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      <title>Ictismo by Gabriel Silva</title>
      <link>https://padlet.com/gabrielcs2201/v17dngkenxhdmk1w</link>
      <description>Acidentes Causados por Peixes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-07 22:37:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-11 12:08:02 UTC</lastBuildDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>gabrielcs2201</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielcs2201/v17dngkenxhdmk1w/wish/1504249045</link>
         <description><![CDATA[<div>ICTISMO é o nome dado aos acidentes causados por animais aquáticos em seres humanos. Eles são classificados em acidentes ativos e passivos.</div><blockquote><strong><em>ACIDENTES ATIVOS</em></strong></blockquote><ul><li>São causados pela picada ou mordedura de peixes. Estes podem ser peçonhentos (apresentam glândulas de veneno e seu acidente libera toxinas no corpo da vítima), recebendo a denominação de acidente acantotóxico, tendo como exemplo o acidente causado pelo ferrão da arraia;&nbsp; ou também podem ser acometidos por peixes não peçonhentos, recebendo a denominação de acidente traumáticos, tendo como exemplo os acidentes causados pela mordedura de piranhas e a descarga elétrica causada pelo peixe poraquê.</li></ul><blockquote><strong>ACIDENTES PASSIVOS</strong></blockquote><ul><li>São causados pela ingestão de peixes os quais apresentam toxinas em seu corpo. Pode ser acometido por peixes os quais apresentam vesícula produtora de toxina, recebendo a denominação de peixes sarcotóxicos (como por exemplo os baiacus), por peixes os quais estão contaminados por alguma toxina a qual ingeriu (como por exemplo, a ingestão, por parte dos peixes,&nbsp; de toxinas como a ciguatoxina e o metilmercurio, causando efeito bioacumulativo que no final causa a intoxicação de seres humanos) e, por fim, pode ser causado pela ingestão de peixes mal conservados, os quais recebem o nome de acidentes escrombróticos.</li></ul><div><br><strong>Referências:</strong> <strong>Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos.</strong> 2ª ed. Brasília: Fundação Nacional da Saúde, FUNASA. 2001.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 22:40:29 UTC</pubDate>
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         <title>AÇÕES DO VENENO</title>
         <author>gabrielcs2201</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielcs2201/v17dngkenxhdmk1w/wish/1504250778</link>
         <description><![CDATA[<div>A forma como o veneno age no organismo infectado varia de acordo com o tipo de toxina apresentada pelo peixe e elas podem ser divididas em:&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong>TOXINAS DE PEIXES ACANTOTÓXICOS:</strong> o veneno de peixes peçonhentos, conhecidos como acantotóxicos, tem ação necrosante no corpo humano e, além disso, tem característica termolábil, ou seja, perde suas propriedades em baixas temperaturas.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>TETRODONTOXINA: </strong>A tetrodontoxina age no organismo a partir da digestão (acidente sarcotóxico) de peixes da família<em> Tetradontidae, </em>os<em> </em>chamados baiacus. Essa toxina causa paralisia e é um bloqueador neuromuscular.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>CIGUATOXINA</strong>: Também age no organismo a partir da digestão, é caracterizado pelo efeito bioacumulativo e neurotoxicidade.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>TOXINA DE ACIDENTES ESCROMBÓTICOS</strong>: A mal conservação de peixes permite que específicas&nbsp; bactérias causem a descarboxilação do aminoácido histidina, produzindo a toxina saurina que é capaz de liberar histamina no corpo humano, a qual em altos níveis é tóxica.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>METILMERCURIO</strong>: Age no organismo a partir da digestão, apresenta efeito bioacumulativo e afeta o sistema nervoso.&nbsp;</li></ul><div><br><strong>Referências:</strong></div><div><strong>Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos.</strong> 2ª ed. Brasília: Fundação Nacional da Saúde, FUNASA. 2001.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 22:41:49 UTC</pubDate>
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         <title>QUADRO CLÍNICO</title>
         <author>gabrielcs2201</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielcs2201/v17dngkenxhdmk1w/wish/1504251187</link>
         <description><![CDATA[<div>A sintomatologia dos acidentes por peixes peçonhentcs depende da espécie animal e da quantidade de veneno absorvido.<br><br>As manifestações clínicas podem ser divididas em duas partes:<br><br></div><ul><li><strong>LOCAIS: </strong>O ferimento puntiforme ou lacerante é acompanhado por dor imediata e intensa no inicio, durando horas ou até dois dias. O eritema e edema, em alguns casos, acomete todo o membro atingido. Nos casos graves segue-se linfangite, reação ganglionar, abscedação e necrose dos tecidos no local do ferimento.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>GERAIS: </strong>Pode ocorrer fraqueza, sudorese, náuseas, vômitos, vertigens, hipotensão, choque e até óbito, na dependência do local e extensão do trauma.</li></ul><div><br></div><div>Referência: <strong>Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos.</strong> 2ª ed. Brasília: Fundação Nacional da Saúde, FUNASA. 2001.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 22:42:09 UTC</pubDate>
