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      <title>mural comparativo by Isadora Ament Ferreira de Moraes</title>
      <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-17 11:43:40 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-02-19 01:40:47 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Pesquisa Histórica sobre o Café</title>
         <author>helen_rossetto</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3331280306</link>
         <description><![CDATA[<p>Alunos: Helen, Isadora e Tiago</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 11:59:47 UTC</pubDate>
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         <title>Rotina, remuneração (ou falta dela), direitos e dificuldades enfrentadas.</title>
         <author>isadora_a_moraes</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3331413401</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Rotina:</strong></p><ul><li><p><strong>Trabalhadores rurais:</strong> A maioria da população ainda vivia no campo, trabalhando na agricultura em condições precárias, com longas jornadas e sujeita a intempéries e doenças.</p></li><li><p><strong>Trabalhadores urbanos:</strong> A industrialização nas cidades atraiu muitos trabalhadores para as fábricas, onde enfrentavam jornadas exaustivas de até 16 horas por dia, em ambientes insalubres e perigosos.</p></li><li><p><strong>Escravizados:</strong> A população negra escravizada, presente em grande parte do mundo, incluindo o Brasil, era submetida a trabalhos forçados, sem direitos e com condições de vida desumanas.</p></li></ul><p><strong>Remuneração:</strong></p><ul><li><p><strong>Trabalhadores rurais:</strong> A remuneração era baixa e muitas vezes baseada em sistemas de parceria ou arrendamento, que exploravam a mão de obra camponesa.</p></li><li><p><strong>Trabalhadores urbanos:</strong> Os salários nas fábricas eram baixos e não acompanhavam o crescimento da produção, gerando grande exploração e pobreza.</p></li><li><p><strong>Escravizados:</strong> Não recebiam qualquer tipo de remuneração, sendo considerados propriedade de seus senhores.</p></li></ul><p><strong>Direitos:</strong></p><ul><li><p><strong>Trabalhadores em geral:</strong> Praticamente não havia direitos trabalhistas, como férias, descanso semanal remunerado ou proteção contra acidentes de trabalho.</p></li><li><p><strong>Escravizados:</strong> Não possuíam nenhum direito, sendo tratados como objetos e sujeitos à violência física e psicológica.</p></li></ul><p><strong>Dificuldades:</strong></p><ul><li><p><strong>Pobreza:</strong> A maioria dos trabalhadores vivia em condições de pobreza extrema, com moradias precárias, alimentação inadequada e falta de acesso à saúde e educação.</p></li><li><p><strong>Doenças:</strong> A falta de saneamento básico, a má alimentação e as condições de trabalho insalubres favoreciam a proliferação de doenças, como cólera, tuberculose e febre amarela.</p></li><li><p><strong>Exploração:</strong> A exploração da mão de obra era generalizada, com baixos salários, longas jornadas e falta de direitos, gerando revolta e mobilizações sociais.</p></li><li><p><strong>Desigualdade:</strong> A desigualdade social era enorme, com uma pequena elite detentora da riqueza e do poder, enquanto a maioria da população vivia em condições de miséria e exclusão.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 13:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>Principais atividades agrícolas do século XIX</title>
         <author>helen_rossetto</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3331430069</link>
         <description><![CDATA[<p>No século XIX, a agricultura era a principal atividade econômica no Brasil e em muitas partes do mundo. No Brasil, o foco era em produtos de exportação, como café e açúcar, cultivados em grandes fazendas com mão de obra escrava. Na região Sul, a chegada de imigrantes europeus trouxe novas culturas como trigo e uva, diversificando a produção.</p><p>Globalmente, a agricultura no século XIX era variada, com destaque para cereais como trigo e arroz, algodão para a indústria têxtil, e culturas tropicais como café e chá. A produção era realizada em diferentes escalas, desde pequenas propriedades familiares até grandes plantações.</p><p><br/></p><p>Referência: Brasil Escola</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 14:11:52 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da obra</title>
         <author>helen_rossetto</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3331432142</link>
