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      <title>Meu padlet artístico by JULIA BARBARA GONZAGA MONTEIRO ALMEIDA</title>
      <link>https://padlet.com/juliaalmeida25/uy72iwsu0ybzqk1c</link>
      <description>Criado com uma mente aberta</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-26 20:00:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-07-11 01:54:24 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A MÁSCARA DO SILÊNCIO DJAMILA RIBEIRO     </title>
         <author>juliaalmeida25</author>
         <link>https://padlet.com/juliaalmeida25/uy72iwsu0ybzqk1c/wish/1644293440</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-11 01:12:29 UTC</pubDate>
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         <title>                RESUMO</title>
         <author>juliaalmeida25</author>
         <link>https://padlet.com/juliaalmeida25/uy72iwsu0ybzqk1c/wish/1644300697</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; Para Djamila Ribeiro pensar em feminismo negro não é uma luta meramente identitária e sim um projeto democrático.&nbsp;<br><br></div><div>A autora narra no início do artigo a história da sua primeira infância. A escola era um espaço onde se sentia insegura, excluída, incapaz, sentimentos que eram reforçados principalmente ao sentir   temor de ser relacionada as narrativas da África que quando vistas na escola eram apresentadas de forma estereotipada, ou seja, os negros eram retratados como indivíduos sem identidade e quem não resistiram a migração forçada e a escravização. Seu porto seguro era está próxima a sua família principalmente ao lado de sua avó Antônia que a fazia sentir-se fortalecida emocionalmente com isso o sentimento de inadequação ou medo passavam. </div><div><br></div><div>Em seguida são apresentados alguns momentos de racismo estrutural que sofreu na escola. Apesar de ser uma das melhores alunas da escola tinha dificuldade de interagir com os outros pois, percebia que era excluída por causa da raça e classe social. Por esse motivo se sentia incapaz de expressar-se publicamente então buscava fugir da realidade através da imaginação e da negação da sua origem para que pudesse sentir-se incluída.<br><br></div><div>A ideologia do pai era oposta da mãe, uma vez que ele achava que Djamila deveria assumir a sua identidade como negra e lutar para estar em lugares que suspostamente eram exclusivamente de “brancos”.<br><br></div><div>A exclusão social, preconceito, racismo, sexismo agiram como uma máscara que a silenciava e tornava-a invisível na sociedade no decorrer da sua história. Porém o rompimento da máscara aconteceu através da leitura pois, iniciou se o processo de construção da identidade e a conscientização da importância de conhecer a história dos seus antepassados ultrapassando a visão do europeu.<br><br></div><div>Para ela o sexismo é um problema enfrentado por todas as mulheres, entretanto é agravado em relação a mulher negra, pobre por serem vista de forma insensível, estereotipada.<br><br></div><div>&nbsp;No final do artigo a autora reconhece que não era tímida e sim uma pessoa oprimida silenciada pela sociedade, destaca a importância da leitura de autoras negras para que se possa construir uma identidade de classe, raça e gênero.&nbsp;<br><br>Júlia Bárbara Gonzaga Monteiro de Almeida&nbsp; -7ºA<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-11 01:33:23 UTC</pubDate>
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