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      <title>Leituras para divertir by Simone Xavier De Lima</title>
      <link>https://padlet.com/sxavier1/v5dinuibo0m3xtve</link>
      <description>Espaço para você postar um conto divertido - que não pode ter um final infeliz nem ter sido escrito por alguém calvo...

Procure, leia, escolha e poste aqui o conto ou o link para que todos possamos ler também.
Ah, não esqueça de ler e comentar, pelo menos, dois outros contos postados.

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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-23 13:10:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-05-27 20:21:40 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Errei :(</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sxavier1/v5dinuibo0m3xtve/wish/2202437025</link>
         <description><![CDATA[<div>Joãozinho estava brincando na frente de sua casa, tentando acertar um canivete dentro de um buraco na calçada, e a cada vez que ele errava, soltava uma murmuração:<br><br><br><br>-Caramba, errei! Caramba, errei! Caramba, errei! Maldição, errei!<br><br><br><br>Então o seu pai sai e dá um sermão:<br><br><br><br>-João, pare de murmurar, Deus pode mandar um raio e te fulminar!<br><br><br><br>-Que nada, pai, deixa disso!<br><br><br><br>E de novo errou o canivete e murmurou:<br><br><br><br>-Que droga!<br><br><br><br>Então, um raio atinge o pai, o fulminando, e longe se ouviu Deus falando:<br><br><br><br>-Maldição, errei!<br><br>Não aponte os erros alheios. Estamos acostumados a ignorarmos nossas imperfeições e apontar o dedo para o primeiro erro que enxergamos no outro. Tal comportamento, além de mal educado, insensível e inconveniente, pode trazer consequências negativas para você mesmo.<br><br><strong>Nome</strong>: Maria Clara&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 17:34:14 UTC</pubDate>
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         <title>O mercador e o Louro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sxavier1/v5dinuibo0m3xtve/wish/2202451565</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Era uma vez, um certo mercador que possuía um papagaio preso em uma gaiola. Um dia, estando de partida para a Índia, a tratar de negócios, dirigiu-se ao pássaro e assim lhe disse:<br>– Eu estou viajando à tua terra natal. Tem alguma mensagem que deseja enviar aos seus parentes de lá?<br>– Diga a eles, – disse o louro -, que estou aqui, vivendo numa gaiola.<br>Ao voltar da viagem, o mercador disse ao papagaio:<br>– Sinto lhe dizer que quando encontrei seus parentes na floresta e lhes contei que você vivia engaiolado a comoção foi forte demais para um deles, pois mal ouviu a notícia e caiu do alto do galho onde se achava. Sem dúvida, morreu de tristeza.<br>No mesmo instante em que o mercador terminou de falar, o louro caiu duro, no chão de sua gaiola.<br>Com pena, o mercador o tirou da gaiola e o colocou do lado de fora, no jardim. Então, o louro, que havia recebido e entendido a mensagem, se levantou, bateu asas e voou para longe, muito longe, fora do alcance do mercador.<br><br>Nome: Davi Mesquita <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 17:52:10 UTC</pubDate>
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         <title>Conto de Pedro Malazartes - Gustavo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sxavier1/v5dinuibo0m3xtve/wish/2202474328</link>
         <description><![CDATA[<div>Pedro Malazarte se ajustou numa fazenda para criar porco. Um dia ele estava picando inhame pra porcada, pareceram de passagem uns tropeiros e perguntaram de quem era aquele gado, se ele queria vender, e que botasse preço.<br><br></div><div>“Apois eu vendo, que tenho a criação é pra negócio. Está tudo gordo relumeando. Mas, porém, eu só vendo sem rabo.”<br><br></div><div>“E pra que que nós queremos rabo de porco, me’irmão?”<br><br></div><div>Malazarte pegou os rabinhos e enterrou num brejo, perto da cova, e foi correndo chamar o patrão que os porcos estavam se enterrando no brejo. O patrão foi ver, e disse pro Pedro:<br><br></div><div>“Vai lá em casa e pede dois enxadões pra minha mulher.”<br><br></div><div>“Sim, senhor, é pra já.”<br><br></div><div>Chegou lá e disse pra fazendeira:<br><br></div><div>“Seo Fulano mandou a senhora entregar dois contos de réis.”<br><br></div><div>E como a mulher estava duvidando, chegou na porta e gritou lá pra baixo, onde estava o patrão:<br><br></div><div>“O senhor não mandou buscar dois? Pra entregar dois?”<br><br></div><div>E o homem, lá de baixo, gritou de volta:<br><br></div><div>“Dois! Traz depressa.”<br><br></div><div>Daí o Pedro pegou os dois contos, saiu na chispada por ali afora e ninguém mais soube dele.<br><br>Ruth Guimarães&nbsp;<br><br>O que eu gostei no texto foi como Malazartes enganou os outros personagens, e, não tenho nenhum motivo para recomendar esse texto<br><br>Link do texto : https://bocadoceu.com.br/contos/conto-de-pedro-malazarte/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 18:22:17 UTC</pubDate>
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