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      <title>Meu PORTFOLIO no Internato II PED - Turma 2018.2 (31/03/2025 a 25/05/2025) by Internato em Pediatria</title>
      <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0</link>
      <description>Meus registros acadêmicos diários</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-20 16:21:37 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-25 14:33:06 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>31/03/2025: Boa noite! Hoje foi o primeiro dia do rodizio de pediatria e o primeiro dia do último rodízio do internato pra minha turma, então foi um dia especialmente animado pra mim. Fiquei empolgada com os casos dos pacientes que discutimos hoje devido à ter estudado recentemente sobre algumas patologias como colestase e infecções congênitas, então foi muito bom ver na prática o conteúdo teórico adquirido. E também, por mais que eu esteja num período de exaustão devido ao tempo de faculdade (7 anos por conta do atraso da pandemia), e por este ser o último rodízio, estou esperançosa de ter um fôlego final pra poder dar o meu melhor aos pacientes e equipe e poder aprender com todos também. PS.: vocês pediram uma foto descontraída e taí eu, no meu lugar e momento preferidos: na natureza e no por do sol!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 00:23:51 UTC</pubDate>
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         <title>Prazer, Berta!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Oi! Eu sou Berta Rocha Pacheco, estou iniciando o último rodízio do internato aqui na Pediatria, especificamente na Cardiopediatria do Hospital Ana Nery. Tem sido uma experiência intensa, cheia de aprendizados (e de corações pequenininhos que ensinam muito mais do que parece). Essa reta final da graduação tem sido mais intensa, a formatura está logo ali e com ela vem aquele turbilhão de sentimentos: empolgação, ansiedade, dúvidas, medo do novo e, claro, um orgulho imenso por tudo que foi construído até aqui. E mais do que uma trajetória acadêmica, estar aqui também tem um peso simbólico enorme pra mim. Minha presença aqui é resistência, é afirmação e é, sobretudo, sonho realizado — meu e de muitos outros que vieram antes e virão depois. Esse portfólio vai ser um pedacinho dessa caminhada. Com vivências, reflexões e tudo que foi me moldando ao longo desse rodízio. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 18:51:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisamcoelho</author>
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         <description><![CDATA[<p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-04 22:49:43 UTC</pubDate>
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         <title>PED, Dia 6, Semana 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3396959340</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, escrevo com o coração cheio de sentimentos misturados. Meu nome é Daniel Rocha Cavalcante de Farias, tenho 26 anos, e estou vivendo as últimas semanas da faculdade. Um ciclo longo e intenso se aproxima do fim, e a cada dia me vejo mais próximo de algo novo que está tomando forma, deixando de ser apenas uma silhueta que visualizava no primeiro dia de aula.</p><p><br></p><p>Apesar da felicidade, o frio na barriga insiste em marcar presença. É como uma despedida silenciosa, um misto de ansiedade e expectativa pelo que vem a seguir. Mas compreendo que tudo isso faz parte do processo.</p><p><br></p><p>Sou apaixonado por leitura e fotografia — duas formas de capturar e interpretar o mundo que sempre caminharam comigo ao longo dessa jornada. Agora, tenho a sorte e a alegria de estar encerrando esse capítulo em um lugar especial: o rodízio de pediatria no Ana Nery. Além de ser uma área de enorme importância (que me apaixonei e desencontrei ao longo desses anos), encontrei aqui um ambiente bem organizado, acolhedor e inspirador, que tem tornado estes dias finais ainda mais significativos.</p><p><br></p><p>Por fim, deixo aqui um trecho de alguma poesia (hahaha), que lembrei enquanto escrevia isto:&nbsp;</p><p><br/></p><p>‘’Na minha rua estão cortando árvores</p><p>botando trilhos</p><p>construindo casas.</p><p>Minha rua acordou mudada.</p><p>Os vizinhos não se conformam.</p><p>Eles não sabem que a vida</p><p>tem dessas exigências brutas’’</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 15:53:49 UTC</pubDate>
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         <title>05/04/2025</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3396991399</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa minha primeira semana na UPL acompanhei o caso de uma bebê de 41 dias hoje, diagnosticada com atresia duodenal, já submetida a uma cirurgia corretiva. No entanto, a evolução pós-operatória foi marcada por uma HDA, uma sepse tardia e, posteriormente, uma síndrome colestática. Foi interessante estudar sobre as complicações associadas às malformações intestinais congênitas e a colestase.</p><p>A bebêzinha apresentava sinais característicos de colestase, como icterícia, colúria e acolia fecal, além de elevação das enzimas canaliculares, sugerindo uma disfunção intra-hepática. Foi necessário investigar as diferentes causas de colestase neonatal, distinguindo entre origens obstrutivas, metabólicas e infecciosas. O usg de abdome com doppler evidenciou microcálculos e a conduta está sendo conservadora, repetindo o exame em 30 dias. Foi interessante ver também a abordagem multiprofissional nas discussões (estamos com residentes de farmácia, nutrição e serviço social) e da intervenção precoce da equipe para minimizar possíveis riscos e até prejuízo no desenvolvimento dessa bêbê.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-05 17:00:20 UTC</pubDate>
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         <title>Início do fim! #VemPED</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3399097472</link>
         <description><![CDATA[<p> Sou Adriele Castro, e estou iniciando PED com ansiedade pois é o início do fim de uma etapa de 07 anos. Que seja um rodízio engrandecedor para a Dra. Adriele que está chegando já já! Expectativas altas para que o rodizio de despedida nos marque positivamente! Que essas 08 semanas sejam repletas de conhecimento e de crescimento!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 15:52:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3399549282</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Gilcielma, já passei pela primeira semana de ped e tem sido engrandecedor aprender com pessoinhas tão pequenas mas sempre com um sorriso fofo à disposição. Tem sido um rodízio que me faz refletir sobre o sofrimento daquelas crianças e mães (majoritariamente mães) sempre gratas pela mínima atenção que recebem que vem de tão longe em busca apenas do cuidado do seu filho (a). Sou péssima com escrita, ainda mais de sentimentos mas estou muito otimista que esse rodízio será mais um tijolinho de aprendizado sobre amor, cuidado e empatia na vida acadêmica como estudante de Medicina que acaba daqui a pouco. Vamos ver o que as próximas semanas tem a oferecer! :)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 23:10:04 UTC</pubDate>
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         <title>Caso clínico - UPL</title>
         <author>gisamcoelho</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3400884879</link>
         <description><![CDATA[<p>Bom dia, colegas e preceptoras.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Vim trazer o resumo do caso que estou acompanhando na UPL.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Refere-se a um neonato, no 101º dia de internamento, RN pré-termo tardio de 45 dias de idade cronológica, 7 dias de idade corrigida. Genitora, 20 anos de idade, G1P1, descobriu gestação tardiamente, realizando somente 2 consultas de pré-natal, consumo de álcool durante toda a gestação e diagnóstico de sífilis no 2° trimestre de gestação (VDRL 1:32). Relata ter realizado tratamento&nbsp;com 3 doses de penicilina benzatina&nbsp;de forma inadequada, não respeitando o intervalo de 1 semana entre as doses. Em dos USG obstétrico apresentou&nbsp;sugestivo restrição do crescimento intrauterino, sendo a genitora encaminhada para realização de Pré-Natal de Alto Risco. Genitora entrou em trabalho de parto com IG de 34s 4d, evoluindo para PSNV, sem presença de corioamionite. RN apresentou APGAR 6/8 devido a bradicardia e cianose, sendo realizado 1 ciclo de VPP (com uso de bolsa e máscara) mantido em Halo 3L min e incubadora aquecida devido a desconforto respiratório e hipotermia. Paciente internado em UTIneo por conta de Taquipneia Transitória do RN (TTRN) com uso de CPAP&nbsp;e O2 circulante intermitente. Foi realizado tratamento para sífilis congênita nos seus dez primeiros dias de vida, por considerar mãe com VDRL positivo e por apresentar manchas hipercrômicas disseminadas pelo corpo, hepatoesplenomegalia, icterícia e colúria. Apresentou prolongamento dos sintomas de TTRN, indicando Sepse tardia presumida, realizado Cefepime por 10 dias. Durante exames, foi confirmado quadro de colestase (BD 11,1), administrado ursacol + adtil + Vit E e polivitaminico em dose dobrada. Prosseguido com investigação da colestase e solicitado transferência para C-HUPES para complementar investigação.&nbsp;</p><p>No internamento atual, foram realizados exames como Rx de ossos longos, USG de abdome total, USG transfontanela, ECOTT, considerando a sífilis congênita e a prematuridade, todos normais. Entretanto, na avaliação do líquor observou-se aumento das células (27 células) e de proteína (182 mg/dL) indicando ser um caso de Neurossífilis. Contudo, como preconizado pelo MS, o tratamento realizado é direcionado para tal situação. &nbsp;</p><p>Atualmente, paciente está em acompanhamento com as equipes de gastroenterologia e endocrinologia pediátrica. Está clinicamente em curva de melhora. Boa aceitação de dieta via oral, mantendo SMLD, com boa pega, complementado com fórmula de partida 40ml 3/3h. Ainda apresentando colúria, contudo em curva de melhora da icterícia.