<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>M.E by maria</title>
      <link>https://padlet.com/eddaraujo7_/vd4z3etc8nf2nkd2</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-18 19:48:57 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-11-22 18:32:39 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Carl Gustav Jung</title>
         <author>eddaraujo7_</author>
         <link>https://padlet.com/eddaraujo7_/vd4z3etc8nf2nkd2/wish/2794931430</link>
         <description><![CDATA[<p>Carl Gustav Jung (1987-1961) foi um psiquiatra e psicoterapeuta suíço, fundador da psicologia analítica.</p><p>Suas principais ideias foram:</p><p><br/></p><ol><li><p><strong>Inconsciente Pessoal</strong></p><p>Jung define o inconsciente como a totalidade de todos os fenômenos psíquicos em que falta a qualidade da consciência. Podendo classificar adequadamente os conteúdos psíquicos como subliminares, na suposição de que todo conteúdo psíquico deve possuir um certo valor energético que o capacita a se tornar consciente. Quanto mais baixo é o valor de um conteúdo consciente, tanto mais facilmente ele desaparece sob o limiar. Daqui se segue que o inconsciente é o receptáculo de todas as lembranças perdidas e de todos aqueles conteúdos que ainda são muito débeis para se tornarem conscientes.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Inconsciente Coletivo</strong></p><p>Para o psiquiatra, o inconsciente coletivo é uma parte da psique que pode distinguir-se de um inconsciente pessoal pelo fato de sua existência não se deve a ela, não sendo, portanto, uma aquisição pessoal. </p><p>Enquanto o Inconsciente Pessoal é essencialmente de conteúdos que já foram conscientes e, no entanto, desapareceram da consciência por terem sido esquecidos ou reprimidos, os conteúdos do inconsciente coletivo nunca estiveram na consciência e, portanto não foram adquiridos individualmente, mas devem sua existência a hereditariedade. É um conjunto de sentimentos, pensamentos e lembranças compartilhadas por toda a humanidade.</p><p>Podemos admitir sem hesitação que a atividade humana é em grande escala influenciada por instinto, abstração feita das motivações racionais da mente consciente.</p><p>O inconsciente coletivo é um reservatório de imagens latentes, chamadas de arquétipos ou imagens primordiais, que cada pessoa herda de seus ancestrais. A pessoa não se lembra das imagens de forma consciente, porém, herda uma predisposição para reagir ao mundo da forma que seus ancestrais faziam.</p></li></ol><p><br/></p><ol start="3"><li><p><strong>Arquétipos</strong></p><p>Constitui um correlato indispensável da ideia do inconsciente coletivo, indica a existência de determinadas formas na psique, que estão presentes em todo tempo e lugar.</p><p>Os instintos não são vagos e indeterminados por sua natureza, mas forças motrizes especificamente formadas, que perseguem suas metas inerentes antes de toda conscientização, independendo do grau de consciência. Por isso eles são analogias rigorosas dos arquétipos, tão rigorosas que há boas razões para supormos que os arquétipos sejam imagens inconscientes dos próprios instintos; em outras palavras, representam o modelo básico do comportamento instintivo (JUNG, 2014, p. 53)</p><p>Neste sentido, os arquétipos aparecem como interlocutoras entre o inconsciente coletivo e a consciência (individual ou coletiva) e auxiliam conteúdos completamente inconscientes a emergir na forma de “imagens primordiais” que adquirem sentidos e explicações subjetivos em cada contexto específico, mas que se relacionam a partir de análises com vieses panorâmicos.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Símbolos</strong></p><p>Em O Homem e seus Símbolos, Jung sugeriu que os arquétipos constituem uma “ponte” que vincula as elaborações conscientes da humanidade às emoções inconscientes que ajudam a tecê-las (JUNG, 2016, p. 53). Os arquétipos estão, portanto, no cerne das funções simbólicas exercidas em diferentes culturas por uma tradição narrativa que identificamos como o “mito”. Esta relação simbólica tem no relato mitológico e nas evocações imagéticas do mito e do ritual o seu simbolizante, enquanto as energias psíquicas mobilizadas pelos diferentes arquétipos cons-tituem a parte menos visível, menos compreensível no quadro desta interação symbállica, isto é, o elemento simbolizado.