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      <title>Portfólio de aprendizagem by Gabriel Belic</title>
      <link>https://padlet.com/gabrielsimoessb/uvmnz1ws737yy57x</link>
      <description>Para refletir e fixar a prática e a construção do processo de aprendizagem</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-28 12:17:26 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-09-15 23:59:35 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A crítica em tempos de pós-verdade e trilha 1 </title>
         <author>gabrielsimoessb</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielsimoessb/uvmnz1ws737yy57x/wish/1774368569</link>
         <description><![CDATA[<div>- Verdade: Penso, logo existo<br>- Pós-verdade: Penso, logo estou certo<br><br>- De acordo com Christian Dunker:</div><blockquote>Uma verdade inflacionada de subjetividade, mas sem nenhum sujeito</blockquote><div><br>- <strong>Fatos objetivos e ciência</strong> tornam-se <strong>menos influentes</strong> que apelos à <strong>emoção</strong> e <strong>crenças pessoais</strong>;&nbsp;<br><br></div><div>- Ainda segundo Christian Dunker, o discurso na pós-verdade é uma combinação de observações corretas, interpretações plausíveis e fontes confiáveis que, misturados, são totalmente falsos e interesseiros<br><br></div><div>- O fenômeno das <em>fake news</em><br><br><strong>Portanto...<br></strong>Durante o meu processo de aprendizagem na elaboração da trilha 1(C), foi possível identificar diversos exemplos de "anti-crítica" e a maneira que elas se manifestam na pós-verdade. Tendo em vista esses elementos que interditam a crítica efetiva, foi mais fácil propor a desmistificação desses discursos. <strong><br></strong>Logo, O discurso na <strong>pós-verdade</strong> tem um caráter <strong>subjetivo</strong>, a fim de exaltar suas próprias crenças. Desvaloriza a verdade objetiva e, consequentemente, descredibiliza a atuação do jornalismo, uma vez que notícias apuradas perdem espaço para <em>fake news.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 12:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de conteúdo, análise do discurso e trilha 2</title>
         <author>gabrielsimoessb</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielsimoessb/uvmnz1ws737yy57x/wish/1774374509</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Análise de Conteúdo:</strong></div><ul><li>O que pode ser analisado:</li></ul><div>Critérios de noticiabilidade; Editorialização de manchetes, capas de revista, fotos, etc; Característica do veículo e/ou mídia; Sensacionalismo; Estereótipo; Ética; Marcas ideológicas...</div><ul><li>Como fazer:&nbsp;</li></ul><div>Amostragem <sup>[diagnóstico de tendência - análise ao longo do tempo]</sup>; Registro das características e mensuração da frequência daquilo que compõe o conteúdo; Classificação dos elementos analisados em categoria</div><ul><li>Considerada quantativista <sup>[Muito precisa e pouco significativa]</sup></li></ul><div><br><strong>Análise do Discurso </strong><strong><sup>[Identificação dos sentidos e mapeamento das vozes]</sup></strong><strong>:</strong></div><ul><li>O jornalismo como produtor de sentidos</li></ul><div><br></div><blockquote>O jornalismo é um modo de conhecimento: ele tanto produz um conhecimento particular sobre os fatos do mundo, quanto reproduz os conhecimentos gerados por outros autores. – Márcia Benetti</blockquote><div>&nbsp;<br>Identificação dos sentidos:</div><ul><li>FD (formação discursiva) - Região de sentidos <sup>[Aquilo que é dito através do que "não pode" ser dito]</sup></li><li>SD (sequência discursiva) - Recorte para análise e pesquisa <sup>[Evidenciam a FD]</sup></li></ul><div>Mapeamento das vozes/Lugares de fala:</div><ul><li>Diversas vozes circulam dentro do discurso jornalístico</li><li>Locutor: Aquele que fala <sup>[Jornalista - L1; Fontes: L2, L3...]</sup></li><li>Enunciador: Aquele que apresenta uma perspectiva</li></ul><div><br><strong>Portanto...