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      <title>A importância em compreender a classificação das consoantes para o ensino de línguas by </title>
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      <description>Feito com alegria</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-03-07 12:29:01 UTC</pubDate>
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         <title>A importância em compreender a classificação das consoantes para o ensino de línguas.</title>
         <author>karina_mc9</author>
         <link>https://padlet.com/karina_mc9/v5eba8oqmvwl/wish/158304475</link>
         <description><![CDATA[<div><br>As consoantes, como sabemos, são segmentos que têm como características principais serem articuladas sempre com algum tipo de obstrução e ocuparem as margens da sílaba. O número de consoantes da Língua Portuguesa é bem maior do que o número de vogais, consequentemente, na sua variabilidade, é de se esperar que seja mais produtiva. Em geral, o quadro de fonemas consonantais da Língua Portuguesa é constituído de 19 fonemas. É consenso que a fala tem como principal objetivo o aporte de significado, mas, para isso, deve se constituir em uma atividade sistematicamente organizada. O estudo dessa organização, que é dependente de cada língua, é considerada Fonologia. Assim, a Fonologia pode ser vista como a organização da fala focalizando línguas específicas. Logo, poderíamos dizer que uma descrição de como segmentos vocálicos (vogais) podem ser produzidos e percebidos seria fornecida pela Fonética, já uma descrição das vogais do “português brasileiro” a partir de seus traços opositivos seria proporcionada pela Fonologia. Vamos a alguns exemplos do que se pode estudar sobre o PB, nessas duas áreas. Inicialmente é preciso colocar que, quando falamos de vogais e consoantes, referimo-nos a sons e não a letras. Assim, palavras como cassado ka’sadu (esse “u” é o ômega) e caçado [ka’sadu] (esse “u” é o ômega) possuem as mesmas consoantes apesar de serem grafadas com letras diferentes. Podemos ainda diferenciar um som [zzzz], como um zunido, de um som [ssss], como um assobio. A diferença entre esses sons está, respectivamente, na vibração ou não das pregas vocais, encontradas na laringe. Isso pode ser alargado para a observação de que, nas palavras “mesmo” [‘mezmu] (esse “u” é o ômega) e “mescla” [‘mEskla] (o “e” é o 3 virado para o outro lado, e o “a” é o de cabeça para baixo), a letra “s” corresponde a dois sons diferentes, conforme pode ser observado nas respectivas transcrições fonéticas.</div><div><br>Isso se deve à característica de vozeamento da consoante que segue a letra “s”; no primeiro caso ela é vozeada (sonora) e, no segundo, não vozeada (surda). Podemos verificar também, a partir de estudos apropriados, que vogais diante das consoantes [d] e [g] são mais longas do que diante das consoantes [t] e [k], cujos exemplos podem ser vistos nos pares de palavras “coda/diga” e “cota/dica”, respectivamente. Essas abordagens são exemplos de estudos sobre os sons do PB. Aquelas que dizem respeito às medidas de duração de vogais diante de certas consoantes ou ao comportamento da laringe durante o vozeamento e as suas consequências acústicas são julgadas abordagens mais fonéticas do que fonológicas. Já aquelas que tentam: identificar as características que distinguem as vogais do PB; ou classificar os sons como vozeados e não-vozeados; ou formular regras que tentem estabelecer padrões de vozeamento de consoantes surdas diante de consoantes sonoras; ou ainda classificar os sons como fonemas de uma determinada língua ou variantes de um mesmo fonema, são julgadas abordagens mais fonológicas do que fonéticas. Assim parece que podemos considerar que foneticistas lidam com medidas precisas, amostragem do sinal de fala, estatísticas, enquanto os fonólogos lidam com a organização mental da linguagem, com as distinções sonoras concernentes a línguas em particular, ou seja, estabelecem quais são os sons que servem para distinguir uma palavra de outra, ou quais são as regularidades de distribuição dos sons captadas a partir daquilo que o falante produz, ou ainda, quais são os princípios que determinam a pronúncia das palavras, frases e elocuções de uma língua.<br><br><br>Bibliografia:<br><br><a href="https://padlet.com/deniise_as/dpevimov58l9">https://padlet.com/deniise_as/dpevimov58l9</a><br><br><a href="http://wp.ufpel.edu.br/geale/files/2010/11/Trabalho-UNISINOS20091.pdf">http://wp.ufpel.edu.br/geale/files/2010/11/Trabalho-UNISINOS20091.pdf</a><br><br><a href="http://ppglin.posgrad.ufsc.br/files/2013/04/Livro_Fonetica_e_Fonologia.pdf">http://ppglin.posgrad.ufsc.br/files/2013/04/Livro_Fonetica_e_Fonologia.pdf</a><br><br><a href="https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/96140/000919034.pdf?sequence=1">https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/96140/000919034.pdf?sequence=1</a></div><div><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-07 12:30:27 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <pubDate>2018-04-13 17:01:27 UTC</pubDate>
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