         <description><![CDATA[<p>Notamos que o artista quis trazer força e habilidade de forma bem marcante e presente, tendo o café retratado de diferentes fases; mostrando toda a produção que faziam naquela época e que é presente até hoje, sendo desde a colheita até ser embalado para comercializar em seguida e que se torna bem importante entender e aprender porque é tão significativo.</p><p> O café teve bastante relação com os escravizados que eram forçados a trabalhar em grandes fazendas, principalmente na produção de café, onde eram considerados propriedade dos seus senhores e não tinham direitos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-17 14:13:38 UTC</pubDate>
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         <title>A Vida dos Camponeses e Escravizados no Campo do Século XIX</title>
         <author>tiago_cavassini</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3332751474</link>
         <description><![CDATA[<p>No século XIX, a vida e o trabalho dos camponeses e escravizados no Brasil eram profundamente marcados pela estrutura agrária do país, baseada na grande propriedade e na monocultura de exportação, como o café. Essa estrutura, herdada do período colonial, gerava uma sociedade desigual, com uma grande concentração de terras nas mãos de poucos e uma massa de trabalhadores submetidos a condições precárias.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Camponeses: </strong>A maioria dos camponeses era composta por pequenos proprietários, posseiros ou arrendatários que cultivavam a terra para sua subsistência e para o mercado interno. Eles enfrentavam dificuldades como a falta de acesso à terra, a exploração dos grandes proprietários e a instabilidade do mercado. Muitos viviam em condições de pobreza e sujeição, com pouco acesso à educação e à saúde.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Escravizados: </strong>A população escravizada, formada por africanos e seus descendentes, era submetida a trabalhos forçados nas grandes fazendas, principalmente na produção de café. Eles eram considerados propriedade dos seus senhores e não tinham direitos. A violência física e psicológica era uma prática comum para controlar os escravizados, que viviam em condições de extrema desigualdade e opressão.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-18 13:06:18 UTC</pubDate>
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         <title>Comparativo entre o Trabalho Rural do século XIX e no século XXI</title>
         <author>tiago_cavassini</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3332789631</link>
         <description><![CDATA[<p>O trabalho no campo no Brasil passou por transformações significativas do século XIX aos dias de hoje, mas ainda mantém algumas características persistentes. No século XIX, o trabalho rural era marcado pela escravidão e pela exploração dos camponeses, com condições precárias e ausência de direitos. Atualmente, a escravidão foi abolida e os trabalhadores rurais têm direitos trabalhistas garantidos por lei, mas ainda persistem desafios como a informalidade, a precariedade, a exposição a agrotóxicos e a exploração de grupos minoritários.</p><p><strong>Continuidades:</strong></p><ul><li><p>Apesar da abolição da escravidão, ainda persistem casos de trabalho análogo à escravidão no campo brasileiro.</p></li><li><p>A informalidade e a precariedade continuam sendo um desafio para muitos trabalhadores rurais, especialmente em pequenas propriedades e atividades como a agricultura familiar.</p></li><li><p>A desigualdade social e a exploração ainda marcam as relações de trabalho no campo, com grupos minoritários como mulheres, jovens e trabalhadores migrantes enfrentando maiores dificuldades.</p></li></ul><p><strong>Mudanças:</strong></p><ul><li><p>A abolição da escravidão e a legislação trabalhista trouxeram avanços em relação aos direitos e às condições de trabalho no campo.</p></li><li><p>A tecnologia e a diversificação da produção agrícola transformaram o trabalho no campo, com maior produtividade e novas formas de organização do trabalho.</p></li><li><p>A organização social e política dos trabalhadores rurais, com sindicatos e movimentos sociais, contribuiu para a luta por melhores condições de trabalho e direitos.</p></li></ul><p>O trabalho no campo no Brasil hoje é resultado de um processo histórico complexo, com avanços e desafios. A erradicação do trabalho escravo, a garantia de direitos trabalhistas para todos, a promoção da agricultura familiar e o desenvolvimento rural sustentável são desafios importantes para garantir um futuro mais justo e digno para os trabalhadores do campo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-18 13:37:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comparativo entre o Trabalho Migrante do século XIX e do século XXI</title>
         <author>tiago_cavassini</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3332798533</link>
