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      <title>Apreciação crítica de uma curta-metragem by Olga Coelho</title>
      <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w</link>
      <description>Depois de visionares a curta-metragem, vais fazer um breve comentário crítico.
Seguidamente, selecionas uma imagem que retrate uma situação desconcertante.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-12 15:50:04 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“O Emprego”, de Santiago Bou Grasso, começa por nos mostrar um homem que, durante a sua monótona rotina diária, apresenta os seus objetos, como cadeiras e cabides, substituídos por pessoas. Quem está a ver, tem uma sensação de que aquele homem tem tudo para ser alguém com poder e estatuto social. Durante o vídeo concluímos que não é só para ele que as pessoas são materializadas. O final deixa o espetador boquiaberto, ao saber que, na realidade, o senhor desempenha a função de tapete no seu trabalho, onde é calcado por toda a gente que necessita de passar para o outro lado da porta.<br>A nosso ver, esta curta-metragem chama, quem está do outro lado do ecrã, a colocar os pés bem assentes na Terra e refletir sobre a desvalorização das profissões na nossa sociedade. É possível observar isto pela atitude indiferente da personagem principal ao longo do seu percurso. Além disso, critica também a monotonia da rotina de cada um de nós, que nos retira a motivação pouco a pouco, deixando a nossa vida mais infeliz.<br>Em suma, uma aborrecida rotina faz-nos sentir menos valorizados por quem nos rodeia retirando o sentido da vida.<br>Trabalho realizado por:<br>Leonor Castro e Gonçalo Pereira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 11:25:11 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O emprego&quot; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2107281670</link>
         <description><![CDATA[<div>A curta-metragem intitulada "O emprego", do estúdio de animação Opusbou, mostra-nos uma realidade em que as pessoas servem de objetos como profissão. No decorrer deste pequeno vídeo, denotamos a infelicidade e a monotonia que estes indivíduos vivem diariamente.&nbsp;<br>&nbsp; No início, pensávamos que a personagem principal servia como uma crítica às pessoas com poder, no entanto, mais para o final, apercebemo-nos de que, na verdade, não era assim, no fundo, ele é igual aos outros. O próprio "senhor importante" servia de "tapete" para os demais.&nbsp;<br>&nbsp; Na nossa opinião, o principal objetivo do autor desta criação é ilustrar que tudo no mundo é dominado pelo Homem e que o ser humano não tem opinião própria, o que o impede de se preocupar com os outros.&nbsp;<br>&nbsp; Em suma, apesar de eventualmente pensarmos que somos superiores a outras pessoas, no fundo, toda a gente é igual e desempenha uma tarefa de serventia hierarquizada.&nbsp;<br><br>Ana Luísa nº2<br>Ana Filipe nº1</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 11:25:35 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica da curta metragem “O emprego”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2107408194</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta curta-metragem, de Santiago Bou Grasso, apresenta, inicialmente, o dia a dia de um homem que se aproveita das pessoas como se estas fossem objetos, literalmente: é possível observar pessoas a fazerem de mesas, cadeiras, táxis e muito mais. Só no final da animação é que nos apercebemos de que, afinal, o protagonista é também ele uma pessoa que serve as outras.&nbsp;<br>Na nossa opinião, este vídeo pretende retratar e criticar a divisão da sociedade em diferentes classes (classe baixa, classe média e classe alta). Nos primeiros momentos, pensámos que a personagem principal fosse de uma classe superior, uma vez que este parecia não ter ninguém superior a ele, e que fosse uma maneira de criticar pessoas com poder. Porém, ficámos surpreendidas quando nos apercebemos de que ele é só mais uma expressão vazia no meio de outras que está ao serviço de um ser superior.<br>Em suma, esta curta-metragem pretende realçar as diferenças sociais, a monotonia das nossas vidas e o pensamento de superioridade que algumas pessoas têm em função de outras.<br><br>Beatriz Gonçalves N°6<br>Catarina Rocha N°7</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 12:40:21 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica “O emprego”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2107411122</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Nesta curta-metragem está representado um homem, que, ao longo da sua rotina diária, é servido por pessoas que suportam as suas atividades básicas, considerando-as, assim, inferiores a si. No final deste pequeno vídeo, a personagem principal faz de si um tapete prestando serviço a superiores.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;No nosso ponto de vista, o vídeo mostra-nos como o mundo está dividido em hierarquias, visto que as pessoas com elevado poder usufruem das qualidades daqueles que estão abaixo deles numa sociedade para seu benefício. Denota-se também que os que servem se apresentam desmotivados, sem ânimo, sem emoções como se não tivessem vida própria.<br><br>Trabalho realizado por:&nbsp;<br>Catarina Holub n.8<br>Clara Rocha n.9&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 12:42:05 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação Crítica sobre a curta-metragem “O emprego”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2110458292</link>
