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      <title>UCCI GDF - Mulheres Inspiradoras by Raphael Spode</title>
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      <description>Criado com entusiasmo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-23 01:03:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rio de Janeiro, RJ</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Nise da Silveira (1905-1999)</strong>&nbsp;<br><br>Lutou pela humanização da saúde mental e pela urgente necessidade de rever padrões sociais. Desejou substituir doentes dopados e tratamentos alienantes por pessoas assistidas e integradas. À sua época, era comum a utilização de recursos violentos e invasivos como lobotomia e eletrochoque e grande quantidade de remédios. Em vez de choques, adotou as artes como método de tratamento, a “Emoção de Lidar”. Pensava a substituição do encarceramento pela liberdade.<br><br>Grandes temas: 1. Humanização do tratamento da saúde mental; 2. Toda arte é política; 3. A revolução será feminista, ou não será.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 01:08:46 UTC</pubDate>
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         <title>São Paulo, SP</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Maria Primavesi (1920-2020), engenheira agrônoma, principal pesquisadora e divulgadora da&nbsp; agroecologia e agricultura orgânica no Brasil. Defensora da necessidade de conjugar agricultura, proteção do meio ambiente e alimentação saudável, sempre demonstrou um amor radical à terra mas também às camponesas e camponeses, colocando-se como defensora do campesinato, dos povos indígenas, dos quilombolas, das comunidades tradicionais camponesas e reforma agrária.<br><br>Pioneira da Agroecologia no Brasil e referência internacional em seu campo, Primavesi revolucionou a visão sobre a agricultura ao considerar o solo enquanto um organismo vivo e desenvolveu práticas inovadoras agricultura em regiões tropicais desafiando a lógica do capital na agricultura.<br>Uma de suas frases:&nbsp; “Não há vida que continue sem terra, sem agricultura.”<br>Ela foi, ainda, uma das pioneiras nas técnicas de preservação do solo e recuperação de áreas degradadas no país.<br><br>Grandes temas: Proteção do solo e do meio ambiente; Soberania alimentar e alimentação saudável; Agroecologia e agricultura orgânica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 22:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>Brasília, DF</title>
         <author>lepsborges</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Maria José de Castro Rebello Mendes: Primeira Mulher Diplomata do Brasil</em></strong><br>Ao tomar conhecimento do concurso para o Itamaraty por meio de um primo, Maria decidiu inscrever-se para concorrer à vaga de terceira escriturária. Como já possuía conhecimento aprofundado nas línguas estrangeiras, ela se empenhou nos estudos das matérias que não tinha tanta familiaridade. Passou a frequentar a Escola de Comércio para se aperfeiçoar em Datilografia, Contabilidade e Economia e estudou por conta própria as matérias de Direito. No entanto, apesar de todo esse esforço, seu pedido de inscrição no processo seletivo não foi aceito pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).</div><div><br>A futura diplomata, porém, não se deixou desanimar. Para ajudá-la, seus familiares pediram auxílio ao jurista Rui Barbosa para examinar a recusa atenciosamente, à luz da legislação da época, e o caso ganhou repercussão em todo o Brasil.&nbsp;<br><br></div><div><br>No dia 27 de setembro de 1918, a baiana Maria José de Castro Rebello Mendes, foi empossada pela então Secretaria de Estado das Relações Exteriores. Há 103 anos, o Ministério das Relações Exteriores oficializava o cargo da primeira mulher diplomata da história do Itamaraty.</div><div>Conforme a Agência Brasil, a inscrição de Maria José no concurso chegou a ser contestada por setores da opinião pública e virou polêmica na imprensa da época. Seu ingresso na carreira diplomática só foi possível a partir da intercessão do jurista Ruy Barbosa junto ao então ministro das Relações Exteriores, Nilo Peçanha.<br><br>https://obarao.damasio.com.br/baronesa-do-mes-maria-jose-de-castro-rebello-mendes/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 22:39:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rio de Janeiro, RJ</title>
         <author>lepsborges</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2201416070</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong><em>Bertha Lutz</em></strong></h1><div>Bertha Lutz é conhecida como a maior líder na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras.</div><div>Zoóloga de profissão, Bertha Maria Júlia Lutz é conhecida como a maior líder na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras. Ela se empenhou pela aprovação da legislação que outorgou o direito às mulheres de votar e de serem votadas.<br>Voltou ao Brasil em 1918 e ingressou por concurso público como bióloga no Museu Nacional, sendo a segunda mulher a entrar no serviço público brasileiro. Ao lado de outras pioneiras, empenhou-se na luta pelo voto feminino e criou, em 1919, a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher, que foi o embrião da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF).</div><div>Em 1922, Bertha representou as brasileiras na Assembleia-Geral da Liga das Mulheres Eleitoras, nos Estados Unidos, sendo eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana. Somente dez anos depois do ingresso das brasileiras na Liga das Mulheres Eleitoras, em 1932, por decreto-lei do presidente Getúlio Vargas, foi estabelecido o direito de voto feminino.<br>&nbsp;Com o regime do Estado Novo implantado em 1937 e o fechamento das casas legislativas, Bertha permaneceu ocupando importantes cargos públicos, entre os quais a chefia do setor de Botânica do Museu Nacional, cargo no qual se aposentou em 1964. No ano de 1975, Ano Internacional da Mulher, estabelecido pela ONU, Bertha foi convidada pelo governo brasileiro a integrar a delegação do país no primeiro Congresso Internacional da Mulher, realizado na capital do México. Foi seu último ato público em defesa da condição feminina. Bertha Lutz faleceu no Rio de Janeiro em 16 de setembro de 1976, aos 84 anos.</div><div><br></div><div>Fonte: Agência Senado - https://www12.senado.leg.br/noticias/entenda-o-assunto/bertha-lutz</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 22:56:34 UTC</pubDate>
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         <title>Brasília, DF</title>
         <author>Carolini_Goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Marianne Peretti </strong>&nbsp;<strong>(1927-2022) </strong><br>Única mulher a fazer parte da equipe de artistas de Oscar Niemeyer na construção de Brasília, a vitralista Marianne Peretti nasceu em Paris, onde iniciou os estudos em Artes e ilustrou livros como La Grèce e o Almanach de Saint-German-des-Près. Mudou-se para o Brasil no início da década de 1950, indo morar em São Paulo. Nos anos 1970, ficou impressionada com o trabalho de Oscar Niemeyer e decidiu se apresentar para ele. Tempos depois, recebeu do arquiteto propostas de trabalho em Brasília, a qual já havia sido inaugurada mas que ainda estava em processo de construção. Marianne Peretti foi responsável pelos vitrais na Catedral, na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, no Teatro Nacional, no Superior Tribunal de Justiça, entre outros. A artista também criou pinturas, desenhos e esculturas. <br>Um tema suscitado por suas obras é a liberdade, ora representada por pássaros, ora inferida da leveza -em contraste com o concreto-, simbolizando os anseios de um país em tempos de ditadura.&nbsp; <br><br><strong>Referências</strong><br>Documentário "Uma mulher e uma cidade". Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/870224-veja-documentario-sobre-a-vida-e-obra-da-artista-marianne-peretti-que-morreu-nesta-semana/<br>Obras da única mulher na equipe de Niemeyer em Brasília marcam a capita. Disponível em https://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/04/obras-da-unica-mulher-na-equipe-de-niemeyer-em-brasilia-marcam-capital.html<br>Marianne Peretti: a mentora dos vitrais de Brasília. Disponível em: https://www.turismo.df.gov.br/marianne-peretti-a-mentora-dos-vitrais-de-brasilia/<br>Marianne Peretti: Araguaia. Disponível em https://www2.camara.leg.br/a-camara/visiteacamara/cultura-na-camara/museu/acervo/obras-de-arte/marianne-peretti-1/copy2_of_marianne-peretti<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 01:53:50 UTC</pubDate>
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         <title>São Paulo, SP</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Anitta Malfatti (1889-1964)<br>Anitta Malfatti foi uma pintoria, desenhista, gravadora, ilustradora e professora brasileira nascida em São Paulo.<br>Iniciou-se na pintura através de sua mãe, Betty Krug, pintora norte-americana de origem alemã.&nbsp;<br>Malfatti foi pioneira da pintura modernista no Brasil. Em 1910, passou a estudar em Berlim com o pintor Fritz Burger, com quem teve seu primeiro contato com a pintura expressionista, a qual a influenciou fortemente em sua carreira.<br>Em 1917, de volta ao Brasil, Malfatti realizou sua segunda exposição individual com 53 obras. A elite conservadora de São Paulo reagiu violentamente contra suas inovações artísticas.&nbsp;<br>Muitos devolveram os quadros comprados. Essa reação negativa foi em grande parte motivada pelo artigo "Paranoia ou mistificação", publicado pelo escritor e crítico de arte Monteiro Lobato. Nesse texto sexista, Lobato associou o predomínio do expressionismo nas obras de Malfatti aos transtornos mentais, em uma defesa virulenta da arte acadêmica contra as vanguardas artísticas europeias.<br>Em parte, foi a reação a Lobato que gerou o esforço de se realizar a Semana de Arte Moderna de 1922, da qual Malfatti participou com a exposição de 22 trabalhos.<br>Ela tinha uma deficiência motora congênita em seu braço direito, o que não a impediu de pintar e expor suas obras em Paris em 1926.<br>Além disso, Malfatti também era professora. Em 1932, voltou-se ao ensino na Escola Normal Americana e na Escola Normal da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Faleceu em São Paulo em 1964.<br>A biografia de Anita Malfatti suscita três temas sociais para reflexão:<br>1) A introdução do Modernismo no Brasil e o papel da Semana de Arte Moderna na cultura brasileira;<br>2) A superação do sexismo e a importância das mulheres na pintura brasileira;<br>3) A superação da deficiência física por meio da arte.<br>Autor: Luciano da Rosa Muñoz</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-28 21:55:26 UTC</pubDate>
