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      <title>História A - 11º Ano - Turma B by Elza Costa</title>
      <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb</link>
      <description>Padlet exploratório de temas de História A da Escola Secundária Joaquim Gomes Ferreira Alves - Professora Elza Bastos - 2019/2020</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-27 12:51:35 UTC</pubDate>
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         <title>Para vos provar, que estudar História, não é lançar assuntos para o éter...   </title>
         <author>elzacosta</author>
         <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb/wish/604461458</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"Vidas Negras Importam".</strong><br><strong><mark>Ainda a propósito dos Direitos Humanos, o que dizer sobre isto?<br></mark></strong> Uma música que recorda os linchamentos de negros no Sul americano, "Strange fruit", composta em 1937 por um judeu americano  - Abel Meeropol (que se referia aos negros enforcados em árvores), cantada por Nina Simone.<strong><mark><br></mark></strong>Abaixo, a letra da música, com tradução encontrada na internet:<br><br></div><div>Fruta Estranha<br>Árvores do sul produzem uma fruta estranha,<br>Sangue nas folhas e sangue nas raízes,<br>Corpos negros balançando na brisa do sul,<br>Frutas estranhas penduradas nos álamos.<br><br></div><div>Cena pastoril do valente sul,<br>Os olhos inchados e a boca torcida,<br>Perfume de magnólias, doce e fresca,<br>Então o repentino cheiro de carne queimando.<br><br></div><div>Aqui está a fruta para os corvos arrancarem,<br>Para a chuva recolher, para o vento sugar,<br>Para o sol apodrecer, para as árvores derrubarem,<br>Aqui está a estranha e amarga colheita.”<br>Por Waldo Mermelstein<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-01 10:01:25 UTC</pubDate>
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         <title>Não compreendo o porquê! Qual a diferença de uma &quot;Lágrima de preta&quot;? É UMA LÁGRIMA!</title>
         <author>20marianamoreira11b</author>
         <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb/wish/613343708</link>
         <description><![CDATA[<div>Com todos os acontecimentos do movimento Black Lives Matter, um destes dias encontrei um poema que mostra precisamente a falta de sentido que tem o Racismo (ainda) existir... Até hoje não entendo o porquê de toda a minha vida ter ouvido falar de Racismo... Honestamente, talvez nunca o vá entender... Todavia, sou consciente que neste e noutros momentos devemos FALAR e tomar um posição, evitantando uma atitude passiva face ao que acontece na HUMANIDADE. É o nosso dever... <strong><em>Black Lives Matter and our voice too...<br></em></strong><br>Sem mais desabafos, partilho o tal poema de António Gedeão:<br><br><strong>Lágrima de preta</strong><br><br>Encontrei uma preta<br>que estava a chorar,<br>pedi-lhe uma lágrima<br>para a analisar.<br><br>Recolhi a lágrima<br>com todo o cuidado<br>num tubo de ensaio<br>bem esterilizado.<br><br>Olhei-a de um lado,<br>do outro e de frente:<br>tinha um ar de gota<br>muito transparente.<br><br>Mandei vir os ácidos,<br>as bases e os sais,<br>as drogas usadas<br>em casos que tais.<br><br>Ensaiei a frio,<br>experimentei ao lume,<br>de todas as vezes<br>deu-me o que é costume:<br><br>nem sinais de negro,<br>nem vestígios de ódio.<br>Água (quase tudo)<br>e cloreto de sódio.<br><br><em>António Gedeão<br><br></em>Mariana - 05/06/2020</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-05 16:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo</title>
         <author>25rafaelapires11b</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-05 16:46:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>25rafaelapires11b</author>
         <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb/wish/613356179</link>
