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      <title>Diário de aprendizagem - Joana Coutinho de Matos by Joana Matos</title>
      <link>https://padlet.com/joanacoutinhodematos/diariodaminhaaprendizagem</link>
      <description>Com (in)experiência, sonho e amor!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-28 18:16:57 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-27 10:38:09 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A minha apresentação</title>
         <author>joanacoutinhodematos</author>
         <link>https://padlet.com/joanacoutinhodematos/diariodaminhaaprendizagem/wish/225418294</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Boa noite</strong>, a todos e a todas! O meu nome é <strong>Joana Matos</strong> e sou professora do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico. Neste momento, encontro-me a lecionar <strong>História e Geografia de Portugal</strong> na <strong>Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Estreio de Câmara de Lobos</strong>, na Madeira. Por ser o meu segundo ano a lecionar (terminei o curso apenas em 2016), a <strong>minha experiência é ainda prematura em vários sentidos.</strong> E foi esta prematuridade em conjunto com a sede de querer saber mais, que me fez inscrever nesta formação. A <strong>Autonomia e Flexibilidade Curricular</strong> é um projeto atual, estando a ser implementando em várias escolas, mas prevê-se que seja de caráter obrigatório. Como este projeto visa que o professor gira 25% do currículo com o propósito de possibilitar aos seus alunos aprendizagens mais significativas ao seu contexto, à sua especificidade, torna-se desde já muito importante inteirar-me com todo este projeto inovador. Logo, <strong>elevadas</strong> são as <strong>minhas expectativas</strong> sobre esta formação que me fornecerá um leque de ferramentas, de conceitos, de opiniões imprescindíveis para a minha atuação quer através do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular quer numa visão de inovação escolar. <br><br><strong>Bom trabalho!</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-28 18:49:01 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2. Desafios que se colocam aos sistemas educativos do século XXI</title>
         <author>joanacoutinhodematos</author>
         <link>https://padlet.com/joanacoutinhodematos/diariodaminhaaprendizagem/wish/227802081</link>
         <description><![CDATA[<div>A invenção da máquina a vapor, na segunda metade do século XIX, acarretou uma viragem na sociedade portuguesa. Definida por um conjunto de operários, na maioria mulheres, a industrialização caracterizava-se por um processo formatado em que cada humano realizava uma tarefa específica sendo dada importância ao produto final. Logo, cada trabalhador desempenhava uma e uma só tarefa, sendo-lhe exigida rapidez, quantidade, obediência e cumprimento. Esta mudança positiva, naquela altura, influenciou todo o meio envolvente. Deste modo, a sociedade transmitiu esses valores para a escola que pretendia diminuir o número de analfabetos e aumentar a quantidade de trabalhadores nas indústrias. Pelo citado, compreende-se que a escola retratasse um meio severo, de transmissão de conhecimentos sem questionamento dos mesmos. A escola era para todos, considerando este “todos” como um conjunto de pessoas com as mesmas vivências, capacidades, saberes, emoções, curiosidades e objetivos. Além disso, os frequentadores da escola tinham acesso à informação somente em casa (pelos mais velhos) e na escola. Esta dinâmica perpetuou-se no tempo através das várias medidas tomadas pelos governantes do nosso país (por exemplo, António Oliveira Salazar). A nossa escola caraterizava-se por um conjunto de cadeiras em filas, todas em direção ao professor, sem o contacto visual com os colegas de sala, verificando-se o claro diálogo unilateral (docente-aluno, aluno-docente).  <strong>ONDE JÁ VIMOS ESTE RETRATO?<br></strong><br></div><div>Com o passar do tempo, mais concretamente com o crescimento dos meios de informação e comunicação, a sociedade passou a ter acesso a todo e qualquer tipo de conhecimento sem que para isso tivesse que se deslocar à escola. A acrescentar a este fator, surgiram vários temas, várias criações, várias exigências, nomeadamente o facto de toda a população com mais de 18 anos ter o dever de votar. Perante tais e significativas mudanças, o paradigma escolar tem de mudar para acompanhar o mundo que se apresenta como “volátil, incerto, complexo e ambíguo”. Logo, torna-se crucial alterar as infraestruturas da escola, mas essencialmente todo o processo de ensino e aprendizagem tendo em conta a nova realidade dos alunos e do mundo que os rodeia. Em pleno século XXI, temos alunos com objetivos, saberes, conhecimentos, especificidades, qualidades, dificuldades que devem ser tomadas em conta. Assim, torna-se crucial dar resposta ao supracitado, mas também tornar todo o processo educativo aliciante e constituído por recursos e ferramentas dinâmicas, motivadoras e tecnológicas. Deste modo, exige-se uma nova atitude do professor assumindo-se como orientador e animador. Por sua vez, o aluno deve ser o construtor do seu conhecimento, um crítico e um pensador. Assim, devem ser proporcionados aos alunos trabalhos em grupo; aplicação de projetos para o alcance dos objetivos educacionais; a utilização de ferramentas digitais, como por exemplo o telemóvel; e colocar o aluno perante problemas para que este o resolva. <strong>Não queremos alunos, mas sim cidadãos participativos, formados, responsáveis e críticos. <br></strong><br></div><div><strong>SE TUDO MUDA, PORQUE NÃO MUDA A ESCOLA?<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 00:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3. O perfil dos alunos e a organização da escola</title>
         <author>joanacoutinhodematos</author>