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         <title>Buenos Aires, Argentina</title>
         <author>zirbelilze</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 20:00:08 UTC</pubDate>
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         <title>Brasília - Brasilia, Federal District</title>
         <author>zirbelilze</author>
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         <description><![CDATA[<div>Debora Diniz Rodrigues é antropóloga e professora de Direito da Universidade de Brasília, cofundadora e pesquisadora do Anis: Instituto de Bioética. Também é pesquisadora, escritora e documentarista. Seus projetos de pesquisa se concentram em bioética, feminismo, direitos humanos e saúde.</div><div>Integra a equipe do blogue <em>Vozes da Igualdade</em>.Dentre suas pesquisas mais relevantes, está a <em>Pesquisa Nacional de Aborto — PNA</em>, publicada em 2010, que mostrou que uma em cada cinco mulheres até os 40 anos já fez, pelo menos, um aborto, o que representa cerca de cinco milhões de mulheres.A PNA foi coordenada por Debora Diniz e pelo economista e sociólogo Marcelo Medeiros, que é professor da Universidade de Brasília, e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. O estudo foi publicado em duas fases, em 2010 e em 2012, na Revista Ciência &amp; Saúde Coletiva.</div><div>Em 2009, lançou seu sexto documentário, <em>A Casa dos Mortos</em>, sobre o cotidiano de pacientes internados no manicômio judiciário de Salvador. A partir do lançamento do filme, passou a se debruçar pelo tema dos manicômios judiciários. Em 2013, publicou os resultados do <em>I Censo nos Estabelecimentos de Custódia e Tratamento Psiquiátrico do Brasil</em>. Esta foi a primeira contagem da população vivendo em manicômios judiciários brasileiros. O estudo mostrou que um em cada quatro indivíduos não deveria estar internado.<br><br></div><div>Até 2016, Diniz havia recebido cerca de 90 prêmios, incluindo prêmios científicos e acadêmicos por seus filmes em festivais, incluindo o Fred L. Soper Award for Excellence in Public Health Literature, da Organização Pan-Americana da Saúde, em 2012, pela publicação de seu National Pesquisa de aborto. Em 2020, ela foi homenageada com o Prêmio Dan David.</div><div>Em março de 2022, ela estava entre as 151 feministas internacionais que assinaram Resistência Feminista Contra a Guerra: Um Manifesto, em solidariedade com a Resistência Feminista Anti-Guerra iniciada por feministas russas após a invasão russa da Ucrânia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 20:09:03 UTC</pubDate>
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         <title>Brasília - Federal District</title>
         <author>zirbelilze</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203704826</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Rita Laura Segato. É</strong> uma antropóloga e escritora argentina, nascida em Buenos Aires no ano de 1951 e que reside em Brasília. Especialmente conhecida por suas investigações sobre questões de gênero nos povos indígenas e comunidades latino-americanas, assim como questões de violência sexual e as relações entre gênero, racismo e colonialidade. Foi profesora do departamento de Antropologia da Universidade de Brasília entre 1985 e 2010, seguindo como professora dos Programas de Pós-graduação em Bioética e Direitos Humanos até 2017. </div><div>Foi co-autora da primeira proposta de cotas para estudantes negros e indígenas na educação superior do Brasil, e co-autora, com 41 mulheres indígenas, da primeira proposta de políticas públicas para mulheres indígenas (2002).</div><div>Colaborou com a FUNAI na série de oficinas realizadas entre 2003 e 2012 junto a mulheres indígenas de todo o país, assim como também com organizações de mulheres do México, El Salvador, Guatemala, Nicarágua e Honduras.<br>Tem uma importante pesquisa sobre homens condenados por estupro e por feminicídio. A pesquisa foi feita por ela junto ao presídio masculino de Brasília.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 20:12:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>São Paulo, SP</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203705649</link>
         <description><![CDATA[<div>Carolina Maria de Jesus (1914-1977) foi uma escritora, compositora e poetisa brasileira cuja obra mais conhecida é Quarto de Despejo: diário de uma favelada (1960), o qual foi traduzido para 14 idiomas. O livro retrata o cotidiano de Carolina como catadora de papel, mãe solteira de 3 filhos e moradora da favela do Canindé.&nbsp; <br>Escreveu ainda peças, poemas e músicas (É possível ouvir no Youtube o disco em que ela canta suas próprias composições: https://www.youtube.com/watch?v=t3dzlAr4euo)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 20:14:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Santa Cruz Cabrália, BA</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203707506</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Arissana Pataxó, </strong>(1983) é artista visual e professora. Em seu trabalho artístico utiliza de diversas técnicas e suportes para a sua produção, tendo como referência a suas vivências junto ao seu povo e a outros povos indígenas. Desde 2005 vem realizando diversas exposições individuais e coletivas, sendo a mais recente no Festival de arte indígena Rec Tyty, com curadoria de Ailton Krenak, Naine Terena, Cristine Takuá e Carlos Papá. Em 2016 foi indicada ao Prêmio PIPA e premiada com o 2º lugar no Pipa Online.<br><br>Fonte: https://mam.org.br/evento/live-moquem_surari-un-kaok-a-forca-das-mulheres-indigenas-nas-artes/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 20:18:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>São Paulo, SP</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203712329</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Inezita Barroso</strong>, nome artístico de Ignez Magdalena Aranha de Lima (1925 -2015), foi uma cantora, atriz, instrumentista, bibliotecária, folclorista, professora, apresentadora de rádio e televisão brasileira.<br><br>Apaixonada pela cultura e principalmente pela música brasileira,&nbsp;é considerada uma das principais cantoras da música sertaneja brasileira e a mulher que mais popularizou este estilo pelo país. É reconhecida como a mais antiga e mais importante expressão artística da música caipira.<br><br>Ganhou o título de doutora honoris causa em folclore e arte digital pela Universidade de Lisboa e atuou também em espetáculos, álbuns, cinema, teatro e produzindo espetáculos musicais de renome nacional e internacional.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 20:28:43 UTC</pubDate>
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         <title>Planaltina, DF</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Lua Nzinga</strong> (Luana Pereira Silva) é artista, grafiteira, intérprete de libras, educomunicadora e poetisa. Nascida em Planaltina, ela iniciou seu trabalho em poesia em 2013, e no grafite em 2018, acreditando no poder transformador da arte.&nbsp; Trabalha a história, a ancestralidade e a luta contra o racismo ao retratar mulheres negras com traços fortes</div><div>&nbsp;</div><div><br>Fonte: https://www.cultura.df.gov.br/lua-nzinga/&nbsp; e https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2021/03/09/a-forca-feminina-no-grafite-do-df/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 20:49:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bogotá, Bogota, Colombia</title>
         <author>zirbelilze</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203738160</link>
         <description><![CDATA[<div>Bastardilla é o pseudônimo de uma grafiteira e muralista de Bogotá. Não se sabe muito sobre a artista. Nasceu em meados da década de 1980 e faz parte de um movimento de grafiteiras colombianas que surgiu no final dos anos 1990 em Bogotá, Cali e Medellín.</div><div>Prefere o anonimato, como outros artistas de rua. Seu pseudônimo faz alusão ao que é bastardo ou ilegítimo e que implica vulnerabilidade e marginalização, igualmente. Em uma das poucas entrevistas que ela fez para uma série documental de 8 partes chamada “Défense d’Afficher”, Bastardilla comenta que a ideia de anonimato é particularmente atraente “em um mundo onde todos estão promovendo sua própria imagem”.</div><div>Grande parte de seu trabalho se concentra nos temas do feminismo, pobreza, natureza, violência e os problemas das sociedades indígenas.&nbsp;</div><div>Um de seus trabalhos mais recentes foi um mural na Cidade do México encomendado pelo MANIFESTO, um projeto da Galeria Fifty24MX. Artistas do México, Itália, Colômbia, Argentina e Estados Unidos foram convidados a criar murais que comentassem a atual situação sociopolítica do México. A obra de Bastardilla mostra jovens armados com arcos e lápis sentados em um livro com as palavras “queremos que eles voltem vivos” rabiscadas na parte inferior. Foi criada para relembrar os 43 estudantes universitários que foram sequestrados por policiais em Iguala e posteriormente entregues a membros de gangues, que os mataram. Geralmente representa mulheres fortes e ativas na vida sociocultural e política colombiana, enquanto reivindica suas raízes indígenas. A aparência de seus personagens simboliza a natureza frágil e mortal do ser humano. Os grafites de Bastardilla costumam incluir uma crítica à globalização e ao capitalismo por suas ações contra o meio ambiente e sua conservação.</div><div>Seus murais podem ser encontrados principalmente nos bairros mais pobres de países como Colômbia, Paraguai, Portugal, Espanha, Estados Unidos da América, Holanda, Bolívia ou Reino Unido, entre outros.