         <description><![CDATA[<div>O racismo consiste no preconceito e na discriminação devido às diferenças biológicas entre os povos. E se há um mês atrás acreditavamos que o racismo não estava tão presente na atualidade, hoje possuímos uma opinião diferente.  O que aconteceu  nos EUA foi algo intolerável  e racista.  A partir deste acontecimento, várias pessoas que sentem o racismo na pele se manifestaram em vários pontos do mundo, incluindo em Portugal. Fiquei completamente supreendida com algumas histórias que ouvi e li, não fazia ideia que à minha volta poderia existir este tipo de discriminação num grau tão elevado.  Como não pertenço a nenhum foco de racismo não sei o que é sentir o racismo,nem sequer tentar imaginar a dor que causa a discriminação.<br>O facto de estudarmos o racismo em História leva-nos a pensar que todas as pessoas que têm atitudes racistas estão focadas no antigamente e no pouco que se sabia acerca do diferente.  No entanto, na minha opinião o racismo esteve presente no passado, mas entendemos que não é saudável, não faz sentido nem trás nenhum beneficio. Logo, o melhor é aceitarmos que apesar das diferenças que o ser humano possui tanto a nível de cor, religião,etnia etc. somos todos<br> iguais.<br>Rafaela Pires, n°25,11°B</div>]]></description>
         <pubDate>2020-06-05 16:46:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>8dianaparedes11b</author>
         <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb/wish/613483527</link>
         <description><![CDATA[<div>White privilege is real"<br> "Black lives matter"<br> <br> É absolutamente preocupante e assustador assistir em pelo século XXI a situações como a vivenciada por George Floyd na América. Mas mais preocupante ainda é pensar que isto nunca deixou de existir. Não é apenas sobre George Floyd, ele é um mero representante desta realidade que todos os dias é vivida por alguém, mas que ,por desconhecimento, ignoramos. Iniciaram se nos últimos dias alguns movimentos de apoio a comunidades negras, e ainda assim, apesar de todas as evidências, há quem ainda se oponha. Tive a infelicidade de ler um comentário numa rede social referente ao movimento "BLACK LIVES MATTER" que me abalou profundamente. E neste sentido considero que neste momento, talvez mais do que nunca, seja crucial educarmos-nos. De facto, a polémica que a morte de George Floyd causou, acabou por gerar das mais diversas interpretações e como tal torna se importante esclarecer o objetivo deste movimento. O movimento black lives matter pretende reivindicar a igualdade para todos, ou seja, defende que todos importamos, ao contrário das várias interpretações que se tem feito, este não pretende sobrepor as vidas negras às brancas, mas sim incluilas no conceito de liberdade. Gostava ainda de opinar em relação ao conceito de "raça" dado não me parecer, de todo, o mais apropriado quando falamos de seres vivos, com sentimentos e direitos. Para mim só existe uma raça, a humana. E isto devia ser universal.<br><br>Quase 60 anos depois e a luta continua...<br>Identifique-se..<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-05 18:06:09 UTC</pubDate>
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         <title>Protestos contra a luta racial</title>
         <author>10fernandoteixeira11b</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-05 18:25:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>10fernandoteixeira11b</author>
         <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb/wish/613510352</link>
         <description><![CDATA[<div>Relativamente ao racismo, gostaria de dar o exemplo do EUA nos dias de hoje onde podemos ver um país repleto de raiva e indignado com os atos de discriminações feitos por pessoas da "autoridade".<br>Com isto, estou a tentar realçar o facto da luta racial nos EUA não ser novidade nenhuma. Nas últimas décadas, multiplicaram-se os casos de violência racial, seguidos de manifestações generalizadas.<br>Na minha perspetiva de vista, acho bem as pessoas protestarem pelos seus direitos, pois, se formos a pensar, estamos no século XXI e não devia de existir acontecimentos como estes pois toda a gente devia ter exatamente os mesmos direitos e não deviam ser discriminados apenas pela cor da sua pele.<br>Com isto, gostava que este atual acontecimento da morte de George Floyd e estes protestos, que realmente sirvam para que num futuro próximo não exista discriminações raciais.