         <description><![CDATA[<p>O trabalho migrante no Brasil, tanto no século XIX quanto atualmente, é caracterizado pelo deslocamento de pessoas em busca de melhores oportunidades de trabalho e condições de vida. No entanto, a natureza e as condições desse trabalho mudaram significativamente ao longo do tempo.</p><p><strong>Século XIX:</strong></p><ul><li><p><strong>Imigração europeia:</strong> O Brasil incentivou a imigração europeia para substituir a mão de obra escrava após a abolição. Os imigrantes eram atraídos pela promessa de terras e melhores condições de vida, mas muitas vezes enfrentavam dificuldades como a exploração dos fazendeiros, o isolamento e a discriminação.</p></li><li><p><strong>Trabalho no campo:</strong> A maioria dos imigrantes se dedicava ao trabalho agrícola, principalmente nas fazendas de café do Sudeste. As condições de trabalho eram geralmente precárias, com longas jornadas, baixos salários e pouca proteção legal.</p></li><li><p><strong>Migração interna:</strong> Também havia migração interna no século XIX, principalmente de nordestinos para a região amazônica, para trabalhar na extração da borracha. As condições de trabalho eram extremamente difíceis, com doenças, acidentes e exploração.</p></li></ul><p><strong>Atualmente:</strong></p><ul><li><p><strong>Migração interna:</strong> A migração interna continua sendo um fenômeno importante no Brasil, com pessoas se deslocando principalmente do Nordeste e Norte para o Sudeste e Centro-Oeste em busca de trabalho.</p></li><li><p><strong>Trabalho diversificado:</strong> Os migrantes trabalham em diversos setores da economia, como a construção civil, a indústria, o comércio e os serviços. As condições de trabalho variam muito, mas a informalidade e a precariedade ainda são comuns.</p></li><li><p><strong>Migração internacional:</strong> O Brasil também recebe imigrantes de diversos países, como Haiti, Venezuela e países africanos. Esses imigrantes enfrentam desafios como a xenofobia, a dificuldade de acesso aos serviços públicos e a exploração no mercado de trabalho.</p></li><li><p><strong>Legislação e direitos:</strong> Atualmente, os trabalhadores migrantes, tanto internos quanto internacionais, têm direitos trabalhistas garantidos por lei, como salário mínimo, férias e descanso semanal remunerado. No entanto, a fiscalização e o cumprimento da lei ainda são deficientes em muitos casos.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-18 13:44:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comparativo entre o Trabalho Frigorifico do século XIX e do século XXI</title>
         <author>tiago_cavassini</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3332823325</link>
         <description><![CDATA[<p>A indústria frigorífica no Brasil passou por transformações significativas desde o século XIX até os dias atuais. No entanto, algumas questões relacionadas às condições de trabalho e à exploração permanecem presentes.</p><p><strong>No século XIX:</strong></p><ul><li><p><strong>Tecnologia:</strong> O trabalho era realizado de forma manual, com ferramentas rudimentares e técnicas pouco desenvolvidas.</p></li><li><p><strong>Condições de trabalho:</strong> As condições eram extremamente precárias, com longas jornadas, baixos salários e riscos de acidentes. Havia também a exposição a doenças e à violência física.</p></li><li><p><strong>Mão de obra:</strong> A mão de obra era composta principalmente por escravos e imigrantes, que não possuíam direitos trabalhistas e eram submetidos a condições de trabalho degradantes.</p></li><li><p><strong>Organização do trabalho:</strong> O trabalho era desorganizado, com pouca divisão de tarefas e supervisão inadequada.</p></li></ul><p><strong>No século XXI:</strong></p><ul><li><p><strong>Tecnologia:</strong> A tecnologia avançou consideravelmente, com a introdução de máquinas e equipamentos modernos que aumentaram a produtividade. No entanto, o trabalho ainda é repetitivo e exige esforço físico.</p></li><li><p><strong>Condições de trabalho:</strong> As condições melhoraram em alguns aspectos, com a criação de leis trabalhistas e a fiscalização do trabalho. No entanto, ainda há relatos de jornadas exaustivas, assédio moral e riscos de acidentes.</p></li><li><p><strong>Mão de obra:</strong> A mão de obra é composta por trabalhadores assalariados, que possuem direitos trabalhistas garantidos por lei. No entanto, a rotatividade é alta e muitos trabalhadores são subcontratados, o que fragiliza seus direitos.</p></li><li><p><strong>Organização do trabalho:</strong> O trabalho é mais organizado, com divisão de tarefas e supervisão. No entanto, a pressão por produção é alta e pode levar a problemas de saúde física e mental.</p></li></ul><p>Trabalho em Frigoríficos no Brasil: Uma Comparação entre os Séculos XIX e XXI</p><p>A indústria frigorífica no Brasil passou por transformações significativas desde o século XIX até os dias atuais. No entanto, algumas questões relacionadas às condições de trabalho e à exploração permanecem presentes.