&nbsp;</div><div>É uma das artistas urbanas incluídas no documentário Défense d'afficher dirigido por Sidonie Garnier, François Le Gall e Jeanne Thibord sobre o movimento internacional de arte urbana.</div><div>Sua obra foi a primeira a ser registrada pelo STRAAT, o Museu de Arte Urbana de Amsterdãn e que visa preservar o trabalho realizado por artistas urbanos.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 21:27:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bogotá, Colômbia</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203753586</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Doris Salcedo</strong> (1958) artista colombiana, conhecida pelas suas instalações e esculturas de grandes dimensões que atuam como representações de memórias que sintetizam dor e sentimento de perda.<br>Uma curiosidade sobre a metodologia do trabalho artístico de Salcedo é que as suas obras demoram anos até ficarem prontas e nesse tempo, ela faz um extenso trabalho de campo e submerge completamente na experiência das vítimas, investigando o processo de perda e violência delas, com o objetivo de identificar os efeitos mais sutis e brutais da violência e suas repercussões na vida cotidiana.<br><br>Em 2019, foi a ganhadora inaugural do Nomura Art Award, de US $ 1 milhão, o maior prêmio em dinheiro dedicado à arte internacional.<br><br>Fonte: https://philoesophia.wordpress.com/2019/02/11/shibboleth-sobre-rachaduras-arte-politica-e-relacoes-de-poder/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 22:00:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lima, Peru</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203756589</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Yma Sumac </strong>(1922-2008) foi uma cantora lírica peruana com voz de soprano coloratura. &nbsp;</div><div>Nos anos 1950 teve sucesso internacional baseado no seu enorme alcance vocal que abrangia notas de baixo-barítono a soprano ultra leggero, chegando em seu auge, a 5 oitavas de acordo com o <em>Guiness, </em>numa época onde o alcance de um cantor de ópera variava entre 2,5 e 3 oitavas.&nbsp;<br><br>Seus cabelos negros e roupas extravagantes fizeram dela uma figura popular entre plateias americanas, uma fantasia musical em cores.<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=7JWxNqyIRtk<br><br>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Yma_Sumac<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 22:09:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ucayali, Peru</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203758708</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Chonon Bensho </strong>(1992) Artista indígena del pueblo shipibo-konibo (Comunidad Nativa de Santa Clara de Yarinacocha, región Ucayali, Perú), descendiente de sabios médicos tradicionales Onanya y de mujeres que han conservado las tradiciones artesanales y artísticas de sus ancestros. Fue criada en un ambiente tradicional, en su propia lengua, y curada con las plantas medicinales que utilizan las personas que quieren llegar a ser maestras de los diseños kené, una expresión artística propia de los pueblos indígenas de la familia lingüística pano. En estos patrones geométricos se expresa la visión filosófica y espiritual de las naciones indígenas que tiende siempre a la búsqueda de la belleza y del equilibrio; el arte del kené da cuenta de la profunda relación de los seres humanos con el territorio ancestral y con los mundos espirituales.<br><br>Fonte: https://siwarmayu.com/es/chonon-bensho-2/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 22:15:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lima, Peru</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203762538</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tilsa Tsuchiya </strong>(1928-1984) pintora nipo-peruana é considerada uma das maiores artistas visuais peruanas do século 20, com uma estética mítico-surrealista, recebeu em 1970 o prestigioso Prêmio Teknoquimica de pintura.<br><br>Tsuchiya ha generado a lo largo de su trayectoria una verdadera iconografía donde se reconoce un mundo mítico, místico, lleno de luz, erótico y sublime.&nbsp; Entre sus obras cumbre, destacan Cementerio (1957), Paraíso (1971), Tristán e Isolda (1974), Mito del guerrero rojo (1976), Pelícano (1978) y Mujer y mono (1979), autorretrato de carácter profundo donde se simboliza el tiempo, la enfermedad y la muerte. Asimismo, la artista experimentó con diversas técnicas, logrando una perfección pictórica y sutileza de la pincelada y las gamas cromáticas. Además, practicó con autonomía el dibujo, realizó diversas impresiones de grabados, trabajó la escultura en bronce y el pintado en piedras naturales.<br><br>Fonte: https://ensabap.edu.pe/bellasartinos-emblematicos-tilsa-tsuchiya/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-29 22:26:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fortaleza - CE</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Terroristas del Amor</strong><br>O coletivo formado pelas cearenses Dhiovana Barroso e Marissa Noana resgata linguagens ligadas à militância artística, num processo que revela mais sobre afetividades lésbicas, combatendo as tantas violências pelas quais são atravessadas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 00:30:21 UTC</pubDate>
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         <title>Rodelas, BA</title>
         <author>raphaelspode</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203833620</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>YACUNÃ TUXÁ (BA)</strong></h1><div>Yacunã é uma ativista e artista visual indígena, da etnia Tuxá, de Rodelas, na Bahia. Graduanda em Letras na Universidade Federal da Bahia, a artista também atua como uma das lideranças em defesa da causa indígena LGBTQIA+. Suas obras, de linguagem contemporânea, se constroem em geral a partir de ferramentas digitais. Evocando a força das mulheres de seu povo, permitem um novo olhar para os indígenas que transitam entre os aldeamentos e as grandes cidades, construindo diariamente novas estratégias de resistência.<br>https://ims.com.br/convida/yacuna-tuxa/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 00:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>Pirapora, MG</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203845027</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Grupo Matizes Dumont</strong></div><div><br>Com origem no bordado mineiro clássico, essa família de artistas criou novas possibilidades, deu novos sentidos a esse milenar ofício. Matizes Dumont é um grupo familiar constituído por três gerações de bordadeiras que se dedicam há mais de 30 anos às artes visuais.&nbsp; O grupo é formado pela mãe, Antônia Zulma Diniz Dumont, o filho Demóstenes, as filhas Ângela, Marilu, Martha e Sávia. Além de introduzir a linguagem do bordado como forma de expressão nas artes visuais e em ilustração de livros, o Grupo Matizes Dumont desenvolveu uma prática psicopedagógica chamada “Bordar o Ser”. Dessa forma, sua atuação tem sido de grande importância para a difusão do bordado livre no Brasil, como forma de promover o desenvolvimento humano e social. A família tem experiência em diferentes áreas como a Educação Ambiental, Cultura Popular, Saúde e Meio Ambiente, Processos de desenvolvimento de grupos e Planejamento Estratégico Participativo.<br><br>&nbsp;São telas bordadas em diferentes tamanhos e materiais que passam por complexo processo de criação, começando pela concepção do desenho, feito pelo irmão Demóstenes, artista plástico. Os tecidos são, então, escolhidos criando composições e recriando os espaços traçados por Demóstenes. As bordadeiras são as que dão vida e movimento às telas, em processo de co-criação, trazendo suas cores, texturas, formas e volumes, de forma improvisada e espontânea.</div><div><br>Fonte:&nbsp;<br>https://www.artesol.org.br/grupomatizesdumont</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 00:46:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>São Paulo, SP</title>
         <author>raphaelspode</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203850101</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Jamaira Pacheco (BA-SP)</strong><br><br>A artista visual e muralista mora em São Paulo. Iniciou seus estudos na infância de maneira autodidata e, após se experimentar em técnicas de pintura, conheceu a arte urbana e o universo da cenografia onde atuou durante sete anos como aderecista, cenógrafa e escultora. Seu trabalho investiga e expressa sua busca pelo que compreende o fazer artístico: o retorno a si mesma. É co-criadora do coletivo de arte urbana DROM (2018) desenvolvendo murais e ministrando aulas de artes em Jundiaí – SP.&nbsp;<br><br>https://elastica.abril.com.br/especiais/mulheres-arte-women-on-walls/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 00:51:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jardim Catarina, São Gonçalo - RJ</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Gabriella Kianda (RJ)</strong><br>Artista plática e jornalista, Gabriella apresenta a relação da mulher negra enquanto corpo-potência estética e decolonial na modernidade. Seus trabalhos carregam cores e formas que fazem alusão à natureza e seus elementos primordiais.&nbsp;<br><br>https://www.osaogoncalo.com.br/geral/91011/artista-goncalense-e-citada-pelo-museu-de-arte-moderna-de-nova-york</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.osaogoncalo.com.br/geral/91011/artista-goncalense-e-citada-pelo-museu-de-arte-moderna-de-nova-york" />
         <pubDate>2022-05-30 00:57:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Brasília, DF</title>
