<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Didática Específica do Desporto I - Andebol by Inês Teixeira</title>
      <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol</link>
      <description>Inês Fidalgo Quintino Teixeira - Turma C</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-14 07:17:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-09-13 08:27:38 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f93e-2640.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 1 - 12 de fevereiro de 2020</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/445460810</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira aula que deu arranque à unidade curricular da Didática de Andebol iniciou com uma pequena explicação e introdução acerca de como esta irá funcionar ao longo de todo o semestre. <br><br></div><div>De seguida avançamos para um dos <strong>pontos chave </strong>da aula. Nesta fase analisamos alguns vídeos onde pudemos rever partes de jogos da modalidade em questão e onde o principal objetivo era identificarmos os diferentes modelos de jogo quer a nível defensivo, quer a nível ofensivo.<br>Abordamos de forma sucinta o ensino da modalidade de Andebol na escola com a observação e análise de um vídeo de uma situação de jogo na escola. No final da aula refletimos também acerca da importância e relevância que os <em>teaching game for understanding</em> podem ter na formação dos alunos.<br><br></div><div>O que pude <strong>reter e aprender</strong> nesta primeira sessão foi que, o mais importante na prática de Andebol, é que os jogadores estejam atentos aos problemas e contratempos que a equipa adversária lhes pode causar. Aprendi também que os modelos de jogo podem ser analisados de forma mais geral ou mais centrada num número de jogadores e percebi que de facto a observação do jogo ou de uma situação de aprendizagem é um fator essencial para melhorar a metodologia que iremos aplicar para lecionar a modalidade.<br><br></div><div>As <strong>principais dificuldades e dúvidas</strong> que senti foram relativamente a matérias mais primárias da modalidade, o que me fez perceber que tenho de rever alguns aspetos que me possam facilitar na identificação dos modelos de jogo, entre outras coisas. <br>O que veio confirmar que, de facto, é importante dominar na totalidade a modalidade que estamos a abordar. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-02-14 07:21:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/445460810</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 2 - 19 de fevereiro de 2020</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/447575033</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta segunda aula iniciou com a organização da turma pelos respetivos grupos de trabalho. Este tipo de distribuição fez com que a aula se tornasse mais dinâmica e interativa o que, na minha opinião, nos conferiu uma motivação extra e um maior envolvimento com a tarefa.<br><br></div><div>No que diz respeito aos <strong>pontos chaves</strong> da aula esta distribuiu-se então em três grandes momentos:<br>- A análise e discussão em grupo de cinco vídeos (“Jogo do capitão”, “Campo grande”, “Campo pequeno”, “Aula de raparigas” e “Aula de rapazes”);<br>- Análise e discussão dos vídeos com a restante turma e professora;<br>- Realização de uma parte prática com alguns exercícios que trabalham o primeiro nível de jogo.<br><br></div><div>Estes vários pontos da aula levaram a que pudesse <strong>adquirir algumas aprendizagens</strong>. Com a análise dos vídeos e posterior discussão e interpretação em grupo e turma, pudemos perceber que uma das principais dificuldades na atuação dos professores na escola é a adaptação do grau de exigência ao nível que os alunos de facto apresentam. Consequentemente, este facto faz com que o jogo desenvolvido pelos alunos aconteça de forma anárquica e gerando aglomeração em torno da bola.<br>Outros erros que pude identificar e que se tornarão uteis aprendizagens para o futuro dizem respeito ao facto de o professor emitir de forma constante<em> feedback </em>sem escolher os momentos mais oportunos, fazendo com que o aluno fique dependente destas mesmas instruções e não desenvolva a sua capacidade de decisão. Num dos momentos de uma aula que observamos o professor emitia constante informação relativa à regra dos 3 passos, induzindo os alunos de que é obrigatório dar esse número de passos antes de executar o passe, neste caso, a emissão de <em>feedback</em> deveria ter sido feita de forma mais cuidada, realçando que de facto os alunos podem dar, no máximo, 3 passos antes de passar a bola, não tendo de o fazer obrigatoriamente e podendo optar pelo número de passos, dentro dos 3, que for adequado à situação. Esta informação estava também a condicionar a capacidade de decisão dos alunos.<br>Algo que também identificamos como um problema, foi a construção de campos demasiado grandes ou demasiado pequenos para o número/tamanho dos alunos. Isto fez com que surgissem dificuldades na progressão, finalização e manutenção da posse de bola. Percebemos também que, na generalidade, existiam dificuldades técnicas e que para colmatar esse erro devemos, não só enfatizar o trabalho do passe, mas também a receção. Nestas idades mais jovens podemos incentivar os alunos a parar quando recebem a bola e pensar no jogo e no que deve fazer de seguida.<br>A última parte da aula centrou-se na prática da modalidade onde pudemos aprender e executar alguns jogos pré-desportivos. Este tipo de jogos serve para introduzir alguma diversão na aula aliada ao trabalho que estamos a desenvolver, assim, conseguimos motivar mais os alunos e pô-los a trabalhar de forma mais eficaz.