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      <title>Portefólio de literatura by João Azevedo</title>
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      <description>Feito com muito amor</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-15 16:03:20 UTC</pubDate>
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         <title>                                   Introdução</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este será o meu portfólio para a disciplina de literatura onde irei partilhar as minhas emoções,opiniões e desejos...</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-15 16:07:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-06-15 16:10:20 UTC</pubDate>
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         <title>                                 O que é a literatura?</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-15 16:10:47 UTC</pubDate>
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         <title>            Portugal testa salas de aula do futuro</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta sala de aula da Escola Secundária D. Manuel Martins, em Setúbal, as cores são garridas e os alunos podem sentar-se em puffs e são confrontados com perguntas a que devem responder em 45 minutos. O objetivo é que aprendam a matéria através da descoberta das respostas feitas com ajuda das pesquisas na internet. No fim, as conclusões são apresentadas à turma. E as intervenções do professor Carlos Cunha quase que ficam reduzidas a estas duas expressões: "Achas que esta definição responde à tua pergunta?" ou "o que interessa é isto, o resto é palha". O ambiente na primeira Sala de Aula do Futuro (SAF) portuguesa é elogiado pelos alunos e corresponde ao que os entusiastas pela mudança na forma de ensinar defendem.<br><br></div><div>"Não temos de estar sentados a olhar para uma pessoa a falar durante 45 minutos. Estamos à procura das coisas e aprendemos por nós", explica Tomás, um dos alunos do 8.º C da Secundária D. Manuel Martins. Ora é precisamente essa sensação de tédio que o professor Carlos Cunha quis combater quando decidiu importar no início do ano letivo 2014/2015 a SAF do original belga, produzido pela European Schoolnet. Aqui, o método para levar os alunos a aprender baseia-se na pesquisa de informação e apresentação de trabalhos em várias áreas, a partir de perguntas iniciais, e em que o papel central pertence aos jovens (ver P&amp;R).<br><br></div><div>A primeira sala fora de Bruxelas é esta de Setúbal e Portugal está a preparar mais 24, reforçando a posição de país da União Europeia com mais salas deste tipo. Agora temos seis a funcionar -além de Setúbal, também existem na Escola básica 2/3 da Atouguia da Baleia e na Básica de Ferrel, as duas em Peniche , na secundária Rafael Bordado Pinheiro, nas Caldas da Rainha, no Colégio Monte Flor e outra na Universidade de Lisboa, que serve de laboratório e formação de professores - em segundo lugar está a Bélgica, com quatro.<br><br></div><div><strong>O melhor do Diário de Notícias no seu email<br></strong><br></div><div><br></div><div>Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a qualidade Diário de Notícias.<br><br></div><div><a href="http://www.dn.pt/subscricoes.html"><strong>SUBSCREVER</strong></a></div><div>De acordo com o Ministério da Educação (ME), estão a funcionar seis SAF em Portugal (todas em escolas públicas, à exceção do colégio privado e do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa), e o objetivo é manter a aposta nestes espaços. "O ME apoia todas as iniciativas das Escolas que promovem a melhoria das aprendizagens e, em particular, as que visam o combate ao abandono escolar e promovam o sucesso escolar. No caso concreto dos ambientes educativos inovadores, o Ministério presta apoio técnico e científico às escolas que pretendam testar esta metodologia. O apoio passa pela referenciação destas escolas a outras escolas europeias com experiências semelhantes, por via da European Schoolnet", explica a equipa dirigida pelo ministro Tiago Brandão Rodrigues.