         <author>raphaelspode</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203858279</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Jess Vieira (Brasília-DF)</strong><br>Artista visual multidisciplinar, a brasiliense radicada em Salvador aborda a confluência entre consciente e inconsciente, narrando em cenários lúdicos as suas percepções sobre sua própria origem corpórea, territorial e sua espiritualidade.<br><br>https://harpersbazaar.uol.com.br/cultura/jess-vieira-cria-series-de-telas-inspiradas-pela-confluencia-do-cerrado-com-a-mata-e-o-mar/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 01:00:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>São Paulo, SP</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203884925</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Rosana Paulino (1967) &nbsp;</strong>é uma artista visual brasileira, educadora e curadora, e está inserida no que tem sido chamado de “Novíssima Arte Brasileira”.<br><br>Suas obras têm como foco principal as questões sociais, de etnia e de gênero que dizem respeito à mulher negra na sociedade brasileira. Nesse sentido, sua produção busca questionar os estereótipos de beleza e comportamento que historicamente estão associados às mulheres negras e mestiças. Chamam a atenção também para a violência dirigida à população negra, intermediando uma reflexão crítica sobre a contemporaneidade e a vida da própria artista.<br><br>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rosana_Paulino</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 01:26:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Belém, PA</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Berna Reale (1965) </strong>Artista e perita criminal. Usando símbolos universais, constrói obras que questionam a condição humana diante da desigualdade e da violência. Com diferentes meios de expressão, como a performance e a fotografia, usa seu próprio corpo como instrumento de criação, tornando-se parte da obra.<br><br>"Meu trabalho é sobre como a <a href="https://brasil.elpais.com/tag/violencia/a">violência</a> se torna uma coisa aceitável, compartilhada, naturalizada", diz. As pessoas têm um prazer mórbido com uma notícia desagradável, elas compartilham, querem ver".</div><div>Para manter a violência muito presente, suas obras são, muitas vezes, rústicas, repletas de elementos mórbidos, como as vísceras e ossos humanos. Não são feitas de sutilezas. Causam impacto sem necessitar de um trabalho intelectual prévio do público, algo cada vez mais necessário na compreensão da arte contemporânea. “Minhas obras são diretas”, define. “<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/27/eps/1401205816_492745.html">Meu trabalho não tenta ter uma linguagem sofisticada</a> porque ele não tenta conquistar a classe artística ou o meio intelectual”, diz, sem nenhuma arrogância. “Eu fico muito mais feliz se tiver gente comum vendo meu trabalho. Não faço a mínima questão de o meu trabalho ser intelectualizado, dele falar de algo com códigos extremamente sofisticados ou específicos que só uma parte da sociedade entende”.</div><div><br><br>Fonte: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa26879/berna-reale<br>https://brasil.elpais.com/brasil/2017/07/13/cultura/1499967146_171656.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 01:36:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lima, Peru</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203909233</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sandra Gamarra (1972)&nbsp;</strong>es una <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Pintora">pintora</a> <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Per%C3%BA">peruana</a> residente en <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%B1a">España</a> que emplea en sus obras objetos no artísticos. Reflexiona sobre la realidad a partir de las relaciones y mecanismos del mundo del arte y la apropiación. Actualmente vive y trabaja en Madrid.<br><br>Fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Sandra_Gamarra</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 01:44:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Belo Horizonte, MG</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2203928796</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conceição Evaristo (1946)</strong>, é uma das mais influentes literatas do movimento pós-modernista no Brasil, escrevendo nos gêneros da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Poesia">poesia</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Romance">romance</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conto">conto</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ensaio_(literatura)">ensaio</a>. Como pesquisadora-docente, seus trabalhos focavam na literatura comparada.&nbsp;<br><br>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Concei%C3%A7%C3%A3o_Evaristo</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 02:01:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rio de Janeiro, RJ</title>
         <author>ciprianiraquel</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Adriana Varejão (1964)&nbsp;</strong>&nbsp;Artista visual. A pintura constitui o campo maior de sua produção, incorporando elementos de outras linguagens, como a escultura. Mesclando elementos barrocos em diálogo com a arte contemporânea, Adriana Varejão cria pinturas e instalações que questionam as relações sociais construídas em um passado colonial. Em suas obras, os materiais estão ligados simbolicamente à história cultural brasileira.&nbsp;<br><br>Ao conhecer a cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, o repertório barroco passa a marcar suas criações. A narrativa, a mescla de linguagens bi e tridimensionais e a exuberância material das obras dialogam com a visualidade barroca, em busca de uma experiência estética totalizante. Suas pinturas são influenciadas também pelo barroco cubano e pela filosofia chinesa.<br><br>Fonte: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa17507/adriana-varejao</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 02:06:25 UTC</pubDate>
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         <title>Brasília, DF</title>
         <author>Carolini_Goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<h1><strong>Ketleyn Quadros (1987-)</strong></h1><div>A judoca Ketleyn Quadros, nascida na periferia do Distrito Federal, foi a primeira mulher do país a conquistar medalha em provas individuais em uma Olimpíada (Pequim, 2008). Nas Olimpíadas de Tóquio, tornou-se a terceira mulher a ser porta-bandeira do Brasil - os outros 17 atletas brasileiros a fazerem isso, ao longo das participações do país nos Jogos, eram homens. &nbsp;<br><br>Tema: Esportes e marcadores sociais de diferença<br>Referência: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/07/23/olimpiadas-em-toquio-conheca-ketleyn-quadros-judoca-de-ceilandia-que-foi-porta-bandeira-do-brasil-e-sambou-na-cerimonia-de-abertura.ghtml</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 03:24:12 UTC</pubDate>
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         <title>ÍRIS HELENA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<h1>Íris Helena é uma artista multidisciplinar nascida em João Pessoa (PB) e radicada em Brasília, graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba, Mestre em Artes – Poéticas Contemporâneas e doutoranda em Métodos e Processo em Arte Contemporânea pela Universidade de Brasília. Sua pesquisa caracteriza-se pela investigação crítica, filosófica estética e poética da paisagem urbana a partir de uma abordagem dialógica entre a imagem da cidade e as superfícies/suportes escolhidos para materializá-la. Os suportes precários e ordinários são muitas vezes retirados de seu consumo cotidiano e possibilitam a (re)construção da memória atrelada ao risco, a instabilidade, sobretudo, ao desejo do apagamento.</h1><div><br>https://www.premiopipa.com/artistas/iris-helena/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 13:04:09 UTC</pubDate>
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         <title>CECÍLIA BONA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascida e criada na amplitude brasiliense, Cecília é Bacharel em Desenho Industrial e mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília. Em seu trabalho propõe objetos e instalações que promovem a experiência de fenômenos perceptivos e imensuráveis. Sua pesquisa é direcionada pelo interesse na luz, no tempo e no espaço. Explora a materialidade como potencial para dialogar com dimensões incertas. Foi contemplada individualmente com o prêmio Funarte de Arte contemporânea 2013 e coletivamente em 2016 e já esteve em residências artísticas na Islândia e no Canadá.<br><br>https://www.premiopipa.com/artistas/cecilia-bona/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 13:08:32 UTC</pubDate>
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         <title>Juana Alicia Ruiz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder del colectivo de las ‘Tejedoras de Mampuján’, mujeres víctimas del conflicto armado, quienes tejiendo tela sobre tela han dejado memoria de lo sucedido hace 20 años y hoy son un símbolo de la paz, la reconciliación y el perdón.<br><br></div><div>En el año 2015 se ganaron el Premio Nacional de paz, en el 2018 fueron galardonadas con la Medalla Carlos Mauro Hoyos, máximo reconocimiento que otorga la Procuraduría General de la Nación a una persona natural y son las artistas homenajeadas en el VI Salón BAT de Arte Popular.<br><br>https://www.radionacional.co/cultura/las-mujeres-del-arte-popular-12-artistas-para-explorar-en-las-regiones</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 13:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Cárdenas Núñez</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Carolina Cárdenas Núñez</strong> (<a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Bogot%C3%A1">Bogotá</a>, <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/1903">1903</a>-<a href="https://es.wikipedia.org/wiki/1936">1936</a>) fue una dibujante, fotógrafa, pintora y ceramista colombiana que formó parte de la generación que introdujo el <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Arte_moderno">arte moderno</a> en <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Colombia">Colombia</a>. Su trabajo se vio influenciado por el <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Art_d%C3%A9co">Art Decó</a> durante los años veinte y treinta, y es considerada una de las primeras mujeres colombianas en ejercer como artista de profesión. <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Carolina_C%C3%A1rdenas_N%C3%BA%C3%B1ez#cite_note-1"><sup>1</sup></a>​ A través de su trabajo artístico (especialmente del <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Dibujo">dibujo</a> y la <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Cer%C3%A1mica">cerámica</a>), Cárdenas resaltó la función de las mujeres en la Escuela de <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Bellas_artes">Bellas Artes</a> de Bogotá por encima de lo que la sociedad concebía como el rol de lo "femenino".