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      <title>GINGA -QUEM TEM MEDO DE CONVERSAR SOBRE ESSE TEMA ? - 2º ANO - REG 2 - 2025 by </title>
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      <description>2º ANO - REG 2 - 2025</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-18 00:43:58 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Gabriela costa</p><p>Isadora Alves </p><p>Laura Fernanda </p><p>Maria Fernanda </p><p>Rafaela Tobias </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:01:49 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo</title>
         <author>alexandrerfoliveira10</author>
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         <description><![CDATA[<p>Alexandre Rodrigues</p><p>Arthur Alves</p><p>Bruno Henrique</p><p>Yuri Henrique</p>]]></description>
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         <title>COMPONENTES DO GRUPO</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gabriel Fernandes</p><p>Henrique Alves</p><p>Pedro Sousa</p><p>Silvestre Júnior</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:03:09 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo:</title>
         <author>rafaelresende021023</author>
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         <description><![CDATA[<p>Rafael</p><p>Maria Clara</p><p>Daniel</p><p>Nathallye</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:03:17 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo:</title>
         <author>airlysjose560</author>
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         <description><![CDATA[<p>Airlys </p><p>Bianca </p><p>Lucca </p><p>Heloísa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:03:56 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo </title>
         <author>najux</author>
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         <description><![CDATA[<p>Anna Júlia Vitória </p><p>Joara Resende </p><p>Juan Vieira </p><p>Rubson Azevedo </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:04:13 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo:</title>
         <author>joaocastanheiramachado</author>
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         <description><![CDATA[<p>Felipe</p><p>João Gabriel </p><p>Kauã </p><p>Ryan</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:04:36 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo:</title>
         <author>jboaventura222</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558650019</link>
         <description><![CDATA[<p>Júlia </p><p>Miguel</p><p>Lucas</p><p>Flávio </p><p>Marcilene </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:11:59 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do grupo:</title>
         <author>nicollidelimaborges</author>
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         <description><![CDATA[<p>Camila</p><p>Nicolli</p><p>Antonio </p><p>Luisa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:12:41 UTC</pubDate>
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         <title>Você sabe o que é violência de gênero?</title>
         <author>ferreiradepaulabrunohenrique</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558653207</link>
         <description><![CDATA[<p>A violência de gênero pode ser definida como qualquer tipo de agressão física,  </p><p>psicológica, sexual ou simbólica contra alguém devido a sua identidade de gênero  </p><p>ou orientação sexual. Historicamente, dada as relações desiguais, as mulheres são as  </p><p>mais atingidas pela violência de gênero. </p><p>A utilização do conceito “violência de gênero” torna-se mais amplo que  </p><p>“violência contra a mulher”, pois, além de mulheres, inclui crianças e adolescentes.</p><p> Fonte:https://www.defensoria.rs.def.br/upload/arquivos/202303/08151200-cartilha-de-violencia-de-genero.pdf</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:15:40 UTC</pubDate>
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         <title>Você sabe o que é machismo estrutural?</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558657244</link>
         <description><![CDATA[<p>📌 O machismo estrutural é um sistema de ideias, práticas e valores que coloca os homens em posição de superioridade em relação às mulheres, de forma naturalizada. Diferente de atitudes individuais, <strong>ele está presente nas instituições sociais, leis, cultura, economia, mídia e até na linguagem</strong>, funcionando de modo quase invisível, mas constante.</p><p><br></p><p>Ao longo da história brasileira, a mulher foi colocada em uma posição de submissão, sendo restringida no acesso à educação, ao trabalho e à vida política. Esse legado histórico alimenta até hoje situações de desigualdade, como a <strong>diferença salarial </strong>entre homens e mulheres, a <strong>baixa representatividade feminina em cargos de liderança</strong> e os <strong>altos índices de violência doméstica e feminicídio.</strong></p><p><br></p><p>Mesmo com leis importantes, como a <strong>Lei Maria da Penha (2006)</strong> e a <strong>Lei do Feminicídio (2015)</strong>, a estrutura social ainda reproduz práticas machistas. Expressões comuns do dia a dia, como as que aparecem na imagem acima, são exemplos de como o machismo estrutural se perpetua, muitas vezes de forma sutil e normalizada.</p><p><br></p><p>👉 Assim, compreender o conceito de machismo estrutural é essencial para refletirmos sobre como o preconceito de gênero não é apenas resultado de indivíduos isolados, <strong>mas de uma estrutura social que mantém desigualdades históricas entre homens e mulheres.</strong></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>📚 Fontes</strong></p><p><br></p><ul><li><p>ALMEIDA, Silvio. Racismo Estrutural. São Paulo: Pólen, 2019. (aplicável também à compreensão do machismo estrutural).</p></li><li><p>SAFFIOTI, Heleieth. Gênero, Patriarcado, Violência. São Paulo: Expressão Popular, 2004.</p></li><li><p>Constituição Federal de 1988 – Art. 5º, inciso I.</p></li><li><p>IBGE. Estatísticas de Gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil. 2021.</p></li><li><p>ONU Mulheres Brasil. Violência contra mulheres e meninas. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.onumulheres.org.br">https://www.onumulheres.org.br</a>.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:20:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Você sabe o que direito do trabalhista?</title>
         <author>airlysjose560</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558658638</link>
         <description><![CDATA[<p>O Direito Trabalhista é o conjunto de leis e normas que regem as relações entre empregados e empregadores, visando garantir condições justas de trabalho, proteção e dignidade ao trabalhador. No Brasil, a legislação que unifica esses direitos é a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), publicada em 1943, que estabelece direitos básicos como salário-mínimo, jornada de trabalho adequada, férias remuneradas e segurança no local de trabalho. </p><p>Objetivo do Direito Trabalhista</p><p>Proteger o trabalhador:</p><p>Ele é visto como a parte mais fraca na relação de trabalho e, por isso, precisa de amparo legal. </p><p>Estabelecer condições justas:</p><p>Garante que o trabalhador receba remuneração justa e trabalhe em um ambiente seguro e saudável. </p><p>Harmonizar as relações de trabalho:</p><p>Busca pacificar conflitos entre capital e trabalho, além de ter funções sociais, políticas e econômicas. </p><p>Principais Direitos dos Trabalhadores</p><p>Salário-mínimo: O valor mínimo que o trabalhador deve receber. </p><p>Jornada de trabalho: Regras para a carga horária diária e semanal, visando a um limite de horas. </p><p>Férias remuneradas: Direito a um período de descanso e recesso após um ano de trabalho. </p><p>Segurança no trabalho: Normas para garantir um ambiente de trabalho seguro e sem riscos à saúde. </p><p>Proteção contra discriminação e assédio: Combate a práticas discriminatória no ambiente de trabalho. </p><p>Direitos adicionais: Existem direitos específicos para algumas categorias, como adicionais por insalubridade ou periculosidade para trabalhadores em condições prejudiciais à saúde ou com risco à vida. </p><p>A CLT</p><p>A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é a principal legislação que reúne as normas trabalhistas no Brasil. Ela unificou as leis que já existiam e adicionou novos benefícios, consolidando os direitos e deveres de empregados e empregadores. A CLT também é ajustada por meio de outras leis e reformas, como a Reforma Trabalhista de 2017. </p><p>https://www.totvs.com/blog/gestao-para-recursos-humanos/direitos-trabalhistas/</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:21:37 UTC</pubDate>
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         <title>Violência contra a mulher na sociedade.</title>
         <author>alexandrerfoliveira10</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558660216</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte:https://share.google/images/xQZDPeEoqkPPxfzht</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:22:59 UTC</pubDate>
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         <title>Você sabe quem foi Carolina Maria de Jesus ?</title>
         <author>danielgonzaga2306</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558665846</link>
         <description><![CDATA[<p>Carolina Maria de Jesus foi uma escritora mineira nascida em 14 de março de 1914. Apesar de ter apenas dois anos de estudo formal, tornou-se escritora e ficou nacionalmente conhecida em 1960, com a publicação de seu livro Quarto de despejo.</p><p>Ela morreu em 13 de fevereiro de 1977. Hoje é considerada uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira.</p><p><br/></p><p>Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/carolina-maria-jesus.htm</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:28:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Exemplo de machismo estrutural </title>
         <author>silvestrejuniorsantos395</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558667964</link>
         <description><![CDATA[<p>O machismo estrutural pode ser percebido em várias situações do cotidiano. No ambiente de trabalho, por exemplo, mulheres sofrem com interrupções em reuniões, são associadas a tarefas de servidão, como servir café, e ainda enfrentam preconceitos relacionados à gravidez. Dentro da família, a desigualdade aparece na chamada jornada dupla ou tripla, quando a mulher, além de trabalhar fora, continua sendo a principal responsável pelas tarefas domésticas e pelo cuidado dos filhos. Já no consumo, observa-se a chamada “Taxa Rosa”, em que produtos destinados ao público feminino, como brinquedos e itens de higiene, custam mais caro que os equivalentes masculinos, reforçando uma desigualdade econômica silenciosa.</p><p><br></p><p>https://padlet.com/monicacrozara/ginga-quem-tem-medo-de-conversar-sobre-esse-tema-2-ano-reg-2-ux3kxph010l7r62b</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://vocerh.abril.com.br/coluna/isis-borge/7-indicios-de-machismo-estrutural-no-mundo-corporativo?utm_source">https://vocerh.abril.com.br/coluna/isis-borge/7-indicios-de-machismo-estrutural-no-mundo-corporativo?utm_source</a></p><p><br></p><p>https://vocerh.abril.com.br/coluna/isis-borge/7-indicios-de-machismo-estrutural-no-mundo-corporativo?utm_source</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Oque é feminismo negro?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558672355</link>
         <description><![CDATA[<p>Feminismo negro , movimento político e social que se concentra nos aspectos multidimensionais da opressão das mulheres negras nos Estados Unidos e em outros países. Como campo de estudo, o feminismo negro difere do feminismo dominante.Feminismo, na medida em que busca compreender as injustiças que afetam o cotidiano das mulheres negras; também se distingue por uma ênfase de longa data na interseccionalidade (ou seja, a interação e os efeitos cumulativos de múltiplas formas de discriminação , incluindo racismo institucional , classismo e sexismo ). A estrutura intelectual do feminismo negro contemporâneo é semelhante à de Mulherismo , uma abordagem à opressão de mulheres não brancas (especialmente mulheres negras) que também se concentra na interseccionalidade. Fora dos Estados Unidos, o feminismo negro é frequentemente chamado de afrofeminismo.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.politize.com.br/feminismo-negro-no-brasil/">https://www.politize.com.br/feminismo-negro-no-brasil/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:36:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558677144</link>
         <description><![CDATA[<p>O que significa ter direito à educação? Será que todas as pessoas têm acesso igual à escola e à universidade? Quando falamos sobre mulheres negras, a resposta revela desigualdades históricas. Durante séculos, elas foram marginalizadas pela escravidão, pelo racismo e pelo sexismo, o que dificultou seu acesso à educação formal. Hoje, mesmo com garantias constitucionais, como o artigo 205 da Constituição Federal de 1988, que assegura a educação como um direito de todos, ainda há obstáculos que precisam ser enfrentados.</p><p><br/></p><p>Fonte da imagem:pinterest </p><p>Referência: Brasil escola </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 12:41:08 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de violência de gênero </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558859159</link>
         <description><![CDATA[<p>PSICOLÓGICA</p><p>Ameaça</p><p>Persegue</p><p>Isola</p><p>Anula</p><p>Humilha</p><p>Impõe medo</p><p>Cria dúvidas sobre a sanidade mental</p><p>Impede relacionamento com familiares e amigos</p><p>Impõe a vestimenta</p><p><br/></p><p>❗FÍSICA</p><p>Bate</p><p>Violenta</p><p>Chuta</p><p>Empurra</p><p>Amarra</p><p><br/></p><p>❗SEXUAL</p><p>Exige práticas que você não quer ou quando não se quer ter relação sexual</p><p>Se nega a usar preservativo</p><p>Te nega o direito a métodos contraceptivos ou exige que utilize sem sua vontade</p><p>Te pressiona</p><p><br/></p><p>❗MORAL</p><p>Calúnia</p><p>Difamação</p><p>Injúria</p><p>Torna desacreditada a dignidade e integridade</p><p><br/></p><p>❗PATRIMONIAL E ECONÔMICA</p><p>Não te deixa trabalhar</p><p>Oculta propriedades e bens</p><p>Controla seu dinheiro</p><p>Se exime do provimento de bens de consumo e alimentos</p><p>Utiliza sua renda em gastos com relacionamentos extra conjugais</p><p>Destrói seus objetivos</p><p><br/></p><p>Entre outros.</p><p><br/></p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/images/RARTVWbCGKriSPi7O">https://share.google/images/RARTVWbCGKriSPi7O</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 14:54:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Você sabe oque é Desigualdade de Gênero?</title>
         <author>joaocastanheiramachado</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3558959712</link>
