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      <title>Meu padlet ousado by </title>
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      <description>Criado com firmeza</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-03 16:58:08 UTC</pubDate>
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         <title>Quinta Aula da Eletiva </title>
         <author>a260119</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nesta Quinta aula analisamos o Arroz com Feijão. Este curta faz parte de um conjunto de curtas metragens cujo objetivo é escancarar grupos sacies marginalizados, os quais tem pouca visibilidade. No caso deste filme, o grupo social escolhido são as pessoas que vivem na favela no cotidiano do “arroz com feijão”. O curta trata a realidade das pessoas na favela de forma mais leve e bem humorada porém, não esquecendo de representar a dureza do pai que luta para sustentar sua familia todos os dias.&nbsp;</div><div><br></div><div>Trago a obra Operários de Tarsila do Amaral. Esta pintura retrata o brasil dos anos 20, ou seja é um retrato objetivo da realidade em que a pintora se encontrava. Ao analisar o rosto dos operários é possível ver que não há felicidade no trabalho exercido ou no progresso. O trabalho é necessário para o sustento da familia. Apesar de não estarem diretamente relacionados, as duas obras explicitam uma realidade objetiva. Uma mais ríspida. Outra mais lúdica - pelos olhos de uma criança ao mesmo tempo que retrata a luta do pai para dar sustento a sua família.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-03 16:59:10 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira aula da eletiva, Enrique Urbano</title>
         <author>a260119</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta primeira aula aprendemos o conceito de violência, ética e moral e no final da aula relacionamos estes conceitos com a arte vendo algumas músicas e poesias que remetiam o assunto como a música Boca de Lobo, Criolo. Portanto vou compartilhar um música que critica a violência e põe em cheque a ética da sociedade atual.&nbsp;<br><br>Nego drama, uma das músicas mais conhecidas dos Racionais, grupo de rap formado na década de 90, é o que podemos considerar como um “tapa na cara” da sociedade brasileira em uma época em que discussões como racismo estrutural não tinham tamanha relevância.<br>O trecho (3:45) “Ei, senhor de engenho, Eu sei bem quem você é/ Sozinho ce num guenza, sozinho ce num anda a pé” crítica que apesar dos negros ao longo da história brasileira terem sido alvos de extrema violência estes mesmos que permitem o conforto e luxo do senhor de engenho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-03 17:02:42 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda aula eletiva </title>
         <author>a260119</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta segunda aula nos foi introduzido o conceito de Cinema Novo. Este novo tipo de cinema, 100% brasileiro, abordava fatos do cotidiano com um olhar critico e até jornalístico a problemas sociais. Com o lema “Uma camela na mão e uma ideia na cabeça” o Cinema Novo já mostrava as cartas, filmes poderiam ser feitos com baixos orçamentos (se contrapondo&nbsp; ao estilo Hollywoodiano, na qual os produtores brasileiros se baseavam na época) e mesmo assim passando uma forte mensagem.</div><div><br></div><div>Em sala vimos o curta Couro de Gato em que é retratado a historia de meninos pobres em oposição a abundância e futilidade da elite carioca. O diretor constrói cenas buscando retratar de forma veríssima o cotidiano da população brasileira. Linguagem informal utilizada pelos personagens e planos abertos visando demonstrar as diferenças dos “diferentes Rio de Janeiro” são alguns exemplos.</div><div><br></div><div>Para continuar a discussão sobre Cinema Novo trago outro curta o Rio, 40 graus. Marco de Inicio do Cinema Novo este filme, dirigido por Nelson Pereira dos Santos, abordava a convivência da pobreza nos morros do Rio de Janeiro com a elite e os turistas nas praias cariocas trazendo temas como desigualdade social e cultura sem romantizações ou preconceitos. Este filme alem de ter sido o marco inicial do Cinema Novo, como ja foi dito, inspirou outros diretores a entrarem para o movimento e se tornarem cineastas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-10 17:51:25 UTC</pubDate>
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         <title>Terceira aula eletiva </title>