<a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Carolina_C%C3%A1rdenas_N%C3%BA%C3%B1ez#cite_note-:0-2"><sup>2</sup></a>​ A pesar de su prematura muerte, fue una mujer de suma importancia para la comunidad cultural bogotana.<a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Carolina_C%C3%A1rdenas_N%C3%BA%C3%B1ez#cite_note-:1-3"><sup>3</sup></a>​ Si bien nació en un siglo estremecido por las muertes ocasionadas por <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Guerra_de_los_Mil_D%C3%ADas">La guerra de los Mil Días</a> y la inestabilidad política, Cárdenas vivió gran parte de su vida en <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Londres">Londres, Inglaterra</a> y fue hasta finales de los años 20 (<a href="https://es.wikipedia.org/wiki/1928">1928</a>) que regreso a <a href="https://es.wikipedia.org/wiki/Bogot%C3%A1">Bogotá</a> para estudiar en la Escuela de Bellas Artes.<br><br>https://es.wikipedia.org/wiki/Carolina_C%C3%A1rdenas_N%C3%BA%C3%B1ez</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 13:23:38 UTC</pubDate>
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         <title>Hena Rodríguez Parra</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Hena Rodríguez Parra (1915-1997) fue una pintora y escultora bogotana. Fue una de las primeras mujeres en vestir pantalón, declarase abiertamente homosexual y recibir una beca del gobierno colombiano para estudiar arte en el exterior. Su obra se caracterizó por prescindir de consejos académicos o influencias clásicas. Fue reconocida principalmente por sus esculturas en madera que abordaron temas como el cuerpo femenino o personajes populares.<br><br>https://enciclopedia.banrepcultural.org/index.php?title=Hena_Rodr%C3%ADguez_Parra</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 13:25:20 UTC</pubDate>
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         <title>Delia Cancela</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascida em Buenos Aires - Argentina nos anos 1940, Delia Cancela é uma figura-chave na pop-art argentina. Inserida na interseção entre cultura popular, artes plásticas e moda, a obra da artista busca interromper a convenção, lutando com símbolos da mídia de massa, especialmente os que dizem respeito à feminilidade e ao feminismo. Formada na Escuela Superior de Bellas Artes, em Buenos Aires, Cancela começou a expor logo após a sua formatura. Entre 1962 e 1964, ela mostrou seu trabalho em prestigiadas exposições organizadas por museus como Museu Nacional de Bellas Artes, em Buenos Aires. Teve uma dupla de trabalho com Pablo Mesejean, com quem trabalhou de 1965 a 1980 criando diversas instalações e obras, morando neste período por diversas cidades, como Nova York e Londres, tendo apresentado seu trabalho nas revistas de moda Vogue e Harper's Bazaar, possuindo ainda uma etiqueta própria denominada Pablo &amp; Delia e trabalhando como diretora de arte da Vogue.<br><br>https://www.artistaslatinas.com.br/artistas-1/delia-cancela</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 13:29:14 UTC</pubDate>
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         <title>Marta Minujín</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Marta Minujín nasceu no bairro de San Telmo, em Buenos Aires. Estudante no Instituto Nacional de Arte Universitária, exibiu pela primeira vez seu trabalho em um show de 1959 no Teatro Agón. Uma bolsa da Fundação Nacional das Artes permitiu que ela viajasse para Paris como um dos jovens artistas argentinos apresentados em Pablo Curatella Manes e Trinta Argentinos da Nova Geração, uma exposição de 1960 organizada pelo proeminente escultor e juiz da Bienal de Paris.<br>Ela ganhou o Prêmio Nacional em 1964 no Instituto Torcuato di Tella de Buenos Aires, onde preparou dois eventos: Eróticos en technicolor e Revuélquese y viva interativo. Sua Cabalgata (Cavalgada) foi ao ar na televisão pública naquele ano, e envolveu cavalos com baldes de tinta amarrados às suas caudas. Esses monitores levaram-na para Montevidéu, onde organizou Sucesos no Estádio Tróccoli da capital uruguaia, com 500 galinhas, artistas de formas físicas contrastantes, motocicletas e outros elementos.<br>Minujín é uma das principais artistas conceituais e da performance na América Latina. Uma de suas obras mais conhecidas, Parthenon de Livros (1983), uma reprodução do Parthenon de Atenas construída com livros, foi remontada no Documenta, em 2017, em Kassel, onde a artista esteve presente nas duas cidades-sede da mostra. La Menesunda é a materialização das preocupações e interrogações de seus criadores sobre as possibilidades da linguagem artística e sua capacidade de afetar e transformar o espectador”, define Sofía Dourron, no catálogo que acompanha a remontagem da obra.<br>https://www.artistaslatinas.com.br/artistas-1/marta-minuj%C3%ADn</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 16:10:47 UTC</pubDate>
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         <title>Meli Valdés Sozzani</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A artista estudou História da Arte na Universidad de Pisa, Itália, vindo a desenvolver um extenso trabalho, no qual revela sua concepção estética pessoal. Seu trabalho foi exibido em galerias, feiras e museus na Argentina, Estados Unidos e Itália. Como ilustradora, colaborou com o escritor Alejandro Córdoba Sosa, realizando uma série de trabalhos, utilizando diversas técnicas, inspiradas nos textos que compõem os livros Doscientos y un cuentos en miniatura, La Humanidad en el Espejo, Devocionario terrenal e La flor de plomo. Suas obras fazem parte de inúmeras coleções públicas e privadas.<br>Seu estilo é caracterizado pelo uso de uma linguagem visual poderosa, que explora as infinitas possibilidades da forma, combinando-a com cores, brilhantes e vibrantes, em composições dinâmicas onde a realidade é idealizada e ressignificada. Em suas obras, Valdés Sozzani dá vida a um mundo no qual materializa sua concepção de liberdade, a afirmação do humano, o poder criativo das mulheres e a força irreprimível da esperança.<br>Vive e trabalha em La Plata.<br><br>https://www.artistaslatinas.com.br/artistas-1/meli-vald%C3%A9s-sozzani</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 16:15:49 UTC</pubDate>
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         <title>Glória Gómez Sánchez</title>
         <author>analuisafari</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2204860285</link>
         <description><![CDATA[<div>Gloria Gómez-Sánchez nasceu Gloria Benvenuto Reffray em 1921, na cidade de Lima - Peru. Inicialmente autodidata, em meados da década de 1950, teve aulas nos estúdios particulares dos artistas Germán Suárez-Vértiz (1897-1975), Ricardo Grau (1907-1970) e Cristina Gálvez (n. 1919). Entre março e setembro de 1958, morou em Buenos Aires e trocou visitas de estúdio com expoentes importantes do informalismo argentino como Alberto Greco (1915–1965). Gómez-Sánchez fez sua estreia em Lima em 1960, com uma exposição de pintura no Instituto de Arte Contemporânea, que apresentava uma série de intensas experiências físicas com materiais e manipulação de superfícies e distribuição do acaso. Esses trabalhos constituíram uma abordagem dramaticamente distinta da abstração, em contraste com o modelo telúrico lírico estabelecido e defendido no Peru por Fernando de Szyszlo (n. 1925). Sua segunda exposição individual, na Galería Solisol, em 1965, reuniu assembleias precárias feitas com objetos cotidianos achatados, lixo e arame metálico. Em 1966, co fundou o grupo Arte Nuevo junto com os artistas Luis Arias Vera (1932–2016), Teresa Burga (n. 1935), Jaime Dávila (n. 1937), Víctor Delfín (n. 1927), Emilio Hernández Saavedra (n. 1940), José Tang (nascido em 1941), Armando Varela (nascido em 1933) e Luis Zevallos Hetzel (nascido em 1933). Orientado e promovido pelo crítico Juan Acha, o grupo insistiu na renovação da linguagem artística, reunindo expressões apropriadas da pop art, op art e acontecimentos. Sua carreira artística profissional ativa abrange apenas uma década, entre 1960 e 1970. Durante esse período, ela realizou cinco exposições individuais em Lima, participou de quinze exposições coletivas no Peru e no exterior e testou sistematicamente os limites das mais recentes tendências artísticas experimentais.<br>Por volta de 1967, Gómez-Sánchez voltou-se para superfícies achatadas, uma abordagem gráfica da cor e do padrão, muitas vezes limitada às cores primárias - vermelho, amarelo, azul - e assuntos femininos figurativos com rostos colados em revistas brilhantes. Essas características evocativas da arte pop representavam representações distorcidas e sexualmente provocativas das mulheres. Em novembro de 1970, Gómez-Sánchez apresentou sua última exposição individual, na Galería Cultura y Libertad, em Lima, que sinalizou seu envolvimento com o conceitualismo e a arte participativa e, finalmente, a rejeição dos circuitos profissionais da arte. Toda a exposição consistia exclusivamente de uma placa com a frase " El espacio de esta exposición es el de tu mente. Haz de tu vida la obra" (O espaço desta exposição está em sua mente. Transforme sua vida em uma obra de arte) e uma mesa com o manifesto "¿Se acabó el arte?" (A arte acabou?). Poucos trabalhos de Gómez-Sánchez sobreviveram. A artista destruiu muitos de seus objetos e montagens durante a década de 1970. Ela morreu em 2007 em Lima.<br><br>https://www.artistaslatinas.com.br/artistas-1/gl%C3%B3ria-g%C3%B3mez-s%C3%A1nchez</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 16:31:01 UTC</pubDate>