&nbsp;<br>&nbsp;</p><p>&nbsp;Abaixo a lista de problemas atuais:<br>P1) RNPT tardio / PIG / muito baixo peso / RCIU&nbsp;<br>P2) Sífilis congênita – TTO com penicilina cristalina (22/02-05/03)&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &gt; Rx de ossos longos 02/04: sem alterações&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&gt; VDRL mãe 1:16 // VDRL RN 1:4 – Mãe com tratamento inadequado para sífilis – 18/12, 08/01, 16/01 – RN sintomático (Manchas hipercrômicas disseminadas pelo corpo + PIG simétrico + Hepatoesplenomegalia)&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &gt; Líquor 04/03: Límpido, 27 células (1880 hemácias); glicose 42; proteínas 182; LDH 102; Pandy ++; VDRL NR&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &gt; Função hepática alterada&nbsp;<br>P3) Colestase A/E&nbsp;<br>&gt; (27/02): BD 11,1 / (01/03) BD 9,78 / (03/03) BD 8,5 / (11/03) BD 6,6 / (14/03) BD 6,35 / (21/03) BD 5,63 – Ursacol (15) + Adtil Di 05/03 + Vit E Di 11/03 + Polivitamínico dose dobrada&nbsp;<br>P3) Risco metabólico - Histórico de hipoglicemia&nbsp;<br>P4) Icterícia tardia - fototerapia 24-25/02&nbsp;<br>P5) Exposição ao álcool durante toda gestação&nbsp;<br>P6) Risco DMOP&nbsp;<br>P7) Risco ROP&nbsp;<br>&nbsp;<br>RESOLVIDOS&nbsp;<br>P1) ECO 24/02: FOP + CAP (3mm) + Função sistólica biventricular preservada - ECO 01/04: Sem alterações&nbsp;<br>P2) Anemia - Concentrado de hemácias 14/03&nbsp;<br>P3) Sepse tardia presumida&nbsp;<br>&gt; TTO com gentamicina (22/02 a 27/02) + Cefepime (27/02-05/03) + HMC (22 e 27/02 negativas)&nbsp;<br>P4) Taquipneia Transitória RN – CPAP (23-26/02); AA desde 18/03&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;<br>Antropometria do nascimento:&nbsp;<br>Peso: 1360g // Estatura: 38cm // PC: 29cm // PT 26 / PABD 25cm&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;<br>EVOLUÇÃO PONDERAL: 23/03: 1992g &gt; 26/03 1895g &gt; 29/03 2075g &gt; 30/03 2130g (+55) &gt; 31/03 2170g (+40) &gt; 01/4: 2185g (15g) &gt; 02/04: 2175g (-10g) &gt; 03/04: 2175g &gt; 04/04: 2235g (60g) &gt; 05/04: 2270 (+35g) &gt; 06/04: 2285 (+15g) &gt; 07/04: 2330 (+45)&nbsp; &gt; 08/04: 2330 (sem ganho/perda)<br>- Ganho de peso desde o nascimento: 22,04 g/dia&nbsp;<br>- Ganho de peso desde a admissão: 28,3 g/d&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;<br>MEDICAÇÕES EM USO:&nbsp;<br>Ursacol 15mg/kg/dia&nbsp;<br>Polivitamínico dose dobrada&nbsp;<br>Adtil (Di 05/03)&nbsp;<br>Vit E (Di 11/03)&nbsp;<br></p><p>&nbsp;&nbsp;O caso apresentado acima é um exemplar de uma possível causa de colestase neonatal, a sífilis congênita.  Eu não tinha conhecimento algum de como acompanhar/tratar casos de colestase neonatal. E o aprendizado adquirido sobre o diagnóstico e manejo de tal situação tem sido de grande valia para mim.</p><p> </p><p>Entender a importância do pré natal e diagnóstico precoce de infecções congenitas, além de suas possíveis sequelas e tratamento adequado são fundamentais para um atendimento integral ao paciente.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 14:36:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fluxograma sífilis congênita </title>
         <author>gisamcoelho</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3400933386</link>
         <description><![CDATA[<p>Figura retirada do PCDT sífilis 2021 </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-08 15:06:49 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 1 - UTIPed </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3407238080</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira semana na UTIPed foi relativamente tranquila. Inicialmente existiu aquele misto de apreensão e curiosidade que existe todas as vezes que iniciamos em um serviço novo. Novos conhecimentos, novos preceptores, novas rotinas e novos pacientezinhos. Um verdadeiro misto de sensações, mas não posso dizer que foi uma semana marcada pela alegria. O ambiente de UTI é sempre mais pesado. Ainda mais envolvendo crianças, criaturinhas, em tese, tão indefesas. E ainda mais indefesas por conta desse cenário de gravidade que fazem com que elas estejam internadas em unidade de terapia intensiva. Não posso mentir, em alguns momentos foram vivências de cortar o coração. Estar com essas crianças e seus familiares, notadamente suas mães (apenas o pai de uma das crianças que acompanhei se fez presente no momento), cheias de expectativas, confiança em desfechos positivos e principalmente fé, foi algo que me tocou emocionalmente muitas vezes. Principalmente por estar do outro lado, do lado técnico, o lado que racionalmente entende os prognósticos e possibilidades de desfechos. Entre síndromes genéticas raras, cardiopatias congênitas cianogênicas, infecções do trato respiratório inferior, foi uma semana repleta de conversas e vivências difíceis, principalmente por alguns pacientes estarem acompanhados com a paliação. Mas também existiram os momentos alegres por finalmente conseguir liberar o paciente para casa ou para enfermaria, em virtude da melhora do quadro clínico. Uma semana intensa, de conhecimento e de necessidade de muita sensibilidade para lidar com o novo, um novo marcado notadamente por ser um cenário que exige muita delicadeza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 17:30:42 UTC</pubDate>
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         <title>#NefroPed - Ambulatórios</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3407272982</link>
         <description><![CDATA[<p>As duas semanas na Nefrologia pediátrica foram bastante interessantes. É muito legal encontrar preceptoras que se empenham em saber se estamos aprendendo realmente os casos, se estamos compreendendo as condutas e se teríamos condutas diferentes. Estar com Dra Cláudia e Dra Roberta nas tardes de segunda feira me trouxe alegria no início da semana, e na primeira semana foi um verdadeiro ponto de tranquilidade, uma vez que foi o primeiro contato com a Pediatria do 6º ano. Por ser um ambulatório de subespecialidade sempre aparecem casos diferentes, e condições raras e delicadas às vezes surgem e desafiam os limites dos nossos conhecimentos, mas nada que conversar com a preceptoria para elucidação das dúvidas e chegar em casa e estudar o tema não resolva. São casos que possivelmente eu não tenha mais contato no futuro, sendo assim uma oportunidade ímpar de aprendizado. Entre nefrolitíase, malformações do trato urinário e síndromes nefrítica e nefrótica, muitos casos interessantes e diferentes. Muitos pacientes respondendo bem aos tratamentos e muitos pacientes pequeninos com rotina hospitalar difícil. Mas entre os casos vistos, o caso de uma paciente de 9 anos denominada R. me chamou atenção. Paciente com diagnóstico de síndrome nefrótica corticorresistente, há um tempo em tratamento, porém com resposta parcial. Ao longo do acompanhamento médico ela já esteve internada em mais de um hospital e já foram realizadas trocas de medicações como tentativa de resposta do seu organismo. Mas o que me tocou está mais relacionado à atual condição familiar que a garotinha está vivendo: sempre acompanhada da mãe (muito comum na Pediatria, seja na UTI ou nos ambulatórios), nessa consulta infelizmente veio acompanhada pela vizinha. O motivo: de acordo com a vizinha, a genitora da criança descobriu recentemente um tumor cerebral e infelizmente encontra-se numa UTI, com prognóstico reservado. No momento da consulta, R. sabia apenas que a mãe estava internada. Por ter ido à consulta com a vizinha, que não tinha muito domínio acerca da condição e do tratamento da pequena, apenas ela sabia responder os questionamentos médicos que fui fazendo ao longo da consulta. Tão jovem e com uma condição de saúde delicada que a tornou tão senhora de si, e a fez saber tanto sobre o seu quadro, medicações e outras questões. Durante a consulta ela ainda chorou por saudades da mãe e isso chegou a me emocionar durante um momento. Porém eu e Dra Roberta conseguimos a acalmar, liberando-a para retornar para casa mais tranquila. Tão novinha e passando por tantas questões “de adulto”. Ao longo da semana o caso de R. volta e meia surgia na minha cabeça. Um caso por si só difícil, porém a fragilidade familiar que a criança está vivendo nesse período torna tudo tão mais complicado para ela. Uma vivência de cortar o coração. E o que pude fazer foi atender com o máximo de empatia, tentar confortar, escutar e orar (de acordo com minhas crenças) para que tudo de bom possa encontrar essa criança e trazer conforto para sua existência. Enfim, muitas vezes nem só de relatos felizes fazemos um portfólio...</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 18:43:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3409610303</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, me chamo Gessica Barbosa. Iniciei este último rodízio da faculdade com grandes expectativas. No entanto, perceber que estou chegando ao fim da graduação trouxe não apenas entusiasmo, mas também um certo receio em relação ao que me espera no futuro.</p><p>Durante esse período, entre tantas cardiopatias, termos desconhecidos e sopros difíceis de identificar, me vi refletindo sobre toda a minha trajetória na faculdade. Senti a ausência de experiências práticas em situações comuns da pediatria, que certamente farão parte da minha rotina profissional, como crise de asma, bronquiolite, gastroenterite, convulsão, pneumonia etc.