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      <title>PRODUÇÃO TEXTUAL- ARTIGO DE OPINIÃO- 9ºA, 9ºB, 9ºC e 9ºD by RAFAEL LOPES SILVA</title>
      <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/uysy9rcxr7a19yz7</link>
      <description>Atividade sob supervisão do professor Rafael Lopes- Língua Portuguesa- e da professora Ângela Terto- Sala de Leitura. Tema: Deficiência: todos somos iguais.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-28 14:52:51 UTC</pubDate>
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         <title>Aline Nascimento Alves – 9°C</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/uysy9rcxr7a19yz7/wish/1625199219</link>
         <description><![CDATA[<div>A falta de inclusão dos deficientes&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Os deficientes são alvo de diversos tipos de preconceito. Além de sofrerem com sua deficiência, ainda tem que lidar com o preconceito e não ser aceito pela sociedade só porque são diferentes, isso é inaceitável. Existem leis para que eles não sofram injustiças e preconceitos, mas elas estão realmente sendo cumpridas? Essa situação deve ser analisada e revertida. &nbsp;</div><div>A falta de inclusão traz a dificuldade para ingressar no mercado de trabalho e acaba dificultando para adquirir a um plano de saúde e a cobertura de despesas médicas. A Lei 8213/91, em seu artigo 93, regula a obrigatoriedade das empresas com 100 ou mais empregados preencherem seus quadros com 2% a 5% dos cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência. As companhias declaram disponibilizar 37% das vagas de liderança de gerentes e diretores para pessoas com deficiências físicas (PcDs), segundo pesquisa da Rede Empresarial de Inclusão Social. “Mas na prática menos de 1% ocupa esses cargos”, constata Ivone Santana, secretária executiva do órgão. Do que adianta ter leis sendo que elas não estão sendo cumpridas?&nbsp;</div><div>&nbsp;Acredito que, o que falta na sociedade é empatia, nem todos se conscientizam que alguns tipos de deficiência não ocorrem só por problemas genéticos, mas por quaisquer acidentes, o que pode acontecer com todos. Se todos se colocassem no lugar do outro os deficientes não iriam sofrer tanto, seja por problemas emocionais como depressão e ansiedade, ou por direitos como de empregos e aceso.&nbsp; &nbsp;</div><div>A falta de inclusão desses deficientes gera diversos problemas para eles e a melhor forma de combater esse preconceito são melhorar essas leis e uma fiscalização mais rigorosa, gerando as multas, processos e transtornos as empresas. Para que os deficientes tenham oportunidades iguais de empregos, adaptações em escolas e ruas.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 10:49:08 UTC</pubDate>
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         <title>Hadassa - 9ºA</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/uysy9rcxr7a19yz7/wish/1625204177</link>
         <description><![CDATA[<div>Deficiência somos todos iguais<br><br>Sendo assim cabe a analisar das causas e do problema no Brasil .<br>Então a deficiência causa lesão celebrais, paralisia e li são medular , isso é muito perigoso como consequências poderá se ter que lidar com pactos que é&nbsp; pactual, limitações físicas e sofrer com falta de inclusão.<br>Para rotina, deficientes sofre com as consequências de falta de inclusão. que eu não concordo, porque não deveria ter falta de inclusão.<br>Bem devo dizer que as pessoas agem julgando, porque eles são iguais a nós porque cada pessoa tem seus defeitos , ninguém é perfeito devemos respeitá-los e ajudar assim, porque está na lei que todos somos iguais, tem seu mesmo direitos.<br>Logo é necessário pro governo estabelecer leis mais severas e a escola de mídia, ajudam com palestra com campanhas midiáticos para solucionar o problema e só assim todo mundo tira os mesmo direitos.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-25 10:55:31 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Eduardo Santos Armond, 9⁰ A </title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/uysy9rcxr7a19yz7/wish/1625206732</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o censo, quase 46 milhões de brasileiros, cerca de 24% da população, declara ter algum grau de dificuldade em pelo menos uma das habilidades investigadas( audição, visão, tato, etc) também possuir deficiência mental/intelectual. Também existem estabelecimentos inadequados transportes sem acessibilidade, calçadas em péssimas condições etc, não estão acessíveis as pessoas com deficiência e isso é um problema muito grande.<br><br></div><div>Uma pesquisa encomendada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo e realizada pelo IBOPE, Revelou que a pessoas com deficiência que vivem na capital paulista ou na região metropolitana ainda sofre preconceito no trabalho. De acordo com a pesquisa 69% dos entrevistados informam que já vivenciaram ou presenciaram algum tipo de descriminação, bullying, rejeição, etc; no ambiente de trabalho e isso é muito errado nos dias atuais.<br><br></div><div>E isso não está certo, porque muitas pessoas estão fazendo Capacitísmo( preconceito social contra pessoas com alguma deficiência) contra os outros sem pensar como os outros se sentem não apenas no trabalho, mas também em meios de transporte, estabelecimentos e calçadas desapropriadas, e enxergamos&nbsp; tudo isso como normal e não temos condição pelos outros.<br><br></div><div>Então é necessário que o governo para melhorar a acessibilidade dessas pessoas e, garantir acessibilidade das calçada, estabelecimentos adequados, semáforos com condições adequadas, e paradas, pontos, e terminais de ônibus com maior acessibilidade a pessoas com deficiência, além disso denunciar as pessoas que fazem discriminação, bullying, etc; com os que tem deficiência, sendo assim todos terão o mesmo tratamento.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-25 10:59:00 UTC</pubDate>