         <link>https://padlet.com/joanacoutinhodematos/diariodaminhaaprendizagem/wish/227802209</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola é um universo complexo cheio de compartimentos “comandados e pensados” por diferentes agentes. Uns com maior conhecimento da verdadeira e diferente realidade vivida na escola e particularmente da sala de aula, outros completamente distanciados do cerne do problema.  Assim, e partindo do pressuposto que a maioria considera que a nossa escola não está preparada para responder às novas e atuais exigências, torna-se fundamental convidar professores, alunos, auxiliares, encarregados de educação e elementos governamentais para discutirem o que efetivamente está mal e o que deve, urgentemente, ser mudado. <strong>Será fácil? Não, mas já começamos o longo caminho</strong>. Pelo supracitado e na minha opinião torna-se crucial (re)pensar sobre:<br><br></div><div>1. Os professores são orientados por <strong>um extenso programa</strong> que muitas das vezes se encontra completamente desadequado e infelizmente, tem de ser cumprido na integra (independentemente do nosso público-alvo). Assim, é importante renovar estes programas e selecionar de toda a panóplia de conteúdos aqueles que são fundamentais. No caso da disciplina História e Geografia de Portugal, tornar-se-ia muito mais importante os alunos debruçarem-  -se em pontos fundamentais e atuais, como por exemplo: a formação de Portugal, a instauração da 1.ª República, o 25 de abril e até a presença da Troika em Portugal. Ao nível do Português dever-se-ia apostar muito mais na leitura e interpretação do texto e escrita, em detrimento dos imensos conteúdos gramaticais. Não quero com isto dizer que não são importantes, mas temos de fazer escolhas e dar mais ênfase aquilo que é realmente essencial e necessário para os alunos.<strong> Numa entrevista de trabalho o que irá prevalecer? O falar e escrever corretamente ou a realização das funções sintáticas e dos graus dos adjetivos? <br></strong><br></div><div>2. Os professores devem focar-se sobretudo na preparação das aulas e no processo de ensino e aprendizagem que querem proporcionar aos seus diferentes e únicos alunos. Deste modo, existe um conjunto de burocracia que não deve (ou não devia) ser do encargo dos professores. <strong>Somos professores ou administrativos? </strong>(Sei claramente que existem documentos que devem ser preenchidos por nós, mas tantos? Será importante definir bem as tarefas dos professores.) <br><br></div><div>3. As escolas devem possuir infraestruturas e recursos que possibilitem aos professores aplicar estratégias e metodologias diferenciadas para que seja proporcionado o melhor aos alunos. Claramente que não vão construir escolas de raiz, mas por vezes, <strong>pequenos rearranjos fazem toda a diferença</strong>. Nomeadamente, a organização das mesas e cadeiras. Além disso, somos frequentemente expostos às vantagens da utilização das tecnologias na sala de aula. Mas a escola tem computadores para os alunos? Tem internet eficaz para ser utilizada? No caso desta última questão, basta <strong>um router para fazer toda a diferença na nossa sala de aula. <br></strong><br></div><div>4. Devido à evolução da tecnologia, <strong>o telemóvel deve começar a ser encarado como um recurso pedagógico na aprendizagem dos alunos</strong>. Numa primeira instância, os professores e alunos devem formar um conjunto de regras sobre a utilização deste dispositivo móvel. É importante, o aluno saber que um telemóvel é muito mais que um elemento tecnológico que serve para mandar mensagens, fazer chamadas e utilizar as redes sociais. <br><br></div><div>5. <strong>A coadjuvação na sala de aula ou um número menor de alunos por sala</strong> é uma excelente forma de os professores conseguirem focar-  -se em todos os alunos.<br><br></div><div>6. A colaboração entre os docentes, a partilha de estratégias é um segredo para que todos aprendam. <strong>É através da reflexão e da partilha que todos melhoram a ação. Partilhem!</strong><br><br></div><div>7. <strong>Os encarregados de educação devem assumir um papel mais ativo e responsável na vida dos seus educandos, não descurando das suas obrigações enquanto educadores.<br></strong><br></div><div>8. Os alunos devem estar conscientes da importância da escola para a sua vida futura. Ser aluno é muito mais que saber um conjunto de conhecimentos sem que estes estejam relacionados. <strong>Ser aluno é beneficiar de um conjunto de aprendizagens que visam formá-lo enquanto conhecedor, cidadão, crítico, agente participativo numa sociedade que é sua e que depende da sua ação consciente.</strong> <br><br></div><div>9. <strong>A escola deve proporcionar aos alunos um conjunto de projetos/oficiais com diferentes finalidades.</strong> A escola deve estar preparada para formar alunos em vários setores. Já diziam os mais velhos, um eletricista precisa de um médico e um médico não vive sem um eletricista. <br><br></div><div>10.  <strong>Os docentes devem estar abertos a esta mudança</strong>. Não vale apena enclausurarmo-nos em metodologias antigas, numa sociedade passada. <strong>Os docentes devem amar o que fazem! Com amor e dedicação tudo, espero eu, se consegue!</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 00:43:27 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.4. Do perfil dos alunos à prática pedagógica </title>
         <author>joanacoutinhodematos</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 22:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2. Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>joanacoutinhodematos</author>
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         <pubDate>2018-02-18 18:59:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.4. Fórum: Discussão sobre as Aprendizagens Essenciais</title>
         <author>joanacoutinhodematos</author>
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         <pubDate>2018-02-18 19:49:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.6. Mapa de ideias (o perfil dos alunos e as aprendizagens essenciais)</title>
         <author>joanacoutinhodematos</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="http://popplet.com/app/#/4542772">http://popplet.com/app/#/4542772</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 22:54:20 UTC</pubDate>
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