</p><p>Apesar disso, estar em uma instituição tão renomada e ter a oportunidade de aprender com preceptores tão competentes me traz motivação para me esforçar ao máximo, aproveitar cada discussão de caso e me preparar da melhor forma possível para os desafios que virão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 21:41:42 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação + feedback da semana 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá, sou Marina, estudante do 12º semestre, iniciei o rodízio de pediatria 2 na UDAP. Na primeira semana ainda estávamos nos acostumando a rotina da enfermaria, ao contato com novos professores e residentes e ainda se inteirando dos casos dos pacientes.  Também passamos pela mudança do local físico da enfermaria, então foi um período de adaptação/transição. Nesta primeira semana fiquei responsável por uma paciente com diagnóstico de Síndrome Nefrótica, possivelmente idiopática, com descompensação após quadro respiratório viral. Foi interessante estudar esse assunto, que é bastante amplo e envolve também subespecialidades, por exemplo, a nefropediatra passava lá quase todos os dias para avaliá-la e sugerir mudanças na dose de prednisona e dos anti hipertensivos, que a paciente estava precisando no momento. A paciente também acabou tendo quadro de pediculose, foi bom para ver o manejo de situações mais simples, como esta, já que podemos encontrar com frequência estando numa UPA ou USF. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 18:27:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>No final da semana 1...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3411266063</link>
         <description><![CDATA[<p>No final da primeira semana do rodízio já estávamos mais bem adaptados a rotina e as histórias dos pacientes. Da quinta feira até o final de semana, eu acompanhei um paciente de 11 meses de idade com diagnóstico de osteogênese imperfeita, diagnóstico que foi suspeito desde o pré natal por ultrassonografia. Teve fraturas durante o parto vaginal , de arcos costais e clavícula. Ele ficou internado para realizar a infusão do pamidronato, que é um fármaco da classe dos bisfosfonatos, para reduzir a atividade dos osteoclastos e com isso, reduz a reabsorção óssea. O paciente internou por 03 dias somente, visto que a infusão é feita 01 vez ao dia por 03 dias, via intravenosa, e teve alta logo após; mas foi um caso bem interessante para poder estudar esta doença, que eu só tinha visto em livro. A osteogênese imperfeita é uma doença rara, de origem genética, que causa deformidades e fragilidades ósseas devido a defeitos na produção de colágeno, estando o paciente mais susceptível a fraturas. Aproveitei esse caso e revisei a classificação de osteogênese, segue o artigo que li: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/jped/a/p6Q4kmYvXRfb66xvHJjkDTs/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/jped/a/p6Q4kmYvXRfb66xvHJjkDTs/?lang=pt</a> . Achei  bacana porque ele traz uma revisão da classificação de osteogênese, por exemplo, meu paciente foi diagnosticado como subtipo VIII , de acordo com a pesquisa de genoma que ele fez, mas pelo artigo, a recomendação atual é usar a classificação de Sillence, que divide a doença em 5 subtipos (que agrupa diferentes genes em cada um), ou seja, uma classificação mais fenotípica do que genotípica. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 19:33:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sobre a semana 2 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3411367726</link>
         <description><![CDATA[<p>Na segunda semana, acompanhei o caso de uma paciente de 4 anos e 7 meses, que tinha o diagnóstico prévio de linfangioma congênito, que é uma malformação benigna dos vasos linfáticos, que surge durante o desenvolvimento fetal. No caso da paciente, ela tinha uma deformidade em terço superior da hemiface direita, com edema importante e máculas arroxeadas na pele, já tinha realizado 4 embolizações com radiologia intervencionista, sem grande melhora. Ela internou para realizar o tratamento de celulite periorbitária, que surgiu após quadro de infecção de vias áereas superiores, com antibiótico intravenoso, e passar por avaliação oftalmológica. O que eu  achei mais desafiador nesse caso era avaliar diariamente o aspecto da celulite da paciente, pois além de já ter uma deformidade prévia, com ptose palpebral e edema, ela também tinha o diagnóstico de autismo nível 2 de suporte, assim, não verbalizava conosco, era muito difícil de avaliar as queixas da paciente, todas as informações provinham da genitora. Além disso, ela tinha acompanhamentos prévios em outros serviços, então a equipe percebeu que havia uma certa ressalva da mãe em estar no HUPES, visto que ela ainda não tinha nenhum internamento aqui / ninguém conhecia previamente o caso dela. Talvez a relação médico-paciente, neste caso, médico-acompanhante, tenha sido o mais difícil de manejar, pelos diversos questionamentos da mãe, pelo visível aborrecimento dela, que parecia não gostar da equipe, confiar em nossas condutas, chegando até a dar palpites sobre o regime de antibiótico que foi empregado. Este caso me mostrou como é importante acolhermos os familiares do paciente, o "jogo de cintura" que temos que desenvolver quando o acompanhante parece vir "armado" com questionamentos, imposições, críticas sobre nosso atendimento, mesmo quando estamos fazendo o melhor trabalho possível. Se o vínculo médico-paciente/acompanhante não é bem estabelecido, a comunicação fica muito dificultada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 22:21:55 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o ambulatório de infecções congênitas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3411440803</link>
         <description><![CDATA[<p>Estou frequentando o ambulatório de infecções congênitas, nessas duas primeiras semanas de rodízio os pacientes que eu atendi eram crianças expostas a sífilis (com mães adequadamente tratadas), então iam ao ambulatório para seguimento do VDRL. Achei um ambulatório bem rico, as doenças mais comumente vistas são sífilis congênita, HIV por transmissão vertical, citomegalovírus.. A professora do ambulatório sugeriu a leitura do PCDT de infecções congênitas, material bem completo e com fluxogramas que facilitaram muito as discussões no ambulatório. Compartilho aqui para que os outros colegas também vejam, achei o material muito bom! </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 00:06:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Admissão de um plantão de enfermaria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3414256753</link>
         <description><![CDATA[<p>Na semana 2, eu estive de plantão de enfermaria numa tarde, passarei abaixo o caso do paciente admitido, que é bem interessante, com diagnósticos diferenciais diversos e suspeitas diagnósticas que eu não conhecia previamente:</p><p><br/></p><p>Paciente  de 1 ano de idade, previamente hígido, com relato de que com 1 mês e 7 dias de vida cursou com lesões descamativas em couro cabeludo, com relativa melhora ao uso de óleo tópico.<br>Aos 4 meses de vida,  apresentou lesões bolhosas e crostosas em couro cabeludo, pescoço, mãos, pés e região de fralda, associada a lesões em mucosa oral, otite externa, febre e diarréia. Genitora informa que, após este episódio, a criança passou a cursar com quadros repetidos do quadro, 1x por mês, com duração de 14 dias, resultando em múltiplos internamentos, pois as lesões inviabilizavam alimentação por via oral. Genitora relata que não há fatores desencadeantes ou fatores de melhora das lesões, sendo um quadro de difícil controle. Por conta das lesões, o paciente teve um atraso na introdução alimentar, mantendo uso de fórmula infantil até o presente momento. Genitora associa a má aceitação alimentar a dificuldade de ingesta via oral nos quadros agudos.<br>Realizou biopsia em Jan/25: dermatite psoriasiforme e perivascular. Em uso de corticoide tópico desde então.<br>Em acompanhamento com pediatra em município de origem, foi encaminhada para realizar uma consulta com geneticista, para elucidação diagnóstica, em Salvador.<br>Durante o transporte, o paciente cursou com episódios de vômitos e diarreiia, sendo necessário internamento na Upa devido a quadro de desidratação.  Neste contexto, paciente foi regulado para o HUPES. Ao exame físico, o paciente estava desnutrido e tinha lesões crostosas já em resolução, em palmas, plantas e couro cabeludo. </p><p><br/></p><p>Este caso está envolvendo diversas subespecialidades, como dermatologia, nutrologia (devido a desnutrição energético proteica grave), oncologia, hematologia. Nas discussões, foi pensado como principais hipóteses para as lesões de pele: histiocitose, imunodeficiências ou genodermatose de início tardio. Também foi pensado em HTLV, que cursa com lesões de pele em couro cabeludo muito semelhantes as que o paciente teve, porém esta hipótese foi descartada após sorologias negativas. Assim, a dermatologia sugeriu análise imunohistoquímica da lâmina, visto que o laudo inicial era pouco conclusivo, e está em andamento.  A equipe de onco e de hemato concordam com a principal hipótese de histiocitose, não sugerindo mielograma ou algum estudo adicional no momento. Estamos aguardando também, contagem de diversos exames de triagem para imunodeficiências (CD3, CD4, CD8, CD19/20, CD16/56).  O paciente realizou RX de ossos longos e tomografias, sem alterações. Esses exames visariam buscar lesões ósseas líticas. Ainda aguarda interconsulta com geneticista.