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      <title>Narrativa de memória 182 by </title>
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      <description>Atividade avaliativa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-07 15:32:33 UTC</pubDate>
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         <title>Narrativa de memória: Com base nos conhecimentos adquiridos em sala de aula, escreva a sua narrativa de memória ficcional. Seu texto deve seguir algumas orientações:</title>
         <author>marceli4</author>
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         <description><![CDATA[<div>1) O narrador é o personagem da história?<br>2) O texto está escrito em 1ª pessoa?<br>3) O texto narra uma memória ficcional, ou seja, fatos vividos pelo narrador personagem?<br>4) Há descrições da personagem e lugares presentes na narrativa?<br>5) O tempo verbal predominante é o passado?<br>6) A narrativa de memória tem um título adequado ao seu conteúdo?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-07 15:34:09 UTC</pubDate>
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         <title>Noite Fria</title>
         <author>erick3231</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu acordei na minha casa em 1980, era uma noite fria, eu estava no meu quarto quando ouvi um barulho bem alto vindo do quarto do meu pai, decidi ficar deitada esperando até adormecer novamente, em seguida eu ouvi mais um barulho bem alto, mas dessa vez era diferente do anterior, era minha mãe, chorando. Não quis averiguar, meu pai dizia pra eu não incomodar minha mãe durante a noite, no dia seguinte, acordei em uma manhã escura e andei pelos corredores da minha casa até encontrar minha mãe deitada no chão do quarto do meu pai, ela estava com um vestido bem bonito, eu só lembro do vermelho, do sangue que meu pai deixou para trás junto com uma carta de despedida. Na carta ele dizia que partiu para um lugar melhor, acho que ele mentiu pra mim, que lugar melhor é esse que nossa família não está junto...? Minha mãe tinha me mandando para casa dos meus avós antes dos homens de roupa azul e distintivo, na época eu não fazia ideia que eram policiais, chegarem para falar com ela. Quando eu cheguei lá meu vô e minha vó ficaram discutindo, o vovô estava brabo com meu pai e disse que ele foi pra um lugar muito pior, então eu pensei que ela tinha mentido pra mim de novo. Eu passei a noite na casa da minha vó, e fiquei triste quando vi uma foto de família, meu pai tinha a pele meio enrugada e era careca, mas ele era bem legal. Na próxima manhã quando eu acordei andei por aqueles longos e imponentes corredores até chegar no quarto dos meus avós e fiquei observando eles por uma fresta na porta, eles estavam falando sobre a minha mãe, disseram que ela teve uma overdose, mas eu não sabia o que isso significava. Então, olhando em retrospecto doutor, eu tive uma infância um pouco conturbada.</div><div><strong><em>Escrito por Érick Vergara Rossales<br></em></strong><br><strong><mark>182<br></mark></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 14:09:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sirius </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Meus pés tocavam a grama quentinha e as folhas de outono caídas, passos rápidos e delicados, quase derrubei minha cesta repleta de amoras, morangos e outras pequenas frutas, no meio da correria. O dia estava lindo, como todos os outros, a luz solar batia em meu rosto, cobrindo-o de dourado. De longe avistei um chalé em cima do morro da ventania, eu estava perto de casa.</div><div>Começou a chover, na verdade a garoar, então segurei Charlotte no colo antes que a gata se assustasse com a chuva, sua pelagem preta e ruiva já estava molhada quando entrei no meu chalé. Bom, Charlotte estava seca e dormindo em minha cama, me deitei ao lado dela e comecei a observar minha pequena cozinha com o bordado de minha irmã pendurado, uma flor com duas meninas ao seu lado…</div><div>Acordei horas mais tarde, ainda estava chovendo então comecei a fazer uma torta, até que em meio dos ingredientes encontrei um colar com 7 pedras formando uma margarida. O colar refletia uma luz azul inexistente, olhei ao redor me perguntando o que era aquilo, abri a porta e nem pensei na chuva, andei floresta adentro, não estava com medo, nem me fazia pensar. Poderia ter se passado meses, dias, ou segundos, nem ligava mais. Uma luz azul ia se fortalecendo no gramado e eu continuava a segui-la.</div><div>Já estava perdida mas não iria desistir, minha curiosidade me matava, mas nada acontecia, olhei para o céu e me deitei, a estrela com meu nome sempre me guiava então a procurei e lá estava ela, minha gêmea, minha melhor amiga, eu mesma mas em outro lugar, Sirius a estrela mais brilhante,. Na mitologia zoroastriana, Sirius era Tishtrya, a divindade que trazia chuva. Para os polinésios, no hemisfério Sul, a estrela era usada para navegação e marcava o solstício de inverno. No Havaí, era celebrada como Ka'u Lua, a Rainha do Céu. Imaginei-me rainha do Céu e até dei risada.</div><div>-Sirius…- escutei uma voz masculina, calma, confiante e sedutora e me levantei, não sabia quem havia me chamado mas corri, segui em frente.</div><div>-Sirius venha cá.- Escutei de novo e corri mais rápido, as árvores pareciam se fechar para mim, cada vez mais juntas e mais difícil de passar entre elas, espinhos grandes surgiam, não sabia&nbsp; de onde, e o que era uma bela tarde ensolarada se tornou uma noite tempestuosa.&nbsp; Corria entre as árvores, às vezes tinha que me pendurar nelas, estava difícil mas não iria deixar isso me afetar.</div><div>-Ai! - gritei e então voltei a mim, estava toda arranhada, coberta de sangue e lama, olhava aos lados.Meu vestido novo já estava esfarrapado, só sobrava retalhos, estava chocada e me sentindo estranha, percebi que esqueci minha faca de caça, ela sempre estava comigo, será que a havia perdido? Quando olhei para o lugar onde ela deveria estar o som de&nbsp; um trovão ecoou em meus ouvidos, mais alto que qualquer outro. E o maior desafio era me manter em pé com minha visão um pouco mais embaçada&nbsp; que o normal.