         <description><![CDATA[<p>A desigualdade de gênero ocorre quando há privilégio de um gênero em detrimento de outro, ou outros. Historicamente, os direitos e vontades do homem se sobrepuseram aos das mulheres e pessoas não-binárias.</p><p><br/></p><p>Essa diferença está enraizada em nossa sociedade sob a forma do machismo, muito em função de uma cultura patriarcal ultrapassada. Isso porque a estrutura familiar e as relações sociais antigas colocavam o gênero masculino no lugar mais elevado da pirâmide social.</p><p><br/></p><p>Os homens trabalhavam fora, tomavam as decisões e impunham suas vontades às suas esposas e filhos. Entretanto, desde crianças, também fomos ensinados a diferenciar as pessoas pelo gênero, o que reforça o preceito de que é preciso rotular as pessoas e, consequentemente, prejulgá-las.</p><p><br/></p><p>Fonte: https://www.oxfam.org.br/blog/desigualdade-de-genero-causas-e-consequencias/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 16:19:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oque a CLT diz a respeito da estabilidade da gestante?</title>
         <author>mirandaheloisa239</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3565598822</link>
         <description><![CDATA[<p>A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) garante às trabalhadoras gestantes o direito à estabilidade no emprego, protegendo contra a demissão arbitrária ou sem justa causa. Esse direito começa a valer desde a confirmação da gravidez e se estende até cinco meses após o parto.</p><p><br/></p><p>O objetivo dessa proteção é assegurar que a gestante tenha tranquilidade financeira e de saúde durante a gestação, além de garantir condições mínimas de sustento para a mãe e o bebê no período pós-parto.</p><p><br/></p><p>A estabilidade também evita que a gravidez seja motivo de discriminação no ambiente de trabalho, impedindo que empregadores dispensem mulheres apenas para evitar custos com licença-maternidade e outros direitos. Assim, a legislação trabalhista promove igualdade de oportunidades e protege as mulheres em um momento de grande vulnerabilidade.</p><p><br/></p><p>https://www.solides.com.br</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 20:38:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alienação do trabalho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3567078188</link>
         <description><![CDATA[<p>A charge critica a <strong>alienação do trabalho</strong>, um conceito que, embora não seja diretamente abordado pelas leis trabalhistas de forma a garantir a "satisfação", está intrinsecamente ligado a questões como jornada exaustiva, saúde mental e falta de desenvolvimento profissional. Áreas que as leis tentam regulamentar para proteger o trabalhador da exploração e da degradação de sua dignidade.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 14:28:38 UTC</pubDate>
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         <title>O que foi o Movimento de Mulheres Negras (MMN)?</title>
         <author>isadoraalvespascoal5</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3567150899</link>
         <description><![CDATA[<p>O Movimento de Mulheres Negras (MMN) é um movimento social e feminista no Brasil que luta pela superação das desigualdades e opressões multidimensionais vividas pelas mulheres negras, que enfrentam discriminação de gênero e racismo simultaneamente. Ele surgiu das lutas feministas e antirracistas, especialmente a partir dos anos 1970, e busca dar visibilidade e voz às mulheres negras, pautando temas como o combate aos estereótipos, o reconhecimento da interligação de raça e classe, e a luta por direitos sociais e políticos.</p><p><br></p><p><strong>Contexto e</strong> <strong>Emergência</strong></p><p><br></p><p><strong>Desigualdades Multidimensionais:</strong></p><p>As mulheres negras estão sujeitas a uma combinação única de opressão baseada no patriarcado (domínio masculino) e no racismo (supremacia branca), o que configura um contexto de desvantagem específico.</p><p><br></p><p><strong>Diferença do Feminismo Branco:</strong></p><p>O MMN se distingue do feminismo tradicional, que muitas vezes negligencia as especificidades da experiência das mulheres negras e não aborda a questão racial de forma central.</p><p><br></p><p><strong>Principais Pautas e</strong> <strong>Contribuições</strong></p><p><br></p><p><strong>Feminismo Negro</strong>:</p><p>Reconhece que a opressão de gênero e raça não são separadas, mas sim interligadas e que moldam a vida das mulheres negras de forma específica.</p><p><br></p><p><strong>Combate aos Esteriótipos</strong>:</p><p>Desafia e combate as representações negativas construídas historicamente sobre a mulher negra.</p><p><br></p><p><strong>Autonomia e Visibilidade</strong>:</p><p>Luta pela emancipação e para que as mulheres negras sejam reconhecidas como sujeitos políticos, com suas demandas e experiências incluídas na agenda pública.</p><p><br></p><p><strong>Reivindicação de</strong> <strong>Direitos</strong>:</p><p>Busca a garantia de direitos econômicos, sociais e políticos, além de combater a violência.</p><p><br></p><p><strong>Atuação e Marcos Históricos</strong></p><p><br></p><p><strong>Década de 1970</strong>:A emergência do movimento é marcada pela intensificação das lutas feministas e antirracistas no Brasil.</p><p><br></p><p><strong>Marcha das Mulheres Negras</strong>:</p><p>Em 2015, a primeira grande marcha em Brasília reuniu mais de 100 mil mulheres negras em um ato político de grande visibilidade e impacto.</p><p><br></p><p><strong>Redes e Ativismo Online:</strong></p><p>Organizações como a Marcha das Mulheres Negras e grupos de mídia, como as Blogueiras Negras, utilizam as redes sociais para pautar temas de interesse e mobilizar pessoas em todo o país e no exterior.</p><p><br></p><p>https://www.scielo.br</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 15:07:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contexto livro “ Quarto de despejo “</title>
         <author>mcarlossilvapereira</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3567636970</link>
         <description><![CDATA[<p>O livro nasceu da vida real de Carolina Maria de Jesus, uma mulher negra, pobre, catadora de papel e mãe solo de três filhos, que vivia na favela do Canindé, em São Paulo, nos anos 1950. Diferente de muitos à sua volta, Carolina tinha algo especial: um caderno e o desejo de escrever.</p><p><br/></p><p>Ela anotava, em pedaços de papel e restos de caderno, o que via e sentia todos os dias: a fome que machucava seus filhos, a miséria que cercava sua casa de madeira e barro, as brigas, o preconceito, mas também seus sonhos, sua esperança e sua vontade de mudar de vida.</p><p><br/></p><p>O título Quarto de Despejo não é à toa: para ela, a favela era como o “quarto dos fundos” da cidade, onde se jogava aquilo que a sociedade não queria ver – as pessoas pobres, esquecidas, invisíveis.</p><p><br/></p><p>Quando esses escritos foram descobertos e publicados em 1960, eles chocaram e emocionaram o Brasil. Pela primeira vez, a voz de uma mulher negra, pobre e favelada estava registrada em livro, mostrando de dentro como era sobreviver na desigualdade.</p><p><br/></p><p>Mais do que um diário, Quarto de Despejo é um grito de humanidade: a luta diária de Carolina para alimentar seus filhos, sua revolta contra a injustiça social e seu orgulho em não se deixar vencer pela miséria. É uma lembrança poderosa de que, mesmo em meio à dor, existe resistência, força e dignidade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 21:40:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carolina De jesus X direitos trabalhistas</title>
         <author>luccarodriguesx</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569004899</link>
         <description><![CDATA[<p>Carolina mostra a ausência de proteção trabalhista para trabalhadores informais, como catadores, lavadeiras e empregadas domésticas.</p><p>Sua realidade evidencia a desigualdade social e racial, onde negros e mulheres ocupavam os trabalhos mais precarizados, muitas vezes sem carteira assinada, direitos previdenciários ou salário justo.</p><p><br></p><p>Contribuição para Reflexão Social</p><p>A obra de Carolina é um testemunho histórico que denuncia as falhas na aplicação dos direitos trabalhistas, mostrando como a lei não chegava aos mais pobres.</p><p>Sua escrita deu visibilidade a trabalhadoras que sustentavam suas famílias em condições de exploração.</p><p>Hoje, pode ser lida como um documento de luta social, conectando literatura, direitos humanos e direitos trabalhistas.</p><p><br></p><p>Leis trabalhistas e pessoas negras no Brasil</p><p>Após a Abolição (1888), os ex-escravizados não receberam terras, indenização ou integração no mercado de trabalho. O Estado priorizou imigrantes europeus.</p><p>A CLT (1943) garantiu direitos, mas excluiu setores onde a maioria dos negros trabalhava: serviço doméstico, rural e informal.</p><p>Trabalhadores rurais só tiveram direitos em 1963.</p><p>Empregadas domésticas, majoritariamente mulheres negras, só conquistaram equiparação completa com outros trabalhadores entre 2013 e 2015.</p><p>Hoje, apesar da igualdade legal, negros ainda recebem salários menores, têm menos empregos formais e mais trabalhos precários, reflexo do racismo estrutural.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fontes </p><p>www.brasilescola.com.br</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 13:55:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O histórico dos Movimentos Feministas </title>
         <author>gaabrielacosta2111</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569011149</link>
         <description><![CDATA[<p>O histórico dos Movimentos Feministas indica desinteresse no tratamento de questões de raça. Como aponta Angela Davis em sua obra Mulheres, Raça e Classe, as sufragistas brancas expressaram total descontentamento quando, depois da Guerra Civil dos Estados Unidos, os homens negros obtiveram o direito ao voto e elas não, proferindo, naquele momento, reclamações explicitamente racistas (2016, Capítulo 4). Posteriormente, mesmo quando não eram explicitamente racistas, ao definirem indistintamente as questões de gênero, as feministas brancas universalizaram as suas experiências e reduziram estas experiências às necessidades de um grupo de mulheres: das mulheres brancas de classe média e alta.</p><p>As feministas negras apontam para o fato de que os Movimentos Feministas e os Movimentos Negros falharam e ainda falham ao negligenciar as peculiaridades das necessidades das mulheres negras.</p><p>Por serem mulheres, recai também sobre elas a opressão de gênero e, de modos mais violentos do que sobre as mulheres brancas, já que as mulheres brancas não estão sujeitas ao racismo.</p><p>Sojourner Truth, no seu célebre discurso Não sou uma mulher?, proferido em 1851, na Convenção dos Direitos da Mulher em Akron, Ohio também cita sobre a mulher negra ser vista diferente das mulheres brancas no seu discurso ele aponta: “(…) eu poderia trabalhar tanto e comer tanto quanto qualquer homem – desde que eu tivesse oportunidade para isso – e suportar o açoite também! Não sou uma mulher? (…)”  Sojourner Truth aponta que as mulheres negras nunca foram vistas como frágeis, como quem requer algum tipo de cuidado. Muito pelo contrário, suas imagens sempre estiveram associadas à disponibilidade para trabalhar, cuidar e servir, inclusive sexualmente.  </p><p>Referência:</p><p>https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/feminismo-negro-2</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 13:59:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>📊 Machismo Estrutural em Números</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569020595</link>
         <description><![CDATA[<p>A análise dos primeiros semestres de 2018, 2019 e 2020, em Juiz de Fora, mostrou a presença preocupante da violência de gênero. Entre as categorias mais recorrentes de crimes, como ameaça, lesão corporal e vias de fato, houve uma redução de 15% nas ocorrências:</p><p><br></p><p><strong>• 2018 → 2.042 notificações</strong></p><p><strong>• 2019 → 2.057 notificações</strong></p><p><strong>• 2020 → 1.748 notificações</strong></p><p><br></p><p>Apesar dessa queda, um dado alarmante chama atenção: os casos de estupro de vulnerável aumentaram em 450% de 2019 para 2020, passando de 2 registros em 2019 para 9 registros em 2020 (mesmo número de 2018).</p><p><br></p><p>Segundo pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), esses números revelam que, embora alguns tipos de violência mostrem redução, a persistência e até o crescimento em crimes graves comprovam que o machismo estrutural ainda sustenta relações desiguais e violentas.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www2.ufjf.br/noticias/2022/11/25/machismo-estrutural-e-falta-de-politicas-continuam-fazendo-da-violencia-de-genero-uma-realidade/">https://www2.ufjf.br/noticias/2022/11/25/machismo-estrutural-e-falta-de-politicas-continuam-fazendo-da-violencia-de-genero-uma-realidade/</a></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4278498821/38984cda0f478dca18f8a7ef7a02b6a9/15BADECA_BCBB_4074_A5D6_B89C1878B6C2.png" />
         <pubDate>2025-09-04 14:05:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Necessidade de debater o Racismo na Infância</title>
         <author>laurarizeto106</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569030146</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No Brasil, a população negra representa mais da metade do total, contudo, a sua representação em mídias, como televisão e internet, é escassa. Essa invisibilidade é ainda mais acentuada quando se busca por referências positivas. A discussão sobre questões raciais ganhou destaque em 2020, especialmente após o assassinato de George Floyd, evidenciando a urgência de se abordar o racismo e a marginalização da população negra.</p><p><br/></p><p>É fundamental considerar os efeitos do racismo sobre as crianças, uma vez que o debate costuma ser restrito à experiência de pessoas negras. Entretanto, é crucial reconhecer que o racismo afeta todas as crianças, independentemente de sua cor de pele. </p><p><br/></p><p>A construção social da identidade racial deve ser discutida de maneira ampla, levando em conta que a identidade branca também é uma construção que merece ser analisada.</p><p>A perpetuação do racismo na sociedade não apenas marginaliza as crianças negras, que frequentemente se sentem desconectadas de sua história e ancestralidade, mas também priva as crianças brancas da oportunidade de aprender sobre uma história que lhes pertence.</p><p><br/></p><p> Portanto, é imprescindível que o racismo na infância seja debatido, promovendo um entendimento mais profundo das contribuições africanas e afro-brasileiras para a formação do Brasil e fomentando um ambiente de respeito e valorização da diversidade.</p><p><br/></p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunetas.com.br/falta-de-representatividade-negra-afeta-todas-as-criancas/">https://lunetas.com.br/falta-de-representatividade-negra-afeta-todas-as-criancas/</a></p><p>Fonte da imagem:Pinterest</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 14:11:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569030928</link>