</p><p><br/></p><p>Sobre a histiocitose, doença que eu não conhecia, encontrei artigos bem completos no UptoDate, recomendo a leitura:  </p><p>Sobre as manifestações clínicas, diagnóstico:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.uptodate.com/contents/clinical-manifestations-pathologic-features-and-diagnosis-of-langerhans-cell-histiocytosis?search=hhitiocitose&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=1%7E150&amp;usage_type=default&amp;display_rank=1">https://www.uptodate.com/contents/clinical-manifestations-pathologic-features-and-diagnosis-of-langerhans-cell-histiocytosis?search=hhitiocitose&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=1%7E150&amp;usage_type=default&amp;display_rank=1</a></p><p><br/></p><p>e sobre o tratamento: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.uptodate.com/contents/treatment-of-nonpulmonary-langerhans-cell-histiocytosis?search=hhitiocitose&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=2%7E150&amp;usage_type=default&amp;display_rank=2">https://www.uptodate.com/contents/treatment-of-nonpulmonary-langerhans-cell-histiocytosis?search=hhitiocitose&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=2%7E150&amp;usage_type=default&amp;display_rank=2</a></p><p><br/></p><p>Em resumo, a histiocitose é uma neoplasia  mieloide inflamatória, rara,  caracterizada pela infiltração tissular de histiócitos (que são as células dendríticas) e outros leucócitos inflamatórios,  que afeta os ossos e a pele principalmente, mas também pode afetar fígado, baço, pulmão, glândula pineal. O tratamento depende se o envolvimento é de apenas um sistema (Ex: apenas pele) ou se é multissistêmico, leve ou grave, pode ser com agentes tópicos ou oral (ex: prednisona, vinblastina, metotrexato). </p><p><br/></p><p>HUPES e suas doenças raras! </p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.uptodate.com/contents/clinical-manifestations-pathologic-features-and-diagnosis-of-langerhans-cell-histiocytosis?search=hhitiocitose&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=1%7E150&amp;usage_type=default&amp;display_rank=1" />
         <pubDate>2025-04-17 18:40:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title> Semana 3 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na semana 3, acompanhei uma paciente de 14 anos, que iniciou há 3 meses quadro de polidipsia, polifagia, poliúria, astenia e perda de peso de 8kg em 3 meses. Chegou com hemoglobina glicada de 18% e de glicemia de jejum acima de 350.  Teve diagnóstico de DM1 em hospital de origem, sendo regulada para o HUPES para avaliação endocrinológica. </p><p>Após avaliação com endócrino, foi ajustado esquema de insulina, de acordo com o peso (50kg): NPH 14 UI antes do café e 12 UI antes do jantar. A regular foi calculada as doses de acordo com o HGT , sendo variável: 4 UI, se glicemia capilar entre 70 e 150 mg/dL; 6 UI, se entre 151 e 250 mg/dL; e 8 UI, se glicemia maior que 250 mg/dL. </p><p>Provavelmente a paciente terá alta ainda este fim de semana, visto que já teve melhora importante do controle glicêmico ao longo da semana ,hoje todas as glicemias estavam em torno de 150mg/dL. Aprendi bastante com o caso principalmente na parte de educação ao paciente, visto que agora a paciente e seus cuidadores devem estar atentos e devem saber aplicar com a caneta de insulina, usar o glicosímetro, reconhecer sinais de hipoglicemia, educar quanto ao consumo/contagem de carboidratos.. Inclusive, ela recebeu uma cartilha de orientação ao paciente com diabetes, escrita por Dr Crésio, é um livro muito educativo e de fácil leitura, foi perceptível que a paciente e a genitora estavam bem informadas e empoderadas das informações. </p><p><br/></p><p>Segue abaixo o PCDT do Ministério da Saúde para o DM tipo 1, que usei como base para estudo e recomendo a leitura: </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 19:24:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Semana 01</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3418244059</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-21 23:45:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TGA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3420162398</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o rodízio na cardiopediatria, acompanhei o caso de uma criança de 2 anos com transposição das grandes artérias (TGA), diagnosticada aos 2 anos, com baqueteamento digital em todos os dedos e saturação de 9%.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 19:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>UPL 31/03-27/04 + NefroPED</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3425882787</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Maria Antonia, iniciei meu último rodízio do internato em Pediatria II na Unidade de Pequenos Lactentes. Essa jornada começou no dia 31/03/2025 e se encerra em 27/04/2025. Hoje, faltando 01 dia para concluir essa primeira metade do fim, é possível refletir com clareza sobre os aprendizados na UPL.</p><p><br/></p><p>Nessa unidade observamos e participamos do cuidado dos pacientes em momentos e idades críticos de suas vidas e das suas famílias. É interessante perceber como os ensinamentos do início do curso sobre a importância da história social dos pacientes tornam-se de extrema relevância nesse rodízio, enquanto que em outros, por vezes é colocado em uma prateleira de menos valor.</p><p><br/></p><p>Na UPL o raciocínio clínico é soberano! A solicitação de exames precisa ser muito bem embasada em suspeitas diagnósticas uma vez que nossos pequenos pacientes por vezes pesam menos de 2kg e têm menos de 200ml de sangue! As discussões de caso são muito ricas e com intensa participação da equipe multidisciplinar.</p><p><br/></p><p>Sumarizando os casos mais vistos na UPL chegamos a investigação de icterícia e colestase neonatal, e infecções congênitas, principalmente CMV e sífilis. Outras afecções que permeiam muitos desses casos são a hipoglicemia e a sepse neonatal. Felizmente, o diagnóstico e manejo dessas patologias possui protocolos muito bem definidos que foram seguidos à risca e debatidos exaustivamente nas discussões de casos diários.</p><p><br/></p><p>Outra parte muito importante deste rodízio foram os ambulatórios de Nefropediatria. Muitos pacientes acompanhados por afecções urológicas, estenose de JUV,JUP, agenesias renais. Muitas e muitas Síndromes Nefróticas, em tentativa de desmame do corticoide, algumas bem sucedidas, outras que evoluíram para recidivas. Muitas conversas sobre DMO da DRC e o raciocínio clínico e fisiopatológico de seus exames. Experiência muito rica nas tardes de segunda-feira com a Dra. Roberta e Dra. Cláudia.</p><p><br/></p><p>Encerro aqui minhas reflexões sobre essa primeira parte do fim! Deixarei a seguir materiais que embasaram o manejo de muitos dos pequenos pacientes da UPL, tão bem conduzidos por Dra. Morgana, Dra. Lorena, Dra. Sandra, Dra Maria Cláudia, pelas demais preceptoras, as residentes e a equipe multi.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 13:39:31 UTC</pubDate>
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         <title>Sífilis Congênita</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 13:49:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Icterícia e Colestase Neonatal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 14:04:03 UTC</pubDate>
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         <title>Bronquiolite</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Apresentação feita por mim na UPL</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 14:04:54 UTC</pubDate>
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         <title>UDAP</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ontem finalizei o rodízio na UDAP e foi enriquecedor em vários sentidos. Apesar de ser uma enfermaria bem perfil HUPES (doenças raras, síndromes genéticas ainda não diagnosticadas e afins) deu pra viver um pouco do que vamos enfrentar na vida daqui a pouquinho (infecções gastrointestinais, IVAS..), mas o que mais me chamou atenção foi perceber alguns casos de vulnerabilidade social a chegar num nível da principal preocupação para alta médica ser "como que essa mãe vai conseguir dar conta de tudo isso que lhe atravessa sozinha?". Reflexões como essa não veio apenas do nosso olhar médico que, por muitas vezes, está tão tomado pela pressa do diagnóstico patológico, terapêutica e tudo que abrange a parte técnica da Medicina, mas vieram muito do trabalho interdisciplinar de uma equipe composta por assistentes sociais, psicólogos, farmacêuticos e diversas outras categorias importantíssima para o cuidado do paciente além da doença. Poderia falar de mais mil aspectos aqui neste texto, mas levo da UDAP uma carga de conhecimento técnico mas também a confirmação do valor de uma equipe interdisciplinar engajada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 14:55:43 UTC</pubDate>
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         <title>Vivências do Internato: A vida na Pediatria </title>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Meu nome é Lian Zanatta, sou soteropolitana e interna do 12º período de Medicina. Sou apaixonada pela Medicina desde cedo e estou vivenciando agora o último rodízio do internato, uma etapa cheia de significados e expectativas.</p><p>Iniciei esse ciclo na Unidade Assistencial de Pediatria (UDAP) e atualmente estou na Unidade de Pequenos Lactentes (UPL). Em meio à ansiedade pela formatura e pelos novos desafios da futura vida como médica recém-formada, sigo firme no propósito de aprender, crescer e contribuir.</p><p>Meu objetivo é continuar me dedicando aos estudos com responsabilidade e acima de tudo, oferecer cuidado humano aos pacientes e às suas famílias, sempre tentando deixando uma marca positiva por onde passar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 23:58:15 UTC</pubDate>
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         <title>Seminário e discussões com dra Priscila Lyra</title>