</p><p><strong>No século XIX:</strong></p><ul><li><p><strong>Tecnologia:</strong> O trabalho era realizado de forma manual, com ferramentas rudimentares e técnicas pouco desenvolvidas.</p></li><li><p><strong>Condições de trabalho:</strong> As condições eram extremamente precárias, com longas jornadas, baixos salários e riscos de acidentes. Havia também a exposição a doenças e à violência física.</p></li><li><p><strong>Mão de obra:</strong> A mão de obra era composta principalmente por escravos e imigrantes, que não possuíam direitos trabalhistas e eram submetidos a condições de trabalho degradantes.</p></li><li><p><strong>Organização do trabalho:</strong> O trabalho era desorganizado, com pouca divisão de tarefas e supervisão inadequada.</p></li></ul><p><strong>No século XXI:</strong></p><ul><li><p><strong>Tecnologia:</strong> A tecnologia avançou consideravelmente, com a introdução de máquinas e equipamentos modernos que aumentaram a produtividade. No entanto, o trabalho ainda é repetitivo e exige esforço físico.</p></li><li><p><strong>Condições de trabalho:</strong> As condições melhoraram em alguns aspectos, com a criação de leis trabalhistas e a fiscalização do trabalho. No entanto, ainda há relatos de jornadas exaustivas, assédio moral e riscos de acidentes.</p></li><li><p><strong>Mão de obra:</strong> A mão de obra é composta por trabalhadores assalariados, que possuem direitos trabalhistas garantidos por lei. No entanto, a rotatividade é alta e muitos trabalhadores são subcontratados, o que fragiliza seus direitos.</p></li><li><p><strong>Organização do trabalho:</strong> O trabalho é mais organizado, com divisão de tarefas e supervisão. No entanto, a pressão por produção é alta e pode levar a problemas de saúde física e mental.</p></li></ul><p><strong>Comparativo:</strong></p><p>AspectoSéculo XIXSéculo XXITecnologiaManual e rudimentarAvançada e mecanizadaCondições de trabalhoPrecárias e insalubresMelhoraram, mas ainda há desafiosMão de obraEscravos e imigrantesTrabalhadores assalariadosOrganização do trabalhoDesorganizadoMais organizado</p><p>Exportar para as Planilhas</p><p><strong>Conclusão:</strong></p><p>Apesar dos avanços tecnológicos e da criação de leis trabalhistas, o trabalho em frigoríficos no Brasil ainda apresenta desafios. A exploração da mão de obra, a pressão por produção e os riscos à saúde e segurança dos trabalhadores continuam sendo problemas a serem enfrentados. É fundamental que a sociedade e o governo estejam atentos a essa questão e busquem soluções para garantir condições de trabalho justas e dignas para todos os trabalhadores da indústria frigorífica.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-18 14:03:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusões </title>
         <author>tiago_cavassini</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3332838350</link>
         <description><![CDATA[<p>O trabalho rural no Brasil passou por transformações profundas do século XIX para o século XXI. No século XIX, a mão de obra era predominantemente escrava e as condições de trabalho eram precárias, com longas jornadas e ausência de direitos. No século XXI, a escravidão já havio sido abolida e os trabalhadores rurais têm direitos trabalhistas garantidos por lei, mas ainda persistem desafios como a informalidade, a precariedade e a exploração. A tecnologia também avançou significativamente, com a mecanização do campo e o uso de insumos químicos. No entanto, a desigualdade social e a exploração ainda marcam as relações de trabalho no campo, especialmente para grupos minoritários como mulheres, jovens e trabalhadores migrantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-18 14:14:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>tiago_cavassini</author>
         <link>https://padlet.com/isadora_a_moraes/uujbz8v9cwja9o96/wish/3332840795</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>Artigos científicos:</strong> "Brecha camponesa no Brasil" de Ciro Flamarion Cardoso, "Trabalho livre para além do assalariamento: campesinato negro no pós-Abolição" de Silvia Lara, "Trabalho intensificado e afastamento do trabalho: uma análise nos frigoríficos no estado de Mato Grosso do Sul" de Giovana Zenati e Maria Aparecida Pedrosa, "A situação do trabalho nos frigoríficos" de Repórter Brasil, "Migração e trabalho no Brasil contemporâneo" de Rosana Baeninger, "O trabalho dos imigrantes no Brasil: um estudo sobre a inserção laboral dos haitianos" de Duval Fernandes.</p><p><br></p><p><strong>Publicação:</strong> "A condição de trabalho no campo no Brasil" - Organização Internacional do Trabalho (OIT)</p><p><br><br></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-18 14:15:58 UTC</pubDate>
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