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      <title>Setembro Amarelo - CULMINÂNCIA by Helder Elias Will Tetemann</title>
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      <description>SÁBADO LETIVO 25/09/2021</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-24 13:09:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>heldertetemann</author>
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         <pubDate>2021-09-24 13:18:14 UTC</pubDate>
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         <title>Você Sabia?</title>
         <author>heldertetemann</author>
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         <pubDate>2021-09-24 13:28:09 UTC</pubDate>
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         <title>Agora é a Sua vez...</title>
         <author>heldertetemann</author>
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         <description><![CDATA[<div>Se no Brasil, o suicídio é considerado um problema de saúde pública, escreva um comentário de <strong>UMA AÇÃO</strong> que pode ser tomada para enfrentar o problema.(Não esqueça de Colocar seu <strong>Nome </strong>e <strong>Turma</strong>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 13:55:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>incentive a pessoa a procurar ajuda de profissionais de serviços de saúde, de saúde mental, de emergência ou apoio em algum serviço público. Ofereça-se para acompanhá-la a um atendimento.<br>yasmin herzog-308 </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-25 13:01:57 UTC</pubDate>
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         <title>Bom, primeiro precisa identificar o que há de errado com a pessoa. Claro, sempre tentando reconhecer o limite do outro. A conversa é uma elemento muito importante. Não precisa necessariamente &quot;resolver&quot; o problema, apenas estar ali e ouvir, sem algum julgamento ou ideias erradas sobre o assunto. E depois, indicar um tratamento com um profissional, nem todas as pessoas vão querer ter esse acompanhamento, mas é sempre bom aconselhar.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria&nbsp;Eduarda Gonçalves da Silva 310</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 11:08:59 UTC</pubDate>
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         <title>não adianta ser publica sendo que as pessoas so se preocupa quando morre alguém ou so se lembra quando chega setembro. Por exemplo nas escolas  so se lembra quando alguém morre ou quando chega o mês então n tem solução e não sei por que devemos considerar isso &#39;&#39;publico&#39;&#39;, acho que as pessoa os adulto os pais todos deveria ter mais consciência e se preocupar mais tmb acho que nas escolas deveria ter um psicologo que quantas vezes eu ja dei crise de ansiedade na escola e fui ignorada  ate mesmo julgada não so eu e muitas gente. Lembre mais desse assunto n deve ser lembrado somente em setembro </title>
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         <description><![CDATA[<div>alice santana nepomuceno 309 </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 21:34:26 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>acho que a principal coisa deve começar nas escolas, não vejo o estadual fazendo nada sobre esse assunto, só quanto chega o mês  de setembro que as pessoas se matam? NÃO NE?! Então pq não abordamos isso no dia a dia da escola, esse tipo de assunto por mais delicado que seja é de extrema importância, ja que estamos falando de vidas, vidas que podem e devem ser salvas, se a escola fingir que se importa apenas no “ mês do suicídio” não vai mudar em nada a situação atual, ja que na escola acontece MUITO MAIS MUITO BULLYING MESMO, e não vejo ninguém tentando fazer algo para mudar essa situação,  Aluno: lucas de faria quintao, Turma 310</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 01:40:26 UTC</pubDate>
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         <title>É importante oferecer apoio emocional, mas sem esquecer de incentivar a pessoa a procurar ajuda profissional. Essa, por sua vez, tem um papel importante na recuperação e prevenção de transtornos mentais, e faz muito bem para quem pratica.Luciana oliveira de andrade 308</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[É importante oferecer apoio emocional, mas sem esquecer de incentivar a pessoa a procurar ajuda profissional. Essa, por sua vez, tem um papel importante na recuperação e prevenção de transtornos mentais, e faz muito bem para quem pratica]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 04:24:25 UTC</pubDate>
