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      <title>Representatividade Negra by Rayani de Souza Novais</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-25 14:28:18 UTC</pubDate>
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         <title>A REPRESENTAÇÃO DO NEGRO NAS ARTES PLÁSTICAS BRASILEIRAS.</title>
         <author>rayanisouzan</author>
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         <description><![CDATA[<div>No século XVIII, Carlos Julião , oficial militar italiano a serviço da Coroa Portuguesa, registrou em suas aquarelas as regiões da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, antecipando o tipo de representação comum no século XIX que focaria o cotidiano das cidades e vilas. No período barroco, final do século XVIII e parte do século XIX, o filho de portugueses Manoel da Costa Athayde eternizou a mulher negra, já miscigenada, no teto da Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto , na figura de Nossa Senhora da Porciúncula. Contudo, é no final do século XIX que aparecem os primeiros artistas negros que abrem caminho para outros negros também artistas e que representam a si e à sua cultura.<br><br>Ainda no final do século XIX, o negro também foi largamente registrado através da linguagem fotográfica, que gozava de grande prestígio na época. No final do século XIX e início do XX, as representações de negros nas Artes Plásticas caracterizam o momento classificado como social, pois no período modernista à figura do negro se atribuiu traços de brasilidade. Zezé Botelho Egas e o carioca Pedro Bruno constituem o primeiro grupo, com trabalhos que, mesmo em um momento de exaltação a figura do negro, o representam em situações de tortura ou exercendo trabalho escravo. O ítalo-brasileiro Alfredo Volpi , o paulistano Candido Portinari e o lituânio Lasar Segall , três dos maiores artistas modernistas, pintaram o negro como sujeito, em situações diversas que exaltam sua história, sua cultura, sua beleza, sua situação social e sua individualidade.<br><br>O momento documental abrange mais detidamente peculiaridades nacionais como a geografia, fauna, flora, população, modos e costumes. Parte significativa da produção deste período foi realizada por artistas estrangeiros que chegaram ao Brasil, geralmente como contratados, com o objetivo de realizar trabalhos de caráter documental e que envolviam aspectos específicos da realidade da nova terra. Post documentou os portos, fortificações e a exuberante paisagem brasileira, representando em seus trabalhos o negro como coadjuvante, um elemento da composição de suas pinturas, assim como as árvores ou os animais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 14:49:30 UTC</pubDate>
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         <title>Representatividade no Grafite - Criola/Tainá Lima</title>
         <author>juliasgs</author>
         <link>https://padlet.com/rayanisouzan/v5d2z9qvy49amugz/wish/1912787643</link>
         <description><![CDATA[<div>Tainá é de BH, e tem 25 anos.&nbsp;<br>Após sofrer preconceitos por ser mulher e negra, Criola viu no grafite uma forma de expressar sua resistência a sociedade. Seu projeto intitulado “ORI” que significa cabeça em Ioruba (um dos maiores grupos étnico-linguísticos da África Ocidental) tem em suas pinturas negras com traços maravilhosos.<br><br>Formada em Design de Moda pela Belas Artes do seu estado, ela retrata o negro, das rezas e das lendas urbanas.<br><br>"Me motiva usar a minha arte como mensagem impactante em modificações comportamentais e estruturais para além até do que eu imagino ter alcance. Isso me faz querer pintar e usar os muros como suporte. Minha avó e a minha mãe acabam sendo também as minhas duas maiores inspirações quando o assunto se trata de quais sentimentos e elementos eu preciso resgatar e materializar nas ruas."<br><br>“Meu objetivo enquanto mulher negra e grafiteira é contrapor a publicidade que explora um padrão de beleza europeu e não retrata a realidade da miscigenação do povo brasileiro. Desejo honrar através dessa arte aqueles que um dia tiveram sua liberdade cerceada em razão da cor e acredito que é graças a eles que estou aqui hoje” - Criola</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 14:54:19 UTC</pubDate>
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         <title>Obra de Albert Eckhout                                                      Mulher africana                                                        sobre telas.d.         </title>
         <author>rayanisouzan</author>
         <link>https://padlet.com/rayanisouzan/v5d2z9qvy49amugz/wish/1912792428</link>
         <description><![CDATA[<div>Já Eckhout pintou a fauna, a flora e os curiosos tipos humanos produzindo um conjunto de oito pinturas que retratam tipos humanos encontrados no Brasil, sendo duas delas representações de negros: <em>Homem Negro </em>e <em>Mulher Negra </em>(1641), onde os negros aparecem como habitantes da África Central e não como escravizados no Brasil, detalhe que confere às pinturas tom alegórico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 14:56:52 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur Timotheo da Costa Retrato de menino Óleo sobre telas.d.</title>