         <description><![CDATA[<p>Mesmo com a educação garantida na Constituição, os estudantes negros ainda não têm as mesmas oportunidades. Reportagens mostram que a diferença no aprendizado entre brancos e negros aumentou nos últimos anos, chegando a mais de 14 pontos no 9º ano em português. Além disso, metade das escolas não cumpre a lei que obriga o ensino da cultura afro-brasileira, o que reforça a exclusão social dessa comunidade. Também são os negros que mais sofrem com atrasos escolares. Isso mostra que o direito à educação não é plenamente garantido para todos e que o racismo estrutural ainda afeta fortemente a vida escolar da população negra.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.msn.com/pt-br/noticias/educacao/desigualdade-racial-no-ensino-b%C3%A1sico-aumentou-na-%C3%BAltima-d%C3%A9cada-mostra-pesquisa/ar-AA1DMKif?apiversion=v2&amp;noservercache=1&amp;domshim=1&amp;renderwebcomponents=1&amp;wcseo=1&amp;batchservertelemetry=1&amp;noservertelemetry=1" />
         <pubDate>2025-09-04 14:11:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>📚 Descubra Carolina Maria de Jesus: a escritora que transformou dor em palavras.</title>
         <author>nathallyeanne2023s</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569032409</link>
         <description><![CDATA[<p>Filha de uma família pobre, teve uma educação formal de apenas dois anos. De 1923 a 1929, a família de lavradores migrou para Lajeado (MG), Franca (SP), Conquista (MG), até voltar definitivamente para Sacramento. Nessa cidade, a escritora e sua mãe ficaram presas durante alguns dias. Como Carolina sabia ler, as autoridades concluíram que ela lia para fazer feitiçaria.</p><p>Em 1937, Carolina Maria de Jesus mudou-se para a cidade de São Paulo, onde trabalhou como empregada doméstica. Em 1948, foi viver na favela do Canindé, onde nasceram seus três filhos. Enquanto viveu ali, sua forma de subsistência era catar papéis e outros materiais para reciclar.</p><p>Em meio a toda essa difícil realidade, havia os livros. Carolina Maria de Jesus era apaixonada pela leitura. A escrita literária, portanto, foi uma consequência.</p><p><br>Fonte:</p><p>Carolina Maria de Jesus: biografia e obras - Brasil Escola https://share.google/ROa9JkBt51sKDlRkI</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-04 14:12:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O machismo estrutural e as raízes da desigualdade de gênero</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569035075</link>
         <description><![CDATA[<p>O machismo estrutural, como diz o nome, está em diversos aspectos da vida cotidiana. </p><p><br></p><p>Há quem diga que o machismo não existe ou que é “exagero”. No entanto, os números mostram a dura realidade enfrentada pelas mulheres brasileiras, seja no trabalho, na política ou em sua própria segurança.</p><p><br></p><p>🔴 1 morte a cada 15 horas – vítimas de feminicídio.</p><p>🔴 30% das brasileiras já sofreram algum episódio de violência doméstica.</p><p>🔴 53% de participação das mulheres na força de trabalho.</p><p>🔴 Apenas 18% dos eleitos em 2022 eram mulheres.</p><p>🔴 Mulheres recebem, em média, 20% a menos que homens na mesma função.</p><p><br></p><p>Essas estatísticas reforçam que o machismo estrutural não é uma opinião, mas uma realidade que atravessa diferentes esferas da sociedade.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://iclnoticias.com.br/conhecimento/machismo-estrutural/">https://iclnoticias.com.br/conhecimento/machismo-estrutural/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 14:14:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>81% dos homens consideram o Brasil um país machista, aponta pesquisa inédita da ONU Mulheres</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569062361</link>
         <description><![CDATA[<p>Em pleno século 21, o machismo ainda é tema recorrente no Brasil. Uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2018/04/Relatorio_ONU_ElesporElas_PesquisaQuantitativa2016.pdf">pesquisa realizada pela ONU Mulheres e o portal PapodeHomem</a>, com viabilização do Grupo Boticário, mostra que <strong>95%</strong> das mulheres e <strong>81%</strong> dos homens entrevistados concordam com a afirmação. E <strong>3%</strong> deles se consideram bastante machistas, ainda segundo o estudo, que visa entender como as pessoas se sentem sobre esse tema e como podemos evoluir para uma sociedade com mais igualdade e mais diálogo entre os gêneros.</p><p><br></p><p>A pesquisa aponta que os estereótipos do comportamento masculino causam dificuldades aos homens, já que <strong>66,5%</strong> deles não falam com os amigos sobre medos e sentimentos; <strong>45%</strong> gostariam de não se sentir obrigatoriamente responsáveis pelo sustento financeiro da casa; e <strong>45,5%</strong> gostariam de se expressar de modo menos duro ou agressivo, mas não sabem como. Quanto mais inseguros se sentem, mais violentos ficam, perpetuando a desigualdade de gêneros.</p><p>Também não é fácil para eles lidar com a figura do “herói durão” e do ideal da virilidade, tendo que provar que é forte, provedor e poderoso. Para se ter uma ideia, <strong>56,5%</strong> gostariam de ter uma relação mais próxima com os amigos, expressando mais afeto, e <strong>54%</strong> gostariam de ter mais liberdade para explorar hobbies pouco usuais sem serem julgados.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.onumulheres.org.br/noticias/81-dos-homens-consideram-o-brasil-um-pais-machista/">https://www.onumulheres.org.br/noticias/81-dos-homens-consideram-o-brasil-um-pais-machista/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.onumulheres.org.br/noticias/81-dos-homens-consideram-o-brasil-um-pais-machista/" />
         <pubDate>2025-09-04 14:30:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sobre o livro: Quarto de Despejo
</title>
         <author>jboaventura222</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569314390</link>
         <description><![CDATA[<p>Quarto de Despejo: diário de uma favelada é um diário de Carolina Maria de Jesus, migrante de Sacramento, Minas Gerais, mãe solo e moradora da primeira grande favela de São Paulo, a Canindé, que foi desocupada em meados dos anos 1960 para a construção da Marginal Tietê.</p><p>	O livro relata a amarga realidade dos favelados na década de 1950: tendo os costumes de seus habitantes, a violência, a miséria, a fome e as dificuldades para se obter comida. Em vários momentos Carolina relatou que dava comida aos filhos e ficava sem comer para que eles não passassem fome.&nbsp;</p><p>	Em uma entrevista ela disse o quanto a literatura tem um significado importante para si mesma: “A transição de minha vida foi impulsiva pelos livros. Tive uma infância atribulada. É por intermédio dos livros que adquirimos boas maneiras e formamos nosso caráter. Se não fosse por intermédio dos livros que deu-me boa formação, eu teria me transviado, porque passei 23 anos mesclada com os marginais”&nbsp;</p><p>	Apesar de tal circulação, Carolina Maria de Jesus protagoniza um dos episódios mais intensos na história do silenciamento brasileiro.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 17:26:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Trecho da música Cidadão (Zé Geraldo):</p><p>“Tá vendo aquele colégio, moço?</p><p>Eu também trabalhei lá.</p><p>Lá eu quase me arrebento,</p><p>Fiz a massa, pus cimento,</p><p>Ajudei a rebocar.”</p><p><br/></p><p>Essa música nos faz refletir sobre a realidade de muitos trabalhadores que ajudaram a construir escolas,mas não tiveram a chance de estudar dentro delas. Isso faz a gente refletir sobre como a educação é essecencial,porque sem ela muitas pessoas acabam ficando presos em trabalhos pesados e sem a oportunidade de crescer profissionalmente,pois não tiveram a oportunidade de estudar.</p><p>A educação é a única forma que conseguimos transformar vidas,diminuir desigualdades e construir um futuro melhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 22:02:30 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia:Mulher é morta a marretadas em varanda de apartamento na Bahia</title>
         <author>ferreiradepaulabrunohenrique</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma mulher foi brutalmente morta a marretadas, na noite dessa terça-feira (19), em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (BA). Laina Santana Costa Guedes, de 37 anos, estava dentro do apartamento onde morava no momento do crime.</p><p>O homem atinge violentamente a vítima com mais de 15 golpes na sacada do apartamento. A CNN optou por não reproduzir a imagem.</p><p>Fonte:https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/nordeste/ba/mulher-e-morta-a-marretadas-em-varanda-de-apartamento-na-bahia/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-04 23:18:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A trajetória do sucesso, como o livro conquistou o mundo</title>
         <author>lucasjogos23231</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3569674298</link>
         <description><![CDATA[<p>Logo após o lançamento, a obra se tornou um fenômeno editorial, vendendo milhares de exemplares em pouco tempo e despertando grande debate sobre a desigualdade social.</p><p>O sucesso, no entanto, não ficou restrito ao país. A obra foi traduzida para mais de 13 idiomas e publicada em diversos lugares do mundo, como Estados Unidos, França, Alemanha, Itália e Japão. Isso fez de Carolina uma das escritoras brasileiras mais conhecidas internacionalmente. Apesar dos preconceitos e das dificuldades que continuou enfrentando, sua voz rompeu barreiras e conquistou reconhecimento mundial.</p><p>Hoje, <em>Quarto de Despejo</em> é considerado um marco da literatura brasileira e da literatura marginal, pois deu visibilidade à experiência de uma mulher negra e favelada em uma época em que essas vozes eram silenciadas. Sua trajetória mostra como uma obra simples e verdadeira pode se tornar universal e atravessar fronteiras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 00:18:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>zanquetta2609</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3570534703</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Como o livro O Quarto De Despejo, está hoje em dia?</strong></p><p><br></p><p>Com mais de 1 milhão de exemplares, o livro segue como referência para discutir sobre favelas, fome, raça e gênero, principalmente com artigos e dossiês recentes (2019–2024) mostram vitalidade crítica e didática da obra</p><p>em universidades no Brasil e no exterior.</p><p><br></p><p><strong>Oque ele significa no mundo contemporâneo?</strong></p><p><br></p><p>Denúncia social: Carolina mostrou no livro a fome, o racismo e a exclusão que ela viveu na favela do Canindé, em São Paulo, nos anos 1950. O triste é que esses problemas ainda existem em muitas comunidades do Brasil hoje.</p><p><br></p><p>Voz das periferias: Ela foi uma das primeiras mulheres negras e pobres a escrever sobre a própria vida e ser publicada. Com isso, deu voz a quem quase nunca era ouvido e até hoje inspira escritores e movimentos da periferia.</p><p><br></p><p>Educação e consciência: O livro virou leitura em escolas e faculdades, ajudando a pensar sobre cidadania, direitos humanos e desigualdade social.</p><p><br></p><p>Relevância cultural: Ler Quarto de Despejo hoje mostra a força da representatividade das mulheres negras e a importância da luta contra o racismo.</p><p><br></p><p>Resumindo então, o Quarto de Despejo continua sendo um espelho da desigualdade e, ao mesmo tempo, um símbolo de resistência e valorização da voz da mulher negra.</p><p><br/></p><p><strong>Fonte:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.folhape.com">www.folhape.com</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.wikipedia.com">www.wikipedia.com</a></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 10:44:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>zanquetta2609</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3570537692</link>
         <description><![CDATA[<p>O gráfico acima mostra o total de vendas do livro O Quarto de despejo, de 1960 a 2025.</p><p><br/></p><p>Pesquisas feitas em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.folhape.com">www.folhape.com</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 10:47:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🚫 O Machismo no Humor</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3572756281</link>
         <description><![CDATA[<p>Piadas como a da imagem acima reforçam estereótipos que limitam a mulher ao espaço doméstico, como a cozinha. Apesar de parecerem “inofensivas”, essas frases reproduzem e naturalizam desigualdades de gênero, contribuindo para a manutenção do machismo estrutural.</p><p><br></p><p>Esse tipo de humor mostra como o preconceito pode estar disfarçado de brincadeira, mas ainda assim perpetua a ideia de que as mulheres não pertencem a outros espaços sociais, políticos ou profissionais.</p><p><br></p><p>📖 Fonte: SAFFIOTI, Heleieth. Gênero, Patriarcado, Violência. São Paulo: Expressão Popular, 2004.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:12:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Machismo e o Destino Feminino</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3572758776</link>