<br><br></div><div>A introdução das "condições necessárias para a diversificação dos métodos de trabalho e de abordagem dos conteúdos curriculares" com vista ao sucesso educativo é uma das apostas deste governo - que refere nas Grandes Opções do Plano o apoio a projetos educativos diferenciados - e por isso Tiago Brandão Rodrigues deve marcar presença na inauguração da nova SAF em Alcanena, prevista para esta semana. Depois será inaugurado o espaço no Barreiro, reforçando a liderança de Portugal na rede de escolas com salas de aula do futuro.<br><br></div><div>Uma marca que começou com Carlos Cunha e a sua sala, em Setúbal, em setembro de 2014. Tudo porque o professor de Físico-Química entende que "o modelo convencional de ensino está esgotado" e que era preciso criar alternativas para promover o sucesso numa escola que tenta precisamente combater esse problema e o abandono escolar.<br><br></div><div>Se os alunos estão rendidos ao espaço do futuro, mais difícil é convencer os professores. "A metodologia de sala tradicional está esgotada. Há anos que se discute isso, mas não se faz nada porque mexe com a zona de conforto dos professores. Não sei se esta geração vai ser capaz de fazer essa mudança. Também não há incentivos para o fazer", aponta o professor e coordenador da SAF em Setúbal.<br><br></div><div>Ainda assim, o projeto tem vindo a crescer: "Começámos em setembro de 2014, mas foram precisos dois anos para ter a sala instalada. Desde então já recebemos mais de 600 alunos, de 300 professores e direções de mais de 30 escolas". É que esta sala colorida e dividida em cinco zonas de ensino - apresentar, investigar, criar, partilhar e desenvolver - serve para dar aulas, mas também formação de professores e é um showroom para os parceiros que ofereceram material e para outras escolas que queiram implementar o conceito.<br><br></div><div>Os estranhos que visitem esta sala deparam-se com um ambiente completamente diferente do imaginário de uma sala de aula. Aqui o professor desloca-se aos espaços onde os alunos estão a trabalhar. Ninguém é repreendido por se levantar do lugar ou consultar o telemóvel, mas todos têm que fazer o trabalho proposto dentro do tempo, sob pena de "tirar pontos à equipa". Os dois turnos da mesma turma competem entre si, por isso, quando o slide de Carlos e Liliana não aparece, um colega reclama: "Ena por causa de vocês vamos perder outra vez". O que não se confirmou porque o trabalho lá apareceu.<br><br></div><div>Esta semana - Carlos Cunha traz os seus alunos duas vezes por semana a esta sala, e espera que no futuro todas as turmas tenham esta sala no horário - o tema é o espaço e o som, recorrendo a imagens de um dos filmes da saga Star Wars para chegar à conclusão que "cientificamente o filme está errado". No final da descoberta sobre como se propaga o som, a turma fará um teste.<br><br></div><div>Carlos Cunha usa o trabalho na SAF para compensar as notas nos testes tradicionais. "Aqui eles têm um comportamento e uma atitude que nada tem a ver com a sala de aula. São interessados."<br><br></div><div>Como se percebe ao olhar para os dois grupos de cerca de 10 alunos concentrado em volta dos tablets. Não há conversas cruzadas nem perda de tempo porque têm apenas 45 minutos para apresentar as descobertas do dia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-15 16:22:19 UTC</pubDate>
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         <title>                        Biografia Luis Serguilha</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nasceu em Vila Nova de Famalicão, Portugal, em 1966. Lecionou Educação física por doze anos, atleta em competições esportivas e um dos pioneiros das “Bibliotecas de Jardim”. Investiga a cultura castreja. Recebeu o Prêmio de Literatura Júlio Brandão.</div><div> </div><div> </div><div> </div><div> Poeta, crítico. Autor de várias obras de poesia e ensaio. Participou em encontros internacionais de arte e literatura.Possui textos publicados em diversas revistas de literatura e arte. Criador da estética do LAHARSISMO e responsável por uma colecção de poesia contemporânea brasileira na Editora Cosmorama. Pesquisador da Poesia Brasileira Actual. Foi um dos Curadores do Encontro Internacional de Literatura e Arte: Portuguesia</div><div>Curador do Raias poéticas: Afluentes ibero-afro-americanos de arte e Pensamento</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-15 16:32:14 UTC</pubDate>