         <author>rayanisouzan</author>
         <link>https://padlet.com/rayanisouzan/v5d2z9qvy49amugz/wish/1912797129</link>
         <description><![CDATA[<div>Formado pela Academia Imperial de Belas Artes, nas suas pinturas o rosto negro é o belo a ser estudado em suas linhas, formas e cores, transmitindo suavidade e delicadeza por meio de sua pincelada, o retrato acima.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 14:59:32 UTC</pubDate>
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         <title>Representatividade Chefe de Cozinha - Letícia Cruz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rayanisouzan/v5d2z9qvy49amugz/wish/1912799190</link>
         <description><![CDATA[<div>Da cozinha desta carioca de apenas 27 anos saem elaboradas delícias açucaradas com <a href="https://vogue.globo.com/busca/click?q=gastronomia&amp;p=12&amp;r=1603206963224&amp;u=https%3A%2F%2Fvogue.globo.com%2Flifestyle%2Fgastronomia%2Fnoticia%2F2020%2F09%2Fos-sabores-e-docuras-da-amazonia.html&amp;t=informacional&amp;d=false&amp;f=false&amp;ss=&amp;o=&amp;cat=&amp;key=f9e3744766493de4929579714a44148d"><strong>sabores</strong></a> do Brasil, que combinam sua formação técnica em prestigiadas confeitarias. “Procuro trazer minhas origens para o meu trabalho”, conta Letícia Cruz, chef-pâtissière do Fairmont Copacabana desde agosto do ano passado, responsável por toda confeitaria e panificação do hotel de luxo no Rio de Janeiro. Primeira mulher negra a participar do Sirha Lyon (Salon international de la restauration, de l’hôtellerie et de l’alimentation), depois de conquistar a vaga de finalista na América Latina do maior concurso de <a href="https://vogue.globo.com/busca/click?q=confeitaria&amp;p=0&amp;r=1603207192857&amp;u=https%3A%2F%2Fvogue.globo.com%2Flifestyle%2Fcultura%2Fnoticia%2F2020%2F10%2Fos-bolos-e-receitas-da-tassia-magalhaes-sao-hits.html&amp;t=informacional&amp;d=false&amp;f=false&amp;ss=&amp;o=&amp;cat=&amp;key=8ec65f79cd3b88f412e6f03cd115fe07"><strong>confeitaria</strong></a> do mundo, a Coupe du Monde de La Pâtisserie, Letícia ficou conhecida pelo uso criativo das frutas tropicais do nosso País, em receitas como “Cogumelo”, sobremesa que lhe garantiu a vaga na final da competição internacional.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 15:00:40 UTC</pubDate>
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         <title>Representatividade no Jornalismo                      </title>
         <author>rayanisouzan</author>
         <link>https://padlet.com/rayanisouzan/v5d2z9qvy49amugz/wish/1912815629</link>
         <description><![CDATA[<div>O Jornalismo é essencial para a sociedade, tendo como um de seus papéis levar informações que são de interesse público.&nbsp; No entanto, uma parcela da população, em sua maioria pessoas pretas e pobres, é constantemente apagada da mídia. A falta de representatividade de pessoas negras dentro dos canais de comunicação também é um problema influenciado pelo jornalismo feito de forma elitizada. Quando não tratados de forma estereotipada pelos grandes veículos, estes sofrem com dificuldades dentro e fora das redações. A forma como pautas sobre grupos minorizados é noticiada influencia diretamente no comportamento da sociedade. De acordo com o Perfil do Jornalista Brasileiro, os negros compõem 55,8% da população, representando um pouco mais da metade dela; porém no jornalismo são minoria, tendo apenas 23% de representantes negros e esta porcentagem é quase inexistente quando o assunto são cargos&nbsp; de liderança. Dessa forma, as instituições midiáticas corroboram para a manutenção de estruturas de opressão como o racismo.<br>NATHÁLIA BRAGA – Nathália Braga é jornalista pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e criadora de conteúdo. Em seu canal no Youtube e nas redes sociais aborda temas como tecnologia, sexualidade, infância, gênero e questões raciais. É co-fundadora da plataforma de conteúdo Influência Negra, que foi reconhecida com o prêmio Sim à Igualdade Racial em 2021, na categoria Destaque Publicitário em campanha em parceria com a Dove e Refinery 29. Também foi Head de Áudio da plataforma, tendo conduzido as duas primeiras temporadas do podcast. Em 2021, foi indicada a Jornalista do ano na editoria diversidade no Prêmio Troféu Imprensa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 15:10:15 UTC</pubDate>
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         <title>Amanda Daphne, Ilustradora negra brasileira.</title>
         <author>matheuscristianopereira</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 15:23:53 UTC</pubDate>
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