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      <title>Espécies Invasoras by Célia Canelas</title>
      <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen</link>
      <description>Muitas das espécies que nos rodeiam foram transportadas do seu habitat natural para outros locais, sendo denominadas espécies exóticas (do grego exotikós, “de fora”). Algumas destas espécies coexistem com as espécies nativas de forma equilibrada, mas outras há que se desenvolvem muito rapidamente e escapam ao controlo do ser humano, tornando-se nocivas – estas são designadas por espécies invasoras.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-10 20:37:50 UTC</pubDate>
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         <title>Bons dias</title>
         <author>a190441</author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3450183089</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Qual o nome científico da espécie?</strong></p><p>O nome científico desta espécie é<em> </em><strong><em>Ipomoea indica</em></strong><em>.</em></p><p><br/></p><p><strong>De onde é que esta espécie é nativa?</strong></p><p>Esta espécie é nativa da América do Sul e do Norte e de algumas partes da Ásia.</p><p><br/></p><p><strong>Onde é que esta espécie invade em Portugal?</strong></p><p>Esta espécie foi avistada em:</p><p><strong>-Douro Litoral</strong></p><p><strong>-Beira-Litoral</strong></p><p><strong>-Estremadura</strong></p><p><strong>-Ribatejo</strong></p><p><strong>-Baixo-Alentejo</strong></p><p><strong>-Algarve</strong></p><p><br/></p><p><strong>Qual o impacto nos habitats invadidos?</strong></p><p>O <strong>Bons dias </strong>é extremamente tóxico causando dores de barriga e visão distorcida caso ingerida, sendo ainda mais prejudicial caso um cão ou gato consuma as sementes desta planta levando a problemas de saúde.</p><p><br/></p><p>Realizado por:</p><p>Rui costa </p><p>Miguel Jacob</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 08:13:40 UTC</pubDate>
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         <title>Mimosa </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Mimosa&nbsp;</p><p><strong>Nome da espécie</strong>: <em>Mimosa pudica L</em>&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Área de distribuição nativa</strong></p><p>A distribuição nativa da Mimosa Pudica, a espécie mais conhecida do gênero Mimosa, é a América Tropical, especialmente:</p><p>• América do Sul tropical (Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela);</p><p>• América Central;</p><p>• Algumas partes do Caribe.</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição em portugal</strong></p><p>A Mimosa Pudica (Mimosa Pudica L.) é uma planta natural do sul da Europa e região do Mediterrâneo, incluindo as Ilhas Canárias. Em Portugal, esta espécie é encontrada por todo o território, embora seja menos comum do que outras espécies nativas</p><p><br/></p><p><strong>Impacto nos habitats invadidos</strong></p><p>.• Reduz a biodiversidade ao impedir o crescimento de plantas nativas.<br>• Altera o solo, aumentando o nitrogénio e prejudicando espécies locais.<br>• Afeta a fauna, ao eliminar plantas que servem de alimento ou abrigo.<br>• Forma matas densas, que dificultam a regeneração natural da vegetação.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 08:30:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lagostim Vermelho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3450214296</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>-Nome da espécie: </strong></p><p><em>Procambarus clarkii</em></p><p><strong>-Distribuição nativa</strong></p><p>Nativo das partes nordeste do México e sul/sudoeste dos Estados Unidos da América.</p><p><strong>-Distribuição em Portugal</strong></p><p>Podes ser encontrado em  <strong>11 bacias hidrográficas</strong>: Douro, Leça, Vouga, Mondego, Lis, ribeiras do Oeste, Tejo, Sado, Mira, ribeiras do Algarve e Guadiana.</p><p><strong>-Impacte nos habitats invadidos</strong></p><p>É um grande escavador, podendo causar danos no leito dos rios, em dique e barragens de terra e em culturas, particularmente na do arroz. Os seus hábitos de alimentação podem alterar os ecossistemas nativos. Compete e elimina os lagostins de água doce autóctones.</p><p><br/></p><p>Diego Brito Nº4; Lucas Pinto Nº12; Xavier Afonso Nº22</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 08:36:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Escaravelho da Palmeira</title>
         <author>a184893</author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3450215218</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome da espécie:</strong> <em>Rhynchophorus ferrugineus</em></p><p><br/></p><p><strong><em>Área de distribuição nativa:  </em></strong><em>Espécie nativa das zonas tropicais da Ásia e Ocêania.</em></p><p><br/></p><p><strong><em>Distribuição em portugal: </em></strong><em>Cascais, Oeiras, LIsboa, Seixal, Moita, Sesimbra, Setúbal, Alcácer do sal, Montemor-o-Novo, Coruche, Salvaterra de Magos, Sousel.</em></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 08:37:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Chorão-da-praia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3450215873</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome  da espécie</strong>: <em>Carpobrotus acinaciformis</em>.