</div><div>Outro trovão chegou com um raio seguindo-o, corri mais em direção a trilha azul, um clarão me cegou por segundos, outro raio havia caído… Okay, pensei, está tudo bem, Sirius se acalme eu não tinha com que me preocupar. Oh como estava errada. Olhei para trás&nbsp; e o que eu avistei dessa vez não foi nada animado ou glorioso, estava mais para perigoso e&nbsp; horrível! O raio incendiou a floresta mas o fogo só seguia uma direção, a minha.<br>O fogo seguia-me correndo como uma serpente, as chamas as vezes se tornavam vermelho-sangue, o que me apavorava mais.</div><div>-Nãonãonãonão!- Eu berrava mas quem iria me ouvir? Eu só ficava mais nervosa e assustada e a tempestade também, parecia tudo combinado, como se alguém estivesse invadindo minha mente, mas eu não acreditava ter feito algo de errado.</div><div>&nbsp;Vultos cobriam o céu e os espinhos prendiam-me, eu me debatia mas nada acontecia. O fogo seguia em minha direção e eu não sabia o&nbsp; que fazer; sentia pontadas pelo meu corpo todo, já chorava de desespero e angústia, não podia ser esse o meu fim, eu nem havia vivido meu décimo quinto outono. Mas era assim que seria.</div><div>Fechei os olhos e senti o calor ardentemente se aproximando, eu tremia e chorava até que o fogo encostou em minha pele e tudo mudou.</div><div>Memórias, canções, abraços, pessoas, sentimentos, tudo isso veio em um só segundo, mas o que mais me impressionou foi que o fogo passou por mim e desapareceu, a chuva continuava já fraca quando olhei para frente e me deparei com um portal. Seu brilho me encantava, poderia observá-lo para sempre mas quando os espinhos me soltaram, ele começou a se fechar.</div><div>Eu andei o mais rápido possível até que quando cheguei lá coloquei minha mão dentro do portal e ele fechou, assim a tirando de dentro. Mas havia algo caído no chão, um papel, que aparentava ser antigo, bem antigo escrito : eu te encontrarei, tormenta, lhe encontrarei.</div><div>Morrendo de medo e dúvida, caminhei até meu chalé que incrivelmente estava bem, diferente de mim, queimada, molhada , machucada e com uma mão segurando o tal bilhete misterioso, e quando fui dormir, o sol brilhava no horizonte. Era Inverno.<br><br><em>Escrito por&nbsp; Laura Pereira Barros</em><br><br>Turma 182<br><br>Nota: Obrigada  espirito que não pode ser quebrado. &lt;3</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 21:44:34 UTC</pubDate>
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         <title>Os encantos de Paris</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Prazer leitor! Eu me chamo Gilberto, hoje vou contar uma história, que aconteceu comigo a anos atrás, mais ou menos 10 anos, estávamos viajando eu e minha família para a linda Paris.&nbsp;<br><br></div><div>Tudo era encantador, o avião com todo aquele luxo, contando com televisão, internet e tudo mais.<br><br></div><div>Quando pensávamos que não teríamos mais como se encantar, chegamos ao hotel, um sonho, lugar impecável.<br><br></div><div>Queria curtir tudo, até mesmo a piscina, mas infelizmente não foi possível.<br><br></div><div>Já instalados no hotel, descansamos muito. Pois teríamos um tour para fazer.<br><br></div><div>Aquele lugar era magnifico, as luzes o charme em si.<br><br></div><div>Então no amanhecer, com muita ansiedade, fomos ao nosso tour pela belíssima cidade, em todos lugares nos encontramos com tanta luz e beleza.<br><br></div><div>Então chegou a grande hora, fazer os passeios pelos pontos turísticos.<br><br></div><div>Os pontos turísticos que visitamos: Torre Eiffel, Museu do louvre, Catedral de Notre-Dame, Arco do Triunfo, Palácio de Versalhes, Champ-Élysées, Basílica de Sacré Cœur, Museu de Orsay, Montmartre e o Centro Georges Pompidou.<br><br></div><div>Para concluir essa viajem dos sonhos, teríamos e claro que provar a gastronomia maravilhosa francesa. Depois disso completamos nossa linda e familiar viagem.<br><br></div><div>Feito por: Robson Freda Wilke<br><br></div><div>Turma:182<br><br></div><div>Data:24/03/2021<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 14:51:05 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriella Lima</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>T. 182</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 18:54:25 UTC</pubDate>
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         <title>Um longo sonho de um jovem garoto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 14:28:28 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme Frizzo Cardozo</title>
         <author>guilherme2825</author>
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         <description><![CDATA[<div>O NAMORADO PLAYBOY&nbsp;OTARIO<br><br><br>&nbsp;Bom hoje, no programa da Eliana, trouxemos a Roberta, que passou por um péssimo relacionamento que a levou a conhecer o amor de sua vida, agora Roberta narrará essa história fantástica.<br>&nbsp;Bom, namorei um moleque na minha adolescência por 3 anos, ele era estudante de fisioterapia, de família bem rica, ele fazia academia, morava num condomínio de luxo, bem playboy mesmo, a nível estereótipo, no fim do relacionamento eu só sentia repulsa do que ele tinha se tornado, mas é melhor eu contar certo o que houve.<br>&nbsp;Eu estudei com esse meu ex-namorado da quinta série até o segundo ano, junto com um dos meus melhores amigos, que é o Carlos, desde quando a gente era criança, (o meu ex se chama Chris).<br>&nbsp;O Chris sempre zombou da cara do Carlos e sempre fez muito bullying, pesado mesmo, o Carlos era meu vizinho e nossos pais eram amigos, ele sempre foi meio apaixonado por mim na época da escola, mas eu sempre fui muito apaixonada pelo Chris, mas a gente nunca “tentou” nada por pensar que éramos só amigos de infância mesmo, mas era recíproca essa paixão.