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         <title>1. Motivando o aumento de produtividade da equipeO Brasil tem uma média de dois médicos para cada mil habitantes, proporção bem abaixo do ideal, sem falar da distribuição irregular dos profissionais pelo território nacional. Outro problema é a remuneração inferior à da rede privada, que afasta os médicos de excelência do SUS. Além disso, também faltam incentivos que estimulem a participação ativa de médicos, enfermeiros, radiologistas, entre outros profissionais.Nesse caso, algumas medidas podem ser tomadas para melhorar a produtividade dos profissionais da saúde e também para aumentar a motivação, como, por exemplo, estabelecer metas qualitativas e quantitativas em conjunto com o time e oferecer gratificações por desempenho com base nos resultados.2. Minimizando falhas de gestão com profissionais capacitadosDe acordo com um estudo realizado pelo TCU, problemas como a falta de remédios em hospitais públicos não estão relacionados à ausência de recursos. O que acontece, na maior parte dos casos, são falhas na gestão.É importante que os profissionais responsáveis pelo gerenciamento de processos tenham experiência não somente na área da saúde, mas também em gestão e em funções administrativas. Também é necessário o acompanhamento de perto, cobrando resultados efetivos e o cumprimento das metas estabelecidas. Outra solução para minimizar essas falhas são os recursos tecnológicos, como o sistema de gerenciamento de Saúde da Betha. Ele permite acesso a informações sobre as unidades gerenciadas, com diferentes indicadores sobre o município, facilitando a visualização de informações, a tomada de decisões e a gestão como um todo.3. Otimizando o atendimento em prontos-socorrosA questão aqui é a atenção primária, também chamada de prioritária. Esse atendimento é fundamental para reduzir a pressão sobre os prontos-socorros e hospitais da rede pública. Segundo uma pesquisa feita pelo Conselho Federal de Medicina, o atendimento em prontos-socorros tem um grau de dificuldade intermediário em relação ao acesso do serviço.Instalar uma cultura de prevenção pode evitar a pressão sobre esse tipo de atendimento. Já existem propostas como mutirões de vacinação, orientações para prevenção de doenças, Programa Saúde da Família, Programa Remédio em Casa e acompanhamento psicossocial. Outra forma de otimizar o atendimento nos prontos-socorros é oferecendo à população um aplicativo móvel, onde o usuário tem acesso aos seus agendamentos, atendimentos, medicamentos receitados e exames realizados pelos estabelecimentos de saúde do SUS. Assim, a demanda pelo atendimento presencial é diminuída e os profissionais conseguem otimizar e priorizar seus atendimentos de forma adequada.4. Diminuindo a espera na recepçãoSegundo uma pesquisa do Instituto Datafolha no estado de São Paulo, mais de 30% dos entrevistados estavam na fila do SUS para a marcação de uma consulta, realização de algum procedimento ou tinham um familiar nessa situação. O tempo de espera médio para 47% dos entrevistados era de até 6 meses. Apenas 24% conseguiram ser atendidos em menos de um mês e 29% esperaram mais de 6 meses.A informatização da rede para um sistema de gestão hospitalar é uma boa solução para esse problema. A coleta de dados por meio de prontuários eletrônicos reduz o consumo de materiais de escritório e aumenta a velocidade do atendimento, além de diminuir a chance de erros. Essa ficha informatizada disponibiliza aos profissionais exames, diagnósticos, internações e dados que ajudam em futuros tratamentos, com a possibilidade de serem acessados em qualquer lugar. 5. Capacitando os profissionais Entendemos, então, que um dos maiores desafios da saúde pública brasileira é formar profissionais capacitados, que sintam a necessidade de construir uma carreira e que atendam as competências necessárias para atuar no atendimento público de saúde.Além da remuneração ser inferior à da rede privada, falta, ainda, uma política de gestão com foco no reconhecimento desses profissionais. Toda essa situação acaba afastando futuros candidatos às vagas. No entanto, esse desafio pode ser combatido a partir de algumas ações.Uma maneira de reverter esse cenário é redesenhando os planos de carreira e os salários. Essa mudança certamente mudaria o perfil dos profissionais da área de saúde que se inscrevem em concursos e, consequentemente, todo o setor se beneficiaria com uma equipe médica mais capacitada e motivada nos hospitais e prontos-socorros.  