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         <title>LUANA XAVIER 9ºB</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/uysy9rcxr7a19yz7/wish/1625209519</link>
         <description><![CDATA[<div>https://open.spotify.com/episode/5YAXMzUPSjcazAXNrPfPYy?si=NJgKPxAqRV6oUOPcKLsOgA&amp;dl_branch=1 </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 11:02:49 UTC</pubDate>
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         <title>Vitória Dantas Araújo  9°C</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Preconceito com deficientes</h1><div>O preconceito com deficientes está muito grande hoje em dia. Pessoas que sofrem com doenças, seja físicas ou psicológicas são tratadas com desprezo por grande parte da sociedade. Acho que deveríamos concientizar as pessoas que independente das diferenças,somos todos iguais e devemos tratar todos da mesma forma.</div><div>De acordo com G1, uma pesquisa da Vagas.com e talento Incluir, apresentada em 2016, ouviu 4.319 pessoas com deficiência e relevou que 4 a cada 10 admitiram ter sofrido discriminação no ambiente de trabalho. Creio que muitos pessoas que sofrem com esses preconceitos, sofrem em silêncio e isso pode acabar causando doenças psicológicas,como depressão.</div><div>Segundo um sergipano, ele passou por muita coisa onde trabalhava, ele dizia " Lá passei por muita coisa. Era chamado de preguiçoso e com vários palavrões, por um supervisor, que não tinha paciência comigo, pensando que estava ouvindo. Sempre dizia que surdo não gosta de trabalhar e era humilhado na frente dos meus colegas". Eu acho que se um supervisor de trabalho faz isso com um funcionário, ele em hipótese alguma poderia ser supervisor, porque se ele não sabe respeitar o próximo, ele não vai saber supervisionar alguém.</div><div>Para favorecer a igualdade das pessoas com deficiência na sociedade foi criada a lei 13.146/15 (LBI - Lei Brasileira de Inclusão). Essa lei é importante para as pessoas na sociedade deixar as diferenças de lado, evitando preconceito e discriminação e ter uma boa convivência com todos. É necessário que o governo e a população faça valer essa lei, só assim teremos um futuro melhor a todos.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 11:06:33 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara Sanches  9º C</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>O preconceito com pessoas com deficiência<br></em></strong><br></div><div>O preconceito contra pessoas com deficiência é um comportamento ainda bastante aparente na sociedade. Mesmo com o número crescente de campanhas e movimentos sociais, ainda é possível se observar gestos e atitudes que como o resultado final fazem com que o portador de deficiência seja um indivíduo excluído da sociedade. Acho que os deficientes deveriam ter as mesmas oportunidades e direito que o resto da sociedade.</div><div>Segundo o G1, no Brasil existem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, 24% da população, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Eu penso que muitas pessoas deficientes sofrem bullying por serem diferentes e pela maldade das pessoas.</div><div>Maria Anita Silva Batista que, por causa da poliomielite, contraída aos 2 anos de idade, ficou tetraplégica e com a ajuda da medicina conseguiu superar o problema. Há mais de dois anos ela é escrivã da Polícia Civil, mas quem a observa trabalhando não imagina o que enfrentou para ter o direito de disputar o concurso da Polícia Civil de Sergipe em 2001. Eu acho que os deficientes deveriam receber as ferramentas de acessibilidades, para os ajudar em certas ocasiões.</div><div>Existem algumas leis de inclusão para pessoas deficientes como a lei do Estatuto da Pessoa com Deficiência (n° 13.146 de 2015). Assegura e promove, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais para as pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. A sociedade como um todo tem um papel fundamental na inclusão das pessoas com deficiência, no meio social. Através de ações que trabalhem o respeito, a prática discriminatória, como crime, a autoimagem, práticas que deveriam ser trabalhadas em conjunto com a escola e família.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 11:09:18 UTC</pubDate>
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         <title>LARA 9ºD</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/uysy9rcxr7a19yz7/wish/1625217839</link>