         <author>a260119</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta terceira aula acabamos de assistir e refletir sobre o curta Palace II. Esta obra cinematográfica retrata a historia de dois meninos, moradores de uma comunidade do Rio de Janeiro. As duas crianças tinham um sonho: assistir um show de pagode, e a trama se desenvolve com a tentativa dos meninos em arrecadar dinheiro ao mesmo tempo que a proximidade dos dois com o tráfico aumenta. Nesta curta, o que mais me impactou foi a forma como os dois garotos (não tinham mais que 10 anos) eram tratados pelos habitantes da comunidade. O conceito de infância no meio que os dois estavam inseridos era completamente inexistente. Garotos além de serem tratados como adultos eram forçados a agir como tal. Tal imposição revela a violência acometida aos dois. Pode-se perceber este fato tanto na forma como os adultos agem e falam com os meninos.&nbsp;</div><div><br></div><div>Tendo em vista este tema, uma memória afetiva veio a tona. A musica do grupo Palavra Cantada: Criança não Trabalha. Apesar de parecer “Boba”, por ser cantada por um grupo que produz musicas infantis, Criança não trabalha possui uma forte critica em tanto em sua letra tanto em seu clipe.&nbsp;</div><div><br></div><div>A letra da musica é basicamente uma lista de atividades e práticas que crianças “normais” realizam como: pular corda, marcar chiclete, correr e entre outros. Tudo isso sob um ritmo animado, que amplifica a parte infantil do clipe. O clipe em sí (parte visual), retrata crianças aparentemente ricas brincando, correndo e se divertindo. Em contrapartida, em alguns cortes é mostrado crianças aparentemente pobres engraxando sapatos, trabalhando em um supermercado, catando latinhas, vendendo guloseimas no farol e etc. O que mais uma vez revela a violência sofrida por elas pois criança deve estar na escola, brincando, aprendendo. O clipe enfatiza a conformidade da sociedade com este tipo de pratica, pois adultos estão usufruindo de um trabalho infantil e não estão boicotando-o. No final do clipe as crianças que estão trabalhando abandonam seus postos e vão se juntar a brincadeira das crianças (ricas) na rua ao mesmo tempo do refrão “Criança não trabalha, crianças da trabalho”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-17 17:17:38 UTC</pubDate>
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         <title>Quarta aula da eletiva </title>
         <author>a260119</author>
         <link>https://padlet.com/a260119/uyd9g3g3xk3ap13r/wish/2074525182</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nesta Quarta aula analisamos o Menino dos 5. Este curta faz parte de um conjunto de curtas metragens cujo objetivo é escancarar grupos sacies marginalizados, os quais tem pouca visibilidade. No caso deste filme, o grupo social escolhido são os sem teto no qual são colocados em constraste com a classe média. Uma cena impactante deste filme é quando o menino - de classe média - pega o cachorro do menino - morador de rua - e o joga pela janela. Esta cena representa a dominação de um grupo social pelo outra.</div><div><br></div><div>Em mesma instância, a música nego drama trata sobre a marginalização dos negros e as co sequências disto na sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 22:50:56 UTC</pubDate>
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         <title>Sexta aula eletiva </title>
         <author>a260119</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nesta sexta aula da eletiva discutimos sobre a herança da escravidão e como, desde os tempos coloniais tal forma de violência é imperiosa sobre a vida na sociedade brasileira estimulando ou reprimindo comportamento de certos grupos. A historia do brasil por Boris fausto, o texto negrinha negrinha negrinha e o curta dela, retrataram tal forma de violência. De modo geral, essas obras abordam a marginalização do negro e a adoção de praticas racistas e ofensivas como “normais”, por um grupo de indivíduos. Em Dela, por exemplo, a protagonista é reprimida pelo seu nome e cabelo. No último termo, em especifico, vale ressaltar a associação entre um cabelo crespo a um cabelo desarrumado realizado por uma trinca branca, mais um elemento que prova a violência extrema que este grupo sofre.</div><div><br></div><div>Uma obra que se associa ao tema é o clássico cidade de deus que mostra com maestria as vidas na favela, locais onde os negros desamparados pelo Estado e pela sociedade recorreram a morar.</div><div><br></div><div>Gostaria de fazer uma menção honrosa ao desenho animado Tom e Jerry, apesar de não ser brasileiro o desenho marcou profundamente minha infância. A dona do gato Tom era uma mulher negra retratada de um modo caricatural. Era gorda, desengonçada , pseudo analfabeta e continuamente “falava errado” (não obedecia na norma padrão). A imagem desta mulher é um estereótipo tao forte e agressivo que os realizadores do desenho mudaram essa característica a transformando em uma mulher branca “normal”, evidenciando a hipocrisia do desenho.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-10 17:31:36 UTC</pubDate>
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         <title>13/3/2022</title>
         <author>karlasomogyi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Visto até aqui.<br>Karla</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 23:19:11 UTC</pubDate>
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