<br><br>Fernando Teixeira <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-05 18:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>VOZ, A MAIOR ARMA DO MUNDO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No ferver dos últimos dias e das últimas notícias tenho vindo a ler textos e mensagens de puro ódio e fiquei verdadeiramente preocupada com o futuro da humanidade.<br><br></div><div>Sempre associei a palavra “raça” aos animais; nunca entendi o porquê de distinguirmos as pessoas pela pigmentação da pele. Nascemos todos diferentes, uns com cabelo castanho, outros com sardas, uns brancos, outros negros, mas no fundo, somos todos iguais porque raça humana é só e apenas uma! Até há relativamente pouco tempo pensava que todo o mundo era respeitado e o racismo (como o que está a ser revelado hoje em dia) era já uma coisa do passado. Até há pouco tempo pensava que só havia racismo porque as pessoas “lhe davam demasiada importância”. Fui educada com certos valores e, por isso pensava que “toda a gente se via igual ao resto do mundo” e por isso não entendia todo o alarido à volta deste problema. <br><br></div><div>Ao longo dos anos fui percebendo que não é bem assim que funciona e que há muita história e passado por de trás desta questão tão sensível. É triste pensar na quantidade absurda de maldade e ignorância que existe no mundo.<br><br></div><div>No entanto, ainda que esteja totalmente de acordo com as manifestações e com todas as vozes que finalmente se estão a conseguir ouvir, e de saber que o movimento em causa não se trata de sobrepor umas vidas às outras, penso que esta situação veio demarcar ainda mais a existência de um NÓS e de um ELES? Porquê não haver um único nós enquanto sociedade?<br><br></div><div>Mais concretamente no caso dos Estados Unidos penso que o problema foi terem abafado a situação há 50 anos atrás e não terem “arrancado o mal pela raiz”, isto é terem deixado que uma sociedade se tenha construído tendo por base o racismo (ainda que “disfarçado”).<br><br></div><div>Todavia, algo que também me faz muita confusão é o facto de responderem à violência com mais violência. Compreendo que todos se queiram fazer ouvir e suporto todas as manifestações (respeitosas) pois considero que é realmente preciso dar voz a quem até hoje viveu oprimido. Ainda assim considero que não faz qualquer sentido e chega a ser até um ato contraditório punir uma causa da mesma forma que se sofreu? Será o ser humano incapaz de resolver os seus problemas de outra forma? <br><br>Luísa Capucho, nº18<br>05/06/2020</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-05 19:03:17 UTC</pubDate>
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         <title>Um homem com esperança</title>
         <author>5cristianaoliveira11b</author>
         <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb/wish/613565353</link>
         <description><![CDATA[<div>Racismo consiste no preconceito e na discriminação com base em perceções sociais baseadas em diferenças biológicas entre os povos.<br><br></div><div>Desde do início da história nos é dito que a vida negra não foi valorizada.<br><br></div><div>Um homem que tentou mudar os pensamentos racistas foi o <strong>Martin Luther King</strong>  (1929-1968). <br><br></div><div>Durante anos, foi a voz da população afroamericana vítima de discriminação racial. Em 1995, organizou um protesto não violento contra a segregação racial depois de uma mulher negra, Rosa Parks, ter sido detida por negar dar o seu assento no autocarro a um homem branco. Liderou, também, um protesto pacífico em Washington onde proferiu o seu famoso discurso “I have a dream”. Nele expressava o seu desejo por um futuro onde brancos e negros pudessem coexistir em igualdade e harmonia. Em 1964, com somente 35 anos, recebeu o Prémio Nobel da Paz. Um ano depois, em plena luta pela igualdade de direitos dos indivíduos de raça negra, foi assassinado.</div><div><br>O discurso de Martin Luther King é fundamentalmente <strong>otimista e esperançoso</strong>. Propõe o ideal de uma sociedade sustentada nos valores da igualdade e da fraternidade, com um reconhecimento pleno dos direitos civis e das liberdades individuais da comunidade afroamericana.