</p><p><strong>Área de distribuição nativa</strong>: África do Sul, Região do cabo.</p><p><strong>Distribuição em Portugal</strong>: Esta espécie encontra-se no Minho, Trás-os-Montes, Douro Litoral, Beira Litoral, Estremadura, Alto Alentejo, Baixo Alentejo, Algarve,  arquipélago dos Açores (todas as ilhas) e arquipélago da Madeira (ilhas da Madeira e Porto Santo).</p><p><strong>Impacte nos habitats invadidos</strong>:Forma tapetes impenetráveis que ocupam áreas extensas, impedindo o desenvolvimento da vegetação nativa.<br>Promove a acidificação do solo, facilitando o seu próprio desenvolvimento.</p><p><strong>Trabalho realizado por: Inês e Maria inês</strong> </p><p>    </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 08:37:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tartaruga da Flórida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3450216627</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome em Latim:</strong> <em>Trachemys scripta</em></p><p><br/></p><p><strong>Área de distribuição nativa:</strong><em> </em>É nativa da bacia do Mississipi (EUA), Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá e Venezuela.</p><p><br/></p><p><strong>Distribuição em Portugal: </strong> Em Portugal pode ser encontrada nos seguintes locais:</p><ul><li><p><em>Zona Norte </em>(Rio Minho e Chaves) </p></li><li><p><em>Centro</em> (Pombal, Montemor-o-Velho, Lagoa Azul (Sintra) Albufeira, Castelo Branco e S. Mamede)</p></li><li><p><em>Sul do país </em>(Grândola, Loulé, Vilamoura, Lagoa das Dunas Douradas e de S. Lourenço, Odemira e Vale do Guadiana no Sul).</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Impacto nos habitats invadidos:</strong> A Tartaruga da Flórida é uma tartaruga exótica que compete vantajosamente com outras espécies de cágados autóctones, alimento, locais de desova, locais de exposição ao sol, entre outros. Também é capaz de competir com outros animais e através da predação contribui para a diminuição das populações de espécies já existentes no habitat que invadiram.</p><p><br/></p><p><em>Feito por: Carolina Serafim e Xinyue Guan 8ºA</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 08:37:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Erva das Pampas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3450217266</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Nome em latim: <em>Cortaderia Selloana </em></p><p>Área de distribuição nativa: Parte tropical da América do Sul (Chile e Argentina)</p><p>Distribuição em Portugal: Alentejo, Algarve, Ilha de São Miguel</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Leonor e Irina</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 08:38:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vespa Asiática</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Nome da espécie</strong>:<em> Vespa Velutina</em></p><p><br/></p><p><strong>Área de distribuição nativa: </strong>Proveniente de regiões tropicais e subtropicais, tais como:</p><p>-<strong>Norte da India </strong></p><p><strong>-Leste da China</strong></p><p><strong>-Indochina</strong></p><p><strong>-Arquipélago da Indonésia</strong></p><p><br/></p><p><strong>Distribuição em Portugal</strong>: Começou a distribuir-se por Portugal em 2011, estando por cá até aos dias de hoje. </p><p><br/></p><p><strong>Impacto nos habitats invadidos</strong>: A Vespa causa problemas ao ambiente devido há forte predação de abelhas e outros insetos polinizadores, o que provoca um desequilíbrio no ecossistema. Já para a saúde humana a Vespa tem um impacto negativo devido ao seu comportamento agressivo que apresenta quando alguém perturba o seu ninho ou colmeia.</p><p><br/></p><p><strong>Realizado por:</strong></p><p><strong>Henrique Silva </strong></p><p><strong>Sara Nogueira</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 16:39:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Periquito de Colar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3451102428</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>-Nome da espécie: </strong><em>Psittacula Krameri</em></p><p><br/></p><p><strong>-Área de distribuição nativa:</strong></p><ul><li><p><strong>Espécie nativa da África Subsaariana.</strong></p><p>Também encontrado em partes do centro e leste da África,como Quẽnia e Tanzânia.</p></li><li><p><strong> -Sul da Ásia.</strong></p><p>Subcontinente indiano, incluindo Paquistão, Índia, Nepal, Bangladesh e Sri Lanka.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>-Distribuição em Portugal: </strong>Em Portugal esta espécie pode ser encontrada:</p><ul><li><p>Área Metropolitana de Lisboa(Lisboa, Oeiras, Cascais, Amadora e Sintra).</p></li><li><p>Porto e Vila Nova de Gaia.</p></li><li><p>Caldas da Rainha e Setúbal.</p></li><li><p>Algarve.</p></li><li><p>Açores(ilha de São Miguel) e Madeira(Funchal).</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>-Impacte nos habitats invadidos: </strong>O Periquito-de-Colar é uma ave invasora que ocupa ecossistemas novos, competindo com o mocho-d’orelhas e outras aves nativas nos seus locais de nidificação. A ave também pode provocar alterações novas em comunidades de aves, auxiliar na destruição de árvores e plantações, produzir poluição sonora, propagar doenças e afetar a saúde, bem como a ecologia, do meio. O impacto populacional inicial é fundamental, por consequência, haverá necessidade de medidas de controle a nível da ecologia.</p><p><br/></p><p>Trabalho realizado por: Daniel Rocha e Rafael Semedo 8ºA</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 19:49:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rã Africana</title>
