<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>CONTOS DA TURMA 22M2 by Bruna Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu</link>
      <description>Compartilhe aqui o seu conto com os colegas. Não esqueça de assinar com o pseudônimo escolhido. 
Obs.: se quiser, pode inserir imagens ou gifs relacionados à sua produção.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-26 22:54:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-08 00:53:59 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f4dd.png</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632064113</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: Kiara Bartoline <br>O rumo da estrada </strong><br>Aqui estava, um simples homem, em um bar a espera que algo fosse acontecer, até&nbsp;<br>que enquanto esperava minha cerveja me deparei com uma mulher radiante e feliz. Logo<br>em questão de segundos me apaixonei , apesar do medo fui ao seu encontro – Olá, bela&nbsp;<br>moça, me chamo Manuel é a primeira vez que vem aqui? – Boa Noite, sou Clara, sim é a&nbsp;<br>primeira vez que venho aqui- respondeu ela com uma voz doce. Conversamos a noite toda,&nbsp;<br>quando me dei por conta já estava apaixonado. A cada mês que estávamos juntos, não sabia&nbsp;<br>outra maneira de viver sem ela, só precisávamos de nós e mais ninguém. Contudo o&nbsp;<br>problema é que a paixão me deixou cego, me distanciou dos meus amigos e de que tudo o&nbsp;<br>que me deixava feliz. Estava tão cego, que depois de um tempo, Clara andava saindo todas&nbsp;<br>as noites, não me dizia nem se quer um tchau, ou nem me falava com quem saia , brigamos&nbsp;<br>algumas vezes até que, um dia, acordei com uma carta de despedida. Apesar dela ter me&nbsp;<br>deixado, eu amava muito ela. Parecia que aquela dor aquele vazio nunca iriam acabar,&nbsp;<br>desconhecia tamanha solidão e refletia como antes dela estava tudo certo em minha vida,&nbsp;<br>quantas coisas fiz por amor, que no final só me levaram a acreditar numa fantasia. Após&nbsp;<br>meses nesta fossa, a dor e a solidão já faziam parte da minha rotina, estava recém me&nbsp;<br>reerguendo, quando fui à procura dos meus amigos, achei que os encontraria nos bares da&nbsp;<br>cidade, mas nem meu melhor amigo, aquele que sempre esteve ali por mim, já havia&nbsp;<br>encontrado uma nova paixão. Estava só minha única família eram meus amigos, e Clara<br>então, a partir daquele momento, eu tomaria as rédeas da minha vida. A começar, mudei&nbsp;<br>de cidade, cortei o cabelo, mudei o estilo e arrumei um emprego de barista. Assim podia&nbsp;<br>juntar minhas duas paixões: o bar e a música, ainda não tinha coragem de arrumar uma&nbsp;<br>namorada, mas já estava melhor. Finalmente, havia reencontrado o meu caminho, o rumo&nbsp;<br>da minha estrada voltei para os braços do meu povo, e acreditei numa vida que podia ser&nbsp;<br>incrível, apesar das minhas dores. Pois não há motivo para deixar de viver por conta de&nbsp;<br>uma ilusão amorosa.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-30 17:15:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632064113</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AUTORA: Maya Dornelles</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632111113</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>A PISCINA</em></strong><br>Em um belo dia, Guilherme e Benuto estavam conversando a respeito da ex namorada de Guilherme, ela se chamava Ana e era uma mulher alta, morena,&nbsp; com&nbsp; olhos castanhos e seu cabelo era preto e curto. Benuto durante a conversa se lembrou que haveria uma festa perto de sua casa e o convidou para ir junto, para sair e poder esquecer Ana, falou que estava de boa e que não precisaria se preocupar porque a Ana não iria comparecer. Por fim Benuto comentou com Guilherme que haveria churrasco e que precisaria levar só o que ele fosse beber.