<br>Executamos exercícios simples como por exemplo, o jogo da corrente e do tubarão, e de seguida avançamos para a realização de exercícios mais analíticos, frente a frente, onde a componente lúdica não foi esquecida. O que tornou aquele momento mais técnico, pois estávamos a trabalhar o passe, as pegas, etc, num momento com alguma diversão associada.<br><br></div><div>As principais <strong>dificuldades/dúvidas </strong>que senti têm a ver com a falta de criatividade, que ainda não possuo por não dominar todos os conceitos técnicos da modalidade, e que poderá condicionar a abordagem a este tipo de exercício.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-02-19 17:44:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/447575033</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 3 - 26 de fevereiro de 2020</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/451735365</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <strong>pontos chaves</strong> desta terceira aula de Didática de Andebol foram os seguintes:<br>- Revisão da aula anterior;<br>- Discussão em turma acerca da abordagem ao Andebol usada em Portugal e na Dinamarca/Noruega;<br>- Vantagens e desvantagens do 4x3 com "transição" dos 3 defesas (tocar na área) - estilo Dinamarquês/Noruguês e do 4x3 usado em Portugal;<br>- Exercícios a pares com foco no passe e na receção;<br>- Exercícios de passe em superioridade numérica (3x2);<br>- Exercícios com objetivo de marcar golo ou fazer ponto;<br>- Circuito de coordenação e agilidade com o intuito de trabalhar o remate.<br><br>Tendo em conta a aula, considero que a principal <strong>aprendizagem</strong> que pude retirar é a importância que desconstruir o jogo tem. Devemos analisar o jogo num todo mas mais importante que isso é necessário que se analisem grupos mais reduzidos de jogadores de forma a poder corrigir e adaptar o jogo. Devemos saber desconstruir o jogo para poder analisá-lo de forma mais pormenorizada.<br>Percebi também que um dos fatores para que o andebol seja jogado da melhor forma tem a ver com uma boa ocupação do espaço, o saber estar no jogo, onde me devo situar no campo e para onde devo ir no seguimento da jogada. É também essencial que os alunos consigam solucionar situações de superioridade numérica.<br>Em relação aos modelos que observamos, pude perceber que o modelo português dá preferência ao contra-ataque, contrariamente, observando a Dinamarca/Noruega, percebemos que estes dão preferência ao ataque organizado, o que provoca menos contacto físico entre os jogadores. Pensando num contexto do ensino do Andebol, sendo o contra-ataque mais fácil para os alunos compreenderem do que o ataque organizado, faz sentido que seja abordado primeiro o contra-ataque.<br>Pude aprender também que muitas vezes são necessárias aplicar situações, mas analíticas na aula, para que se possa abordar a técnica, como por exemplo o passe, remate, receção, etc, mas ainda assim é importante que nunca se deixe de introduzir o lúdico.<br>Quando escolhemos exercícios é importante que sejamos criativos e introduzamos variantes de modo o tornar o mesmo exercício menos monótono. Devemos ter sempre em atenção o objetivo que queremos trabalhar com aquele exercício, o nível dos alunos, as capacidades que estes já desenvolveram e até a ludicidade do mesmo.<br><br></div><div>No que diz respeito às <strong>dúvidas e dificuldades</strong>, considero que a minha maior dificuldade se centra na capacidade de ler o jogo e na perceção de qual o modelo que poderá ter mais eficácia no ensino do Andebol na escola. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-02-27 23:31:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/451735365</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 4 - 28 de fevereiro de 2020</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/452422969</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <strong>pontos chaves</strong> desta aula centraram-se:</div><div>- Numa fase inicial de ativação;</div><div>- Em exercícios para trabalhar a progressão, o passe, a finta de corpo e finalização. Situações de 2x1, 2x1x1, 3x1x1.</div><div>- Em exercícios para trabalhar o deslocamento lateral, a agilidade/coordenação e finalização.<br><br>O que pude <strong>aprender </strong>nesta aula foram então:<br>- Mais alguns exercícios de ativação, como as “caçadinhas” e as suas variantes;<br>- Situações de 2x1 com o intuito de trabalhar turmas com um nível semelhante ao que observamos no vídeo das raparigas. Com sinalizadores distribuídos pela zona de jogo pretendesse que haja muita movimentação tanto por parte do aluno que possui a bola como por parte do que não possui. Temos de contrariar um jogo estático e para isso devemos introduzir algumas variantes como por exemplo, após passe o aluno deve tocar num sinalizador diferente daquele em que já tocou anteriormente, distribuir pneus pelo campo e a variante era inserir o drible e a opção de dar 3 passos, alcançar os pneus e passar para o colega com um pé dentro do pneu;<br>- Aprendemos também algumas situações de 2x1x1 onde dois alunos possuíam bola e deviam decidir passar ao colega ou fintar o adversário. De seguida introduzir um segundo adversário e só depois de o ultrapassar é que existe finalização. Na segunda variante deste mesmo exercício podemos aumentar o espaço de jogo e condicionar a defesa dando uma bola aos defensores que a devem segurar com as duas mãos. Este facto estimula e promove mais situações de finta e drible por parte de quem ataca. Numa terceira variante, em grupos