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      <title>GRUPO 1 - A importância da palavra para a preservação da memória de um povo by Manuela Cypriano</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-25 19:33:44 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura: narrativa oral e escrita</title>
         <author>manuelacypriano</author>
         <link>https://padlet.com/manuelacypriano/va7w8jwd3eznv8mt/wish/3554329997</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo da história, observamos momentos em que documentos, monumentos e outros símbolos da memória de um povo foram alvos de destruição e mutilação, na tentativa de manipular os derrotados e romper seus vínculos com o passado, apagando os vestígios de suas histórias e identidades.</p><p>Isso acontece porque a Memória não existe em si mesma, mas estrutura-se no simbólico, seja de forma física, seja de forma abstrata, podendo ser representada de maneiras variadas, seja pela construção de monumentos, por relatos orais, pela escrita, por fotografias, filmes, ritos…</p><p>Em virtude da produção atual em massa de documentos e informação, abandonamos modelos tradicionais de Memória (principalmente a narrativa oral) e adotamos um modelo que valoriza muito mais suportes físicos e concretos.</p><p>Considerando esse aspecto, é possível afirmar que os documentos desempenham um papel fundamental na sustentação das narrativas relacionadas à memória. Eles expressam a perspectiva da narrativa vitoriosa, transformando-se em discursos que perduram ao longo do tempo e a permanência desses objetos levaria necessariamente à permanência da memória e da identidade, enquanto sua destruição levaria ao esquecimento. </p><p><br></p><p>FONTE: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/tinf/a/d9zVTD55JnLPPtf3fwxX8hs/?format=html&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/tinf/a/d9zVTD55JnLPPtf3fwxX8hs/?format=html&amp;lang=pt</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 19:56:41 UTC</pubDate>
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         <title>Sociologia: a voz do povo e o poder da palavra </title>
         <author>manuelacypriano</author>
         <link>https://padlet.com/manuelacypriano/va7w8jwd3eznv8mt/wish/3555388649</link>
         <description><![CDATA[<p>O reconhecimento da oralidade e a importância de registrá-la e usá-la como documento histórico é uma forma de democratizar a História, de reconhecer cada sujeito como um agente histórico e valorizar o cotidiano como produtor de permanências e mudanças históricas. Assim como Max Weber defende, o indivíduo é responsável por construir o coletivo. Nessa perspectiva, todos temos uma história de vida que se constitui como peça essencial para a história de uma comunidade. Moldados por diferentes contextos sociais, econômicos, políticos e culturais, esses depoimentos são heranças que carregam conhecimento de um povo, e que guiam a maneira como cada indivíduo atua e se relaciona com outros no mundo. Presente desde os primórdios da civilização humana, a oralidade vem ganhando novos espaços em diferentes campos de pesquisa, o que traz visibilidade para vozes que foram, por muito tempo, silenciadas. </p><p><br></p><p>FONTES: Aulas do professor Lucas (1º e 2º ano do ensino médio)</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sescsp.org.br/editorial/qual-a-sua-historia-narrativas-baseadas-na-oralidade-preservam-a-memoria/">https://www.sescsp.org.br/editorial/qual-a-sua-historia-narrativas-baseadas-na-oralidade-preservam-a-memoria/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 11:55:29 UTC</pubDate>
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         <title>Geografia: transformação do espaço</title>
         <author>102150039</author>
         <link>https://padlet.com/manuelacypriano/va7w8jwd3eznv8mt/wish/3555639066</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Os chamados lugares de memória podem nos marcar seja por meio de um vínculo cronológico, isto é, uma data importante, seja por relações afetivas ou por representarem experiências reais de um povo. Dessa forma, é importante ressaltar que um espaço adquire seu significado identitário a partir do que a memória conta ter ocorrido ali e do simbolismo e significado atribuído a esse evento, de modo a atrelar espaços geográficos a locais de preservação de cultura, ideais e histórias, como ocorre com os patrimônios tombados com o intuito de preservação dessa memória. Assim, esses lugares podem ser entendidos como uma herança simbólica, elo entre passado e futuro. A transformação do espaço geográfico, por sua vez, ameaça apagar memórias locais ao alterar ou eliminar vestígios físicos que compõem esses lugares de memória. O processo de urbanização, industrialização e outras intervenções humanas descaracterizam esses espaços, enfraquecendo a ligação entre as gerações passadas e as presentes e promovendo a perda de referências espaciais. </p><p><br/></p><p>FONTE: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.aqua.com.br/blog/lugares-de-memoria">https://www.aqua.com.br/blog/lugares-de-memoria</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 15:20:45 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia: verdade e construção de discursos</title>
         <author>102150039</author>
         <link>https://padlet.com/manuelacypriano/va7w8jwd3eznv8mt/wish/3555656533</link>