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         <title>                 Biografia de Roland Barthes</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong>Roland Barthes <strong>(Cherbourg, 12 de novembro de 1915 — Paris, 26 de Março de 1980) <br></strong><br></div><div><br> Foi um escritor, sociólogo, crítico literário, semiólogo e filósofo francês.<br><br></div><div><br> Formado em Letras Clássicas em 1939 e Gramática e Filosofia em 1943 na Universidade de Paris, fez parte da <em>escola estruturalista</em>, influenciado pelo linguista Ferdinand de Saussure. Crítico dos conceitos teóricos complexos que circularam dentro dos centros educativos franceses nos anos 50. Entre 1952 e 1959 trabalhou no <em>Centre national de la recherche scientifique</em> - CNRS.<br><br></div><div><br> Barthes usou a análise semiótica em revistas e propagandas, destacando seu conteúdo político. Dividia o processo de significaçãoem dois momentos: denotativo e conotativo.Resumida e essencialmente, o primeiro tratava da percepção simples, superficial; e o segundo continha as <em>mitologias</em>, como chamava os sistemas de códigos que nos são transmitidos e são adotados como padrões. Segundo ele, esses conjuntos ideológicos eram às vezes absorvidos despercebidamente, o que possibilitava e tornava viável o uso de veículos de comunicação para a persuasão.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-15 16:47:14 UTC</pubDate>
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         <title>                Biografia de Vergílio António Ferreira </title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Vergílio António Ferreira  (Gouveia, Melo, 28 de janeiro de 1916 — Lisboa, 1 de março de 1996)<br></strong><br></div><div><br> Foi um escritor e professor português. Tem uma biblioteca com o seu nome em Gouveia.<br><br></div><div><br> Embora formado como professor (veja-se a referência aos professores de <em>Manhã Submersa</em> e <em>Aparição</em>), foi como escritor que mais se distinguiu. O seu nome continua actualmente associado à literatura através da atribuição do Prémio Vergílio Ferreira. Em 1992, foi galardoado com o Prémio Camões. <br><br></div><div><br> A sua vasta obra, geralmente dividida em ficção (romance, conto), ensaio e diário, costuma ser agrupada em dois períodos literários: o Neorrealismo e o Existencialismo. Considera-se que <em>Mudança</em> é a obra que marca a transição entre os dois períodos férteis.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-17 16:10:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>                  Resenha da obra &quot;O Irmão Alemão&quot;</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>De certa forma, o livro não deixa de ser uma espécie de biografia escrita por Chico Buarque com o objetivo de relatar o processo de descoberta de um irmão alemão que ele nem sabia que existia.
<br>A história basicamente começa quando Sérgio Buarque de Holanda, pai de Chico, passa os anos de 1929 e 1930 morando em Berlim. 
<br>Nesse período, Sérgio, além de seu trabalho como correspondente de um jornal, também teve uma aventura amorosa com uma moça chamada Anne Ernst, do qual resultou um filho, Sergio Ernst, que o pai jamais conheceu. 
<br>De volta ao Brasil, Sergio Buarque casou-se com Maria Amélia Buarque de Holanda e tiveram vários filhos, entre eles, Chico Buarque. 
<br>Chico, descobriu, por acaso, aos 22 anos, que tinha um irmão alemão. Essa história o incomodou bastante, até porque, afetivamente, ele não fazia ideia do que estava acontecendo com seu irmão. Tanto que não parou mais de ler coisas sobre a Alemanha e empenhar-se em seguir todos os possíveis rastros que o levassem ao irmão. 
<br>Em sua incessante busca rumo ao desconhecido, no caso, a vida do irmão, acaba por escrever o livro em pauta.