         <description><![CDATA[<p>A charge de Rayma retrata a expectativa criada em torno do casamento e como ele, em uma sociedade marcada pelo machismo estrutural, ainda é frequentemente associado à ideia de que a mulher deve se limitar às tarefas domésticas.</p><p><br/></p><p>Ao se olhar no espelho, a noiva não vê a si mesma celebrando uma nova etapa de vida, mas sim lavando pratos. Isso simboliza como o patriarcado impõe à mulher um papel pré-definido: mesmo diante de conquistas sociais e pessoais, ela ainda é reduzida ao espaço privado da casa.</p><p><br/></p><p>Esse tipo de crítica reforça a necessidade de desconstruir estereótipos que naturalizam a submissão feminina, mostrando que o casamento não deve ser sinônimo de perda de identidade ou liberdade.</p><p><br/></p><p>📖 Fonte: SAFFIOTI, Heleieth. Gênero, Patriarcado, Violência. São Paulo: Expressão Popular, 2004.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:14:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conheça a Trajetória das Lutas pelos Direitos das Mulheres no Brasil</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3572777463</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><ul><li><p>1827 – Meninas podem frequentar a escola (Lei Geral de 15 de outubro).</p></li><li><p>1832 – Nísia Floresta publica “Direitos das Mulheres e Injustiças dos Homens”, obra pioneira do feminismo brasileiro.</p></li><li><p>1879 – Mulheres conquistam acesso às faculdades.</p></li><li><p>1910 – Surge o Partido Republicano Feminino, em defesa do voto.</p></li><li><p>1932 – Direito ao voto feminino é garantido pelo Código Eleitoral.</p></li><li><p>1962 – Estatuto da Mulher Casada: não precisam mais da autorização do marido para trabalhar e passam a ter direitos de herança e guarda dos filhos.</p></li><li><p>1974 – Mulheres conquistam direito ao cartão de crédito em nome próprio.</p></li><li><p>1977 – Lei do Divórcio aprovada no Brasil.</p></li><li><p>1979 – Mulheres podem praticar futebol oficialmente (proibição de 1941 revogada).</p></li><li><p>1985 – Criação da primeira Delegacia da Mulher (SP).</p></li><li><p>1988 – Constituição reconhece igualdade de direitos entre homens e mulheres.</p></li><li><p>2002 – Fim do artigo que permitia anulação de casamento por “falta de virgindade”.</p></li><li><p>2006 – Sancionada a Lei Maria da Penha (combate à violência doméstica).</p></li><li><p>2015 – Feminicídio é reconhecido como crime hediondo.</p></li><li><p>2018 – Importunação sexual passa a ser crime no Brasil.</p></li></ul><p><br></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sescrio.org.br/noticias/assistencia/marco-delas-conheca-a-trajetoria-das-lutas-pelos-direitos-das-mulheres-no-brasil/">https://www.sescrio.org.br/noticias/assistencia/marco-delas-conheca-a-trajetoria-das-lutas-pelos-direitos-das-mulheres-no-brasil/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:22:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Machismo estrutural e violência política: o caso Marielle Franco</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3572790662</link>
         <description><![CDATA[<p>O assassinato de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), foi um crime executado no dia 14 de março de 2018, no bairro do Estácio, região central da cidade. Os criminosos, em um carro que emparelhou com o da vereadora, efetuaram diversos disparos que também mataram seu motorista, Anderson Gomes. As investigações, conduzidas ao longo de vários anos, apontam para motivações políticas ligadas à expansão das milícias no Rio de Janeiro.</p><p><br/></p><p>Marielle era uma mulher negra, lésbica, mãe solo e oriunda da favela da Maré, condições que a tornavam um símbolo de resistência contra as desigualdades sociais e de gênero no Brasil. Sua trajetória política foi marcada pela defesa dos direitos humanos, especialmente em temas como o combate à violência policial, a luta contra a discriminação e a garantia de direitos para mulheres e minorias.</p><p><br/></p><p>A relação desse caso com o machismo estrutural é evidente: Marielle representava uma quebra de paradigmas em espaços de poder historicamente dominados por homens, brancos e de classes mais altas. Sua presença no cenário político incomodava setores conservadores justamente por desafiar a lógica patriarcal e hierárquica que sustenta a exclusão das mulheres – em especial das mulheres negras – da vida pública e política.</p><p><br/></p><p>O feminicídio de Marielle, portanto, não foi apenas um ataque a uma parlamentar, mas um crime carregado de simbolismo: a tentativa de silenciar uma voz feminina que denunciava as estruturas machistas, racistas e autoritárias que persistem no Brasil. Sua morte gerou enorme repercussão nacional e internacional, transformando-a em um ícone da luta contra o machismo e a violência de gênero.</p><p><br/></p><p>Fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Assassinato_de_Marielle_Franco">https://pt.wikipedia.org/wiki/Assassinato_de_Marielle_Franco</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 01:28:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3572790662</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Regiões Centro-Oeste e Norte são as mais machistas do país, diz pesquisa</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3574159189</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 2017, o Ibope ouviu <strong>2.002</strong> pessoas em todo o Brasil para identificar a presença de preconceitos no cotidiano. Os resultados revelaram que o machismo ainda é extremamente naturalizado no país.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>🔹 Principais resultados:</strong></p><p><br></p><p><br></p><ul><li><p><strong>99%</strong> dos brasileiros já tiveram contato com algum comentário machista.</p></li><li><p><strong>67%</strong> dos moradores do Centro-Oeste e Norte admitiram já ter feito frases desse tipo.</p></li><li><p><strong>7</strong> em cada <strong>10</strong> brasileiros confessaram ter reproduzido falas preconceituosas, mesmo que <strong>83%</strong> se considerem não preconceituosos.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>🗣️ Região Centro-Oeste e Norte</strong></p><p><br></p><p>Os organizadores da pesquisa questionaram os moradores do Centro-Oeste e do Norte se eles já ouviram ou falaram determinadas frases, como “mulher tem que se dar ao respeito”, “pode ser gay, mas não precisa beijar em público”, “não sou preconceituoso, até tenho um amigo negro”, “ele (a) é bonito, mas é gordinho(a)”.</p><p><br></p><ul><li><p>“Mulher tem que se dar ao respeito” – <strong>53%</strong></p></li><li><p>“Mulher ao volante, perigo constante” – <strong>30%</strong></p></li><li><p>“Ele(a) é bonito(a), mas é gordinho(a)” – <strong>29%</strong></p></li><li><p>“Isso é coisa de viado” – <strong>26%</strong></p></li><li><p>“Não sou preconceituoso, até tenho um amigo negro” – <strong>24%</strong></p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p>Essas falas mostram como o machismo, a homofobia, o racismo e a gordofobia estão presentes no dia a dia, muitas vezes mascarados como “brincadeira” ou “opinião”.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>🚨 Violência contra a mulher</strong></p><p><br></p><p><br></p><p>Durante os 11 anos da Lei Maria da Penha (2006–2017):</p><p><br></p><ul><li><p><strong>93,4 mil</strong> mulheres pediram medidas protetivas no DF (cerca de 1 pedido por hora).</p></li><li><p>Crimes mais frequentes: ameaça (<strong>60%</strong>), injúria (<strong>58%</strong>) e lesão corporal (<strong>32%</strong>).</p></li><li><p>Apenas no 1º semestre de 2017, houve <strong>7,1 mil</strong> registros de violência doméstica no DF, principalmente contra mulheres jovens entre 18 e 24 anos.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>📌 Outros preconceitos registrados:</strong></p><p><br></p><p><br></p><ul><li><p>Racismo: <strong>45%</strong> já reproduziram frases preconceituosas.</p></li><li><p>Homofobia: <strong>47%</strong> dos entrevistados.</p></li><li><p>Gordofobia: <strong>36%</strong>.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>🧠 Reflexão dos especialistas</strong></p><p><br></p><p><br></p><ul><li><p>Para a pesquisadora Liliane Machado (UnB), o Brasil ainda carrega raízes patriarcais e coronelistas, que reforçam a desigualdade de gênero.</p></li><li><p>O pesquisador Ricardo Sales (USP) afirma que o preconceito no Brasil está naturalizado, ou seja, muitas pessoas não percebem que estão reproduzindo atitudes discriminatórias.</p></li><li><p>A pesquisa revela a necessidade de debater, conscientizar e educar para combater o machismo e outras formas de preconceito.</p></li></ul><p><br></p><p>Fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/regioes-centro-oeste-e-norte-sao-as-mais-machistas-do-pais-diz-pesquisa/">https://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/noticias-violencia/regioes-centro-oeste-e-norte-sao-as-mais-machistas-do-pais-diz-pesquisa/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 15:38:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O machismo estrutural no cotidiano</title>
         <author>gabrielfernandessilva2022</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3574170693</link>
         <description><![CDATA[<p>O vídeo mostra uma cena aparentemente simples e engraçada: após fazer uma piadinha machista, o marido aparece limpando os degraus de uma escada. A esposa descreve a situação como uma espécie de "reparação histórica". Embora a cena seja apresentada de forma humorada, ela abre espaço para refletirmos sobre como o <strong>machismo estrutural</strong> se manifesta em pequenas atitudes do dia a dia.</p><p><br></p><p>O machismo estrutural não se limita a atos explícitos de violência ou discriminação. Ele está presente também em <strong>comentários, piadas e estereótipos</strong> que naturalizam a desigualdade entre homens e mulheres. Muitas vezes, essas piadinhas reforçam a ideia de que as mulheres seriam "inferiores" ou que deveriam ocupar papéis específicos, como cuidar da casa, da família e dos filhos, enquanto os homens ficariam com outras funções.</p><p><br></p><p>Ao mostrar o marido realizando uma tarefa doméstica após ter feito a piada, o vídeo brinca com a inversão de papéis e traz à tona uma questão importante: o trabalho doméstico ainda é visto como "obrigação" das mulheres, quando, na verdade, deveria ser responsabilidade de todos que compartilham o mesmo espaço. Essa cena ilustra como, mesmo de forma leve e bem-humorada, é possível chamar a atenção para os efeitos das pequenas manifestações do machismo no dia a dia.</p><p><br/></p><p>Além disso, o vídeo pode ser lido como uma crítica social: se por muito tempo as mulheres tiveram que aceitar piadas e situações desiguais como "normais", hoje existe uma maior consciência de que isso precisa ser questionado. O humor, nesse caso, funciona como uma ferramenta de denúncia e reflexão.</p><p><br></p><p>Portanto, essa postagem ajuda a compreender que o machismo estrutural não está apenas em grandes atitudes discriminatórias, mas também em gestos e falas corriqueiras, que perpetuam uma visão desigual entre os gêneros. Reconhecer isso é o primeiro passo para transformar as relações e construir uma sociedade mais justa e igualitária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 15:44:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quem descobriu Carolina Maria?</title>
         <author>rafaelresende021023</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576150428</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1950, Carolina Maria de Jesus publicou um poema em homenagem a Getúlio Vargas no jornal O Defensor, demonstrando já naquele momento sua sensibilidade e talento para a escrita. No entanto, sua vida de intensa produção literária se mantinha restrita ao espaço da favela do Canindé, em São Paulo, onde vivia com seus filhos, registrando o cotidiano em diversos cadernos que funcionavam como diários e também como testemunho da dura realidade que enfrentava.</p><p><br></p><p>Foi somente em 1958 que sua trajetória tomou um novo rumo, quando o jornalista Audálio Dantas, da Folha da Manhã, foi designado para produzir uma matéria sobre a comunidade do Canindé. Durante sua visita, ele conheceu Carolina e se surpreendeu ao descobrir que ela possuía cerca de vinte cadernos encardidos, repletos de observações sobre a vida na favela, escritas com uma voz autêntica, crítica e profundamente humana. Ao ler aqueles registros, Dantas percebeu de imediato a originalidade e a força da narrativa, chegando a afirmar que nenhum repórter ou escritor conseguiria contar aquela história com tamanha verdade, pois se tratava de uma visão de dentro da favela.</p><p><br/></p><p>https://novabrasilfm.com.br/notas-musicais/carolina-maria-de-jesus-curiosidades</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 13:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina: Do Papel à Realidade. </title>
         <author>mariaclararosa12</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576177729</link>
         <description><![CDATA[<p>Carolina Maria de Jesus compara a vida a um livro, dizendo que só entendemos o que ele contém depois de lido, assim como só compreendemos a vida no final. Em seu poema, ela revela que sua trajetória tem sido marcada pela cor preta: sua pele, o lugar onde morou e as dificuldades que enfrentou. Ao mesmo tempo, mostra como os livros e a escrita foram sua paixão e uma forma de transformar sua realidade.</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tumblr.com/frasespoesiaseafins/70236018609/carolina-de-jesus-a-escritora-que-o-brasil">https://www.tumblr.com/frasespoesiaseafins/70236018609/carolina-de-jesus-a-escritora-que-o-brasil</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 14:08:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576294177</link>
         <description><![CDATA[<p>O gráfico mostra que ainda existem grandes desigualdades no acesso à educação no Brasil. Enquanto brancos e amarelos têm as menores taxas de analfabetismo, os índices entre pretos, pardos, indígenas e quilombolas são bem mais altos, refletindo desigualdades sociais e históricas</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 15:12:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quem foi Amina of ZaZZau? </title>
         <author>nicollidelimaborges</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576385503</link>