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         <title>Buenos Aires, Argentina</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>Norah Borges (1901-1998).<br><br>Norah Borges - irmã do famoso escritor Jorge Luis Borges e esposa do crítico e poeta espanhol Guillermo de Torre - é uma exceção rara na história da arte argentina, porque sua presença nas décadas de boom da vanguarda internacional o permitiu acompanha personagens da relevância de Juan Ramón Jiménez, Federico García Lorca, Gabriela Mistral e os jovens poetas de renovação da Espanha e Argentina, e estabelece um diálogo plástico com os movimentos artísticos daqueles anos.<br><br></div><div>Seu desenvolvimento artístico pessoal cruza as formas da modernidade com sua própria linguagem. Ao longo do século XX, em contato com a vida literária de sua época, ilustrou os primeiros livros de escritores como Borges, Victoria e Silvina Ocampo, Julio Cortázar, Adolfo Bioy Casares, Eduardo Mallea, Ricardo Molinari, Concha Méndez Cuesta e Carmen Conde. , Rafael Alberti e os chilenos Luis Enrique Délano e Humberto Díaz Casanueva. Também fez ilustrações para as revistas espanholas de vanguarda "Grecia", "Ultra" e "Baleares", e foi uma colaboradora destacada das publicações argentinas "Prisma", "Proa", "Martín Fierro" e "Evaluations", entre outras.<br><br></div><div>O roteiro do museu é baseado nos textos daqueles contemporâneos que refletiram críticas e poesias na obra de Norah Borges.<br><br>https://www.bellasartes.gob.ar/exhibiciones/norah-borges-una-mujer-en-la-vanguardia/</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 16:45:15 UTC</pubDate>
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         <title>Diana Uribe Forero</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nació en Bogotá en 1959, es una cronista, locutora, podcaster y difusora de historia colombiana que se ha especializado en los programas de divulgación histórica. Es conocida por sus programas radiales, podcasts, conferencias y sus audiolibros sobre historia universal. Estudió filosofía y letras en la Universidad de los Andes, en donde se graduó con una tesis sobre los movimientos juveniles de los años 1960.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 18:03:55 UTC</pubDate>
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         <title>Andrea Echeverri</title>
         <author>analuisafari</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2206467432</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;(Bogotá; 13 de septiembre de 1965) es una cantante de rock y ceramista colombiana de la Universidad de Los Andes. Es vocalista líder y guitarrista segunda del grupo colombiano Aterciopelados, aunque ha desarrollado en paralelo su carrera musical como solista, siendo reconocida por su habilidad en composición e interpretación de diversos instrumentos como la gaita, percusión, entre otros. Ha sido ganadora de premios Grammy, MTV, Lo Nuestro, entre otros. Ha sido postulada al Latin Grammy en varias ocasiones, ya sea con Aterciopelados o por sus trabajos como solista.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 18:04:18 UTC</pubDate>
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         <title>Sonia Osorio de Sainto Malo</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fundadora del ballet de Colombia, nació en Bogotá en 1928 y murió en Cartagena en el 2011, fue embajadora internacional del folclore colombiano. Además de ser coreógrafa y bailarina, también se desempeñó como diseñadora y periodista. Después de haber estudiado danza moderna en Estados Unidos, América del Sur y Europa, fundó el Ballet Nacional de Colombia, siendo pionera también en la fusión de ritmos tradicionales colombianos, junto con la danza y el teatro. Su formación en diferentes disciplinas le permitió perfeccionar las técnicas del espectáculo en Colombia. Llevó al Ballet de Colombia por más de 200 países, entre ellos Israel, China, Japón, Alemania, Rumania y Rusia&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 18:04:59 UTC</pubDate>
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         <title>Olga de Amaral</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nació en Bogotá en 1932, es una artista visual colombiana conocida por sus obras abstractas a gran escala hechas con fibras y cubiertas de pan de oro y/o plata. Debido a su habilidad para conciliar las preocupaciones locales con los desarrollos internacionales. Amaral se convirtió en una de las pocas artistas de Sudamérica que se dio a conocer internacionalmente por su trabajo en fibra durante los años 60 y 70. También se la considera una importante practicante en el desarrollo de la abstracción latinoamericana de posguerra, actualmente vive y trabaja en Bogotá, Colombia. En 1954 estudio textiles y diseño en Cranbrook Academy of Art, se graduó y se convirtió en una de las artistas textiles más destacadas de América. En 1973 ganó el Guggenheim Fellowship y en 1971 obtuvo el primer premio en el XXII Salón Nacional de Artistas de Colombia. Entre 1966 y 1967 funda y es la directora del Departamento de Textiles de la Universidad de los Andes, Bogotá, Colombia. Es sin duda una de las pintoras colombianas más famosas gracias a algunas de sus exposiciones permanentes en el MoMA, en el Museum of Modern Art en Tokio y en el Bellerive Museum en Zurich entre otros. Fundamentalmente utiliza el algodón y otras fibras con el objeto de renacer la artesanía femenina en la postmodernidad.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 18:05:33 UTC</pubDate>
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         <title>Diana Ordóñez</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>Más conocida como Ledania, es una artista plástica colombiana, nacida en Bogotá. Un referente del arte de grafiti en Latinoamérica, se ha dedicado a pintar grafitis y murales alrededor del mundo con sus ideas rebeldes y fuera de lo convencional. Su graffiti a menudo presenta animales e insectos de Tasmania, además de otros símbolos mitológicos, mágicos o autobiográficos. El Museo de Arte Contemporáneo de Bogotá exhibió por primera vez su obra en 2005, su trabajo se exhibió en 2019 en la calle Lynx en Bogotá. Aunque su obra artística está en su mayoría plasmada en los muros, ha ampliado su espectro diseñando objetos de decoración y prendas de vestir. Su seudónimo está inspirado en Leda, una mujer seducida por Zeus en la mitología griega que, al mezclarlo con su nombre real, dio vida a Ledania. La unión del surrealismo, el expresionismo y el cubismo son el resultado de obras que cada vez se hacen más populares y reconocidas en nuestro país. Los murales de Ledania fusionan elementos de estas tres corrientes artísticas en donde sus creaciones reflejan la fascinación por el arte e invitan a sus espectadores a dejar volar su imaginación y su creatividad.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 18:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>Feliza Burztyn</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nació en Bogotá el 8 de septiembre de 1933 y murió en París el 8 de enero de 1982. Fue una artista y escultora que utilizó la chatarra de hierro y los desperdicios de acero inoxidable para realizar composiciones en diferentes escalas. Además fue parte de la primera generación de artistas colombianos en pensar la relación entre el objeto escultórico y el espacio de exhibición, práctica conocida como instalación. Estudió pintura en la Art Students League de Nueva York y escultura en la academia La Grande Chaumière en París. En los años 1960 desarrolló una gran cantidad de obras sencillas. En 1965 con la obra hecha de chatarra Mirando al norte obtuvo el primer premio de Escultura en el XVII Salón Nacional. En 1968 realizó una exposición con esculturas cinéticas. En 1971 realizó Homenaje a Gandhi, que se encuentra en la carrera 7 con calle 100, en Bogotá. En la segunda parte de los años 1970 realizó la escultura Andrómeda y el mural La última cena, compuesto por 276 paneles instalados a diferentes niveles, cada uno con un sinnúmero de cubiertos aplanados y pegados con soldadura de punto, que se encuentra en el Centro Hotelero del SENA en Bogotá. A principios de los años 1980 la situación de orden público en Colombia, fue exiliada del país por falsas acusaciones que la vinculaban a grupos al margen de la ley. Murió fuera del país y aunque se demostró su inocencia en gobierno colombiano nunca presentó una disculpa pública sobre los acontecimientos que la obligaron a solicitar asilo político en México.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 18:06:42 UTC</pubDate>
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         <title>Emma Reyes</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pintora y escritora colombiana nacida en Bogotá el 9 de julio de 1919. Su obra artística se caracteriza por ser ecléctica y original, ya que se mueve dentro de las tendencias del arte naif, el muralismo mexicano, el indigenismo y el expresionismo. Esto se ve reflejado no sólo en las innumerables pinturas, ilustraciones y dibujos que creó a lo largo de su vida, sino también en sus viajes y experiencias cotidianas que definieron su estilo artístico. Su libro Memoria por Correspondencia, constituye el mejor acervo biográfico de su juventud atravesada por la pobreza, la vida en el internado femenino, la incertidumbre frente a la existencia y una constante búsqueda de sí misma, lo que la impulsaría a viajar por gran parte de Suramérica, Europa y Medio Oriente. el tema central en las pinturas de Emma Reyes es el destino; cada uno de sus monstruos, bestias y hombres que retrata está subordinado al irremediable devenir de los acontecimientos de la vida misma. Para la artista, es en el destino donde “reside la fuerza tan grande de convencimiento de la obra que por momentos se presenta fría, cruel, sin sombra de sonrisa o de misericordia y, sin embargo, es tan humana como legendaria, a la vez moderna y primitiva” (Tal, 1996). El papel que juega el destino en sus obras se combina con otros elementos inherentes a la naturaleza de sus personajes, como los son la raza, los hábitos, las tradiciones, la religión y la familia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 18:07:48 UTC</pubDate>
