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      <title>Karajá by PAULO HENRIQUE CASTRO DA ROSA</title>
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      <description>Andrei Sedres Marques e Paulo henrique Castro da Rosa- 1° Adm B</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-20 13:52:15 UTC</pubDate>
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         <title>Nome</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div>O nome deste povo na própria língua é Iny, ou seja, "nós". É um nome tupi que se aproxima do significado de "macaco grande".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 14:16:53 UTC</pubDate>
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         <title>Língua</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div>A família Karajá, pertencente ao tronco lingüístico Macro-Jê, se divide em três línguas: Karajá, Javaé e Xambioá. Cada uma delas tem formas diferenciadas de falar de acordo com o sexo do falante.  Apesar destas diferenças, todos se entendem. Em algumas aldeias, como em Xambioá (TO) e em Aruanã (GO), devido ao processo do contato com a sociedade nacional, o Português tem sido dominante.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 14:34:22 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div>O território do grupo é definido por uma extensa faixa do vale do rio Araguaia, a ilha do Bananal, que é a maior ilha fluvial do mundo, medindo cerca de dois milhões de hectares. Suas aldeias estão preferencialmente próximas aos lagos e afluentes do rio Araguaia e do rio Javaés, assim como no interior da ilha do Bananal. Cada aldeia estabelece um território específico de pesca, caça e práticas rituais demarcando internamente espaços culturais conhecidos por todo o grupo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 14:39:17 UTC</pubDate>
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         <title>Demografia</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div>O subgrupo Karajá é formado pela comunidade de Aruanã (GO) que tinha aproximadamente 50 pessoas (dados mais recentes indicam que esta aldeia recebeu mais alguns Karajá motivados pela demarcação da terra, totalizando aproximadamente 70 pessoas).<br>pelas aldeias Santa Isabel do Morro, Fontoura, Macacúba e São Raimundo, no oeste da ilha do Bananal, por aldeias menores como São Domingos e também duas aldeias pequenas próximas ao rio Tapirapé, além de pequenos grupos depois da ponta norte da ilha, totalizando aproximadamente 1.500 pessoas (Braggio, 1997).<br>Dados da Funasa de 2006 revelam um total de 2.532 karajás (Funasa, 2006).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 13:52:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 13:54:09 UTC</pubDate>
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         <title>Histórico de contato</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Karajá estiveram em disputa com outros povos indígenas como os Kayapó, os Tapirapé, os Xavante, os Xerente, os Avá Canoeiro e, menos frequentemente, com os Bororo e Apinayé, no intuito de salvaguardar seu território.&nbsp;<br>Com relação ao contato com a sociedade nacional, os Karajá tiveram contato com missões jesuítas da Província do Pará, em 1658 e também tiveram contato com as bandeiras paulistas rumo ao Centro-Oeste e Norte do Brasil, como a expedição de Antônio Pires de Campos, que ocorreu entre os anos de 1718 a 1746.<br>Suas aldeias foram alvos fáceis de inúmeras frentes religiosas, planos governamentais, visitas de presidentes da República como Getulio Vargas (1940) e Juscelino Kubistchek (1960), construção de um hotel de turismo e inúmeras visitas de pesquisadores, escritores e jornalistas que retornavam as suas cidades com objetos culturais e artefatos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 14:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo de Vida (Homem)</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div>O nascimento de uma criança entre os Karajá é marcado socialmente pela regra da tecnonímia, isto é, quando os pais deixam de ser chamados pelos nomes próprios e passam a ser conhecidos como o pai ou a mãe de ego (aquele que nasceu). No caso do homem, o novo pai passa para uma outra categoria masculina. Após o nascimento, o recém-nascido é lavado com água morna e pintado de urucum.<br>Na infância, a criança fica a maior parte do tempo com a mãe e avós. Entretanto, a diferença entre os gêneros ganha maior proporção quando o menino chega à idade de sete a oito anos e tem o lábio inferior perfurado com osso de guariba. Depois, ao alcançar a faixa entre dez a doze anos de idade, o menino passa por uma grande festa de iniciação masculina denominada Hetohoky ou Casa Grande.