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      <title>Zoologia dos Vertebrados  by Arthur Alves de Souza</title>
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      <description>Criado com um ar de mistério</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-30 12:39:28 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-06-02 12:20:26 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Baleia-franca-do-sul (Em risco de extinção)</title>
         <author>arthur_alvessouza</author>
         <link>https://padlet.com/arthur_alvessouza/ux9cj72f5xlc06nk/wish/2204639126</link>
         <description><![CDATA[<div>As baleias francas são cetáceos de grande tamanho, podendo atingir, segundo registros históricos, mais de 17 metros de comprimento nas fêmeas e pouco menos nos machos, muito embora participantes da caça à baleia franca no litoral do Estado de Santa Catarina nas décadas de 1950/60 afirmem categoricamente que animais com mais de 18 metros foram capturados nas imediações de Garopaba e Imbituba. O corpo é negro e arredondado, sem aleta dorsal e a cabeça ocupa quase um quarto do comprimento total, nela destacando-se a grande curvatura da boca, que abriga, pendentes, cerca e 250 pares de cerdas da barbatana, que são ásperas e na sua maior extensão negro-oliváceas. A alimentação a espécie é seletiva, buscando principalmente pequenos copépodos (Calanus, Microcalanus, Pseudocalanus, Oithoma e Metridia), além do krill Euphasia superba e Munida gregaria. <strong>Baleia Franca</strong> Austral – a Eubalaena Australis ou <strong>baleia franca do Sul</strong> costuma viver nas regiões cirumpolar do Hemisfério <strong>Sul</strong>. <strong>Baleia Franca</strong> do Atlântico Norte – a Eubalaena Glacialis vive em regiões do Atlântico Norte. Estão em risco de extinção porque As ameaças principais que <strong>essa</strong> espécie sofre atualmente são: a destruição de seu habitat natural; a caça predatória e desordenada que <strong>é</strong> possível acontecer, caso não haja uma fiscalização séria, o turismo observatório conduzido de forma errada e os ataques das gaivotas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 12:50:22 UTC</pubDate>
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         <title> ararajuba (Guaruba guarouba) (Em risco de extinção)</title>
         <author>arthur_alvessouza</author>
         <link>https://padlet.com/arthur_alvessouza/ux9cj72f5xlc06nk/wish/2204647146</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A ararajuba</strong> tem o porte de um papagaio, porém possui uma cauda longa com penas de tamanho desigual e bico curvo. Sua plumagem apresenta cores amarelo ouro e o verde bandeira, que se encontra apenas no final das asas. <strong>A ararajuba</strong> é considerada uma das aves mais belas da família Psittacidae. Elas escavam túneis nos troncos com seus bicos, que podem chegar a uma profundidade de mais de 2 metros. Dessa forma, dentro desse túnel, as fêmeas colocam de dois a quatro ovos, que são incubados por aproximadamente 30 dias. Uma <strong>curiosidade</strong> bem legal é que os ovos não são chocados apenas pelos pais. Ela gosta de áreas de terra firme e altitude baixa, menos de 300 m acima do nível do mar. Por lá, escolhe grandes árvores ocas e isoladas da vegetação ao redor para fazer seus ninhos – uma forma de proteger-se de predadores como macacos e cobras. Elas comem sementes, frutos oleosos, frutas e flores e vivem em bandos. Estão ameaçadas de extinção porque a espécie, porém, <strong>está</strong> ameaçada de <strong>extinção</strong>, devido à perda de habitat e ao tráfico de <strong>aves</strong> silvestres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 12:58:25 UTC</pubDate>
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         <title>o coral-sol (Tubastraea spp.) (Exótica)</title>
         <author>arthur_alvessouza</author>
         <link>https://padlet.com/arthur_alvessouza/ux9cj72f5xlc06nk/wish/2204697973</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>coral</strong>-<strong>sol</strong> (<strong>Tubastraea spp</strong>.) é um invasor marinho que está ameaçando a biodiversidade da zona costeira brasileira. O <strong>Coral Sol</strong> (<strong>Tubastraea sp</strong>.) é um animal que forma colônias coloridas parecendo um jardim bem cultivado em nosso mar. O <strong>coral</strong>-<strong>sol</strong> vem causando sérios impactos ecológicos, econômicos e sociais, que conflitam com um meio ambiente saudável. São comprovadamente nocivos às populações e comunidades nativas (2,3,4,5,6,7). As espécies se espalham rapidamente, dominando costões rochosos e recifes. Além de não possuir um predador natural em águas brasileiras, suas estratégias de defesa são bastante requintadas: o <strong>coral</strong>-<strong>sol</strong> pode tanto liberar compostos alelopáticos, que inibem a presença de outras <strong>espécies</strong> ao seu redor, como fazer uso de expedientes mais agressivos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 13:47:00 UTC</pubDate>