de três alunos, o elemento que se encontra no centro deve passar e ficar a defender, assim, criámos uma situação de 2x1 em progressão. Nesta situação e com o intuito de simular um contra-ataque, devemos condicionar a defesa;<br>- Dividindo o campo em dois corredores, aprendemos ainda uma situação de 3x1x1 em progressão com finalização, onde quem finalizava passava a defensor e no outro sentido trabalhamos uma situação de 2x1 em progressão;<br>- Trabalhamos ainda uma situação de 1x1 + apoio onde promovíamos a superioridade e o atacante jogava no apoio recebia em corrida e finalizava;<br>-  Na parte final, houve um exercício mais simples onde o aluno fazendo uma tabela à direita e uma à esquerda, finalizava. Não havia oposição, no entanto, um erro comum foi o local onde os alunos vão receber a bola do apoio. Podemos corrigir esta situação colocando cones de referência espacial, os alunos devem contorná-los e assim realizam a trajetória mais favorável. <br><br></div><div>Nesta aula não senti nenhuma <strong>dúvida ou dificuldade</strong> pois tratou-se de uma aula com exercícios mais centrados na parte técnica da modalidade recorrendo ao lúdico, o que acabou por se tornar bastante claro e objetivo.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-02-29 17:52:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/452422969</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 7 -  27 de março de 2020 (ONLINE)</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/482127622</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta aula 7, os <strong>pontos chaves </strong>foram: <br>- Breve conversa acerca da aula anterior;<br>- Observação e discussão de um vídeo;<br>- Reflexão conjunta acerca da FBJ2 e da transição para a FBJ3.<br><br></div><div>No que diz respeito às <strong>aprendizagens </strong>que retirei desta aula devo destacar que, com a visualização do vídeo de alunos a jogar, pude perceber qual o momento em que os jogadores se encontram preparados para transitar de uma defesa individual para uma defesa zonal, devendo ser esta uma defesa mais alinhada. Pudemos também aprender quais as trajetórias que os alunos devem começar a fazer para ultrapassar a defesa, nesta transição para a FBJ3. Percebemos também que as subestruturas de 1x1, 2x1, 2x2 devem ser trabalhadas com os alunos nesta fase, construindo corredores e trabalhando com e sem apoios.</div><div>Nesta forma de jogo torna-se também muito importante realçar que:</div><div>- Os Jogadores Pontas devem aprender a atacar para dentro e para fora;</div><div>- Deve ser mais trabalhado o passe posicional;</div><div>- Há duas prioridades: Atacar a baliza e manter a posse de bola (criar linha de passe);</div><div>- Os alunos devem passar e recuar para receber a bola e de seguida avançar;</div><div>- É essencial trabalhar os remates de ponta;</div><div>- É essencial trabalhar o passe do lateral para o ponta;</div><div>- É essencial trabalhar o remate em salto;</div><div>- É essencial trabalhar as trajetórias que os alunos devem fazer para ultrapassar os defesas.</div><div>Para qualquer trabalho que façamos é importante que imponhamos regras que façam sentido e que ponham os alunos a trabalhar aquilo que pretendemos.<br><br></div><div>No que diz respeito a possíveis <strong>dificuldades e dúvidas</strong>, penso que se tornou percetível o momento em que se deve passar a trabalhar a defesa zonal numa turma, no entanto fiquei com algumas carências em perceber qual o momento exato em que os alunos estão dispostos e preparados para que aconteça esta passagem da FBJ2 para a FBJ3.<strong>           </strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-03-30 13:28:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/482127622</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 8 - 3 de abril de 2020 (ONLINE)</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/492360321</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <strong>pontos chaves</strong> desta aula disseram respeito a:<br>- Análise e crítica ao Programa Nacional de Educação Física referente à modalidade de Andebol desde o ensino Primário até ao ensino Secundário;<br>- Como se processa a Avaliação Diagnóstica na escola;<br>- Conversa à cerca da elaboração de uma Unidade Didática.<br><br>O que pude <strong>adquirir e aprender</strong> com esta aula foi que, no que diz respeito aos Planos Nacionais de EF, a modalidade de Andebol só é introduzida no 2º ciclo mais por volta do 6º ano onde o nível trabalhado é o introdutório. Pudemos refletir acerca desta questão e perceber que o Andebol devia ser abordado mais cedo na vida escolar dos alunos isto porque se trata de uma modalidade que estabelece uma boa ligação entre os jogos pré-desportivos, que os alunos mais jovens já estão habituados a trabalhar, e a iniciação dos jogos coletivos. No que diz respeito ao 3º ciclo, no 10º ano o nível trabalhado é o elementar e no 11º e 12º ano há transição para o nível avançado. Em relação a este tema, o importante é retermos que estes planos estão estruturados de forma pouco correta e até demonstram pouca coerência, como pudemos analisar. Desta forma, é de extrema importância que no futuro tenhamos a capacidade de analisar a nossa turma e com base nisso estruturemos a nossa Unidade Didática da melhor forma. <br>Posto isto, é também muito importante que se realize uma Avaliação Diagnóstica completa e que nos ajude de facto a perceber o que devemos abordar com a turma que temos. Desta forma, a sugestão apresentada foi a seguinte: 5º/6º - FBJ1; 7º – FBJ1 – FBJ2; 8º - FBJ2 – FBJ3; 9º - FBJ3 – FBJ4; 10º, 11º, 12º - FBJ4 – FBJ5. Uma forma de estruturarmos esta Avaliação Diagnóstica pode ser, iniciar com o “Jogo dos 10 passes”, onde tendo em conta o ano de escolaridade poderemos reduzir o número de passes, numa estrutura de 3x3 ou 4x4. Caso estejamos na presença de uma turma com um nível muito baixo, e tendo em conta que o jogo é o ponto central da aula, devemos usar a FBJ1. No caso de termos na turma alguns alunos com noções nesta modalidade, o ideal será abordar uma situação de 3x3 com marcação individual, caso esta opção se mostre funcional, poderemos então abordar a FBJ2. Caso eles continuem a mostrar uma <em>performance </em>potitiva poderemos então avançar para a FBJ3.