         <description><![CDATA[<p>Amina: A rainha guerreira de Zazzau</p><p>Pinado Abdu Waba | rl</p><p>13/03/202013 de março de 2020</p><p>A Rainha Amina de Zazzau deu nas vistas provando que "uma mulher é tão capaz como um homem". Para além de ter assumido o controlo do seu reino, Amina comandou o exército de Zazzau, conquistando vários territórios.</p><p><br>DW African Roots | Queen Amina of Zazzau</p><p>Publicidade</p><p>Nascimento: Acredita-se que Amina nasceu no século XVI, mas os investigadores diferem na data exata do seu nascimento. Amina nasceu e viveu em Zazzau, que é hoje a cidade de Zaria, no estado de Kaduna, na Nigéria.</p><p><br></p><p>Reconhecida por: ter sido uma rainha guerreira. Amina governou o reino de Zazzau durante 34 anos, tendo nesse tempo expandido o territórios do seu reino através da conquista de várias cidades. A rainha abriu rotas comerciais e acredita-se também que foi ela que iniciou o cultivo de nozes de cola nos seus territórios.</p><p><br></p><p>O segundo sultão de Sokoto, Mohammed Bello, que era também filho de Usman dan Fodio, escreveu sobre a Rainha Amina no seu livro "Infaku'l Maisuri" ("Os Salários dos Afortunados"). Segundo Mohammed Bello, Amina tinha um dom único para a liderança e terá sido a primeira a introduzir nas sociedades hauçá a administração que hoje conhecemos.</p><p><br></p><p>Controvérsia: Há historiadores que afirmam que a história de Amina é um mito e que ela nunca existiu. No entanto, há elementos que apontam para a sua existência, nomeadamente os muros que mandou construir à volta das grandes cidades que conquistou. Além disso, existem ainda hoje, em Zaria, as estruturas e ruínas do seu palácio e dos campos de treino militar.</p><p><br></p><p>Embora não tenha tido filhos, há quem diga que Amina tem descendentes diretos dos seus irmãos ainda vivos e que estão entre as elites governantes do emirado.</p><p><br></p><p>A causa e local da morte da rainha guerreira continuam a ser motivo de controvérsia, mas é amplamente aceite que ela morreu numa batalha em Atagara, onde é hoje o Estado de Kogi, na região central da Nigéria.</p><p><br></p><p>A reter: "Amina, uma mulher como um homem!" - é assim que Amina é descrita. Tudo o que fez como rainha excedeu o que os reis que a antecederam haviam feito. Hoje, ela simboliza o espírito e a força das mulheres.</p><p><br></p><p>Homenagem: São vários os locais e instituições no norte da Nigéria que têm o nome de Amina. São exemplos a escola secundária governamental no estado de Kaduna, que se chama Colégio Rainha Amina. Também as residências femininas da Universidade Ahmadu Bello, em Zaria, e da Universidade de Lagos têm o nome da rainha. A personagem da série de televisão norte-americana "Xena: Princesa Guerreira" terá sido inspirada em Amina.</p><p><br></p><p>DW African Roots | Queen Amina of Zazzau</p><p>São recorrentes os debates acerca da existência ou não da Rainha Amina</p><p>Amina tornou-se princesa e herdeira do trono de Zazzau em 1536, quando o seu pai Bakwo Turunku foi declarado rei. Foi criada essencialmente pela sua avó Marka que, como nobre, a instruiu sobre questões políticas e assuntos do Estado. Marka foi também a primeira a notar o grande interesse de Amina pela guerra, desde logo, conta a história, pela forma como a sua neta segurava um punhal - exatamente como um verdadeiro guerreiro.</p><p><br></p><p>Ishaq Galadima Abdulkarim Tukur-Tukur, um dos assessores de imprensa que trabalha atualmente no palácio do Emir de Zazzau, explica que foram qualidades como esta que levaram o seu pai, o rei, a fazer de Amina princesa, e que tornaram, mais tarde, Zazzau num Estado forte. "Amina era a filha mais velha e, segundo a tradição, seria o filho homem mais velho que deveria ser coroado Madaki de Zazzau. No entanto, [o rei] tinha apenas duas filhas, Amina e a sua irmã mais nova, Zaria. Só depois de alguns anos é que Karama deu à luz o terceiro filho do rei Bakwo Turunku. Em Zazzau, "Madaki" era o chefe que comandava todas as forças armadas. Amina juntou as duas coisas. Era princesa e ao mesmo tempo assumiu a posição de Madaki, o que lhe deu a coragem de levar a cabo ataques e investidas em todos os estados do norte", conta.</p><p><br></p><p>Falar de Amina hoje em dia é muitas vezes falar de crueldade. Diz-se que, em cada cidade que conquistava, a rainha passava a noite com um homem diferente, que era decapitado na manhã seguinte. Mas há poucas provas disso.</p><p><br>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dw.com/pt-002/amina-a-rainha-guerreira-de-zazzau/a-52703377">https://www.dw.com/pt-002/amina-a-rainha-guerreira-de-zazzau/a-52703377</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 16:02:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desigualdade de Gênero no Mercado de Trabalho</title>
         <author>joaocastanheiramachado</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576459015</link>
         <description><![CDATA[<p>A desigualdade de gênero no mercado de trabalho é um tema premente e complexo que demanda uma análise minuciosa. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/mulheres-ganham-77-7-dos-salarios-dos-homens-no-brasil-diz-ibge/">Dados recentes revelam que, no Brasil, as mulheres ganham, em média, 77,7% do salário dos homens, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>Apesar dos avanços significativos, ainda existem disparidades notáveis entre homens e mulheres em diversos aspectos profissionais. De acordo com a gerente do Unit Carreiras e especialista em gestão de pessoas, Janaína Machado, essa discrepância se deve aos grandes obstáculos que as mulheres enfrentam no mercado de trabalho.</p><p><br/></p><p>“Entre uma mulher branca e um homem branco é de 30%, entre uma mulher negra é de 40% a 50%. Essa disparidade salarial é uma clara desvalorização do trabalho feminino, que afeta não apenas as mulheres, mas também suas famílias. Quando as mulheres recebem salários mais baixos, isso impacta o acesso à educação e oportunidades de atualização, criando dificuldades financeiras”, diz Janaína.</p><p><br/></p><p>Fonte: https://portal.unit.br/blog/noticias/desigualdade-de-genero-no-mercado-de-trabalho-desafios-e-solucoes/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 16:49:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedrosousadasilva9876</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576465387</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é machismo?</p><p><br></p><p>Na prática, pode ser entendido como a desigualdade que privilegia homens simplesmente por serem homens em todo e qualquer aspecto da vida. Muito além de atitudes individuais, esse é um sistema de opressão profundamente enraizado nas estruturas da sociedade, moldando relações de poder e reproduzindo desigualdades entre homens e mulheres.</p><p><br></p><p>A partir daí, chegamos ao chamado machismo estrutural, algo tão natural à sociedade que nem percebemos quando ele ocorre. Muito parecido, inclusive, com a misoginia como um todo, esse sentimento de desprezo, preconceito e até mesmo aversão às mulheres e ao que remete ao feminino. Essa é a teia invisível do patriarcado, que se manifesta em leis, costumes, valores e comportamentos, subjuga as mulheres e limita suas oportunidades de desenvolvimento pessoal e social, além de prejudicar os próprios homens.</p><p><br></p><p>O machismo como sistema de opressão de todos</p><p>O machismo parte da ideia de que homens são seres viris e superiores às mulheres e, por isso, têm direito a mais poder e privilégios maiores. Essa crença se manifesta em diversos aspectos da vida social, cultural e política, influenciando a forma como homens e mulheres se relacionam e como a sociedade é organizada. É importante desconstruir falácias diversas falácias sobre o machismo para que possamos todos combatê-lo.</p><p><br></p><p>“Mais homens morrem do que mulheres”</p><p><br></p><p>Essa afirmação ignora a violência direcionada às mulheres. A realidade é que, sim, mais homens morrem no Brasil, mas a causa é a violência, e os homens morrem mais por causa da violência entre eles, enquanto as mulheres são vítimas principalmente de feminicídios. A violência contra a mulher é um problema específico e um resultado direto do machismo. Por isso, não pode ser comparado com as agressões entre homens.</p><p><br></p><p>“Homens tinham o direito de votar pois eram enviados à guerra”</p><p><br></p><p>A guerra, além de historicamente ser resultado de conflitos gerados por homens, não é um argumento válido para justificar privilégios masculinos. O direito ao voto era, na Grécia Antiga, relacionado à posse e à liberdade: apenas homens que possuíssem propriedades poderiam votar. Entre os povos celtas e hindus, os druidas (considerados sacerdotes entre essas populações) eram responsáveis pela escolha dos líderes.</p><p><br></p><p>Com a evolução da humanidade, o voto passou a ser reivindicado como um direito humano fundamental e exigido por grupos marginalizados, como a população negra, grupos indígenas e as mulheres. A participação das mulheres na sociedade e na política é fundamental para a democracia.</p><p><br></p><p>“Machismo é uma ideia neutra”</p><p><br></p><p>O machismo não é uma ideia neutra, já que seu conceito básico remete à uma superioridade dos homens frente às mulheres. Por isso, não é possível pensar nele em nada além de um sistema de opressão que causa danos reais às mulheres e, também, limita a liberdade dos homens.</p><p><br></p><p>“As mulheres são mais privilegiadas que os homens”</p><p><br></p><p>Essa argumentação é baseada em estereótipos de gênero e ignora as inúmeras responsabilidades e dificuldades que as mulheres enfrentam. A preferência em situações de emergência ou o benefício de aposentadoria mais cedo, por exemplo, foram pensados para garantir algum privilégio masculino.</p><p><br></p><p>No primeiro caso, as mulheres são as principais responsáveis pelo cuidado das crianças e também pela perpetuação da espécie; na segunda, mulheres se aposentam antes como forma de compensar o trabalho doméstico a que são submetidas antes e depois do horário do expediente.</p><p><br></p><p>“Existem diferenças naturais de cada sexo”</p><p><br></p><p>As diferenças entre homens e mulheres são socialmente construídas, não naturais. Todos os estudos científicos, feitos de forma séria e imparcial, não conseguiram encontrar diferenças fisiológicas entre os dois sexos.</p><p><br></p><p>O que acontece é a imposição, por parte da sociedade, a papeis e comportamentos de acordo com o gênero, limitando as mulheres e negando sua capacidade e potencial. Dizer que existem diferenças intelectuais ou físicas entre os sexos é perpetuar séculos de preconceitos e ignorar todas as evidências científicas.</p><p><br></p><p>Fonte:https://iclnoticias.com.br/conhecimento/machismo-estrutural/</p>]]></description>
         <enclosure url="https://iclnoticias.com.br/conhecimento/machismo-estrutural/" />
         <pubDate>2025-09-09 16:53:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>henriquealmeida3314</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576475585</link>
         <description><![CDATA[<p> Na charge, vemos uma cena que ilustra bem o machismo estrutural. O menino pergunta ao pai o que é “machismo”, e quando a irmã tenta responder de forma crítica e consciente, ele a interrompe dizendo: “Não se mete, Fê! Isso é papo de homem!”. </p><p> Isso acaba sendo algo que até mesmo as crianças aprendem e acha que isso é algo normal, pois vê a sociedade fazendo isso e compreende que isso é "normal".</p><p> O machismo estrutural está no cotidiano disfarçado de piadas, pessoas e que só ignoram, com isso temos a desigualdade de fala e a opressão machista em todos os lugares. </p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://estilotagarela.weebly.com/uploads/3/1/9/8/31984359/4052781_orig.png">http://estilotagarela.weebly.com/uploads/3/1/9/8/31984359/4052781_orig.png</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 17:00:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedrosousadasilva9876</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576478842</link>
         <description><![CDATA[<p>90% das cientistas premiadas do Brasil relatam machismo</p><p><br></p><p>80% das entrevistadas afirmaram ter feito concessões na carreira por causa da família e 30% acreditam que as mulheres têm as mesmas oportunidades que os homens.</p><p><br></p><p>	</p><p>"Sexismo disfarçado de bom conselho”, “microagressões diárias”, “ofensas ditas em tom de brincadeira, como se fossem apenas uma piada”. Esses são relatos de um grupo de mulheres cientistas - no auge de suas carreiras -, que se veem alvo de machismo e preconceito mesmo trabalhando em um ambiente onde prevalece o alto nível de educação. Um quadro que parece piorar quanto mais elevado é o nível na carreira.</p><p><br></p><p>Na semana passada, chamou a atenção o fato de três pesquisadoras terem sido contempladas nas áreas de ciência em uma mesma edição do Nobel. Em 120 anos do prêmio, em um universo de mais de 600 laureados em ciência, menos de 4% eram mulheres.</p><p><br></p><p>Estar no topo da carreira científica, porém, não só ainda é uma raridade em todo o mundo para mulheres, como parece ser pouco capaz de blindá-las de serem alvo de machismo, em especial no país.</p><p><br></p><p>As frases que abrem essa reportagem foram ditas por pesquisadoras brasileiras de ponta, que tiveram seu trabalho reconhecido no Prêmio para Mulheres na Ciência L’Oréal / Unesco / Academia Brasileira de Ciências (ABC), iniciativa que completa 15 anos em 2020.</p><p><br></p><p>Para comemorar a data, os organizadores resolveram ouvi-las na tentativa de traçar um panorama do que elas viveram ao longo desse período e refletir sobre o que pode ser melhorado a fim de incentivar a ciência feminina.</p><p><br></p><p>No levantamento, 90% disseram já terem vivenciado situação de preconceito ou outra forma de discriminação em razão de seu gênero. Foram ouvidas 70 das 96 laureadas até o ano passado.</p><p><br></p><p>Machismo estrutural</p><p><br></p><p>Algumas delas conversaram com a reportagem e relataram situações que mais parecem tiradas de algum romance do século passado - ou como definem os especialistas em gênero, são exemplos do machismo estrutural.</p><p><br></p><p>"Os colegas de trabalho se sentem à vontade de serem invasivos com a vida das mulheres. Eu viajo muito para congressos e frequentemente escuto coisas como: ‘Mas seu marido deixa? Você trabalha demais, ele vai deixar você.’ Coisas que a gente nunca vai ouvir alguém perguntando para um homem”, conta a matemática Jaqueline Mesquita, de 35 anos, professora da Universidade de Brasília.</p><p><br></p><p>A Matemática, em geral, tem poucas mulheres em seus quadros. A Medalha Fields, considerada o Nobel da disciplina, teve até hoje apenas uma vencedora. O Prêmio Abel, que homenageia toda a carreira de um matemático, também. Cenário que só favorece os comentários machistas. “Tem um aluno querendo fazer doutorado comigo e ouvi colegas insinuando se ele estava interessado na minha pesquisa ou em outra coisa”, diz Jaqueline.</p><p><br></p><p>São comentários justificados pelos homens como meras brincadeiras, piadas, mas que incomodam. Muitas das pesquisadoras dizem que acabam se acostumando ou desenvolvem formas de relevar o que escutam para conseguir tocar a vida. Na pesquisa, 74% afirmaram que tiveram de mudar seu comportamento ou maneirismos para serem levadas a sério por colegas de trabalho.</p><p><br></p><p>“Nunca fui de ficar triste, não poderia me apegar a isso se quisesse sobreviver. Às vezes a gente se habitua, nem se dá conta de que foi alvo de preconceito. Com o tempo, vai engrossando o couro”, afirma Andrea de Camargo, de 46 anos, professora do Instituto de Física da USP, em São Carlos, vencedora do Prêmio L’Oréal em 2007. A Física, junto com a Matemática, é das que menos tem mulheres entre os pesquisadores. </p><p><br></p><p>Na maior parte dos casos, afirma Andrea, o preconceito é velado, aparece nas entrelinhas. “Mas brinco que se não me respeitam como mulher, me respeitam pela minha estatura”, diz a pesquisadora de 1,85m.</p><p><br></p><p>“Se a gente quiser ter voz, tem de falar mais alto, tem de bater a mão na mesa. Aí sempre vem alguém falando: ‘Calma, não precisa ficar estressada’. Dizem que a gente é desequilibrada. Se um homem age assim, as pessoas ficam impressionadas. Mas se a gente fala baixo, também ninguém escuta. Tem de se moldar ao ambiente” relata.</p><p><br></p><p>Andrea conta que no mesmo ano que recebeu o prêmio - um após ser contratada no instituto -, ela engravidou do primeiro filho. Tinha 34 anos. Quase ao mesmo tempo, ganhou uma bolsa na Alemanha, da Fundação Humboldt.</p><p><br></p><p>“Não sabia como contar. Escrevi cheia de dedos: olha, só tem um probleminha. Mas a resposta foi incrível. Disseram que a notícia era maravilhosa, que a fundação dava boas-vindas à família. E automaticamente aumentaram o valor da bolsa e estenderam o tempo para conclusão. É outra visão.”