         <description><![CDATA[<div>A curta-metragem começa por nos mostrar um homem infeliz a realizar a sua rotina diária antes de ir para o trabalho. Nesta animação, usam-se cores frias e tons fechados que nos passam uma sensação de melancolia, rotina e ausência de motivação. Do nosso ponto de vista, o vídeo transmite-nos, de certa forma, a ideia de necessidade de terceiros na realização de certas funções do quotidiano, principalmente naquelas em que precisamos de suporte. Também interpretamos que, mesmo involuntariamente, temos de “prejudicar” alguém para o nosso bem-estar, ou seja, para nós conseguirmos tirar proveito de algo, alguém teve de trabalhar duro para que isso acontecesse.<br>Por último, também observamos que havia uma hierarquia notória, pois o homem “dominava” quem considerava inferior, e era “dominado” por quem exercia um cargo superior ao dele como, por exemplo, o seu chefe.<br><br>Isabel Ferreira, n°14<br>João Pouzada, n°15<br>Mafalda Pires, n°20<br>Rodrigo Fernandes, n°25</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 19:47:07 UTC</pubDate>
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         <title>O desconcerto do mundo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2112548739</link>
         <description><![CDATA[<div>Na curta-metragem, podemos observar um indivíduo que utiliza outras pessoas como apoio para a realização das suas atividades do dia-a-dia, como dirigir-se ao seu emprego, onde realiza um trabalho semelhante de apoio, sendo ele um tapete, servindo  outro individuo que poderá realizar outra função e até mesmo podendo ser outro tapete, ou mesmo uma mesa ou cadeira. Algo que também observamos é que este indivíduo se encontra triste, visto que o seu trabalho é bastante repetitivo.<br>Esta animação pode ter vários pontos de vista sendo alguns deles: a necessidade de outros membros da sociedade realizarem tarefas para que seja possível realizarmos as nossas, outro ponto de vista pode ser que o que nós fazemos é fruto da criação de outros "instrumentos" por parte de outros ou que para qualquer criação é necessária uma criação anterior.<br>Para concluir, todos temos um papel fundamental na sociedade, obviamente que alguns desempenham tarefas mais exigentes ou mais cansativas que outros, mas toda a gente tem um papel fundamental na nossa sociedade.<br><br>Ana Rita nº3<br>André Costa nº4&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 19:39:55 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; O emprego &quot; </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2112640968</link>
         <description><![CDATA[<div>"O emprego", curta-metragem do estúdio OPUSBOU , retrata a rotina da personagem principal.&nbsp; Desde o momento em que acende a luz do quarto até pendurar os seus pertences no cacifo, constata-se que as funções que , na nossa realidade, estão associadas a objetos , no vídeo, encontram-se desempenhadas por pessoas . Ainda é possível visualizar o ambiente monótono,&nbsp; onde a felicidade e a animação não estão presentes .<br>A nosso ver, Santiago Bou Grasso demonstrou neste vídeo a discórdia&nbsp; que existe na cidade, onde as emoções dos seres humanos são as mesmas que as dos materiais despromovidos de vida, que pretende criticar. Nesta sociedade, o emprego, normalmente visto como um percurso pessoal importante e que envolve dedicação, revela ser menos prazeroso e incapaz de fornecer satisfação e motivação aos trabalhadores. Acompanhamos o início do dia da personagem central, que é claramente beneficiada pelo esforço dos outros e que aparentava possuir um cargo mais importante. No entanto, o vídeo termina com a apresentação da função do homem, ser um tapete, um trabalho tão insignificante que "quem lhe passa por cima" não se apercebe da sua presença.&nbsp;<br>Para concluir, esta animação realça que cada membro de uma sociedade tem algo a desempenhar, tal como todos os objetos que nos servem de auxílio. Em adição, reforça também a discordância entre poder beneficiar do que é feito por muitos outros e a mesma pessoa, com uma aparente boa posição social, fazer parte do grande grupo que vai, simplesmente, fazer de apoio à seguinte. Assim, é possível fazer uma analogia entre este desconcerto da sociedade com desigualdades, que não proporcionam satisfação nem propósito, e o desconcerto do poema "Os bons vi sempre passar", de Luís de Camões.<br><br>Sofia Moreira e Manuel Ferreira&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 21:00:25 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica da curta-metragem &quot;O Emprego&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2112764076</link>
