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      <title>Preservação Ambiental (gêneros textuais) by Luis Rick</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-14 18:45:05 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia</title>
         <author>kadurcrd</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Dragagem do rio Itajaí-Açu traz alívio e esperança para Rio do Sul e Região</strong></p><p><br/></p><p>O início da dragagem do rio Itajaí-Açu representa muito para quem mora no Alto Vale. É a retomada da esperança em dias tranquilos em que as chuvas não signifiquem, necessariamente, enchentes e tragédias. O histórico da cidade de Rio do Sul e região é de cheias que ceifaram vidas, destruíram casas, levaram patrimônio e o sonho de moradores ao longo dos anos.</p><p>Neste sábado, 11, era fácil encontrar olhares alegres, aliviados e até emocionados, quando o governador Jorginho Mello assinou a ordem de serviço para o começo das obras de dragagem do Rio Itajaí-Açu e deu início à limpeza, de dentro da draga sobre o rio.</p><p>“Nós precisamos dar alento às pessoas que moram aqui, que não vão embora daqui, que fiquem produzindo aqui, que sejam felizes aqui, porque o Alto Vale é uma pérola de Santa Catarina”, declarou o governador.</p><p>Observando o começo da dragagem de cima de uma ponte, Márcio Pires, morador do bairro Canoas, viu na ação um amanhã mais tranquilo para as próximas gerações. “Representa uma esperança. Eu ja perdi tudo e fico até emocionado, porque meus filhos não vão sofrer. De todos que falaram que iam fazer e nunca fizeram é o primeiro passo, creio que de muitos outros passos”, relatou.</p><p>As chuvas e perdas são recorrentes e dramáticas para quem vive na região. Um exemplo é Nelçi Terezinha Pereira, fundadora do grupo Unidos Venceremos, que batalha há oito anos por uma solução que traga segurança e paz para a população. Ela mesma já foi vítima das águas e perdeu os bens materiais em cinco episódios de enchentes. Agora vê na iniciativa o cumprimento de uma promessa.</p><p>“Eu tô assim muito feliz de ver que até que enfim vão olhar para Rio do Sul. O Jorginho é o terceiro governador que nós fomos pedir com 36.000 assinaturas e até hoje ninguém havia feito. Agora o Jorginho, que tá há um ano e pouco, ele já tá aí. Eu tô lutando com o meu grupo há oito anos. Então, para Rio do Sul é uma festa e eu tô assim tão emocionada, tão feliz. E para nós vai ser uma graça, porque o povo do Rio Sul tem muitos empresários e o povo vai ajudar porque quer que Rio do Sul continue sendo a capital do Alto Vale e não a capital das enchentes”.</p><p><br/></p><p>Ainda no Centro de Inovação Norberto Frahm, onde foi realizado o ato, o governador Jorginho Mello, secretários de Estado, autoridades e a comunidade realizaram uma ação de plantio de mudas de árvores na margem do rio. O destaque foram as 50 crianças do projeto Defesa Civil na Escola. Acompanhada do mascote da Defesa Civil, o cachorro Radar, a criançada aproveitou a tarde com educação ambiental e um lanche especial.</p><p>O pequeno Gabriel Miguel, de 8 anos, estava com a lição na ponta da língua: “plantar árvore pra ajudar o meio ambiente e proteger a natureza”, disse ao lado do governador. “Não pode jogar coisa no rio por causa da sujeira e do meio ambiente”, explicou o pequeno Davi Ramos, de 9 anos.</p><p><br/></p><p>Uma segunda ação foi realizada no Centro Cultural Lilly Brenner. As crianças e adolescentes da Guarda Municipal Mirim de Rio do Sul se juntaram ao governador Jorginho Mello em um mutirão para limpar a margem do rio. O grupo encontrou de tudo: roupas, sacos plásticos, sapatos, um ventilador velho, os restos de um colchão, entre outros itens, que inevitavelmente acabariam dentro das águas do rio Itajaí-Açu.</p><p><br/></p><p>“A nossa cidade sofreu um grande impacto e por isso com a ajuda do nosso governador a gente está realizando essa limpeza. Eu acho que é muito bom pra nossa cidade. Eu como cidadã riosulense acho muito importante a gente estar limpando a nossa cidade pra ela voltar a ser uma das cidades mais belas de Santa Catarina. E desde criança eu amo muito essa cidade e é um prazer estar ajudando”, declarou a jovem Fernanda Nunes, de 12 anos.</p><p><br/></p><p>A tarde que marcou o início dragagem do Itajaí-Açu, em Rio do Sul, teve ação educacional, cidadania, diversão com as crianças e terminou com mais um mutirão de limpeza, dessa vez no Parque Harry Hobus, com as crianças do projeto Protetores Ambientais Mirins</p><p><br/></p><p><em>Fonte:</em> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://estado.sc.gov.br/noticias/dragagem-do-rio-itajai-acu-traz-alivio-e-esperanca-para-rio-do-sul-e-regiao/">https://estado.sc.gov.br/noticias/dragagem-do-rio-itajai-acu-traz-alivio-e-esperanca-para-rio-do-sul-e-regiao/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 18:47:11 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista</title>