<br>Realizada a Avaliação Diagnóstica, seguiremos então para a elaboração da Unidade Didática. O que conversamos sobre esta temática incidiu na possibilidade de agrupar as aulas em 3 com o objetivo de ir verificando a evolução dos alunos tendo em conta a FBJ. Devemos procurar trabalhar manutenção, progressão e finalização e ainda uma componente mais estratégica que diz respeito a trabalhar superioridade, remate, etc. A UD deve ter como um dos seus objetivos identificar problemas e permitir ao Professor criar métodos para os solucionar. <br>Posto isto, destaco ainda algumas informações relevantes que aprendi:<br>- Perceber a distinção entre remate em suspensão e remate em salto;<br>- Devemos ter em atenção a progressão do Jogo e evitar passar de um 5x5 para um 7x7;<br>- Devemos adaptar algumas regras do jogo ao contexto escolar, como por exemplo quando um aluno acertar com a bola na cara do GR será marcado penálti;<br>- Se os nossos alunos não forem muito altos devemos limitar a baliza em altura;<br>- Durante a aula podem haver várias tarefas a decorrer em simultâneo para potenciarmos o pouco espaço que normalmente se tem.<br><br></div><div>As minhas <strong>dúvidas</strong> nesta aula, centraram-se na elaboração da UD. Fiquei com algumas carências no que diz respeito à forma como a devemos estruturar e potenciar a UD de forma a que se torne mais eficaz a sua aplicação.<br><br>Eu vou enviar um documento orientador, espero que ajude. Luísa                              </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-04-04 11:52:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/492360321</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 9 - 17 de abril de 2020 (ONLINE)</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/515689774</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta aula os <strong>pontos chaves </strong>foram os seguintes:<br>- Reflexão conjunta acerca da tarefa de memorização realizada antes do início da aula;<br>- Breve discussão acerca do instrumento GPAI e da sua difícil aplicação;<br>- Análise e discussão dos vídeos que visualizamos para a realização da última tarefa e apreciação global dos mesmos.<br>- Observação de uma apresentação PowerPoint acerca do nível avançado (FBJ4).<br> <br>Em relação à tarefa<br>de memorização, pude <strong>aprender </strong>que, de um modo geral, o mais fácil e intuitivo para<br>toda a gente, seria memorizar os elementos do grupo B. Isto acontece, pois,<br>havendo palavras incompletas, o nosso cérebro é mais estimulado quando olha para<br>estas tais palavras e tem de fazer um esforço, por mais mínimo que seja, para<br>as completar e, assim, as memorizar. No que diz respeito à avaliação nas<br>modalidades coletivas, pude perceber que, mais importante que estarmos munidos<br>de um bom instrumento de avaliação, (como o GPAI, por exemplo) é importante<br>desenvolvermos a nossa capacidade de ler e interpretar o jogo. Sendo a<br>avaliação um processo muito difícil e até subjetivo, é importante que enquanto<br>professores tenhamos sempre a necessidade de querer aprender mais e tornar-nos<br>melhor na qualidade de observador da modalidade, para que esta dura tarefa de<br>avaliar possa ser facilitada. No tópico que refere a análise dos vídeos observados<br>(rapazes e raparigas), o principal que aprendi foi que, num jogo como o das<br>raparigas, onde há claramente uma jogadora mais “forte” em cada uma das<br>equipas, a melhor solução que podemos aplicar é trabalhar em superioridade<br>numérica e realizar tarefas como, por exemplo, o “passa e vai”. No que concerne<br>ao nível de jogo dos rapazes, percebei que o principal trabalho a ser efetuado<br>com o grupo, deveria ser a defesa. Os alunos demonstraram uma clara eficácia no<br>ataque e desta forma, torna-se essencial que a defesa melhore as suas<br>qualidades e passe a apresentar novas dificuldades aos atacantes, podemos potenciar<br>também uma defesa individual. A professora referiu também que os alunos rapazes<br>deveriam ter como objetivo terminar na FBJ4. Algo essencial a reter é<br>percebermos a importância de termos a capacidade de desconstruir os problemas<br>do jogo a partir do jogo, devemos sempre perspetivar algo mais à frente para os<br>nossos alunos e depois sim, pensar passo a passo. Outra sugestão que retive é a<br>importância de na avaliação pedirmos autorização aos Encarregados de Educação<br>dos alunos para filmar a avaliação, de modo a ajudar a colmatar os problemas<br>que a avaliação por norma já confere ao professor, como referi anteriormente. A<br>aula terminou com uma breve apresentação acerca do nível avançado (FBJ4), onde<br>há uma transição para um campo maior, mais jogadores e, consequentemente, mais<br>possibilidades de ação.<br><br></div><div>De uma forma geral, as minhas principais <strong>dúvidas/dificuldades</strong>, centraram-se em perceber como devemos gerir uma aula da forma mais adequada quando uma turma se mostra bastante diversificada, como a turma que observamos em vídeo, de forma a que todos possam evoluir, mesmo que em intensidades de evolução diferentes.                </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-04-19 17:14:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/515689774</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 10 -  24 de abril de 2020 (ONLINE)</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/529380923</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta décima aula, o<strong> conteúdo central</strong> foi:</div><div>- Realização de uma tarefa de grupo: Visualização de um jogo 5x5 em meio campo;</div><div>- Apresentação dos grupos referente à tarefa realizada;</div><div>- Discussão e reflexão conjunta acerca da tarefa;</div><div>- Abordagem ao nível avançado.<br><br></div><div>Nesta aula pude <strong>aprender e refletir</strong> um pouco mais acerca do que pode ser feito quando nos depararmos com uma turma com algumas dificuldades, bem como adquirir novas soluções e exercícios para o colmatar. Reforcei a ideia de que, algo muito importante enquanto professores de Educação Física que viremos a ser, é sermos criativos e tentarmos ver sempre mais além para que possamos ser mais eficazes e tornar a nossa turma mais apta. No que diz respeito ao nível avançado, retive que, um fator muito importante neste nível, é a ocupação racional do espaço. A Professora deu também alguns exemplos de inúmeras situações de aprendizagem que podemos usar neste nível de jogo para trabalharmos este fator. Em termos defensivos é importante incentivarmos os alunos a que haja uma maior pressão ao portador da bola. Não podemos esquecer também, a importância que tem os restantes colegas de equipa, defesas, manterem uma ajuda defensiva ocupando racionalmente zonas do campo que lhes permitam estarem sempre disponíveis para ajudarem o outro colega. Neste nível de jogo, poderemos recorrer a situações de superioridade que auxiliem os alunos a interiorizar o conceito de <em>décalage </em>(um ataque ao espaço perante uma defesa zonal, atraindo, sobre um atacante, a atenção de dois defesas, de forma a criar uma situação de superioridade numérica) e a entenderem melhor a tal ocupação racional do espaço já referida anteriormente.<br><br></div><div>No que diz respeito a <strong>dúvidas/dificuldades</strong>, percebi que é essencial rever as regras do jogo e talvez tenha tido algumas carências em acompanhar o ritmo elevado da aula.              <br>                         </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-04-24 21:53:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/529380923</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 5 - 11 de março de 2020</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/561691857</link>
         <description><![CDATA[<div>A nossa quinta aula de Didática do Andebol, teve como principais pontos chaves os seguintes tópicos:<br>- Curta revisão da aula anterior;<br>- Discussão acerca do nível de jogo do vídeo que observamos dos rapazes e do trabalhado com alunos daquele nível;<br>- Realização de jogos pré-desportivos que privilegiam a defesa individual;<br>- Realização de situações onde é privilegiado o passe.<br><br></div><div>No que toca às aprendizagens que adquiri com esta aula, a primeira tem que ver com o facto de ter percebido que o trabalho em superioridade numérica se deve fazer sempre, quer em contexto de ensino, quer em contexto de alto rendimento.<br><br></div><div>Em relação ao vídeo em que observamos alguns rapazes a jogar, percebi que o nível em que estes se situavam já os permitia avançar para situações de igualdade numérica alternando com situações de superioridade, bem como, avançar para uma marcação individual.<br><br></div><div>Aprendi também que numa situação de jogo 3x3, passa a ser um objetivo ocupar e explorar os espaços vazios, desconstruir o jogo em situações mais simples de 1x1 ou 2x2, etc e procurar desmarcações.<br><br></div><div>No que diz respeito à parte mais prática da aula, esta iniciou com um exercício onde o objetivo era acertar, da cintura para baixo, com um colete com um nó nos colegas. Quando alguém acertava, esse colega ficava com o colete e as funções trocavam. Este exercício pode ser executado como aquecimento com toda a turma e com vários alunos com coletes nas mãos.<br><br></div><div>O segundo exercício é bastante semelhante ao “Jogo da raposa”. Devemos dividir a turma em grupos de três elementos. Um dos alunos deve agarrar a bola à sua frente com as duas mãos e defender um segundo aluno que deve prender o colete na parte de trás dos seus calções (raposa) e colocar as mãos nos ombros do colega da frente. O terceiro aluno, tem como objetivo roubar o colete do segundo colega. <br><br></div><div>Avançando para o terceiro exercício, devemos manter os grupos de três alunos, e trabalhamos uma situação de 1x1 sem bola onde o aluno que ataca tem de passar o defensor e tocar no terceiro colega que se encontra nas costas do defensor em movimento.<br><br></div><div>O quarto exercício já pediu grupos de três ou quatro elementos e foi uma adaptação do “Jogo do tubarão”. <br><br></div><div>No quinto exercício trabalhamos uma situação de 1x1 + 2 apoios, jogo dos 10 passes. Após esta situação introduzimos duas variantes. Na primeira, os 10 passes deviam acontecer em progressão e a receção da bola devia acontecer depois de uma linha marcada por cones, na segunda, o aluno que estava a atacar tinha de tocar num dos cones e de seguida realizar uma mudança de direção enganando o defesa. <br><br></div><div>Nestes exercícios, onde trabalhamos a defesa individual, devemos sempre tentar organizar os grupos de modo aos rapazes defenderem rapazes e raparigas defenderem raparigas, isto para não criar nenhum tipo de constrangimento no contacto físico. Devemos também procurar ajustar o nível de desempenho dos grupos.