<br>O livro acaba por mostrar a constante tensão em que a viviam os Buarque de Holanda, relatando o que realmente aconteceu ao longo dos anos, com uma pitada de imaginação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-17 16:11:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>       Resenha da obra &quot;O Último Cabalista de Lisboa&quot;</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
         <link>https://padlet.com/francisco_azevevedo_azevedo/v4i9g69usoip/wish/176728582</link>
         <description><![CDATA[<div>De certa forma, o livro não deixa de ser uma espécie de biografia escrita por Chico Buarque com o objetivo de relatar o processo de descoberta de um irmão alemão que ele nem sabia que existia.<br>A história basicamente começa quando Sérgio Buarque de Holanda, pai de Chico, passa os anos de 1929 e 1930 morando em Berlim. <br>Nesse período, Sérgio, além de seu trabalho como correspondente de um jornal, também teve uma aventura amorosa com uma moça chamada Anne Ernst, do qual resultou um filho, Sergio Ernst, que o pai jamais conheceu. <br>De volta ao Brasil, Sergio Buarque casou-se com Maria Amélia Buarque de Holanda e tiveram vários filhos, entre eles, Chico Buarque. <br>Chico, descobriu, por acaso, aos 22 anos, que tinha um irmão alemão. Essa história o incomodou bastante, até porque, afetivamente, ele não fazia ideia do que estava acontecendo com seu irmão. Tanto que não parou mais de ler coisas sobre a Alemanha e empenhar-se em seguir todos os possíveis rastros que o levassem ao irmão. <br>Em sua incessante busca rumo ao desconhecido, no caso, a vida do irmão, acaba por escrever o livro em pauta.<br>O livro acaba por mostrar a constante tensão em que a viviam os Buarque de Holanda, relatando o que realmente aconteceu ao longo dos anos, com uma pitada de imaginação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-17 16:20:18 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação</title>
         <author>fernandeslaurinda</author>
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         <description><![CDATA[<div>1.º não segue as orientações fornecidas o ano passado.&nbsp;<br>2.º Alguma coisa acrescentou em relação a este ano? Atualizou apenas o suporte...<br>10 valores<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-14 19:30:17 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Camilo Pessanha</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Camilo de Almeida Pessanha , mais conhecido como Camilo Pessanha, nasceu em Coimbra, Portugal, no dia 7 de setembro de 1867. Filho de António de Almeida Pessanha, na época, um estudante de Direito, e de Maria do Espírito Santo Duarte Nunes Pereira, uma criada de sua casa. Completa seu curso primário em Lamego, e em seguida estuda no Liceu Central de Mondego. Em 1884, ingressa na Universidade de Coimbra.</div><div>  Durante o período acadêmico, levava uma vida boêmia, o que refletia em sua saúde. Publicava seus poemas em revista e jornais, entre eles, “A Crítica”, de Coimbra e o “Novo Tempo”, de Mangualde. Nas férias, tentava se restabelecer, na casa da família, na Quinta de Marmelos, em Mirandela .</div><div> Em 1891, concluiu o curso de Direito. No ano seguinte foi nomeado Procurador Régio de Mirandela. Dois anos depois vai para Óbidos, onde advoga até 1894. Após passar em concurso, segue para Macau, colônia portuguesa, na China, para lecionar Filosofia, no recém-criado Liceu de Macau. </div><div>Camilo Pessanha é considerado o melhor representante do Simbolismo português. Inadaptado à realidade, carrega na alma a dor de existir, enquadrando-se perfeitamente nos padrões da nova escola. Na elaboração de seus poemas, joga com as palavras, rompe com as tradicionais estruturas, para apresentar uma linguagem musical, contrária aos rigorosos padrões da poesia parnasiana. <figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://www.noticiasdecoimbra.pt/wp-content/uploads/2017/09/pessanha.jpg" width="640" height="390"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 21:24:23 UTC</pubDate>