         <author>gisamcoelho</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante minha passagem na UPL, o assunto que abordamos em minha apresentação foi CMV congênita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 08:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>Semana - 2 UTIP</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A segunda semana na UTIP passou bem rápido. Foi uma semana tranquila também, porém densa emocionalmente. Nessa semana foram apenas dois plantões durante o período, então foi mais rápido mesmo. Alta de alguns pacientes e surgimento de alguns novos. Entre asma exarcerbada e pneumonias, foi uma semana de imersão no trato respiratório. Meus pequenos pacientes estiveram durante curto período no internamento (na verdade até brinco com minha “mão de alta”, porque apesar de termos alguns pacientes que ficam mais tempo na unidade, os meus logo vão embora – ainda bem!). No entanto nessa semana houve o óbito de um paciente que já tinha o prognóstico bastante reservado, o que me abalou um pouco ao pensar na família. O pequeno E. tinha um diagnóstico raro e tempo de evolução da doença avançado, o que contraindicava o processo terapêutico. Ele passou a ser acompanhado pela equipe de cuidados paliativos e estava sendo cuidado da melhor forma possível. A mãe, querida entre os profissionais, sempre muito apegada ao seu bebê, mas ciente do quadro. Fico pensando o quanto ecoa na sua mente o “e por falar em saudade, onda anda você” diariamente por conta dessa perda tão precoce? Aconteceu durante o final de semana, então não estive presente em tempo real para entender na prática o desenrolar empírico das notícias difíceis. Mas como a família já entendia o processo, creio que a aceitação tenha ocorrido de maneira menos trágica. No entanto, ainda muito dolorosa. Acho que na segunda semana esse que foi o marco que pensei em trazer na reflexão semanal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 01:28:05 UTC</pubDate>
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         <title>Vivências do internato</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Lucas Bahiense, tenho 25 anos, sou de Salvador, tropicalista de alma e estou vivenciando o último rodízio da graduação em Medicina — o internato em Pediatria. Chegar até aqui é, por si só, um exercício de memória: lembro das primeiras vezes em que me senti tocado por essa especialidade, ainda nos ciclos iniciais do curso, e do quanto me identifiquei com a escuta sensível e com a complexidade que envolve o cuidado da criança. Desde então, busquei me manter próximo da Pediatria - atuei na Liga Acadêmica de Neonatologia da Bahia, desenvolvi pesquisas na área e fui monitor do componente curricular de Pediatria I. Todas essas experiências não só aprofundaram minha formação, como também me despertaram uma afinidade verdadeira com essa área, alimentada pelas vivências práticas e pelo encantamento com o vínculo terapêutico que a pediatria permite.</p><p>O rodízio atual tem sido um espaço de reafirmações e descobertas. Reafirmações de uma escolha afetiva, que nasceu lá atrás e amadureceu com o tempo, e descobertas que têm ampliado minha compreensão sobre a complexidade do cuidado pediátrico. No quinto ano, meu primeiro contato prático com a Pediatria foi especialmente marcante, e agora, no sexto ano, a experiência nas enfermarias tem me desafiado a olhar mais fundo e com mais rigor clínico. Na Unidade Metabólica, convivi com crianças em grave estado de desnutrição proteico-energética, o que me fez refletir sobre a interface entre a biologia e a desigualdade social. Mais recentemente, na cardiopediatria do Hospital Ana Nery, tenho acompanhado crianças com cardiopatias congênitas complexas, muitas em fluxo cirúrgico, exigindo uma escuta atenta, domínio técnico e um olhar clínico cada vez mais preciso. Esses casos têm exigido de mim não apenas a aplicação dos conhecimentos sobre semiologia do aparelho cardiovascular e respiratório, mas também o refinamento do raciocínio clínico e da tomada de decisões, incluindo a escolha adequada de condutas terapêuticas e o domínio das particularidades da prescrição medicamentosa pediátrica.</p><p>Ao longo dessas semanas, tenho percebido o quanto a prática tem costurado os saberes acumulados durante a graduação — desde os conceitos de puericultura e imunização, até as bases da clínica médica e da fisiopatologia. Cada anamnese, cada ausculta, cada plano terapêutico é uma oportunidade de integrar teoria e prática com mais precisão e mais humanidade. Mais do que nunca, tenho compreendido o papel fundamental do médico generalista na assistência pediátrica de qualidade, reconhecendo seus limites, mas também seu potencial de acolhimento e de intervenção inicial segura.</p><p>À medida que a formatura se aproxima, cresce em mim não apenas a ansiedade de concluir um ciclo, mas sobretudo a gratidão pelas oportunidades formativas que a Pediatria tem me proporcionado. Tenho aprendido, a cada plantão, que cuidar de uma criança é também cuidar de uma família inteira — e que isso exige não só conhecimento, mas empatia, paciência e compromisso ético. Em meio aos desafios e alegrias desse rodízio, sigo firme na construção de um olhar clínico mais apurado e de uma escuta cada vez mais cuidadosa, com a certeza de que esses aprendizados me acompanharão muito além das paredes da faculdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-12 22:54:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3450950903</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Lucas Pereira Silva, tenho 30 anos e sou nascido e criado em Salvador. Neste momento, estou no último rodízio do internato, na especialidade de Pediatria. Confesso que nunca cogitei seguir essa área como escolha profissional, mas reconheço que ela tem me proporcionado aprendizados valiosos, que levarei comigo para a prática da medicina generalista.</p><p>O rodízio tem sido dividido em dois campos muito distintos e, ao mesmo tempo, complementares. Um deles é a Unidade Metabólica, onde tive contato direto com crianças em situação de desnutrição energético-proteica, muitas delas em contextos de extrema vulnerabilidade social. Acompanhá-las permitiu uma compreensão mais profunda sobre os determinantes sociais da saúde e a importância do cuidado integral. É impossível sair dessa experiência sem ser tocado pela força das famílias e pelo empenho das equipes multiprofissionais. A abordagem nutricional, o monitoramento constante dos sinais vitais, o estímulo ao vínculo materno-infantil e a escuta ativa fazem parte da rotina e revelam a complexidade do cuidado pediátrico nesses casos.</p><p>O outro campo do rodízio foi o setor de cardiopediatria do Hospital Ana Nery, onde tive contato com casos de cardiopatias congênitas, como comunicação interventricular, transposição das grandes artérias e tetralogia de Fallot. A vivência nesse ambiente ampliou minha visão sobre o papel do pediatra no acompanhamento longitudinal dessas crianças, desde o diagnóstico precoce, muitas vezes ainda na maternidade, até o encaminhamento cirúrgico e o acompanhamento ambulatorial. Observar o trabalho conjunto entre cardiologistas, cirurgiões, intensivistas e equipe de enfermagem foi inspirador. Apesar da distância física até o hospital e do cansaço acumulado ao longo do curso, cada caso atendido ali me lembrou da importância do olhar atento e técnico, mas também humano, para lidar com situações de alta complexidade.</p><p>Durante o quinto ano, tive uma experiência que até hoje considero uma das mais marcantes da graduação: o estágio em puericultura realizado na sede da Faculdade de Medicina da Bahia, no Terreiro de Jesus, no coração do Pelourinho. Foi um verdadeiro privilégio vivenciar o cuidado com a criança saudável naquele cenário histórico, que carrega séculos de tradição médica. Ali, aprendi o valor do acompanhamento contínuo, da promoção da saúde e da escuta cuidadosa às mães e familiares. Existe um misto de afeto e pertencimento ao lembrar daqueles corredores antigos, onde tantos médicos passaram antes de mim. A puericultura, com sua natureza preventiva e educativa, me encantou pela delicadeza e profundidade com que se aborda cada etapa do desenvolvimento infantil.</p><p>Reconheço que, neste último estágio, o cansaço acumulado de anos de formação pesa. A rotina puxada e os deslocamentos exigem bastante, e às vezes é difícil manter o mesmo ritmo de entusiasmo e dedicação. Ainda assim, tento lembrar que cada momento vivido, cada criança atendida e cada história ouvida compõem a construção do médico que estou me tornando.</p><p>A Pediatria, apesar de não ter sido meu foco inicial, me mostrou o quanto é essencial para qualquer médico, especialmente para quem, como eu, deseja atuar como generalista. Ela ensina mais do que técnicas; ensina escuta, paciência, acolhimento e respeito pelas diferentes fases da vida. Sou grato por esse rodízio, que encerra minha trajetória no internato com profundidade, humanidade e novos horizontes</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 17:39:17 UTC</pubDate>