<br>Chegando lá, havia uma piscina enorme, quatro churrasqueiras, uma adega de vinhos e uma caixa de som que brilhava com cores diferentes, foi descoberto que um desconhecido também chamou Ana para ir e ela foi com outro, Guilherme viu sua ex namorada ao lado da adega de vinhos beijando outro homem, o acompanhante de Ana era alto, tinha olhos verdes e era careca, Guilherme quando viu a cena ficou pálido, seus olhos ficaram cheios d'água, suas pernas começaram a tremer e suas vistas foram ficando lentamente embaçadas até que não viu mais nada.<br>Guilherme, que não é de levar sofrimento para casa, pulou na piscina, chorou disfarçado só para ninguém ver seus olhos molhados. Ele pulou na piscina tão desesperado que quando caiu foi mágoa para todo lado, ainda dentro da água ele falou com um tom de voz baixa:<br>- Pulei na piscina para ver se esse amor morre afogado.<br>Em seguida Benuto foi ajudar seu amigo a sair da piscina e Guilherme contou o porquê que ele se jogou, Benuto, então, disse:<br>-Se vinga dela beijando outras mulheres.<br>Então, Guilherme pensou e disse:<br>-Não vou fazer isso, pois eu a amo e faria de tudo para reconstruir uma nova relação com ela.<br>Guilherme tomou coragem e subiu no palco, onde os músicos estavam tocando a música favorita dele, pegou o microfone e então disse:<br>-Ana, eu sinto sua falta e queria te dizer que ainda gosto muito de você, gostaria de voltar comigo?<br>Ana se aproximou do palco empurrando todos que estavam ali, ficou alguns segundos olhando para para ele e com muita raiva o desprezou e disse não, todos os convidados ficaram sem reação ao ver aquela cena, Guilherme ficou arrasado com a resposta e saiu&nbsp; chorando da festa.<br>Ana viu que ele tinha saído da festa e decidiu ir atrás com o seu eu carro. Guilherme estava no meio da rua, andando lentamente, quando Ana veio com seu carro e o atropelou. Ana olhou pelo retrovisor e viu o corpo de Guilherme atirado no meio da rua, ela então deu uma risada e foi embora.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-30 17:57:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632111113</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Autora: Mila Mila</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632325059</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Coração pulsante</strong><br><br>O bar da cidade sempre foi o melhor lugar para contar história para os amigos, estávamos sentados numa mesa, eu e Gabriel, jovem simpático e cheio de ouvidos para os meus romances de sempre, então comecei a contar para ele uma história de amargar, de quando conheci uma garota. Era final de festa, quando olho para ela - uma jovem toda estilosa, de olhos e cabelos castanhos que dançava de forma espontânea, era lindo de se ver - e ela sorri para mim. Passou a noite inteira me olhando, acredito que ela esteja a fim de mim também, até que decido ir até ela. Fui chegando gradualmente enquanto dançava olhando, —Oi, tudo bem?— digo eu todo entusiasmado, — Oi! Tudo sim, tava olhando você de longe e te achei super estiloso, me chamo Alice, prazer. Qual seu nome?— me responde ela com um tom leve. — Me chamo Carlos.— Passamos o resto da noite conversando. Vivíamos num mundo bem diferente, ela era o tipo de garotinha do papai, tudo o que ela quer o pai dela dá, desde casa em Ubatuba e apto no Guarujá, tinha carro importado e telefone celular, enquanto eu humilde, tinha apenas minha bicicleta e um apartamento alugado no BNH.