         <author>kadurcrd</author>
         <link>https://padlet.com/kadurcrd/v7xof2b9omobsnpf/wish/3119890887</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pode acontecer em SC? Cientista explica chuvas no RS e faz alerta sobre desastres naturais</strong></p><p><br/></p><p>Em entrevista ao podcast "Café da Rocha", Jeferson Simões explicou a relação entre mudanças climáticas e desastres no Rio Grande do Sul e comentou sobre a possibilidade de tragédias em Santa Catarina.</p><p><br/></p><p><strong>Descrição do episódio (</strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://open.spotify.com/episode/6zZ9dgga2ZiVf7zEAUQvQc?si=U8sbcu4QQ8qp-mgd9fThVw"><strong>Ouça aqui</strong></a><strong>)</strong></p><p>No segundo episódio do podcast Café da Rocha a jornalista e apresentadora Vanessa da Rocha recebeu o professor Jeferson Simões vice-presidente do<br>Comitê Científico Internacional de Pesquisas Antárticas (SCAR) e fundador do Centro Polar e Climático do Instituto de Geociências da UFRGS,</p><p>O professor explicou o que ocasionou na tragédia no Rio Grande do Sul e fez alerta sobre mudanças climáticas em Santa Catarina.</p><p><br/></p><p><em>Fonte:</em> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ndmais.com.br/meio-ambiente/pode-acontecer-em-sc-cientista-explica-chuvas-no-rs-e-faz-alerta/">https://ndmais.com.br/meio-ambiente/pode-acontecer-em-sc-cientista-explica-chuvas-no-rs-e-faz-alerta/</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 18:48:01 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo de Opinião</title>
         <author>kadurcrd</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Muita água e poucos recursos -</strong></p><p><strong>Voluntariado salva cidades catarinenses do caos causado pela cheia de 14 metros do Rio Itajaí-Açu</strong></p><p><br/></p><p><strong>Dragagem impediu que tragédia fosse maior</strong></p><p>O município de Itajaí, um dos mais atingidos pela enchente ocorrida ao longo do feriado, iniciou ontem a segunda etapa da ação emergencial. A prioridade passou a ser distribuir alimentos para as famílias afetadas e iniciar o desmonte dos abrigos. O nível da água caiu 2 metros entre o meio-dia de sábado e o de domingo e a maior parte das ruas está seca.</p><p>O comando unificado de ação  força-tarefa que agrega Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Exército e Universidade do Vale do Itajaí (Univali)  havia arrecadado 4 mil cestas básicas até o meio-dia de ontem. Esses alimentos estão sendo levados em abrigos e nos bairros que ficaram ilhados nos últimos dias. Cerca de 3,5 mil pessoas tiveram de abandonar a casa nos últimos dias.</p><p>Na tarde de ontem, a Defesa Civil realizou a entrega de cestas básicas e galões de água na Vila da Miséria, nome dado pelos moradores a um conjunto habitacional à beira do Rio Itajaí-Açu. O auxiliar de produção Cícero Feitosa, de 27 anos, um dos moradores, havia saído da casa com a família e se alojou com um parente. Quando retornou, na manhã de ontem, encontrou muita lama e nenhum alimento. "O que estava faltando agora chegou. Até água", alivia-se.</p><p>No ginásio da Marejada, onde foi instalado o centro de operações, voluntários ajudavam a montar as cestas básicas completas a partir das doações.</p><p><strong>Alívio</strong></p><p>Os itajaienses comemoram o fato de que as previsões mais catastróficas não se cumpriram. No início das chuvas, a avaliação técnica apontava uma enchente superior à de 2008, quando 80% da área urbana foi atingida. O pico da cheia, no entanto, atingiu 60% das residências  ainda assim uma das mais altas taxas de Santa Catarina. Itajaí foi um dos oito municípios a declarar estado de calamidade pública.</p><p>Por estar na foz do Rio Itajaí-Açu, esta cidade litorânea está na região em que a água abaixa por último. Além de o fluxo das marés atrasar o deságue no mar, o Rio Itajaí-Mirim  um afluente que desemboca no Itajaí-Açu dentro do perímetro urbano de Itajaí  traz a chuva de Brusque. Em caso de cheia do Itajaí-Açu, a correnteza forte impede o Itajaí-Mirim "entre" no rio principal. A sobra entra na cidade.</p><p>O fenômeno é comparado a artérias entupidas pelo oceanógrafo João Luiz Baptista, diretor do Centro de Ciências da Terra e do Mar da Univali. "Na nossa avaliação, a realização de dragagem no rio evitou que a tragédia de 2008 fosse superada. Após a enchente daquele ano, o calado no porto ficou com 6 metros, quando o normal seria 8. A dragagem aprofundou para 14 metros, o que ajudou o escoamento mais rápido", analisa.</p><p><br/></p><p><em>Fonte:</em> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/muita-agua-e-poucos-recursos-c1qt6hndopcvvqvsfgvuxuyj2/">https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/muita-agua-e-poucos-recursos-c1qt6hndopcvvqvsfgvuxuyj2/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-14 18:49:33 UTC</pubDate>
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