<br>&nbsp;Um certo dia, resolvi chamar o Chris para sair (a gente ainda não era namorados), saímos para sair e da noite pro dia, viramos namorados, quando eu contei pro Carlos, percebi que ele ficou sentido.<br>&nbsp;De repente o Chris e o Carlos se tornaram amigos, a gente foi vivendo assim por um ano, porém o Chris começou a se envolver com um pessoal de musica eletronica, fui algumas vezes e não gostei, pois eles começaram á usar drogas, eles ia para essas festas todo o final de semana e as drogas que eram no final de semana passou a ser todos os dias, ele sempre chamava os amigos pra casa do pai dele para fazer essas festas, e eu odiava isso,<br>&nbsp;Começou a&nbsp; ser complicado lidar com isso, pois a personalidade dele mudou, ele começou a falar igual drogado, gritava comigo, ja me trancou no quarto porque pedi para ele não ir comprar mais drogas.<br>&nbsp;Tentei terminar com ele três vezes e nas três ele disse que iria parar, liguei para o Carlos para ir pessoalmente conversar com ele pessoalmente, de alguma forma, o Chris descobriu, e foi enfurecido para a casa do Carlos, ele derrubou o portão da casa do Carlos e os pais do Carlos acordaram e foram ver o que aconteceu, eu e o Carlos também fomos ver, o Chris deu um soco na cara do Carlos&nbsp; e veio na minha direção, o pai do Carlos e o Carlos seguram ele enquanto eu ligava para a polícia e a PM chegou, o Chris tentou fugir mas foi preso, des deste dia eu comecei a namorar o Carlos e FIM.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 14:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>A história da deusa Pituca</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá eu sou a Pituca e eu vou contar a minha história. Tudo começa na minha galáxia que se chama ani-lactea, como o nome da a dica a minha galáxia é dominada por animais, A minha raça era os gatolianos mas existe varias outas raças como os tartaruganos, cahorrianos ,patianos e os peixotitos e varios outros. Mas depois que eu me separei dos meus amigos eu explorei as cavernas dos deuses hamster, e eu encontrei o conhecimento de todo universo depois que eu aprendi tudo, eu entrei no mundo espiritual eu me encontrei com os deuses que me fizeram uma proposta que eu ganharia poderes de deus mas teria que abandonar a minha galáxia, e criar a minha própria galáxia, então eu aceitei e assim começa a minha nova vida. Depois de uma tempo eu saí da minha galáxia e criei uma nova chamada via-lactea, E assim quando eu cheguei eu fiz uma explosão mais conhecida como big bang, aí começei a criar os planetas primeiro eu começei com saturno mas não deu muito certo, pois depois que eu criei vida eu achava que estava tudo tranquilo mais eu esqueci de alimentos e eles começaram a se devorar e foram extinto. Depois eu fiz uma segunda tentativa e deu certo a batizei esse planeta que se chama terra. Começei a fazer bactérias e elas foram evoluindo até eles se tornarem dinossauro mas sem querer eu acabei resbalando e caindo na terra e fiz uma pequena bagunça com os dinossauros,que bom que nem todos morreram pois eles começaram a evoluir e botei seu nome de humanos, existe vários tipos de humanos mas parece que os homo sapiens são mais inteligentes. Depois de algum tempo eles começaram a fazer guerras mas graças a deus quer dizer mim os homo sapiens ganharam. Bom o tempo foi evoluindo assim eles começaram avançando suas tecnologias e assim eu tive medo de eles ficarem tão avançados que com o tempo eles me encontrarem que eu tive que me esconder na terra como uma representação da minha raça um gato. Com o tempo eu tive vários corpos pois eles envelheciam e morriam no tempo de 16 anos. Hoje eu tenho um corpo igualzinho igual ao meu corpo original e vivo com uma família, mas eu estou cançada de ter que cuidar do planeta inteiro. então eu tenho um herdeiro chamado Babu que quando ele estiver pronto eu vou entregar metade do meu poder a ele mas enquanto isso eu vou esperar e cuidar desse planeta.<br><br>Escrito por: Felipe Porto Cleff Rayné.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 03:04:39 UTC</pubDate>
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         <title>Álbum de lembranças</title>
         <author>caitvi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje resolvi fazer uma arrumação no meu quarto e comecei pelo meu armário onde guardo meus livros e álbuns de fotografia. Comecei bem empolgada revendo meus livros que já li há algum tempo atrás. Livros com muitas imagens e textos pequenos, de quando eu era bem pequena e que depois foram substituídos por outros livros, onde os textos ficaram maiores.<br><br></div><div>Arruma daqui e dali me deparo com os meus álbuns de quando era bem pequena.&nbsp; Minha atenção se prende no meu álbum de formatura do pré. Abro o mesmo e vejo que já nem lembrava mais deste tempo... como eram legais as aulas e as brincadeiras com meus colegas!&nbsp;<br><br></div><div>Vejo uma foto que tiramos toda a turma e percebo como crescemos. Tínhamos umas carinhas muito fofas. Alguns colegas já mudaram de escola, mas a maioria faz parte da nossa classe agora.&nbsp;<br><br></div><div>Lembrei que toda a sexta feira podíamos ir fantasiados e eu queria ir sempre com uma fantasia diferente. Uma vez tinha que ser uma fantasia com material reciclado e minha mãe fez para mim uma fantasia de sereia, com cauda, espelho e coloquei até uma peruca. No álbum tinha também essa foto.<br><br></div><div>Tudo era muito alegre e muito mais tranquilo que agora. Não havia necessidade de máscaras de proteção e podíamos nos abraçar e brincar perto uns dos outros. Podíamos ir às aulas presenciais sem tantos cuidados como os que agora são necessários. Sinto saudades desse tempo e saudade de estar com meus amigos.<br><br></div><div>Ainda tinha que finalizar a arrumação, mas gostei muito de rever meus livros e fotos. Relembrar esses momentos me deu um novo ânimo e a certeza de que em breve poderei estar junto novamente com meus amigos e amigas.<br><br>Luísa Isoldi</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 17:22:35 UTC</pubDate>