<br></strong>Durante o processo de aprendizagem na elaboração da trilha 2, com uma experiência prática da AC e AD, ficou evidente a identificação de critérios adotados para análise. Na análise do meu trio (Gabriel, Gustavo e Nicolly), utilizamos os critérios de noticiabilidade para analisar o conteúdo das notícias acerca da vacinação. E, para a análise do discurso, identificamos os sentidos da notícia "<a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2021/09/morte-de-adolescente-nao-tem-relacao-com-vacina-da-pfizer-ao-contrario-do-que-sugere-tuite.shtml">Morte de adolescente não tem relação com vacina da Pfizer, ao contrário do que sugere tuíte</a>" através do reconhecimento de FDs e SDs. <strong><br></strong>Por isso, a<strong> </strong>análise de conteúdo e análise do discurso evidenciam, de certa forma, a ruptura do senso comum de que o jornalismo deve ser imparcial. Afinal, o meio jornalístico é um <strong>produtor de sentidos para sociedade</strong>, bem como um <strong>meio de reprodução de diversos locutores e enunciadores</strong>. E, assim sendo, cada veículo tem sua própria forma de transmitir e disseminar uma mesma informação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-28 12:21:41 UTC</pubDate>
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         <title>Valores profissionais, critérios de qualidade e trilha 3 (Parte I)</title>
         <author>gabrielsimoessb</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielsimoessb/uvmnz1ws737yy57x/wish/1791044637</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Os doze valores do jornalismo:</strong></div><ul><li>Pluralidade</li><li>Democracia</li><li>Verdade</li><li>Ativismo</li><li>Liberdade</li><li>Engajamento</li><li>Interesse público</li><li>Novidade</li><li>Interesse do público</li><li>Imediatismo</li><li>Imparcialidade</li><li>Isenção</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Interesse público x Interesse do público</strong></li></ul><div><br></div><blockquote>Mudam o mundo e as suas instituições. Muda também o jornalismo, que deixa o modelo da imprensa de opinião para assumir decididamente o modelo da imprensa empresarial, não mais entendida como um conjunto de serviços sociais destinados a suprir a arena da opinião civil, mas como um sistema industrial de serviços voltados para prover o mercado de informações segundo o interesse das audiências – Wilson Gomes em <strong><em>Jornalismo, fatos e interesses</em></strong><em>: ensaios de teoria do jornalismo</em></blockquote><div><br></div><ul><li><strong>Democracia e o jornalismo</strong></li></ul><div><br></div><blockquote>Zelizer acredita que a ideia da democracia como componente vital para o exercício do jornalismo perdeu a relevância adquirida no século passado porque houve uma incorporação dos princípios democráticos à cultura política da maior parte dos povos do planeta. – <em>Carlos Castilho em </em><a href="https://ccastilho.medium.com/jornalismo-e-democracia-a-rela%C3%A7%C3%A3o-debaixo-de-uma-lupa-58df7224a28c">Jornalismo e democracia: a relação debaixo de uma lupa</a></blockquote><div><br><strong>Portanto...</strong><br>Durante meu processo de aprendizagem na elaboração do <em>ranking </em>dos valores do jornalismo (trilha 3), foi possível identificar que ainda há uma forte associação da democracia com o jornalismo. Além disso, coloca-se o <strong>interesse público </strong>acima do<strong> interesse do público</strong>, identificando, então, que a ideia do jornalismo enquanto um serviço de disseminação de informação ainda é mais importante que a promoção do jornalismo enquanto um mercado de informações. <br>Ademais, é interessante notar que a <strong>imparcialidade </strong>perde espaço para valores como <strong>ativismo</strong>, rompendo com a ideia de que a atividade jornalística deve estar isenta de ideologias. Aliás, é possível conectar essa quebra com a análise de conteúdo e análise do discurso jornalístico, afinal, é notável que o jornalismo, muitas vezes, apresenta conflitos de interesse, sensacionalismo, marcas ideológicas e diversos outros elementos nas suas produções, bem como formações discursivas e locutores e enunciadores distintos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 23:19:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Construção da realidade, responsabilidades coletivas e trilha 4</title>