         <description><![CDATA[<p>A "verdade" na preservação da memória de um povo é um conceito complexo, pois a memória é construída através de discursos que selecionam, interpretam e dão sentido a eventos passados, moldando a identidade coletiva e os valores de uma sociedade. A memória não é um registo neutro do passado, mas sim uma interpretação ativa, que pode, muitas vezes, omitir, distorcer ou glorificar certos aspetos da história. Nessa perspectiva, percebe-se que o poder se exerce também por meio do controle da memória e da legitimação do discurso. O que se registra como “história oficial” muitas vezes reflete interesses dominantes, enquanto outras vozes são descartadas como irrelevantes ou inferiores. </p><p><br></p><p>FONTE: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://entropia.slg.br/index.php/entropia/article/download/276/258/1313">https://entropia.slg.br/index.php/entropia/article/download/276/258/1313</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 15:34:03 UTC</pubDate>
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         <title>História: memórias da comunidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/manuelacypriano/va7w8jwd3eznv8mt/wish/3557582255</link>
         <description><![CDATA[<p>A história é, em um de seus vieses, uma disputa constante pela memória, uma vez que a memória contada da perspectiva que prevalece é aquela que vai determinar qual será o cunho de um evento histórico na visão da maior parte da população. Sob essa ótica, é importante refletir qual classe detém o poder de escrever um evento a partir da sua perspectiva, algo que varia em diferentes momentos históricos. Assim sendo, é importante que os indivíduos estejam atentos e dispostos a analisar todas as perspectivas de um acontecimento histórico, a afim de evitar a manipulação do que ocorreu e do que de fato foi contado e/ou distorcido por uma parcela agente de um movimento com o intuito de ilustrar apenas um único tipo de opinião e omitir diferentes experiências diante do mesmo evento.</p><p><br></p><p>FONTE: Aulas da professora Michele (1º ano do ensino médio) </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 21:27:56 UTC</pubDate>
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         <title>Integrantes do grupo - 2E</title>
         <author>manuelacypriano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Giulia Tainara N. Balda</p><p>João Gabriel</p><p>João Velasco</p><p>Manuela Amaral</p><p>Mariana Luciano</p><p>Pedro Silveira</p><p>Sofia Barroso</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 23:00:05 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura: análise do repertório </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesse contexto, a história do filme "Narradores de Javé" inicia-se a partir de um conflito que mobiliza todo o povoado: a necessidade da construção de uma usina hidrelétrica que pode inviabilizar a possibilidade de se viver na cidade de Javé. Apavorados com a notícia, os moradores reúnem-se com o objetivo de salvar a cidade, porém, eles não tem o domínio da escrita, fato que não os impede de possuir uma história reveladora da sua identidade e da sua memória, tampouco lhes destitui o direito sobre essa terra. Assim, tornou-se imprescindível que o povo construísse uma história escrita, de caráter científico, sobre o povoado, a fim de preservar a memória daquela comunidade e evitar o esquecimento dessa riqueza cultural e histórica a partir da possibilidade de perda de um território que carrega tamanho simbolismo para o povo.</p><p><br></p><p>FONTE:  Filme “Narradores de Javé” (2003)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 11:31:55 UTC</pubDate>
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         <title>Sociologia: análise do repertório</title>
         <author>manuelacypriano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesse viés, o filme "Central do Brasil" conta a história de Dora, uma professora aposentada que escreve cartas para analfabetos, o que traz visibilidade a histórias e sentimentos que, de outra forma, poderiam se perder, conectando pessoas e mantendo vivas as narrativas de um Brasil marginalizado, mas repleto de esperança. As cartas, carregadas de emoções e anseios, permitem que esses indivíduos, muitas vezes invisíveis, deixem um legado e exerçam sua cidadania através da palavra. Ademais, da mesma forma que destaca-se o sujeito como membro construtor do corpo social,&nbsp;é importante destacar a memória como agente que molda a sociedade, uma vez que essa decreta qual perspectiva prevalecerá em uma comunidade, formulando a partir dessa visão, os ideais e opiniões de uma cultura e do senso comum. Dessa forma, como Durkheim defende, o indivíduo é moldado pelo meio em que ele está inserido, fazendo assim com que a memória influencie diretamente na construção de cada cidadão a partir do que prevalece no coletivo.</p><p><br/></p><p>FONTES:</p><p>- Filme “Central do Brasil” (1998)</p><p>- Aulas do professor Lucas (1º ano do ensino médio)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 11:32:06 UTC</pubDate>