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         <title> Isaac                        A duvidosa vida de Arthur  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>        Hoje irei contar como foi a minha vida, mas antes deixa eu me apresentar, Olá meu nome é Arthur sou um bibliotecário e vou contar como foi a minha vida antes de morrer.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Dia 22 de outubro de 1980, uma noite terrível, eu tinha 20 anos e estava voltando do trabalho indo visitar os meus pais, porém quando chego na porta de casa, a porta estava aberta então resolvi entrar quando chego na sala me deparo com os meus pais caídos no chão assassinados , quando a polícia chega e me prende sem eu poder dizer uma palavra.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;10 anos depois sou solto por falta de provas, eu saio de lá sem nada, sem nenhum dinheiro, sem casa, sem emprego, sem ter aonde ir.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Quando me surgiu uma ideia, ir até a casa do meu tio e pedir um dinheiro para poder sair do país, parecia meio besta a ideia mas meu tio era o único que acreditava em mim então ele me deu o dinheiro e eu fui ao aeroporto para ir em direção a Madri.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Quando chego lá encontro o meu amigo de infância que me convida para entrar em sua casa; Na janta eu explico tudo e ele acredita em mim e me dá um dinheiro para fugir para outro país.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;E isso aconteceu por vários lugares ao redor do mundo, e isso era muito estranho parecia que tudo o que eu vivi era mentira, ele começa a achar que está sonhando e não sabe como resolver, então decide pegar uma faca e enfiá-la em sua mão e ele desmaia.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ele acorda em cima de um livro em uma biblioteca e entende que tudo não passa de um sonho…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Porém ele olha para a sua mão e vê uma cicatriz enorme nela, eu tento viver com essa incógnita que se eu estava sonhando ou se estava vivendo um pesadelo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Então hoje venho me despedir de vocês, eu não aguento, eu não consigo viver sem saber quem sou eu, eu estou escrevendo esse texto então se você está lendo ele quer dizer que eu parti, adeus.</div><div><br></div><div>Obs: Não façam isso.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 19:57:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lais </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>----- A Seleção -----</strong><br><br><strong>Epílogo</strong>...<br>Era de manhã e eu estava à mesa do café juntamente com Maxon -meu esposo, o rei- o dia estava ensolarado com uma leve brisa refrescante, os passarinhos cantando no jardim do palácio e flores de diversas cores embelezando o local, hoje era um dia muito especial, era a seleção de minha filha. <br><br><strong>Capítulo 1…</strong></div><ul><li><strong>Illéa, pela manhã, no quarto de Eadlyn…</strong></li></ul><div><br>-Oi filha, ansiosa? -digo-<br>-Nem um pouco, não acredito que vou ter que passar pela seleção. É tão...insuportável! Imagina, conhecer 35 homens idiotas que só estão aqui pelo trono e ter que escolher um deles!<br>-Filha não fale assim, é legal, você verá, e talvez você encontre alguém de que goste.<br>-Você só fala assim porque foi uma das selecionadas e não quem tem que escolher, como eu.<br>Dou um leve suspiro e digo…<br>-Bom filha vou deixar você se arrumar será um longo dia -falo saindo do quarto-<br>-É eu imagino -diz ela-<br><br></div><ul><li><strong>Illéa, horas depois, na sala do trono…</strong></li></ul><div><br>Eu e Maxon já estávamos sentados aguardando por Eadlyn, faltava poucos minutos para começar a chegar os rapazes e minha filha não chegava nunca, acho que estou ansiosa demais, preciso me acalmar.<br>Segundos após, Eadlyn chega, num lindo vestido esvoaçante roxo, salto alto prata e seu cabelo num belo coque que vinha acompanhado de uma linda coroa de pérolas, ela estava perfeita.<br>A tarde foi longa, cheia de muitos garotos querendo ser um dos 35 selecionados, mas Eadlyn não parecia gostar de nenhum.<br>Acabou tendo de escolher alguns, é claro, e assim foi por toda a semana.<br>Me identifico muito com a história de alguns, porque já passei pela mesma coisa, a mesma seleção, e me lembro muito bem.<br><br><strong>Capítulo 2…</strong></div><ul><li><strong>Illéa, 22 anos atrás, sala do trono…</strong></li></ul><div><br>Enfim havia chegado minha vez, estava prestes a ver o príncipe, não que eu estivesse feliz com isso.<br>Logo o vejo, ele estava sentado no trono e seus pais ao seu lado, enfim o rei começa a dizer…<br>-Olá senhorita, qual seu nome?<br>-America, America Singer -digo-<br>-Sua casta?<br>-5<br>E assim seguiu as perguntas, que parecia mais um interrogatório.<br><br>Quando finalmente havia acabado fui direcionada à uma sala onde outras garotas que vieram tentar a sorte com a seleção estavam, algumas eram muito lindas mesmo, acreditava que eu não tinha chance, e estava torcendo por isso. Eu só estava aqui porque minha família pediu, e como somos de uma casta muito baixa, preciso ajudá-los como posso, e a seleção foi uma opção.<br>Uma monitora que estava com a gente disse que iríamos saber quem tinha passado, hoje mesmo. Havia uma TV no local que estava sendo ligada, e, segundos depois a imagem do jornal oficial apareceu, junto com os dois apresentadores, Gavril e Mary.<br>Eles falaram de diversas notícias, coisas que estavam acontecendo no reino e muito mais, por fim a mais esperada notícia chegou. <br>-Senhoras e senhores chegamos na parte mais esperada do jornal. -diz Gavril-<br>-As selecionadas -completa Mary-<br>-Vocês terão todas as informações depois do intervalo, até logo.<br><br>Após minutos dando os comerciais, o jornal volta e já começam a dizer os nomes das selecionadas, a casta e de onde vinham.<br>Assim seguiu e na décima quinta foto apareceu a minha, junto com as informações pedidas. <br>A não! Aconteceu o que eu menos queria, eu era uma das selecionadas!!