<br>Eles são pintados com o preto azulado do jenipapo e ficam confinados durante sete dias numa casa ritual chamada de Casa Grande. Os cabelos são cortados e ele é chamado de jyre ou ariranha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 14:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>Arte e cultura</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div>A cultura material karajá envolve técnicas de construção de casas, tecelagem de algodão, adornos plumários, artefatos de palha, madeira, minerais, concha, cabaça, córtex de árvores e cerâmica.&nbsp;<br>A pintura do corpo, realizada pelas mulheres, processa-se diferentemente nos homens, de acordo com as categorias de idade, sendo utilizado o sumo do jenipapo, a fuligem de carvão e o urucum. Alguns dos padrões mais comuns são as listas e faixas pretas nas pernas e nos braços.&nbsp;<br>A arte cerâmica é exclusiva das mulheres, apresentando os mais variados tipos e motivos, desde utensílios domésticos, como potes e pratos, até bonecas com temas mitológicos, rituais, da vida cotidiana e da fauna. As bonecas Karajá tornaram-se mais um meio de subsistência do grupo.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 14:20:24 UTC</pubDate>
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         <title>Mitos e ritos</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os mitos abordam temas muito variados como: a origem, o extermínio e o recomeço dos Karajá, a origem da agricultura, o veado e o fumo, a origem da chuva, a origem do sol e da lua, a origem do homem branco, entre muitos outros. Normalmente, estes mitos estão associados aos rituais e a temas sociais.<br>A estrutura ritual dos Karajá tem dois grandes cerimoniais como referências: o rito de iniciação masculina, o Hetohoky, e a Festa de Aruanã, que apresentam ciclos anuais, baseando-se na subida e descida do rio Araguaia.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 14:20:39 UTC</pubDate>
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         <title>Características gerais da família linguística e dos povos a ela pertencentes</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A língua Karajá é a primeira língua adquirida pelas crianças em quase todas as aldeias.&nbsp;</li><li>Pertencente ao tronco linguístico Macro-Jê, a família Karajá é constituída de três variantes dialetais: o Karajá, o Javaé e o Xambioá.&nbsp;</li><li>Esses dialetos são mutuamente inteligíveis, possuindo, fundamentalmente, a mesma morfosintaxe. Restringem-se, as diferenças entre eles, ao plano lexical e fonético.&nbsp;</li><li>Além disso, há diferenças dialetais entre a fala do homem e da mulher em todos os dialetos.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 14:21:23 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div>FILHO, Manuel Ferreira Lima, Universidade Federal de Goiás. "Karajá", <em>Povos Indígenas do Brasil. </em>Disponível em: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Karaj%C3%A1. Acesso em: 19 de outubro de 2021.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 14:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>Bonecas Karajá</title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 14:21:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>paulo2021313065</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Ciclo de vida (Mulher)</title>
         <author>andreigiitana13</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na primeira menstruação, a moça passa a ser vigiada pela avó materna, ficando isolada. A sua aparição pública, quando está bem enfeitada com pinturas corporais e enfeites plumários para dançar com os Aruanãs, é muito prestigiada pelos homens.<br>O casamento ideal é aquele arranjado pelas avós dos nubentes, preferencialmente da mesma aldeia, quando os jovens estão aptos a ter relações sexuais. O casamento mais comum é a simples ida do rapaz para a casa da moça, o que pode ser precipitado se algum parente masculino, da parte dela, surpreende algum encontro do casal às escondidas. O homem, uma vez casado, passa a morar na casa da mãe da esposa, seguindo a regra matrilocal. Quando a família se torna numerosa, o casal faz uma casa própria.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 17:16:19 UTC</pubDate>
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         <title>Final do ciclo de vida</title>
         <author>andreigiitana13</author>
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         <description><![CDATA[<div>No enterro Karajá, o morto é colocado com seus pertences numa esteira no fundo de uma vala; tudo é coberto por varas, lembrando uma casa, na frente do que se coloca uma espécie de pequeno mastro de madeira enfeitado. Outrora se fazia também o enterro secundário, hoje não mais realizado, que consistia em exumar o corpo e colocar os ossos numa vasilha de cerâmica, especialmente preparada pelas parentas do morto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 17:28:04 UTC</pubDate>
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