         <author>gabrielsimoessb</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielsimoessb/uvmnz1ws737yy57x/wish/1906613798</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"Infodemia": A Pandemia da Desinformação</strong></div><ul><li>Imediatismo jornalístico</li><li>Busca por <em>clicks</em></li></ul><div><strong>Construção Social da Realidade</strong></div><ul><li>O jornalista enquanto agente social "<strong>configurador</strong>" da realidade;</li><li>A <strong>falácia</strong> do jornalismo "<strong>isentão</strong>": Não existe imparcialidade jornalística, uma vez que o jornalista dá enfoques, enquadramentos, escolhe as perguntas, os entrevistados...;</li><li>Os <strong>enquadramentos</strong> são formados nos contextos da informação que, por sua vez, são elaborados pelo conteúdo – <strong>selecionado</strong> pelo jornalista – e pela linguagem – também <strong>escolhida</strong> pelo autor –, produzindo o <strong>enfoque/recorte</strong>;</li><li>Quando um enquadramento é recorrente, temos a <strong>construção social da realidade;</strong></li><li>Esse fenômeno ocasiona a fragmentação da realidade, já que são inúmeros os recortes na mídia. Logo, qual é a verdade?;</li><li><blockquote>"Constituiria uma certa esquizofrenia a fuga de um indivíduo infartado por esse excesso de informação e com crescente dificuldade de compreensão da realidade complexa. A fuga, no caso, seria o seu abraço a qualquer forma de explicação simplificadora do mundo, onde entram as “verdades alternativas” (uma das formas de definição das fake news), as teorias da conspiração e toda sorte de ideologias sectárias" – Infodemia Feelings;&nbsp;</blockquote></li><li>O jornalismo é <strong>ficção</strong>: Por mais que não seja inventado, é composto por recortes – que possuem efeito de transformação –, além da ausência do contexto totalitário;</li><li>A <strong>automatização</strong> do trabalho jornalístico: A noticiabilidade é um exercício de repetição, também socialmente construído;</li><li>Os produtores de <em>fake news </em>incorporaram o "template" dos critérios de noticiabilidade às falsas notícias que disseminam. Por isso, possuem caráter tão "real";</li><li><blockquote>"A repetição, não exatamente das notícias, mas dos esquemas noticiosos, é o que faz com que sejamos educados em uma certa forma de ver e interpretar os acontecimentos" – Infodemia Feelings</blockquote></li></ul><div><br><strong>Portanto...<br></strong>Utilizando o jornalismo da Jovem Pan para elaboração do segundo artigo de crítica de mídia com objetivo de refletir acerca das responsabilidades coletivas e a mídia enquanto agente configurador da realidade, fica evidente a ruptura do senso comum do jornalismo enquanto uma ferramenta "isentona", livre de parcialidades. <br>Não há nenhum problema na imparcialidade do jornalismo ser uma grande de uma mentira. Isso acontece porque o <strong>conteúdo</strong> que compõe uma matéria <strong>é selecionado</strong> pelo jornalista, bem como sua <strong>linguagem é escolhida</strong> pelo autor. <br>No entanto, expor o público às inúmeras <strong>realidades fragmentadas</strong>, pode constituir uma certa <strong>esquizofrenia</strong> de consumidores infartados pelo excesso de notícias. Afinal, qual seria a verdadeira realidade?<br>O processo de produção do artigo impactou meu processo de aprendizagem no sentido prático. Dessa maneira, estudar o jornalismo produzido pela Jovem Pan me proporcionou uma maior compreensão dos ouvintes que permanecem optando pelas "verdades alternativas" noticiadas pelo veículo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 17:10:35 UTC</pubDate>
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         <title>Presente e futuro do jornalismo: propósito de vida e de carreira e trilha 5</title>
         <author>gabrielsimoessb</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielsimoessb/uvmnz1ws737yy57x/wish/1906614308</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Presente do jornalismo:</strong><br>O jornalismo, apesar das recentes transformações sociais, ainda é um ambiente branco, cisgênero e machista.<br>Em minha concepção pessoal, entendo que as minorias sociais refugiaram-se no jornalismo independente, já que ainda é uma das únicas parcelas jornalística a atender suas pautas e demandas. Grandes veículos ainda caminham aos passos de tartaruga para reparar minimamente o contraste existente nos meios de comunicação. Para o futuro, espera-se que o cenário já tenha caminhado um pouco mais. <br><strong><br>Ikigai (Trilha 5)<br></strong>Durante a elaboração do meu Ikigai, consegui ressaltar olhares para porções de mim que, normalmente, não daria atenção. Entendi como um processo de autoconhecimento para que, por fim, pudesse compreender o meu real propósito de vida. <br><strong><br>Portanto...<br></strong>Enquanto um homem transgênero prestes a se formar em jornalismo, entendo que as grandes redações ainda não estão completamente o aptas a acolher pluralidades, apesar de tentarem. Afinal, contratar não significa aceitar como parte daquele ambiente.&nbsp;<br>Por isso, realizar meu Ikigai também me ajudou a compreender minhas expectativas e anseios, sobretudo na minha profissão.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 17:10:51 UTC</pubDate>