         <description><![CDATA[<div>BASTA DE PRECONCEITO.<br>A lei de inclusão garante às pessoas com deficiência tenham direitos próprios ,justamente para que as igualem perante a sociedade&nbsp; e as deixem no mesmo nível de convívio ,mas nem sempre isso acontece,o que na minha opinião já deveria ter acabado com essa questão&nbsp; .</div><div>&nbsp; &nbsp;Muitas vezes pessoas com deficiência ficam excluídas dos meios sociais .Infelizmente é comum<a href="http://www.eenet.org.uk/resources/docs/Engaging_with_the_Disability_Rights_Movement.PDF%20"> </a>pessoas esconderem familiares com deficiência em casa, impedindo&nbsp; de ter uma vida em sociedade. De acordo com o especialista Mojdeh Bayat “na maioria dos países africanos, crianças com deficiência são praticamente invisíveis na sociedade e existe pouca ou nenhuma informação oficial sobre elas”.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Mesmo quando não há vergonha, existe uma preocupação de que pessoas com deficiência são incapazes de viver uma vida normal .Não só a preocupação como também a rejeição ,em fevereiro de 2015, presenciamos a triste história de Leo , o recém-nascido portador de Síndrome de Down na Armênia que foi rejeitado pela mãe após o parto.&nbsp; O pai&nbsp; recusou a abandonar o bebe&nbsp; e a mãe pediu o divórcio .Essa é uma de muitas histórias de rejeição ,muitas crianças acabam parando em orfanatos .&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Não é de hoje que pessoas com deficiência acabam sendo excluídas, porém felizmente o mundo vem evoluindo e cada vez mais a inclusão está favorecendo as pessoas com deficiência ,Mesmo quando não há vergonha, existe uma preocupação de que pessoas com deficiência são incapazes de viver uma vida normal .Não só a preocupação como também a rejeição ,em fevereiro de 2015, presenciamos a triste história de Leo , o recém-nascido portador de Síndrome de Down na Armênia que foi rejeitado pela mãe após o parto.&nbsp; O pai&nbsp; recusou a abandonar o bebe&nbsp; e a mãe pediu o divórcio .Essa é uma de muitas histórias de rejeição ,muitas crianças acabam parando em orfanatos .&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Não é de hoje que pessoas com deficiência acabam sendo excluídas, porém felizmente o mundo vem evoluindo e cada vez mais a inclusão está favorecendo as pessoas com deficiência , como as escolas que dão apoio com aulas diferenciadas para que independe da deficiência todos possam aprender ,não só isso como existem leis para pessoas que tem deficiência possam trabalhar ,também temos a declaração de Salamanca que&nbsp; é uma resolução das Nações Unidas que trata dos princípios, política e prática em educação especial... Temos muitos progressos quanto a educação inclusiva .<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 11:12:28 UTC</pubDate>
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         <title>Emily Elizabeth Crespo Albuquerque 9-B</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/uysy9rcxr7a19yz7/wish/1625221359</link>
         <description><![CDATA[<div>Inclusão social e trabalhista para cegos</div><div>Desde de a antiguidade existe preconceito com pessoas deficientes, seja de problemas mentais a problemas físicos. Mas neste texto será falado sobre um grupo especifico, os deficientes visuais. De como incluir essas pessoas na sociedade será fundamental para ambos os lados.</div><div>Embora comparado com antigamente, a inclusão e o preconceito tenham ganhado menos força, ainda há pessoas que vivem no passado. No Brasil há mais de 6,5 milhões com deficiência visual, sendo 582 mil cegas e 6 milhões com baixa visão. E esse grupo não pode ser esquecido pela sociedade, muitas vezes eu já vi cegos usando um cão guia ou a bengala branca, sendo assim impossível excluir esse grupo, mas muitas vezes isso é feito. Como nas escolas que quando há um aluno com essa deficiência é difícil para os alunos e professores se não estiverem preparados para lidar com isso, o que pode ocasionar numa exclusão social ou perca de desenvolvimento para aprender o que deve ser aprendido.</div><div>Por essas razões fica difícil depois de terminar a escola conseguir um emprego, por isso muitas vezes não é visto pessoas com esse problema em campos de trabalho, e quando é visto, muitos acham estranho, sendo que na verdade o estranho e não ter tantas pessoas em lugares assim. Isso é principalmente culpa do ambiente em que as pessoas vivem, pois se um indivíduo cresce em volta de pessoas preconceituosas provavelmente ele também vai ser, e do governo, que apesar de tomar algumas medidas sobre isso ainda não é o suficiente, deve na verdade aumentar esse cuidados como ter tanto nas escolas como em lugares de trabalho pelo menos um número considerável de pessoas com esse porte, e fazer com que em lugares públicos tenha o que é necessário para atender essas pessoas de todas as maneiras. Mas infelizmente a infraestrutura do governo em relação a isso não é tão boa.