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         <title>PROGNÓSTICO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabrielcs2201/v17dngkenxhdmk1w/wish/1504267150</link>
         <description><![CDATA[<div>Em geral, nos acidentes traumatogênicos e acantotóxicos o prognóstico é favorável, mesmo em casos com demora na cicatrização, com exceção dos acidentes provocados por arraias e peixes escorpião, cujo prognóstico pode ser desfavorável, pois possuem caráter necrosante; as complicações podem ser: abcessos, úlceras, infecções bacterianas e gangrena, o que pode causar amputações de segmentos do corpo.<br>Nos acidentes tetrodontóxico (peixes que possuem toxinas na pele) e ciguatóxico (peixes que podem causar neurotoxidade), o prognóstico é reservado e a taxa de letalidade pode ultrapassar 50% e 12%, respectivamente.<br>Já nos acidentes escombróticos, em que ocorre a descarboxilação da histidina na carne de peixes mal conservados resultando na produção da toxina saurina que libera histamina no ser humano, o prognóstico, geralmente, é bom, pois a resposta à intoxicação assemelha-se a uma resposta alérgica aguda, sendo controlada de modo eficaz com um anti-histamínico.<br>Referência: <strong>Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos.</strong> 2ª ed. Brasília: Fundação Nacional da Saúde, FUNASA. 2001.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 22:54:44 UTC</pubDate>
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         <title>PROFILAXIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabrielcs2201/v17dngkenxhdmk1w/wish/1520989314</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>COMO PREVENIR ACIDENTES</strong></blockquote><ul><li>Evitar banhos em águas sabidamente habitadas por candirus, piranhas, poraquês, arraias, bagres, etc.;&nbsp;</li><li>Manusear cuidadosamente os peixes na sua retirada do anzol ou da rede;&nbsp;</li><li>Cuidado ao pisar no fundo do mar ou rios com os pés descalços. Andar arrastando os mesmos no fundo;</li><li>Ingestão de peixes considerados venenosos devem ser evitados.</li></ul><div><br></div><blockquote><strong>PRIMEIROS SOCORROS</strong></blockquote><ul><li>Lavar o local com água;&nbsp;</li><li>Fazer compressas de água morna.</li></ul><div><br>Referência: <strong>Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos.</strong> 2ª ed. Brasília: Fundação Nacional da Saúde, FUNASA. 2001.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 13:42:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TRATAMENTO                                        Tratamento para acidentes por peixe</title>
         <author>gabrielcs2201</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielcs2201/v17dngkenxhdmk1w/wish/1551849876</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>CONTAMINAÇÃO ATIVA:&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Para o tratamento de acidentes ativos, o recomendado é medicamentos que visem aliviar a dor, combater os efeitos dos venenos e prevenir uma infecção bacteriana. Imediatamente após a ferroada, é necessário limpar o ferimento com água fria ou uma solução fisiológica, para remover a maior quantidade de toxina possível. Em seguida, deve-se colocar o ferimento em água quente (temperatura de 40 a 50°C) ou envolve-lo com uma compressa úmida, por cerca de 30 a 60 minutos para promover a vasodilatação, aliviar a dor do indivíduo e impedir o efeito do veneno (a maioria dos venenos tem instabilidade térmica).&nbsp; Visando o alivio da dor e a remoção do epitélio do peixe, e de outros corpos estranhos (como restos de ferrão), também pode ser utilizado lidocaína a 2% (sem vasoconstritor). A abordagem terapêutica é com base em analgésicos, anti-inflamatórios e se necessário antitetânicos, e é fundamental deixar o dreno na lesão para retirar excesso de líquidos. Em casos da persistência dos sintomas, realiza-se um exame radiológico para mostrar algum fragmento do ferrão e indicar uma exploração cirúrgica.</li><li><strong>CONTAMINAÇÃO PASSIVA: </strong>Sobre o tratamento para a ingestão de peixes venenosos, a indicação médica é o suporte ao indivíduo. Entretanto, uma recomendação imediata é uso de laxantes (como leite de magnésia ou água albuminosa) para uma lavagem gástrica, e possível remoção de mercúrio ou de outros materiais tóxicos. Também é recomendado o dimercaprol para prevenir ou evitar os efeitos tóxicos causados pelo metal. Na ingestão recente é recomendado a indução de vomito para expelir o alimento intoxicado. Para a intoxicação por escombroide mais grave, tanto para o tratamento quanto para a prevenção, o medicamento mais recomendado é o anti-histamínico sendo o mais indicado, o contra receptor de H1. Em acidentes por ciguatera, é sugerido a utilização de manitol IV, para aumentar a quantidade de urina produzida e com isso tentar eliminar as toxinas. Em acidentes com baiacu, não existe antídoto para tetrodotoxina, a conduta realizada é apenas o suporte, principalmente o de apoio respiratório, realizando uma hidratação rigoroso, ventilação mecânica para auxiliar a respiração do paciente e usando medicamentos para manter a pressão arterial em níveis adequados.