<br><br></div><div>Frases celebres:</div><ul><li>“Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.” <strong>Bob Marley</strong></li><li>“O racismo é a prova o quanto ainda somos primitivos.” <strong>César Jihad</strong> </li><li>“A razão pela qual intolerância, racismo e a homofobia existem é o medo. As pessoas têm medo de seus próprios sentimentos, medo do desconhecido.” <strong>Madonna</strong></li><li>“Talvez o racismo aconteça, não só pela cor da pele, mas pela nossa cultura que vem crivada na selva de pedra.” <strong>André Tavares</strong></li><li>“Racismo é sinal de ignorância. Para conhecer a cultura de um outro país é preciso estar desarmado de preconceitos raciais.”  <strong>Stevie Wonder</strong></li><li>“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.” <strong>Nelson Mandela</strong></li><li>“Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele<strong>.”  Martin Luther King</strong></li></ul><div><br>Cristiana Oliveira</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-05 19:07:56 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo no Mundo </title>
         <author>3arianasantos11b</author>
         <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb/wish/613679129</link>
         <description><![CDATA[<div>O racismo existe no mundo desde à muito tempo atrás, não é algo novo. </div><div><br></div><div>Ao longo da História deparamo-nos com muitos acontecimentos racistas e xenófobos, e por vezes, ficamos escandalizados com as atitudes que racistas e xenófobos tinham e têm com pessoas de outra raças, etnias e religiões.</div><div>Ao longo da História foram existindo ordens para que se procedesse ao genocídio, ao exterminio, ao linchamento, ao enforcamento e a punições extremamente severas para extinguir raças e religiões.</div><div>Já na Idade Média se lutavam de modo a se conseguir eleger um vencedor e um prisioneiro. Muitas destas lutas e combates eram entre povos da mesma raça, mas que sentiam a necessidade de eleger membros “superiores” e “inferiores”, sendo que os inferiores eram convertidos em prisioneiros.  </div><div>Durante anos o racismo permaneceu de forma mais xenofóbica do que propriamente racial. </div><div>No entanto, com as Descobertas e à medida que se iam conquistando territórios ia sendo imposta a religião Cristã. Quando os povos conquistadores impunham a sua religião achavam-se superior devido à sua religião e portanto, achavam que era legítimo forçar os outros povos a mudar de religião ou tratá-los mal (e muitas vezes acabando por os matarem de forma a acabar com a sua infidelidade). Aqui, via-se o poder político e o poder da Igreja a trabalharem em conjunto para atingirem o mesmo fim, ambos estavam a trabalhar para o aplicar o genocídio de todos aqueles que eram crentes noutra religião que não fosse o Cristianismo. Aqui, também estava presente a pratica da xenofobia visto que havia uma sensação de superioridade da parte dos “vencedores” e visto que estes se orgulhavam do seu papel. </div><div><br></div><div>Na Idade Moderna, com o avançar da tecnologia, a Europa sofreu um grande avanço, tanto a nível económico como a nível tecnológico. E foi nesta altura que começaram a surgir ideologias que justificavam o racismo e o domínio dos europeus sobre os restantes povos. Surgiu, nesta altura, a ideia de que na Europa havia uma “raça superior”, que segundo as perspectivas religiosas esta raça deveria comandar o mundo e dominar as restantes raças, pois estas eram consideradas inferiores. </div><div><br></div><div>Falando agora de Portugal, na altura dos Descobrimentos, quando os conquistadores portugueses chegaram a África e entraram em contacto com os povos africanos não houve guerras com origem em problemas raciais. </div><div>Os portugueses, quando começaram o comércio de escravos, este era negociado com os comerciantes africanos que vendiam aos portugueses os próprios escravos negros.  </div><div>Quando os portugueses e espanhóis decidiram navegar de forma a explorar os quatro cantos do mundo, estes queriam difundir a fé cristã e explorar as riquezas que os países possuíam. </div><div>Quando chegaram ao Brasil, uma vez que não estavam a conseguir escravizar os ameríndios, trouxeram escravos negros de África para que estes trabalhassem intensivamente nos engenhos de cana-de-açucar. Eram necessários cada vez mais escravos para trabalharem nas colónias portuguesas e espanholas e por isso o tráfico negreiro foi aumentando cada vez mais. </div><div>Mais tarde, devido às riquezas do continente africano, os europeus começaram a colonizar o continente africano e uma das razões que estes apresentavam para a imposição da sua cultura e modo de vida era que, a “raça negra” era inferior à “raça europeia”. Assim, nas colónias africanas começou-se a aplicar a discriminação com base racial (o racismo), de forma a assegurar determinados “direitos” aos colonos europeus. A instituição do Apartheid, na África do Sul, é a prova como esta descriminação rapidamente atingiu o extremo, pois o Apartheid foi apoiado por leis decretadas pelo próprio Estado.</div><div>Isto foi apenas o início do racismo. Apesar de toda a evolução que houve no mundo, muitas mentalidades não evoluíram. </div><div>O racismo é um problema muito grave e que se vive muito nos dias de hoje. </div><div>A situação que se está a viver nos Estados Unidos da América demonstra precisamente a “pandemia causada pelo racismo”. Em pleno século XXI os Direitos Humanos continuam a ser violados. E neste caso em concreto por possuirem uma “cor de pele diferente” vêem os seus Direitos violados e desrespeitados. Isto não é justo e não devemos ficar indiferentes. </div><div>Felizmente nem todos os países são racistas, no entanto em todos os países existem racistas. Muitas pessoas são julgadas e mal tratadas, desde a Idade Média, por serem negras ou por terem determinada religião. </div><div>É verdade que houve mudanças no mundo e é verdade que o racismo diminui em muitos países, inclusive em Portugal, no entanto ainda existe em escala muito alargada em todo o mundo. Não devemos ignorar este facto e não devemos ficar indiferentes à maldade e ao ódio que transmite o racismo e a sua mensagem. Não é a cor de pele nem a raça das pessoas que faz delas “superiores” ou “inferiores” a alguém. </div><div>Falar de racismo não é falar de “conversas da treta”. Falar de racismo é viver não só o presente como também a História, porque afinal de contas o racismo sempre esteve presente nela. <br><br>Ariana Santos, nº3</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-05 20:48:25 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb/wish/614245743</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de falar de <strong>racismo</strong>, devemos nos atentar para uma distinção conceitual importante: racismo, discriminação e preconceito não são, exatamente, a mesma coisa. Preconceito  é um julgamento sem conhecimento de causa, ou seja, julgar algo ou alguém sem antes conhecer. Discriminação é o ato de diferenciar, de tratar pessoas de modo diferente por diversos motivos. Já o racismo é uma forma de preconceito ou discriminação motivada pela cor da pele ou origem étnica. Pensando na extensão dos conceitos, o racismo está dentro dos conjuntos “preconceito” e “discriminação”, mas não os esgota.<br><br></div><div>O racismo não se manifesta de maneira única, podendo ocorrer, principalmente, de três maneiras:<br><br></div><ul><li>Quando há crime de ódio ou discriminação racial direta :essa forma de manifestação do racismo é mais evidente. Trata-se de situações em que pessoas são difamadas, violentadas ou têm o acesso a algum tipo de serviço ou lugar negado por conta de sua cor ou origem étnica.<br><br></li><li>Quando há o racismo institucional menos direta e evidente, essa forma de discriminação racial ocorre por meios institucionais, mas não explicitamente, contra indivíduos devido a sua cor. São exemplos dessa prática racista as abordagens mais violentas da polícia contra pessoas negras e a desconfiança de agentes de segurança e de empresas contra pessoas negras, sem justificativas coerentes. Um bom exemplo da luta do racismo institucional são os protestos de Charlottesville, nos Estados Unidos, em 2017, devido à conduta criminosa de policiais que mataram negros desarmados e rendidos em abordagens, além de agirem com violência desnecessária.