</div><div>Em vista disso deve ser feito, em primeiro lugar, as escolas terem aulas de libras, mas de uma maneira que seja como disciplina de uma língua estrangeira, para fazer com o que os alunos se interessem mais pelo assunto, porque além de contribuir para o vocabulário, vai ajudar no futuro a lidar com pessoas com essa deficiência. E o governo deve mandar funcionários ou um sistema para ver se as empresas tem o que é necessário para atender essas pessoas, e talvez quem sabe, contrata-las. Porque afinal todos temos alguma deficiência e não é por causa disso que temos que nos separar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 11:16:20 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela Bernardino 9ºB</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>A inclusão do aluno deficiente dentro do ambiente escolar<br>A paralisia cerebral é uma deficiência mais comum em crianças, são alterações neurológicas que afetam o desenvolvimento motor e cognitivo. São mais de 150 mil casos por ano no Brasil. Como essa deficiência afeta os movimentos e o desenvolvimento, acaba afetando mais o período de sua infância, quando não tem a mesma capacidade de brincar como as outras crianças, por isso, é importante adaptações para que essas crianças também sejam incluídas.&nbsp;<br><br>Onde o deficiente pode ter mais dificuldade, é na escola, por causa do convívio com outras crianças, onde pode haver muito preconceito e exclusão por conta de suas “diferenças”. Segundo o site Gestão Universitária: “incluir um deficiente de paralisia cerebral na escola não é difícil, o difícil é saber como incluí-lo e de maneira correta para que todos tenham um melhor aprendizado dentro da sala de aula. E que isso reflita fora da sala e da escola.”<br><br>Qualquer situação de preconceito pode afetar o aluno, acredito que seja muito relevante o respeito por ele para que tenha apoio para fluir um desempenho maior em suas atividades.<br>Os professores devem possuir conhecimento sobre as deficiências, assim eles conseguirão incluir um aluno com maior eficiência, reconhecendo seus limites e capacidades, induzindo a turma a ter empatia e respeito.<br><br>O professor de educação física é o que mais tem dificuldade em incluir o aluno, portanto, todos têm que estar realizando a mesma aula, com as mesmas dificuldades para que a inclusão seja feita corretamente.<br>Conscientizar é muito importante para que haja respeito em todas ocasiões, dentro e fora da escola. Podem ser feitas palestras e projetos com orientações especiais em que o foco seja acolher e respeitar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-25 14:05:24 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Luiza Carneiro Has 9º C</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;A DESIGUALDADE COM OS DEFICIENTES<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; O preconceito com os deficientes é algo cada vez mais alarmante e tem que ser&nbsp; mudado o mais depressa possível.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Nesse sentido,eu concordo que a educação é a chave para mudanças.Garantir educação para meninos e meninas com deficiência promove a noção da cidadania,cujo objetivo é mudar o pensamento da sociedade.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Acho justo a inclusão de pessoas com deficiência,pois se trata de fazer valer os direitos de todas as pessoas,garantindo que todos tenham as mesmas oportunidades de participar em todos os aspectos da vida.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Portanto isso envolve,práticas e políticas que visam identificar e eliminaar barreiras como obstáculos físicos de comunicação e atitudes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 11:03:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DIANA XAVIER- 9ºB</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/uysy9rcxr7a19yz7/wish/1629949542</link>
         <description><![CDATA[<div>Preconceito, Todos somos iguais<br><br>&nbsp; &nbsp;Desde alguns anos passados existem muitos preconceitos com os que são deficientes físicos. No país em que vivemos, é claramente óbvio que a realidade não é diferente dos outros países, até por que quase todos os dias vivenciamos algum tipo de notícia sobre o preconceito, seja na TV, no celular, rádio, jornal, etc.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Nos espaços públicos e de convivência, o preconceito é percebido por 31% das pessoas (45% entre quem tem deficiência ou convive com quem tem). Creio eu que cada uma das pessoas que passam ou vivenciam por isso, se sentem mal, excluídos da sociedade. Eu paro pra pensar se as pessoas que fazem esse tipo de preconceito, se sentem superior aos deficientes, se acham que são melhores que eles, até mesmo muitos olham com cara de nojo pra alguns deles, como se eles não fizessem parte do mesmo mundo em que vivemos. E sim, todos somos iguais, ninguém é melhor que ninguém. Não é difícil você, preconceituoso, tratar os deficientes físicos como uma pessoa normal, igual você cumprimenta alguém desconhecido na rua, dando um bom dia, boa tarde ou boa noite.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Pelo menos 45 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência. Isso representa quase 25% da população, segundo o último levantamento feito pelo Instituto brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E de acordo com a pesquisa, 43% disseram que se sentem discriminados no ambiente de trabalho - o índice chega a 63% entre os deficientes auditivos e 44% entre os visuais. Essa situação é extremamente triste, falo isso por ter um primo com síndrome de down, muito próximo de mim e que na maioria das vezes que eu vou à algum lugar com ele, muitas pessoas ‘’desfazem’’ dele, não gostam de ficar perto, fazem pouco caso dele. Se eu, já acho isso péssimo, quem dirá os pais que possuem um filho portador de alguma deficiência física. &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Uma solução para mudar isso, é ter mais conscientização nas escolas, os diretores das escolas quererem mais ensinarem sobre o preconceito, como combater com isso, etc, levantamentos de palestras a respeito do preconceito, mais cartazes e notícias sobre, lugares onde nós poderíamos denunciar algum preconceito testemunhado por nós. A solução é aprender e ensinar sobre tamanho ato péssimo que vivenciamos a cada dia mais.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 11:05:27 UTC</pubDate>