</p><p><br></p><p>A bióloga Fernanda Werneck, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), laureada em 2016, aponta que nem sempre o que ocorre é algo drástico. “A gente acha que é só um fato super marcante pode ser considerado preconceito, mas aí percebe que são microagressões, aquele pequeno comentário, aquele olhar, aquele julgamento que faz muitas colegas acabarem ficando no meio do caminho, estancando onde não gostariam de ter parado”, diz.</p><p><br></p><p>Fernanda, que faz muita pesquisa de campo, conta que também é comum as mulheres receberem olhares de desconfiança de outros homens, que acham que elas são "fracas" e "não vão dar conta" do esforço. A bióloga diz que esse tipo de comentário é tão "natural", que levou um tempo para ela perceber que se tratava de preconceito.</p><p><br></p><p>Em 2017, ela foi contemplada com o International Rising Talents também da L'Oréal, e foi a Paris passar uma semana de cursos com outras premiadas de todo o mundo, entre elas as duas pesquisadoras que receberiam na semana passada o Nobel de Química, Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna.</p><p><br></p><p>"O prêmio me empoderou muito, aprendi a reconhecer coisas que eu não percebia e vi a necessidade de levar a questão para mais gente, mais lugares. Precisamos de mais iniciativas desse tipo para melhorar a situação da mulher na ciência."</p><p><br></p><p>Retrato da Ciência</p><p><br></p><p>Confira alguns resultados da pesquisa feita com 70 laureadas pelo prêmio:</p><p><br></p><p>90% das laureadas já vivenciaram uma situação de preconceito ou outra forma de discriminação em razão de seu gênero</p><p><br></p><p>74% afirmaram que tiveram que mudar seu comportamento ou maneirismos para serem levadas a sério por colegas de trabalho</p><p><br></p><p>Apenas uma em cada quatro cientistas considera que a administração de seus ambientes de trabalho acreditou na veracidade das alegações de assédio sexual, sendo que 70% já foram vítimas ou presenciaram tais situações, nas formas físicas ou verbais.</p><p><br></p><p>80% afirmaram ter feito concessões na carreira por causa do cônjuge ou da família</p><p><br></p><p>A maioria das laureadas afirmou que ter um filho afeta a carreira de uma mulher na ciência (86%), enquanto a maioria delas (77%) precisou tomar decisões difíceis relacionadas aos filhos - como se teriam, quantos e quando seria possível - para acomodar suas carreiras</p><p><br></p><p>30% acreditam que as mulheres, ao entrar em suas áreas, têm as mesmas oportunidades que os homens.</p><p><br></p><p>Fonte:https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/90-das-cientistas-premiadas-do-brasil-relatam-machismo/#goog_rewarded</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/90-das-cientistas-premiadas-do-brasil-relatam-machismo/" />
         <pubDate>2025-09-09 17:03:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como combater o machismo estrutural</title>
         <author>silvestrejuniorsantos395</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576481479</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br/></p><p>O machismo estrutural se manifesta em situações comuns, como quando a fala de uma mulher é interrompida, quando suas opiniões são desvalorizadas ou quando assume sozinha as tarefas domésticas. Esses exemplos mostram que o problema não está apenas em atitudes individuais, mas em uma cultura que repete desigualdades.</p><p><br/></p><p>Para combatê-lo, é necessário mudar comportamentos no dia a dia: dividir responsabilidades de forma justa, respeitar a autonomia feminina, valorizar suas ideias e não silenciar diante de piadas ou comentários ofensivos. Ao mesmo tempo, a sociedade precisa de medidas coletivas, como a aplicação da Lei Maria da Penha, canais de denúncia acessíveis, campanhas de conscientização e oportunidades iguais em empresas e escolas.</p><p><br/></p><p>A educação tem papel central nesse processo, pois desde cedo deve ensinar meninos e meninas a conviverem em igualdade, sem reforçar estereótipos. Também é essencial reconhecer que mulheres negras, indígenas, transexuais e com deficiência sofrem múltiplas formas de discriminação, o que exige políticas inclusivas.</p><p><br/></p><p>Combater o machismo estrutural é, portanto, uma responsabilidade de todos e um passo fundamental para construir uma sociedade mais justa e igualitária.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2023/11/27/jogando-contra-o-machismo-quais-sao-os-caminhos-para-o-combate-a-masculinidade-toxica-e-a-violencia-de-genero.ghtml">https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2023/11/27/jogando-contra-o-machismo-quais-sao-os-caminhos-para-o-combate-a-masculinidade-toxica-e-a-violencia-de-genero.ghtml</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalismo.fic.ufg.br/n/98219-como-combater-o-machismo-as-mulheres-explicam">https://jornalismo.fic.ufg.br/n/98219-como-combater-o-machismo-as-mulheres-explicam</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 17:05:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Machismo em palavras: O que você não percebe </title>
         <author>silvestrejuniorsantos395</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576504806</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>  Análise da imagem: “Eu não sou machista, mas…”</p><p> </p><p>A imagem mostra várias frases que exemplificam machismo disfarçado, ou seja, atitudes e falas que muitas pessoas consideram “normais” ou “inofensivas”, mas que na prática reforçam desigualdades de gênero. No centro, está escrito “Eu não sou machista, mas…”, mostrando que muitas vezes quem diz isso acredita que não age de forma discriminatória, mas, mesmo assim, reproduz estereótipos e preconceitos.</p><p> </p><p>Ao redor, estão exemplos comuns desse comportamento. Alguns reforçam preconceitos sobre habilidades ou papéis da mulher, como “Sabe cozinhar? Já pode casar”, “Você não sabe fazer, é coisa de homem” e “Mulher não devia ser contratada porque engravida”. Outros criticam escolhas pessoais ou comportamentos, como “Usa uma roupa dessas e não quer que ninguém fale nada?” ou “É estressada? Deve ser mal comida”. Há também frases que culpam as mulheres por situações externas, como “Você precisa se cuidar, se não ele vai te trair” e “Mulher no volante, perigo constante”.</p><p> </p><p>A imagem evidencia que o machismo muitas vezes se apresenta de forma sutil, enraizada na cultura, e não apenas por meio de agressões explícitas. Essas frases mostram como a sociedade impõe padrões e limita a liberdade das mulheres, mesmo quando quem fala não se percebe como machista.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/UP1M801sieW58Nfnu">https://share.google/UP1M801sieW58Nfnu</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/amp/s/revistamarieclaire.globo.com/amp/Comportamento/noticia/2019/06/nao-parece-mas-e-machismo-20-frases-para-nao-repetir-mais.html">https://www.google.com/amp/s/revistamarieclaire.globo.com/amp/Comportamento/noticia/2019/06/nao-parece-mas-e-machismo-20-frases-para-nao-repetir-mais.html</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.pensador.com/frases_de_machismo/">https://www.pensador.com/frases_de_machismo/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 17:20:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quem foi Gladys West? </title>
         <author>camilacpiresmalta</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576517433</link>
         <description><![CDATA[<p>O GPS é uma ferramenta que faz diferença na vida de muita gente, principalmente para os que sempre ficam perdidos pelo caminho. Porém, o que muitos não sabem é que, dentre os principais envolvidos com a tecnologia, uma mulher teve um destaque especial. É a Gladys West que você deve agradecer por não precisar carregar um mapa de papel toda vez que sai de casa. Ela faz parte da nossa série de textos sobre&nbsp;mulheres que mudaram a engenharia e a ciência.</p><p>Gladys Mae West nasceu em 1930, nos Estados Unidos. No Dinwiddie County, grande parte da comunidade trabalhava na agricultura. Porém Gladys West sabia que a única forma de não seguir o mesmo destino era estudando. Ao descobrir que os melhores alunos do último ano do ensino médio ganhavam uma bolsa na Universidade de Virgínia, ela se esforçou e foi a primeira da classe.</p><p>Gladys West graduou-se em matemática e lecionou por dois anos antes de fazer o mestrado. Em 1956, ela começou a trabalhar na Naval Surface Warfare Center Dahlgren Division e foi a segunda mulher negra empregada no local. Foi lá que ela conheceu o marido, Ira West, com quem casou-se em 1957.</p><p>Gladys West permaneceu na base de Dahlgren por 42 anos. Ela se aposentou em 1998. Alguns meses depois, ela sofreu um AVC. Após recuperar-se, West decidiu fazer um doutorado a distância.</p><p><br></p><p><strong>Como Gladys West mudou a engenharia e a ciência?</strong></p><p><br></p><p>Em Dahlgren, Gladys West era responsável pela coleta de dados de localização espacial dos satélites em órbita e na inserção de tais dados no computador da base. Ela usava um programa de análise das elevações da superfície. Ao coletar os dados e fazer cálculos complexos, West colocava em prática a matemática que tinha aprendido. Seu chefe a indicou para ser diretora do Seasat, um projeto do primeiro satélite que faria&nbsp;sensoriamento remoto&nbsp;dos oceanos.</p><p>No final da década de 70, Gladys West era diretora do projeto de processamento de dados usados em análises de satélites e também era programadora. Ela foi indicada a um prêmio pelo trabalho que fazia.</p><p>Em 1986, ela publicou o “Data Processing System Specifications for the Geosat Satellite Radar Altimeter”. O guia explicava como melhorar a estimativa de deflexão vertical e altura geoidal. Isso foi possível devido ao processamento de dados dos altímetros via rádio dos satélites geosat.</p><p>Assim, Gladys West foi uma das principais colaboradoras para o desenvolvimento do GPS que hoje facilita tanto nossa vida. Vale ressaltar que ela também foi uma das 100 mulheres influenciadoras e inspiradoras da BBC em 2018.</p><p>Ainda, mulher, negra e pobre, Gladys West batalhou muito para conseguir alcançar seus objetivos. Ela precisou competir e mostrar que era capaz, além de ser sempre um exemplo para as outras mulheres.</p><p>Assim, Gladys West foi uma das principais colaboradoras para o desenvolvimento do GPS que hoje facilita tanto nossa vida. Vale ressaltar que ela também foi uma das 100 mulheres influenciadoras e inspiradoras da BBC em 2018.</p><p>Ainda, mulher, negra e pobre, Gladys West batalhou muito para conseguir alcançar seus objetivos. Ela precisou competir e mostrar que era capaz, além de ser sempre um exemplo para as outras mulheres.</p><p><br></p><p><strong>Fonte: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.institutodeengenharia.org.br/site/2018/10/22/mulheres-que-mudaram-a-engenharia-e-a-ciencia-gladys-west/"><strong>https://www.institutodeengenharia.org.br/site/2018/10/22/mulheres-que-mudaram-a-engenharia-e-a-ciencia-gladys-west/</strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 17:29:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Na charge, a professora pede o sujeito da frase, mas o aluno responde que Joãozinho estava vendendo balas no semáforo. Ela critica a evasão escolar e mostra que muitas crianças deixam a escola para trabalhar.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576604731</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 18:30:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desigualdades raciais </title>
         <author>nicollidelimaborges</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576639110</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/12/politica/1573581512_623918.html?outputType=amp">https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/12/politica/1573581512_623918.html?outputType=amp</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 18:56:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desigualdade de gênero, racial e domicílio. </title>
         <author>camilacpiresmalta</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576669464</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/desigualdade-diminui-mas-renda-de-negros-ainda-e-metade-da-de-brancos-no-brasil-aponta-estudo.ghtml">https://g1.globo.com/economia/noticia/desigualdade-diminui-mas-renda-de-negros-ainda-e-metade-da-de-brancos-no-brasil-aponta-estudo.ghtml</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 19:21:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Charge. </title>
         <author>camilacpiresmalta</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576676664</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://juniao.com.br/chargecartum/">https://juniao.com.br/chargecartum/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4278495970/d61b1bbcf0a2516186707d3e4766472b/1c11d6e9_cd66_40cf_8c9b_d62bda437eb9.jpg" />
         <pubDate>2025-09-09 19:27:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Charge.</title>
         <author>nicollidelimaborges</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576677248</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://juniao.com.br/chargecartum/">https://juniao.com.br/chargecartum/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 19:28:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quem foi Angela Davis?</title>
         <author>luisamorais556</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576681992</link>
         <description><![CDATA[<p>Angela Davis é uma filósofa, ativista, professora e escritora norte-americana, conhecida mundialmente por sua luta pelos direitos civis, pelo movimento negro, pelo feminismo e contra o sistema prisional dos Estados Unidos.</p><p>Principais informações sobre Angela Davis:</p><ul><li><p><strong>Nome completo:</strong> Angela Yvonne Davis</p></li><li><p><strong>Nascimento:</strong> 26 de janeiro de 1944, Birmingham, Alabama, EUA</p></li><li><p><strong>Áreas de atuação:</strong> Filosofia, sociologia, direitos humanos, feminismo negro, antirracismo, anticapitalismo, abolicionismo penal.</p></li></ul><p>Trajetória:</p><ul><li><p>Nos anos 1960 e 70, Angela Davis ficou conhecida por seu envolvimento com os Panteras Negras e o Partido Comunista dos EUA.</p></li><li><p>Em 1970, foi presa e colocada na lista dos "10 fugitivos mais procurados" pelo FBI, acusada de envolvimento em um sequestro e assassinato (apesar de não estar presente no local). Ela passou 16 meses na prisão e foi absolvida de todas as acusações em 1972.</p></li><li><p>A campanha internacional por sua libertação mobilizou milhões de pessoas no mundo todo, inclusive no Brasil.</p></li></ul><p>Pensamento e ativismo:</p><p>Angela Davis é uma das intelectuais mais influentes do pensamento <strong>feminista negro</strong> e <strong>abolicionista penal</strong>. Ela critica o racismo estrutural, o patriarcado e o capitalismo como sistemas interligados de opressão. Defende o fim das prisões como as conhecemos hoje, propondo alternativas baseadas em justiça restaurativa e transformação social.</p><p>Obras principais (publicadas em português):</p><ul><li><p><strong>"Mulheres, Raça e Classe"</strong> — Analisa como o feminismo tradicional ignorou as mulheres negras e pobres, e propõe uma abordagem interseccional.</p></li><li><p><strong>"A Liberdade é uma Luta Constante"</strong> — Reúne entrevistas e discursos sobre racismo, política e resistência.</p></li><li><p><strong>"Estarão as Prisões Obsoletas?"</strong> — Um dos textos mais importantes sobre o abolicionismo penal.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/93/Angela_Davis_at_Oregon_State_University.jpg" />
