitar a busca pela supremacia mundial e, ao invés disso, devem dialogar e se respeitar mutuamente,&nbsp;afirmando que, embora existam diferenças, é possível a convivência e o respeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 10:30:10 UTC</pubDate>
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         <title>Em Marrocos com o Papa: “uma experiência inesquecível”.</title>
         <author>leulileu8</author>
         <link>https://padlet.com/leulileu8/vdcpj7iuepnc907z/wish/1589606467</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A chuva foi o sinal de um dia abençoado. Um momento de encontro -como disse Francisco – “entre irmãos e irmãs”.<br><br></div><div><br></div><div>O marroquino sempre foi um povo acolhedor, uma terra que é uma ponte natural entre a África e a Europa. E ele&nbsp; mostrou isso no sábado, reservando para o grande convidado o que ele merece: o próprio Rei Mohammed VI, soberano do país e “Comandante dos fiéis”, esperava por ele junto à escada do avião. Uma presença que queria&nbsp; sobressair o significado de visita históricamente. O último papa a pisar no solo do país foi Woytila, em 1985. Oitocentos anos antes, com as mesmas intenções de conhecimento, São Francisco de Assis e o sultão al-Malik al-Kamil encontraram-se. Demonstração profética – disse Francisco – que “a coragem do encontro e da mão estendida é um caminho de paz e harmonia para a humanidade, onde o extremismo e o ódio são fatores de divisão e destruição”.</div><div>O desejo de estender a mão trouxe para a rua milhares de pessoas que queriam ser testemunhas diretas desse abraço dos valores humanos. Ao longo da estrada percorrida pelo papa e pelo rei, os cidadãos desejaram uma longa vida para os dois. A composição diversa da sociedade marroquina estava amostra naquela multidão: ricos e pobres, migrantes africanos e turistas cristãos. Naquele dia todos eles eram apenas irmãos e irmãs, seguindo o exemplo&nbsp; do papa e pelo soberano.</div><div>No voo de volta Francisco sempre otimista admitiu que “ainda haverá tantas dificuldades, porque em toda religião existe um grupo fundamentalista que não quer avançar”. No entanto, durante a viagem a Marrocos depois daquela ao Dubai&nbsp; a esperança foi glebada e ” deu flores promissoras que mais tarde se tornarão frutos”.</div><div>Foram dois dias muito cansativos: o Papa quis ver como estava a pequena comunidade de cristãos presentes no país. Há 30 mil numa população de 36 milhões. “O problema não é ser pequeno, mas insignificante”, disse Francisco quando se encontrou com o clero na catedral. E ele frisou aos cristãos, mas também aos muçulmanos que “o proselitismo leva a um caminho cego. A Igreja cresce por atração, por testemunho e não por proselitismo “.</div><div>No complexo desportivo do Príncipe Moulay Abdellah. Mais de 10 mil fiéis de 60 países participaram. Mas a mensagem mais importante foi a do outro lado, ou seja, de fora do enquadramento das cameras em direto.</div><div>Para que, citando novamente o Papa, possa “crescer na cultura da misericórdia, na qual ninguém olha para o outro com indiferença, nem desvia o olhar quando vê o seu sofrimento”, deixando de lado “o ódio e a vingança que servem apenas para matar a alma “.<br>Matéria:<a href="https://sites.ecclesia.pt/ocpm/category/dialogo-inter-religioso/">https://sites.ecclesia.pt/ocpm/category/dialogo-inter-religioso/</a></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-07 10:49:40 UTC</pubDate>
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