<br><br><strong>Capítulo 3…</strong><br><br>A ficha ainda não havia caído, não podia acreditar. A monitora que estava acompanhando as meninas selecionadas veio até mim e falou…<br>-Olá senhorita….America, certo?<br>-Sim eu mesma -respondo-<br>-Ótimo me acompanhe por favor.<br>Sigo ela passando pelos lindos e extensos corredores, com grandes janelas com vista para o reino, as paredes pintadas num lindo emaranhado de cores. Enfim, paramos em uma porta onde ela disse que seria meu quarto, agradeci e entrei.<br>Quando entrei no quarto podia ver que ele era de uma beleza inexplicável, as paredes lilás, a cama lindamente arrumada com várias almofadas em cima, próximo à cama estava uma janela com um puff em baixo e uma linda mesinha com xícaras de chá. No outro lado do quarto havia uma mini estante de livros e duas portas, uma dava para um enorme banheiro e a outra para um closet com lindos vestidos, também havia uma sacada aos pés da cama com vista para o jardim.<br>Eu tinha duas criadas também, uma se chamava Lucy e a outra Anne.<br>Como já estava escurecendo tomei um banho, me troquei e fui dormir, amanhã será um longo dia.<br><br>-Senhorita America acorde -diz lucy- precisa levantar.<br>-Ah...que horas são? -falo entre resmungos-<br>-Hora de acordar -Lucy responde-<br>Reluto um pouco mas me levanto indo me arrumar com ajuda de minhas criadas, hoje iria “conhecer’’ o príncipe.<br>Coloco um vestido turquesa e deixo os cabelos soltos, quando já estava pronta tomo meu café da manhã que recebi no quarto e fico lendo um livro.&nbsp;<br>Quando já estava quase na hora do almoço, minhas criadas me levaram para o salão onde estava o Rei Clarkson, a Rainha Amberly, o Príncipe Maxon e as outras 35 selecionadas que estavam chegando.<br>Me sento no lugar que estava escrito meu nome e vejo as deliciosas comidas na mesa, aquilo era mais do que eu comia num mês inteiro.<br>O rei fez um pequeno discurso sobre estarmos aqui, e depois foi a vez do príncipe, que disse que iria fazer um passeio com cada uma das selecionadas para nos conhecer melhor. Comemos e estava delicioso, adorei a maioria mas mais especificamente a torta de morango. Quando terminamos fomos para o salão das mulheres onde as selecionadas e a rainha ficavam para se divertir, entre outras coisas.&nbsp;<br>Assim se passaram os dias e como ainda não havia chegado meu dia de passeio com o príncipe, não havia muito o que fazer, já era rotina, acordar, se arrumar, ir tomar café, voltar para o quarto, almoçar, ir para o salão das mulheres, jantar, dormir. Esqueci de comentar também que aos domingos sempre tinha nossa aparição no jornal oficial, dávamos discurso e respondíamos perguntas.<br>Até que um dia enquanto estava indo para o salão das mulheres o príncipe surge no final do corredor e vem em minha direção.&nbsp;<br>-Olá você é America certo? -diz ele-<br>-Sim sou eu.<br>-Oh que bom, muito prazer eu sou…<br>-O príncipe Maxon, sim eu sei - falo antes dele terminar a frase-<br>-Ah claro que sabe, então... você é de Carolina né?&nbsp;<br>-Sim .<br>-Já fui lá uma vez, belo lugar.<br>-É...é mesmo.<br>-Você gostaria de fazer uma pequena visita ao jardim? -ele pergunta-<br>-Adoraria.<br>Fomos conversando até o jardim e chegando lá sentamos num banco em frente à uma fonte linda, continuamos conversando sobre a vida, família entre outras coisas, até que foi legal.<br><br></div><ul><li><strong>Illéa, 1 mês depois...</strong></li></ul><div><br>Muitas coisas aconteceram até aqui, eliminação de algumas selecionadas, passeios com o príncipe, muitas entrevistas no jornal oficial, alguns bailes entre outras coisas.<br>Me aproximei bastante do príncipe também, percebi que ele não era tão chato quanto eu imaginava. Pode até ser bobeira mas acho que estou gostando dele. <br><br><em>Texto escrito por… Laís Gonçalves Greque<br>Turma...182<br></em><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-29 20:37:14 UTC</pubDate>
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         <title>Elentiya</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Inverno passado</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; As risadas me deixavam sem fôlego, tomando conta de mim, flutuavam pelo vento como uma canção. O suor salgado estava impregnado em toda a minha pele. O vento chicoteava meu cabelo contra o rosto e as palmas das minhas mãos estavam suadas, enquanto tateava a busca de algo que só o meu coração sabia. Corria descalça pela terra fértil com espinhos e tudo. Nada importava, só aquele momento. Queria guardá-lo a sete chaves e jogar a chave no fundo de um infinito poço há muito esquecido. &nbsp;<br>A lua já banhava minha pele pálida. Os pulmões ardiam e os olhos lacrimejavam, mas nada disso importava. Procurava no céu, aquela que sempre estaria brilhando. Cai de joelhos, joguei os braços para cima e gritei até ficar sem voz. Soltei uma última risada rouca e olhei para as minhas mãos, as unhas quebradas, o cabelo um dia vívido agora uma confusão de fios. As maçãs do rosto, uma lâmina, os traços fortes, olhos selvagens que agora refletiam minha fúria, meu vazio. Tudo fora-me arrancado, as lembranças, como pó iam se desintegrando. Mas eu não ia me deixar levar, nem agora, nem nunca. Eu era a rocha na qual a onda quebrava, nada poderia me quebrar.&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; […]</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Outono passado</div><div><br>Tinha sido fácil. Eu apenas sussurrava para o vento e ele retribuía. Palavras doces e um rosto bonito poderiam conseguir qualquer coisa. <br>Estava andando com minha túnica escura e a capa de pele pesando sobre os meus ombros. O queixo erguido, e&nbsp; a coluna ereta, uma <em>rainha sem trono</em> pensei com sarcasmo. Saía e entrava de becos. Os comerciantes gritavam oferecendo seus produtos. E as senhoras passavam por mim estalando a língua.