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         <title>Semanas 4,5,6</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Saindo da UDAP, iniciei o estágio na Unidade de pequenos lactentes. Lá, é muito comum quadros de infecções congênitas, icterícia neonatal e hipoglicemia neonatal. O paciente que estou acompanhando desde a primeira semana até o momento é um RN que foi admitido com icterícia neonatal tardia, precisou fazer fototerapia quádrupla por diversos dias, nível inicial de bilirrubinas totais 42! (já era nível de exsanguineotransfusão, porém não foi realizada). Foi para o HUPES para investigação da colestase, com bilirrubinas totais em 12. Descartados até o momento fibrose cística, hipotireoidismo, atresia de vias biliares . Ainda não foi descartado galactosemia, estamos esperando o resultado do GALT. Outra suspeita diagnóstica para ele é colestase intrahepática familiar (PFIC). A gastrohepato está acompanhando este caso, visto que embora ele tivesse uma queda importante de bilirrubinas, ainda mantém icterícia, com BT de 9, além de níveis elevados de fosfatase alcalina, gama gt, TGO e TGP. O bebê está bem, ganhando peso, DNPM normal, porém ainda não pode ter alta porque não tem diagnóstico fechado. A gastrohepato sugeriu biópsia hepática para elucidação diagnóstica. Como material de estudo, recomendo este arquivo de revisão, embora seja um pouco antigo, consegue reunir as principais causas de colestase neonatal de forma bem didática e resumida, além de resumir quais são os principais exames complementares pertinentes a cada suspeita. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sprs.com.br/sprs2013/bancoimg/170118174030bcped_05_03_a05.pdf">https://www.sprs.com.br/sprs2013/bancoimg/170118174030bcped_05_03_a05.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 23:56:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Semana 7</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na UPL, fazemos apresentações semanais de assuntos pertinentes à faixa etária da UPL, sob supervisão de prof. Priscila. Minha apresentação foi sobre infecção do trato urinário. Segue a apresentação:</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 00:18:51 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiras vivências no HAN</title>
         <author>gisamcoelho</author>
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         <description><![CDATA[<p>A cardiopatia reumática é uma das cardiopatias mais frequentes na infância, principalmente no Nordeste. A prevenção é a melhor alternativa, o que tem apresentado muitas falhas, colocando pacientes dependentes de profilaxia para evitar novos quadros  agudos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-21 12:43:58 UTC</pubDate>
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         <title>Cardiopatias congênitas </title>
         <author>gisamcoelho</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3461853079</link>
         <description><![CDATA[<p>No HAN, o que mais acompanhamos são casos de cardiopatias congênitas e para identificação da cardiopatia em questão é fundamental a realização do Ecocardiograma transtorácico. Em muitos casos, o eco fetal identifica a cardiopatia congênita precocemente, favorecendo a correção cirúrgica o mais breve possível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-21 21:31:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CASO 01</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3465774936</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante minha experiência no Hospital Ana Nery (HAN), acompanhei o caso de uma paciente pediátrica de 11 anos com diagnóstico de cardite reumática descompensada.</p><p>A paciente foi admitida com queixa de dispneia progressiva, ortopneia e cansaço aos mínimos esforços. No exame físico, apresentava taquidispneia, sopro sistólico em foco mitral, de intensidade grau IV/VI, com irradiação para o dorso, fígado palpável a 7 cm do rebordo costal direito, edema em membros inferiores e presença de gradiente térmico até o terço médio dos membros inferiores — achados compatíveis com insuficiência cardíaca congestiva em fase descompensada.</p><p>O ecocardiograma evidenciou insuficiência mitral e aórtica importantes, mas ainda com função sistólica biventricular preservada.</p><p>Exames laboratoriais mostraram elevação de marcadores inflamatórios (PCR e VHS) e ASLO de 400 UI/mL.</p><p>A paciente foi inicialmente manejada com diuréticos e suporte clínico para controle da congestão, além de penicilina benzatina a cada 21 dias.</p><p>Apresentou evolução clínica favorável com melhora dos sintomas congestivos, permitindo estabilização do quadro. Contudo, diante da gravidade e irreversibilidade das lesões valvares, foi indicada cirurgia de troca valvar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 19:05:58 UTC</pubDate>
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         <title>DISCUSSÃO DE CASO CLÍNICO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3465780900</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das sessões de discussão de caso clínico foi exatamente sobre uma criança com cardite reumática descompensada. Foi um momento muito enriquecedor de aprendizado com Dra. Isabel, no qual analisamos em conjunto os achados relevantes da história clínica e do exame físico, além de discutirmos os principais achados dos exames complementares, os diagnósticos diferenciais e a prescrição completa para admissão hospitalar de um paciente com cardiopatia reumática na enfermaria.</p><p>Como eu estava acompanhando uma paciente com um quadro muito semelhante na prática clínica, essa discussão teve um impacto ainda mais significativo para mim, pois possibilitou a aplicação imediata do conhecimento teórico na vivência prática, consolidando conceitos e aprofundando minha compreensão sobre o manejo da febre reumática em sua forma mais grave. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 19:21:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3465785540</link>
         <description><![CDATA[<p>O tema febre reumática gerou ainda boas discussões durante a vivência. As residentes compartilharam esse material. Um dos principais focos foi a revisão dos critérios diagnósticos, usamos o mnemônico CANECA DE CAFÉ, ensinado pela plantonista como forma de facilitar a memorização dos critérios maiores e menores de Jones. Também revisamos a profilaxia secundária.</p><p><br/></p><p>CANECA – Critérios maiores:</p><p>C: Cardite</p><p>A: Artrite (poliartrite migratória)</p><p>N: Nódulos subcutâneos</p><p>E: Eritema marginado</p><p>CA: Coreia de Sydenham</p><p><br/></p><p>DE CAFÉ – Critérios menores:</p><p>D: Dor articular (artralgia)</p><p>E: Elevação de VHS/ PCR</p><p>C</p><p>A: Aumento do intervalo PR (ECG)</p><p>FÉ: Febre</p><p><br/></p><p>Profilaxia Secundária</p><p>Penicilina benzatina intramuscular a cada 21 dias</p><p>Duração da profilaxia depende da presença e gravidade da cardite:</p><ul><li><p>FR sem cardite: 5 anos ou até os 21 anos (o que for maior)</p></li><li><p>FR com cardite, insuficiência mitral leve ou residual ou resolução da lesão valvar: 10 anos ou até os 25 anos (o que for maior)</p></li><li><p>Lesão valvar residual moderada a grave: até os 40 anos ou por toda a vida</p></li><li><p>Após cirurgia valvar: por toda vida</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 19:37:27 UTC</pubDate>
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         <title>CASO 2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3465788699</link>
         <description><![CDATA[<p>O segundo caso que acompanhei foi de um paciente de 13 anos com diagnóstico de Tetralogia de Fallot ao nascimento, submetido à correção cirúrgica aos 2 anos de idade.</p><p>Evoluiu nos últimos anos com piora progressiva da tolerância ao esforço, apresentando dispneia aos esforços moderados e intensos, além de tosse persistente e dispneia paroxística noturna, impactando negativamente sua qualidade de vida. Em ecocardiograma, foi identificada insuficiência pulmonar significativa, levando à indicação cirúrgica.</p><p>O paciente foi admitido para realização de troca da valva pulmonar por prótese biológica e valvuloplastia tricúspide. Após procedimento, ficou na UTI e posteriormente foi transferido para a enfermaria, apresentando boa resposta clínica, com suporte medicamentoso ajustado conforme necessidade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 19:49:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3465792023</link>
         <description><![CDATA[<p>Usei esse material da AHA para aprender um pouco mais sobre a Tetralogia de Fallot (TF), que é a cardiopatia congênita cianótica mais comum. A leitura me ajudou a compreender melhor os mecanismos fisiopatológicos da doença, especialmente o impacto da obstrução da via de saída do ventrículo direito sobre o fluxo pulmonar e a consequente cianose.</p><p>A TF é composta por quatro alterações anatômicas principais: estenose da via de saída do ventrículo direito, hipertrofia ventricular direita, dextroposição da aorta e comunicação interventricular (CIV). Essas anomalias resultam em shunt direita-esquerda, comprometendo a oxigenação sanguínea e, clinicamente, manifestando-se por cianose, hipoxemia e intolerância ao esforço.</p><p>Esse caso também reforçou a importância do acompanhamento a longo prazo desses pacientes, mesmo após a correção cirúrgica, já que podem desenvolver sequelas como insuficiência da valva pulmonar, arritmias ventriculares, disfunção do VD e necessidade de reintervenções. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 20:01:00 UTC</pubDate>
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         <title>Se despedindo do HAN </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O tempo passou muito rápido, mas a experiência foi muito significativa. Foi nítido o quanto crescemos ao longo do rodízio. Eu, que iniciei a experiência um pouco desmotivada, percebi um grande avanço no meu conhecimento — especialmente em cardiopatias congênitas — mas também em temas mais gerais como febre reumática, hipertensão arterial sistêmica, insuficiência cardíaca e endocardite...</p><p>Mas sem dúvidas o maior ganho foi na semiologia. Saímos do rodízio muito mais seguros na avaliação do sistema cardiovascular. Os sopros, que antes pareciam tão desafiadores, agora faziam mais sentido. Começamos a identificar suas características com mais precisão, entendendo melhor os termos técnicos da cardiologia pediátrica. Foi uma evolução prática e teórica que certamente levaremos para toda a vida médica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 20:11:08 UTC</pubDate>