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         <title>o mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) (Exótica)</title>
         <author>arthur_alvessouza</author>
         <link>https://padlet.com/arthur_alvessouza/ux9cj72f5xlc06nk/wish/2204704728</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>mexilhão</strong>-<strong>dourado</strong> (Limnoperna fortunei) é um molusco bivalve, aquático, nativo do sul da Ásia, da família Mytilidae. Possui fecundação externa, produzindo larvas livres-natantes. É capaz de se fixar em quase qualquer substrato. Possui grande capacidade adaptativa.&nbsp;<strong>Dentre os prejuízos causados pelo mexilhão-dourado podemos citar:</strong></div><ul><li>Destruição da vegetação aquática;</li><li>Ocupação do espaço e disputa por alimento com os moluscos nativos;</li><li>Prejuízos à pesca, já que a diminuição dos moluscos nativos diminui o alimento dos peixes;</li><li>Entupimento de canos e dutos de água, esgoto e irrigação; Por terem grande capacidade de reprodução e dispersão, podem desovar inúmeras vezes ao ano, além de praticamente não terem predadores nos lugares de introdução. O <strong>mexilhão</strong> se espalha com rapidez, e por isso a espécie é <strong>considerada</strong> invasora. Devido suas características séssil (que se fixa a estruturas rígidas) e gregária (que forma macroaglomerados de indivíduos), e pela grande capacidade de proliferação, o mexilhão dourado se destaca com espécie invasora pelo potencial de ocasionar obstrução de tubulações e equipamentos em instalações hidrelétricas e de abastecimento.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 13:53:17 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos Ambientais e nas comunidades onde passaram a ocorrer ou deixaram de ocorrer.</title>
         <author>arthur_alvessouza</author>
         <link>https://padlet.com/arthur_alvessouza/ux9cj72f5xlc06nk/wish/2208891463</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Impactos</strong> do <strong>Coral</strong>-<strong>Sol</strong>. Estudos mostram que esse bioinvasor tem sido responsável pela modificação das comunidades bentônicas de costões rochosos na região de Ilha Grande, Rio de Janeiro, e em recifes de <strong>coral</strong> na Bahia, reduzindo a abundância das macroalgas.A invasão do <strong>coral</strong>-<strong>sol</strong> pode acarretar em aspectos negativos no âmbito social e econômico, com o a perda da produção de atividades baseadas nos ambientes e nos seus recursos, como a pesca, aquicultura e turismo<br><br>O mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) (Exótica).<br>Entupimento de canos e dutos de água, esgoto e irrigação; Entupimento de sistemas de tomada de água para geração de energia elétrica, causando interrupções frequentes para limpeza e encarecendo a produção; Prejuízos à navegação, com o comprometimento de boias, trapiches, motores e de estruturas das embarcações.<br>A invasão biológica desta espécie tem causado <strong>impactos</strong> ambientais e econômicos, provocando alterações estruturais e funcionais nos ecossistemas e prejuízos às atividades humanas nas Regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e, por último, na região Nordeste devido a recente detecção na Bacia do Rio São Francisco.<br><br>Durante décadas, a <strong>ararajuba</strong> (<strong>Guaruba guarouba</strong>) desapareceu dos céus de Belém. Entre 1940 e 1950, foram extintas na região metropolitana, por conta do desmatamento provocado pela urbanização. Em janeiro de 2018, após quase 70 anos, aves da espécie foram libertas, voltando a voar em seu habitat natural.<br><br>O tráfego marinho, a pesca, a poluição química e sonora, e o molestamento intencional ou não, são as principais ameaças à espécie na região e constituem desafios para a conservação da espécie no LNRS. Palavras chave: <strong>Baleia</strong>-<strong>franca</strong>-austral.<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-02 12:10:35 UTC</pubDate>
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