         <description><![CDATA[<div>Na curta-metragem "O emprego", do estúdio de animação Opusbou, podemos observar uma sociedade onde cada indivíduo exerce uma profissão invulgar, tais como um candeeiro, um espelho, uma mesa, cadeiras, um cabide, carros, semáforos, uma porta, um elevador e um cacifo. Nesta, acompanhamos a rotina de um homem com uma expressão neutra, que se cruza com diversas pessoas, as quais se encontram a cumprir o seu dever. Este aproveita-se do trabalho dos outros para chegar ao seu destino, onde desempenha a função de tapete.<br>Na nossa opinião, o que observamos no vídeo está relacionado com a realidade. O autor tenta representar a sociedade através de objetos e da frieza nas cores e expressões dos mesmos, o que também se verifica nas relações entre cidadãos. Estas relações são essenciais para o bem comum e a organização da população.<br>Em suma, cada um tem um objetivo e função a realizar para um bem-estar coletivo.<br><br>Luana Guimarães, nº19<br>Maria Caçador, nº23<br>Soraia Campos, nº28</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 23:29:51 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica da curta-metragem “O emprego”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2112766510</link>
         <description><![CDATA[<div>Na curta-metragem “O emprego”, de Santiago Bou Grasso, é notório um ambiente pesado e infeliz. As pessoas são objetificadas, valendo somente pelas funções que desempenham.<br>Santiago, no nosso entender, pretende<br>demonstrar a diferenciação social<br>existente na atualidade e como os que se<br>encontram numa posição social superior<br>se aproveitam dos outros, que se<br>encontram alguns "degraus" abaixo na<br>hierarquia. Por outro lado, podemos<br>interpretar esta animação de outra forma:<br>sozinho ninguém consegue alcançar<br>nada. Todos, na nossa sociedade,<br>precisam da colaboração e da ajuda dos<br>outros para conquistar as suas metas. O autor pretende também fazer-nos&nbsp; pensar sobre a finalidade da nossa vida. Queremos usar as pessoas em benefício próprio? Queremos ser “capacho” de alguém? Valerá a pena uma vida desprovida de emoção, uma vida em que somos objetos?<br><br>Maria Maia N°22<br>Sofia Sousa N°27</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-24 23:32:26 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica da curta-metragem &quot;O emprego&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2113546194</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A curta-metragem denominada "O emprego", do estúdio de animação Opusbou, demonstra-nos um mundo em que nada está como deveria estar, os objetos que no dia a dia utilizamos não são os mesmos na curta-metragem, são as próprias pessoas que os fazem. Por exemplo, a mesa, as cabides, os semáforos, etc., todas essas funções são feitas pelas pessoas.<br>Esta curta-metragem passa passa uma mensagem de como as coisas realmente funcionam e que se uma pessoa falha a sua função muitos outros também são afetados.<br>Em suma, com esta animação conseguimos realmente perceber de como é importante que cada um faça a sua função.<br><br>Trabalho realizado por:<br>André Meireles n°5<br>José Afonso n°16</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-25 10:23:10 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação Crítica da Curta-metragem #O Emprego&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/olga_coelho/vbk3zvpb0i0jia1w/wish/2113552302</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta curta-metragem, designada "O emprego", observamos a rotina de um homem&nbsp; e as funções que são normalmente desempenhadas por objetos, estão a ser executadas por outros seres humanos.&nbsp;<br>&nbsp;Quando o senhor inicia a sua manhã, este passa por várias situações que não são habituais no nosso quotidiano, nomeadamente: o espelho, através do qual ele faz a barba, o banco, no qual ele se senta para comer, o candeeiro do seu quarto ou até o cabide à porta de casa, são sustentados por pessoas. Desta forma, podemos retirar a mensagem de que na sociedade apresentada, um semáforo, um elevador, um táxi e um tapete têm exatamente a mesma importância no nosso dia-a-dia. Na parte final, o protagonista, que também usufruía destes seres humanos a desempenhar funções de objetos, também ele tinha a mesma importância que estas pessoas, pois descobrimos que ele desempenhava a função de um tapete.&nbsp;<br>Em suma, esta curta-metragem mostra-nos uma sociedade completamente diferente da nossa, com profissões totalmente diferentes, porém estas são necessárias para o bem-estar coletivo daquela sociedade.&nbsp;<br><br>Gonçalo Justo n°13<br>Patrícia Durão n°24</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-25 10:29:01 UTC</pubDate>
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