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         <title>Juana Manso</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1819-1875. Escritora, traductora, periodista y maestra argentina.&nbsp;<br><strong><br>Juana Paula Manso de Noronha</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Buenos_Aires">Buenos Aires</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/26_de_junho">26 de junho</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1819">1819</a> - <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/24_de_abril">24 de abril</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1875">1875</a>) foi uma escritora, tradutora, jornalista, professora e pioneira do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo">feminismo</a> na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Argentina">Argentina</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uruguai">Uruguai</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Joana_Paula_Manso_de_Noronha#cite_note-1"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>Entre 1852 e 1854 dirigiu, no Brasil, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jornal_das_Senhoras"><em>O Jornal das Senhora</em></a><em>s,</em> o primeiro jornal latino-americano destinado às mulheres. Em 1854, fundou, em Buenos Aires, <em>Álbum de Señoritas</em>, muito semelhante a sua contraparte brasileira. Em ambos, a temática centrava-se na moda, na literatura e no teatro. Ao longo de sua vida, comprometeu-se com o projeto esclarecido de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_popular">educação popular</a> e é considerada uma iniciadora do movimento de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Coeduca%C3%A7%C3%A3o">coeducação</a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:21:23 UTC</pubDate>
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         <title>Victoria Ocampo</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1890-1979. Escritora,intelectual, ensayista, traductora, editora, filántropa y mecenas. Participó desde su juventud en las primeras manifestaciones de los movimientos feministas, intelectuales y antifascistas argentinos, lo que la llevó a fundar en 1936 la Unión Argentina de Mujeres. Fundó la revista y editorial Sur en 1931, que promovió las obras literarias de autores nacionales e internacionales&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:22:32 UTC</pubDate>
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         <title>María Elena Walsh</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1930-2011. Poeta, escritora, cantautora, dramaturga y compositora argentina. Fue famosa por sus obras infantiles,entre las que se destacan el personaje/canción Manuelita la tortuga y los libros Tutú Marambá, El reino del revés, Dailan Kifki y El Monoliso, es también autora de varias canciones populares para adultos, entre ellas Como la cigarra, Serenata para la tierra de uno y El valle y el volcán&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:23:20 UTC</pubDate>
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         <title>Alejandra Pizarnik</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1936-1972. Escritora y traductora argentina. Desarrolló una de las obras literarias más asombrosas del siglo XX. Sus versos, en constante tensión entre el automatismo surrealista y la exactitud racional, atraviesan la propia vida de la poeta, adentrándonos en su nostalgia por la infancia perdida, atracción por la muerte, profundo intimismo y deseo de ser amada y reconocida.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>Sara Gallardo</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1931-1988. Escritora y peridista argentina. La obra literaria de Gallardo fue relegada en su época por no pertenecer al canon literario de aquel entonces, hasta que, tras su muerte, pasó a ser considerada una «escritora de culto» y reeditada su obra. Esto último gracias en gran parte a su reivindicación por parte del movimiento feminista, la crítica académica y de distintos escritores y escritaras de renombre.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:24:47 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Enríquez</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1973. Periodista, escritora y docente argentina, parte del grupo de escritores conocidos como «nueva narrativa argentina». Sus cuentos se enmarcan dentro del género del terror y se han publicado en revistas internacionales como Granta,4 Electric Literature,5 Asymptote, McSweeney's,6 Virginia Quarterly Review y The New Yorker. Desde 2020 es la Directora de Letras del Fondo Nacional de las Artes, el organismo argentino creado en 1958 con el objetivo de financiar y apoyar el desarrollo de artistas, gestores y organizaciones culturales sin fines de lucro, además de ser subeditora del suplemento Radar del diario Página/12.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:25:30 UTC</pubDate>
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         <title>Norma Aleandro</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1936. Actriz, guionista y directora de teatro argentina. Es considerada una de las más célebres actrices argentinas, y un icono cultural. Protagonizó La historia oficial (1985), la primera película argentina en ganar el Óscar a la mejor película extranjera en el año 1986, por la cual ella ganó el premio del Festival de Cannes a la mejor actriz. Por su papel en Gaby: a True Story (1989) se convirtió en la primera actriz argentina en ser nominada al Óscar&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:29:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tita Merello</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1904-2002. Fue una actriz y cantante argentina de tango y milonga. Fue una de las primeras cantantes de tango surgidas en la década de 1920 que crearon la modalidad vocal femenina en el rubro. Adquirió popularidad principalmente por sus interpretaciones de «Se dice de mí» y «La milonga y yo».&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:30:08 UTC</pubDate>
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         <title>Alfonsina Storni</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1892-1938 de origen suizo argentino, Alfonsina Storni se convierte en una de las principales poteas de referencia de las vanguardias modernistas. A los 19 años se instala Buenos Aires con objetivo de crear y producir en una ciudad que estaba abierta al mundo. En su obra destacan temáticas vinculadas al erotismo, al maro carnal y espiritual y una temprana defensa a los derechos de la mujer&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:31:31 UTC</pubDate>
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         <title>Fabiana Cantilo</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1959 .Fabiana Cantilo es una intérprete, cantante, compositora de rock y pop y actriz argentina. Considerada una de las intérprets, cantantes y compositoras femeninas más importantes del rock argentino&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>Lucrecia Martel </title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1956 Directora de cine, guinista y productora. Se formó en la Escuela Nacional de Experimentación y Realización Cinematográfica (ENERC) de Buenos Aires. Ha ganado decenas de premios con sus films en los más rpestigiosos festivales nacionales, regionales e internacionales&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:58:57 UTC</pubDate>
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         <title>Rita Segato </title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1951 escritora, antropóloga y activista feminista argentina. Es especialmente conocida por sus investigaciones que se han orientado a las cuestiones de género en los pueblos originarios y comunidades latinoamericanas, a la violencia de género y a las relaciones entre género, racismo y colonialidad&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-01 11:59:30 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Peru</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>VICTORIA EUGENIA SANTA CRUZ GAMARRA (</strong>Nació en Lima en 1922)</div><div>Fue cultora e investigadora del arte y el folclore afroperuano.&nbsp; Cursó estudios de teatro y coreografía en Francia y, a su regreso, fundó la compañía Teatro y Danzas Negras del Perú. A lo largo de su carrera grabó e interpretó numerosas canciones y poemas algunos de ello, como “Me gritaron negra”, se convirtieron en auténticos himnos.<br>&nbsp;Además de ser destacada compositora e intérprete, Victoria Santa Cruz también dedicó su vida a recopilar y rescatar expresiones artísticas afroperuanas, como el Alcatraz y la Zamacueca. <a href="#_ftn1">[1]</a></div><div><br><br></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> <a href="https://www.gob.pe/institucion/cultura/noticias/46908-victoria-santa-cruz-gamarra-cultora-e-investigadora-del-arte-y-el-folclore-afroperuano">https://www.gob.pe/institucion/cultura/noticias/46908-victoria-santa-cruz-gamarra-cultora-e-investigadora-del-arte-y-el-folclore-afroperuano</a><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 09:35:49 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Peru</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>OLINDA SILVANO (Nació en Ucayali en 1969)&nbsp;</strong></div><div>Olinda, e s una artista de reconocimiento mundial, activista por los derechos culturales y la diversidad, difusora del arte de su herencia cultural shipibo-konibo. Ha sido reconocida como personalidad meritoria de la cultura por el Ministerio de Cultura el año 2018<a href="#_ftn1">[1]</a>. Asimismo, ha expuesto su trabajo en diferentes espacios como en la Galería Municipal Pancho Fierro, el Centro Culturales de Bellas Artes, el Museo Metropolitano, en el Lugar de la Memoria, la Tolerancia y la Inclusión Social, entre otros, también participó en la exposición peruana “Shipibo-konibo. Moda, identidad y cultura” en la Ciudad de México.