Outra forma seria pensar em possibilidades do poder público amparar financeiramente a participação dos profissionais em cursos, programas e treinamentos de capacitação. Assim, o resultado na elevação do nível técnico da equipe e na motivação de todos com o trabalho também seria mais visível. Isso também é válido para os servidores da área administrativa, que precisam de treinamento específico para melhor atender a população.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Luiz Henrique Rodrigues Moreira<br>Turma:307</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 15:22:42 UTC</pubDate>
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         <title>Não sabia. Giovana Santos 309</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 11:07:49 UTC</pubDate>
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         <title>O suicídio seria bastante evitado se ao pessoas realmente se importasse uma com as outras, muita gente espera o setembro pra postar textos,  vídeos bonito nas redes sociais, mais durante o resto do ano não liga pro amigo desanimado, desmotivado que só quer ficar em casa trancado no quarto. Ao invés de postar textos em redes sociais demos procurar conversar e oferecer um ombro amigo pra uma pessoa talvez ela precisa somente disso..</title>
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         <description><![CDATA[<div>Kamila&nbsp;Vitória Marques Alves 307</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 20:33:21 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A melhor maneira de ajudar é ouvir a pessoa de forma respeitosa, tentar compreendê-la pelo ponto de vista dela e buscar uma solução&nbsp;<br>jessica estefany brito de souza,307</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 01:24:42 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Bom relacionamento familiar</li><li>Boas habilidades sociais</li><li>Autoconfiança nas realizações e situações</li><li>Procurar ajuda diante de dificuldades</li><li>Procurar aconselhamento diante de escolhas importantes</li><li>Estar aberto às experiências e soluções de outras pessoas</li><li>Integração social (participação em esportes, associações religiosas, clubes e outros)</li><li>Bom relacionamento com colegas de escola</li><li>Bom relacionamento com professores e outros adultos       Yasmim Sther 309</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 00:07:15 UTC</pubDate>
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         <title>Amanda Marques Barreto - 308</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O<a href="https://pebmed.com.br/qual-a-eficacia-de-intervencoes-para-a-prevencao-do-suicidio-em-ambientes-clinicos/"><strong> suicídio</strong></a> pode ser definido como um ato deliberado executado pelo próprio indivíduo cuja intenção seja a morte, de forma consciente e intencional, mesmo que ambivalente, usando um meio que a pessoa acredite ser letal.<br><br></div><div>Existe também o comportamento suicida: desejo, pensamentos, ideações, planos e tentativas. É um fenômeno presente em todas as culturas em todas as épocas, com determinantes multifatoriais, envolvendo causas psicológicas, genéticas, culturais e socioambientais.<br><br></div><div>Suicídio e Atenção Primária<br><br></div><div>A Atenção Primária à Saúde (APS), como porta de entrada das pessoas ao sistema de saúde, deve ser capaz de identificar, abordar e manejar uma pessoa com comportamento suicida, além de trabalhar ativamente na prevenção.<br><br></div><div>A saúde mental é entendida como o resultado da interação de uma complexa série de fatores biológicos, psicológicos, familiares, espirituais e sociais. Entender amplamente a saúde mental é obrigatório para os profissionais que atuam na APS, por serem recurso daquela população, devido à alta prevalência de pessoas com este tipo de sofrimento. Deve ser abordada em todas as consultas, de forma longitudinal e em equipe. O método clínico centrado na pessoa (MCCP) contribui muito nesta avaliação e formação de vínculo.<br><br></div><div>São fatores de risco para o suicídio: tentativas prévias e doenças psiquiátricas associadas. Além disso, a OMS aponta três características psicopatológicas comuns no estado mental dos suicidas: ambivalência, impulsividade e rigidez.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 17:18:58 UTC</pubDate>
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