<br><br></li><li>Quando há o  racismo estrutural : menos perceptível ainda, o racismo estrutural está cristalizado na cultura de um povo, de um modo que, muitas vezes, nem parece racismo. A presença do racismo estrutural pode ser percebida na constatação de que poucas pessoas negras ou de origem indígena ocupam cargos de chefia em grandes empresas; de que, nos cursos das melhores universidades, a maioria esmagadora — quando não a totalidade — de estudantes é branca; ou quando há a utilização de expressões linguísticas e piadas racistas. A situação fica ainda pior quando as ações ou constatações descritas são tratadas com normalidade.<br><br></li></ul><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><strong><br>Causas do racismo<br></strong><br></div><div>As origens modernas do preconceito racial remontam aos séculos XVI e XVII, período de <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/expansao-maritima-espanhola.htm"><strong>expansão marítima</strong></a> e comercial, além da colonização do continente americano. Nesse momento, podemos perceber, marcadas na história, a escravização dos africanos e o genocídio de povos indígenas. Em busca de justificar tais ações, os europeus começaram a formular teorias baseadas na suposição de que havia uma <strong>hierarquia das raças</strong>. Segundo essa tese, brancos estariam no topo dessa espécie de pirâmide, seguidos pelos asiáticos, indianos, indígenas e negros.<br><br></div><div>Segundo essas primeiras hipóteses racistas, somente os brancos teriam capacidade intelectual para trabalhar a terra, governar e prosperar, enquanto os negros estariam aptos apenas para o trabalho braçal. Também era comum a crença de que <strong>negros e índios não tinham alma</strong>. Isso, na visão de um cristão moderno, significava ser um animal.<br><br></div><div>Com a chegada do século XIX e a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/abolicao-escravatura.htm"><strong>abolição da escravidão</strong></a> na maioria das potências que utilizaram desse modo de mão de obra, o <strong>racismo</strong> não acabou, mas ganhou uma roupagem mais científica, que tentaria utilizar o rigor metodológico das ciências positivas para atestar a <strong>superioridade da raça branca</strong> e a inferioridade dos negros e mestiços.<br><br></div><div><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/grupos-exterminio-nazistas-einsatzgruppen.htm"><strong><br></strong></a><br></div><div>Temos, nesse período, a publicação do livro <strong><em>Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas</em></strong>, em que o filósofo Arthur de Gobineau (1816-1882) expôs, de maneira simultânea, sistematizada e ensaística, uma <strong>teoria de </strong><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/tese-branqueamento.htm"><strong>supremacia da raça branca</strong></a>. Alguns antropólogos e psicólogos da época também lançaram um novo estudo chamado de <strong>craniometria</strong>, em que medidas de crânios das diferentes raças eram retiradas e comparadas com outros dados de origem social, a fim de atestar que as populações negras estavam mais propensas a cometer ações violentas, mas desconsiderando o fato de a violência ser um fenômeno social.<br><br></div><div>Durante o período de governo nazista na Alemanha, as teorias de supremacia racial foram amplamente difundidas entre os aliados da Alemanha, como a Itália, além de surgirem seitas, como a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/ku-klux-klan.htm"><strong>Ku Klux Klan</strong></a>, nos Estados Unidos, que defendiam abertamente a supremacia da raça branca. Muitas ações excludentes, intimidatórias e violentas foram praticadas contra negros, além de haver, na época, um sistema de separação dos serviços públicos prestados a negros e a brancos.<br>Ana Francisca Lopes nº1</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 13:52:01 UTC</pubDate>
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         <title>O Racismo </title>