<br>Passamos a semana toda trocando mensagens, e era estranho como ela sempre vinha e procurava, mesmo vivendo em mundos tão opostos. Até que chegou um dia, em que ela disse que iria me apresentar para o pai dela. Combinamos de que eu iria até a casa dela para buscá-la e irmos juntos. Ao chegarmos, na casa de seu pai, ele logo riu de mim pelo fato do meu carro ser popular e enquanto conversávamos num clima bem desagradável, pelo menos para mim, ele me deu uma notícia de desanimar: —Rapaz, você não é bom para minha filha, não—disse ele rindo de mim. Eu fiquei perplexo com tal afirmação e perguntei —Ué! Por que toda essa certeza? Não trocamos nem meia duzia de palavras ainda e o senhor já está me desmerecendo dessa forma.— Disse eu um pouco indignado —Você não faz parte desse nosso mundo, rapaz, minha filha merece alguém estudado, com um bom emprego, não você, que não tem nem onde cair morto.— disse ele num tom arrogante e seguido de perguntas sem nem me dar tempo de responder. — Quem é seu pai? Quem é você? O que você faz? Vou te investigar, hein—. Disse ele me encarando. Fiquei meio quieto com a situação e Alice propôs que almoçássemos logo, numa tentativa de aliviar aquele clima. Durante o almoço, contei um pouco sobre minhas histórias de vida, mas parecia que cada palavra que eu falava só desagradava ainda mais o pai de Alice.<br>Logo após o almoço, decidi que o melhor a se fazer seria ir para casa e acabar com aquela tortura de vez. Me despedi de Alice como se nunca mais fosse a ver, pois, estava acreditando muito que era isso que iria acontecer. — Tchau! Senhor— Disse eu esperando<br><br> alguma resposta, mas fui ignorado por ele. Cheguei em casa extremamente desanimado, já pensando que perdi a garota a qual eu estava gostando tanto, mas já pus na cabeça que eu não era uma cara para ela. Tomo um banho ao chegar em casa e me deito para dormir. Estava eu no meu décimo sono, quando acordo assustado ouvindo batidas na porta. — Ué! Mas quem será que está batendo? Não estou esperando visitas.— Ao abrir a porta, me deparo com Alice que me surpreende com um abraço apertado. — Não importa o que meu pai acha, eu gosto de você desse jeito. — Disse ela enquanto me apertava. — Você não tem ideia o quanto eu queria ouvir isso, Alice. Também gosto muito de ti e fiquei com um medo enorme de te perder— Disse eu feliz da vida por ter ela de volta. No fim das contas, sou eu quem fala tudo que ela gosta de escutar e deve ser por isso que ela sempre vem me procurar, deixando todas as diferenças de lado.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-06-30 21:57:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632325059</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Autora: Amanda Domenico </title>
         <author>deboradlmaciel</author>
         <link>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632371029</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br>&nbsp; <strong>A vida de Eduardo e Mônica </strong><br><br>Esta é a história de Eduardo e Mônica. Eduardo era um menino de apenas 16 anos, cursava inglês, estava na escola e não fazia muita coisa da vida. Mônica já era um pouco (muito) diferente. Ela falava alemão, cursava medicina, estava prestes a se formar. Sabe falar sobre muitos assuntos, tem muito conhecimento. Ela é o sonho de consumo do garoto. Eduardo a estas horas, estava deitado na sua cama pensando na Mônica. Já ela, estava no outro lado da cidade de Porto Alegre, onde mora, tomando seu conhaque.<br>Eles já haviam se conhecido em uma festinha dos amigos próximos, porém não conversaram muito.<br>Eduardo se dispersou dos seus pensamentos, com a vibração do seu celular. Era mensagem do seu amigo o avisando de uma festa que ia ter. Ele gostou da ideia e foi logo ao centro procurar uma roupa nova, pois estava sem. Na busca pela sua compra, tropeçou com alguém, e, adivinha quem? Mônica!!!<br>Os dois conversaram um pouco, e ele logo já a chamou para a festa. Ela aceitou. Foram os dois para suas casas se arrumarem, pois iriam se encontrar por lá.