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      <title>Terenas by Allex Almeida</title>
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      <description>Tudo sobre seu estilo de vida, cultura e economia.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-01 19:18:25 UTC</pubDate>
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         <title>Localização geográfica no passado .</title>
         <author>lexandrade2009</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Mato Grosso do Sul abriga uma significativa população indígena, sendo os Terena um grupo proeminente nesse cenário. Esses indígenas mantêm um intenso contato com a população regional, o que os torna uma presença bastante visível no estado. Seja pelas mulheres vendendo nas ruas de Campo Grande ou pelos trabalhadores temporários nas fazendas e usinas, como os cortadores de cana-de-açúcar, os Terena estão ativamente envolvidos no cotidiano sul-mato-grossense. Apesar de serem rotulados como "aculturados" e "índios urbanos", os Terena resistem e lutam para preservar sua cultura frente às mudanças impostas ao longo dos séculos, tanto pelo poder colonial quanto pelo Estado brasileiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 21:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>Origem história.</title>
         <author>lexandrade2009</author>
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         <description><![CDATA[<p>Últimos remanescentes da nação Guaná no Brasil, os Terena falam uma língua Aruak e possuem características culturais essencialmente chaquenhas (de povos provenientes da região do Chaco). O domínio dos grupos de língua Aruak entre os diversos povos indígenas do Chaco, todos caçadores e coletores, deveu-se ao fato daqueles grupos serem, de longa data, predominantemente agricultores – e sobre esta base econômica se organizarem socialmente em grupos locais (aldeias) mais populosos, expansionistas e guerreiros.</p><p>Os estudiosos dos povos chaquenhos afirmam que os Chané ou Guaná dispunham de uma base social muito mais sofisticada do que seus vizinhos Mbayá. Estavam estratificados em camadas hierárquicas: os "nobres" ou "capitães" (os Naati ou "os que mandam") e a "plebe" ou "soldados" (Wahêrê-xané, ou "os que obedecem"). As relações de aliança Guaná-Mbayá estavam alicerçadas no casamento: os chefes Guaná cediam mulheres da sua casta para casar-se com os "maiorais" Mbayá. As relações entre os dois grupos, por essa via, consolidariam ao longo do tempo uma estrutura social complexa: de um lado, um segmento social autônomo na posição de fornecedor de mulheres e alimentos; de outro, uma casta guerreira tomadora de mulheres e responsável pela segurança dos grupos locais e supridores de instrumentos de ferro e cavalos.</p><p>Na década de 1760, a pressão crescente dos espanhóis sobre os territórios Mbayá localizados nas margens ocidentais do Paraguai, somada a disputas internas por prestígio guerreiro, forçariam a migração de inúmeros subgrupos Mbayá e Guaná para o lado oriental do rio. Essa migração provavelmente se estendeu até as primeiras décadas do século XIX. Os subgrupos Guaná – Terena, Echoaladi, Layana e Kinikinau – que se estabeleceram ao leste do Chaco, mantiveram contudo no novo território a forma tradicional de organização em metades e estratos sociais endógamos, suas roças e também a aliança com os Mbayá-Guaykuru.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 21:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>Localização geográfica atualmente.</title>
         <author>lexandrade2009</author>
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         <description><![CDATA[<p>Assim como os kaingang e os guarani nhandewa, os índios terena se localizam no centro-oeste do Estado de São Paulo, na região de Icatu. Para chegar a esse local, eles tiveram que percorrer um longo caminho, desde o chaco paraguaio, seu local de origem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 22:00:10 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura, tradição e economia.</title>
         <author>lexandrade2009</author>
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         <description><![CDATA[<p>A língua e costumes descendem do tronco Aruak, assim como os Parecis e outros.Os Terena têm a tradição da agricultura e é a nação indígena que melhor se adaptou à economia do civilizador no Estado, graças a sua tradição de índios pacíficos e que se subordinam com facilidade às relações hierárquicas.</p><p>Então divididos em dois grandes grupos: os Xumanô e Subiribianô. Quanto à organização interna, os Terena obedecem a uma escala hierárquica com denominação de Naati, Waherti, Txamé e Kauti. Entre esses extratos ou camadas estão os integrados e os cativos, compondo uma rica e complexa cultura no modo de vida das aldeias Terena</p><p>.</p><p>Os que sobreviveram nas aldeias produzem Bens comercializáveis como o palmito, feijão verde, milho, mandioca, jenipapo, laranja, caju, pequi, etc. Os Terena são uma referência na cidade de Campo Grande onde comercializavam seus produtos na feira indígena do mercadão, na feira central e pelas ruas centrais da cidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 22:29:09 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos da colonização e escravidão, formas de resistência e lutas por direitos.</title>