<br><br></div><div>Trabalhamos ainda situações de 2x2 + 1 (apoio), 5x5 (4x4 + GR), 2x2 + 1 8apoio) com progressão e finalização.<br><br></div><div>A aula terminou com uma situação de 4x4 (3x3 + GR) em dois campos e com uma pequena reflexão conjunta do que abordamos na presente aula e do que pode, ou não, ser trabalhado.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-05-09 17:08:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/561691857</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 6 - 20 de março de 2020 (ONLINE)</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/561695377</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeira aula em formato de ensino à distância, decorreu na plataforma zoom.<br><strong>Pontos chave da aula:</strong><br>- Apresentação das tarefas e do funcionamento da UC a partir desta aula;<br>-  Apresentações e discussão dos trabalhos de grupo sobre o vídeo dos rapazes;<br>- Apresentação da professora sobre as FBJ.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-05-09 17:12:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/561695377</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 11 -  8 de maio de 2020 (ONLINE)</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/561698684</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta aula os <strong>pontos chaves </strong>foram:<br>- Breve conversa acerca do planeamento proposto para o resto do semestre;<br>- Análise de instrumentos de avaliação, utilização do GPAI e outros instrumentos;<br>- Momento para trabalho de grupo – elaboração de uma grelha que será usada posteriormente na avaliação de alunos por vídeo;<br>- Análise e sugestões relativamente às fichas de avaliação elaboradas;<br>- Esclarecimento de dúvidas que a turma tem colocado nas suas reflexões no <em>Padlet</em>.<br><br></div><div>O que pude <strong>aprender </strong>nesta aula, no que diz respeito à avaliação dos alunos, foi que é muito importante envolver toda a turma no processo de avaliação. Os alunos que naquele momento não estão a ser avaliados também devem estar concentrados naquela ação, e uma boa estratégia para que isso aconteça é elaborar algum tipo de ficha para que eles também possam observar vários aspetos na avaliação que está a decorrer ou usar instrumentos de avaliação que já existem, como o <em>Team Sport Assessment Procedure for Invasion Games </em>que mede frequências e pode ser preenchida pelos alunos que observam. Aprendi que, no momento de eleger o instrumento de avaliação, é importante percebermos qual é o que mais se adequa ao que esperamos que os alunos façam naquela avaliação. Em relação a uma dúvida exposta por um colega acerca da tomada de decisão, retive que é muito importante que sejamos capazes, enquanto professores, de distinguir o que é dar liberdade para um jogador/aluno ser criativo e dar liberdade para uma má tomada de decisão. Primeiro devemos dar uma base aos nossos alunos, uma linguagem a aprender, e a partir daí poderemos criar algum tipo de liberdade de forma a que o aluno seja mais criativo. No que toca às dúvidas do <em>padlet </em>o que mais retive foi que ao invés de usar o conceito “<em>décalage</em>” devemos optar por usar a expressão “continuidade de jogo”, o conceito “par e ímpar” corresponde a um atacante que ataca o seu par e um defensor que defende o seu par, o “par e ímpar” acontece quando um atacante tem alguém a defender que não o seu defensor “par”, em relação à amplitude e ao movimento devemos começar por trabalhar a amplitude, para que os alunos evitem a aglomeração, ainda que estes dois conceitos estejam intimamente ligados. Outro aspeto relevante, disse respeito à questão de quando devemos fazer jogo no ensino do Andebol. No início ou fim da aula? Percebi que o jogo deve estar no início da aula para que depois, possamos desconstruir os problemas de jogo que surgiram e abordá-los na aula. Na escola muitas vezes temos de adaptar consoante o espaço que temos disponível para a aula, no entanto, devemos evitar que o jogo fique para o fim da aula, pois temos a possibilidade de ficar com pouco tempo para o realizar, e o jogo é o centro da aula. <br><br></div><div>No que diz respeito às minhas <strong>dúvidas/dificuldades</strong>, na elaboração do instrumento de avaliação, tive dificuldades em perceber quais os critérios de avaliação que deviam constar na ficha e de que forma podemos potenciar o momento de avaliação para que este não seja apenas um momento de avaliação, mas também um momento didático para os alunos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-05-09 17:15:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/561698684</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 12 - 15 de maio de 2020 (ONLINE)</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/576762476</link>