&nbsp;<br>Apenas sorria maliciosamente a proposta de um desafio. Andando sem rumo com a bainha da minha adaga balançando. Olhava os doentes, atirados no chão. Joguei algumas moedas para eles. Não fariam falta para mim. Deparei-me com um grupo de pessoas reunidas discutindo sobre a queda das plantações. Ajeitei a trança, que caía sobre meus ombros. Escutei o barulho de metal retinindo e vi dois homens lutando. Quase pulando de alegria, observei-os dois lutarem. Fui até um canto onde havia uma mesa e peguei uma espada que se encaixava perfeitamente no meu punho. Olhei novamente para as armas dispostas sobre a mesa. Havia um bastão com pregos encravados. Resolvi pegar ele. Esperei a lutar acabar. O homem de cabelos ruivos tinha vencido. Apresentei-me e recebi olhares duvidosos e irônicos.&nbsp; Fui lutar com um jovem de cabelos castanhos, que parecia ter minha idade. Como esperado, ele lançou-se diretamente para o ataque, mirando o meu bastão no meio.&nbsp; Mas desviei do golpe rapidamente. Quando o golpe dele não encontrou o alvo, ele começou a cambalear, mas se manteve de pé, então girou e tentou me golpear novamente. Bloqueei o golpe seguinte, colocando o bastão em um ângulo em que a espada do garoto atingisse a parte inferior da madeira. Me lancei na direção dele, permitindo que a força do golpe dele alavancasse a parte superior do meu bastão contra o rosto dele. Ele tropeçou em cima de mim, mas já estava preparada.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;[…]</div><div><br></div><div>A luta tinha durado menos de dois minutos. Pelo menos, ganhei uma boa quantia em ouro. Sabia que poderia acabar com aquilo em menos de meio segundo. Mas não queria chamar atenção. Sabia que era orgulhosa e muito, muito humilde. Dei-me conta de que tinha que me apressar. Essa cidade estava afetando meu psicológico. Eu não tinha um cavalo. Fácil. Era só pegar um. Encontrei um belo garanhão de pelagem escura. Montei nele antes que o dono sentisse falta.</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;[…]</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Outono passado</div><div><br></div><div>Trisha não parava de tentar me morder! Estava prestes a enlouquecer, mas joguei uma maçã para ela. De resto, ela poderia ser uma boa companheira. Os barulhos estranhos da floresta ecoavam em meus ouvidos, mas não me importei.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Estava começando a ficar frio. Frio demais. Cerrei os punhos contra o casaco de pele. Trisha parecia não se incomodar.&nbsp;</div><div>-Ótimo. -Murmurei.</div><div>Joguei um pouco de lenha na fogueira que tinha feito, esperando o aumento de temperatura. Não adiantou nada.</div><div>O vento gelado e úmido pinicava minha bochecha. Abracei meus joelhos em busca de calor, e algum conforto também. Comi um pedaço de pão e queijo duro.</div><div>Esperei um pouco e fechei os olhos. Trisha roncava baixinho. Escutei um barulho e minha mão desceu para a bainha da minha adaga. Não era nada. Mas podia jurar ter visto uma luz saindo da floresta.</div><div>Escutava uma canção do vento, sussurrando.</div><div>-Elentiya….. -Cheguei à conclusão de que estava enlouquecendo e continuei com os olhos fechados. O nome que meus pais tinham me dado. Apaguei ao som do fogo crepitando.</div><div><br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;[…]</div><div><br></div><div>De todas as minhas lembranças, aquela foi a última que eu tive.</div><div><br><br></div><div>Escrito por <em>Anna Isabella van Tilburg</em></div><div><br></div><div>Nota: Eu sei que sou demais ;)</div><div>Obrigada a você pequena estrela.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 10:57:00 UTC</pubDate>
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         <title>O presente                                                                           :de Rafael Amaral</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Era uma manhã de céu azul, acordei cedo, fui pra a aula online e fui fazer o que se faz lá: estudar.</div><div>Até que surgiu uma idéia em mente: meu pai sempre fez um monte de coisa pra mim, porque eu não fazer uma coisa pra ele? que tal eu prepararr um super mega presente?</div><div>O tempo passa até a minha mãe chegar...</div><div>- mãe?</div><div>-que?</div><div>-podemos fazer uma surpresa pro pai?</div><div>-tá!!</div><div>- a gente vai ter que comprar uma coisa na internet!!!</div><div>-táaaa!!!!!<br><br></div><div>Mas antes vou explicar a minha motivação.<br><br></div><div>Meu pai sempre me contou de uma história que ele viveu:<br>Num dia , no aniversário dele, ele queria muito um boneco que existia antigamente chamado Falcão, mas naquele ano, ele ganhou um laboratório</div><div>de fotográfico brinquedo da sua irmã mais velha.</div><div>Ele ficou triste por não ter ganho o Falcão, mas ele aceitou, afinal ele não era o tipo de criança que reclamava. Mas, por coincidência, um amigo dele foi falar com ele e disse que queria muito um laboratório de brinquedo, e, veja só,&nbsp; ele tinha ganhado um boneco&nbsp; Falcão!!!&nbsp; Era a situação perfeita para o meu pai.</div><div>Ele logo sugeriu trocar e o menino não hesitou. Eles trocaram na hora!</div><div>Só que, com vergonha de admitir pra sua mãe, ele disse que achou o boneco no viaduto próximo a sua casa.&nbsp;<br>Não queria ver seus familiares tristes.</div><div>Mas como a mãe dele, muito correta e pensando na outra criança, disse:</div><div>- E se um menino perdeu lá? a gente vai ter que entregar!!!</div><div>E meu pai se viu obrigado a entregar o brinquedo dele lá, no Viaduto.<br>Foi mentir e ficou sem brinquedo.</div><div>Nunca saberemos o que aconteceu com o Falcão depois daquilo, mas vamos pular um pouquinho no tempo...</div><div>&nbsp;<br>No dia do aniversário, meu pai chegou do trabalho, cansado e achou que ninguém tinha se lembrado do aniversário dele.<br>Chegou, tomou seu banho e quando ia sentar para ver um pouco de televisão encontrou um pacote que dizia:<br>"A máquina do tempo existe, e te trouxe um presente"!<br>Tínhamos comprado na internet o tão falado Falcão e agora a história tinha um final feliz.<br>Nunca tinha visto meu pai brincar tanto e por tanto tempo!<br>Foi um dia muito feliz!<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 23:46:33 UTC</pubDate>