</p><p>O esforço mítico está precisamente na tentativa de elevar imagens desde o inconsciente à luz da consciência, onde as emoções e sentimentos se expressam a partir de formas definidas. Exata-mente à medida em que as experiências humanas se tornavam mais e mais complexas, imagens emergiram do inconsciente coletivo na forma de “símbolos culturais” (JUNG, 2016, p. 117).</p><p>Esses símbolos expressam emoções originárias da sua relação com nossos instintos, donde irrompem imagens que comovem e arquétipos que orientam nossa relação com o mundo (JUNG, 2013, p. 76-9). Habitado por essas imagens que jamais figuraram na superfície dos processos conscientes, o inconsciente manifesta os arquétipos no quotidiano da humanidade do mesmo modo que as narrativas míticas descrevem seus temas e encadeiam suas relações: herdando de gerações anterio-res e tradições orais antigas. A relação inconsciente-arquétipos, enquanto fenômeno psicológico, desdobra-se na interação entre as grandes imagens simbólicas e os relatos mitológicos — e estes últimos culminam em signos, rituais, instituições sociais, dramas sociais e performances culturais que conferem à vida quotidiana intervalos funcionais, interrompendo e emoldurando o fluxo dos eventos ordinários da experiência humana.</p><p><br/></p><p>REFERÊNCIAS</p><p>Vieira Neto, I. A PERFORMANCE DAS IMAGENS SIMBÓLICAS: SÍMBOLOS, INCONSCIENTE COLETIVO, ARQUÉTIPOS E MITOS. <em>MOS</em> <strong>2020</strong>, <em>13</em>, 21-29.</p><p><br/></p><p>JUNG, Carl Gustav. <strong>Os arquétipos e o inconsciente coletivo Vol. 9/1</strong>. Editora Vozes Limitada, 2018.</p><p>APA</p><p><br/></p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://s2.glbimg.com/CTPslRjBg9JUh0TM9XsZk_i-fH4=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2017/02/23/carl-g.-jung-012.jpg" />
         <pubDate>2023-11-18 20:02:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eddaraujo7_/vd4z3etc8nf2nkd2/wish/2794931430</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Jean Piaget</title>
         <author>eddaraujo7_</author>
         <link>https://padlet.com/eddaraujo7_/vd4z3etc8nf2nkd2/wish/2794942867</link>
         <description><![CDATA[<p>Suas principais ideias foram:</p><p><br/></p><ol><li><p><strong>Assimilação</strong></p><p>A assimilação diz respeito ao processo pelo qual os elementos do meio exterior são internalizados à estrutura, enquanto que a acomodação se refere</p><p>ao processo de mudanças da estrutura, em função dessa realização, quando há a diferenciação e integração dos esquemas de assimilação. Assim, pode-se dizer que o pensamento é adaptado a uma realidade,</p><p>quando ele consegue, ao mesmo tempo, assimilar às suas estruturas os elementos dessa realidade, acomodando essas estruturas aos novos elementos que se apresentam, ou, nas palavras de Piaget (1982, p.157): "a adaptação é o equilíbrio entre a assimilação da experiência às estruturas dedutivas e a acomodação dessas estruturas aos dados da experiência". Um resumo esquemático desse processo de </p><p>desenvolvimento descrito acima é apresentado a seguir.</p><p><br/></p><ol start="2"><li><p><strong>Acomodação</strong></p></li></ol><p>O processo de modificação de si próprio é chamado de acomodação. Este esquema revela que nenhum conhecimento chega do exterior sem que sofra alguma alteração pelo indivíduo, sendo que tudo o que se aprende é influenciado por aquilo que já havia sido</p><p>aprendido.</p><p><br/></p><ol start="3"><li><p><strong>Equilibração</strong></p></li></ol><p>Piaget (1976) afirma que a equilibração é um processo regulador o qual permite que novas experiências e elementos exteriores sejam, com sucesso, incorporados às estruturas mentais e cognitivas pelas quais os indivíduos intelectualmente se adaptam e organizam o meio.Se um dos elementos do sistema entra em desacordo com os demais, processos internos atuam com vistas à retomada do estado de equilíbrio anterior. Portanto, a equilibração consiste em um processo de organização das estruturas cognitivas num sistema coerente, interdependente, ou seja, há uma dependência recíproca entre as partes e o todo do sistema cognitivo, possibilitando ao indivíduo uma adaptação à realidade.</p><p>Piaget (2011), ressalta que, o importante não é a explicação de equilíbrio, mas sim o processo de equilibração, sendo o equilíbrio o resultado desse processo. E esse processo de equilibração envolve, a assimilação e acomodação. Piaget (2007), ainda diz que o equilíbrio é uma propriedade intrínseca e constitutiva da vida orgânica e mental e nesse sentido, explicá-lo é indispensável para os esclarecimentos biológicos e psicológicos.