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         <title>Luís Vaz de Camões - Lírica</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Representado sempre com uma pena na destra e uma espada na mão esquerda, poeta, amante, soldado, aventu­reiro, Camões realiza uma admirável síntese da experiên­cia de vida, de seus transes existenciais, com uma sólida cultura humanística, adquirida fora dos círculos letrados, que constelavam em torno de Sá de Miranda e Antônio Ferreira.<br><br></div><div>Essa fusão de cultura livresca e experiência pessoal intensa e diversificada confere tanto à lírica como à épica de Camões uma forte expressividade. Quando o poeta fala do amor, não está apenas transpondo os modelos de Plotinc e Petrarca; está também refletindo sobre os seus acertos e desacertos amorosos: Isabel (Belisa), Bárbara, infanta D Maria, Caterina (Natércia), Miraguarda, Dinamene, D. Violante e tantas outras, reais ou lendárias. Quando, em O: Lusíadas, descreve o fogo-de-santelmo, ou uma tromba marítima, ou a travessia do Cabo das Tormentas, ou se detém na caracterização da paisagem exótica do Oriente não está apenas recriando as crônicas dos viajantes; está expressando a experiência do navegador que também foi.<br><br></div><div>Camões desenvolveu, como Sá de Miranda e outros poetas do século XVI, uma produção lírica de duas medidas: a poesia em medida velha e a poesia em medida nova. Se suas redondilhas em motes e glosas são produto refinado de um talento criativo e perspicaz, seus sonetos constituem a mais importante produção lírica em português de todos os tempos — afinal, as soluções rítmicas e rimáticas, o domínio versátil do decassílabo, a fluência sintática que confere raro poder dramático à leitura, a associação inusitada de metáforas e imagens, os temas de uma atualidade surpreendente, fizeram da sonetista camoniana um modelo e uma inspiração para toda a produção poética de nossa língua até hoje.<br><br></div><div>O tema constante da produção lírica camoniana é o Amor — assim grafado por representar a ideia, a essência, o ser supremo que governa o sentimento amoroso do plano concreto humano. Partindo de uma tensão, o sentimento de amar para Camões vive o conflito equilibrado entre o amor neoplatônico e a sensualidade, tensão inerente a um homem que experimentou amar na vida e, segundo seus biógrafos, amou demais e sofreu em demasia. Dessa tensão surge outra, a certeza de que o mundo vive em desconcerto (desarmonia, contradição) entre aquilo que se deseja alcançar (as expectativas ideais) e aquilo que existe na realidade. A impotência diante da mutabilidade e efemeridade das coisas do mundo e da vida leva ao desengano, à desesperança, completando a visão trágica da existência que nos herdou Camões. A frustração de existir e a impotência perante os mistérios dos sentimentos são o ponto de identificação de Camões com os leitores de todos os tempos.<br><br></div><div>Camões busca pelo equilíbrio, pela harmonia entre contrários por meio de imagens inusitadas, de paradoxos, de antíteses e de hipérboles.<br><br></div><div>Para Camões, a obtenção de uma expressão de equilíbrio, mesmo entre coisas paradoxais, é resultado de muito esforço poético, que combina saber (conhecimento de mundo, de cultura e do passado literário), engenho (talento poético, capacidade criadora, inteligência, gênio) e arte (domínio das técnicas de fazer versos e dos usos da língua em suas potencialidades significativas).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 21:28:14 UTC</pubDate>
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         <title>Livros de Linhagem</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os chamados livros de linhagens são fontes genealógicas e narrativas da Idade Média portuguesa (séculos XIII-XIV). <br><br></div><div>O texto linhagístico é examinado como um espaço de poder, dentro do qual os grupos da nobreza são colocados diante de situações de inclusão e exclusão social, alternando a descrição genealógica com narrativas de diversos tipos e, ainda, é visto como um recurso eficaz para o exercício destes poderes e micropoderes.<br><br></div><div>Crónica de D. Pedro I: crónica do reinado de D. Pedro, escrita por Fernão Lopes, constitui a primeira das três grandes crónicas do primeiro cronista régio; foi composta entre 1440 e 1450. A crónica inicia-se com o retrato do rei, descrevendo os seus gostos particulares, como a caça, e centrando-se no seu zelo, por vezes, excessivo, na execução da justiça. Já nesta crónica, o povo surge como personagem coletiva que, na transmissão de histórias que ilustram o comportamento do rei, julga a ação governativa do soberano. Os materiais que esta crónica aproveitou atestam a escassez de fontes de que o autor dispunha relativamente ao reinado de D. Pedro e, por consequência, a habilidade do historiador na organização de fragmentos documentais diversos, que vão desde as histórias semilendárias que se avolumaram em torno da conceção de justiça do soberano, até aos livros de chancelaria régia, atas, cartas, entre outros. <br><br></div><div>Crónica de D. João I: ligação do cronista à nova dinastia, investimento na construção de uma historiografia nacional, legitimação da dinastia de Avis com a defesa da sua