&nbsp;</li></ul><div><strong>Referências:</strong> ABCMED, 2013. Intoxicação por mercúrio: causas, sinais e sintomas, diagnóstico, tratamento, prevenção. Disponível em: https://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/351414/intoxicacao-por-mercurio-causas-sinais-e-sintomas-diagnostico-tratamento-prevencao.htm . Acesso em: 22 mai. 2021.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; BRASIL, Ministério da Saúde. Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos. Fundação Nacional de Saúde, 1992. Brasília, Distrito Federal.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;LAMEIRAS, JLV. Perfis proteicos, enzimáticos e miotoxidade induzidos pelos venenos das arraias amazônicas: Plesiotrygon iwamae Rosa, Castello &amp; Thorson, 1987 E Potamotrygon motoro Müller &amp;Henle, 1841 (Chondrichthyes – Potamotrygonidae). 2013. 89 folhas.&nbsp; Dissertação (Mestrado em Imunologia básica e aplicada) –– Universidade Federal do Amazonas, Manaus.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O’MALLEY GF, O’MALLEI, Rika. Intoxicação por peixe e marisco. MD.Saúde. Rio de Janeiro, 2018. Disponível em: Intoxicação por peixe e marisco - Lesões; Intoxicação - Manuais MSD edição para profissionais (msdmanuals.com). Acesso em: 22 de maio de 2021.<br>SOUZA, ALM et al. Histamina e rastreamento de pescado: revisão de literatura. Arquivo do Instituto Biológico. vol.82. São Paulo. 2015.&nbsp; Epub Jan 08, 2016. https://doi.org/10.1590/1808-1657000382013.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 21:44:49 UTC</pubDate>
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         <title>MORFOLOGIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabrielcs2201/v17dngkenxhdmk1w/wish/1558701585</link>
         <description><![CDATA[<div>A morfologia desses peixes é bastante diversidade porém, de forma geral, pode ser diferenciada em:&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong>ACANTOTÓXICOS</strong>: são peixes peçonhentos e apresentam espinhos ou ferrões pontiagudos envolvidos por um tecido gladular o qual carrega as glândulas de veneno que se rompem na ferroada.</li><li><strong>NÃO VENENOSOS DE ACIDENTE ATIVO</strong>: peixes que causam acidentes traumáticos não apresentam veneno e em sua morfologia pode apresentar dentes pontiagudos, como no caso das piranhas, ou fatores elétricos, como no casa dos poraquês.</li><li><strong>SARCOTÓXICOS OU VENENOSOS:</strong> Apresentam em sua morfologia algum órgão o qual permite, de alguma forma, a produção de toxinas.</li><li><strong>NÃO VENENOSOS DE ACIDENTE PASSIVO:</strong> Não apresentam em sua morfologia órgãos produtores de veneno, porém tornam-se venenosos a partir da ingestão de toxinas, como o metilmercurio e protistas marinhos produtores de toxinas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 17:51:43 UTC</pubDate>
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         <title>DISTRIBUIÇÃO E EPIDEMIOLOGIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabrielcs2201/v17dngkenxhdmk1w/wish/1558752516</link>
         <description><![CDATA[<div>A epidemiologia de ictismo é conferida mais intensamente em áreas tropicais, pois a variedade de peixes&nbsp; decresce quanto mais aproxima-se dos polos e referindo-se ao Brasil, estes acidentes ocorrem por todo o país dado que é um país tropical. Enquanto isso, a distribuição desses peixes pode ser dividida da seguinte forma:&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong>SUDESTE:</strong> Há maior distribuição de barracudas, peixes-escorpião e bagres. Por tanto, há incidência de acidentes acantotóxicos e acidentes passivos de peixes com toxinas.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>NORTE E NORDESTE</strong>: Há maior distribuição de baiacus, bagres e arraias. Por tanto, há incidência de acidentes acantotóxicos e sarcotóxicos.</li></ul><div><br>Referências:&nbsp;<strong>Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos.</strong> 2ª ed. Brasília: Fundação Nacional da Saúde, FUNASA. 2001.<br>Pesquisadora apresenta os peixes venenosos do Brasil e traz novidades para o tratamento dos acidentes. <strong>Canal Ciência, </strong>2019. Disponível em: &lt;<a href="https://canalciencia.ibict.br/noticias/item/290-pesquisadora-apresenta-os-peixes-venenosos-do-brasil-e-traz-novidades-para-o-tratamento-dos-acidentes#:~:text=Desde%201996%2C%20a%20pesquisadora%20Mônica,em%20pesquisas%20sobre%20peixes%20peçonhentos">https://canalciencia.ibict.br/noticias/item/290-pesquisadora-apresenta-os-peixes-venenosos-do-brasil-e-traz-novidades-para-o-tratamento-dos-acidentes#:~:text=Desde%201996%2C%20a%20pesquisadora%20Mônica,em%20pesquisas%20sobre%20peixes%20peçonhentos</a>.&gt;. Acesso em 20 de mai. 2021.<br>Peixes do Brasil. <strong>Aquarismo Paulista</strong> (s.d). Disponível em: &lt;http://www.aquarismopaulista.com/peixes-brasil/&gt;. Acesso em 20 mai. 2021.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 18:03:50 UTC</pubDate>
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