         <description><![CDATA[<div>No que diz respeito a esta décima segunda aula, os <strong>pontos chaves </strong>foram:</div><div>- Esclarecimento de possíveis dúvidas dos estudantes quanto à tarefa de avaliação, elaboração do instrumento de avaliação e planeamento da Unidade Didática (UD);<br>- Como devemos então avaliar e elaborar uma UD;<br>- Introdução do nível Avançado (FBJ5) e introdução do Pivot;<br>- Jogo de transição.<br><br></div><div>No que toca às <strong>aprendizagens </strong>adquiridas, percebi que é importante conter na tabela de observação essencialmente três aspetos, o jogo com bola (ao nível da decisão primeiro e depois da execução), jogo sem bola e defesa. Se porventura, numa situação de ensino secundário, por exemplo, nos depararmos com alunos com dificuldades ao nível da técnica, não devemos partir do princípio que a decisão tens mais relevância que a sua execução, devemos analisar o contexto em que isto acontece. No que diz respeito à elaboração da UD, no caso de termos uma turma com dois níveis distintos, como é o caso da turma que observamos através dos vídeos dos rapazes e das raparigas, poderemos elaborar a mesma UD para todos, porém, devemos elaborar as aulas com condicionamentos de jogos e tarefas diferentes para cada nível.  Em relação à introdução do Pivot, podem ser abordadas situações em que a defesa está em 4:1 (com um defesa avançado) e através de 5x4, onde se cria a regra de ser obrigatório haver entrada do Pivot, ou 3x2, em meio campo criando assim duas situações, uma de cada lado desse meio campo. Quando o Pivot “entra” este deve ter o cuidado que observar, dar apoio ao portador da bola e só depois do jogador que recebeu a bola anteriormente passar é que este pode entrar no espaço que vai existir nas costas do defesa avançado. O Pivot deve posicionar-se sempre de maneira a ganhar vantagem. Para trabalharmos esta posição devemos realizar exercícios de manutenção da posse de bola e de finalização. Em relação ao jogo de transição, quando a equipa está a defender, o defensa avançado deve ser o primeiro jogador a ir para a frente. De seguida, avançam os pontas. Quando a equipa está a atacar, a transição deve acontecer da forma mais adequada à situação. Os jogadores devem perceber quais as movimentações da equipa adversária e qual a forma mais propícia para se ajustarem defensivamente sem que a equipe fique desequilibrada e os adversários tirem partido dessa situação.<br><br></div><div>No que toca a <strong>dúvidas e dificuldades</strong>, fiquei com alguma dificuldade em perceber quando devemos de facto introduzir o trabalho de Pivot na escola. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-05-16 14:34:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/576762476</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 13 e ELABORAÇÃO DA UD - 22 de maio de 2020 (ONLINE)</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/594743728</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta décima terceira aula os <strong>pontos chaves </strong>foram os seguintes:<br>- Apresentação das Unidades Didáticas elaboradas pelos diferentes grupos de trabalho<br>- Comentário geral da Professora acerca das Unidades Didáticas elaboradas.<br><br></div><div>Em relação ao que pude <strong>aprender</strong> com a execução deste trabalho e posterior discussão, destaco o facto de ter conhecido novos instrumentos de avaliação, e ter percebido as vantagens e desvantagens da sua aplicação. Percebi também que, o mais vantajoso a fazer no caso de nos depararmos com uma turma tão heterogénea como a que observamos, seria trabalhar a turma no seu todo permitindo a evolução dos rapazes e evitando usar uma forma básica de jogo demasiado inicial com as raparigas, para que não aconteça um atraso nas suas aprendizagens. Podemos e devemos articular o ensino da modalidade com um trabalho mais físico, do género treino funcional, para permitir aos alunos uma evolução também neste sentido, na coordenação e força, por exemplo.<br><br></div><div>No que concerne às <strong>dúvidas </strong>que sentimos aquando a realização da tarefa, penso que estas foram gerais na turma e se centraram na definição de cada componente a avaliar nos alunos, de modo a tornar a função do avaliador mais simples e justa na observação de todos os alunos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-05-26 13:26:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/594743728</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Individual - AULA 13 e ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA - 28 de maio de 2020 (ONLINE)</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/598883287</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta décima quarta aula os <strong>pontos chaves</strong> foram:<br>- Reflexão inicial acerca da elaboração de uma Unidade Didática;<br>- Apresentação dos planos de aula construídos pelos grupos de trabalho à turma;<br>- Reflexão e crítica da Professora acerca da tarefa executado.<br><br></div><div>No que diz respeito ao tópico “planos de aula”, pude <strong>aprender</strong>, maioritariamente através das intervenções da Professora, que estes devem ser curtos, claros e concisos, e não devem ultrapassar as três páginas, para que, aquando a lecionação da respetiva aula, este sirva como um guião rápido de consultar. É importante que percebamos o que realmente pretendemos trabalhar com esta aula para que, possamos direcionar todos os nossos exercícios para esse trabalho idealizado. Aprendi também, que a troca de funções que os alunos estão a desempenhar não deve ser controlada por um tempo “fixo”, pois, caso aconteça algum imprevisto durante a tarefa, os alunos poderão estar a ser dispensados de uma função que ainda não desempenharam durante o tempo suficiente para atingirem os objetivos propostos. Devemos tentar alternar exercícios com diferentes intensidades e usufruir de tarefas mais técnicas para que os alunos tenham uma recuperação ativa, respeitando uma lógica no que toca à dificuldade e à complexidade. Em todos os exercícios devemos ter em consideração o número de alunos que está em atividade, mas também o número de alunos que aguarda a sua vez para executar a tarefa, neste segundo caso, pode ser necessária a realização de uma tarefa adicional que também deve estar planeada. Deveremos, sempre que possível, incluir o jogo formal na parte fundamental da aula, para que os alunos, estando mais “frescos”, estejam mais predispostos e disponíveis para jogar.  Na parte final da aula, deveremos executar uma tarefa mais lúdica com os alunos e um exercício de retorno à calma, seguida de uma breve conversa, ou reflexão conjunta, acerca do conteúdo da aula e das dúvidas e aprendizagens efetivas dos alunos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-05-28 11:07:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/598883287</guid>