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         <title>Valores profissionais, critérios de qualidade e trilha 3 (Parte II)</title>
         <author>gabrielsimoessb</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielsimoessb/uvmnz1ws737yy57x/wish/1906696525</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Questões para um jornalismo em crise – Carlos Castilho:</strong></div><ul><li>Para fazer recomendações pertinentes, relevantes, exatas e atuais, o jornalista passou a ter que conhecer detalhadamente o seu público. -&gt; <strong>Engajamento comunitário do jornalismo</strong> (Interação do jornalista com o público-alvo, deixando de assumir uma posição de observador);</li><li><strong>Produção colaborativa de informações</strong>: Processo que se dá pela interatividade com o público (Fenômeno potencializado pela era digital) -&gt; Colaboração ativa na rede;</li><li>Engajamento comunitário + Produção colaborativa de informações = <strong>Novos comportamentos</strong> que estão sendo assimilados ao jornalismo</li><li>Empreendedores jornalísticos online começaram a apostar no engajamento comunitário como forma de obter a sustentabilidade -&gt; <strong>Audiência VS. Engajamento</strong></li></ul><div><br><strong>Urgências e emergências para pensarmos a qualidade jornalística:<br></strong><br>Senso comum constantemente presente: A ideia de que uma mídia substituiria a mídia anterior. (Exemplo: O rádio não irá sobreviver à TV; A TV não irá sobreviver ao cinema; Nenhuma mídia irá sobreviver à internet, etc...)<br>Na verdade, as mídias se <strong>complementam</strong>.&nbsp;<br><br></div><ul><li><strong>Urgência: Jornalismo para quê? Jornalismo para quem?</strong></li></ul><ol><li>Dialoga com as questões dos novos comportamentos jornalísticos elaborado por Carlos Castilho.&nbsp;</li><li>Qual é o papel do jornalista? O jornalismo já foi algum dia da massa?&nbsp;</li><li>A mídia é (ou deveria ser) o meio, que tem papel de mediar. Mas onde está o jornalista neste percurso?</li><li>As pessoas são lidas enquanto pessoas ou pontos de audiência?</li></ol><div><br></div><ul><li><strong>Urgência: Privacidade</strong></li></ul><ol><li>Garantia de sigilo das fontes</li><li>Ao mesmo tempo, o jornalismo invade o espaço pessoal dos indivíduos</li><li>Programas sensacionalistas de cunho policial possuem a tendência a invadir a privacidade das fontes</li></ol><div><br></div><ul><li><strong>Emergência: Imediatismo jornalístico</strong></li></ul><ol><li>A busca incessante pelo furo jornalístico</li><li>Alimenta a fúria pela imprensa?&nbsp;</li><li>Se a imprensa é desmentida após noticiar fatos não apurados anteriormente, quem irá acreditar no jornalismo?</li></ol><div><br></div><div><strong>Portanto...<br></strong>A trilha "Matriz de prioridades" (3C) impactou o meu processo de aprendizagem de forma que, através das questões da <strong>urgência e emergência</strong> para reflexão da qualidade jornalística, eu pudesse entender melhor o intuito do meu Trabalho de Conclusão de Curso. É urgente para o meu TCC pensar em um jornalismo <strong>PARA</strong> e <strong>PELOS</strong> homens transgêneros do Brasil, que são constantemente invisibilizados pela mídia tradicional. Quando "vistos" são alvo da invasão de privacidade do jornalismo (Afinal, não era um dever ético jornalístico saber reconhecer os limites pessoais de uma fonte?). <br>Logo, entende-se que o jornalismo encontra-se imerso diante de uma <strong>crise</strong> que, talvez, não possa nem ser mais encaixada mediante a transição para o mundo virtual, uma vez que o jornalismo já está em processo de adaptação há alguns anos. Porém, é importante notar que o reconhecimento do <strong>engajamento</strong> é um processo consideravelmente recente, já que o jornalismo estava <strong>automatizado</strong> a lidar com os 'pontos de Ibope'. <br>Ademais, o jornalismo passa por questões urgentes e emergentes de debate e reflexão, como <strong>o fazer jornalístico</strong>, <strong>o papel do jornalista </strong>e o <strong>imediatismo</strong> que contaminou os veículos de comunicação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-22 17:51:55 UTC</pubDate>
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