         <author>cmmcanelas</author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3463110842</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 11:20:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Jacinto-da-Água</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3463113682</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>- Nome científico/em Latim da espécie: </strong><em>Eichhornis Crassipes</em><strong> </strong></p><p><br/></p><p><strong>- Área de distribuição nativa:</strong> América do Sul, particularmente da Bacia Amazónica, abrangendo países como o Brasil, Colômbia, Venezuela e Peru</p><p><br/></p><p><strong>- Distribuição em Portugal:</strong> Em água doce, especialmente no Sul do país, como no Rio Guadiana e zonas húmidas do Alentejo e Algarve.</p><p><br/></p><p><strong>- Impacte nos habitats invadidos:</strong> Formação de tapetes (o que trará a uma redução da biodiversidade aquática, pois impedem a passagem de luz solar); Alteração na qualidade da água (níveis mais baixos de oxigénio, dificultando a vida); Obstrução de cursos de água (aumentando o risco de inundações e dificultando a navegação); Impactos económicos negativos.</p><p><br/></p><p><strong>Guilherme Oliveira N°5; Martim Sá N°15</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 11:23:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Erva das Pampas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3463120731</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome em latim:</strong> <em>Cortaderia Selloana</em> </p><p><strong>Área de distribuição nativa:</strong> Zona tropical da América do Sul, como Chile e Argentina.</p><p><strong>Distribuição em Portugal:</strong> Encontra-se mais no centro e norte, principalmente na zona do Porto, mas é muito comum do Minho ao Algarve. Terá chegado a Portugal há cerca de 20 anos.</p><p><strong>Impacte nos habitats invadidos: </strong>Competição com espécies nativas, alteração do solo e microclima, propagação agressiva, aumento do risco de incêndios e dificuldade no controlo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 11:29:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rã de unhas africana</title>
         <author>a20345_8</author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3465561190</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome da espécie: Xenopus laevis</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Área de distribuição nativa </p><p>A área de distribuição nativa do Xenopos laevis ,é a África subsaariana, sendo encontrada em países como:</p><ul><li><p>África do Sul </p></li></ul><ul><li><p>Lesoto </p></li></ul><ul><li><p>Eswatini</p></li></ul><ul><li><p>Botsuana</p></li></ul><ul><li><p>Zimbabué </p></li></ul><ul><li><p>Angola</p></li></ul><ul><li><p>Moçambique e regiões próximas </p><p><br/></p></li></ul><p><br/></p><p>Distribuição em portugal</p><p>A rã de unhas africana (Xenopus laevis) foi detetada pela primeira vez em Portugal na Ribeira da Laje, em Oeiras, em 2006. No entanto, é possível que tenha sido introduzida anteriormente, possivelmente antes de 2006</p><p><br/></p><p>Impactos nos habitats invadidos</p><p><br/></p><p>A rã-de-unhas-africana (Xenopus laevis) tem um impacto significativo nos habitats invadidos, afetando a biodiversidade e o ecossistema.&nbsp;Como predadora voraz, ela afeta a população de invertebrados, pequenos peixes e anfíbios nativos, alterando a estrutura das comunidades aquáticas.&nbsp;A sua atividade de escavação também contribui para a turbidez da água e para a redução da vegetação emergente, alterando as características físicas e químicas dos rios e lagos.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 10:35:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Escaravelho da Palmeira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmmcanelas/uwamk3cdibacpuen/wish/3466123339</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Nome da espécie:</strong> <em>Rhynchophorus ferrugineus</em></p><p><br/></p><p><strong><em>Área de distribuição nativa: </em></strong><em>Espécie nativa das zonas tropicais da Ásia e Ocêania.</em></p><p><br/></p><p><strong><em>Distribuição em portugal: </em></strong><em>Cascais, Oeiras, Lisboa, Seixal, Moita, Sesimbra, Setúbal, Alcácer do sal, Montemor-o-Novo, Coruche, Salvaterra de Magos, Sousel.</em></p><p><br/></p><p><strong><em>Impacto nos habitats invadidos: </em></strong><em>O escaravelho-da-palmeira tem um impacto profundo nos habitats invadidos, provocando a degradação ecológica ao destruir palmeiras essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas. Essa perda compromete a biodiversidade, enfraquece a cadeia trófica e reduz a resiliência ambiental. Além disso, acarreta custos elevados de controlo e prejuízos económicos e paisagísticos, afetando setores como o turismo e a gestão urbana.</em></p><p><br/></p><p>Feito por: Beatriz Caldeira e Mariana Sengo</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 12:36:07 UTC</pubDate>
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