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         <title>Isabele de Macedo Rojas     9°B </title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Autismo&nbsp;</h1><div>Transtorno do Espectro Autista (TEA) também conhecido apenas como autismo, é um transtorno do desenvolvimento neurológico, onde a pessoa já nasce com tais características e por assim tem dificuldades em convívio social, comunicação, interesses e/ou comportamentos repetitivos e estereotipias. Somente no Brasil há 2 milhões de pessoas com autismo, estima-se que no mundo todo tenha 70 milhões, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). O que causa o autismo? O TEA não possui apenas uma causa, ele pode ocorrer tanto por genética, quanto por causas ambientais por exemplo: a mãe ter consumido drogas e bebidas alcoólicas na gravidez, contato muito próximo com agrotóxicos, infecções durante a gestação, então podemos perceber que, não existe apenas uma justificativa. Entretanto devemos começar a dar mais importância para assuntos como esses, que não são debatidos no cotidiano.&nbsp;<br><br></div><div>Mas em relação a sociedade? A socialização e o estado em que a família fica? Muitas das vezes a família não costuma ter o apoio necessário, o que dificulta ainda mais a situação em si. Em uma entrevista a Adriana, que é mãe do Victor (diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista), disse que seu filho foi rejeitado por oito escolas, na época de início de sua alfabetização. &nbsp;<br><br></div><div>Lembrando que no Brasil a lei <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm">Lei 12.764 de 27/12/2012</a>determina no parágrafo único “Em casos de comprovada necessidade, a pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns de ensino regular, nos termos do inciso IV do art. 2º terá direito a acompanhante especializado.” concedendo o direito de estudarem e frequentarem uma escola. Na qual é um acontecimento muito avassalador, pois mesmo sendo um direito dele ainda sim foi recusado.&nbsp;<br><br></div><div>Por que apenas não damos a eles e suas famílias uma única chance? Todos nós precisamos de uma única chance sequer, quando alguém acredita em nós isso nos dar força para continuar batalhando. As pessoas terem dificuldades em certas coisas, não significa que ela não é capaz! Aliás, todas as pessoas possuem dificuldades em algo em especifico, eu tenho e você com toda certeza tem também, mas isso não significa que devemos ser excluídos da sociedade apenas por termos dificuldades. “A gente tem muito ainda o que evoluir no sentido da perspectiva da inclusão, porque eu absolutamente não sei qual é o potencial da pessoa, enquanto eu não aposto” disse a Liliane Garcez gerente de programas do Instituto Rodrigo Mendes. &nbsp;<br><br></div><div>Dessa maneira conseguimos analisar o quanto precisamos abrir nossa mente, e olhar com mais empatia para as outras pessoas. E afinal, qual seria a forma de ir mudando esse problema da exclusão? Bom, podemos primeiramente nos colocar um no lugar do outro. O Governo poderia fazer campanhas de conscientização, poderia existir campanhas em escolas e lugares públicos, onde famílias que passam por isso daria seu ponto de vista. É fundamental e de extrema importância que a lei se cumpra, e que seja punido aqueles que a violarem &nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 11:07:24 UTC</pubDate>
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         <title>Ellen Dias 9ºC</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 11:17:09 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Luiza De Campos 9ºB</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>Todos temos direitos de amar.<br><br></div><div>Hoje em dia, é complicado dizermos quem nós amamos ou não, o preconceito sempre esteve presente da nossa sociedade, mas sobre o amor, todos temos direitos de amar, seja com um homem ou uma mulher, o termo atual que utilizamos para descrever ou caracterizar as pessoas que amam pessoas do mesmo gênero ou até mesmo ambos os gêneros ou ninguém é LGBTQIA+, mas será que é realmente grande esse preconceito?&nbsp;<br><br></div><div>Inclusive praticar o preconceito com essas pessoas é um crime, segundo o artigo 20 é proibido praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.<br><br></div><div>No dia 28 de junho de 1969, em Nova York, membros da comunidade LGBTQIA+ protestaram contra a repressão policial em um bar. Conhecida como Revolta de Stonewall, a data passou a marcar o dia do orgulho LGBTQIA+&nbsp; — e todo o mês de junho se tornou um período para festejar os avanços sociais e refletir sobre as dificuldades vivenciadas pelas pessoas LGBTQIA+. Mas muito ainda precisa ser feito no mundo para garantir igualdade, representatividade, segurança e liberdade para essa população.