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         <title>As aventuras de gelinho</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Era uma vez eu o Gelinho, sim eu sou uma foca, mas essa é a história de como me tornei um guerreiro de gelo. Nasci na época glacial no ano de 807 AC, nesta época eu era apenas uma foca que morava em um bairro pobre da cidade de Caxias do Norte na Antártica, eu vivia nas ruas, mas um dia eu achei uma amiga chamada Pituca e outra chamada Maia.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Enfrentei batalhas difíceis para me tornar um guerreiro de gelo, não sabia que teria que matar um dos amigos para completar o meu sonho antes de me tornar um guerreiro de gelo. Teve um torneio para quem iria adquirir o anel de gelo que concedia ao usuário o poder que controlar livremente o gelo, seu usuário antigo era conhecido como Cyro King, no torneiro tiveram guerreiros muito poderosos como Travis o rinoceronte, com sua a força bruta fora do normal foi difícil conseguir derrotá-lo, mas pelo menos eu consegui! Depois de um dia de difíceis batalhas eu consegui ganhar o torneio e o anel. Agora acho que estou pronto para entrar na seleção de guerreiros, mas tem o teste, que é uma uma escalada da morte na montanha, você terá que lutar com outro participante até a morte e o vencedor continuará escalando a montanha, no final da escalada eu e a pituca, que estava participando do teste comigo, fomos os únicos que sobraram, conseguimos virar cavaleiros de gelo, mas Pituca quis seguir seu caminho e foi para outro País chamado Uganda. E quanto a Maia, ela ficou desaparecia depois e uma missão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-31 00:03:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <pubDate>2021-03-31 12:32:12 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Von Anht de Quadros</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong></div><div><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Um mundo onde somente eu não existo</em></strong></div><div><br></div><div><br></div><ul><li>Ahhh… Eu tinha 6 anos quando saí daquela cidade. Uma bela cidade sem dúvidas. Eu me lembro, um pouco antes de ter saído dela. Andar na rua com meu pai, ele iria me levar pela primeira vez em um jogo de futebol profissional. Era final da tarde e ao me aproximar do estádio fiquei atônito com o tamanho dele, nunca tinha visto algo do tipo, entrei pelos grandes portões meu pai entregou o ingresso para o porteiro entramos tranquilamente. Subimos as escadarias até as arquibancadas e nos sentamos, não havia muita gente lá. Perto de nós havia um senhor, se me lembro bem, parecia ser um senhor de idade, vestindo uma camisa do time da casa, do nosso lado havia uma família, não lembro ao certo quantas pessoas eram, mas acho que isso não é tão importante afinal. Enfim, sem nenhum impedimento falávamos com as pessoas, um segurança do local se aproximou e ele e o meu pai conversaram por quase a partida inteira, sobre muitas coisas confusas que eu não entendi ao certo.&nbsp; &nbsp;</li></ul><div><br><br></div><ul><li>No que se refere ao meu pai, ele era advogado, ele sempre falou muito, amava debater e expor suas ideias, gostava de falar sobre política, filosofia ou qualquer outra coisa que desse para se debater. Lembro alguns dias depois, ele estava meio estranho. Ele que geralmente falava livremente, entretanto estava meio calado, sabe? Parecia estar desconfortável com algo, eu ouvi naquela noite, enquanto estava na cama quase a dormir, ele gritando com a mãe. Eram coisas que eu não conseguia assinalar direito, só ouvia um “Ahh!” de um lado, um “Mas por que!” do outro, achei isso muito estranho, porque por mais que ele gritasse por algum motivo eu achava que aquilo era mais um grito de tristeza do que de raiva. Mas enfim, naquela mesma noite eu ouvi gritos e estrondos altos, barulhos de carros, sirenes e o meu quarto foi iluminado pelo que pareciam aquelas luzes que eu vi dias antes no estádio de futebol. Com medo me escondi embaixo da cama, então parei por alguns segundos e pensei que era melhor ficar junto do pai e da mãe. Abri a porta do meu quarto me virei para a esquerda estava&nbsp; escuro, porém algumas lanternas e luzes iluminavam alguns pontos do local, só vi vários homens vestidos com uma espécie de armadura preta, meu pai estava sendo levado. Eu desesperado corri em direção a esse homens e tentei tirar o meu pai das suas mãos. Então um deles se virou para mim e eles usavam máscaras pretas muito estranhas, máscaras como aquelas que a gente vê nos filmes. E ele com toda a frieza, somente me jogou para longe. Caí no chão, levantei o rosto e&nbsp; vi minha mãe chorando, e naquele momento meu rosto ficou encharcado de lágrimas. Não só porque meu pai estava se indo diante do meu olhar, mas pela sensação de impotência, maldita impotência. Ele um pouco antes de fugir do meu olhar sendo arrastado escada abaixo, gritou para mãe. "Protege o Emanuel por favor!” com um voz rasgada, angustiada. Ele tentou resistir, mas foi levado para um carro preto e branco com sirenes ensurdecedoras.