         <pubDate>2025-09-09 19:33:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Charge.</title>
         <author>luisamorais556</author>
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         <pubDate>2025-09-09 19:41:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desigualdade de raça e gênero.</title>
         <author>luisamorais556</author>
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         <pubDate>2025-09-09 19:43:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desigualdade racial</title>
         <author>luisamorais556</author>
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         <pubDate>2025-09-09 19:44:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desigualdade racial </title>
         <author>luisamorais556</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576709612</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 20:01:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fluca3892</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576781679</link>
         <description><![CDATA[<p>Desigualdade de gênero na política:</p><p><br/></p><p>consulta às listas de vereadores e vereadoras eleitos nas eleições de ontem em todo o país revela: dos 57,8 mil representantes escolhidos nos 5.565 municípios do Brasil, 9 mil são mulheres. Um percentual de 19,9% do total. O número indica um crescimento - nas últimas eleições municipais, em 2020, o índice foi de 16% -, mas ainda muito longe do ideal para um país em que 52% (a maioria absoluta, portanto, são mulheres). No artigo abaixo, entendemos um pouco melhor porque, na prática, a presença feminina na política nacional ainda é muito aquém do que seria necessário para uma democracia mais diversa no Brasil, um país com um forte histórico de autoritarismo institucionalizado, e que se faz presente até hoje:</p><p>O Brasil completou, nesta eleição municipal de 2024, 27 anos da criação da Lei das Eleições&nbsp;nº 9.504/1997, que obriga os partidos a reservarem o mínimo de 30% de suas candidaturas para cada gênero - neste caso, homens ou mulheres.</p><p>Como historicamente o gênero feminino sempre foi sub-representado entre as candidaturas, essa determinação legislativa acaba por gerar uma imposição aos partidos: a inclusão obrigatória de mais mulheres em suas listas de candidatos para Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e para a Câmara dos Deputados.</p><p>A existência dessa regra, contudo, não garante o cumprimento do seu objetivo original, que seria democratizar as candidaturas entre homens e mulheres: desde a implantação da lei, tornou-se comum entre muitos partidos a prática de se criar&nbsp;“candidaturas laranjas”“, isto é, inscrições meramente formais de candidatas mulheres, sem qualquer tipo de investimento ou suporte de campanha. Candidaturas, portanto, com chances nulas de serem eleitas. Uma prática que, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é frequente até hoje em todo o país.</p><p>Nestes 27 anos, algumas complementações à Lei, pensadas para evitar tais distorções, foram criadas. A Emenda nº&nbsp;12.034/2009 , por exemplo, tornou obrigatório que os partidos promovam a participação das mulheres em seus quadros de candidaturas, utilizando proporcionalmente o tempo de propaganda eleitoral gratuita (HGPE) e os recursos do Fundo Partidário (reserva financeira vinda do orçamento federal destinada a sustentar as atividades dos partidos políticos no Brasil).</p><p>Essa regra aumentou a pressão sobre os partidos para lançarem candidaturas femininas mais competitivas.</p><p><br/></p><p>Fonte:https://theconversation.com/com-apenas-19-9-de-vereadoras-eleitas-desigualdade-de-genero-persiste-na-politica-brasileira-e-impacta-democracia-239473</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 21:25:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desigualddade De Gênero na Educação</title>
         <author>noskideng</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576793855</link>
         <description><![CDATA[<p>👩‍🏫 1. Representatividade feminina na educação</p><p>· Predomínio em funções de cuidado: As mulheres são maioria esmagadora na educação infantil (96,4% dos docentes) e nos anos iniciais do ensino fundamental (88,1%). Essa concentração reflete a associação histórica entre mulheres e atividades de cuidado, reforçada por estereótipos de gênero .</p><p>· Sub-representação em cargos de liderança: Apesar de serem maioria na base do ensino, as mulheres ocupam apenas 39% dos cargos gerenciais na educação e em outros setores. Em áreas como agricultura e pecuária, essa representação cai para 16% .</p><p><br/></p><p>📚 2. Desigualdades educacionais e suas consequências</p><p><br/></p><p>· Maior escolarização, menor remuneração: As mulheres possuem maior taxa de conclusão do ensino superior (21,3% contra 16,8% dos homens), mas ainda assim ganham, em média, 21% menos que os homens. Em áreas científicas e intelectuais, essa diferença salarial chega a 36,7% .</p><p>· Barreiras à permanência no mercado de trabalho: Jovens mulheres (15-29 anos) são as mais afetadas pela evasão educacional e laboral. Entre those que não estudam nem trabalham, 69,5% são mulheres, muitas vezes devido à necessidade de conciliar afazeres domésticos e cuidados com familiares .</p><p><br/></p><p>📊 3. Impacto dos estereótipos de gênero</p><p><br/></p><p>· Escolhas profissionais limitadas: Estereótipos influenciam as trajetórias educacionais e profissionais das mulheres. Por exemplo, apenas 13,3% das matrículas em cursos de Computação e TIC são femininas, enquanto elas representam 92% das matrículas em áreas associadas ao cuidado, como Enfermagem e Serviço Social .</p><p>· Violência e discriminação: Mulheres negras enfrentam barreiras adicionais: são apenas 10,4% das mulheres com ensino superior completo (contra 23,5% das brancas) e estão mais sujeitas à violência de gênero .</p><p><br/></p><p>🏫 4. O papel da escola na perpetuação ou transformação das desigualdades</p><p><br/></p><p>· Falta de discussão sobre gênero: Apenas 17% das escolas brasileiras têm projetos específicos sobre machismo, segundo o Saeb. Isso limita a capacidade de romper com estereótipos e promover igualdade .</p><p>· Iniciativas positivas: Projetos em escolas como a U.E. Artur Gonçalves de Sousa (PI) e o C.E. Silvio Gomes de Melo Filho (GO) mostram que discussões sobre gênero podem aumentar a autoestima das estudantes e reduzir comportamentos discriminatórios .</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><br/></p><p>Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - Notícia sobre a proibição do uso da "legítima defesa da honra" pelo STF</p><p>Agência Brasil - Caso Doca Street e o impacto no movimento feminista</p><p>Supremo Tribunal Federal (STF) - Notícia sobre a proibição do argumento</p><p>ONU Mulheres - Relatório sobre violência de gênero na América Latina</p><p>CEPAL - Estatísticas de feminicídio na região</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 21:44:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>noskideng</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576795212</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa mini entrevista, fala sobre exemplos de sucesso das mulheres e falando sobre o machismo frequente no dia a dia</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4278504547/2c5944ee8696475272ce54cf7b0096d5/Renata_Cafardo_sobre_a_desigualdade_de_g_nero_no_mercado_de_trabalho__1_.mp4" />
         <pubDate>2025-09-09 21:46:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576802223</link>
         <description><![CDATA[<p>A Justiça julgou 10.991 processos de feminicídio, morte de mulheres por menosprezo ou discriminação à condição de mulher, em 2024. Esse é o maior número desde 2020, quando se iniciaram os registros do novo Painel Violência Contra a Mulher, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), lançado nesta terça-feira (11/3), durante a 3.ª Sessão Ordinária de 2025. </p><p><br/></p><p>De acordo com dados do painel, em 2024, o aumento de casos de feminicídio julgados foi de mais de 225% (10.991) em comparação com 2020 (3.375). O número de casos novos em 2024 também aumentou: foram 8.464 processos registrados no total. Ainda assim, o número de casos julgados superou o de novos casos para aquele ano. “Esse número cresce a cada ano, o que revela a procura pelo Sistema de Justiça para proteção das mulheres”, observou o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso. “Nesse contexto, o desenvolvimento do painel se revela de grande importância, a fim de que possamos promover políticas públicas para garantir os direitos fundamentais das mulheres brasileiras”, avaliou.</p><p><br/></p><p>Fonte:https://share.google/images/4DIdGHeNZn5Ov7POn</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 21:57:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>antoniobernardes135</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576805745</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Sobre Lúcia Xavier</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Lúcia Xavier é coordenadora geral da ONG Criola, uma organização feminista negra que atua em prol dos direitos das mulheres negras no Brasil. Sua trajetória destaca-se pela atuação política com foco em equidade racial, justiça social e fortalecimento das comunidades negras. Entre seus muitos feitos:</p><p><br/></p><ul><li><p>Ela tem implementado mecanismos de participação política que conectam movimentos sociais ao Legislativo, ampliando a voz das mulheres negras em políticas públicas. Em especial, atua fortemente nas pautas de cotas, saúde da população negra, racismo religioso e outras causas centrais para a população periférica e negra&nbsp; .</p></li><li><p>Sua representatividade serve de inspiração para novas gerações, consolidando um legado que abre caminho para lideranças como Marielle Franco e outras mulheres emergentes na política&nbsp; .</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Por que ela é um exemplo de liderança?</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><ul><li><p>Estratégia e ação comunitária: Lúcia conecta movimentos sociais com estruturas governamentais, com a missão de criar políticas concretas para populações marginalizadas.</p></li><li><p>Legado inspirador: Sua trajetória influencia diretamente novas lideranças femininas e negras a ingressarem em espaços de poder.</p></li><li><p>Foco interdisciplinar: Atua em temas diversos que impactam diretamente a vida das mulheres negras, reforçando uma liderança solidária e múltipla.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 22:03:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>desigualdade de gênero </title>
         <author>antoniobernardes135</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576807671</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 22:06:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>desigualdade racial</title>
         <author>antoniobernardes135</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576808223</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 22:07:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TAXA DE DESEMPREGO </title>
         <author>mariafernanda318470</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576815601</link>
         <description><![CDATA[<p>Permissão legal para a escravização de pessoas humanas acabou, mas a exclusão fruto do racismo ainda impacta a inserção da população negra no mercado de trabalho. O país amarga uma taxa de desemprego mais alta para a população negra, principalmente, para as mulheres negras. A exclusão do mercado de trabalho leva esses trabalhadores a exercerem atividades precarizadas e até em condições análogas à escravidão. Levantamento de dados do seguro-desemprego para pessoas resgatadas em condições análogas à escravidão, de 2002 a 2024, mostram que 66% dos trabalhadores que recebam o benefício são negros.</p><p><br/></p><p>Já os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do 2º trimestre de 2024, do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que as mulheres negras são as mais prejudicadas no mercado de trabalho. Elas têm o dobro do desemprego dos homens não negros.  Segundo a RAIS, no 2º trimestre de 2024, havia 7,5 milhões de desocupados e a taxa de desemprego média é de 6,9%. Para os homens não negros, é de 4,6% e 10,1% para as mulheres negras.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2024/Novembro/desigualdade-racial-persiste-no-mercado-de-trabalho-brasileiro</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 22:19:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES E MENINAS NEGRAS </title>
         <author>mariafernanda318470</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576838079</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das expressões mais cruéis do racismo no Brasil se manifesta na violência contra as mulheres e meninas negras, que são as principais vítimas de feminicídio, violência armada e violência sexual. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que, em 2023, elas foram 63,6% das vítimas de feminicídio, 68,6% das vítimas das demais mortes intencionais de mulheres e 52,5% das vítimas de estupro e estupro de vulnerável. E, ainda, que 45% delas sofreram algum tipo de violência do parceiro íntimo ao longo da vida. </p><p><br/></p><p>Já o estudo “O papel da arma de fogo na violência contra a mulher”, lançado pelo Instituto Sou da Paz, mostra que 69% das assassinadas em 2023 com arma de fogo no Brasil eram pretas ou pardas.  </p><p><br/></p><p>E o Atlas da Violência de 2023, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), indica que a taxa de homicídios para mulheres negras cresceu no país 0,5% entre 2020 e 2021, ao passo que no mesmo período houve redução de 2,8% para as mulheres não negras. </p><p><br/></p><p><br/></p><p>https://fpabramo.org.br/focusbrasil/2024/11/26/mulheres-negras-sao-maioria-das-vitimas-de-feminicidio-violencia-armada-e-sexual-no-brasil/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 22:57:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576841516</link>