         <author>lexandrade2009</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os impactos da colonização e escravidão sobre os povos indígenas, como os Terena, foram extremamente significativos e duradouros. A colonização resultou na perda de terras, na imposição de novas práticas culturais e na disseminação de doenças que dizimaram muitas comunidades. Além disso, a escravidão teve um impacto devastador sobre a população indígena, causando trauma intergeracional e afetando profundamente as estruturas sociais e culturais.</p><p>Esses impactos continuam a ser sentidos até hoje, influenciando a situação socioeconômica e política dos povos indígenas no Brasil. É importante reconhecer esses impactos e trabalhar para promover a justiça social e a preservação das culturas indígenas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 22:30:05 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições culturais e intelectuais para a sociedade brasileira.</title>
         <author>lexandrade2009</author>
         <link>https://padlet.com/lexandrade2009/v93kyn1ver6upq5l/wish/2939531779</link>
         <description><![CDATA[<p>Os Terena, assim como outros povos indígenas, têm contribuições intelectuais significativas para a sociedade. Suas tradições culturais, conhecimentos sobre plantas medicinais, técnicas agrícolas sustentáveis e sua relação profunda com o meio ambiente oferecem insights valiosos para a preservação ambiental e o desenvolvimento de práticas sustentáveis.</p><p>Além disso, a cosmovisão Terena e sua compreensão do mundo natural também trazem uma perspectiva única que pode enriquecer diversas áreas, como ecologia, antropologia e filosofia. A preservação da língua Terena e suas tradições orais também são contribuições importantes para a diversidade cultural do Brasil.</p><p>É crucial reconhecer e valorizar essas contribuições intelectuais dos Terena e de outros povos indígenas, promovendo a inclusão de seus conhecimentos e perspectivas em diferentes esferas da sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 22:43:30 UTC</pubDate>
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         <title>Para quais regiões do Brasil migraram.</title>
         <author>lexandrade2009</author>
         <link>https://padlet.com/lexandrade2009/v93kyn1ver6upq5l/wish/2939532204</link>
         <description><![CDATA[<p>Com uma população estimada em 16 mil pessoas em 2001, os Terena, povo de língua Aruák, vivem atualmente em um território descontínuo, fragmentado em pequenas “ilhas” cercadas por fazendas e espalhadas por sete municípios sul-matogrossenses: Miranda, Aquidauana, Anastácio, Dois Irmãos do Buriti, Sidrolândia, Nioaque e Rochedo. Também há famílias terena vivendo em Porto Murtinho (na Terra Indígena Kadiweu), Dourados (TI Guarani) e no estado de São Paulo (TI Araribá)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 22:44:25 UTC</pubDate>
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         <title>Informações contemporâneas de como estão os povos.</title>
         <author>lexandrade2009</author>
         <link>https://padlet.com/lexandrade2009/v93kyn1ver6upq5l/wish/2940893979</link>
         <description><![CDATA[<p>Com uma população estimada em 16 mil pessoas em 2001, os Terena, povo de língua Aruák, vivem atualmente em um território descontínuo, fragmentado em pequenas “ilhas” cercadas por fazendas e espalhadas por sete municípios sul-matogrossenses: Miranda, Aquidauana, Anastácio, Dois Irmãos do Buriti, Sidrolândia, Nioaque e Rochedo. Também há famílias terena vivendo em Porto Murtinho (na Terra Indígena Kadiweu), Dourados (TI Guarani) e no estado de São Paulo (TI Araribá). Nestas duas últimas localidades, famílias terena foram levadas pelo Serviço de Proteção aos Índios (SPI) para servirem de "exemplo" aos índios locais</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 21:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>Forma de organização política e social e relações de poder.</title>
         <author>lexandrade2009</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eles mantêm uma organização política e social que mescla tradições ancestrais com influências contemporâneas. Liderados por anciãos respeitados, cada comunidade Terena possui sua própria estrutura de governo, enquanto luta pelo reconhecimento e demarcação de suas terras, fundamentais para sua subsistência e identidade cultural. Enfrentando desafios como invasões territoriais e pressões assimilacionistas, os Terena resistem, organizando-se em movimentos sociais e colaborando com ONGs para defender seus direitos e interesses. Preservação da língua, cultura e tradições, aliada a esforços por desenvolvimento sustentável, marca a busca contínua dos Terena por autonomia e dignidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 21:50:17 UTC</pubDate>
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