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         <title>Olá, Unidade Metabólica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O primeiro caso que acompanhei na Unidade Metabólica foi o de uma adolescente de 14 anos com importantes comorbidades neurológicas e nutricionais. A paciente possui diagnóstico de Doença Encefálica Progressiva (DEP) grave, Encefalopatia Crônica Não Progressiva, epilepsia e gastrostomia desde junho de 2024. Realiza acompanhamento no OSID e foi encaminhada ao HUPES com o objetivo de otimização nutricional, diante de episódios frequentes de refluxo pós-prandial, distensão abdominal e baixo peso (11 kg), visando posterior avaliação cirúrgica para fundoplicatura.</p><p>Durante a internação, evoluiu com sonolência e odor forte na urina, referido pela avó. Foi então solicitado sumário de urina e urocultura e iniciado tratamento empírico com amoxicilina + clavulanato. O exame confirmou infecção por <em>Escherichia coli</em> sensível ao antibiótico, com boa resposta clínica.</p><p>Apesar de manter episódios de regurgitação mesmo em alimentação por gastrostomia e apresentar episódios de distensão abdominal, evoluiu com ganho ponderal expressivo de 3 kg durante a internação, o que refletiu uma melhora do estado nutricional. Diante dessa evolução, foi encaminhada novamente ao OSID para continuidade do acompanhamento e agendamento da cirurgia de fundoplicatura.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-24 20:29:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante o rodízio, a preceptoria nos recomendou o Manual de Atendimento da Criança com Desnutrição Grave em Nível Hospitalar, um material extremamente didático e essencial para esse início. A leitura foi esclarecedora e me ajudou a sistematizar a abordagem desses pacientes tão vulneráveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 20:41:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3465804507</link>
         <description><![CDATA[<p>O segundo caso que acompanhei na Unidade Metabólica foi o de uma paciente de 12 anos com diagnóstico de hepatite autoimune com evolução para cirrose hepática, acompanhada desde os 9 anos pela equipe de gastrohepatologia do Hospital da Criança (HEC), em Feira de Santana.</p><p>A paciente foi admitida no HUPES para manejo de um quadro de gastroenterite, após internação prévia em hospital do interior com diarreia líquida de grande e febre. A mãe relatava melhora progressiva das dejeções, com resolução no dia anterior à admissão, mantendo apenas dor abdominal tipo cólica. Durante o episódio, a paciente também apresentou epistaxe autolimitada.</p><p>Sua história clínica é marcada por múltiplas internações nos últimos meses, com episódios de dor abdominal intensa, febre, anasarca e plaquetopenia grave, tendo sido manejada com antibióticos para suspeita de colangite e peritonite bacteriana espontânea. Evoluiu com pancreatite associada ao uso de azatioprina e, posteriormente, hiperglicemia persistente atribuída ao uso de tacrolimus e corticoides, com diagnóstico de diabetes mellitus em abril de 2025. Desde então, o tacrolimus foi suspenso e não está fazendo uso de nenhum imunossupressor.</p><p>Ao longo da internação atual, chamou atenção o achado laboratorial de pancitopenia — com plaquetopenia significativa (8.000), leucopenia (1.270) e anemia leve (Hb 9,9). Apesar da gravidade dos valores, não houve indicação de transfusão pela equipe de hematologia, considerando a ausência de sangramentos ativos e valor de plaquetas acima de 5.000/mm³. O quadro foi atribuído ao hiperesplenismo e à hipertensão portal decorrentes da cirrose hepática.</p><p>No momento, a paciente está estável e aguarda avaliação da equipe de transplante hepático.  </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-24 20:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>Acabou!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3465806840</link>
         <description><![CDATA[<p>Para celebrar o encerramento do rodízio e também a conclusão do curso, confraternizamos com as residentes e preceptores, um momento leve e especial depois de tantos dias intensos.</p><p>Sou imensamente grata por todas as experiências que vivi durante esse rodízio. Por cada família que, com generosidade, me permitiu entrar em seu mundo e cuidar de suas crianças. Foram encontros que marcaram minha formação, que ampliaram minha escuta, minha empatia e minha responsabilidade como futura médica.</p><p>Saio desse rodízio com o coração cheio e a certeza de que cada caso, cada troca e cada gesto fizeram parte de um processo de crescimento que levarei comigo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 20:54:31 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões e aprendizados</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3465823615</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o rodízio, tive a oportunidade de acompanhar pacientes com condições de saúde desafiadoras — no melhor estilo HUPES. A vivência prática proporcionou um aprendizado valioso sobre temas como síndrome nefrótica, hipoglicemias, doenças cutâneas, entre outros. Sem dúvida, ver de perto determinadas doenças é o que mais estimula o estudo ativo e contribui para a consolidação real do conhecimento.</p><p>No entanto, para além do aspecto acadêmico, esse período também me levou a refletir sobre a complexidade da vida. Foi marcante observar crianças — muitas ainda nos primeiros dias de vida — enfrentando condições graves, que provavelmente as acompanharão por toda a existência. Ainda mais tocante foi perceber a força e a resiliência dos seus acompanhantes, majoritariamente mães, que mesmo diante do sofrimento dos filhos e do próprio desgaste físico e emocional, mantêm-se firmes.</p><p>Essas experiências cotidianas despertam uma profunda reflexão sobre a relatividade dos nossos próprios problemas e sobre a finitude da vida. Ao mesmo tempo, também trazem esperança: é impossível não se emocionar ao ver aqueles pequenos lutando diariamente para superar desafios e, quem sabe, voltarem para casa com saúde e dignidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-24 22:07:23 UTC</pubDate>
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         <title>O Início - Metabólica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3466067874</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante minha vivência na unidade metabólica, fui profundamente tocado pela realidade de crianças em situação de desnutrição proteico-calórica grave. Muito além dos sintomas clínicos e das medidas antropométricas, o que mais me marcou foi compreender a complexa rede de determinantes sociais que atravessa a fome no Brasil. A desnutrição infantil, nesse cenário, é apenas a ponta visível de um iceberg de desigualdades históricas, negligências estruturais e abandono social. Ser médico, independentemente da especialidade escolhida, exige sensibilidade e preparo para enxergar e agir sobre essas vulnerabilidades. A fome não é só ausência de alimento — é ausência de cuidado, de políticas públicas efetivas, de justiça. E o impacto dessa privação nos primeiros anos de vida se estende para muito além da infância, comprometendo o desenvolvimento neurológico, a saúde mental, a imunidade e o futuro de milhares de crianças brasileiras.</p><p>Foi também um momento formativo em muitos sentidos. Aprender o protocolo DEP, com toda a sua complexidade e precisão, despertou em mim uma admiração ainda maior pela Pediatria. Compreender o cálculo do Volume Energético Total, reconhecer os sinais clínicos de cada fase da desnutrição e saber indicar corretamente as fórmulas nutricionais específicas — da F75 à F100 — foi um exercício de responsabilidade e técnica, mas, acima de tudo, de humanidade. Cada fórmula oferecida, cada plano alimentar montado, carrega em si uma tentativa de devolver àquelas crianças não só o peso perdido, mas também a dignidade e a possibilidade de recomeçar. A experiência me transformou. Ensinaram-me que o cuidado começa no prato, mas não pode terminar ali.</p><p><br></p><p>Nesse aspecto, algo que me marcou bastante foi lembrar da letra da música "Miséria" dos Titãs:</p><p><br></p><p>"Miséria é miséria em qualquer canto<br>Fracos, doentes, aflitos, carentes<br>Riquezas são diferentes<br>O Sol não causa mais espanto<br>Miséria é miséria em qualquer canto<br>Cores, raças, castas, crenças<br>Riquezas são diferenças"</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 10:34:33 UTC</pubDate>
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         <title>Fim da Metabólica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3466070568</link>
         <description><![CDATA[<p>Encerrar meu estágio na unidade metabólica foi tão desafiador quanto enriquecedor. Acompanhando casos tão complexos quanto humanos, percebi o quanto a Pediatria exige do olhar clínico, mas também da escuta sensível, da leitura cuidadosa dos contextos familiares e sociais e da disposição contínua para o cuidado longitudinal. A vivência me ensinou que por trás de diagnósticos como desnutrição grave, fibrose cística ou encefalopatia não progressiva, há histórias de abandono, exclusão, desigualdade — mas também de resistência, afeto e dignidade.</p><p>Acompanhei uma adolescente de 14 anos com desnutrição proteico-calórica grave, bicitopenia, paralisia cerebral espástica e epilepsia, alimentada por gastrostomia, marcada não apenas por suas condições clínicas, mas também por uma história de abandono parental. Aprendi, com ela, sobre a complexidade de cuidar de alguém cuja nutrição é mediada por tantos fatores: neurológicos, hematológicos, afetivos e sociais. Conheci também uma lactente de três meses, com baixo peso, múltimas malformações e indícios de erro inato do metabolismo — um caso que desafiava o raciocínio diagnóstico e exigia olhar atento ao desenvolvimento, às síndromes raras e ao prognóstico ainda incerto. E por fim, uma menina de 10 anos com fibrose cística em homozigose, marcada por repetidas exacerbações respiratórias, colonização por patógenos resistentes, insuficiência pancreática e desnutrição crônica. Com ela, vi a importância do cuidado contínuo, da reabilitação nutricional associada ao manejo rigoroso das complicações pulmonares, do uso criterioso de antibióticos e enzimas pancreáticas, e da articulação com a rede de imunização.</p><p>Cada uma delas me ensinou algo único — e todas reforçaram em mim a certeza de que a medicina só cumpre seu papel quando se compromete com o cuidado integral. Em um país onde a fome ainda é instrumento de exclusão, aprender a cuidar de crianças desnutridas é um gesto político.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 10:42:08 UTC</pubDate>