         <author>13inessantos11b</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os direitos humanos podem ser definidos de várias formas. Devem ser considerados universais, no sentido em que todas as pessoas, independentemente das suas características como a raça, a cor, o sexo, a religião ou etnia, são titulares de um conjunto de direitos que se fundamentam no simples facto de todos sermos humanos.</div><div>É assim que vários instrumentos legislativos têm sido aprovados, sobretudo na sequência da II Guerra Mundial, mas já alguns séculos antes, na sequência da Revolução Francesa (1789) com a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”, da mesma data. Logo no seu artigo 1.º proclamava que “Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundar-se na utilidade comum”. Com a criação da ONU (Organização das Nações Unidas), é de destacar a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, onde podemos ler, no seu artigo I, que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade” e no artigo II, n.º 1 “Todo o ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição”.</div><div>Também ao nível da União Europeia é de destacar a Carta de Direitos Fundamentais de 2000, de onde consta que “A dignidade do ser humano é inviolável. Deve ser respeitada e protegida” (artigo 1.º); “Todas as pessoas são iguais perante a lei” (artigo 20.º) e “É proibida a discriminação em razão, designadamente, do sexo, raça, cor ou origem étnica ou social, características genéticas, língua, religião ou convicções, opiniões políticas ou outras, pertença a uma minoria nacional, riqueza, nascimento, deficiência, idade ou orientação sexual” (artigo 21.º, n.º 1).</div><div>A nossa Constituição, de 1976, consagra logo no seu artigo 1.º que a dignidade da pessoa humana é a base de toda a construção jurídica e que a República Portuguesa, como Estado de Direito, está empenhada na proteção e promoção dos direitos humanos. Na terminologia da nossa Constituição, encontramos direitos, liberdades e garantias e direitos económicos, sociais e culturais, de entre outros.</div><div>O racismo é, assim, um fenómeno social tão antigo quanto o ser humano e que, em minha opinião, tem que ver com o medo do desconhecido e com a incapacidade que muitos têm de aceitar as diferenças. Acho particularmente errado e sem sentido o racismo num país como o nosso que teve nas Descobertas um dos seus períodos históricos de maior brilho e que “deu a conhecer novos mundos ao mundo”. Fomos dos primeiros a encontrar outros povos, raças e culturas e, sendo certo que também matámos muita gente, comparado com outros países colonizadores como a Espanha ou a Holanda, a nossa estratégia passou sempre mais pela miscigenação, até para “cair nas boas graças “dos chefes locais. Para além disto, também fomos sempre um país de emigração, como sucedeu em massa durante o Estado Novo e mesmo há poucos anos, quando Portugal viveu uma grave crise financeira.</div><div>Fiquei muito chocada com os recentes acontecimentos nos EUA, onde George Floyd foi vítima de violência policial. Por mais errada que seja uma conduta, todos, em especial as polícias, têm a obrigação de respeitar os direitos humanos. A contestação que vemos é justificada, pois sabemos que a luta pelos direitos cívicos dos negros tem sido dura naquele e noutros países. Basta lembrar os nomes de Martin Luther King e o regime do apartheid na África do Sul, para cujo fim tiveram grande importância Nelson Mandela e Frederik de Klerk.</div><div>Desejo viver num mundo em que as pessoas sejam consideradas por aquilo que efetivamente são e não por aspetos que nem sequer dominam, como a cor da pele. A essência humana é a mesma. Na pesquisa que fiz, encontrei uma frase de André Malraux, grande escritor francês e que chegou a ser Ministro da Cultura, e que dizia: “Se compreendêssemos, nunca mais poderíamos julgar”.</div><div>Considero que a música cuja letra nos foi apresentada acaba por se poder reduzir nesta frase, ou seja, de entre tantos fatores, o racismo nasce da incompreensão e da incapacidade de nos colocarmos no lugar do outro.</div><div>Desejo muito que a minha geração, sendo jovem, possa apreender estes valores e colocá-los em prática, pois todos podemos ser vítimas de racismo e de outras formas de violação dos direitos humanos.</div><div>Importante é não baixarmos os braços, reafirmarmos sempre com o nosso comportamento a dignidade de cada pessoa, mostrando que todas as vidas têm o mesmo valor e que a História nos demonstra que os períodos de maior paz no mundo corresponderam sempre a épocas em que os direitos humanos foram mais respeitados.