subida ao trono pela fundamentação da versão dos acontecimentos narrados, exaltação dos feitos do fundador da dinastia, afirmação da consciência coletiva. O objetivo da crónica é legitimar a eleição régia determinada pela vontade da população do reino. <br><br></div><div>Estilo de Fernão Lopes nas Crónicas: vivacidade (capítulos organizados em sequências narrativas que evoluem de forma gradual até ao clímax do episódio, caracterização das personagens a partir das suas atitudes e ações, utilização de narração, descrição e diálogo de forma alternada, utilização de ação e de gerúndio); linguagem coloquial (utilização do registo popular); e apelo visual (utilização de campos lexicais relacionados com os sentidos, recurso a enumerações, comparações, personificações e dupla adjetivação).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 21:28:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 21:31:03 UTC</pubDate>
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         <title>Cesário Verde</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cesário Verde era um realista, um observador e deambulador e um crítico da sociedade contemporânea.<br><br></div><div>Na sua poesia é comum encontrar:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O binómio campo-cidade, onde a cidade é associada à doença, à morte, à poluição e à opressão, exploração e injustiça social exercidas sob as classes mais baixas; e o campo é ligado à saúde, à vida, à natureza e à liberdade.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A mulher retratada em duas facetas, a mulher-ano e a mulher-demónio, onde a mulher-anjo é aquela que é simples, inocente, pura, bondosa, frágil e desamparada, está associada ao povo, o que provoca ao sujeito poético um despertar do seu instinto protetor devido à sua vulnerabilidade, o desejo de se redimir para que possa ser digno da amada, e a vontade de ser tranquilo e honesto; já a mulher-demónio é elegante, déspota, fria, está associada a um estrato social superior ao do “eu” lírico e mostra desprezo em relação ao sujeito lírico, o que provoca ao “eu” poético uma atração sem que ela o seduza, e revolta pela humilhação a que ela o sujeita.&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Um cariz realista.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Uma captação impressionista da realidade.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A dimensão social da época.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Uma inovação poética, como a busca pela perfeição formal, vocabulário quotidiano e coloquial (com uso de estrangeirismo da época), entre outros.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Marcas da estrutura narrativa (como personagens, tempo, espaço).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 21:32:51 UTC</pubDate>
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         <title>Camilo Castelo Branco</title>
         <author>francisco_azevevedo_azevedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Prosador<br>A 15 de julho de 1866 tem uma visita de António Feliciano Castilho<br>Homem desprezado pela burguesia portuguesa<br>Apaixonado por Ana Plácido, que era casada<br>Era amigo de José Vieira de Castro<br>Em 1863 vivia em S. Miguel de Seide<br>A sua mãe morreu quando este tinha 02 anos e o pai quando tinha 10<br>Não acreditava em nada e daí escrevia sobre tudo<br>Tinha um domínio da língua portuguesa<br>Escreveu em jornais<br>Tinha 25 anos quando saiu a 1ª edição do seu romance<br>Comete suicidio aos 40 anos<br>Eça de Queiros e Camilo Castelo Branco tem 20 anos de diferença<br>Eça publica a sua 1º obra 02 anos antes da morte de Camilo<br>Camilo comenta que a obra de Eça tem falta de bom senso e bom gosto<br>Camilo tem na totalidade 137 obras<br>O advogado de Camilo era pai de Eça&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 21:34:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julianafilipa_carvalho</author>
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         <description><![CDATA[sequências narrativas que evoluem de forma gradual até ao clímax do episódio, caracterização das personagens a partir das suas atitudes e ações, utilização de narração, descrição e diálogo de forma alternada, utilização de ação e de gerúndio); linguagem coloquial (utilização do registo popular); e apelo visual (utilização de campos lexicais relacionados com os sentidos, recurso a enumerações, comparações, personificações e dupla adjetivação).
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         <pubDate>2018-03-22 20:01:03 UTC</pubDate>
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