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      <title>My chique wall by Elaine Cristina Girardelli Lopes Silva</title>
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      <description>Gemaakt met een knipoog en een lach</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-06 10:40:51 UTC</pubDate>
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         <title>Elaine Cristina Girardelli Lopes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1- Educação Jesuita (1549 à 1759)<br>Os Jesuitas chegaram no Brasil com a missão de evangelizar os índios. Surgiram então, os Jesuitas na contrareforma da Igreje Católica, iniciando a expansão do Catolicismo e formar mãos de obra para suas missões. Manoel da Nobrega o fundandor como fundador da primeira escola escola do país, com instruções indígenas tb e para os filhos de colonos, com a intenção de recrutar sacerdotes. A primeira gramática se deu com a chegada de José de Anchieta. Os Jesuitas possuiam uma educação voltada para o ensino de Letras, Filosofia, Ciências, Artes e Teologia, modificada aos poucos com a instrução do estudo em Portugal, O Ratio Studiorum, organizado pela Companhia de Jesus, dando favorecimento a elite colonial. Esta formação contribuiu para formar uma elite de intelectuais influenciando movimentos como a Inconfidência Mineira, Independência do Brasil.<br><br>2 - Período Pombalino (1760 à 1808)<br>Período que se dá quando Marques de Pombal exerce o cargo de primeiro ministro em Portugal, isto aconteceu durante o reinado de Dom José I, após os Jesuitas serem expulsos das terras de Portugal. Com isto, a prática educativa deixa de ser religiosa e passa a ter o Estado ou instituições privadas como responsável pela educação criando Aulas Régias (Latim, Grego e Retórica). Estes são os novos planos de educação e o sustento destas escolas que passou de certa forma a serem consideradas como públicas, vinha dos impostos cobrados através da venda de vinhos e aguardente.<br><br>3- Período Joanino (1808 à 1822)<br>Época da fundação do Banco do Brasil e a Gazeta do Rio de Janeiro após Dom João VI chegar ao Brasil. Com isto, o Brasil é elevado a Reino Unido a Portugal e Algarves.<br>Período de grandes lucros como criações do Jardim Botânico, Museu Real, Biblioteca Nacional, Escola Nacional de Artes e com a Missão Artística Francesa são criados também a Academis Real Militar, cursos superiores de Medicina e Jurídicos, escolas de Química Industrial, Agricultura e outros cursos, porém a classe feminina não possuia ganho algum neste sistema educacional a não ser o convento, que eram alfabetizadas, o estudo bíblico e os afazeres do lar.<br><br>4 - Período Imperial (1822 à 1889)<br>Educação fragmentada, currículo desorganizado, profissionais sem capacitação, falta de recurso, um grande cãos educativo. Período também marcado pela escravidão, tendo somente a abolição em 1888.<br>Aprovação do ato adicional, descentralização do ensino superior, e as províncias são destinadas a escola elementar e a secundária. Dom Pedro II assume com a inteção de organizar o Estado brasileiro que não tinha tido até então um norte de autonomia e desenvolvimento. Período marcado também pelo surgimento das instituições primárias e secundárias, projeto de Luiz Pereira Couto Ferraz.<br>Em 1870 é estabelecida a obrigatoriedade do ensino primário, liberdade do ensino secundário, superior e os Jardins de infância por Leôncio de Carvalho.<br><br>5 - Período Republicano (1889 à 1937)<br>Benjamim Constant é indicado como Ministro da Educação, período marcado por diversas mudanças políticas quando foi proclamada a República, por Marechal Deodoro da Fonseca.<br>Várias reformas educacionais foram propostas neste período, porém de maior significância foi a de Rocha Vaz que estabeleceu programas oficiais para o ensino, como currículos seriados, para o ensino secundário, e a criação do Conselho Nacional de Ensino.<br>Grandes avanços do ensino Superior, mas a educação básica e ensino médio deixando a desejar (país de doutores e analfabetos).<br>Crianção do Ministério da Educação.<br><br>6 - Estado Novo (1937 à 1746)<br>Período marcado pelo governo de Getúlio Vargas, e também pela segunda guerra mundial, marcado também pelas ideologias de dominação, superioridade racial, conquistas de territórios e a educação enfatizada pela nova Constituição, com ensino pré vocacional e ensino profissional, visando a mão-de-obra para suprir as necessidades do mercado de trabalho.<br>Ensino primário (1º à 4º séries) obrigatórios e gratuitos, trabalho manuais em escolas normais também obrigatórios. Magistério para formar professores para lecionar com o ensino primário e secundário.<br><br>7 -  Nova República (1946 à 1964)<br>Período democrático após o fim do período Estado Novo. Período também de avanço educacional com a obrigatoriedade de cumprir o ensino primário e a competência da União para legislar as diretrizes e bases da educação nacional. A nova Constituição vota o preceito de Educação para todos, através do manifesto dos Pioneiros da Educação nova.<br>Raul Leitão da Cunha regulamenta o ensino primário e o ensino Normal, criando SENAC, afim de atender mudanças exigidas pela sociedade. <br>Período fortalecido com a Pedagogia Libertadora ou Problematizadora de Paulo Freire associada a educação de adultos.<br><br>8 - Regime Militar (1964 à 1986)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-06 10:45:02 UTC</pubDate>
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         <title>Elaine Cristina Girardelli Lopes - Continuação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>8 - Regime Militar ( 1964 à 1986)<br>Obrigatoriedade e ampliação dos anos escolares, passando de quatro para oito anos e a tentativa de acabar com o analfabetismo. Projetos destinados a cultura e Educação Popular são substituidos, surgindo o Movimento Brasileiro de Alfabetização Mobral e a Cruzada ABC. Obrigatoriedade escolar dos 7 aos 14 anos de duração determinando a União dos cursos Primário e Ginasial.<br>Matérias como Educação moral e cívica, Educação física, Educação Artística e programa de saúde são determinadas a obritariedade.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-06 10:46:15 UTC</pubDate>
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