         <description><![CDATA[<p>Um exemplo muito claro que podemos usar é da Carolina Maria de Jesus, que passou por muitas dificuldades ao longo da vida.</p><p><br/></p><p>Ela nasceu em uma família muito pobre, precisou parar de estudar cedo, e trabalhou como catadora de papel para sustentar os filhos.</p><p><br/></p><p>Mesmo diante de tantas dificuldades, Carolina não desistiu de escrever.</p><p><br/></p><p>Temos um documentário dela muito famoso e muito importante para sua carreira e também seu livro de maior sucesso</p><p><br/></p><p>Ela registrava em cadernos o seu dia a dia na favela, até publicar o livro “Quarto de Despejo”, que se tornou um grande sucesso e a consagrou como uma das escritoras mais importantes do Brasil.</p><p><br/></p><p>Carolina também se tornou um símbolo de resistência, mostrando como a educação e a escrita podem transformar vidas, mesmo em contextos de exclusão social.</p><p><br/></p><p>Seu exemplo continua inspirando muitas pessoas, pois ela deu voz aos pobres e denunciou as desigualdades sociais do Brasil por meio de sua obra.</p><p><br/></p><p>E se nos esforçarmos e lutar e mudarmos a educação,todos os sonhos poderão ser realizados igual o da Carolina.</p><p><br/></p><p>https://www.primevideo.com/-/pt/detail/Carolina-Maria-de-Jesus/0RA93C2B1GK7XV3Z4RLKR7D6MU</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 23:02:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entre a Fome e os Sonhos: Curiosidades sobre Carolina Maria de Jesus💭</title>
         <author>nathallyeanne2023s</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576861029</link>
         <description><![CDATA[<p> </p><p>Trabalho -</p><p><br/></p><p>Ela sobrevivia como catadora de papel, ferro e outros materiais recicláveis pelas ruas da cidade.</p><p>Andava quilômetros por dia, puxando sacos pesados, e vendia o que conseguia juntar.</p><p>Com o pouco dinheiro, comprava comida para ela e os três filhos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Alimentação -</p><p><br/></p><p>A fome era uma presença constante no diário. Muitas vezes, ela e os filhos ficavam sem comer.</p><p>Quando conseguia, comprava arroz, feijão, pão e leite, mas em pequenas quantidades.</p><p>Sonhava em comer alimentos mais variados, mas quase sempre só conseguia o básico.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O que gostava -</p><p><br/></p><p>Gostava de escrever — via a escrita como uma forma de dignidade e esperança.</p><p>Lia livros que encontrava no lixo e anotava pensamentos e poesias em seus cadernos.</p><p>Tinha gosto por música também, especialmente sambas que tocavam nas rádios.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Dificuldades -</p><p><br/></p><p>Além da fome, enfrentava preconceito, pobreza extrema, doenças e violência na favela.</p><p>Relatava a tristeza de ver os filhos chorando de fome.</p><p>Apesar disso, mantinha esperança de que seus escritos mudariam sua vida — o que de fato aconteceu quando o livro foi publicado.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Ou seja, o dia a dia da Carolina era uma luta pela sobrevivência, mas também uma luta para afirmar sua voz como mulher, negra e escritora.</p><p><br/></p><p>Fonte:</p><p>“Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada” (1960) – onde ela descreve sua vida, trabalho, fome, escrita, sonhos e dificuldades no dia a dia da favela do Canindé.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 23:27:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diário de resistência: Carolina Maria de Jesus e a luta da favela pela voz</title>
         <author>danielgonzaga2306</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576882383</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Carolina Maria de Jesus deixou várias frases marcantes no “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada” (1960).</p><p>Uma curiosidade é que, mesmo vivendo em condições duríssimas, ela registrava seus pensamentos com muita poesia e reflexão social.</p><p><br/></p><p> Um exemplo do que ela escreveu em seu diário:</p><p>Ela dizia que, quando não tinha nada para comer, lia ou escrevia para "enganar a fome". Assim, a escrita era para ela um refúgio contra a miséria.</p><p><br/></p><p>Outra fala muito conhecida:</p><p><br/></p><p>&gt; “Eu escrevo sobre a favela, porque eu moro na favela. Eu escrevo sobre a fome, porque eu tenho fome.”</p><p><br/></p><p>Isso mostra que Carolina via a escrita como uma forma de dar voz à realidade invisibilizada do povo pobre do Brasil.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fonte: Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada” (1960) – obra original de Carolina, onde ela registra suas experiências na favela do Canindé.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 23:47:43 UTC</pubDate>
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         <title>A fome e a desigualdade em Quarto de despejo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576893230</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 23:56:09 UTC</pubDate>
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         <title>Publicação de Quarto do Despejo</title>
         <author>rafaelresende021023</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576919410</link>
         <description><![CDATA[<p>Publicado em 1960, a tiragem inicial de Quarto de Despejo foi de dez mil exemplares e esgotou-se em uma semana. Desde sua publicação, a obra vendeu mais de um milhão de exemplares e foi traduzida para catorze línguas, tornando-se um dos livros brasileiros mais conhecidos no exterior.</p><p><br></p><p>Depois da publicação, Carolina teve de lidar com a raiva e inveja de seus vizinhos, que a acusaram de ter colocado suas vidas no livro sem autorização. A autora relatou que muitos dos moradores da favela chegaram a jogar, nela e em seus três filhos, os conteúdos de seus penicos. Carolina definiu a favela como "tétrica", "recanto dos vencidos" e "depósito dos incultos que não sabem contar nem o dinheiro da esmola".</p><p><br></p><p>O professor da USP Ricardo Alexino Ferreira caracterizou a escrita de Carolina como "direta, nua e crua, mas, ao mesmo tempo, suave".</p><p><br/></p><p>https://wikifavelas.com.br/index.php/Carolina_Maria_de_Jesus</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 00:13:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vestimenta não justifica violência: o respeito deve vir em primeiro lugar.</title>
         <author>alexandrerfoliveira10</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576920591</link>
         <description><![CDATA[<p>Fonte: https://share.google/images/Pjc0atWs2eqBIIas6</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4278494112/c86f45cbc7f4da9e5d5a21db2fe2551e/1000043072.jpg" />
         <pubDate>2025-09-10 00:14:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pagamento de direitos autorais das traduções</title>
         <author>rafaelresende021023</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576923686</link>
         <description><![CDATA[<p>Em março de 1961, uma reportagem afirmou que a publicação de Quarto de Despejo havia rendido a Carolina seis milhões de cruzeiros em direitos autorais, contudo a quantia exata variava, de acordo com a reportagem. É certo que Carolina tinha direito a dez por cento do preço de venda das traduções, com trinta por cento de sua parte reservada a Audálio Dantas; ela recebia pequenos pagamentos em dólares das editoras estadunidenses, mas, por força do contrato original, não podia autorizar traduções de sua obra: este direito fora cedido à editora Paulo de Azevedo, uma filial da editora Francisco Alves.</p><p><br/></p><p>"Carolina Maria de Jesus - Dicionário de Favelas Marielle Franco" https://wikifavelas.com.br/index.php/Carolina_Maria_de_Jesus</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-10 00:16:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576923686</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gravação de álbum musical</title>
         <author>rafaelresende021023</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576930489</link>
         <description><![CDATA[<p>Em 1961 com o sucesso da publicação do livro, Carolina Maria de Jesus grava suas composições em disco lançado pela gravadora RCA Victor. O álbum foi intitulado Quarto de Despejo: Carolina Maria de Jesus cantando suas composições e contém 12 músicas, todas escritas e cantadas por Carolina.</p><p><br/></p><p>Álbum musical com 12 canções</p><p>Clique aqui e ouça! 👇</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/XH2pvFEjNhs?si=v2XZQGtFTr5e6emq">https://youtu.be/XH2pvFEjNhs?si=v2XZQGtFTr5e6emq</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>"Carolina Maria de Jesus - Dicionário de Favelas Marielle Franco" https://wikifavelas.com.br/index.php/Carolina_Maria_de_Jesus</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-10 00:20:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3576930489</guid>
      </item>
      <item>
         <title>“A trajetória literária de Carolina Maria de Jesus: obras publicadas em vida e póstumas”</title>
         <author>mariaclararosa12</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3577004179</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Em vida</strong></p><ul><li><p><em>Quarto de Despejo: Diário de uma favelada</em>(1960)</p></li><li><p><em>Quarto de Despejo: Carolina Maria de Jesus cantando suas composições</em> (1961) - RCA Victor, álbum musical.</p></li><li><p><em>Casa de Alvenaria: Diário de uma ex-favelada</em>(1961)</p></li><li><p><em>Pedaços de Fome</em> (1963)</p></li><li><p><em>Provérbios</em> (1965)</p></li></ul><p><strong>Póstumas</strong></p><ul><li><p><em>Um Brasil para Brasileiros</em> (1982)</p></li><li><p><em>Diário de Bitita</em>. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. (Memórias).</p></li><li><p><em>Meu Estranho Diário</em>. São Paulo: Xamã, 1996.</p></li><li><p><em>Antologia Pessoal</em>. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996.</p></li><li><p><em>Casa de Alvenaria - Volume 1: Osasco</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 2021.</p></li><li><p><em>Casa de Alvenaria - Volume 2: Santana</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 2021.</p></li><li><p><em>Onde estaes felicidade?</em> Dinha e Raffaella Fernandez (orgs.). São Paulo: Me Parió Revolução, 2014. (Contos)</p></li><li><p><em>Clíris: poemas recolhidos.</em> Raffaella Fernandez e Ary Pimentel (orgs.). Editora Periferias, 2019. (Poesia)</p></li></ul><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://wikifavelas.com.br/index.php/Carolina_Maria_de_Jesus#Lista_de_obras">https://wikifavelas.com.br/index.php/Carolina_Maria_de_Jesus#Lista_de_obras</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 00:57:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carolina Maria de Jesus é reconhecida como Heroína da Pátria.</title>
         <author>mariaclararosa12</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3577032650</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma reportagem que trata da aprovação do nome da escritora Carolina Maria de Jesus no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, em reconhecimento à sua importância literária e social. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.camara.leg.br/noticias/1115186-camara-aprova-nome-da-escritora-carolina-maria-de-jesus-no-livro-dos-herois-e-heroinas-da-patria/" />
         <pubDate>2025-09-10 01:12:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3577032650</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Filmes e documentários de Carolina Maria de Jesus. </title>
         <author>mariaclararosa12</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3577049654</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Favela: a vida na pobreza (1971)</p><p>Das Leben in Armut (título original)</p><p>Em 1971, a televisão alemã West Germans gravou o documentário  realizado pela alemã Christa Gottmann.</p><p>Apresenta cenas da própria Carolina na Favela do Canindé, retratando sua realidade e cotidiano.</p><p>Por décadas, ficou inédito no Brasil até ser exibido para celebrar o centenário da escritora, em evento promovido pelo Instituto Moreira Salles (IMS).</p><p><br/></p><p>Carolina Maria de Jesus (2018)</p><p>Documentário biográfico com 55 minutos de duração, dirigido por Vanessa de Araújo Souza.</p><p>Traça a trajetória de Carolina desde seu sucesso literário nos anos 1960 até inspirar figuras como Ruth de Souza, Zezé Motta e Conceição Evaristo.</p><p><br/></p><p>Carolina Maria de Jesus: do quarto para São Paulo” (2022) </p><p>Um videodocumentário de cerca de 8 minutos que explora o olhar da autora diante da metrópole e suas representações de desigualdade urbana.</p><p>Produzido por OBORÉ Projetos Especiais e vinculado a um curso de cinema e jornalismo.</p><p><br/></p><p>O Quarto de Carolina (2019)</p><p>Produzido por estudantes da Universidade de Franca (Unifran), esse documentário retrata quatro momentos centrais da vida da escritora, como parte de um projeto acadêmico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 01:19:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dados estatísticos aproximados (1960) </title>
         <author>danielgonzaga2306</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3577147788</link>
         <description><![CDATA[<p>Dados da comunidade do Canindé (1960)</p><p><br/></p><p>Famílias vivendo em barracos(60–70%)</p><p><br/></p><p>Acesso à água encanada	(30%)das casas</p><p><br/></p><p>Crianças com desnutrição	(40–50%)</p><p><br/></p><p>Trabalhadores formais	(10%)</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Fontes: https://share.google/images/7yky0dqEWx7I6AXxi</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 02:05:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para sempre lembrada</title>
         <author>rafaelresende021023</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3577148755</link>
         <description><![CDATA[<p>Carolina Maria de Jesus morreu aos 62 anos, em Parelheiros, São Paulo, no dia 13 de fevereiro de 1977, vítima de uma crise de insuficiência respiratória causada pela asma. Ela deixou um importante legado como escritora, dando voz às pessoas que viviam nas favelas e mostrando sua realidade de forma única. Seus diários e livros revelaram com honestidade e sensibilidade a dura realidade da pobreza e da exclusão social, inspirando reflexões sobre desigualdade e direitos humanos. Carolina será sempre lembrada por sua coragem e pelo impacto de suas histórias na literatura e na sociedade brasileira. Seu trabalho continua sendo estudado e celebrado, mostrando que a experiência de quem vive à margem pode transformar a forma como entendemos o Brasil e sua história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 02:05:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>gráfico de desigualdade racial </title>
         <author>antoniobernardes135</author>
         <link>https://padlet.com/monicacrozara/ux3kxph010l7r62b/wish/3577934353</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-10 10:15:38 UTC</pubDate>
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