<br><br></div><div>Embora a sociedade tenha visto avanços em pautas de diversidade nos últimos anos, a percepção do público LGBTQIA+ sobre preconceito ainda é de que ele é predominante. Na pesquisa Oldiversity, conduzida pelo Grupo Croma, empresa brasileira especialista em design e inovação, 53% das pessoas LGBTQIA+ disseram ter sofrido algum tipo de discriminação por sua orientação sexual. E 73% afirmaram que o atual governo influenciou um aumento no preconceito.<br><br></div><div>Vamos praticar mais o amor próprio e aprender a respeitar os próximos, o desrespeito a esse grupo é o que causa o mal aos próximos, o respeito é a chave, a solução, para diminuir esses índices, o respeito é tudo que eles querem, ame e respeite.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 11:21:27 UTC</pubDate>
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         <title>Patrick Akihiro Kato Lopes 9ºC</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>O preconceito com as pessoas deficientes<br><br></div><div>Hoje em dia é muito fácil vermos pessoas com deficiências sofrendo com o preconceito, por serem diferentes dos outros e muitos que tem preconceito contra os deficientes tendem a dizer que não gostam deles por não serem iguais aos outros, não serem “normais”, e isso é algo que não devemos tolerar em nossa sociedade, todos os deficientes devem ser inclusos na sociedade e nos negócios.<br><br></div><div>De acordo com pesquisas, antigamente por volta de 1200-1700 já havia o preconceito contra os deficientes, todos tratavam o deficiente como uma aberração, diziam que aqueles que nascerem com uma deficiência estaria possuído pelo demônio e eles o torturavam e matavam queimando-o vivo. Isso conforme o tempo foi passando, foi-se amenizando, porém ainda é prejudicial para os deficientes e dependendo do nível de preconceito que tal pessoa sofre ele pode contrair problemas psicológicos e doenças como depressão.<br><br></div><div>A inclusão dos deficientes na sociedade e nos negócios é algo que devemos levar a fundo, realizar, para isso precisaríamos ter uma educação mais elevada sobre, pois, deficiência é algo delicado e precisamos ter cuidado, precisamos de mais empatia, respeito também, para nós podermos incluir os deficientes no mercado, precisaríamos de recursos em seus locais de trabalho que facilitaram o deficiente, lógico que dependendo de sua deficiência não teria como incluirmos ele nos negócios, mas pelo menos na sociedade conseguiríamos, para conseguirmos isso teríamos que fazer campanhas, eventos, jogos até.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 11:47:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vitoria Costa de Oliveira 9° B</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aprendendo a aceitar as pessoas como elas são&nbsp;<br>Hoje em dia, as pessoas não sabem aceitar da pessoas como elas são, pois as pessoas julgam muito umas às outras sem antes conhecê-las, isso prejudica as pessoas porque ninguém tem culpa de nascer com deficiência mental ou física.<br>Todas as pessoas têm algumas deficiências, só que tem algumas deficiências que são mais graves, por isso não podemos sair julgando as pessoas pelas suas, não custa nada você aceitar as pessoas pelo que elas são, custa? Não né, então até porque&nbsp; as pessoas te aceitam como você é, e nem por isso você é julgado é ?&nbsp;<br>&nbsp; Não né , então não saía falando mal das pessoas com deficiência, pois elas podem ter depressão ou se sentirem insuficiente, e vamos concordar que ninguém gosta de sofrer bullying .Então tenha empatia pelos outros.<br>&nbsp; Eu concordo com as pessoas que pensam em ajudar quando podem, as pessoas com deficiência não podem ser tratadas assim, é claro que nem em todas as atividades podemos inclui-las,mas podemos respeitá-las .<br>&nbsp;Logo é necessário que o governo faça com que as leis segam mais rigorosas, para que&nbsp; punam as pessoas que não respeitá-las. Também cabe às escolas e mídias trabalharem essas questões para que não aconteça&nbsp; mais nada desse tipo de preconceito. Se cada um fizer a sua parte, não haverá mais nenhum&nbsp; problema.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-29 11:51:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Victória Akemi 9ºC</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>CAPACITISMO: O preconceito contra deficientes<br></strong><br></div><div>&nbsp;Mesmo no século XXI, atos de preconceito contra deficientes são cometidos diariamente, e nada é feito para impedir isso. Em locais públicos, o preconceito é percebido por 31% das pessoas (sendo que 45% delas tem alguma deficiência ou convive com alguém que tem), mas na maioria das vezes não denunciam, essa situação é alarmante e intolerável, por isso deve ser solucionada.<br><br></div><div>O capacitismo pode ser causado por maldade, fake news ou até mesmo por serem apenas diferentes, mas são as diferenças que nos tornam especiais e únicos. Muitos acham que pessoas que possuem algum tipo de deficiência, seja ela mental ou física, não conseguem trabalhar ou fazer tarefas simples, mas estão enganados, um exemplo é o jornalista cego Fernando Campos que lançou um livro chamado “Enxergando além do Atlântico: uma jornada ao Reino Unido”, ele conseguiu superar sua deficiência e fazer o que muitas pessoas preconceituosas não fazem, “ser um exemplo”, e eu acho isso muito bom, pois alguns deficientes estão ganhando espaço na mídia e espero que eles incentivem outros a seguirem em frente.