      </item>
      <item>
         <title>REFLEXÃO FINAL - 2020</title>
         <author>up201505964</author>
         <link>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/602514306</link>
         <description><![CDATA[<div>Chegando à reta final desta Unidade Curricular (UC) de Andebol, aparece o momento de refletir sobre tudo aquilo que vivenciamos. Tendo eu vivido sempre num ambiente de modalidade individual, a Natação, sempre me foi um pouco difícil adaptar, e até gostar, de praticar modalidades coletivas. Com a experiência dos estudos práticos de Andebol, nesta instituição que é a FADEUP, aprendi a olhar para a modalidade de outra forma, e posso até referir que, apesar de continuar a ser uma prática que não adoro, o gosto pela modalidade aumentou.<br><br></div><div>Quando iniciámos esta nossa caminhada na UC de Didática Específica do Desporto I – Andebol, as minhas perspetivas iniciais eram então medianas.&nbsp; No entanto, após as primeiras aulas, percebi que a visão aqui era outra. O objetivo é olhar para a modalidade como alguém que a vai ensinar, e não como praticante. Desta forma a minha motivação aumentou e comecei a envolver-me mais na modalidade.<br><br></div><div>A partir daí a minha motivação cresceu e devo dizer que considero as aulas presenciais que tivemos imprescindíveis neste processo de aprendizagem. Isto, pois, acredito que nos é fornecido um leque muito importante e variado de exercícios, o que nos demonstra que quando ensinamos devemos ser criativos e lembrar-nos que há sempre muitas possibilidades para ensinar o que pretendemos. Nesse sentido considero que, e em específico estas aulas que tivemos mais práticas, foram muito úteis e nos deram muitas ferramentas para o próximo ano letivo e para o nosso percurso enquanto docentes. Ainda assim, acredito que poderão ser melhorados alguns aspetos neste formato, como o facto de haver mais cuidado em não ser transmitida demasiada informação apenas numa aula, o que poderá tornar a aula mais densa e extensa.<br><br></div><div>No que diz respeito ao formato das aulas que se iria seguir, caso o nosso dia-a-dia se tivesse mantido regular, lamento profundamente o facto de não termos conseguido passar por essa experiência pois tenho a certeza que seria essencial para o próximo ano e que nos iria trazer muitas dificuldades e adversidades que nos tornariam mais capazes no futuro. Acredito que, infelizmente, poderemos ter mais dificuldades no ano de estágio do que aquelas que seriam expectáveis, pois sinto que ficamos com muitas carências no que toca à postura e atitude que devemos ter enquanto Professores, visto que acabamos por experienciá-lo apenas numa UC. Ainda assim, e apesar de ser uma angústia que tenho, acredito que todos os Professores estarão mais disponíveis que nunca e nos darão ainda mais apoio nessa fase que se avizinha.<br><br></div><div>Um aspeto que destaco como uma forte aprendizagem tem que ver com a forma de elaboração de uma Unidade Didática que a Professora nos apresentou. Devemos, primeiramente, olhar para os problemas que os alunos possuem em jogo e, a partir daí, adequar estratégias que nos auxiliem a colmatá-las.<br><br></div><div>No que diz respeito às aulas online, considero que a Professora soube adequar as aulas de forma a que continuassem a ser proveitosas para nós e acredito que, de uma forma geral, nos permitiu criar um olhar mais crítico e apurado sobre o jogo e tudo o que lhe é inerente. Permitiu-nos também fomentar o trabalho de grupo e a característica da cooperação que todos devemos ter nesta futura profissão que pretendemos desempenhar.<br><br></div><div>Em relação às reflexões elaboradas na plataforma <em>padlet</em>, atento que esta foi uma das maiores valias que esta UC nos proporcionou, pois incutiu-nos o hábito de repensar e refletir tudo o que fizemos naquela aula e, através disto, perceber o que de facto adquirimos e aquilo que nos deixou algumas dúvidas. Considero que o uso desta plataforma e desta metodologia poderia trazer muitos benefícios a qualquer uma das Didáticas do nosso plano de estudos, pois, para além de todos os aspetos que enunciei, creio que este <em>padlet</em> se tornará como uma “biblioteca” que poderei consultar no decorrer do ano de estágio, quer para me munir de tarefas que desempenhamos na aula, quer para comparar a perspetiva de docente, que estarei a vivenciar, com a perspetiva de aluno que tive quando redigi estas reflexões.<br><br></div><div>De uma forma geral, e em jeito de conclusão, posso afirmar que ter esta perspetiva que esta UC me proporcionou, me tornou mais curiosa e ambiciosa nesta área e que me tornou mais apta para desempenhar funções, quer de Professora de Educação física, quer de Treinadora Natação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-05-30 15:29:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/up201505964/didaticadeandebol/wish/602514306</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