<br>Chegando lá na festa, eles se divertiram um pouco, mas logo ele já estava um pouco mal da bebida. Não estava mais curtindo a festa. Ela estava achando tudo aquilo muito engraçado. Queria saber cada vez mais sobre o menino.<br>Eduardo - Bom, eu já vou indo. Quem sabe eu te dou meu número e a gente marca de se encontrar amanhã?<br>Mônica - Aí, amei a ideia. Vamos sim! Pode me passar...<br>Eles marcaram de se encontrar no Parque da Cidade. Assim foram.<br>Lá conversaram sobre muitas coisas e descobriram que são completamente o oposto do outro, em diversos assuntos. Isso causou mais interesse em ambas partes. Desde então, começaram a se ver frequentemente. Conversavam o dia inteiro por mensagem. Completamente apaixonados!!<br>&nbsp;<br>&nbsp;Os dois fizeram a primeira viagem juntos. Lá eles viram... Não existe escapatória.<br>Como descobriram que não existe escapatória? Aaaah! Com todos os momentos que viveram em sua tão desejada ida ao Chile. Lá eles viveram momentos dos quais podemos chamar de “momentos mágicos”! Incríveis!<br>Fizeram bonecos de neve, esquiaram, patinaram no gelo, aprenderam a fazer comida junto, o que no início da viagem havia sido uma dificuldade encontrada. Apesar dos momentos bons, também tiveram algumas briguinhas (comuns). Ocorreu uma (não tão comum) que foi em um restaurante, quando uma garçonete quis dar em cima de Eduardo. A Mônicas não gostou muito disso, e logo já armou um “mini barraco”. Nada disso os impediu de ter uma boa viagem!<br>Cada um foi evoluindo em diversas partes. Ele fez vestibular, aprendeu sobre assuntos que interessavam à ela e vice-versa. Havia muita amizade, amor, cumplicidade, respeito e vontade de crescer junto.<br>Na volta da viagem, ele recebeu a notícia de que havia passado no vestibular, e assim foram comemorar junto com a formatura de Mônica. Foi motivo de muita festa!<br>Passou um tempo, e logo eles se casaram, construíram sua família com dois bebês gêmeos, na casinha tão sonhada.<br>E assim foi a história deles. Eduardo e Mônica!<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-30 22:57:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632371029</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Autor: Machades Vier</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632595634</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Faroeste Caboclo</strong><br>O João de Santo Cristo era o nome de um jovem rapaz, que por<br>conta da sua classe e cor nunca teve uma vida facíl, quando era<br>criança só pensava em ser bandido. Aos 18 por um<br>desentendimento ele deu um tiro no próprio pai e ele morreu<br>após isso foi preso e quando foi solto virou o terror de sua<br>cidade.Ele ia pra igreja só pra roubar o dinheiro que as velhinhas<br>colocavam na caixinha do altar ele sentia que era mesmo<br>diferente sentia que aquilo ali não era o seu lugar, ele queria sair<br>para ver o mar e as coisas que ele via na televisão juntou<br>dinheiro para poder viajar de escolha própria, escolheu a solidão.<br>Ele não entendia como a vida funcionava sempre foi discriminado<br>por causa da sua classe e sua cor, ele ficou cansado de tentar<br>achar resposta comprou uma passagem, foi direto a Salvador<br>quando chegou foi tomar um cafezinho encontrou um boiadeiro,<br>que pelas suas roupas parecia da alta classe, e o boiadeiro tinha<br>uma passagem e ia perder a viagem mas João foi lhe salvar.<br>O boiadeiro dizia: Estou indo pra Brasília<br>Neste país lugar melhor não há<br>Tô precisando visitar a minha filha<br>Eu fico aqui e você vai no meu lugar.<br>E João aceitou sua proposta e num ônibus entrou no Planalto<br>Central. ele ficou bestificado com a cidade e foi lá que pela<br>primeira vez ele viu as luzes de natal, e João disse:<br>João: Meu Deus, mas que cidade linda.