</p><p><br/></p><ol start="4"><li><p><strong>Desequilíbrio</strong></p></li></ol><p>O desequilíbrio pode ser considerado como um estado de conflito cognitivo, o qual ocorre quando expectativas ou predições não são confirmadas pela experiência, ou em virtude de objetos de conhecimento inassimiláveis pelos esquemas à disposição. Ele desempenha um importante papel motivacional ao levar o indivíduo a se mobilizar para ultrapassar seu nível cognitivo atual. Nesse caso, busca-se o equilíbrio, que pode ser visto como um estado de "balanço" cognitivo a ser alcançado por meio de regulações, as quais se constituem como um mecanismo de autocorreção dos erros, relacionando um novo elemento aos esquemas já construídos previamente.</p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://images.publicpeople.org/jean-piaget.jpg" />
         <pubDate>2023-11-18 20:43:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eddaraujo7_/vd4z3etc8nf2nkd2/wish/2794942867</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Freud</title>
         <author>eddaraujo7_</author>
         <link>https://padlet.com/eddaraujo7_/vd4z3etc8nf2nkd2/wish/2794943094</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong>Inconsciente</strong></p><p>Freud, através de sua experiência clínica diz que o psiquismo não se reduz ao consciente e que certos conteúdos só são possíveis à  consciência após serem superadas certas resistências. Revelou que a vida psíquica é povoada de pensamentos eficientes embora inconscientes, de onde se originavam os sintomas. Freud localiza  o inconsciente não como um lugar anatômico, mas um lugar psíquico, com conteúdos,  mecanismos e uma energia específica.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Ato falho</strong></p><p>Os atos falhos ou lapsos foram um dos primeiros fenômenos para os quais Freud voltou a  sua atenção. Eles são indícios seguros do determinismo psíquico e dos motivos inconscientes, ou  seja, que tais comportamentos possuem um significado e não ocorrem casualmente. Esquece-se o nome de alguém, mas sabe-se que outros nomes que são lembrados ou sugeridos não  correspondem ao nome esquecido. Ouve-se algo que não foi dito realmente, escreve-se o que não  era intenção de escrever. Todos os atos falhos baseiam-se no esquecimento, porém, nenhuma  pessoa sadia está alheia a esses esquecimentos.</p><p><br/></p></li><li><p>Mecanismo de defesa</p><p>São utilizados pelo ego em sua luta contra perigos intra-psíquicos e extra-psíquicos. Freud empregou pela primeira vez essa denominação em 1894, no artigo intitulado: As Neuropsicoses de Defesas, para indicar a resistência do ego aos instintos. Depois substituiu esse termo por uma palavra: repressão. Mas em 1926, em Inibições Sintomas e Ansiedade, voltou a empregar a expressão “Mecanismos de Defesa”, que tem a vantagem de poder ser utilizada como denominação geral de todas as técnicas diferentes que o Ego emprega em sua luta contra as exigências instintivas.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>ID, EGO E SUPEREGO</strong></p><p>No ID estão os desejos, as vontades, as pulsões primitivas e há a concentração da libido e da energia pulsional. O superego, por sua vez, é formado a partir da cultura, da ética e da religião. Tudo que é vivido e aprendido em sociedade é moldado pelo SUPEREGO. O EGO é o resultado do encontro entre o ID e o SUPEREGO, aquilo que vivido para e com o mundo. Sem a devida compreensão da dimensão do ID construímos estruturas de SUPEREGO que colocam ambos em conflitos sem perspectivas de uma vida interessante, boa e saudável.</p></li></ol><p><br/></p><p><br/></p><p>ADAMS, Adair. A CONSTITUIÇÃO DA SUBJETIVIDADE. <strong>ANAIS DO III SALÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DO IFRS-CAMPUS VACARIA</strong>, p. 10.</p><p><br/></p><p>CORDEIRO, Everton Fernandes. O inconsciente em Sigmund Freud. <strong>Psicologia. pt</strong>, 2010.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://media.gettyimages.com/id/613470752/photo/sigmund-freud.jpg?s=612x612&amp;w=0&amp;k=20&amp;c=feBNOukNYH6hicHG3b_75HCaH1TKXrN6dRR9WBevp6U=" />
         <pubDate>2023-11-18 20:43:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eddaraujo7_/vd4z3etc8nf2nkd2/wish/2794943094</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alfred Adler</title>
         <author>eddaraujo7_</author>