<br><br></div><div>Mas mesmo alguns ganhando espaço, uma pesquisa feita no país aponta que 77% dos portadores de deficiência se sentem desrespeitados e excluídos, e a violência contra eles cresceu em 34%, e isso é inadmissível e algo precisa ser feito, pois somos todos iguais mesmo tendo diferenças. A maioria dos deficientes são excluídos e julgados pela sociedade, e eu não acho isso justo, porque os deficientes também são pessoas, apenas são um pouco mais limitadas. Então, eu acho que essa situação não deve ser deixada de lado.<br><br></div><div>Os deficientes sofrem muita descriminação, por isso devemos conscientizar o máximo de pessoas através de palestras e campanhas para conseguirmos diminuir os atos de capacitismo, atos discriminatórios são vagados e por isso não devemos ignorar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 11:54:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabriela da Silva Oliveira 9°C</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das coisas que eu acho de mais triste na sociedade atualmente, é a ignorância e o preconceito a pessoas que possuem alguma deficiência, seja ela física ou psicológica.</div><div>Pesquisas comprovam que o preconceito atinge 99,3% do ambiente escolar no Brasil. Na maioria das vezes por não terem uma certa preparação, tanto dos alunos quanto da área da escola, faltando coisas para incluir os alunos que têm alguma deficiência.</div><div>“É fato que a condição das pessoas com deficiência é um terreno muito fértil para o preconceito em razão de um distanciamento em relação aos padrões físicos e intelectuais que se definem em função do que se considera ausência, falta ou impossibilidade, sendo baseada apenas em um aspecto ou atributo da pessoa, tornando a diferença uma exceção. O indivíduo que apresenta alguma deficiência é em muitos casos exposto a situações de agressão e violência, geradas basicamente pelo preconceito.” Encontrei esse trecho de um artigo, e eu concordo com isso, na maioria das vezes que falamos sobre isso tem pessoas que tratam com desdém. Eu acho muito feio quem faz isso, espero que daqui uns anos as pessoas sejam mais amigáveis e tenham mais respeito com as pessoas que têm alguma deficiência ou coisa parecida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 12:03:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rafael Makoto 9ºB</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>Porque bullying ?<br>Bullying uma das causas,<br>que faz preconceito com pessoas que tem deficiência e também que dão depressão, suicídio e etc. E eu acho isso um absurdo pois o bullying é uma causa que&nbsp;<br>alguns, valentões usam o bullying para usar com violência,humilhar, traumatizar etc. eu sei que algumas pessoas que sofrem bullying ficam com depressão,trauma e que querem se suicidar.<br>E eu não concordo sobre,o bullying e é por causa que algumas pessoas sofrem e os pais ficam reclamando com as escolas sobre o bullying causado e também prejudica cada aluno, e também há algumas campanhas contra o bullying.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 12:04:16 UTC</pubDate>
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         <title>Vinícius Alves 9ºB</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/uysy9rcxr7a19yz7/wish/1630001592</link>
         <description><![CDATA[<div>O capacitismo é a discriminação e o preconceito social contra pessoas com qualquer tipo de deficiência, seja ela física ou mental. Algo muito triste e desnecessário que acontece muito no Brasil e no mundo, e que pode trazer graves consequências, principalmente o sentimento de incapacidade. O preconceito, intolerância, bullyng, discriminação, entre outros, com PcD(pessoas com deficiência) é um crime que deve ser erradicado, pois é inadmissível algo assim contra seres humanos iguais a nós.<br><br></div><div>Apesar de muitos não conhecerem o real nome, é muito comum em muitos lugares, principalmente nos ambientes de trabalho, como diz uma pesquisa encomendada pelo Ministério Público do Trabalho em São Paulo e realizada pelo Ibope, que revelou que a pessoa com deficiência que vive na capital paulista ou na região metropolitana ainda sofre preconceito no trabalho. De acordo com a pesquisa, 69% dos entrevistados informaram que já vivenciaram ou presenciaram algum tipo de discriminação, bullying, rejeição, assédio moral e sexual, isolamento ou até violência física no ambiente de trabalho. A maior parte dos casos se refere a episódios envolvendo discriminação, bullying e rejeição, apontada por mais de 38% em cada um desses casos. Dessa forma, percebe-se que infelizmente muitos são os casos de capacitismo, sendo eles diretos ou indiretos, como por exemplo dirigir-se ao acompanhante de uma PcD em vez de dirigir-se diretamente à mesma, dirigir-se ao mesmo de forma infantil, subestimar as suas capacidades, entre outros.