&nbsp;</li></ul><div><br><br></div><ul><li>Rapidamente eu fugi com minha mãe, não sei se eles iriam nos prender depois, então fiquei assustado, ela pegou a carteira, alguns papéis, o celular e pegou a mim e saímos pelos fundos. Ela chamou um Uber, enquanto o carro se distanciava de nossa casa se ouvia o som das sirenes e gritos se desvanecendo, eu fugi com ela. O motorista, um homem careca, com uma jaqueta marrom, face jovem, parecia ter algo em torno de 30 anos. Ele estranhou a cena, afinal não era algo normal o que a polícia fez, minha mãe tentou falar que queria ir ver a mãe dela, pois ela tinha ligado há pouco dizendo que era urgente e ela precisava ir lá rapidamente, e que nada daquilo tinha ligação com ela. O homem pareceu estranhar, mas minha mãe tinha pagado adiantado, então ele só continuou o trajeto sem questionar em mais nada ela. O silêncio contido ali naquele carro era ensurdecedor. enquanto estava sentado naquele banco de couro comecei a pensar no que tinha acontecido. Inevitavelmente cai em prantos, quebrando o silêncio. Fiquei encabulado tentando pensar positivo, mas todas as vezes, eu chegava a mesma conclusão. Minha vida nunca mais será a mesma. Acho que a viagem deve ter demorado uns 25 minutos se me lembro bem. Ao sair do carro estava tudo escuro, com exceção das regiões próximas aos postes de luz. Fomos para aquilo que parecia um estranho, mas familiar, hotel, então ao descer do carro começou uma leve chuva, o hotel tinha acabamento antigo, olhei para cima, e vi um letreiro escrito Hotel Santinelli e o prédio parecia ter uns 4 andares.&nbsp;</li></ul><div><br><br></div><ul><li>Ao entrar, na recepção havia vários sofás, me sentei neles e aguardei minha mãe que ficou falando com o concierge, ela conseguiu um quarto para nós, fomos subindo as escadas, pois o elevador estava em manutenção, não muito tardar entramos no quarto. Ao entrar nele a primeira coisa que vi foi uma porta a direita que levava a um banheiro, ele era bem simples, nada especial que eu consiga me lembrar. Então, ao passar pelo estreito que levava a o restante do quarto, havia duas camas de solteiro, uma do lado da outra e do lado de cada uma delas uma cômoda com um abajur em cima, um telefone para a recepção e um papel contendo várias instruções sobre o quarto. Descansamos o resto daquela noite, até o amanhecer. Eu levantei e vi que era dia, então acordei minha mãe. E naquele momento a perguntei, exatamente assim: "Mãe, porque o pai foi levado por eles?” Pode parecer estranho eu não ter perguntado isso antes, mas só não perguntei porque porque estava tão assustado e cansado que nem pensei em perguntar. Então ela explicou a situação com aquele jeito de mãe, “Uff… Como posso dizer… Filho seu pai, ele participava ativamente de um grupo de pessoas, que lutava pela liberdade de falar livremente o'que se pensa. Em nosso país, existem pessoas más que por não gostarem do que outras falam tentam fazer essas outras pessoas ficarem quietas. Infelizmente, as pessoas que estão comandando o nosso país não gostam do que o papai pensa, então eles prenderam ele para que ele fique quieto. E por isso tivemos de fugir, porque não podemos mais ficar na nossa casa. Eu sei que pode ser meio difícil de entender, eu sei; mas tem coisas que não tem explicação.”&nbsp;</li></ul><div><br><br></div><ul><li>Enfim, vamos comer algo, disse ela, descemos as escadas, chegamos na recepção, a recepção estava colada na área de café da manhã. Eu e minha mãe entramos lá, e nos sentamos para comer algo. O local era bem simples, tinha uma mesa com diversas comidas, mas nada extravagante, eram cerca de 10:00 quando chegamos lá, o local não estava muito cheio. Eu e minha mãe nos servimos, eu comecei até a esquecer por um breve momento do que tinha acontecido, todavia a vida às vezes nos lembra de coisas que não queremos ser lembrados. Após isso, nos servimos e comemos, e minha mãe me disse: “Filho não podemos ficar aqui por muito tempo, vou ali na recepção acertar algumas coisas e já, já saímos daqui.” Ela foi até a recepção, eu fiquei na mesa esperando-a. Eu por um momento olho para o lado, e minha mãe começa a gritar FOGE! Com desespero no semblante. Então entra aqueles malditos homens da armadura preta! Por um breve instante tudo parou, eu estava entre um dilema de fugir sozinho, ou tentar salvar a mãe, um dilema tal, que até hoje me pergunto se fiz a escolha certa. Eu fugi, fugi porque eu no fundo sabia que não tinha como ajudar, aquela maldita sensação de impotência havia me tomado novamente. Havia seguindo a esquerda da área do café da manhã, perto das escadas, uma porta corta fogo de emergência. Eu olhei para minha mãe e disse “Eu te amo, e um dia eu vou te salvar!” depois sai correndo a toda velocidade. Após ter conseguido fugir eu passei por muitas coisas e…&nbsp;</li></ul><div><br><br></div><ul><li>Toc-toc, uff acho que eles acharam minha localização de novo! Demorou um pouco, mas consegui despistar eles saindo do apartamento descendo pelo lado do edifício. Pois é, você não consegue fazer mais nada, assim que você entra para a lista deles você deixa de ser uma pessoa, você não pode sair, não pode falar, não pode fazer nada. Agora continuando, após aquela fuga eu passei por muitas coisas que não podem ser descritas aqui. Passei anos procurando alguém que ainda pense livremente neste país, também procurei sobre os centros de “re-aprendizado” para ver se consigo achar a minha família. Até hoje não achei ninguém, e nem ao menos uma informação relevante sobre esses centros. Escrevi essa carta, com o intuito de que caso alguém ache isso, saiba sobre as barbaridades praticadas&nbsp; por eles, e para que isso não seja esquecido na história. Se alguém realmente achou isso deve estar muito confuso a esse ponto, assimilando ainda a onda de informações não se assuste isso é normal. Vá até a rua Almirante Mauricio de silva, e entre no edifício branco e azul, número 3110; Fale para o porteiro o seguinte: “Alguém importante me enviou aqui para fazer algo tão importante quanto. Eu sou aquela pessoa.” Pessoalmente acho que não existe ninguém, nem um sequer, que ainda esteja livre além de mim, tanto fisicamente quanto mentalmente, nesta tão complicada nação. As pessoas estão sem vez, nem voz para falar, e o mais incrível é que elas não percebem, são escravas voluntárias, servem para oprimir quem pensa o contrário. Esta nação não sabe oque é a liberdade, como também não a possui e abomina quem a tem e a quer partilhar. Enfim, esse é um mundo onde somente eu não existo.</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Escrito por: </strong><strong><em>Pedro Von Anht de Quadros</em></strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 02:49:46 UTC</pubDate>
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