         <link>https://padlet.com/eddaraujo7_/vd4z3etc8nf2nkd2/wish/2794943241</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p><strong>Psicologia Individual</strong></p><p>O mérito da Psicologia Individual estaria, portanto, em mostrar que o sentimento de continuidade constitui um elemento afetivo fundamental, que se encontra em todas as manifestações psíquicas, além de ser o sentimento de inferioridade um elemento afetivo capital, que provoca a aspiração contínua ao poder e à autovalorização do sujeito. É pela Psicologia Individual que se conseguirá “discernir na conduta do homem nervoso o programa de vida viciado, o método de vida defeituoso de uma pessoa que, crendo ser incapaz de responder às obrigações normais da existência, toma outra direção” (Adler, 1930/1948, pp. 69-70). Em outras palavras,a Psicologia Individual representa uma tentativa de moderar, de temperar os assaltos da natureza contra o homem. Esses assaltos são cruéis e a natureza émais desapiedada que nós mesmos: ameaça o nervoso, o louco, o criminoso, de quase completa destruição. </p><p><br/></p></li><li><p><strong>Teoria da compensação</strong></p><p>A compensação apresenta-se, pois, como um mecanismo de defesa importante e muito satisfatório nas adaptações do indivíduo. Frequentemente, é fonte de ação e defende os homens contra a tentação da retração do ego diante das situações difíceis de superar. Quando o mecanismo se manifesta excessivamente, porém (em muitos casos de supercompensação, entre outros), poderá fazer com que o indivíduo perca a visão objetiva da realidade exterior e de sua própria realidade. A submissão a normas formais exteriores, por compensação, faz o indivíduo perder toda a sua plasticidade e o senso de sua própria personalidade, dando-lhe uma fachada frágil que oculta mal seu verdadeiro ego.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Complexo de Inferioridade</strong></p><p>o qual afirma que todas as crianças são afetadas por um sentimento de inferioridade, que é devido ao tamanho da criança e sua falta de poder. Agressão da luta pelo poder, ou seja, a agressão é entendida como forte incentivo para superar obstáculos.</p><p>dler dá a entender que o sentimento de inferioridade deve ser compreendido como secundário, pois é o desejo de superioridade que moverá esforços para compensar os sentimentos de inferioridade. Nas palavras dos autores,Primeiroé amplamente descrito o indivíduo como finalisticamente orientado para uma meta de perfeição, segurança e consumação, como se lutando pela superação e pela superioridade. Somente em contraste com este fundamento o indivíduo experimenta uma “situação negativa” refletida no “sentimento de "incompletude‟, de insegurança, de inferioridade” (Ansbacher &amp; Ansbacher, 1968, p. 53).</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Finalismo de ficção</strong></p><p>Em sua teorização, Alfred Adler afirma que todos os indivíduos movem-se e que cada  movimento deve ter um objetivo (DREIKURS, 1950, p. 11). Consequentemente, todos os  indivíduos desenvolvem, em suas circunstâncias de vida, um objetivo de vida específico e  exclusivo que funciona como um centro de realização. A formação do objetivo de vida iniciase na infância, como forma de compensação de sentimentos de inferioridade, de defesa contra  sentimentos de impotência e como ponte de um presente insatisfatório para uma situação  futura ideal e realizadora (CLONINGER, 1999, p. 76).  A esse objetivo imaginado, o estado desejável futuro, Adler chamou finalismo ficcional. O  finalismo ficcional – ou objetivo de vida – direciona as forças do indivíduo e, assim, explica a  consistência de suas ações e esforços, de modo que não se consegue compreender  completamente um indivíduo sem o conhecimento de seu objetivo (CLONINGER, 2004, p.  109). Como indica Adler (1929a, p. 4), “cada fenômeno psíquico, se puder nos oferecer a  compreensão de uma pessoa, somente poderá ser apreendido e entendido se considerado  como uma preparação para algum objetivo”.<strong><br></strong></p><p>DIAS, Graziela Martins Pedro. <strong>Ordem de nascimento e decisões de carreira: um diálogo entre a psicologia individual e as carreiras contemporâneas</strong>. 2013. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo.</p><p><br/></p><p>LEAL, Daniela; ANTUNES, Mitsuko Aparecida Makino. Compensação e deficiência no pensamento de Alfred Adler (1870-1937). <strong>Memorandum: Memória e História em Psicologia</strong>, v. 29, p. 13-33, 2015.</p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://covers.openlibrary.org/a/id/6657305-M.jpg" />
         <pubDate>2023-11-18 20:44:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/eddaraujo7_/vd4z3etc8nf2nkd2/wish/2794943241</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