<a href="#_ftn2">[2]</a></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> <a href="http://comandoplath.com/biografia-olinda-silvano-inuma/">http://comandoplath.com/biografia-olinda-silvano-inuma/</a><br> <br><a href="#_ftnref2">[2]</a> https://lum.cultura.pe/actividades/d%C3%ADa-internacional-de-la-mujer-ind%C3%ADgena-en-el-lum</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 09:37:18 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Peru</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>BLANCA VARELA (nació en Lima en 1926)&nbsp;</strong></div><div>Fue una poeta peruana, considerada como una de las voces poéticas más importantes del género en América Latina.<a href="#_ftn1">[1]</a>Su trabajo poético se caracteriza por buscar la verdad a través de la irreverencia, ironía, crudeza y misticismo. &nbsp;</div><div>Su trabajo ha sido traducido en varios idiomas y continúa tocando a más personas. Sus obras más destacadas son <em>Concierto animal</em>, <em>Canto Villano</em> y <em>Valses y otras confesiones</em>. Su vida representó a muchas mujeres que se hacen una voz por su talento en el rubro artístico. ¡Blanca, presente!<a href="#_ftn2">[2]</a></div><div><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=lthGbszir9Y">https://www.youtube.com/watch?v=lthGbszir9Y</a><br> <br><a href="#_ftnref2">[2]</a> <a href="https://peru.info/es-pe/talento/noticias/6/24/blanca-varela--una-mujer-clave-en-la-poesia-peruana-para-el-mundo">https://peru.info/es-pe/talento/noticias/6/24/blanca-varela--una-mujer-clave-en-la-poesia-peruana-para-el-mundo</a><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 09:38:33 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Peru</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>JULIA CODESIDO (Nació en Lima en 1883)</strong></div><div>Fue parte de la primera promoción de la Escuela Nacional de Bellas Artes del Perú. Fue seguidora de la corriente plástica liderada por José Sabogal. Formó parte de los primeros colectivos feministas del Perú. Aquí presentamos el perfil de una de las primeras mujeres profesionales del arte. <a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></div><div><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> <a href="https://elcomercio.pe/luces/julia-codesido-inspirada-por-el-indigenismo-pero-creadora-de-un-estilo-propio-nczg-noticia/">https://elcomercio.pe/luces/julia-codesido-inspirada-por-el-indigenismo-pero-creadora-de-un-estilo-propio-nczg-noticia/</a><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 09:39:12 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Peru</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>LUCHA REYES (Lucila Justina Sarcines Reyes)&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;(Nació en Lima en 1936)</strong></div><div>Es una de las intérpretes más recordadas de la música criolla peruana, a lo largo de su carrera con su música hizo retumbar una infinidad de escenarios donde fue muy aplaudida y vitoreada por sus exitosas canciones. <a href="#_ftn1">[1]</a></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> <a href="https://minedu.digital/biografia-de-lucha-reyes/">https://minedu.digital/biografia-de-lucha-reyes/</a><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 09:39:43 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Peru</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>CLORINDA MATTO DE TURNER ( Grimanesa Martina Mato Usandivares ) (Nació en Cuzco -Perú en 1952) </strong><a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></div><div>Fue una destacada escritora peruana que marcó de forma radical la forma de escribir de la mujer. Clorinda no es una autora a la que se pueda asignar una sola corriente literaria. En realidad, su carrera fue pasando por diferentes estilos, además escribió novelas, artículos periodísticos, cartas, tradiciones y una obra de teatro.<a href="#_ftn2">[2]</a></div><div><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> <a href="https://www.tvperu.gob.pe/novedades/tvperu/clorinda-matto-de-turner-cinco-datos-sobre-la-reconocida-escritora-peruana">https://www.tvperu.gob.pe/novedades/tvperu/clorinda-matto-de-turner-cinco-datos-sobre-la-reconocida-escritora-peruana</a><br> <br><a href="#_ftnref2">[2]</a> <a href="https://www.canalipe.tv/noticias/television/diez-cosas-que-tienes-que-saber-sobre-clorinda-matto-una-escritora-peruana">https://www.canalipe.tv/noticias/television/diez-cosas-que-tienes-que-saber-sobre-clorinda-matto-una-escritora-peruana</a><br>&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 09:40:17 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Peru</title>
         <author>raphaelspode</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>CHABUCA GRANDA (María Isabel Granda y Larco) (Nació en Apurímac -Perú, 1920)</strong></div><div>Compuso más de un centenar de canciones, basadas en el folclore y en la historia del país. Su fama internacional, que la llevaría a dar recitales por Europa, procede del vals La flor de la canela, al que siguieron otras exitosas melodías como Fina estampa y José Antonio, entre otras. Su labor investigadora y difusora de nuestra música constituye un legado imperecedero.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 09:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Peru</title>
         <author>raphaelspode</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2210020607</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>ROSA MERCEDES AYARZA</strong><a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a><strong> (Nació en Lima en 1881)&nbsp;</strong></div><div>Fue una compositora y estudiosa de la música criolla peruana. Desde muy temprana edad manifestó su inclinación por la música sobresaliendo como pianista, siendo concertista en el Teatro Politeama. Fundó la Escuela Nacional de Arte Lírico<a href="#_ftn2">[2]</a></div><div>Otro de los aspectos de su trayectoria incluye su función recopiladora por lo que fue designada como “Conservadora del folclor criollo”, cargo que desempeñó con ahínco y dedicación, una de sus mayores pasiones fue el rescate de la tradición popular. <a href="#_ftn3">[3]</a></div><div><br></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> http://www.filarmonia.org/page/Rosa-Mercedes-Ayarza-de-Morales.aspx<br><a href="#_ftnref2">[2]</a> <a href="https://tvperu.gob.pe/novedades/tvperu/rosa-mercedes-ayarza-cuatro-temas-que-debes-conocer-de-la-compositora-de-la-musica-criolla">https://tvperu.gob.pe/novedades/tvperu/rosa-mercedes-ayarza-cuatro-temas-que-debes-conocer-de-la-compositora-de-la-musica-criolla</a><br> <br><a href="#_ftnref3">[3]</a> <a href="https://www.deperu.com/calendario/2060/nacimiento-de-rosa-mercedes-ayarza-de-morales">https://www.deperu.com/calendario/2060/nacimiento-de-rosa-mercedes-ayarza-de-morales</a><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 09:41:08 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Perú</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Susana Baca (Nació en Lima en 1944)&nbsp;<br></strong><br></div><div>Es una cantante, compositora, investigadora de música y educadora de profesión peruana; tres veces ganadora de los Premios Grammy Latinos fue Ministra de Cultura del Peru y fue la segunda mujer de origen afroperuano en estar al cargo de esta cartera. Figura clave en el folklore latinoamericano y en revivir la música afroperuana.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 16:31:56 UTC</pubDate>
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         <title>Lima, Perú</title>
         <author>analuisafari</author>
         <link>https://padlet.com/raphaelspode/v4e2lup8rv1k374b/wish/2210372523</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Teresa Burga (Nació en Iquitos en Perú en 1935)&nbsp;</strong></div><div>Fue una artista multimedia peruana. Su pieza conceptualista de los años 1960 y 1970 la posicionó como una precursora en el arte contemporáneo de su país. Teresa Burga se graduó de la Universidad Católica de Lima en 1965. Ella llegó a vincularse activamente en el Arte Pop y el Arte Experimental en Lima a través de Grupo Arte Nuevo. Su arte fue exhibido alrededor de América Latina.<a href="#_ftn1">[1]</a>&nbsp;</div><div>Hoy es considerada pionera del arte conceptual peruano. <a href="#_ftn2">[2]<br></a><br></div><div><br><br><a href="#_ftnref1">[1]</a> <a href="https://www.arteinformado.com/guia/f/teresa-burga-38887">https://www.arteinformado.com/guia/f/teresa-burga-38887</a><br> <br><a href="#_ftnref2">[2]</a> <a href="https://elcomercio.pe/luces/arte/teresa-burga-fallecio-la-artista-inconforme-que-quiso-ser-libre-noticia/">https://elcomercio.pe/luces/arte/teresa-burga-fallecio-la-artista-inconforme-que-quiso-ser-libre-noticia/</a><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 16:33:18 UTC</pubDate>
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         <title>Brasilia - Distrito Federal, Brasil</title>
         <author>analuisafari</author>
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         <description><![CDATA[<div>Martinha do Coco<br><br>Marta Leonardo ou Mestra Martinha do Coco é artista e moradora do Paranoá há 30 anos. Nasceu em Olinda - PE, de onde migrou com sua família para a antiga Vila do Paranoá aos 17 anos de idade. Trabalhou desde então como empregada doméstica para ajudar no sustento da casa. Em uma dessas experiências de trabalho, teve contato com uma musicista que percebeu o seu talento artístico e lhe ajudou a retomar seu amor pela música. Seu primeiro experimento musical foi uma banda com instrumentos reciclados quando trabalhou como gari. Martinha teve a oportunidade de iniciar sua carreira artística cantando samba de coco no grupo de percussão da Organização Tambores do Paranoá – TAMNOÁ e é uma das fundadoras do Ponto de Cultura Tambores do Paranoá. Vem desenvolvendo um trabalho autoral com as influências culturais da terra onde nasceu e cresceu – coco, maracatu e ciranda. Em 2013, Martinha do Coco recebeu do Ministério da Cultura o título de Mestra da Cultura Popular.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 16:45:11 UTC</pubDate>
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