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      <title>O meu bloco de notas by Everton Ferraz</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-28 11:43:09 UTC</pubDate>
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         <title>Imperialismo </title>
         <author>ferrazeverton705</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No século XIX, a China sofreu com a ação imperialista de vários países. O artista Henri Meyer retratou a sua visão sobre esse fato em uma charge publicada no ano de 1898 no periódico francês Le Petit Journal. Na imagem, representantes de algumas potências imperialistas repartem fatias do que parece ser uma torta ou uma pizza, onde se lê "China". Sentados à mesa, da esquerda para a direita, vemos a rainha Vitória (representando a Inglaterra), o kaiser Guilherme II (Alemanha), o czar Nicolau II (Rússia) e o imperador Mutsuhito (Japão). Os três primeiros seguram facas, enquanto que o imperador japonês, sem portar uma faca, apenas observa a partilha com um olhar preocupado. Mutsuhito parece esperar "pelo que vai sobrar" da torta/pizza. Atrás do czar Nicolau II, a França é representada por uma mulher que usa na cabeça o "barrete frígio" - símbolo criado na época da Revolução Francesa -, e que também parece aguardar o processo de divisão da China. Ao fundo, a China é representada por um velho que ergue os braços em desespero e impotente diante da ação das potências imperialistas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-28 11:43:42 UTC</pubDate>
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         <title>Lês colônies francaises</title>
         <author>ferrazeverton705</author>
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         <description><![CDATA[<p>teoria do evolucionismo cultural no âmbito do imperialismo europeu afirmava que as culturas seguiam uma linha evolutiva, onde algumas eram consideradas superiores a outras.</p><p><br/></p><p>A imagem reforça essa teoria, ilustrando a França como portadora do "progresso" e da "civilização" em suas colônias.</p><p><br/></p><p>O contexto da teoria do evolucionismo cultural</p><p>Essa visão eurocêntrica e hierárquica teve consequências para os grupos colonizados e oprimidos, como a perda de suas práticas religiosas, culturais e tradicionais.</p><p><br/></p><p>A partir dessa perspectiva, os países colonizadores justificavam a sua dominação e exploração sobre os povos colonizados. Eles se viam como civilizados e superiores, impondo suas crenças, valores e instituições sobre as culturas locais, muitas vezes de forma violenta</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-29 00:08:44 UTC</pubDate>
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         <title>Le petit jornal</title>
         <author>ferrazeverton705</author>
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         <description><![CDATA[<p>A imagem de "la france va pouvoir porter libremen", apresenta a representação de nobres da França chegando ao Marrocos e explorando mão-de-obra negra.As publicações foram difundidas no decorrer dos anos, visto que a França possui um continente com novas colônias de exploração e resultados encontrados nessa exploração.O imperialismo no território africano, é resultado de intencionalidades na partilha da África para manter tais interesses em seu território.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-29 00:28:30 UTC</pubDate>
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         <title>The white man&#39;s burden</title>
         <author>ferrazeverton705</author>
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         <description><![CDATA[<p>The White Man's Burden" ("O Fardo do Homem Branco") é um poema escrito pelo poeta inglês Rudyard Kipling. Foi publicado originalmente na revista popular McClure's em 1898, com o subtítulo The United States and the Philippine Islands.[1] "The White Man's Burden" foi escrito a respeito da conquista estadunidense das Filipinas e outras ex-colônias espanholas.[2] Embora o poema de Kipling misturasse exortações ao império com ajuizados alertas sobre os custos envolvidos, os imperialistas dos Estados Unidos se fixaram na frase "fardo do homem branco" como uma caracterização para o neocolonialismo que justificasse a política como um nobre empreendimento.[3]</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-29 00:37:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ferrazeverton705</author>
         <link>https://padlet.com/ferrazeverton705/vd8ndmzthprxzn5i/wish/3238949498</link>
         <description><![CDATA[<p>Em suma, a Europa (e mais tarde seu filhote, os Estados Unidos) espalhou, e espalha, sua influência econômica, política e religiosa pelos quatro cantos do mundo. E quando falo em economia e política, não estou me referindo apenas ao capitalismo que se tornou hegemônico. A União Soviética também fez muita lambança a partir da Guerra Fria Mas eu contextualizei, de forma bem resumida, até aqui para chegarmos ao ponto principal dessa reflexão: os antagonismos que vemos evidentes no mundo de hoje.Bem, se formos colocar em foco a América do Sul, que nos interessa sobremaneira porque é onde vivemos ou, no mínimo, onde estão nossas raízes, podemos dizer que a hegemonia europeia por aqui chegou no século XVI. Ao contrário do que muitos pensam, as populações que por aqui se desenvolviam, em diferentes estágios tecnológicos, não foram 100% exterminadas. Elas se amalgamaram a outros elementos formando a base da população mais pobre, cuja força de trabalho é ainda hoje a base econômica das nações que se formaram a partir dessa colonização.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-29 00:52:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ferrazeverton705</author>
         <link>https://padlet.com/ferrazeverton705/vd8ndmzthprxzn5i/wish/3238959872</link>
         <description><![CDATA[<p>Fue maestro por la Escuela Normal de Lugo, con estudios de Geografía e Historia. Nunca ejerció el magisterio, trabajando desde 1971 en el campo de la juventud. A partir de 1978, dirigió la Casa de la Juventud de Ourense.</p><p>Promovió y coordinó numerosas actividades, entre ellas:</p><p>. Outono Fotográfico,</p><p>. Xornadas de Banda Deseñada de Ourense,</p><p>. Bienal da Caricatura y</p><p>. Premio Ourense de Contos.</p><p>Recibió numerosas distinciones por su labor, la última, la ‘Curuxa de Honra de 2003’, otorgada por el Museo del Humor de Fene.</p><p>Participó en numerosas asociaciones culturales, preferentemente de la ciudad de las Burgas, donde fue socio fundador de la Agrupación Fotográfica Ourensá y del Club Cultural Alexandre Bóveda. Fue socio de la editorial Difusora de Letras, Artes e Ideas. Fue miembro de la Comisión Técnica de Acción Cultural y del Consejo de la Cultura Gallega</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-29 01:00:50 UTC</pubDate>
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