<br>No Ano Novo ele começou a trabalhar<br>Cortar madeira, aprendiz de carpinteiro<br>Ganhava cem mil por mês em Taguatinga.<br>Conheceu muita gente interessante até um neto bastardo do seu<br>bisavô, um peruano de olhos escuros e roupas largas que vivia<br>na Bolívia e muitas coisas trazia de lá seu nome era Pablo e ele<br>dizia:<br>Vou começar um negócio se precisar de mercadoria é só chamar.<br>Mas João até a morte trabalhava mas o dinheiro não dava pra ele<br>se alimentar ele ouvia às sete horas o noticiário que sempre dizia<br>que o seu ministro ia ajudar, mas ele não queria mais conversa e<br>decidiu que, como Pablo, ele iria se virar, elaborou mais uma vez<br><br>seu plano, e a plantação foi começar. Logo, logo os maconheiros<br>da cidade souberam da novidade e João aproveitou a<br>oportunidade e ficou rico e por conta da concorrêcia acabou com<br>todos os traficantes dali. Ia pra as festas de rock pra se libertar<br>mas de repente sob uma má influência dos boyzinhos da cidade<br>começou a roubar já no primeiro roubo ele dançou e pro inferno<br>ele foi pela primeira vez.<br>Mas foi quando conheceu uma menina e de todos os seus<br>pecados ele se arrependeu Maria Lúcia era uma menina linda, de<br>cabelos longos e pele clara e ao se cohecerem depois de muitas<br>bebidas João prometeu seu coração para ela.<br>Ele disse:Maria Lúcia você é o meu verdadeiro amor, você<br>aceitaria se casar comigo?<br>Com lágrimas nos olhos ela respondeu: Sim, eu aceito casar<br>contigo.<br><br>E carpinteiro ele voltou a ser Maria Lúcia, você é meu amor e pra<br>sempre vou te amar e um filho com você eu quero ter.<br>Após alguns anos, um dia vem na porta<br>Um senhor de alta classe com dinheiro na mão e ele faz uma<br>proposta indecorosa.<br>E diz: quero sua resposta agora João.<br>E João diz: é melhor o senhor sair da minha casa<br>Nunca brinque com um Peixes de ascendente escorpião.<br>Mas antes de sair, com ódio no olhar, o velho disse:<br>Você perdeu sua vida, meu irmão.<br>Essas palavras vão entrar no coração João sofreu as<br>consequências como um cão.<br>Não é que o João estava certo seu futuro era incerto e ele não foi<br>trabalhar se embebedou e no meio da bebedeira descobriu que já<br>tinha outro trabalhando em seu lugar. Falou com Pablo que<br>queria um parceiro e também tinha dinheiro e queria se armar<br>Pablo trazia o contrabando da Bolívia e João revendia em<br><br>Planaltina. Mas acontece que um tal de Jeremias<br>Traficante de renome, apareceu por lá<br>Ficou sabendo dos planos de João<br>E decidiu que com João ele ia acabar, Mas Pablo trouxe uma<br>Winchester-22 e João já sabia atirar e após todo o preparo para o<br>suposto ataque de Jeremias percebeu que apesar de todas as<br>ameaças ele não foi atras do João. E João há muito não ia pra<br>casa e a saudade começou a apertar ele disse:<br>Eu vou-me embora, eu vou ver Maria Lúcia já tá em tempo de a<br>gente se casar.<br>Chegando em casa então ele chorou e pro inferno ele foi pela<br>segunda vez com Maria Lúcia, Jeremias se casou e um filho dela<br>ele fez. João era só ódio por dentro<br>E então o Jeremias pra um duelo ele chamou<br>Amanhã às duas horas na Ceilândia em frente ao lote 14, e é pra<br>lá que eu vou, no sábado então, às duas horas<br>Todo o povo sem demora foi lá só para assistir<br>Jeremias que atirava pelas costas e acertou o João e começou a<br>sorrir. E João se lembrou de quando era uma criança e de tudo o<br>que ele viveu até ali, e nisso o Sol cegou seus olhos e então<br>Maria Lúcia ele reconheceu ela trazia a Winchester-22<br>a arma que seu primo Pablo lhe deu.