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         <title>Cardiopediatria - O Início</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O segundo mês do internato em pediatria me conduziu a um território novo e inquietante: o setor de cardiopediatria do Hospital Ana Nery. Desde o primeiro dia, ficou evidente que eu estava diante de uma enfermaria com uma dinâmica profundamente distinta de tudo o que havia vivenciado até então. Era um ambiente técnico, de altíssima complexidade, marcado por crianças com cardiopatias congênitas graves — muitas delas em preparo para intervenções cirúrgicas ou em recuperação pós-operatória. A maioria dos casos envolvia malformações cardíacas com apresentações clínicas intricadas, demandando um raciocínio anatômico e fisiopatológico apurado, para além do que é usualmente ensinado ao longo do curso.</p><p>Foi, sem dúvida, um estágio desafiador. Pela primeira vez, estive frente a frente com pacientes cuja condição exigia não apenas sensibilidade clínica, mas também uma precisão técnico-científica que, até então, só conhecia pelos livros. A ansiedade foi inevitável. Lidar com crianças potencialmente instáveis, muitas em cuidados intensivos, me confrontou com o limite entre o saber teórico e a necessidade urgente de aplicá-lo de forma segura e responsável. Em cada visita à beira-leito, era como se eu tivesse de revisitar toda a anatomia cardíaca, como se cada sopro auscultado fosse um convite a interpretar caminhos tortuosos do fluxo sanguíneo.</p><p>Reaprender a semiologia cardíaca foi, nesse contexto, não apenas uma obrigação acadêmica, mas uma necessidade visceral. Ouvir os sopros e reconhecer suas características, correlacioná-los com os defeitos septais, valvopatias e anomalias de posicionamento, exigiu treino e humildade. Voltei aos fundamentos: o foco cardíaco, a intensidade e o timbre do sopro, a presença de frêmitos, o ritmo e os desdobramentos das bulhas. E, ao lado disso, também me vi às voltas com os eletrocardiogramas — que deixaram de ser traçados abstratos e se tornaram, ali, expressões palpáveis de sobrecargas cavitárias, bloqueios de ramo e sinais de sofrimento cardíaco.</p><p>Foi nesse contexto de alta complexidade que entendi o quanto a cardiopediatria é uma especialidade que exige não apenas conhecimento técnico, mas sensibilidade e escuta. Cada criança ali internada era um corpo em luta, mas também uma vida em suspensão — aguardando procedimentos que, em muitos casos, representavam a chance de recomeçar. Acompanhar esse processo foi um privilégio e uma lição de humanidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 10:51:23 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Nery - Fim</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3466079270</link>
         <description><![CDATA[<p>Encerrar o estágio em cardiopediatria no Hospital Ana Nery foi como cruzar a linha de chegada de uma maratona longa, densa e emocionalmente exigente. Foi, sem dúvida, uma das experiências mais enriquecedoras de todo o internato — e, paradoxalmente, uma das mais exaustivas. Já às portas da formatura, quando o corpo acusa o peso de seis anos intensos de curso e a mente tenta conciliar os últimos plantões com os compromissos solenes da despedida, a rotina imposta por uma das enfermarias mais dinâmicas por onde passei exigiu de mim um fôlego adicional. As admissões não cessavam: externas ou transferências da UTI ao fim do dia — tudo em um fluxo contínuo, que me levou a revisitar, dia após dia, a importância da vigilância clínica, da escuta atenta e da persistência diante do desconhecido.</p><p>Ainda assim, foi um mês marcado por encontros memoráveis. Um deles foi com um bebê de apenas dez meses, portador de defeito do septo atrioventricular total, coarctação de aorta e persistência do canal arterial — um quadro de altíssima complexidade, que exigiu múltiplas intervenções cirúrgicas ao longo da internação. A história dele se entrelaçou à minha durante todo o estágio, em uma permanência hospitalar que já somava 78 dias quando finalmente recebeu alta. Em sua trajetória, enfrentou uma primeira cirurgia aos dois meses de vida, com correção da coarctação, ampliação do arco aórtico e ligaduras do canal arterial e do ducto torácico. Mais recentemente, foi submetido a uma reabordagem extensa: ampliação do arco, fechamento de cleft da válvula AV única, atriosseptoplastia e ventriculosseptoplastia — um procedimento demorado e de risco, seguido de complicações como sangramento pulmonar, suspeita de estenose valvar e mediastinite por <em>Staphylococcus epidermidis</em>.</p><p>Apesar de tudo, resistiu. E, ao longo do mês, aquele pequeno corpo marcado por cicatrizes e curativos passou a ser também o centro de sorrisos e gestos de ternura. Bastava que ele abrisse o sorriso — largo, espontâneo, encantador — para que a enfermaria inteira suavizasse o peso de mais um plantão. Foi profundamente gratificante vê-lo ir para casa, depois de quase três meses internado, dizendo “papai” ao cruzar a porta da enfermaria. Aquilo, mais do que qualquer evolução clínica, foi o verdadeiro sinal de recuperação: a retomada da vida em sua expressão mais simples e poderosa.</p><p>Nos últimos dias do estágio, uma nova paciente chegou às minhas mãos: uma bebê de dois meses, prematura tardia, filha de mãe diabética insulino-dependente, encaminhada inicialmente com diagnóstico de persistência do canal arterial. No entanto, a complexidade de seu quadro foi se revelando aos poucos, como um quebra-cabeça a ser cuidadosamente montado. Desde o nascimento, ela apresentava dessaturações importantes, necessitando de suporte respiratório intermitente. A investigação cardiológica apontou sinais indiretos de hipertensão pulmonar moderada, hipertrofia septal, dilatação de câmaras direitas, além de uma comunicação interatrial e um canal arterial hipertenso. A angiotomografia revelou ainda uma estrutura anatômica rara: uma membrana parcial no átrio esquerdo, levantando a hipótese de <em>cor triatriatum</em>. E, somando-se ao quadro, características dismórficas como artéria umbilical única, anomalias auriculares e membros superiores curtos, reforçavam a possibilidade de uma síndrome genética ainda não determinada.</p><p>Acompanhar essa paciente foi mais uma vez um exercício de humildade diante da incerteza, um lembrete de que a medicina da infância, sobretudo a cardiopediátrica, nem sempre entrega respostas prontas. Há silêncios diagnósticos que também educam — e há investigações que, mesmo inacabadas, nos moldam como médicos e nos tornam mais atentos à complexidade do ser humano.</p><p>Agora, ao fim de tudo, reconheço o cansaço que me atravessa como legítimo. Foram meses intensos, sustentados por muita dedicação, mesmo quando a exaustão ameaçava tomar conta. Mas, acima de tudo, termino essa etapa com o coração cheio de gratidão e entusiasmo. Estou feliz por ter encerrado esse ciclo em meio a histórias tão marcantes e enriquecedoras — e, mais do que nunca, ansioso pelos caminhos que se abrem à frente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 11:03:47 UTC</pubDate>
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         <title>Um balanço sobre tudo que passou</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3466183632</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Isabela e hoje concluo o internato em pediatria, e com o fim desse rodízio vem também o fim da graduação. Sou grata por tudo que passei e pude viver até aqui! Fico feliz por todas as trocas vividas, por ter tido a oportunidade de conviver com preceptoras maravilhosas e residentes tão parceiras. A pediatria me ensinou diariamente sobre compromisso e dedicação aos pacientes, sem deixar de lado suas histórias e contextos sociais. Sinto que minha formação foi, verdadeiramente, completa e que eu não poderia encerrar a faculdade por rodízio melhor!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 14:19:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UDAP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/v1gd6yuf2tzjf0b0/wish/3466192680</link>
         <description><![CDATA[<p>A experiência na UDAP foi fantástica! Essa foto é do último dia, todos os internos de azul para combinar com o jaleco de Dra Luiza! Foi muito bom, aprendizado para além da Medicina! Agradeço às preceptoras, diariatas e plantonistas! Em especial minha gratidão à Dra Monica, Dra Luisa, Dra Ive, Dra Lara, Dr Cris e Dr Reinan, super parceiros de jornada! Às resis: sem palavras pra vocês! Parceiras queridas de jornada! E meus amigos internos, que tornaram tudo mais leve, trabalhando junto encarando o cotidiano com parceria e amizade! Fui feliz demais nesse mês e levarei os momentos no meu coração. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 14:33:05 UTC</pubDate>
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