<br><br></div><div>Além do preconceito, intolerância, bullyng, discriminação, entre outros, também existe a exclusão, como aconteceu neste caso, onde no dia 22 de Fevereiro de 2015, um garoto chamado Leo, de 8 anos, portador de deficiência, foi vítima de preconceito em uma pizzaria, segundo relatos da mãe, Mariana Hart, nas redes sociais. O caso ocorreu na Pizza Hut, do Américas Shopping, no Recreio, zona oeste do Rio de Janeiro. Na publicação, Marina contou que foi ao estabelecimento para comemorar o aniversário dela. A jovem estava acompanhada do marido e dos três filhos. De acordo com ela, o primeiro garçom ignorou a presença de Leo à mesa e não levou um prato para a criança. Em seguida, outro funcionário serviu a família e perguntou se o menino iria comer. Simplesmente um absurdo! O pobre menino foi tratado como uma coisa, não como um ser humano, de forma desnecessária, que não deveria de forma alguma acontecer, independentemente da pessoa.<br><br></div><div>Esse capacitismo com PcD, deve ser rigorosamente erradicado, tanto pelo governo, com leis rígidas aos criminosos, quanto pela sociedade, com mais respeito, inclusão, empatia e aceitação. É necessário que todos tomem conhecimento desse preconceito, por meio de palestras, por exemplo, para entendermos que todos somos iguais, independentemente de cor, religião, aparência, etc.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 12:05:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Amanda 9ºB</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>Todos somos iguais<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O preconceito, em relações sociais, consiste no pré-julgamento e discriminação de algo ou alguém, sem de fato conhecê-lo. Há vários tipos de preconceito, um deles é o racismo. Sendo assim, é necessária a análise das causas deste problema e uma possível solução para o mesmo.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O racismo é uma forma de preconceito cruel, motivada pela cor da pele de uma pessoa e que atinge uma grande parcela da população mundial. Mesmo com cores de pele diferentes nós somos pessoas iguais e o ato de discriminar alguém pela cor de sua pele é ERRADO! “Não existem grandes diferenças genéticas entre pessoas de etnias diferentes,e mesmo que essa diferença existisse, isso não seria motivo suficiente para justificar o preconceito racial”.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Podemos notar esse tipo de ação no nosso cotidiano, ao nosso redor....com vítimas do racismo , seja no trabalho, na escola, em locais públicos, etc, podendo provocar agressões verbais ou físicas, além de causar perseguições, dano moral e prisões injustas de pessoas, principalmente de negros.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Isso acaba trazendo desigualdade entre pessoas de forma cruel e que acaba afastando as pessoas. È algo desnecessário mas que, infelizmente, existe na nossa sociedade até os dias de hoje. Entretanto, o racismo existe em todo o planeta e em todas as esferas, do mais pobre ao mais rico, cabendo a cada um de nós banir o racismo da sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 12:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>BRENDA 9ºD</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A inclusão das pessoas com deficiencia<br></strong><br></div><div>A busca por um espaço ativo na sociedade pelas pessoas com deficiência sempre foi um obstáculo. Embora, hoje, no Brasil, a questão da inclusão de portadores de alguma deficiência tenha avançado positivamente, o preconceito e a ausência de investimentos na infraestrutura ainda atuam como empecilhos para a garantia da qualidade de vida deles. Sendo assim, é necessária a análise das causas e consequências para acabar com essa problematização no Brasil.<br><br></div><div>Concordo que em diversos lugares, ferramentas de acesso como, rampas, sinalizadores e calçadas especiais, mas são pouco investidas, limitando a mobilização desse grupo. Poderiam investir mais nessas ferramentas, para facilitar o acesso de deficientes na sociedade, como mais elevadores para cadeirantes nos ônibus, pois já vi muitos relatos de que muitos ônibus ou não tem, ou o elevador está quebrado, as escolas poderiam ensinar libras para incluir mais os alunos com deficiência auditiva<br><br></div><div>Mesmo que no Brasil, existam leis que asseguram os direitos de deficientes, isso depende das ações humanas, porque quando uma pessoa ignora a proibição de placas, assentos, vagas de estacionamento, ela está contribuindo para a ineficiência das leis. As pessoas deveriam ter empatia, pois uma pessoa deficiente já não tem muito “apoio”, e elas vão e usam dos poucos meio de inclusão que eles tem.<br><br></div><div>Portanto, para melhorar a questão da inclusão de deficientes, as empresas, das instituições médicas e escolares, entre outras,podiam fornecer o direito de acessibilidade garantindo igualdade, quanto às condições físicas e mentais, conforme a legislatura, e as escolas deveriam ensinar formas que facilitem o aprendizado, como o estudo das libras.&nbsp;<br><br></div><div>Por fim, é necessário que a sociedade se mobilize quanto ao necessário apoio que se deve fornecer a essas pessoas por meio da mídia, mostrando a realidade dos deficientes que, viveriam melhor se contassem com a colaboração de todos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 12:12:07 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela Souza 9ºC</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-30 12:17:26 UTC</pubDate>
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