<br><strong>Inês Santos N</strong><strong><sup>o</sup></strong><strong>13</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 15:16:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>21matildecarvalho11b</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos últimos dias, tem se visto, tanto nas notícias, como nas redes sociais imagens e vídeos de várias manifestações que têm decorrido nos Estados Unidos e que inclusive, já se estão a alargar pelo mundo inteiro, e confesso, que fiquei genuinamente triste e revoltada com toda esta situação de injustiça. Racismo, xenofobia, homofobia são temas que na minha cabeça não fazem sentido nenhum, como é que grande parte da nossa sociedade, em pleno século XXI e com tanta informação é capaz de ser tão ignorante e maldosa? “Só existe uma raça, a raça humana!”<br><br></div><div>Preconceito é uma opinião desfavorável que não é baseada em dados objetivos, mas que é baseada unicamente em um sentimento hostil motivado por hábitos de julgamento ou generalizações apressadas, ou seja, tem de haver conhecimento suficiente acerca de determinado assunto para se puder fazer conclusões ou juízos de valor e, já se sabe que não é isso que acontece…<br><br></div><div>Infelizmente, há́ muitos “George Floyd” que sofrem discriminação diariamente e é fulcral que esta luta vá́ para além do mundo digital, para além de imagens de redes sociais e que todos juntos ajudemos a criar um mundo onde não haja diferenças pela cor de pele, em que todos sejamos unidos de verdade e com empatia pelo próximo.<br><br></div><div>É um privilégio aprender sobre o racismo em vez de experiencia-lo durante a nossa vida toda.  E acho que as pessoas que nunca se sentiram diferentes pelo tom da sua pele, deviam admitir esse mesmo privilégio. E utilizá-lo para ajudar quem não o tem!<br><br></div><div>Acredito na igualdade e equidade sob qualquer situação. “I understand that I will never understand. However, I stand with you.”<br>Tem que se identificar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-08 19:51:35 UTC</pubDate>
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         <title>SÓ HÁ UMA RAÇA, A RAÇA HUMANA!</title>
         <author>21matildecarvalho11b</author>
         <link>https://padlet.com/elzacosta/uwdms51kp3v7lgkb/wish/617599024</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos últimos dias, tem se visto, tanto nas notícias, como nas redes sociais imagens e vídeos de várias manifestações que têm decorrido nos Estados Unidos e que inclusive, já se estão a alargar pelo mundo inteiro, e confesso, que fiquei genuinamente triste e revoltada com toda esta situação de injustiça. Racismo, xenofobia, homofobia são temas que na minha cabeça não fazem sentido nenhum. Como é que grande parte da nossa sociedade, em pleno século XXI e com tanta informação, é capaz de ser tão ignorante e maldosa? “Só existe uma raça, a raça humana!”</div><div>Preconceito é uma opinião desfavorável que não é baseada em dados objetivos, mas que é baseada unicamente em um sentimento hostil motivado por hábitos de julgamento ou generalizações apressadas, ou seja, tem de haver conhecimento suficiente acerca de determinado assunto para se puder fazer conclusões ou juízos de valor e, está mais que visto que não é isso que acontece…</div><div>Infelizmente, há́ muitos “George Floyd” que sofrem discriminação diariamente e é fulcral que esta luta vá́ para além do mundo digital, para além de imagens de redes sociais e que todos juntos ajudemos a criar um mundo onde não haja diferenças pela cor de pele, em que todos sejamos unidos de verdade e com empatia pelo próximo.</div><div>É um privilégio aprender sobre o racismo em vez de experienciá-lo durante a nossa vida toda.  E acho que as pessoas que nunca se sentiram diferentes pelo tom da sua pele, deviam admitir esse mesmo privilégio. E utilizá-lo para ajudar quem não o tem!</div><div>Acredito na igualdade e equidade sob qualquer situação. “I understand that I will never understand. However, I stand with you.”<br><br>Matilde Carvalho nº21</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-08 19:51:56 UTC</pubDate>
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