<br>João disse: Jeremias, eu sou homem, coisa que você não é<br>E não atiro pelas costas, não<br>Olha pra cá seu desgraçado, sem-vergonha<br>Dá uma olhada no meu sangue e vem sentir o teu perdão. E<br>João, com a Winchester-22<br>Deu cinco tiros no bandido traidor<br>Maria Lúcia se arrependeu depois<br>E morreu junto com João, seu protetor.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-01 01:40:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632595634</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632718849</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autor: Nivleq<br>Um desejo de reconciliação</strong><br> O conto começa quando Ronald fala:<br>- Não vou mais te atender as 2 da manhã<br>- Não vou mais curtir suas fotos no Instagram<br>Então Ágatha responde logo em seguida:<br>- Só quero te vê, vou atrás de você esperando você postar pronto pra te encontrar.<br>Narrador:&nbsp;<br>Vou fingir que não vi, você me seguindo nas festa, eu vou fingir que eu não sei o quanto você se apressa toda vez você descobre exatamente onde eu vou estar,ou talvez o destino coloca a gente no mesmo lugar.<br>Ágatha tenta entender o motivo de estar tendo essa conversa então fala:&nbsp;<br>- Fala que eu sou louco, não faz eu mudar , me diz onde eu errei que eu vou consertar.<br>- cê sabe que no fundo eu só queria te amar mas só amor não basta, então deixa pra lá.<br>Ronald responde que os dois não tão na mesma vibe do relacionamento:&nbsp;<br>- Já era, acabou não quero mais te vê, já tô em outro rolê ,em outra vibe.<br>Então Ágatha tenta se explicar:<br>- Mas calma amor, por favor tô tentando entender.<br>Narrador:<br>Ele não queria vê ela mais pois ficou sem entender se ela ainda era apaixonado por ele, e ele já tava em outra vibe. E ela só queria mais tempo pra poder pensar se ainda era louca de amor por ele.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-01 02:54:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1632718849</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Autor: Wagner Sehloko.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1633256360</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Num dia claro ou numa noite escura</strong></div><div><br></div><div>&nbsp;Estava num dia claro ou numa noite escura, as horas, o clima, o tempo, não se sabe, ninguém sabe...Por que quando se trata do amor que sinto por você, tanto faz...</div><div>E sim…isso não foi uma pergunta. Rikrok estava enganado. Não por não ligar para o amor que tinha por Honey, mas por estar com a vizinha em sua casa na hora errada.</div><div>&nbsp;Assim que sua mulher não estava por perto, ousou-se a trazer uma mexicana para tratar de um assunto. Quando Rikrok se depara com sua mulher Honey, que aparece de repente. Encarando eles. Honey estava brava e não conseguia lidar com o que havia acontecido.</div><div>&nbsp;Então, do nada, simplesmente Rikrok liga pelo celular, para Shaggy-seu amigo-e conta o que aconteceu:</div><div>-O que você quer, cara? (Shaggy)</div><div>-Minha garota acabou de me pegar, não sei como deixei isso acontecer. (Rikrok)</div><div>-Você a deixou te pegar? Com quem? (Shaggy)</div><div>-A garota da porta ao lado, você sabe. Eu não sei o que fazer... (Rikrok)</div><div>-Diga que não foi você. (Shaggy)</div><div>-Bem, Honey entrou e ela me pegou em flagrante com a garota da porta ao lado. Imagine isso, nós dois estávamos nos pegando no chão do banheiro. (Rikrok).</div><div>Como eu poderia esquecer que eu tinha…dado a ela uma chave extra...esse tempo todo ela estava lá. (Rikrok)</div><div>&nbsp;E como se já tivesse&nbsp; passado por aquilo antes, Shaggy faz um crossover com o que tinha acontecido&nbsp; com Rikrok enquanto estava sendo contado por ele, e o que tinha de fazer.