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         <title>História: análise do repertório </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Exemplo disso é o fato de que durante muito tempo, os bandeirantes foram vistos como "heróis" e desbravadores que contribuíram para a construção de nosso país, expandindo nossas fronteiras. Porém, na verdade, bandeirantes como Borba Gato capturaram e escravizaram indígenas e negros em confrontos que acabaram por dizimar etnias, estupraram e traficaram mulheres indígenas, além de roubarem minas de metais preciosos nos arredores das aldeias. Com o passar do tempo, porém, muitas pessoas passaram a reconhecer o que realmente aconteceu durante as Bandeiras no Brasil e resolveram protestar com o instuito de conscientizar os demais acerca do tema, o que motivou atos como a queima da estátua de Borba Gato.</p><p><br/></p><p>FONTE: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.estadao.com.br/sao-paulo/borba-gato-e-outros-bandeirantes-foram-transformados-em-herois-por-movimento-politico-ha-100-anos/?utm_source=chatgpt.com">Borba Gato e outros bandeirantes foram transformados em ‘heróis’ por movimento político há 100 anos - Estadão</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 11:34:29 UTC</pubDate>
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         <title>Geografia: análise do repertório</title>
         <author>manuelacypriano</author>
         <link>https://padlet.com/manuelacypriano/va7w8jwd3eznv8mt/wish/3558617479</link>
         <description><![CDATA[<p>O filme “O Quartilho” retrata a história de imigrantes italianos no Brasil no século XX, em que suas casas, a religiosidade, a terra e os hábitos representam lugares de memória fundamentais para a identidade dos personagens. No entanto, ao longo da narrativa, a transformação do espaço rural pela modernização e a tentativa de adaptação a uma nova cultura levam os personagens a se afastarem de suas tradições e de seus vínculos com sua terra natal, retratando um enfraquecimento da memória atrelada ao espaço físico-geográfico.</p><p>De forma semelhante, Machado de Assis expõe, em sua obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, como a existência do seu personagem principal está desprovida de vínculos profundos com o espaço e com o indivíduo, uma crítica ao tipo de modernidade que apaga laços sociais e históricos. É possível perceber essa relação especificamente em trechos da obra como este: “Vim. Não nego que, ao avistar a cidade natal, tive uma sensação nova. [...] a rua, a torre, o chafariz da esquina, a mulher de mantilha, o preto do ganho, as cousas e cenas da meninice, buriladas na memória. Nada menos que uma renascença…”. Portanto, a frase “nada menos que uma renascença” explicita que o reencontro com um lugar importante e familiar do passado da personagem é capaz de gerar um sentimento (revitalização, no caso) a partir da associação do local com a memória da personagem a respeito desse ambiente e o simbolismo subjetivo que essa atribuiu a tal espaço. </p><p><br/></p><p>FONTES:</p><p>- Filme “O quartilho” (1995)</p><p>- Livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas” - Machado de Assis</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 11:34:57 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia: análise do repertório</title>
         <author>manuelacypriano</author>
         <link>https://padlet.com/manuelacypriano/va7w8jwd3eznv8mt/wish/3558618506</link>
         <description><![CDATA[<p>Em obras como a biografia de Cartola, recuperada no documentário que leva seu nome, a música é mostrada como instrumento que guarda memórias do samba, do morro e da dor da exclusão na vida do cantor, eternizando aquilo que as classes dominantes tentam silenciar. Desse modo, ao dar voz a pessoas comuns, passamos a reconhecer, como sociedade, que toda existência carrega consigo uma filosofia própria, um modo singular de compreender e habitar o mundo e que preservar essas memórias é um compromisso com a pluralidade do ser humano e com a justiça histórica.</p><p><br></p><p>FONTE: Cartola - Música e Memória para os olhos (documentário, 2007)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 11:36:10 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualização: importância da memória para a construção das sociedades</title>
         <author>manuelacypriano</author>
         <link>https://padlet.com/manuelacypriano/va7w8jwd3eznv8mt/wish/3559086654</link>
         <description><![CDATA[<p>O direito à memória não é apenas uma questão individual, ela representa o legado de um povo. Na medida em que o sujeito expõe o seu relato a respeito de um dado fato, impressões sobre sua experiência individual se mesclam às experiências coletivas e a memória é construída como um retrato do que foi interpretado e vivido por uma pessoa e por uma sociedade, apresentando fundamentos subjetivos e podendo ser manipulada pelas diferentes perspectivas particulares e classes sociais. A memória é, então, um elemento importante na constituição das sociedades, tanto na formação do sujeito em seus valores morais, culturais, no repasse das tradições e costumes, quanto na formação do sentimento de identidade, ou seja na noção de pertencimento a um grupo social. Sob esse viés, o sentimento gerado no indivíduo ao ter contato com a memória provoca a catarse, e a partir dela cria-se um senso particular de justiça e julgamento que molda e influencia a sociedade.</p><p><br></p><p>FONTES: slides da professora Renata (1º e 2º ano do ensino médio)</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogs.pucpr.br/criando-o-futuro/2024/10/30/direito-a-memoria-preservando-nossa-historia-individual-e-coletiva/">https://blogs.pucpr.br/criando-o-futuro/2024/10/30/direito-a-memoria-preservando-nossa-historia-individual-e-coletiva/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 18:21:14 UTC</pubDate>
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