&nbsp;</div><div>De o que poderia acontecer e o que tinha havido, e vice-versa, para que seu colega Rikrok não perdesse a linha:</div><div>-Vamos rever a situação que você caiu…</div><div>Para ser um verdadeiro jogador você tem que saber jogar. Por exemplo, se ela ficar uma noite, convença-a de ficar um dia, por exemplo. (Shaggy)</div><div>-Nunca admita uma palavra quando ela falar...</div><div>E se ela reclamar, ah, você diz a ela: "Gata, de jeito nenhum"</div><div>E Rikrok, falando o que aconteceu, Shaggy também dizia:</div><div>-Mas ela me pegou no balcão. (Rikrok)</div><div>- Diga: Não fui eu. (Shaggy)</div><div>-Eu até a coloquei no chuveiro. (Rikrok)</div><div>-Não fui eu. (Shaggy)</div><div>-Ela até me pegou na câmera.</div><div>-Não fui eu.</div><div>-Ela viu as marcas no meu ombro.</div><div>-Não fui eu.</div><div>&nbsp;Assim garantindo que o mesmo pudesse tratar de sua mulher, Honey, sem perder a razão...</div><div>&nbsp;E estava dando certo, discordando de tudo o que acontecera.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-01 10:49:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1633256360</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Autor: José casagrande</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1633283367</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O Rapaz da Praça<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Todas as noites. Antenor saía de casa guiado pelas estrelas ao encontro do seu amor. Andava cantarolando a procura da moça que roubara seu coração em uma linda noite de lua Cheia. Em todas as noites fazia o mesmo trajeto no desejo da dama encontrar. Ela era deslumbrante, com cabelos cacheados da cor do fogo, bochechas coradas, voz doce e um andar elegante.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Em uma noite, cansado de procurar, tomado pela dor e pelo sentimento de desencontro, andando desabaladamente na rua, chegou na praça central da cidade, onde o verde das árvores dava lugar aos raios amarelos do luar, que apareciam entre os galhos das árvores iluminando a praça. Logo percebeu que ao lado havia um casal de namorados, conversavam alegremente, enquanto brincavam no balanço.&nbsp; Em um canto da praça avistou um banco solitário, de madeira, azul, gasto pelo tempo.&nbsp; Sentiu-se atraído por ele e resolveu sentar no banco e suas energias recarregar. Observando o casal de namorados que trocavam beijos, pensou no seu amor e adormeceu. Uma bela moça surgiu num raio de luz e invadiu seu coração tomando-o em seus braços. Então Antenor disse:<br><br></div><div>- &nbsp; Por onde você andou, minha amada? Meu coração está cheio de saudades!<br><br></div><div>- &nbsp; Estive te observando todos os dias aguardando o momento do regresso!<br><br></div><div>- &nbsp; Como eu amo você minha linda Monalisa. Fica comigo!<br><br></div><div>- &nbsp; Serei para sempre sua, meu querido, meu amor!<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Acorda, seu vagabundo! Saia já daqui antes que eu te prenda! Disse o guarda.<br><br></div><div>- &nbsp; Onde está meu amor? O que você fez com ela? Traga ela de volta, não me deixe sozinho! Seu guarda, pode me prender, faz o que quiser comigo, mas não leve o meu amor.<br><br></div><div>-&nbsp; &nbsp; Monalisaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!<br><br></div><div>-&nbsp; &nbsp; Saía já daqui, vai sonhar em outro lugar. Gritou o guarda.<br><br></div><div>-&nbsp; &nbsp; &nbsp;Nãoooo!&nbsp; Seu guarda, não saio sem meu amor! O que o senhor fez com ela? Era tão real, não pode ser um sonho. Ainda sinto o perfume dela.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Antenor saiu andando inconsolável. Tudo não passou de um sonho ao luar em um banco da praça.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-01 11:25:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunarodriguescl1/vam71u3ld617q6uu/wish/1633283367</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
